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Instituto Ressoarte e Projeto Capoeira Show

Capoeira show realiza apresentação gratuita sábado em Anastácio com apoio do FIC/MS

Com patrocínio do Fundo de Investimentos Culturais da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul acontece neste sábado (22), às 17 horas, na sede do Instituto Ressoarte, em Anastácio, mais uma apresentação do projeto Capoeira Show, realizado pelo professor Antonio Marcos Lacerda de Lima (Mestre Liminha), do grupo Ilê Camaleão. O evento é aberto ao público.

O projeto consiste na realização de oficinas de capacitação para grupos locais em municípios do Estado que resultam em grandes apresentações no fim dos trabalhos. “O objetivo é mostrar a arte, a cultura da Capoeira como ação motivadora para reflexão da cidadania”, explica o mestre Liminha.

As ações envolvem dinâmicas de Capoeira e “conversas na roda”, em que se discutem temas referentes aos problemas socioculturais que envolvam as crianças e adolescentes participantes.

“O foco são jovens em situação de vulnerabilidade. A Capoeira aparece como instrumento de valorização e afirmação da cultura local e, consequentemente, das pessoas que a desenvolvem. As atividades culturais e esportivas se apresentam como alternativas importantes para o reforço de valores. E a Capoeira se enquadra em ambos”, explica o professor.

Serviço

A oficina do projeto Capoeira Show em Anastácio acontece nesta sábado (22), a partir das 8 horas, na sede do Instituto Ressoarte, que fica na rua Américo de Souza, 320.  A entrada é franca.

Fonte: FCMS

Mato Grosso do Sul: 10º Festival de Artes Marciais e Lutas

Mestres e atletas de artes marciais repudiam associação do esporte com a violência

Durante o 10º Festival de Artes Marciais e Lutas de Mato Grosso do Sul, que acontece em Campo Grande neste fim de semana, estão reunidos no Ginásio Guanandizão 1.800 atletas, além de pais, treinadores e admiradores dos esportes.

Com as lutas em evidência no evento, o Midiamax foi conversar com pais, atletas e treinadores sobre a importância de ressaltar a prática esportiva e evitar as agressões físicas.

O professor Bento Vanildo Campos, de 52 anos, é proprietário de uma academia de boxe há dez anos em Ponta Porã e responsável por orientar vários atletas. Ele explica que nos treinamentos os alunos aprendem a não praticar violência e lutar por esporte, apenas.

“Quando um atleta se apresenta mais violento nós conversamos com ele e com os pais, dou exemplo de atletas renomados e fazemos treinamentos mais específicos com o aluno para ele gastar as energias dentro da academia”, destaca o professor.

Nauir Riods, de 14 anos, começou a treinar boxe com dois anos de idade, acompanhando sua irmã nas aulas. “Gosto de lutar, mas só dentro do ringue”, diz Nauir enquanto olha fixamente para o ringue, onde acontecia uma luta.

A mãe Marenil Fátima da Silva, de 45 anos, se enche de orgulho ao ver seu filho, atleta de karatê, Victor Hugo, de seis anos, ganhar uma luta no tatame. Marenil explica que seu filho começou a treinar no ano passado na escola e que adora o esporte.

Ela diz que Victor é um menino muito calmo e que o karatê ajuda em seu desempenho escolar e físico. “Não tenho medo dele se tornar violento, porque sei que o treinador ensina como ele deve agir”, destaca.

Já Lucas Ramos de Campos, de 23 anos, seis dos quais dedicados a capoeira e diz que aprendeu a modalidade em um projeto sócioeducativo da Capital. Para ele, pessoas que usam os golpes que aprendem nos esportes para brigar são covardes. “É uma covardia, porque a pessoa que luta sabe os pontos fracos do adversário e pode machucá-lo”, diz.

Lucas ainda ressalta que nunca se envolveu em brigas e nunca usou os golpes que aprende nas aulas de capoeira fora da academia, nem mesmo para defesa pessoal, além disso, explica que se alguém de seu grupo se envolver em brigas, é punido dentro da academia.

Atletas de 11 modalidades estão reunidas, sendo karatê oficial, kung-fu kuoshu, jiu-jitsu, taekwondo, muay-thai e judô, karatê tokay-kan, kung-fu wushu, lutas associadas e boxe.

 

Fonte: http://www.midiamax.com/

 

Ginga Terapia: Capoeira na melhor idade

Atletas da terceira idade participam de grupo de capoeira.

Há dois anos mais de 70 idosos foram convidados a participar do grupo de capoeira.

Autoestima e muita determinação. O projeto “Ginga Terapia” começou em 2004 atendendo crianças e deficientes físicos, mas só há dois anos esse grupo com mais de 70 idosos foram convidados a participar do grupo de capoeira.

Antes dos treinamentos o professor Sérgio Araújo faz uma bateria de exercícios para evitar qualquer distensão muscular. “O nosso objetivo é ajudar os idosos a terem um recurso de saúde”, explica Sérgio Araújo.

 

Fonte: http://gazetaweb.globo.com

Documento não contempla profissão de capoeirista

Apesar de o documento ter dois artigos fomentando a valorização da capoeira, ele não atende o público que mais depende do esporte: os profissionais.

Valdenor dos Santos, presidente da Confederação Internacional de Capoeira, explica que é necessário regulamentar a profissão.

O estatuto versa sobre o reconhecimento em todas as modalidades em que ela se manifesta: “seja esporte, luta, dança ou música”, mas não contempla quem depende da capoeira para sobreviver. A única exceção é a parte em que estipula o ensino facultativo em instituições públicas e privadas “pelos capoeiristas e mestres tradicionais, pública e formalmente reconhecidos”, sem definir quais são esses critérios.

A proposta de Santos é desvincular a capoeira da educação física e criar um conselho próprio para regulamentar a profissão.“Nossa expectativa é que o Congresso nacional vote a lei da regulamentação do capoeirista”, explica o mestre, referindo-se ao Projeto de lei 031/09 de autoria do Deputado Arnaldo Farias de Sá.

O projeto ainda está em tramitação no Legislativo, mas já é certo que não poderá exigir inscrição na Confederação Brasileira de Capoeira (CBC). O motivo da proibição é a CBC ser uma instituição privada e a inscrição obrigatória feriria o direito constitucional do exercício livre de qualquer profissão.

Fonte USP: http://www.jornaldocampus.usp.br/

Folclorista de Sorocaba “reabre” inquérito sobre o Saci-pererê

 

Alguém sabe do paradeiro do negrinho travesso de uma perna só? Curioso para saber como anda e onde anda o Saci-pererê, o historiador e folclorista sorocabano Carlos Cavalheiro propôs a reabertura do “inquérito sobre o Saci”.

O primeiro inquérito sobre o malandrinho, que dá nó em crina de cavalo, foi proposto por Monteiro Lobato em 25 de janeiro de 1917. Através do jornal O Estado de São Paulo, o escritor deu início a sua campanha, pedindo aos leitores que enviassem cartas contando suas experiências com Saci-pererê. Esse material rendeu o livro O Sacy-Pererê, resultado de um inquérito.

“Proponho, ousadamente, a reabertura do Inquérito. Já recebi algumas respostas. A idéia é que, de alguma forma, esses causos sejam publicadas num só volume, no dia 25 de janeiro de 2007, quando se comemorará 90 anos de Inquérito sobre o Saci”, explica Cavalheiro.

Os interessados podem mandar suas histórias para o e-mail: carlosccavalheiro@yahoo.com.br.

“O objetivo é recolher as histórias sobre o Saci que ainda povoam o imaginário das pessoas.

Será um diagnóstico sobre como, noventa anos depois, o imaginário popular lida com a figura do Saci, um dos grandes mitos populares”, explica o pesquisador sorocabano.

 

Juliana Simonetti – juliana.simonetti@bomdiasorocaba.com.br

Da Agência BOM DIA

Oficinas da FCMS utilizam capoeira como ferramenta de inclusão social

A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul iniciou ontem nesta quinta-feira (6), através dos Cursos e Oficinas 2009 do Centro Cultural José Otávio Guizzo, um projeto que utiliza a Capoeira como instrumento de terapia e inclusão social.

A oficina Capoeira Inclusiva, desenvolvida pelo educador Josimar Flor de Araújo, utiliza a arte brasileira – tombada como patrimônio cultural – como instrumento terapêutico e educacional para o desenvolvimento de crianças, jovens e adultos, integrando-os com o meio em que estão inseridos e explorando suas potencialidades.

A utilização da Capoeira no atendimento de pessoas com necessidades especiais já acontece há nove anos. Segundo Josimar, já participaram das oficinas alunos assistidos por instituições como o Instituto Sul-Mato-Grossense de Cegos (ISMAC), Pestalozzi, Juliano Varela e Aseadem.

“Graças à eficiência que tem se instalado nesta modalidade muitas são as portas abertas. Principalmente a da família que tem acreditado e investido neste trabalho”, explica.

Serviço: As oficinas de Capoeira Inclusiva acontecem todas as quintas-feiras, das 17h30 às 18h30 e nos sábados, das 8h as 9h30. A duração do projeto será até o mês de dezembro. O valor mensal das oficinas é de R$ 40,00. Outras informações no Centro Cultural, pelo telefone 3317-1792.

Fonte: Portal MS – http://www.portalms.com.br

Bahia: Curso qualifica capoeiristas sem garantir campo de atuação

 

Começou nesta segunda-feira, 30, um curso de capacitação em educação para 40 capoeiristas baianos. Promovido pela Secretaria de Cultura (Secult), o “Capoeira – Educação para a Paz” tem como finalidade formar professores da luta-arte no âmbito das relações étnico-sociais, para que possam atuar como educadores. No entanto, não há, até então, uma decisão por parte do governo sobre como estes profissionais serão aproveitados nas escolas públicas após a conclusão dos trabalhos.

O material de divulgação do curso informa que a capacitação contribuirá com a aplicação das leis 10.639/03 e 11.645/08, que modificaram a Lei de Diretrizes e Bases para incluir nas grades curriculares da rede pública o ensino de história e cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena. No entanto, a Secult não explica de que forma isso ocorrerá. “Vamos preparar estas pessoas, mas sem criar a expectativa de que elas terão algum contrato de trabalho”, diz a coordenadora do curso, Vanda Machado.

De acordo com Vanda, um dos 30 módulos em que o curso foi dividido vai ensinar os capoeiristas a elaborar projetos, a fim de possam buscar outras oportunidades de trabalho. A informação parece não ter sido claramente comunicada a todos os participantes. “O que eu soube é que depois de um estágio não-remunerado em escolas do Pelourinho, haveria alguma proposta de trabalho nesta área (educacional)”, conta o mestre de capoeira Bola Sete.

A representante da Secretaria da Educação do Estado (SEC) no projeto, Tatiana Senna, afirma que há um acordo de cooperação entre as duas secretarias que prevê parceria de atuação em vários projetos. Ela explica que a SEC prevê diversas possibilidades para o aproveitamento destes profissionais, a começar pelo diálogo dos capoeiristas com os educadores da rede estadual de ensino. Porém, Tatiana não mencionou oportunidade concreta de trabalho para estes profissionais num primeiro momento.

A discussão acontece no momento em que a capoeira é reconhecida como Patrimônio Cultural Brasileiro pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A cerimônia de formalização acontece no próximo dia 15 de julho, às 15 horas, durante reunião do Conselho Consultivo da Instituição no Palácio Rio Branco, em Salvador.

Curso – Com 160 horas de duração, o “Capoeira – Educação para a Paz” vai oferecer módulos sobre história e cultura do povo negro, legislação, capoeira para crianças e pessoas com necessidades especiais, entre outras. Haverá também visitas técnicas e um período de estágio não-remunerado em escolas públicas. A metodologia é baseada na roda do diálogo onde “todos possam se ver e trocar experiências”, explica Vanda Machado.

De acordo com a educadora Fátima Freire, filha de Paulo Freire, que ministrou a aula inaugural do curso nesta segunda-feira, 30, no Forte do Santo Antônio Além do Carmo, a preocupação de base é a formação de valores. “A idéia é criar uma consciência transformadora nestes agentes multiplicadores que são os capoeiristas”, conta.

A idéia de inserir a capoeira no contexto educacional não é nova. Desde a determinação para descriminalização da prática, em 1932, Getúlio Vargas teria chegado a sugerir a inclusão da luta como prática esportiva nas escolas. No entanto, a implantação nunca foi levada adiante.

 

Fonte: http://www.atarde.com.br

Gato de Botas, Crianças & Capoeira: Projeto comemora o 6º aniversário

{jgquote}Doutores da alma: Crianças atendidas pelo Gato de Botas em aula de capoeira: projeto comemora o 6º aniversário e já atendeu mais de 1,2 mil crianças, utilizando de diversas formas de interagir e fomentar a ludicidade nas crianças. Vale ressaltar a introdução da CAPOEIRA no projeto e suas mais valias como forte aliada no processo de motricidade e poderosa ferramenta de inclusão social.
 
Luciano Milani{/jgquote}
  
Especialistas do projeto Gato de Botas tratam 1,2 mil crianças com dificuldade de aprendizagem; 40% têm distúrbios.
 
A falta de tratamento em estudantes com dificuldade de aprendizagem pode levar à marginalidade. A afirmação é da psicopedagoga Ângela Maria Traldi Cecato, diretora do projeto Gato de Botas em Rio Preto.
O projeto completa seis anos hoje e já atendeu 1,2 mil alunos com dificuldade de aprendizado matriculados na rede pública de ensino na cidade.
Segundo o médico José Alexandre Bastos, chefe do serviço de neurologia infantil da Famerp (Faculdade de Medicina de Rio Preto), cerca de 40% das crianças com mau rendimento escolar apresentam algum tipo de distúrbio mental.
O mais comum, segundo ele, é a dislexia [dificuldade na leitura e escrita], que atinge até 6% das crianças. A discalculia [dificuldade em lidar com os números] aparece em segundo e atinge até 3% dos alunos. Em seguida aparece a disgrafia [alteração de sílabas e letras] e distúrbios secundários como epilepsia, problemas de audição entre outros.
 
“Se a criança não for tratada ela se sente excluída, isolada e busca uma inclusão fora do meio escolar. Daí a facilidade para entrar no submundo”, explica o neurologista.
Ele explica ainda que 60% dos alunos com mau rendimento escolar apresentam dificuldade de aprendizado por razões sociais.
“São causas não cerebrais. Por exemplo, estrutura familiar deficitária, pressão escolar, perda de alguém querido e até mesmo a ausência dos pais”, explica a diretora.
 
Atualmente são atendidas pelo Gato de Botas 300 crianças. Outras 200 aguardam na fila. “O sucesso do projeto é fruto do trabalho multidisciplinar.”
 
Pais participam do tratamento
Além das crianças, o bom resultado do tratamento depende a participação dos pais. “O acompanhamento é importante para os pais compreenderem o problema e auxiliar na motivação do filho”, diz a diretora.
A filha da cobradora Maria Ângela Pereira da Costa foi uma das primeiras a participar do Gato de Botas.
Ela conta que a filha Mariana tem dislexia e que percebeu a dificuldade de aprendizagem quando ela ainda estava na pré-escola.
“Ela não gostava da escola, confundia o nome das furtas e não conseguia reconhecer as letras.”
Mariana estuda hoje na 6ª série da escola Noêmia Bueno do Vale e já comenta em ser fisioterapeuta.
“Ela é outra pessoa hoje. É participativa, gosta de estudar e apaixonada por gibis. Ela já tem uma coleção com mais de 200”, diz.
 
Aprendizagem
 

Projeto
Voltado para crianças de 7 a 12 anos matriculadas na rede pública com dificuldade de aprendizagem. Encaminhamento é feito por professores. No Gato de Botas é feito o diagnóstico e uma equipe multidisciplinar trata o problema
 
Equipe
É formada por pedagogo, psicopedagogo, fonoaudiólogo, psicólogo, terapeuta, neurologista, neuropsicólogo, psiquiatra e professores
 
Atividades
As crianças freqüentam o Gato de Botas duas vezes por semana, sempre em horário alternado ao da escola. Elas recebem atendimento de especialistas, participam de aulas de recreação (para melhorar coordenação motora), artes e informática. Os pais se reúnem uma vez por semana
 
Tratamento
Depende do problema diagnosticado. Em casos mais complexos as crianças são atendidas por até dois anos. A fila de espera chega a 200 crianças