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MS: Mulheres dominando a Capoeira

Aumenta a cada dia a participação das mulheres na Capoeira em Três Lagoas. Um exemplo disso foi observado no último sábado, durante a realização do 3º Batizado Troca de Cordas da Associação Cultural Regional Brasil de Capoeira, que ocorreu no Ginásio de Esportes.

Das 60 pessoas que trocaram corda, cerca de 40 eram mulheres. Na Cidade, por meio do projeto social Educa, cerca de 120 crianças praticam capoeira, sendo que boa parte são do sexo feminino. Se esse esporte já chama atenção pelo gingado, imagine então por meio da habilidade delas!

 

Fonte: Portal Jornal do Povo de Tres Lagoas – MS – http://www.jptl.com.br

Foto: Claudio Pereira

Enafec – Encontro de capoeira incentiva prática feminina em Alagoas

A capoeira é uma manifestação cultural brasileira que reúne características muito distintas: trata-se de uma mistura de arte-luta praticada ao som de instrumentos musicais como o berimbau, o pandeiro e o atabaque. Para incentivar a prática entre as mulheres, será promovido um Encontro Alagoano Feminino de Capoeira (Enafec), com o apoio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau). A iniciativa será realizada neste sábado e domingo, a partir das 8h, no Sesc do Poço. O evento é destinado às crianças, jovens e adultos do sexo feminino que tenham interesse em praticar a atividade.

“A prática da capoeira ainda é pouco difundida no Estado, diante da marginalização que ela é trabalhada e, por isso, as mulheres encontram resistência em praticá-la, desconhecendo que a atividade pode ser uma alternativa eficaz na melhoria das condições gerais do indivíduo. A capoeira é uma pratica que pode, ainda, contribuir para a auto-estima e formação do caráter e da personalidade de quem a realiza”, ressaltou o técnico da Sesau, Maurício Pastor, responsável pela organização do evento.

Eficácia à saúde – E ainda de acordo com Maurício Pastor, a capoeira também traz benefícios na área da saúde, já que ela representa uma forte aliada no controle social quanto à recuperação de usuários de drogas, alcoolismo e portadores de transtornos mentais.

“Diante destes benefícios, podemos afirmar que a sua prática realmente se constitui em uma política de saúde pública, pois somente por meio de uma prática cultural e física, é possível sanar problemas que na maioria das vezes seriam solucionados em instituições de saúde, como por exemplo, hospitais psiquiátricos”, evidenciou o técnico, acrescentando que a capoeira pode ser empregada para resgatar àqueles que já estão doentes, evitando que jovens e crianças enveredem pelo caminho das drogas.

Programação – O Enafec terá início com a palestra da professora universitária Larissa Leão, que abordará o tema “A Importância da Mulher na Capoeira”. Em seguida, os participantes do evento poderão conferir palestras sobre Danças Afro, Percussão, Maculelê, Benguela e apresentações de Rodas Femininas de Capoeira.

No domingo, acontece uma aula de capoeira com a contra mestra Selva, de Fortaleza (CE), além da realização de uma Roda Feminina e Mista. Participam do evento as mestras Josélia Rocha Rodrigues e Conceição Santos Nascimento, respectivamente do Ceará e Pernambuco.

Alagoas: 1º Encontro Alagoano Feminino de Capoeira

A comunidade feminina capoeirista sabedor que o povo alagoano vem demonstrando cada vez mais um interesse por nossa cultura e tradição, sempre mantendo viva a chama do folclore brasileiro, vem pensando há tempos em realizar algo inédito no Estado de Alagoas: 1º Encontro Alagoano Feminino de Capoeira (1º ENAFEC).

Muitos eventos femininos já form realizados mas em Grupos de Capoeira e com presença dos homens. Este não tem Grupo e não terá participação masculina (exceto na roda mista). Nossa capoeiristas mostrarão neste evento que a mulher também tem um papel importante na capoeira.

Elas estarão se integrando e se conhecendo para que juntas possam mostrar sua força. Este evento será realizado no SESC Poço, nos dias 31/10 e 01/11/2009 e será uma forma de divulgar e conscientizar a população feminina como é importante a arte da capoeira.

Mulheres capoeiristas se reúnem em Teresina – Piauí

O 4º Encontro Feminino de Capoeira acontecerá na Frei Serafim com Coelho de Resende

Para comemorar o Dia da Mulher (8/3) no próximo dia 9 de março no cruzamento das avenidas Frei Serafim com a rua Coelho de Resende a partir das 19h, acontecerá o 4º Encontro Feminino de Capoeira.

As mulheres estão cada vez mais presentes nos esportes como a capoeira. Segundo o instrutor George Fredson, o contramestre Touro, o encontro já vem sendo realizado há quatro anos e este ano as mulheres capoeiristas apresentarão um show de maculêlê, samba de roda e um grande ‘aulão’ de capoeira.

Entre os grupos participantes já estão confirmados o Raízes do Brasil, Zumbi, Abadá, Oscapoeira, Cordão de Ouro, Capoeirarte, Arte Luanda, Beira-Mar, Legião Brasileira e Escravo Branco.

Touro explica que é muito importante a participação das mulheres na capoeira e que o movimento de mulheres capoeiristas está se consolidando a cada dia em Teresina.

Aconteceu: Fórum Paranaense de Capoeira

Aconteceu no último sábado e domingo a segunda edição do Fórum Paranaense de Capoeira, no Memorial da Curitiba, a partir das 9h. Organizado pelo Centro Cultural Humaitá, que trabalha pela valorização da cultura afro-brasileira, o evento vai ter ainda o Festival de Cantigas e o Forum Feminino.

Entre os convidados para falar estão os Mestres Bigo – que foi aluno de Pastinha -, Lito, Zumbi e a “velha guarda” da capoeira local. A Velha Guarda, explica Candiero, capoeirista idealizador do encontro e do Centro Cultural, foi listada na edição passada, numa primeira tentativa de mapear a capoeira no Paraná. “Sãos os Mestres mais antigos, vários deles responsáveis por trazer de suas terras a capoeira para o Paraná. Eles foram eleitos para ajudar a cuidar dessa cultura”, comenta. As manhãs dos dois dias serão em torno do tema mulher na capoeira, com aulões, inclusive.

Haverá debates sobre questões pertinentes à capoeira que, em 2008, foi reconhecida como patrimônio cultural do Brasil. Depois de quase ser cancelado por tensões com o Ecad – que queria cobrar direitos autorais das cantigas de capoeira que são de domínio popular – agora está tudo certo.Candiero está habituado a driblar a falta de apoio ao esporte de fortes raízes culturais. Sobre o Centro Cultural Humaitá, ele diz que é tudo ainda muito recente, estamos nos organizando juridiamente para poder buscar mais apoios em leis de incentivos.

Já ganhou um, o Capoeira Viva, do Ministério da Cultura, para o Museu da Capoeira Paranaense, adianta. A intenção do Forum Feminino, diz ele, é refletir sobre a presença da mulher. “Antigamente elas não participavam, mas hoje são muitas e isso exige mudanças de comportamento. É preciso lembrar que roda violenta afasta criança, mulher e idosos e a capoeira é para todos. Estamos chamando as pessoas pra jogar no campo das idéias”.

Fonte: http://www.bemparana.com.br

Pesquisa: Mulheres podem praticar lutas?

 

Marco Antônio de Carvalho Ferretti, Bacharel em Esporte e Mestrando em Educação Física pela USP, na sua graduação desenvolveu a seguinte pesquisa: Mulheres podem praticar lutas? Um estudo sobre as representações sociais de lutadoras universitárias.

Sob a supervisão do Prof. e Dr. Jorge Dorfman Knijnik, Marco Antônio, ex-lutador de muay thai e boxe, em 2006 realizou esse trabalho com boxeadoras, caratecas e capoeiristas.
Numa tarde fria, véspera de um feriado prolongado, me encontrei com ele na USP, logo depois que nosso papo começou, fomos alcançados pelo som de um berimbau: por uma coincidência inesperada, estava começando uma aula de capoeira do outro lado da enorme quadra do Clube.

 

De onde surgiu a idéia de desenvolver essa pesquisa?

Eu estava em casa assistindo a uma luta de boxe feminino, quando minha namorada me perguntou o que eu assistia.
Ao ouvir minha resposta ela me questionou pelo fato que o boxe não é um esporte propriamente feminino.
Realmente foi constatado que tem um certo preconceito da sociedade em geral em relação as mulheres lutadoras, pois a luta, não faz parte do universo feminino mas parece mais afasta-las da própria maneira convencional de ser mulher.

Ainda hoje as lutas são relacionadas mais ao universo masculino que ao universo feminino, por quê?

Existe o conceito de GÊNERO “[…] que seria a construção cultural permanente daquilo que é considerado de homem ou de mulher.”; ou seja, o gênero são os “papéis” destinados pela sociedade para homens e mulheres (masculino / feminino); o conceito BIOLÓGICO: homem / mulher e o conceito de SEXUALIDADE: heterossexual / homossexual / bissexual… porém muitos vêem a construção de gênero como natural, já vem assim da natureza; misturando o biológico com o gênero, como também fazem ligação do gênero com a sexualidade, como se fosse a regra o(a) homossexual representar o gênero oposto do seu biológico, o que não ocorre dessa maneira.
Na nossa sociedade as lutas pertencem ao universo masculino, enquanto outras modalidades entram no universo feminino (vôlei, danças etc.). Pode-se até cair no erro de confundir o gênero com a sexualidade e assim criar o preconceito que as mulheres lutadoras com algumas características masculinas sejam homossexuais e devido a sociedade ser homófoba isso implica em rejeição contra as praticantes de luta.

 

 

Pesquisa: Mulheres podem praticar lutas?Pesquisa: Mulheres podem praticar lutas?
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Qual é a atuação da mulher moderna dentro das lutas? Quanta atenção é dada pela mídia?
 

A maioria das mulheres se aproxima a uma modalidade de luta atraída pelo bem estar que esta lhe proporciona, ou seja, o esporte está relacionado á saúde.
A atenção da mídia é nula ou mínima, as lutadoras sempre têm mais dificuldades em achar patrocinadores, o valor dos prêmios nas competições femininas são sempre menores que nas competições masculinas. E ainda existe o problema do apelo erótico da mulher no esporte e nas lutas, onde o enfoque pode ser a beleza da atleta ou a roupa justamente pensada pra chamar a atenção do publico heterossexual (ex. luta livre pornô).

Quais são as maiores dificuldades que as mulheres encontram em praticar lutas?

 

Dentro da própria família, uma primeira barreira pode ser a educação recebida desde criança, geralmente os meninos estão mais estimulados à competitividade do que as meninas.
Na puberdade as meninas procuram entrar em “grupos” que tenham padrões de comportamento e de estética feminina.
Quando elas ingressarem no mundo do trabalho pode diminuir o interesse pelo esporte e o tempo pra dedicar aos treinos.
No casamento: a mulher ainda é a maior responsável pelo cuidado da casa e dos filhos “[…] tudo o que afasta a mulher do mundo da casa é algo que merece uma batalha, pois as configurações de gênero ainda colocam como prioridade para a mulher os cuidados com a família e a casa”.
Foi notado que as mulheres atletas em qualquer esporte conseguem dedicar-se á carreira quando podem contar com família e maridos compreensivos, elas estão dispostas a assumir novos papéis na sociedade, porém sua função socialmente imposta de cuidar dos filhos e da casa dificulta dela explorar outros ambientes que não seja o privado.

A mulher atual parece ainda ter uma certa dificuldade a se considerar uma “lutadora profissional”, por quê?

Existe uma motivação histórico-social:
“[…] Em nosso país, entretanto, se algumas competições para as mulheres eram realizadas, como os Jogos de Primavera, poderosas ideologias eram mobilizadas para cercear ou mesmo impedir as mulheres de praticarem esportes. A área medica no Brasil ao final doas anos 1970, ainda estava presa a conceitos que negavam com veemência a participação feminina nos esportes. O famoso fisiologista Mário de Carvalho Pini (1978) alegava que a mulher poderia até participar dos esportes, mas não deveria faze-lo em diversas modalidades (como rúgbi, futebol, lutas entre outras), porque os treinamentos ocasionariam um grande desgaste físico, além das conseqüências traumáticas e/ou estéticas dos contatos violentos proporcionados por diversas destas modalidades.”
A luta pode ainda ser considerada como um esporte agressivo, que não combina
com a feminilidade da mulher: “ […] outros modos que as atletas possuem para que a sua atividade seja aceita por elas mesmas e pelos outros, sem questionamentos quanto a sua feminilidade, é a contrariedade e mesmo a negação da luta enquanto atividade profissional para a mulher. …..são mais mulheres que treinam lutas, treinadoras, como se denominaram, a própria capoeira, como uma luta mais dançada, entra no rol das atividades que não são tão masculinas, e assim liberadas para as mulheres”.

 

 

A Capoeira e o Universo Feminino

MARÇO MÊS DA MULHER: A CAPOEIRA E O UNIVERSO FEMININO

A capoeira é arte e como tal, é uma forma de expressão que não tem barreiras, não tem limites. Isso quer dizer que cada um pode adapta-la e ela pode se adaptar as características pessoais de cada individuo.
Capoeira é dança, a mulher é pela própria natureza uma bailarina……desde criança ensaia, dança, deixando-se levar pela musica.
A capoeira é luta, e a mulher já faz tempo que vem demonstrando sua valentia naquelas artes confinadas no passado só aos homens: das mais tradicionais (judô, karaté, aikidô) as mais atuais (ju-jistu, muay thai, wrestling).
 
Dentro da roda a mulher leva sua energia, sua flexibilidade, raramente chega aos níveis acrobáticos dos homens, mas ela se sobressai por outras qualidades.
Não é raro ver uma mulher jogando com um sorriso que ilumina a roda a seu redor, não é raro que uma mulher ao entrar na roda influencie com sua energia a bateria, o ritmo e as pessoas que estão assistindo.
Talvez pela sua sensibilidade pela sua delicadeza, no jogo lembra as crianças: cria, ousa, cai e levanta, e as vezes esquece do sorriso que continua mesmo estando no chão.
A mulher lutou muito acompanhando nos anos o desenvolvimento da capoeira dentro da sociedade, até chegar aos dias de hoje onde ela reina e conquista aqui também seu espaço, ás  vezes difícil nessa arte.
Conquista seu espaço no Brasil onde o preconceito em relação a capoeira é maior e no exterior onde talvez a sociedade está mais acostumada a lidar com a evolução feminina.
Divulga a cultura brasileira, educa jovens, desenvolve cidadãos, implanta projetos sócias.
 
Assim, o que é difícil de pesquisar na historia e tão raro de se tornar lenda, como o mito de “Maria doze homens”, que com sua valentia dava conta de lutar com doze homens de uma vez só, agora vira normalidade. Inúmeras Tatiana, Virginia, Caroline, Josy, estão aí mostrando ao mundo que não existe coisa melhor que as diferenças para completar, somar e ampliar qualquer tipo de forma de expressão.

 

No mês de março Capoeira Luanda lembra o “dia internacional da mulher”, data decretada pela ONU em 1975 para homenagear a mulher e suas lutas sociais:

Roda na Praça Rui Barbosa, Mogi Mirim – SP dia 8/03 as 10:00 hs

Encontro feminino: Sesc Goiânia- GYN  dia 16/03 a partir das 9:00 hs (cursos e rodas)

Capoeiristas de Ubatuba conquistam medalhas no mundial

Ubatuba fez história na capoeira mundial, ao voltar com duas medalhas da seletiva brasileira e duas do primeiro campeonato mundial da modalidade, disputado na cidade de Araras nos dias 8, 9 e 10 de fevereiro, interior de São Paulo.

O torneio, disputado por mais de 90 atletas de Brasil, Estados Unidos, Espanha, Alemanha, São Tomé Príncipe, México, Canadá, Indonésia, Bélgica e Armênia, teve a participação das atletas Mariana Zemel (senior leve feminino) e Talita Aline Narciso (juvenil pesado feminino) da Academia Unidos à Liberdade (Tradição) do mestre Junior Preguiça.

Mariana conquistou o primeiro lugar na seletiva e no mundial, enquanto Talita ficou em segundo em ambas as competições. Para Mariana a conquista foi muito importante : “A capoeira em Ubatuba tem obtido grande progresso e esse resultado no mundial vai aumentar a procura pela modalidade”, disse a atleta.

O secretário de Esportes e Lazer de Ubatuba, Bittencurt Jr. parabenizou as atletas “A capoeira de Ubatuba vem conquistando bons resultados e essas conquistas no campeonato mundial vem coroar o trabalho da modalidade no município. A meta da administração do prefeito Eduardo César é continuar investindo nas modalidades esportivas praticadas no município para obter resultados de sucesso, como esse”, comentou o secretário.

Os representantes de Ubatuba fizeram questão de agradecer pessoalmente a Prefeitura de Ubatuba, por meio da Secretaria de Esportes e Lazer na tarde de segunda-feira, 11, onde foram recebidos pelo coordenador de esportes Luiz Roberto Sant’anna.

Arbitragem internacional

O mestre Junior Preguiça, que também atuou como árbitro do evento explica como as lutas são disputadas: “ Cada confronto tem dois minutos e dois árbitros avaliam harmonia, técnica, eficiência dos golpes e volume de jogo (como no boxe), concedendo notas de zero a dez para os competidores.

“Queremos agradecer ao apoio da Prefeitura de Ubatuba, que tornou possível essa conquista”, declarou Junior.

Esporte Olímpico

O objetivo da Federação Internacional de Capoeira agora, é levar o esporte a uma Olimpiada. Atualmente a capoeira tem 6 milhões de praticantes em 132 países, mas só 16 deles fazem parte da Federação Internacional. Para entrar nas Olimpíadas, é necessária a adesão de mais 24 nações. (Fonte: Assessoria de Comunicação PMU)

Fonte: http://www.pindavale.com.br

São José dos Campos: Luta Olímpica e Capoeira conquistam 10 medalhas

Jogos Abertos: Luta Olímpica e Capoeira conquistam 10 medalhas

A delegação joseense começou com o pé direito no primeiro dia de competições com a conquista de dez medalhas e dois troféus nas modalidades de luta olímpica e capoeira.

Destaque do primeiro dia foi a grande conquista de medalhas pela equipe de Luta Olímpica. Alem das nove medalhas, sendo uma de ouro, três de prata e cinco de bronze a equipe de luta olímpica masculina sagrou-se vice-campeã no geral masculina e quinta colocada no feminino.

A campeã da modalidade no masculino foi a cidade de São Bernardo do Campo com o total de 39,5 pontos e São José dos Campos ficando com o vice com o total de 39 pontos.

O ouro foi conquistado pelo atleta Cláudio Calasans Camargo Jr. (categoria 74 kg), as pratas por Roberto Abreu (120 kg) e Milton Carlos Nascimento (55 kg) e os bronzes com Alexandre Santos (96 kg) e Francisco Paulo (66 kg) no masculino. A equipe feminina garantiu uma prata com Márcia Evangelista (72 kg) e três bronzes com Mariana Campos (67 kg), Ana Paula Ribeiro (55 kg) e Aline Alkmin (51 kg).

Todas as finais disputadas foram contra adversários fortes no masculino. Cláudio Calasans foi o destaque por derrotar dois atletas que fizeram parte da seleção no Pan-americano do Rio. Ele derrotou Felipe Macedo na semifinal (medalha de bronze no Pan) e sagrou-se campeão contra Renato Roma (pentacampeão brasileiro e integrante da seleção no pan), detalhe que o atleta é judoca e não lutador. Já Roberto Abreu, enfrentou na final Diego Bolonha que também é integrante da seleção brasileira. No feminino Márcia não conseguiu superar Aline Ferreira da Silva que é apenas a vice-campeã mundial júnior da modalidade.

Capoeira – As competições de capoeira também terminaram ontem com a conquista de uma medalha para a equipe feminina, que conseguiu o terceiro lugar do pódio na classificação geral feminina. Daniela Pinto da Cunha, da categoria médio, conquistou a medalha de bronze. Já a equipe masculina, que ficou em oitavo lugar em 2006, subiu dois degraus com a sexta colocação no geral final.

Estréias – No coletivo, a equipe de basquete e handebol feminino mais a modalidade de damas venceram seus primeiros adversários. No basquete a vitória foi sobre Franca com o placar de 51 x 39, o handebol venceu Santo Antonio da Alegria por 41 x 11 e a dama venceu Mauá por 18 x 2. As competições de ginástica rítmica tiveram início hoje com as provas de cordas e mãos livres no individual, nesta quinta acontece à prova de conjunto três arcos e duas bolas para então serem conhecidas as campeãs da modalidade.

Nesta quinta-feira estréiam em Praia Grande as modalidades de ciclismo, bocha, judô, handebol e basquetebol masculino.

Acompanhe as notícias de São José nos Jogos Abertos, aqui:
http://www.sjc.sp.gov.br/sel/2007_jogosabertos