Blog

escritor

Vendo Artigos etiquetados em: escritor

Jornalista lança livros de capoeira no Museu Capixaba

Uma das obras instrumentaliza a capoeira na luta contra as drogas. Outra obra conta em 4 idiomas a história da capoeira no Brasil

O jornalista e mestre em Educação Mano Lima lança no dia 22 de janeiro, a partir das dezoito horas, no Museu Capixaba, o livro SEJA UM CRAQUE SEM PEDRA (a capoeira que dá rasteira nas drogas).

O evento é uma promoção da Federação de Capoeira do Espírito Santo, com o apoio da prefeitura municipal de Vitória.

Mano Lima é historiador e autor de outros livros, como o DICIONÁRIO DE CAPOEIRA, A GINGA DOS MAIS VIVIDOS (capoeira na terceira idade) e e “EU, VOCÊ E A CAPOEIRA”, que conta a historia da escravidao no Brasil e da capoeira, e foi editado em português, inglês, francês e espanhol.

Os livros do escritor já foram lançados em três continentes (Europa, Asisa e América) e em paises como Espanha, Holanda, Alemanha, Belgica, França, Portugal, Paraguai e Cabo Verde.

Além de escritor, o autor é diretor de jornalismo da TV Portal Capoeira e colaborador no mesmo site.

 

Serviço: O escritor está à disposição de outros grupos de capoeira para dar palestras e fazer o lançamento do seu livro. Para receber o livro, via correio, ou convidar o escritor para eventos de capoeira, no Brasil, ou exterior, os interessados podem fazer contato direto com o mesmo, nos telefones (61) 8101 0915 e (61) 9190 4256, ou no e-mail dicionariocapoeira@gmail.com.

Aguardo seu contato.
MANO LIMA    Jornalista(61) 9190 4256      OI (61) 8101 0915      TIM(27)30192707

fecaes
(27)99825 0727 VIVO CABRAL
(27)98147 6343  VIVO  CABRAL
(27)99234 3490  secretaria da fecaes

A capoeira dá rasteira no craque

Professor de História do Distrito Federal lança livro inspirado na capoeira que mostra como um esporte pode ser uma importante arma na luta contra o crack.

No livro “Seja um craque sem pedra”, que será lançado hoje as 19 horas, no colégio rogacionista do Guará II, o autor, que também é Mestre em Educação e jornalista, conta a comovente história de um adolescente que, mergulhado no submundo das drogas, evade da escola, é expulso de casa e encontra na capoeira a possibilidade de reinclusão social.

Autor de diversas obras de capoeira inspiradas na lei 10.639/2003, dentre elas “Dicionário de Capoeira”, “Eu, você e a capoeira” e “A ginga dos mais vividos”, o escritor tem livros editados em inglês, francês e espanhol.

“Seja um craque sem pedra” é recomendado, especialmente, pra professores, orientadores educacionais, psicólogos e profissionais que atuam com capoeira. E é, claro, é um livro que não pode faltar nas bibliotecas escolares e nas mãos das nossas crianças e adolescentes, que hoje são, criminosamente, assediados para a dependência química do crack e de outros entorpecentes.

O escritor está a disposição para palestras e lançamento do livros. 
Contato: (61) 9190 4256 (oi) e 8101 0915 (tim), 
mano.lima@yahoo.com.br

Centenário de Jorge Amado relembra escritor que ‘melhor escreveu um país’

“Não tenho nenhuma ilusão sobre a importância de minha obra”, afirmou Jorge Amado. “Mas, se nela existe alguma virtude, é essa fidelidade ao povo brasileiro.”

A intimidade com que expôs traços, costumes e contradições da cultura brasileira foram um dos fatores por trás da popularidade de que Amado desfrutou em vida.

Mas no centenário de nascimento do escritor baiano, celebrado nesta sexta-feira, o reconhecimento sobre a importância de sua obra continua a crescer no Brasil e no exterior.

Amado é um dos escritores brasileiros mais conhecidos internacionalmente, com obras publicadas em 49 línguas e 55 países.

O interesse aumentou com a aproximação do centenário. Nos últimos três anos, pelo menos 45 contratos foram fechados com editoras estrangeiras para a publicação de seus livros, conta Thyago Nogueira, editor responsável por sua obra na Companhia das Letras.

Países como Romênia, Alemanha, Espanha, Bulgária, Sérvia, China, Estados Unidos e Rússia são alguns dos que firmaram contratos recentes para lançar seus livros, diz Nogueira.

Para marcar a data, a prestigiosa coleção Penguin Classics está lançando dois de seus livros em inglês, A morte e a morte de Quincas Berro d’água e A descoberta da América pelos turcos. Amado é o segundo autor brasileiro publicado pelo selo, o primeiro foi Euclides da Cunha.

O centenário motivou uma série de seminários e eventos comemorativos em cidades como Salvador, Ilhéus, Londres, Madri, Lisboa, Salamanca e Paris.

A reverberação lembra a frase do escritor moçambicano Mia Couto, para quem Amado fez mais para projetar a imagem do Brasil lá fora do que todas as instituições governamentais reunidas.

“Jorge Amado não escreveu livros, escreveu um país”, afirmou Couto em 2008, em uma palestra em que prestou testemunho sobre a forte influência do autor sobre escritores africanos.

Amado nasceu em 12 de agosto de 1912 em Itabuna, na Bahia, e escreveu quase 40 livros, com um olhar aguçado sobre os costumes e a cultura popular do país. Ele morreu em 2001.

A fazenda de cacau em que nasceu, os terreiros de candomblé, a mistura de crenças religiosas, a pobreza nas ruas de Salvador, a miscigenação, o racismo velado da sociedade brasileira são alguns dos elementos que compõem sua obra, caracterizada por uma “profunda identificação com o povo brasileiro”, diz Eduardo de Assis Duarte.

“Ele tinha o compromisso de ser uma espécie de narrador do Brasil, alguém que quer passar o país a limpo”, diz o pesquisador, professor de Teoria da Literatura na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e autor de Jorge Amado: Romance em tempos de utopia.

O baiano destacou a herança africana e a mistura que compõe a sociedade brasileira como valores positivos do país.

Ele adotava uma postura crítica dos problemas sociais do país e ao mesmo tempo retratava “um povo alegre, trabalhador, que não desiste”, diz Assis Duarte. “Para os críticos, ele faz uma idealização do povo.”

Amado leva para o centro de suas histórias heróis improváveis para seus tempos – um negro, uma prostituta, um faxineiro, meninos de rua, mulheres protagonistas.

“Ele traz o homem do povo para o centro do livro. Coloca-o como herói de suas histórias e ganha o homem do povo como leitor”, diz Assis Duarte.

Comunismo

Tanto a vida quanto a obra de Amado foram marcadas por sua militância no comunismo. Os livros do início de sua carreira eram fortemente ideológicos.

“Saíram livros bons dessa fase, mas também livros muito panfletários, maniqueístas, em que os ricos são todos maus e os pobres são todos bons”, comenta a antropóloga Ilana Goldstein, autora de O Brasil best seller de Jorge Amado: literatura e identidade nacional.

O baiano chegou a se eleger deputado em 1945 – seu slogan, lembra Ilana, era “o romancista do povo”. Apenas dois anos depois, porém, teve que partir para o exílio na França. Sob pressão da Guerra Fria, o Partido Comunista Brasileiro fora banido e seu mandato, cassado.

Durante os cinco anos de exílio, passados com a esposa Zélia Gattai na França e na antiga Tcheco-eslováquia, Amado viajou e ampliou seu círculo de amizades – conheceu Pablo Picasso, Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir.

Nos anos 1950, época em que os crimes do líder soviético Josef Stalin vieram à tona, Amado rompeu com o partido. Iniciou-se uma nova fase em sua literatura, mais leve e bem-humorada, menos ideológica.

Para as massas

Amado gostava de se definir como um “contador de causos”. Mais do que explorar novas linguagens literárias, seu objetivo era conquistar leitores e alcançar a massa, diz Assis Duarte.

Sua linguagem era coloquial, simples, como a língua falada; sua forma de contar histórias era folhetinesca, com muitos personagens, ápices e acontecimentos.

Isso ajuda a explicar a rejeição da crítica acadêmica durante muitos anos. Também ajuda a entender as prolíficas adaptações de sua obra para filmes, novelas, peças e séries de TV.

“Sua literatura se aproxima da cultura de massa. São textos que parecem ter sido escritos para serem adaptados”, diz Assis Duarte.

Com a preocupação de proporcionar uma leitura agradável, Amado fez o que queria: conquistar leitores e contar suas histórias.

“Ele foi um escritor popular em um país onde não se lê muito, e que não tem uma tradição de leitura apesar de ter grandes escritores”, diz Milton Hatoum.

O escritor amazonense leu Jorge Amado pela primeira vez na escola de Manaus, aos 14 anos. A professora apresentou Capitães da Areia, logo cativando o interesse da classe ao contar que o livro havia sido queimado em Salvador em 1937, durante o Estado Novo.

“Eu era de Manaus, e para mim o Brasil era aquele mundo cercado de água e de floresta. A leitura de Capitães da Areia foi uma revelação de outra paisagem social e geográfica no mesmo país.”

Para Hatoum, o universo ficcional rico em tramas e personagens de Amado parece dar conta de toda a pirâmide social do Brasil, da elite política e econômica aos mais desvalidos.

Ele afirma quase poder tocar os lugares e personagens quando lê a obra de Amado. “O mundo que ele criou é cheio de personagens muito vivos, de um colorido, uma sensualidade que não é exótica. Quer dizer, é exótica, talvez, para quem não conhece a Bahia ou o Brasil.”

BBC – Brasil – http://www.bbc.co.uk/portuguese

Évora – PT: Nosso Reencontro

Caro capoeira, mestre, contramestre ou professor,

se aproxima a data do nosso reencontro de Évora. Será nos dias 13, 14, 15 e 16 de Setembro e a ideia é fazer dessa data, um momento dedicado à capoeiragem que une, de forma não tendenciosa, as diferentes correntes existentes na arte da Capoeira.

Esse ano, teremos a presença do jornalista e escritor Mano Lima que estará, junto com o professor Luciano Milani, fazendo a cobertura jornalística do evento e lançando seu mais novo livro “Eu, Você e a Capoeira”. O Jornalista Mano Lima é o idealizador e escritor do Dicionário da Capoeira, já em segunda edição.

O mestre Ousado também estará presente lançando o livro que fala da sua trajetória na capoeira. O mestre Ousado, hoje, vive e trabalha em Singapura.

Teremos a participação de muitos capoeiristas do Leste Europeu, Europa Central, além dos já habituais participantes vindos de países mais próximos a Portugal. Contaremos também com uma delegação do Brasil dos Estados de São Paulo, Goiás e da nossa capital Brasília.

De Portugal, esperamos receber um número significativo que já abraça e encara o Nosso Encontro, como um evento feito por e para todos nós, sem a defesa de nenhuma estampa que simboliza alguma entidade.

Estamos reunindo esforços para termos, também, uma representação cabo-verdiana e angolana no nosso Reencontro.

Temos a confirmação, pra esse ano, de dois representantes asiáticos vindos de Singapura e de Macau. Isso será muito importante na medida em que teremos, unidos pela capoeira, representantes das Américas (Brasil e Canadá), Africa (Angola e Cabo Verde), Europa e Ásia.

Peço a você que realize a divulgação junto aos seus alunos e demais conhecidos capoeiristas, informando-lhes o endereço de inscrição online que dou à seguir: www.nossoreencontro.portalcapoeira.com


Com um abraço amigo, me despeço e fico na expectativa do nosso reencontro.
Umoi Souza

Livro conta, em 4 idiomas, história da capoeira no Brasil

Em setembro o jornalista Mano Lima, lança na Europa, a 3ª. edição do seu livro “Eu, você e a capoeira”, publicada pela Conhecimento Editora. Além da edição em português, a obra ganhou as suas versões em inglês, francês e espanhol.

A primeira sessão de autógrafos acontecerá de 13 a 16 de setembro, em Évora (Portugal), no evento internacional de capoeira “Nosso Reencontro”, realizado pela Associação União Portugal, fundada e dirigida pelo Mestre Umói.

Para o anfitrião, a publicação de uma obra sobre capoeira em vários idiomas é uma oportunidade para os capoeiristas europeus e de outros continentes aprofundarem os seus conhecimentos sobre a arte-luta brasileira. “A participação do Mano Lima em nosso evento será importante para estimular os praticantes da capoeira a conciliarem a prática com o estudo da capoeira”, afirma Umói.

Em seguida, o escritor visita as cidades de Valência, Alicante e Madri, a convite de Mestrando Cinzento. Assim, no período de 17 a 23 de setembro, divulgará o livro em programação desenvolvida pelo grupo Aluá Capoeira, que atua na Espanha. “Essa é a segunda vez que o camarada Mano Lima participa de nossos encontros e essa obra editada em espanhol e em outros idiomas falados na União Européia é uma das boas novidades para a agenda da capoeira em 2012”, declara Cinzento que, juntamente com Mestre Umói, serão responsáveis pela distribuição do livro no “Velho Mundo”.

Durante os eventos, o jornalista fará reportagens especiais para a TV Portal Capoeira, a serem exibidas no Portal Capoeira, coordenado por Luciano Milani. O escritor está à disposição de outros grupos de capoeira para dar palestras e fazer o lançamento do seu livro no período de 5 a 16 de setembro, quando cumpre agenda de divulgação na Europa, acompanhado de Flávio Albuquerque, Editor da Conhecimento Editora. “Vamos aproveitar a viagem de intercâmbio para fazer contato com editoras européias, propondo parcerias para a distribuição de nossas publicações no mercado internacional”, informa Flávio.

 

Serviço: para receber o livro, via correio, ou convidar o escritor para eventos de capoeira, no Brasil, ou exterior, os interessados podem fazer contato direto com o mesmo, nos telefones (61) 3042 9332, (61) 8101 0915 e (61) 9190 4256, ou no e-mail dicionariocapoeira@gmail.com.