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Embú das Artes: Capoeira ganha espaço e faz 1ª Conferência

São Paulo – Embú das Artes

A capoeira acaba de conquistar mais espaço na cidade. Neste ano de 2014, o Governo Municipal, por meio da Secretaria de Cultura, trabalhará direto com a Associação dos Capoeiristas de Embu das Artes, em busca até mesmo de captação de recursos para a promoção de atividades do esporte na cidade. O presidente da associação, Sérgio de Oliveira Cabrito, o Joca, do Ponto de Cultura Projeto Diversidades Culturais na Capoeira, que funcionam no Jardim Novo Campo Limpo, está otimista.

“Precisamos aprovar agora a Lei da Profissionalização da Capoeira dodeputado federal Carlos Zarattini”, diz Joca. O Projeto de Lei 2.858/2008, que aguarda sanção em Brasília, DF, dispõe sobre a regulamentação da atividade e cria o Dia Nacional da Capoeira e do Capoeirista, além de declarar sua importância como cultura, esporte e meio de inserção social. “Capoeira é o esporte mais completo que existe. Envolve cultura, esporte, educação, lazer e é a mistura de todas as artes marciais”, afirma Joca, 41 anos, 22 de prática. A capoeira é Patrimônio Imaterial da Cultura Brasileira, registrado pelo Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural (Iphan) e Ministério da Cultura (MinC), no governo Lula, em 2008.

 

DIA 22/2, NA CÂMARA

No encontro realizado em 25/1, entre capoeiristas, suas associações (há mais de 30 na cidade) e a Secretaria Municipal de Cultura, ocorreram dois fatos importantes: a formalização da Associação dos Capoeiristas de Embu das Artes e a indicação da cidade como sede da Conferência Regional de Capoeira, a qual será realizada no dia 22 de fevereiro, às 14h, na Câmara Municipal embuense (rua Marcelino Pinto Teixeira, 50).

A conferência é aberta a todos os interessados.

Fontes: http://www.embudasartes.sp.gov.br – http://capoeirajoca.blogspot.pt/

Embu das Artes: Capoeiristas abrem Mostra dos Núcleos de Cultura

A inclusão social e cidadã  do governo de Chico Brito é evidente em eventos como a Mostra dos Núcleos de Cultura, aberta em 28/11, com apresentação dos grupos de capoeira de Embu das Artes, com participação de mais de 500 alunos. O projeto dos grupos de capoeira, iniciado com apoio do governo federal, hoje é mantido pelo município. “Os Núcleos de Cultura, criados nesta gestão e instalados em 18 das 20 regiões da cidade, além de capoeira, têm atividades de música, dança, teatro. E a capoeira não é só uma luta, é também cultura, esporte, disciplina”, disse o secretário de Cultura, Paulo Oliveira.

No primeiro evento de encerramento das atividades 2010 dos Núcleos de Cultura, que continua nos dias 11 e 12/12, também no Centro Cultural Valdelice Medeiros Prass (avenida Aimará, s/nº), com teatro, música e dança, ocorreram apresentação de roda, maculelê, samba de roda, puxada de rede, manifestações que compõem a capoeira. Participaram os Núcleos de Cultura do Jardim Silva, coordenado pela professora Pantera; Jardim Júlia, do popular professor Temeterra (Mateus); Jardim Pinheirinho/Paróquia São Judas, contramestre Joca; Valdelice, mestre Edson; Novo Campo Limpo, mestre Azambuja; Santa Tereza, contramestre Joca; Parque Pirajuçara, professor Faísca Scuby; e São Marcos, mestre Oró, que fez uma bonita apresentação com Faísca, Tadeu e Edson.

Na abertura, na quadra do ginásio do Valdelice, Márcia Cristina Rabelo Batista, a professora Pantera, do Centro Cultural de Capoeira Irmãos Unidos, com sede no Centro, destacou que praticar a atividade “é bom para o físico, a disciplina e faz bem para adultos e crianças”.

O pequeno Philipi Freire Araújo, 6 anos, é um exemplo disso. Ele se exibe na quadra durante a apresentação com desenvoltura, enquanto os pais, Elenice Freire e Washington Araújo acompanham orgulhosos. A mãe de Philipi conta que ele pediu para entrar no grupo de capoeira depois de ouvir o som do berimbau e que após se tornar um capoeirista já recebeu medalha e troféu. “Percebo que ele é cada vez mais disciplinado e come melhor. Antes, por exemplo, não comia feijão. Hoje, sempre digo a ele que precisa se alimentar melhor para lutar e ele vai avançando”, revela Elenice.

Nas equipes, nem todas as crianças recebem os cuidados de Philipi, nem mesmo têm os pais na plateia para vê-los fazer a exibição. No ginásio, antes da apresentação, dois pré-adolescentes brigam demonstrando agressividade, até a professora Pantera separá-los destacando a necessidade de formarem uma equipe. É tarde de domingo, os pais dessas crianças não estão nas arquibancadas do ginásio Valdelice, assim como muitos outros que ainda não descobriram como o pequeno gesto de aplaudir e torcer pelo filho pode despertá-lo para a prática esportiva, contribuir para a formação do seu caráter e torná-lo mais saudável e feliz.

Elke Lopes Muniz

 

Fonte: http://www.embu.sp.gov.br/