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Curitiba: Capoeira ajuda a evitar evasão escolar

Cerca de 400 crianças, alunas da Associação de Capoeira Arte e Raça, com idade de quatro a 15 anos, foram "batizadas" na capoeira no último fim de semana. A cerimônia, que reuniu 2.200 pessoas no Clube Cultural Portão, foi a primeira da associação criada em janeiro deste ano e dirigida pelo mestre de capoeira Emílio José Alves de Andrade. O grande número de formandos se deve ao trabalho em conjunto com a Prefeitura de Curitiba, que estimula o treino das crianças no contraturno escolar, em creches, ginásios escolas municipais, ou nas sedes das associações de moradores.
Mestre Andrade diz que esse trabalho conjunto contribui para a redução de evasão escolar e na prevenção às drogas e à violência. O município também estimula as comunidades carentes atendidas pelos Centros de Referência da Assistência Social, mantidos pela Fundação de Ação Social.
 
"A cerimônia tem significado especial para os alunos, porque concluíram o primeiro estágio de aprendizado, o que corresponde à formatura de escolares do ensino básico", diz Andrade.
 
O batizado é o primeiro passo para que o aluno de capoeira aprenda as regras esportivas que poderão transformá-lo em professor-estagiário, em uma academia, a partir dos 18 anos de idade.
 
Também participaram da formatura professores e alunos de academias de capoeira de Foz do Iguaçu, Assis Chateaubriand, Cascavel e Toledo, e também da cidade catarinense de Joinville.
 
Bondenews – Londrina,PR – http://www.bonde.com.br/bondenews
Luiz Costa/SMCS
Redação Bonde
Londrina

Gato de Botas, Crianças & Capoeira: Projeto comemora o 6º aniversário

{jgquote}Doutores da alma: Crianças atendidas pelo Gato de Botas em aula de capoeira: projeto comemora o 6º aniversário e já atendeu mais de 1,2 mil crianças, utilizando de diversas formas de interagir e fomentar a ludicidade nas crianças. Vale ressaltar a introdução da CAPOEIRA no projeto e suas mais valias como forte aliada no processo de motricidade e poderosa ferramenta de inclusão social.
 
Luciano Milani{/jgquote}
  
Especialistas do projeto Gato de Botas tratam 1,2 mil crianças com dificuldade de aprendizagem; 40% têm distúrbios.
 
A falta de tratamento em estudantes com dificuldade de aprendizagem pode levar à marginalidade. A afirmação é da psicopedagoga Ângela Maria Traldi Cecato, diretora do projeto Gato de Botas em Rio Preto.
O projeto completa seis anos hoje e já atendeu 1,2 mil alunos com dificuldade de aprendizado matriculados na rede pública de ensino na cidade.
Segundo o médico José Alexandre Bastos, chefe do serviço de neurologia infantil da Famerp (Faculdade de Medicina de Rio Preto), cerca de 40% das crianças com mau rendimento escolar apresentam algum tipo de distúrbio mental.
O mais comum, segundo ele, é a dislexia [dificuldade na leitura e escrita], que atinge até 6% das crianças. A discalculia [dificuldade em lidar com os números] aparece em segundo e atinge até 3% dos alunos. Em seguida aparece a disgrafia [alteração de sílabas e letras] e distúrbios secundários como epilepsia, problemas de audição entre outros.
 
“Se a criança não for tratada ela se sente excluída, isolada e busca uma inclusão fora do meio escolar. Daí a facilidade para entrar no submundo”, explica o neurologista.
Ele explica ainda que 60% dos alunos com mau rendimento escolar apresentam dificuldade de aprendizado por razões sociais.
“São causas não cerebrais. Por exemplo, estrutura familiar deficitária, pressão escolar, perda de alguém querido e até mesmo a ausência dos pais”, explica a diretora.
 
Atualmente são atendidas pelo Gato de Botas 300 crianças. Outras 200 aguardam na fila. “O sucesso do projeto é fruto do trabalho multidisciplinar.”
 
Pais participam do tratamento
Além das crianças, o bom resultado do tratamento depende a participação dos pais. “O acompanhamento é importante para os pais compreenderem o problema e auxiliar na motivação do filho”, diz a diretora.
A filha da cobradora Maria Ângela Pereira da Costa foi uma das primeiras a participar do Gato de Botas.
Ela conta que a filha Mariana tem dislexia e que percebeu a dificuldade de aprendizagem quando ela ainda estava na pré-escola.
“Ela não gostava da escola, confundia o nome das furtas e não conseguia reconhecer as letras.”
Mariana estuda hoje na 6ª série da escola Noêmia Bueno do Vale e já comenta em ser fisioterapeuta.
“Ela é outra pessoa hoje. É participativa, gosta de estudar e apaixonada por gibis. Ela já tem uma coleção com mais de 200”, diz.
 
Aprendizagem
 

Projeto
Voltado para crianças de 7 a 12 anos matriculadas na rede pública com dificuldade de aprendizagem. Encaminhamento é feito por professores. No Gato de Botas é feito o diagnóstico e uma equipe multidisciplinar trata o problema
 
Equipe
É formada por pedagogo, psicopedagogo, fonoaudiólogo, psicólogo, terapeuta, neurologista, neuropsicólogo, psiquiatra e professores
 
Atividades
As crianças freqüentam o Gato de Botas duas vezes por semana, sempre em horário alternado ao da escola. Elas recebem atendimento de especialistas, participam de aulas de recreação (para melhorar coordenação motora), artes e informática. Os pais se reúnem uma vez por semana
 
Tratamento
Depende do problema diagnosticado. Em casos mais complexos as crianças são atendidas por até dois anos. A fila de espera chega a 200 crianças
 

Rio Preto é a primeira colocada em Encontro Estadual de Capoeira

A equipe de capoeiristas da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer conseguiu a primeira colocação no 14º Encontro Estadual de Capoeira em Catanduva.

Os atletas trouxeram à cidade o troféu de 1º lugar na classificação geral da competição. Participaram do evento 32 alunos do Projeto Cidadão, para crianças de 7 a 14 anos. As lutas aconteceram no ginásio de esportes do Gaviolli.

Os atletas rio-pretenses treinam nos núcleos do João Paulo 2º, Planalto e Eldorado. Pelo Projeto Cidadão, desenvolvido pela Prefeitura de Rio Preto, as crianças são atendidas diariamente em horário contrário ao escolar, recebendo alimentação, reforço escolar, atividades culturais, esportivas e musicais.

Participaram da competição atletas de cidades como Frutal, Tabapuã, Matão, Fernandópolis, e outras.

 

A Capoeira na Educação Infantil:

Review Especial: Matéria escolhida pela equipe Portal Capoeira – Palavras Chave: Capoeira e Educação…

Uma Ferramenta Metodológica para Pedagogia Social

O presente estudo tem como intuito principal discutir as bases históricas e ideológicas que fundamentam a capoeira na Educação Infantil, a partir da analise do processo de inserção da mesma no contexto escolar, suas modificações adaptativas e suas possibilidades enquanto instrumento revolucionário ou conformador para edificação de uma pedagogia social. Faremos esta abordagem estabelecendo uma analise do processo histórico de introdução da capoeira na Educação Infantil, seguido de uma discussão sobre a potencialidade pedagógica ,revolucionaria ou conformadora, da capoeira a partir do diálogo com alguns autores, …

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Balneário Camboriú: Escola Aberta volta com tudo em 2006

Neste sábado, dia 7, quatro escolas da rede municipal abrem suas portas para atividades esportivas, culturais, pedagógicas e artesanais
O Programa Escola Aberta está de volta. E com novidades! A partir das 9 horas deste sábado, dia 7, toda a comunidade dos bairros Cidade Nova (Centro Educacional Cacildo Romagnani – CAIC), São Vicente (Escola Básica Olimpio Falconieri da Cunha), Imaruí (Escola Básica Arnaldo Brandão) e Cordeiros (Escola Básica Melvim Jones) participam da abertura da temporada 2006. Este ano o Programa atende também aos idosos e apresenta novas oficinas móveis que prometem intensificar as atividades culturais, esportivas, pedagógicas e artesanais oferecidas pelo Programa.
As novidades que o Escola Aberta traz para esta temporada são as Rodas de Capoeira – programadas para este sábado nas quatro escolas, no período matutino ou vespertino, com a participação de mestres graduados na arte e dos alunos das oficinas móveis de capoeira – e as atividades físicas para idosos, nos bairros São Vicente e Imaruí, das 14 às 17 horas.
Essa programação voltada exclusivamente aos idosos começa neste sábado e se estende até o final do mês de janeiro, sempre das 14 às 17 horas. Também a partir deste sábado, o evento passa a ser realizado as terças e quintas-feiras, igualmente nas quatro escolas sedes do evento.
“A proposta neste período de férias é intensificar as atividades trazendo cada vez mais a população dessas comunidades para o ambiente escolar, oferecendo uma opção de lazer para as férias e intencionando fortalecer as relações dessas comunidades com o ambiente escolar”, explica a supervisora de Programas Educacionais da Secretaria de Educação, professora Susane Barbosa Cugnier.
Além das novidades apresentadas para a temporada 2006, o Programa Escola Aberta vai manter as oficinas fixas de informática, vídeo, artes sala de leitura e recreação – esta retomando jogos lúdicos como ludo e dominó. Também serão mantidas as oficinas móveis, que envolvem atividades de capoeira, hip-hop, tênis de mesa e de campo, vôlei, xadrez, desenho, ginástica olímpica, bike radical e futebol de salão e campo.
A professora Susane ressalta, ainda, que para este ano novas oficinas devem ser incorporadas ao Programa Escola Aberta. Entre elas as oficinas de técnica vocal, karatê e teclado, já programadas para o próximo sábado, dia 14.
O Programa Escola Aberta é realizado em Itajaí desde abril do ano passado, tendo como alguns de seus objetivos a diminuição nos índices de criminalidade nos bairros onde é realizado e a aproximação dessas comunidades com o ambiente escolar. O Escola Aberta acontece regularmente das 9 horas da manhã ao meio dia e das 13h30 às 17 horas.
 
Fonte: Secom – PMI