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João Pessoa: Festival de Capoeira de Quilombo

Acontece nos próximos dias 24, 25 e 26 de janeiro, o I Festival de Capoeira de Quilombo.

O objetivo é difundir a cultura afro e celebrar o trabalho social com crianças carentes que vem sendo desenvolvido em diversos bairros da capital. O evento é uma realização da Escola de Capoeira Afro-Nagô e do projeto Paratibe em Ação e acontece paralelamente no Galpão Multicultural do Projeto Social Paratibe em Ação , e na Escola Antônia do Socorro Silva Machado, ambos na PB 008, próximos à subestação da Energisa. Nesta primeira edição, o Festival de Capoeira de Quilombo conta com a presença de mestres e contra mestres da Paraíba e de outros estados. Contato: (83)  8714 0878

Fonte: Paraíba Total http://www.paraibatotal.com.br

Massapê: II Batizado de Capoeira com alunos do PETI

Em Massapê a Assistência Social promove o II Batizado de Capoeira com alunos do PETI.

A Prefeitura de Massapê do Piauí, através da Secretaria de Assistência Social, realizou na noite desta quinta-feira (24) o II Batizado de Capoeira com alunos assistidos pelo PETI.

O evento foi prestigiado por um grade público. Esteve presente o prefeito Sousinha e parte seus assessores.

O Projeto Capoeira é ministrado por instrutores do Grupo Cordão de Ouro.

A cerimônia de batismo foi conduzida pelo Mestre César Escravo, de Teresina, que é coordenador do Grupo Cordão de Ouro nos Estados do Piauí e Maranhão.

Na ocasião, 32 alunos do programa – dos núcleos da sede e da localidade Caraíbas receberam a nova graduação.

 

Fonte: http://180graus.com

Governo Federal aprova projeto baiano para mulheres rurais

A Bahia está entre os dez estados brasileiros que mais se destacam na elaboração de projetos voltados às mulheres camponesas. O Ministério do Desenvolimento Agrário (MDA) divulgou esta semana o resultado da seleção de propostas cujo foco é o fortalecimento da cidadania e da organização produtiva de mulheres rurais. Com isso, são esperados R$ 3,1 milhões, a serem aplicados em iniciativas de acesso à documentação civil e jurídica, implementação de mecanismos de formalização, gestão e comercialização de produtos da agricultura familiar. Os trabalhos serão coordenados pela Secretaria Estadual de Políticas para as Mulheres (SPM), contemplando também indígenas, quilombolas, entre outros segmentos de mulheres. Além da Bahia, tiveram propostas aprovadas os estados do Acre, Alagoas, Amapá, Goiás, Mato Grosso, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Sul e Sergipe.

 

Assessoria de Imprensa: 71 3117-2819

Kleidir Costa (71 8224-2737)

Twitter @SPMulheresBA

Facebook www.facebook.com/SPM/BA

LIVRO MESTRE JOÃO GRANDE – Na Roda do Mundo

Mestre João Grande é um antigo mestre capoeirista da Bahia que hoje ensina a tradicional capoeira angola em Nova York, cidade símbolo da modernidade mundial, onde vive desde 1990 e foi um pioneiro na difusão da sua arte.

Apesar de ter recebido diversas homenagens nos Estados Unidos ao longo da vida, o mestre baiano permanecia esquecido no Brasil. Foi redescoberto em meados da década de 1980, trabalhando num posto de gasolina em Salvador. Havia abandonado a prática e ensino da capoeira e durante as noites atuava em boates para turistas, participando de shows folclóricos.

Mestre João Grande é hoje um patrimônio vivo, que acaba de comemorar 60 anos de dedicação à capoeira e vinte anos de ensino em Manhattan, coração da multicultural Nova York. Sua trajetória, do Brasil até os Estados Unidos, conta também um pouco da história da globalização da capoeira, que hoje está espalhada em mais de cento e cinquenta países nos cinco continentes.

A história de vida de Mestre João Grande nos faz indagar os motivos da grande aceitação da capoeira angola noexterior e da resistência que ela sofre no Brasil. Neste sentido, sua trajetória também nos ajuda a entender como se dá a permanência das tradições, e dos seus respectivos atores, na modernidade globalizada.

Páginas: 152
ISBN: 9788576172017
Autor: Maurício Barros de Castro

 

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Mestre Brasília: “50 anos sem tirar a mão do chão”

“Antonio Cardoso Andrade”, conhecido como Mestre Brasília, capoeirista e artista de primeira grandeza, é  uma importante figura no cenário de São Paulo. Além de mestre de capoeira, que ensina esta arte de origem negra para muitas gerações, é também pesquisador da cultura e criador de músicas e letras. Baiano de Alagoinhas, de família simples, trabalhou como sacoleiro de feira, transportador de água, sapateiro, funileiro, mecânico, pedreiro, pintor, etc. com 19 anos descobriu a capoeira como missão da sua vida e tornou-se discípulo do famoso Mestre Canjiquinha.

Logo foi convidado por seu mestre para realizar apresentações de capoeira em toda a Bahia e outros estados, atividades que desenvolveu durante seis anos. Em 1965 veio para São Paulo e abriu a Academia Cordão de Ouro com o Mestre Suassuna e,  um ano depois inaugurou o seu próprio espaço cultural, a Associação de Capoeira São Bento Grande, hoje ainsa em pleno funcionamento com o nome Capoeira Ginga Brasília.

A sua arte não ficou restrita ao Brasil, pois, desde a década de 70, tem-se apresentado em vários países e realizado cursos e oficinas no Japão, onde chegou a viver durante 3 anos, retornando várias vezes (1973, 1974, 1975, 1986, 2000, 2002, 2008, 2009, 2010), na Alemanha (1987), nos Estados Unidos (1995, 1997, 2008 ), na Itália ( 1999 ). Em 1990 lançou seu primeiro disco, “Ginga Original”, com músicas e letras de sua autoria. Seguiram-se outros trabalhos como Cds e DVD.

Ao longo da sua carreira tem também preparado atores de teatro, como é o caso da inesquecível peça “Capitães da areia”, baseada no célebre livro de Jorge Amado.

Mestre Brasília é contemporâneo de uma geração  brilhante de capoeiristas brasileiros: do lendário mestre Pastinha, do Mestre Waldemar, capoeirista, cantador e fabricante de berimbau, do Mestre Canjiquinha, seu mestre, que participou do “Barravento” e o “Pagador de promessas”, filmes de Glauber Rocha, do Mestre Caiçara um dos mais famosos mestres de Angola., Mestre Bimba, que criou a regional, e outros.

Mestre Brasília, ao longo de sua vida, tem sido um Mestre na acepção da palavra, pois orienta os seus discípulos não apenas passando seus ensinamentos artísticos e técnicos com regras morais de um bem-viver e conviver em sociedade, valores éticos, traço marcante de sua personalidade e de suas lições.

Uma longa e conquistada trajetória.
Neste ano, comemora 50 anos de capoeira, e realizou o evento “50 ANOS SEM TIRAR A MÃO DO CHÃO”.

Jundiaí: História de vida em roda de capoeira

Um dos capoeiristas mais respeitados da cidade, que fez história nos EUA, mestre Rã demonstra paixão e envolvimento com o esporte

A correria da rua do Retiro esconde um recanto de paz e espiritualidade. O ritmo agitado de pessoas pela rua é bem marcado pelo berimbau e pandeiro da Academia de Capoeira do Mestre Rã, um dos maiores nomes do esporte na cidade.

O jundiaiense  é referência na capoeira nacional e internacional, sendo professor nos Estados Unidos.

A história de Cássio Martinho, o nome de batismo do mestre, com a capoeira começou logo cedo. Aos 14 anos, quando ele e mais dois amigos, um deles capoeirista, resolveram fugir de casa.

“O objetivo era ir para o Acre para virar índio. Nós éramos contra o sistema”, conta o mestre, que não chegou ao estado do Norte – o seu máximo foi morar na Bahia.

A ‘loucura’ durou poucos meses, depois voltou para Jundiaí, mas o amor pela capoeira já tinha tomado conta do jovem. “Gostava muito de assistir as rodas de capoeira.”

De volta à terrinha jundiaiense, mestre Rã conheceu o seu mentor e um dos ícones do esporte na cidade, o mestre Galo, fundador da primeira academia de capoeira de Jundiaí.

“Ele me atraiu pelas suas atitudes”, afirma.

Entretanto, mestre Rã não apreciava a prática da capoeria dentro das academias. “Eu achava que era coisa de homens frouxos”, lembra.

Com o passar dos anos, mestre Rã foi crescendo no esporte e foi dar aulas junto com o seu mentor. “Ele era um cara das ruas, como eu. Me ensinou várias coisas”, recorda.

APELIDO/ Se falarmos Cássio Martinho, pouca gente deve conhecer, no entanto mestre Rã tem muita história para contar. Esse apelido ele ganhou de mestre Galo no dia em foi batizado em uma cerimônia no Grêmio. Ele lembra que naquela noite estava muito nervoso e ansioso para sua luta.

“Minha estreia foi bem marcante. Eu entrei na roda pulando e dando piruetas. E o pessoal na hora começou a tirar sarro falando que eu parecia uma rã. Aí o apelido pegou”, brinca.

Saltando de lá para cá, Mestre Rã chegou até aos Estados Unidos, onde coordena cursos e participa de eventos de batismo de outros capoeiristas. A princípio ele iria ficar só três semanas no exterior, mas fez seu nome em 17 anos lá fora.

Quem é e o que faz:
Nome_ Cássio Martinho
Idade_ 51 anos
Profissão_ mestre de capoeira
Clubes_ Academia de Capoeira do Mestre Rã

Capoeira toma conta  dos Estados Unidos
A vida do mestre Rã começou a tomar rumos diferentes em 1988, quando o Grupo de Capoeira Cordão de Ouro o chamou para ministrar um curso sobre o esporte nos Estados Unidos.

A princípio, Mestre Rã iria ficar fora do país somente por três semanas. “Esse era o meu pensamento. Dar as aulas e voltar”, lembra.

Mas não foi bem assim que aconteceu. “No final fiquei mais de 17 anos.”

Nos Estados Unidos, Mestre Rã – antes de se tornar um famoso capoeirista -, fez de tudo um pouco. Trabalhou em diversos setores muito diferentes do esporte. “Fiz trabalhos de turista mesmo”, lembra.

Como em uma roda de capoeira em que se cai e levanta, mestre Rã conheceu um outro capoeirista, o mestre Arcodeon, com quem fez grande parceria e difundiu o esporte em solo americano.

“Nós fazíamos um espetáculo legal, com danças tipicamente brasileiras”, diz.

E nos arcordes do berimbau a capoeira se espalhava pelos Estados Unidos e mestre Rã, acostumado a formar professores, estava jogando a capoeira com um pouco mais de sotaque, mas sem perder a ginga de um bom brasileiro.

“Os americanos têm ginga, isso é mito. Só falta um pouco da malandragem”, afirma.

O sucesso do esporte africano foi enorme. Mestre Rã ajudou a fundar várias academias de capoeira pelo país, em diversos estados e  cidades importantes.

“Eu vou umas cinco vezes por ano para os Estados Unidos, para os batizados”, diz o mestre que já tem passagem comprada para dezembro deste ano.

“Vou ver o pessoal de Miami, eles têm uma academia linda”, diz o professor, que também promoveu o intercâmbio entre as culturas. “Uma vez eu trouxe para cá 78 capoeiristas americanos”, conta.

 

Projeto Social

De volta ao Brasil em 2005, mestre Rã também usa a sua academia na rua do Retiro para promover ações sociais com crianças carentes de Jundiaí.

“Eu uso a capoeira como formação do caráter da pessoa. Esse é um dos objetivos do esporte”, afirma.

Ao todo, ele auxilia mais de 60 crianças de vários bairros da periferia  e percebe o desenvolvimento dos jovens.

“Dá para ver que a criança se esforça e consegue fazer os movimentos. Isso é muito legal”, afirma. Para o trabalho, o mestre conta com a ajuda de voluntários.

Mestre Rã aproveita também para cobrar uma ajuda da prefeitura nesse projeto social. “A prefeitura poderia ao menos dar o transporte. Isso já ajudaria muito”, afirma.

Mestre Rã está dividido entre os seus alunos e sua filha Joana Idalina, de seis meses. Segundo ele, a filha já tem a capoeira no sangue. “Trago ela em todas as aulas, ela gosta muito do clima”, afirma. A pequena Joana, desde cedo, está se acostumando com os instrumentos típicos da capoeira, como o berimbau e o pandeiro.

“Quando o berimbau para de tocar ela chora”, comemora o pai.

Alto Paraíso sediará 2º encontro internacional de capoeira

O município de Alto Paraíso será palco mais uma vez de atração internacional, desta vez voltada para a roda de capoeira. Trata-se do 2º encontro internacional de Capoeira e 10º batizado e troca de corda. Duas atrações internacionais estarão no município nos dias 11 e 12 de setembro, Mestre Ray e Besouro “Airton Carmo”.

O Secretário Municipal de Esporte, Turismo, Cultura e Lazer, Luiz Carlos Batista, falou da importância que tem esses personagens de renome internacional da Capoeira, no município de Alto Paraíso. “Os jovens de Alto Paraíso recebe esse presente, que empenhamos com o objetivo de incentivará o aluno permanecer na escola. Com o apoio da prefeitura e da equipe da SEMATUR, realizaremos mais um evento que promete entrar para o calendário cultural de Alto Paraíso e do Estado” disse o secretário.

Mestre Ray como é conhecido, Raimundo Ferreira de Sousa Nascido na cidade de Gonzaga-MG em 15 de agosto 1962, aos cinco anos de vida passou foi morar em Belo Horizonte, passando por orfanato.

Iniciou se na capoeira no fim dos anos 70 com professor Joel Dias Faria, Em 1882 quando inaugurou o parque “Guilherme Lage” no bairro São Paulo as rodas se transferiram pra lá e também para o Centro social Urbano do Bairro em Belo Horizonte. O grupo Oficina da Capoeira hoje mantém representantes em 15 países, 7 estados do Brasil e mais que 30 cidades no interior do estado de Minas Gerais.

Em 2006, forma seu primeiro mestre na Capoeira: Carlos Fernando da Silva, Mestre Gato, em 2007, Mestre Ray cria nos Estados Unidos o “Oficina de Capoeira Foudation”.

Mestre Ray, Realiza cada ano no Brasil o “Festival Internacional Oficina da capoeira” no mês de Dezembro e visita todos os Países, Estados e cidades onde existe uma oficina da Capoeira.

Fonte: http://www.rondoniaovivo.com/

Mato Grosso: Juara sediará o maior Intercâmbio de Capoeira do Estado

Juara sediará nos dias 16 e 17 de Julho o Maior Encontro de Capoeira de Mato Grosso que deverá contar com a participação de Capoeiristas de 05 países. O 8° Intercâmbio de Capoeira e o 1° Encontro Internacional de Capoeira de Juara promete ser o melhor já realizado em Juara e irá ganhar grande destaque na mídia nacional.

O 7° Intercâmbio de Capoeira realizado no ano passado em nossa cidade contou com a participação expressiva de capoeiristas de outras cidades e de outros estados da federação, sendo o maior evento de capoeira da história de Juara. Agora um evento maior deverá ficar registrado na história do esporte Juarense.

Segundo o Professor Valdson Portela, isso só foi possível graças às parcerias que foram firmadas, como a Prefeitura de Juara e Associação Abencsoe. O local das rodas e disputas ainda será definido, mas poderá ser no Ginásio de Esportes Ângelo Sinval Riva ou no Centro de Eventos Dr Geraldo.

A intenção da comissão organizadora é fazer com que os pais, a família como um todo, prestigie e acompanhem seus filhos no evento, abrilhantado ainda mais o esporte. Já estão confirmados capoeiristas de Nova Zelândia, Venezuela, Estados Unidos, Canadá e Espanha, além de diversos outros estados.

“A intenção do evento é passar que a capoeira é um esporte atrativo, que possa crescer mais e ajudar no caráter da criança, buscando melhoria na qualidade de vida, sempre respeitando o próximo”, enfatizou Valdson em entrevista à Rádio Tucunaré.

Durante o 8° Intercâmbio de Capoeira e o 1° Encontro Internacional de Capoeira de Juara será lançado oficialmente o primeiro CD de Capoeira do Estado de Mato Grosso com composições do Mestrando Bicudo de Tangará da Serra. É um evento que promete muito e com certeza ficará na história de nosso município.

Fonte:Rádio Tucunaré

Retirado de : http://www.tosabendo.com

Banda de Belo Horizonte se apresenta em Hartford

O Berimbrown promete agitar o público no Trynity College.

A banda mineira Berimbrown está nos Estados Unidos para uma série de apresentações em Connecticut e Massachusetts. O último show acontece no sábado (8), das 12pm às 4pm, durante o Fourth Annual Samba Fest no Trinity College em Hartford. Produzido pelo Professor de Música Eric Galm, o evento traz outras atrações brasileiras.

Participam também o Trinity Samba Ensemble, tendo como convidado especial o cantor José Paulo, e o Ginga Brasileira, grupo de capoeira de New Haven. A festa conta ainda com o Tierra Mestiza, com músicas do México, América do Sul e América Central, além de ter atividades infantis.

Em entrevista por e-mail ao Comunidade News, o fundador do Berimbrown, Mestre Negoativo, disse que os Estados Unidos são uma referência musical para o grupo. Para o Samba Fest, o grupo preparou um repertório que mescla capoeira ao reggae, soul, samba e rock, com composições próprias e versões de músicos famosos. “A expectativa é de muita positividade, e é sempre bom dividir o palco com outros artistas”, disse ele.

Para o músico, é fundamental trazer as culturas mineira e afro-brasileira para o país. “Mostrarmos e falarmos de nossa cultura, nossa realidade e de nossa proposta musical”. Além disso, os músicos estarão em contato com americanos de ascendência africana e de outras raças. “E os brasileiros que contribuirão com a gente para fazermos um ‘carnaval berimbrownzado’”.

Mistura brasileira que conquista

Nascido de um projeto sócio-cultural na Comunidade Maria Goretti, o Berimbrown mistura samba, soul, reggae e tambores com instrumentos de sopro, baixo e bateria, criando um groove dançante. A banda é composta por Berico, Adriano George, Mestre Negoativo, Ronilson, Marconi, DJ A Coisa, Toninho Trombone, Marcinho Monteiro, BomBom e Warley.

Nas 5 turnês realizadas na Europa, o grupo conseguiu contagiar o público. Segundo Negoativo, o Velho Continente é muito aberto a conhecer novas culturas. “Nossa música e a cultura são diversificadas”. Na opinião dele, o Brasil é privilegiado não só pelo conjunto das raças, mas também pelo clima e natureza.

A entrada para o Samba Fest é franca. A única contribuição que o Trinity College solicita são alimentos não perecíveis para uma organização que doa alimentos aos necessitados. O Trinity College fica no 300 Summit College. Informações adicionais pelo telefone (860) 297-2199 ou pelo website www.trincoll.edu/artsattrinity.

 

Da redação do ComunidadeNews.com

Aconteceu: IV Festival Internacional de Capoira em Itabira

Ontem, 10 de Janeiro de 2010, foi realizado a 4ºedição do festival internacional de Capoira em Itabira – MG.

Com o intuito de dar continuidade ao projeto “capoeira da Rua para o Futuro” (que atende mais de 400 crianças em 10 bairros de Itabira)

O evento trouxe diversas atrações como palestras, oficinas entre outras.um dos organizadores, Ronaldo Capoeira, participantes de Belo Horizonte, Sete Lagoas, São João Del Rey, Nova Serrana, Carbonita, Santa Maria de Itabira, João Monlevade, Ipoema, Timóteo, Pará de Minas, dos estados da Bahia, São Paulo e de países como Panamá, Colômbia, Estados Unidos participaram do evento nos 2 dias.

Mais informações: (31) 8783-9725 – Ronaldo (Capoeira); (31) 3834-8976
Romério (Guajamun); (31) 3835-5429 – Juarez (Xingu).

Acesse: veja as fotos – www.afrominas.com.br

 

Fonte: Lucas Moraes – Jornal Imprensa Jovem EDITORA