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PALMARES 25 ANOS: FCP lança programação de aniversário

Programadas entre 14 de agosto e 23 de outubro, as atividades vão acontecer em quatro regiões para aproximar a FCP dos cidadãos brasileiros

A Fundação Cultural Palmares preparou uma programação especial para celebrar os 25 anos dedicados à arte e a cultura negra. Este ano, os eventos em comemoração ao jubileu de prata da Fundação acontecerão em 10 estados brasileiros: Brasília/DF, Salvador/BA, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ, São Luis/MA, Recife/PE, Porto Alegre/RS, Vitória/ES, Cuiabá/MT, Maceió/AL. As ações têm início no próximo dia 14 de agosto e seguem até 23 de outubro. É o Palmares 25 Anos levando a FCP para ainda mais perto dos brasileiros e brasileiras.

Com um viés político, o calendário com 25 atividades está recheado de debates e seminários sobre arte e cultura afro-brasileira, além disso, também estão programadas mostra de cinema negro, plantio de árvores sagradas e apresentações artístico-culturais diversas. Confira a programação completa.

Palmares para mais 25 – Entre os principais temas em discussão estão cultura negra e políticas públicas; memória e identidade da cultura afro-brasileira; o corpo negro no audiovisual; artes cênicas e artes plásticas; o universo literário negro; a questão quilombola na perspectiva do Direito; mídia e relações raciais; religiosidade e cultura afro-brasileira, entre outros assuntos.

De acordo com Hilton Cobra, presidente da Fundação Palmares, o intuito do Palmares 25 Anos é reunir reflexões, já em discussão por agentes culturais e a sociedade civil negra, que dêem base para a criação do projeto para uma Palmares pós 25 anos.  “Queremos contribuir para criar uma FCP do futuro, que dialogue com todos os setores da sociedade brasileira que pense cultura e, principalmente, cultura negra”, disse.

O presidente Cobra espera que a partir dessa programação seja possível pensar como a Fundação pode chegar nos demais territórios brasileiros. Para isso, ele destaca o fortalecimento das Representações Regionais já estabelecidas. “Existem povos e comunidades tradicionais de matrizes africanas em todo o país. Arte e cultura negra é o Brasil (sic.).”

25 anos de história com a cultura negra – Em resposta às demandas do Movimento Negro, no dia 22 de agosto de 1988, o então presidente da república José Sarney fundou a primeira instituição pública  federal voltada para promoção e preservação da arte e da cultura afro-brasileira: a Fundação Cultural Palmares. Neste ano de 2013, a FCP comemora 25 anos de trabalho por uma política cultural igualitária e inclusiva, que busca contribuir para a valorização das manifestações culturais e artísticas negras brasileiras como patrimônios nacionais.

Para mais informações sobre os eventos, entre em contato com a FCP pelo e-mail: 25anospalmares@palmares.gov.br.

PALMARES 25 ANOS: FCP lança programação de aniversário

Programadas entre 14 de agosto e 23 de outubro, as atividades vão acontecer em quatro regiões para aproximar a FCP dos cidadãos brasileiros

A Fundação Cultural Palmares preparou uma programação especial para celebrar os 25 anos dedicados à arte e a cultura negra. Este ano, os eventos em comemoração ao jubileu de prata da Fundação acontecerão em 10 estados brasileiros: Brasília/DF, Salvador/BA, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ, São Luis/MA, Recife/PE, Porto Alegre/RS, Vitória/ES, Cuiabá/MT, Maceió/AL. As ações têm início no próximo dia 14 de agosto e seguem até 23 de outubro. É o Palmares 25 Anos levando a FCP para ainda mais perto dos brasileiros e brasileiras.

Com um viés político, o calendário com 25 atividades está recheado de debates e seminários sobre arte e cultura afro-brasileira, além disso, também estão programadas mostra de cinema negro, plantio de árvores sagradas e apresentações artístico-culturais diversas. Confira a programação completa.

Palmares para mais 25 – Entre os principais temas em discussão estão cultura negra e políticas públicas; memória e identidade da cultura afro-brasileira; o corpo negro no audiovisual; artes cênicas e artes plásticas; o universo literário negro; a questão quilombola na perspectiva do Direito; mídia e relações raciais; religiosidade e cultura afro-brasileira, entre outros assuntos.

De acordo com Hilton Cobra, presidente da Fundação Palmares, o intuito do Palmares 25 Anos é reunir reflexões, já em discussão por agentes culturais e a sociedade civil negra, que dêem base para a criação do projeto para uma Palmares pós 25 anos.  “Queremos contribuir para criar uma FCP do futuro, que dialogue com todos os setores da sociedade brasileira que pense cultura e, principalmente, cultura negra”, disse.

O presidente Cobra espera que a partir dessa programação seja possível pensar como a Fundação pode chegar nos demais territórios brasileiros. Para isso, ele destaca o fortalecimento das Representações Regionais já estabelecidas. “Existem povos e comunidades tradicionais de matrizes africanas em todo o país. Arte e cultura negra é o Brasil (sic.).”

25 anos de história com a cultura negra – Em resposta às demandas do Movimento Negro, no dia 22 de agosto de 1988, o então presidente da república José Sarney fundou a primeira instituição pública  federal voltada para promoção e preservação da arte e da cultura afro-brasileira: a Fundação Cultural Palmares. Neste ano de 2013, a FCP comemora 25 anos de trabalho por uma política cultural igualitária e inclusiva, que busca contribuir para a valorização das manifestações culturais e artísticas negras brasileiras como patrimônios nacionais.

Para mais informações sobre os eventos, entre em contato com a FCP pelo e-mail: 25anospalmares@palmares.gov.br.

Livro conta, em 4 idiomas, história da capoeira no Brasil

Em setembro o jornalista Mano Lima, lança na Europa, a 3ª. edição do seu livro “Eu, você e a capoeira”, publicada pela Conhecimento Editora. Além da edição em português, a obra ganhou as suas versões em inglês, francês e espanhol.

A primeira sessão de autógrafos acontecerá de 13 a 16 de setembro, em Évora (Portugal), no evento internacional de capoeira “Nosso Reencontro”, realizado pela Associação União Portugal, fundada e dirigida pelo Mestre Umói.

Para o anfitrião, a publicação de uma obra sobre capoeira em vários idiomas é uma oportunidade para os capoeiristas europeus e de outros continentes aprofundarem os seus conhecimentos sobre a arte-luta brasileira. “A participação do Mano Lima em nosso evento será importante para estimular os praticantes da capoeira a conciliarem a prática com o estudo da capoeira”, afirma Umói.

Em seguida, o escritor visita as cidades de Valência, Alicante e Madri, a convite de Mestrando Cinzento. Assim, no período de 17 a 23 de setembro, divulgará o livro em programação desenvolvida pelo grupo Aluá Capoeira, que atua na Espanha. “Essa é a segunda vez que o camarada Mano Lima participa de nossos encontros e essa obra editada em espanhol e em outros idiomas falados na União Européia é uma das boas novidades para a agenda da capoeira em 2012”, declara Cinzento que, juntamente com Mestre Umói, serão responsáveis pela distribuição do livro no “Velho Mundo”.

Durante os eventos, o jornalista fará reportagens especiais para a TV Portal Capoeira, a serem exibidas no Portal Capoeira, coordenado por Luciano Milani. O escritor está à disposição de outros grupos de capoeira para dar palestras e fazer o lançamento do seu livro no período de 5 a 16 de setembro, quando cumpre agenda de divulgação na Europa, acompanhado de Flávio Albuquerque, Editor da Conhecimento Editora. “Vamos aproveitar a viagem de intercâmbio para fazer contato com editoras européias, propondo parcerias para a distribuição de nossas publicações no mercado internacional”, informa Flávio.

 

Serviço: para receber o livro, via correio, ou convidar o escritor para eventos de capoeira, no Brasil, ou exterior, os interessados podem fazer contato direto com o mesmo, nos telefones (61) 3042 9332, (61) 8101 0915 e (61) 9190 4256, ou no e-mail dicionariocapoeira@gmail.com.

Nota de Falecimento: Mestre Pelé do Tonel

Faleceu nesta quarta-feira, 10/11/2010, o Mestre Pelé do Tonel. Samuel Souza conheceu a capoeira aos 7 anos, nas rodas do Mestre Waldemar.

Foi aluno dos Mestres Zé Mário e Caiçara, e ganhou o apelido jogando capoeira com tonéis, em espetáculos folclóricos.

Desde 1996, faz parte do Conselho de Mestres da ABCA. Na nova diretoria era tesoureiro com auxilio de mestre Raimundo Dias.

“Mais do que riqueza cultural, o mestre deixa a lembrança da importância de se valorizar e se reconhecer os constituintes da nossa cultura popular enquanto vivos”

SAMUEL SOUZA – Mestre Pelé do Tonel

  • 05 de Junho de 1953
  • 10 de Novembro de 2010

Ele estava sempre alegre, nunca vi Pelé zangado, muito prestativo e educado, era membro da ABCA, a ligação dele com a capoeira era muito forte, mesmo trabalhando na Limpurbe, a capoeira era a vida dele, fazia shows, viajava bastante e era o garoto propagada da Limpurbe, sempre estava em todos eventos, porque todos tinham um carinho especial por ele.
Ele tinha um trabalho com crianças de reciclagem, ele ensinava os meninos a fazerem copos, jarros, enfeites de paredes, com lixo reciclado, era um artista perfeito.

Mestre BOA GENTE

 

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Nzinga: Chamada de Mulher

Pois é, neste dia 08 de março de 2010 o Instituto Nzinga de Capoeira Angola completa 15 anos!
A nossa alegria só não é irrestrita porque a nossa data também nos lembra o difícil e gigantesco caminho a ser percorrido para garantirmos a liberdade das mulhers, dentro e fora da capoeira. E liberdade aqui, amigo Luciano, significa a salvaguarda da sua dignidade, dos seus direitos e pelo fim das muitas formas de violencia que ainda se naturalizam sobre estas.
Mais do que uma “roda para as mulheres”, apresentamos mais um dos temas do próprio nzinga na sua trajetória de formação de capoeiristas.
Este, como muitos outros eventos que já realizamos com a mesma finalidade, não é um evento excuisivo para mulheres, até porque sabemos que a capoeira se faz em comunidades em que vivem homens e mulheres. Ao contrário, este é também um momento em que podemos revelar  já um número siginificativos de parceiros que compartilham conosco destas lutas, sendo eles mestres ou capoeistas em diversas fases de formação. Alias, cada vez mais eventos desta natureza tem acontecido aqui no Nordeste, fazendo uma importante ponte entre as mulhers da capoeira angola e capoeira regional, discutindo e imprimindo mais uma vez a valorosa contribuiçãodas mulheres para a capoeira na atualidade: o respeito às diferenças e os desafios de uma vida sem violência e sem preconceitos.
Desta forma, além de ser uma data com um sentido próprio de luta, é também a data em que receberemos amigas e amigos, “para brincar e vadiar”.
Daqui de Salvador, eu e o mestre Poloca estaremos seguindo com mais outras pessoas do Nzinga, e esperamos encontá-lo em algum momento.
Mais uma vez reitero estima e admiração.
Receba meu abraço,
Janja

SESC: Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene

O SESC Vila Mariana apresenta:

Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene

Formada por jovens do bairro do Butantã e Morro do Querosene, a orquestra mostra toda a versatilidade do instrumento, interpretando toques da capoeira e ritmos da música brasileira, com arranjos e regência do Mestre Dinho Nascimento.

A Comunidade do Morro do Querosene tem uma extensa agenda de atividades, sendo uma das mais relevantes e imperdiveis a Festa do Boi, comandada pelo Carismático Tião Carvalho.
 

Assista o vídeo da Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene

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DIA 20 DE SETEMBRO, SÁBADO, ÀS 13:30H
Praça de Eventos SESC Vila Mariana
Rua Pelotas, 141 – Fone: 5080-3000
De terça a sexta, das 9h às 21h30
Sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h30

email@vilamariana.sescsp.org.br

Visite: http://www.sescsp.org.br

Fotos e Vídeos

Uma grandiosa seleção de vídeos, especialmente preparada para os amigos e visitantes do Portal Capoeira. Coberturas fotograficas de Eventos, Encontros e Workshops de capoeira

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Velho Mestre de Capoeira é barrado pela Imigração Norte Americana

Ele nasceu em 1945 e foi batizado Norival Moreira de Oliveira, mas o vasto mundo da capoeiragem o conhece pelo nome do batismo na arte afro-brasileira, nascida nos canaviais do recôncavo baiano: Mestre Nô. É esta sua profissão, mestre de capoeira. Desde menino na periferia de Salvador, levou a capoeira a sério, ainda em tempos moldados pela forte memória cruel da escravidão: “por favor não maltrate este nego / este nego foi quem me ensinou / este nego da calça rasgada / camisa furada é o meu professor”. Mas, a capoeira começa a vencer uma das lutas pela arfirmação de uma cultura que construiu as estruturas da sociedade brasileira.

Recentemente a capoeira foi tombada como patrimônio imaterial, do país do carnaval, do futebol, do café, do cacau, da cana-de-açúcar, da soja, do biocombustível. Do país que também exporta aviões para o mundo. Só para citar um exemplo da contemporaneidade. Mas, a capoeiora é, com certeza nosso mais singular produto de exportação.

Levada pelos velhos mestres desde a decada de 1970, hoje a luta-arte afrobrasileira é praticada em todos os continentes. È um potente veículo de expansão de nossa língua, nossa forma de viver, que está na moda porque contem tudo que o mundo moderno necessita: alegria, solidariedade e respeito aos mais velhos; disciplina sem autoritarismo. É o lado positivo da nossa sociedade, com desigualdades sociais e realidades que ao contrário da capoeira, não são exemplos.

Mestre Nô é pioneiro em tudo; em 1990 foi um dos convidados, – juntamente com Mestre João Grande, Lua de Bobó e Cobrinha – pelo hoje professor da Templo University da Philadelfia, para se apresentar no festival de arte negra em Atlanta, nos Estados Unidos. Nunca mais deixou de estar presente naquele país e, ao longo de quase três décadas, foi convidado a formar grupos em Seattle, Orega, Portlan, Iwoa, Boston, New York, Lineapolis, Itaca e Omaha.

Seu pionesirismo para o mundo exigente da capoeira, com normas sofisticadas de hieraquia, foi ter formado em mestre de capoeira, o primeiro aluno estrangeiro a receber este título: Michael Z. Goldeinsten, na capoeira mestre Ombrinho, que é norte-americano, mas só recebeu o diploma depois de vir morar no Brasil por alguns anos, em várias fases; e depois de vinte e quatro anos dedicados a capoeira. Ombrinho teve que entrar na mata tropical e saber colher uma beriba; fazer caxixi, tocar pandeiro de couro de cobra, como antigamente. Com a capoeira aprendeu nosso idioma, que fala com desenvoltura.

No mundo, Mestre Nô tem alunos na França, Inglaterra, Itália, Austrália e Israel. Visita todos os grupos uma vez por ano, para fiscalizar o desenvolvimento dos discíplos. Mas, seu reduto é na Boca do Rio. Bairro de pesacdor quando mestre Nô lá chegou e construiu sua academia que recebe alunos de todo o Brasil e do mundo. Muitos se hospedando em seu espaço, porque fazem questão de conviver com o cotidiano do mestre.

Depois de ter em seus passaportes mais de cinquenta carimbos de entrada e saída em território norte americano, este ano em junho, no aeroporto de Newark na Grande Nova York, em New Jersey, mestre Nô, embora tratado com educação e respeito, não pôde encontrar seus alunos que o aguardavam, para ser homenageado em eventos organizados por eles.

O mestre que ajudou a educar centenas de jovens americanos, teve seu visto cancelado e foi obrigado a voltar. Além dos danos morais, o velho mestre que em suas andanças não percebeu o glaucoma que sofria, teve o prejuízo das despesas da viagem, pois os dois telefonemas a que teve direito, enquanto estava no aeroporto, não solucionaram sua entrada. Michael Goldeinsten, mestre Ombrinho que o esperava, estava sem um aparelho celular, não pôde portanto providenciar um advogado.

No documentário de minha autoria, Mandinga em Manhattan, – sobre a internacionalização da capoeira, gravado em 2005 e patrocinado pelo Ministério da Cultura, Fundação Padre Anchieta e IRDEB, já temos mestres da Bahia apelando para o Itamaraty; para que as autoridades do Ministério das Relações Internacionais e Fundação Palmares, tomem providências no sentido de identificar estes mestres, encontrar formas diplomáticas, para que eles possam levar nossa cultura, respeitando o desejo destes grupos, que o aguarda com alegria e reverência.

Mestre Nô é vice-presidente da Associação Brasileira de Capoeira Angola, com sede na Rua Gregório de Mattos no coração do Pelourinho, que defende e preserva os preceitos da capoeira tradicional. A ABCA, pede a todas as instituições e organizações dos direitos civis, apoio ao seu diretor jurídico, o advogado e ex-defensor público geral do Estado da Bahia, Genaldo Lemos Couto, que está redigindo cartas ao Itamaraty e Ministério da Cultura, no sentido de que os mestres de capoeira, de todos os seguimentos, que comprovem a existência de grupos iniciados por eles, onde desenvolvem um trabalho com a capoeira, ou tenham convite de para ir ao exterior participar de eventos e como sempre acontece, ser homenagado, recebam um passaporte de convidado e tenham suas entradas nestes países facilitadas e respeitadas.

Lucia Correia Lima *

Diretora de Projetos e Comunicação da Associação Brasileira de Capoeira Angola.

Elaborando o livro “Mandinga em Manhattan”, que pretende corrigir as falhas do documentário. Um projeto do edital Capoeira Viva, Ministério da Cultura e Fundação Gregório de Mattos.

Capoeira uma Cultura de Ação Sócio- Educacional

Este projeto tem como objetivo principal a Criação/Fundação do Centro Cultural Irmão Capoeira, para que não seja algo em beneficio próprio mas para toda uma comunidade. Afinal capoeira é cultura e não só "ginga", Mostrar também a comunidade que através da capoeira nossas crianças, adolescentes e adultos, possam exercer sua cidadania como pessoas de bem, junto com disciplina, educação e acima de tudo motivação. Motivar para que acreditem e tenham metas em suas vidas, que nada em nossas vidas vem do nada e sim de muito esforço e luta e muitas mãos dadas por um único propósito, fazendo através da Capoeira muitos projetos sociais, enfim… dar-lhes um bom exemplo de vida e direcionamento. Afinal CULTURA não se ensina, mas se transmite de um para o outro. Hoje uma das grandes lutas da capoeira é não deixar de lado o RITUAL, o RITMO, a EDUCAÇÃO e o RESPEITO. “O surfe, quando deixou de ser apenas um comportamento cultural nascido dos nativos do Havaí e da Austrália, pelo menos conseguiu preservar alguma coisa do comportamental (que muitas vezes nós mesmos confundimos com cultura). E hoje a cultura surf está implantada até em lugares que jamais viram uma praia”¹ e é exatamente isso que queremos que aconteça com a cultura Capoeira, gingando aprendendo e dando lição para o povo e pelo povo, servindo para evoluir, produzindo, colaborando, esclarecendo e educando com Respeito, Humildade & Sabedoria. Que seja bom, agradável, mas que nos identifique na multidão, que represente um modelo de vida e que nos traga bem-estar. Mostrando que a Capoeira é cultura comportamental, vivencial e Socio-Educacional, sendo nas mãos do mestre e contra-mestre um recurso pedagógico para a contribuição de valores humanos e étnicos, baseados no respeito, na socialização e liberdade, valorizando a cultura brasileira.

Abaixo segue as funções que o Centro Cultural exercerá:

1- Proporcionar a crianças e adolescentes (carentes) a prática da Capoeira mostrando que a capoeira é todo um conjunto de ações e pensamentos culturais e educacionais direcionados ao bem do próximo.

2- Incentivar os estudos: Verificando a avaliação semestral do colégio em cada aluno estuda, estando este sob pena de ficar sem participar das atividades do grupo se não tiver um bom desempenho escolar, podendo voltar somente após a certificação de que este tenha melhorado seu rendimento escolar.

3- Promover eventos de responsabilidade social, envolvendo-se em campanhas coletivas como ações de mobilização sócio-educacional e Campanhas:

 

Centro Cultural Irmão Capoeira
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Irmão Sem Fome: promovendo a arrecadação de alimentos não perecíveis para doar a quem precisar

Agasalhe um irmão: promovendo a arrecadação de roupas, sapatos, cobertor, etc…para doação nas entidades carentes ou a quem necessita;

Você Lembrou de Mim – Onde o Grupo se disponibilizará a ir em um asilo e proporcionar a felicidade daqueles que um dia lutaram muito em sua vida. Fazer uma apresentação de capoeira e levar doações.

Teatro nas Escolas – Onde o grupo apresentará uma peça teatral mostrando através da capoeira a história da vinda dos negros e a escravidão no Brasil, resgatará a nossa cultura popular entre outros.

Faça uma Criança Sorrir – promovendo arrecadação de brinquedos para doar as crianças carentes no dia das crianças;

Mulher na Roda – onde as mulheres terão um dia somente para elas, participando de uma roda de capoeira, aprendendo alguns passos dessa arte. Buscar apoio de profissionais estéticos e o equilíbrio entre corpo e mente.

Mãe Exemplo de Vida – Promovendo no mês das mães concursos culturais para que elas participem, elegendo e premiando as participantes, apresentação de capoeira e homenagem as mães.

Um dia de Leitura – Arrecadando livros para todas as idades, para que se tenha uma biblioteca e livro ao alcance de todos, incentivando e promovendo o gosto pela leitura;

Natal solidário – Promovendo arrecadação de brinquedos para as crianças e cesta básica para as famílias necessitadas, apresentação de capoeira e teatro;

Melhor Idade – promovendo aos idosos um dia de exercícios físicos e relaxamento para um corpo saudável e mais cheio de vida.

Promover a Participação de nossos alunos em eventos culturais, fazendo apresentações de capoeira, levando o nome do Grupo a vários lugares e difundindo cada vez mais essa arte/cultura chamada capoeira.

Promover o Batizado do Grupo Irmão Capoeira como um evento cultural, obtendo-se as trocas de cordas, e integração entre famílias e sociedade em si.

– Promover futuramente aulas de dança, musica, teatro e profissionalização.

-Colaborar com os poderes públicos, dando sugestões, participando de eventos, comissões e auxiliando nos eventos Culturais.

Ainda estamos pedido apoio, e digo, não nos referimos a apoio financeiro (claro que bem vindo quando chega) mas nos referimos principalmente ao apoio moral, de incentivo para que nenhum de nós esmoreça e desista deste objetivo tão lindo, outro tipo de apoio é a aquisição de materiais como berimbau, pandeiro, etc, (algum material mesmo usado que queira doar nossas crianças e adolescentes agradecem). Divulguem este e-mail, nos ajude a continuar de mãos dadas por uma boa causa.

A Capoeira não pode e não deve ser só a ginga, a beleza, a luta; ela tem que ser todo um conjunto de ações e pensamentos culturais e educacionais direcionados ao bem do próximo.

Um forte abraço,

Geovana (Mãe de aluno Capoeira)

¹- Parte extraída de uma conversa entre capoeiristas na roda on line (me corrija se eu estiver errada), não me recordo quem escreveu exatamente.

Geovana Jucelia Jorge – geovanajujorge@yahoo.com.br