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Bulindo no Formigueiro

Documentário biográfico do mestre percussionista Dinho Nascimento, autor do premiado “Berimbau Blues” produzido para TV Cultura.

“Bulindo no Formigueiro” é uma provocação, é movimento. Esta é a proposta de Dinho Nascimento, inquieto, sempre buscando novas sonoridades, arranjos e formas.

Dinho Nascimento continua mexendo em seu repertório. Algumas composições, da época de Berimbau Blues, ainda inéditas, ganharam força e vieram à tona, como é o caso do blues “Branco Oxalá” que já gostava de interpretar com o Arembepe, seu grupo musical dos idos anos 70. Outras são bem recentes, caso da brejeira “Mangaba da Boa”, “Ouroxum” e “Abraço Cura no Ato”. Mas não deixará de tocar aquelas já conhecidas, gravadas em seus Cds.

Roteiro: Janderson Angelim

Imagens: Fabio Massa e Filipe Augusto

Montagem e Finalização: Fabio Massa

Grupo Meninos Guerreiros reúne mais de 250 capoeiristas no Centro Esportivo Castelo Branco

O Centro Esportivo Castelo Branco foi tomado por mais de 250 capoeiristas neste domingo, dia 4, por ocasião do 2º Aulão Aberto de Capoeira, promovido pelo Grupo Meninos Guerreiros. Segundo o mestre Cabrito, um dos organizadores, o evento serviu ainda para a entrega dos 300 uniformes (calça de helanca branca e camiseta branca de algodão), doados pela Petrobras ao Grupo, que conta hoje com 10 núcleos de capoeira em vários pontos de Cubatão. Em seu discurso, mestre Cabrito agradeceu o apoio da prefeita Marcia Rosa, representada no evento pelo secretário municipal de Educação, Fábio Inácio de Oliveira. Também estiveram presentes o mestre Cícero e professor Flávio, integrantes da Associação de Capoeira Senzala, de Guarujá.

Além da entrega dos uniformes, mestre Cabrito diz que aconteceu um aulão aberto de capoeira ministrado pelo mestre Geraldo, mestre Beto, contra mestre Kleiton, contra mestre Amaral, contra mestre Liminha, contra mestre Abridor, monitor Tatu e contra mestre Bruno, com a participação de cerca de 200 alunos com idades de 4 a 79 anos.

“Prefeitura entregou uniformes doados pela Petrobras

O Grupo Meninos Guerreiros representará a cidade nos Jogos Regionais de 2010, a serem realizados em julho na cidade de Guarujá. O grupo (formado por oito atletas, sendo quatro homens e quatro mulheres) tentará repetir o sucesso de 2009, quando se sagrou campeão da 2ª Divisão e conquistou medalha de ouro com o mestre Águia, do grupo Aliança.

 

História – O Grupo de Capoeira Meninos Guerreiros nasceu na antiga Vila Parisi, no dia 1º de abril de 1984, no Projeto PLIMEC. Este projeto tinha por objetivo atender as crianças e jovens do extinto bairro na intenção de dar a eles a oportunidade da escolha de um futuro melhor. O fundador e presidente do grupo é José Geraldo de Oliveira, tendo como vice-presidente, André Luiz dos Santos Ribeiro, e administradora, Cristina dos Santos Ribeiro.

O grupo conta com cerca de 260 alunos, divididos em 10 núcleos de ensino: Núcleo Cota 200, responsável Mestre Bilé (Hermenegildo); Núcleo UME Estado de Alagoas, responsável professor Coelho (Marivaldo); Núcleos Bolsão 7, 8 e 9, responsável contramestre Tabú (Edicarlos); Núcleo Conjunto São Judas Tadeu, responsável Formado Chapa; Núcleo UME Princesa Isabel, responsável contramestre Liminha (David); Núcleo Ilha Bela, responsável monitor Morcego (Aldenir); Núcleo Vila Esperança, responsável mestre Cabrito (Fábio); Núcleo Vila São José, responsável mestre Capoeira (Edilson). As aulas são ministradas gratuitamente. Mais informações pelos telefones 9719-4603 ou 8845-0663, com mestre Cabrito.


Texto: Lula Terras – http://www.cubatao.sp.gov.br

ÁGUA DE BEBER & desconto de 50% para capoeiristas

O espetáculo foi construído a partir de uma associação entre a música, o corpo em movimento e a reflexão sobre a capoeira e seus aspectos. O texto foi criado a partir de notícias de jornal entre o fim do século XIX e início do século XX, entrevistas atuais com mestres e estudiosos da capoeira como os Mestres Camisa e Nestor Capoeira, o escritor Muniz Sodré, o antropólogo Bernardo Conde e a neurologista Dra. Rosali Correia e o livro “SANTUGRI” de Muniz Sodré, cujas histórias curtas de “mandinga e capoeiragem”, remetem aos segredos, mitos e negaças de personagens como Besouro, Querido de Deus, Madame Satã e muitos outros.

A proposta cenográfica do espetáculo inclui a projeção de imagens, escolhidas pela artista plástica Brígida Baltar, que permeiam as cenas.

A música ao vivo, cujos temas afro-brasileiros, transcendem a tradição da capoeira, está bem presente, pontuando e dando ritmo ao espetáculo.

ÁGUA DE BEBEROutra riqueza desse trabalho está na expressividade do corpo impregnado pela capoeira, nas metáforas e associações com o comportamento cotidiano.

Além de apresentar uma visão histórica da capoeira, o espetáculo apresenta personagens que contam histórias fantásticas, convidando o público a ingressar no universo da capoeiragem. Água de Beber agrada aos capoeiristas e ao público em geral, apresentando as infinitas possibilidades que existem dentro desse manancial de criatividade que é a capoeira.

O DIRETOR

“Depois de 30 anos praticando, observando e estudando a capoeira, resolvi finalmente amadurecer este projeto, que há muito esperava nos arquivos a oportunidade de se concretizar. Trata-se de uma volta às origens, pois foi através da capoeira que descobri as possibilidades do meu corpo em movimento, da expressão da minha voz e do meu ritmo dentro de um grupo. A capoeira é uma fonte de inspiração inesgotável, à qual eu sempre retorno para matar a sede. Uma arte que se transforma e se molda como a água, de acordo com o contexto que se vive no espaço e no tempo do ritual de uma roda de capoeira. “Água de Beber” é uma reflexão atual sobre a capoeira, trazendo, não uma, mas muitas visões acerca de uma das manifestações mais ricas da nossa cultura popular”.

CLÁUDIO BALTAR

FICHA TÉCNICA

DIREÇÃO, CONCEPÇÃO E ROTEIRO: Cláudio Baltar
CO-DIREÇÃO: Fabianna de Mello e Souza
SUPERVISÃO DE PRODUÇÃO E FIGURINO: Valéria Martins
DIREÇÃO MUSICAL E TRILHA: Rafael Rocha, Fábio Leão Pequeno e Sérgio Cebolla
PROJEÇÃO E PROGRAMAÇÃO VISUAL: Brígida Baltar
ILUMINAÇÃO: Aurélio de Simoni
ASSESSORIA DE IMPRENSA: Andréa Cals
FOTOS: Andréa Cals e Mico Preto
PRODUÇÃO EXECUTIVA: Ana Coll
ADMINISTRAÇÃO: Beatriz Sant’Ana
PREPARAÇÃO JOGO DOS BICHOS: Mestre Camisa
PREPARAÇÃO JOGO DE DENTRO: Marron Capoeira
TREINAMENTO DE MÁSCARAS: Fabianna Mello e Souza
VOZES EM OFF: Rodrigo dos Santos, Muniz Sodré, Bernardo Conde
CORDEL: Parafina, Lobisomem e Leão Pequeno
MÚSICA DAS MALTAS E MÚSICA FINAL: Bernardo Palmeira
MÚSICA “ÁGUA PRA VIVER”: Lobisomem e Cebolão
ESTÚDIO E MIXAGEM: Bernardo Palmeira
CONFECÇÃO DAS MÁSCARAS: Clívia Cohen
CONFECÇÃO DE INSTRUMENTOS: Sérgio Cebolla e Marcos China
CONFECÇÃO DE FIGURINOS: Maria das Graças Silva
ADEREÇOS: Cida de Souza
OBJETOS DE CENA: Marcos China
OPERADOR DE SOM E PROJEÇÃO: Filipe Farinha
OPERADOR DE LUZ: Daniel Galvan
ELENCO: Rodrigo dos Santos; Sérgio Cebolla; Fábio Leão Pequeno; Davi Mico Preto; Fábio Negret; Charles Rosa
REALIZAÇÃO: Intrépida Trupe

 

Serviço:

SESC TIJUCA – RUa Barão de Mesquita, 539 – Rio de Janeiro

Sexta, sábado e domingo as 20 horas

Ingressos a R$ 12,00 inteira e R$ 6,00 meia.

Capoeiristas pagam meia entrada.

Teatro – Promoção: “ÁGUA DE BEBER” descontos para capoeiristas

Promoção: "ÁGUA DE BEBER" descontos para capoeiristas:

Desconto de 50% nos ingressos, que podem ser feito através de vouchers que serão entregues aos mestres para distribuir aos alunos ou contato direto via internet com claudio.baltar@terra.com.br ou com intrepidatrupe@terra.com.br

 

A criação é do diretor, acrobata e capoeirista Cláudio Baltar, que há anos faz minuciosa pesquisa sobre a capoeira. Para realizar Água de Beber, Baltar teve como ponto de partida o livro "Santugri", do jornalista e sociólogo baiano Muniz Sodré, pesquisou jornais brasileiros do final do século XIX e fez entrevistas com mestres e estudiosos da capoeira como Mestre Camisa, o antropólogo Bernardo Conde, a neurologista Dra. Rosali Correia e Mestre Nestor Capoeira.

Depois de escolher o elenco (formado por seis capoeiristas) através de exigente teste de habilidades, o espetáculo foi construído a partir de uma associação entre a música, o corpo em movimento, o pensamento e a reflexão sobre a capoeira em todos os seus aspectos. Os capoeiristas são Rodrigo dos Santos, Davi Mico Preto , Fábio Leão Pequeno, Sérgio Cebolla, Charles Rosa e Fábio Negret.

A proposta cenográfica do espetáculo inclui projeção de imagens, escolhidas pela artista plástica Brígida Baltar.

A música ao vivo é fundamental no espetáculo, criando climas e pontuando situações, alem de remeter a outras influências artísticas na capoeira.

ÁGUA DE BEBER
Centro de Referência do Teatro Infantil / Teatro do Jóckey

De 8 de Setembro a 01 de Novembro
Setembro – Sábados e domingos às 18h

Outubro – Quartas e Quintas às 21 h.

Estréia dia 8 de setembro, no Teatro do Jóquei, ÁGUA DE BEBER, o primeiro espetáculo teatral que conta a história da capoeira no Brasil, país que se tornou o maior divulgador e exportador de profissionais desta arte no mundo.

Contatos: claudio.baltar@terra.com.br ou intrepidatrupe@terra.com.br

Espetáculo teatral conta a história da capoeira no Brasil

ÁGUA DE BEBER
Centro de Referência do Teatro Infantil / Teatro do Jóckey

De 8 de Setembro a 01 de Novembro
Setembro – Sábados e domingos às 18h

Outubro – Quartas e Quintas às 21 h.

Estréia dia 8 de setembro, no Teatro do Jóquei, ÁGUA DE BEBER, o primeiro espetáculo teatral que conta a história da capoeira no Brasil, país que se tornou o maior divulgador e exportador de profissionais desta arte no mundo.

A criação é do diretor, acrobata e capoeirista Cláudio Baltar, que há anos faz minuciosa pesquisa sobre a capoeira. Para realizar Água de Beber, Baltar teve como ponto de partida o livro "Santugri", do jornalista e sociólogo baiano Muniz Sodré, pesquisou jornais brasileiros do final do século XIX e fez entrevistas com mestres e estudiosos da capoeira como Mestre Camisa, o antropólogo Bernardo Conde, a neurologista Dra. Rosali Correia e Mestre Nestor Capoeira.

Depois de escolher o elenco (formado por seis capoeiristas) através de exigente teste de habilidades, o espetáculo foi construído a partir de uma associação entre a música, o corpo em movimento, o pensamento e a reflexão sobre a capoeira em todos os seus aspectos. Os capoeiristas são Rodrigo dos Santos, Davi Mico Preto , Fábio Leão Pequeno, Sérgio Cebolla, Charles Rosa e Fábio Negret.

A proposta cenográfica do espetáculo inclui projeção de imagens, escolhidas pela artista plástica Brígida Baltar.

A música ao vivo é fundamental no espetáculo, criando climas e pontuando situações, alem de remeter a outras influências artísticas na capoeira.

– A história da capoeira no Brasil e sua divulgação no exterior
(Textos extraídos dos sites Wikipédia e Portal Capoeira /A capoeira é do Brasil? A capoeira no contexto da globalização, por José Luiz Cirqueira Falcão)

O Brasil foi o maior receptor da migração de escravos enviados por Portugal, que trouxeram consigo as suas tradições culturais e religião. A capoeira foi desenvolvida pelos escravos do Brasil como forma de resistir aos seus opressores, praticar em segredo a sua arte, transmitir a sua cultura e melhorar a sua moral.

Há registros da prática da capoeira nos séculos XVIII e XIX nas cidades do Rio de Janeiro, Recife e Salvador, porém como durante anos a capoeira foi considerada subversiva, sua prática era proibida e duramente reprimida. Devido a essa repressão, a capoeira praticamente se extinguiu no Rio de Janeiro, onde os grupos de capoeiristas eram conhecidos como maltas.

Em 1932, Mestre Bimba fundou a primeira academia de capoeira do Brasil em Salvador. Mestre Bimba acrescentou movimentos de artes marciais e desenvolveu um treinamento sistemático para a capoeira, estilo que passou a ser conhecido como Regional. Em contraponto, Mestre Pastinha pregava a tradição da capoeira com um jogo matreiro, de disfarce e ludibriação, estilo que passou a ser conhecido como Angola. Da rivalidade desses dois grandes mestres, a capoeira deixou de ser marginalizada, e se espalhou da Bahia para todos os estados brasileiros.

Ao longo dos últimos anos, a capoeira vem se inserindo vertiginosamente nos mais diferentes espaços institucionais das médias e grandes cidades do Brasil e em vários países do exterior, consolidando um avanço histórico controvertido.

Convém destacar que o grande interesse dos estrangeiros pela capoeira se desdobra imediatamente em dois desejos, conhecer o Brasil e falar o português. Falar português nas aulas de capoeira é um requisito que opera como uma espécie de "selo de qualidade" e vem contribuindo para abrir campos de trabalhos antes impensáveis. O Hunter College, uma das mais tradicionais faculdades de Nova York, já oferece cursos regulares de português, em decorrência da demanda provocada pela capoeira.

O primeiro trabalho de ensino sistematizado de capoeira na Europa foi empreendido pelo reconhecido Mestre Nestor Capoeira . Embora alguns capoeiras brasileiros tenham realizado espetáculos pela Europa desde 1951, foi Nestor Capoeira quem iniciou o processo de ensino sistematizado desta manifestação na Europa, na London School of Contemporary Dance, Inglaterra.

A partir do Mestre Nestor Capoeira, milhares de workshops e oficinas pipocaram por toda a Europa.

Mas a capoeira perpetua-se mesmo é através dos ensinamentos e histórias que são passadas de geração em geração, pelos mestres mais velhos aos alunos que, futuramente, serão os novos mestres.

– Capoeiristas históricos

* Zumbi dos Palmares
* Besouro Mangangá
* Mestre Bimba
* Camafeu de Oxossi
* Nascimento Grande
* Manduca da Praia
* Major Miguel Nunes Vidigal
* Manoel dos Reis Machado
* Mestre Pastinha
* Madame Satã

– Curiosidades

3 de agosto – Dia do capoeirista

Brincadeira de negro
Até o século XIX os "batuques" de negros eram estimulados por serem válvulas de escape e acentuarem as diferenças entre as diversas nações africanas. A partir de 1814, começam a ser perseguidos – "brincadeira de negro" torna-se fato social perigoso de acordo com textos legais.

Rabo-de-arraia
O rabo-de-arraia tradicional era um golpe em que, de frente para o adversário, planta-se uma bananeira, ficando-se então de cabeça para baixo e de costas para o oponente, e imediatamente atinge-se a cabeça do inimigo com uma violenta pancada dada com o calcanhar de um ou de ambos os pés.

"Vadiar"
Significa jogar por prazer, por diversão. Na época da escravidão a vadiação era o lazer dos escravos nas horas de descanso.

"Catinguelê"
É o nome dado a meninos que praticam capoeira.

Terno Branco
Antigamente, era de costume os capoeiristas trajarem terno de linho branco. Era considerado um bom jogador aquele que conseguisse sair da roda com o terno impecavelmente limpo.

"Crocodilagem"
É o nome dado a um jogo duro que submete ao capoeira a uma situação de inferioridade ou deslealdade.

Descriminalização da Capoeira
Depois de ver uma exibição de Capoeira no Rio de Janeiro, em 1937, o presidente Getúlio Vargas descriminalizou-a e decretou ser aquele o "esporte autenticamente brasileiro". Até então, os capoeiristas podiam pegar de dois meses a três anos de prisão, com pena de deportação no caso de estrangeiros.

A inserção do berimbau na Capoeira
Antigamente não havia música de fundo na Capoeira. No máximo, quem estava por perto marcava o ritmo com um tambor. Em seu fabuloso levantamento publicado em 1834, "Viagem Pitoresca e histórica ao Brasil", Jean Baptist Debret deixou claro que os tocadores de berimbau tinham a intenção de chamar a atenção dos fregueses para o comércio dos ambulantes.

Segundo o folclorista Édison Carneiro, foi no século XX, e na Bahia, que o instrumento se incorporou ao jogo da Capoeira, para marcar o ritmo dos praticantes. O que define um jogo rápido ou lento é o toque.

O DIRETOR
Cláudio Baltar atua há 15 anos na Intrépida Trupe, atualmente como diretor técnico e um dos diretores artísticos do grupo. Foi o responsável pela direção de "Sonhos de Einstein" e um dos diretores de "Metegol", os dois últimos espetáculos da Companhia.

"Depois de 30 anos praticando, observando e estudando a capoeira, resolvi finalmente amadurecer este projeto, que há muito esperava nos arquivos a oportunidade de se concretizar. Trata-se de uma volta às origens, pois foi através da capoeira que descobri as possibilidades do meu corpo em movimento, da expressão da minha voz e do meu ritmo dentro de um grupo. A capoeira é uma fonte de inspiração inesgotável, à qual eu sempre retorno para matar a sede. Uma arte que se transforma e se molda como a água, de acordo com o contexto que se vive no espaço e no tempo do ritual de uma roda de capoeira. "Água de Beber" é uma reflexão atual sobre a capoeira, trazendo, não uma, mas muitas visões acerca de uma das manifestações mais ricas da nossa cultura popular".

ÁGUA DE BEBER
Centro de Referência do Teatro Infantil / Teatro do Jockey (2540-9853)

Rua Mário Ribeiro, 410 – Lagoa – Estacionamento Gratuíto

Rua Bartolomeu Mitre, 1110 – Gávea – Entrada de pedestres

Lotação 125 lugares.
Setembro – Sábados e domingos às 18h (a partir de 8 de setembro)

Outubro – Quartas e Quintas às 21h
Ingressos – R$ 20,00 inteira e R$ 10,00 meia
Censura livre – recomendado para maiores de 4 anos

ELENCO
Rodrigo dos Santos
Davi Santos da Silveira – Davi Mico Preto
Fábio Lima Abreu Ramos – Fábio Leão Pequeno
Sérgio Henrique Sales – Sérgio Cebolla
Charles Estácio Rosa – Charles Rosa
Fábio Rodrigo G. do Nascimento – Fábio Negret

DIREÇÃO, CONCEPÇÃO E ROTEIRO: Cláudio Baltar

CO-DIREÇÃO: Fabianna Mello e Souza
SUPERVISÃO DE PRODUÇÃO E FIGURINO: Valéria Martins
DIREÇÃO MUSICAL E TRILHA: Rafael Rocha, Fábio Leão Pequeno e Sérgio Cebolla
PROJEÇÃO E PROGRAMAÇÃO VISUAL: Brígida Baltar
ILUMINAÇÃO: Aurélio de Simoni
FOTOS: Andréa Cals e Mico Preto
PRODUÇÃO EXECUTIVA: Ana Coll
PREPARAÇÃO JOGO DOS BICHOS: Mestre Camisa
PREPARAÇÃO JOGO DE DENTRO: Marron Capoeira
TREINAMENTO DE MÁSCARAS: Fabianna Mello e Souza
VOZES EM OFF: Rodrigo dos Santos, Muniz Sodré, Bernardo Conde
CORDEL: Parafina e Lobisomem
MÚSICA DAS MALTAS E MÚSICA FINAL: Bernardo Palmeira
MÚSICA "ÁGUA PRA VIVER": Lobisomem e Cebolão
CONFECÇÃO DAS MÁSCARAS: Clívia Cohen
CONFECÇÃO DE INSTRUMENTOS: Sérgio Cebolla e Marcos China
ADEREÇOS: Cida de Souza
OBJETOS DE CENA: Marcos China

"ÁGUA DE BEBER" – Inspirado no livro "SANTUGRI" de Muniz Sodré e nas entrevistas feitas por Cláudio Baltar com o próprio Muniz Sodré, Bernardo Conde (antropólogo), Mestre Camisa, Nestor Capoeira e Dra. Rosali Correa (neurologista).

Artigos de jornal sobre escravos do final do século XIX extraídos do livro "Retrato em Branco e Negro" de Lilia Moritz Schwarcz.

Texto sobre as maltas e perseguição aos capoeiras no final do século XIX extraído do livro "Aborgagens Sócio-Antropológicas da Luta/Jogo da Capoeira de Paulo Coelho de Araújo.

Definição de negaça extraída do dicionário de Aurélio Buarque de Holanda, do dicionário Houaiss e do livro "Capoeira – A Luta Regional Baiana" de Jair Moura.

Texto "QUE SE DIGA" extraído do livro "O Pequeno Manual do Jogador de Capoeira" de Nestor Capoeira.

Texto dos velhos extraído do capítulo marginalidade no Rio de Janeiro entre 1850 e 1900 da tese de Nestor Capoeira no site capoeiracarioca@gbfree.com

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO
ACALS COMUNICAÇÃO / Andréa Cals e Alessandra Andrade

21 8203-7372 / 2265-7901/ 9159-6891
cals.andrea@gmail.com

Taubaté – Encontro visa fortalecer a arte capoeira

A Academia N’Golo Brasil realiza, neste final de semana, o 2º ENCAT (Encontro de Capoeira em Taubaté). O objetivo é difundir e fortalecer a cultura e a tradição relacionada à arte criada por escravos africanos, trabalhadores das fazendas do País na época do Império. O evento também contará com batizado e troca de graduação entre os participantes da modalidade.
 
 
Para o encontro, foram convidadas academias de Taubaté e região, Minas Gerais, Rio de Janeiro e da capital paulista. Entre as presenças confirmadas estão o mestrando Gilmar (Minas Gerais), professor Sabiá (Pindamonhangaba) e mestre Chaminé (Rio de Janeiro), nomes de destaque na preservação das raízes afro-brasileiras, além dos atletas Regiane de Cássia, Fábio Laurentino e Berenalva da Silva, campeões dos Jogos Regionais de Ubatuba, representando Taubaté.
 
 
O instrutor Fábio Laurentino da Silva, mais conhecido como ‘Mação’, acredita que o 2º ENCAT contribuirá também para fortalecer o setor turístico da cidade. "O encontro servirá também para fomentar o turismo local, uma vez que está atraindo participantes de várias partes do País. Eles vêm participar e acabam freqüentando o comércio e as atrações turísticas de Taubaté", destaca Mação.
 
 
Ele acredita que a reunião de capoeiristas deve superar a participação da primeira edição. Em 2005, estiveram presentes mais de 300 adeptos da prática esportiva.
 
 
Durante o ENCAT haverá também oficinas de capoeira angola, jogo de navalha e benguela (ritmo de capoeira contemporâneo). Outra atração será a homenagem ao Olodum, a ser realizada pela Banda de Percussão Odoyá, nos intervalos. O instrutor Mação conta que devem ser apresentadas as músicas mais antigas do grupo baiano. "São musicas que abordam assuntos como racismo e a educação no País", fala.
 
O 2º ENCAT acontece no dia 3, das 20 às 22 h, dia 4 das 14 às 18 h e, dia 5, das 9 às 13 h, na sede social do Esporte Clube Taubaté, localizada na Avenida Benjamin Constant, nº10, no Jardim das Nações, ao lado do estádio ‘Joaquinzão’. A entrada é franca. Os organizadores pedem a quem puder, colaborar com 01 kg de alimento não-perecível (exceto sal), que será destinado às entidades assistenciais do município.

 

 
Mais informações podem ser obtidas através dos telefones: (12) 9114-0793, professor Lazarini, (12) 9103-1042, instrutor Fábio Mação e (12) 9134-6784, com graduada Regiane de Cássia (Soneca)

Diário de Taubaté – http://www.diariotaubate.com.br

 
 

Belém: Grupo apresenta ensinamentos da capoeira

Um forma diferente de apresentar a filosofia e os movimentos da capoeira é o que o Grupo Capoeira Brasil fará no próximo domingo (22), no Coliseu das Artes, no Espaço São José Liberto, a partir das 18 horas. Com entrada franca, a apresentação terá dois momentos bem distintos: a primeira consiste na leitura de textos que trazem a base teórica da capoeira e, na segunda etapa, a consolidação desses ensinamentos, com a mostra dos movimentos característicos da capoeira.

Segundo Fábio Fernandes, graduado corda azul do grupo, hoje o 'Capoeira Brasil' reúne, em Belém, cerca de 70 integrantes. Atuando há 10 anos na capital paraense, o grupo foi fundado há 25 anos, tendo como principais representantes os mestres Paulinho Sabiá, que está na França; Boneco (o ex-ator Beto Simas), que divulga a capoeira nos Estados Unidos, e Paulão, que está na Holanda. Os grandes mestres, frisa ele, estão no exterior, onde a capoeira é mais valorizada e incentivada como cultura popular.

Surgida no tempo da escravidão como única forma de os escravos atacarem os feitores das fazendas e capitães-do-mato (que caçavam os escravos fugidos), a capoeira foi, ao longo do tempo, ganhando novos elementos, agregando valores e se tornando contemporânea.

Durante a apresentação no São José Liberto, um ator interpretará textos sobre a escravidão e a história do negro no Brasil, para que o espectador conheça o universo da capoeira. Em seguida, serão mostradas as várias possibilidades musicais, ao som de berimbaus e violões. Na última parte, toda a evolução dos capoeiristas.

"Vamos fazer uma apresentação bem didática, para formação de platéia, fazendo com que as pessoas se identifiquem com a filosofia da capoeira", ressalta Fábio Fernandes.

Serviço: Apresentação do Grupo Capoeira Brasil. Domingo (22), às 18h, no Coliseu das Artes – Espaço São José Liberto. Entrada Franca.

Fonte: Agência Pará – http://www.pa.gov.br/noticias2007/04_2007/20_15.asp
 
Socorro Costa – São José Liberto
 
Coordenadoria de Comunicação Social do Governo do Estado
Fone: (91) 3202-0911 e 3202-0912, fax: 3202-0913
E-mail: redacao@agenciapara.com.br

Portadores de síndrome de Down participam de grupo de capoeira

Em clima de festa popular em praça pública, cerca de 60 crianças, adolescentes e adultos com deficiência participaram, no Salão Negro do Congresso Nacional, de apresentação de capoeira com o grupo da Escola Especial 01, da Fundação Educacional do Distrito Federal, e com o grupo Raízes.
 
Esse trabalho do grupo de capoeira com alunos da escola especial existe desde 1996. Para incluir a capoeira como atividade curricular dos alunos, a escola teve que enviar um projeto para o MEC.
 
– O que anima essa meninada aí é a parte musical e a dança da capoeira – disse o capoeirista Fábio Ferreira dos Santos, professor formado em educação física que pertence ao quadro docente da Fundação Educacional do Distrito Federal.
 
Como parte do projeto, portadores de síndrome de Down não só jogam capoeira, como tocam tambores, atabaques, caxixi e até berimbau – instrumento mais difícil para eles, segundo Fábio, por exigir maior coordenação motora.
O show no Salão Negro faz parte da programação da Semana de Valorização da Pessoa com Deficiência. No mesmo local, a peça de teatro de mamulengo, O Casamento de Chiquinha, Filha do Coronel João Redondo, com Tião sem Sorte, apresentado pelo mestre Josias W. da Silva, também atraiu o público.
 
Depois do show, alunos de escolas públicas e privadas de Brasília formaram filas para experimentar o Túnel Sensorial – uma instalação que permite às pessoas que enxergam vivenciar a experiência do deficiente visual.