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Menino Joel vai ganhar filme sobre sua vida

O pequeno capoerista, que morreu dentro de casa por bala perdida, ficou conhecido como garoto-propaganda em uma campanha do Governo do Estado

Lembra do pequeno Joel, que sonhava em ser mestre de capoeira assim como seu pai e morreu, aos 10 anos, dentro do próprio quarto, com duas balas perdidas, possivelmente vindas da polícia militar, no Nordeste de Amaralina? A história comovente deste baianinho, que fez o Brasil chorar com sua morte, vai virar o filme ‘Menino Joel’, assinado pelo cineasta Max Gaggino. No documentário, estão depoimentos do seu irmão e da mãe. 

“Um dia antes de falecer, ele acordou dizendo pra meu pai que ia estudar e que ia juntar a família dele e ia tirar daqui, porque aqui não tava dando pra viver mais; ele não queria crescer vendo o cotidiano da forma que estava sendo levado”, revela o irmão do garoto no filme.

Em um post na página oficial da produtora MaxFilmes, o diretor resume: “Gravação do documentário do Menino Joel…esperamos que seja algo revolucionário!”

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Capoeirista de 10 anos morto em ação da polícia é homenageado

Denúncia contra envolvidos no crime é comemorada com capoeira

Trajando camisas com estampa “Eu só queria ser como meu pai, mestre de capoeira”, familiares, capoeiristas e o cantor e mestre de capoeira Tonho Matéria se reuniram ontem, na Escola Estadual Alfredo Magalhães, no Rio Vermelho, para mais uma homenagem ao menino Joel, 10 anos, morto durante ação policial na madrugada de 22 de novembro.

No local, funciona a escola de capoeira de Mestre Boa Gente, tio do garoto. Na ocasião, houve cerimônia de troca de cordão de outros meninos da mesma faixa etária de Joel. Segundo o pai do garoto, Joel Castro, 43, a criança queria ser capoeirista como ele e participava todos os anos do batizado, quando os alunos têm o grau elevado.

Na cerimônia, familiares de Joel comemoraram a decisão do Ministério Público de denunciar, por homicídio e omissão de socorro, os nove policiais militares da 40ª Companhia Independente da PM (Nordeste de Amaralina), envolvidos no crime. “Acreditamos na Justiça”, disse Joel Castro.

“Os policiais que fizeram isso com meu filho precisam ser julgados por crime comum”, afirmou.

 

Fonte: http://www.correio24horas.com.br

Nota de Falecimento: Mestre Pelé do Tonel

Faleceu nesta quarta-feira, 10/11/2010, o Mestre Pelé do Tonel. Samuel Souza conheceu a capoeira aos 7 anos, nas rodas do Mestre Waldemar.

Foi aluno dos Mestres Zé Mário e Caiçara, e ganhou o apelido jogando capoeira com tonéis, em espetáculos folclóricos.

Desde 1996, faz parte do Conselho de Mestres da ABCA. Na nova diretoria era tesoureiro com auxilio de mestre Raimundo Dias.

“Mais do que riqueza cultural, o mestre deixa a lembrança da importância de se valorizar e se reconhecer os constituintes da nossa cultura popular enquanto vivos”

SAMUEL SOUZA – Mestre Pelé do Tonel

  • 05 de Junho de 1953
  • 10 de Novembro de 2010

Ele estava sempre alegre, nunca vi Pelé zangado, muito prestativo e educado, era membro da ABCA, a ligação dele com a capoeira era muito forte, mesmo trabalhando na Limpurbe, a capoeira era a vida dele, fazia shows, viajava bastante e era o garoto propagada da Limpurbe, sempre estava em todos eventos, porque todos tinham um carinho especial por ele.
Ele tinha um trabalho com crianças de reciclagem, ele ensinava os meninos a fazerem copos, jarros, enfeites de paredes, com lixo reciclado, era um artista perfeito.

Mestre BOA GENTE

 

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Salvador e Subúrbio Ferroviário aclamam o seu Campeão

O Subúrbio sempre evidenciou para o mundo seus aspectos históricos, culturais e ambientais como o Quilombo do Urubú, a Batalha de Pirajá, a passagem de Jorge Amado onde escreveu em Periperi seus famosos livros – “Velhos Marinheiros” e “Baía de Todos os Santos”, a descoberta do primeiro poço de petróleo do Brasil no Lobato que originou a Petrobrás.

Revelado no Subúrbio Ferroviário, no Rio Sena a 40 minutos do centro de Salvador, sem planejamento e com poucas oportunidades, Marcelo Ferreira conseguiu esquivar-se dos problemas lá existentes e se superou.

Desta vez, evidencia também o seu lado desportivo, como um dos maiores atletas de Capoeira e Boxe, aqui pouco divulgado na mídia, mas reconhecido pelos seus amigos e em suas modalidades.

Com uma vida difícil e com poucos recursos na família, como muitos, Marcelo Ferreira disse: “que nunca desistiria de seus sonhos”. Foi assim que começou a praticar a capoeira na Academia Topázio, do Mestre Dinho e em paralelo, o então garoto conhecido pelos amigos como Mestre Trovoada, enveredou pelo boxe, preparado pelo atual treinador e procurador Marcos Ninja, da Federação Baiana de Boxe e pela Academia União de Boxe. “Percebi que o garoto tinha futuro, que era dedicado. Só fiz ensiná-lo as técnicas. O cuidado com o preparo físico, além das conversas que tínhamos a respeito da vida. Hoje me orgulho pelos títulos que defende, e por ele me reconhecer e sempre voltar para estar com sua família e amigos”.

Marcelo Ferreira é o atual Campeão Baiano, Campeão Brasileiro e Campeão europeu de kick Boxer, ranqueado pelo Conselho Nacional e Federação Baiana de Boxe, categoria Meio Pesado – 79,379Kg \ 175Lbs. Basta entrar na internet e verificar seus títulos e lutas ganhas no Brasil e na Espanha, onde mora atualmente.

O Campeão com sete vitórias e um empate está em Salvador para realizar mais um luta importante para sua carreira, tendo como desafiante Luiz Santos, da Academia Coutinho uma das a mais antiga no subúrbio, desde 1970.

Essa luta acontecerá no Clube Recreativo de Periperi, no dia 1º de outubro de 2010, ás 18h. Vale á pena ir lá ver e encontrar outros campeões que também tiveram seus dias de glória, como Holifield, o “Pantera Negra”.

 

Por: Silvio Ribeiro – Coordenador do Projeto ACERVIVO- História, Cultura e Ambiente do Subúrbio Ferroviário de Salvador \ Diretor de Marketing e Comunicação da Federação Baiana de Boxe.

 

Contatos: 87437976 / 99496492 (Silvio Ribeiro) / 81860144 (Marcos)

 

Crédito de foto: Manoel Filho – 30146870

Terremoto impede campeão mirim de Capoeira de ir a evento no Chile

Dentinho, que mora na Vila Irmã Dulce e tem 11 anos, já conquistou inúmeros títulos brasieiros de capoeira.

“Apanha a laranja, menino
Apanha a laranja do chão
Defenda o seu reino sozinho
com a força do seu coração”

A cantiga das rodas de capoeira incentiva um garoto a lutar por seus objetivos. É exatamente isso que faz o jovem Antônio Daniel Avelino Bittencourt, de 11 anos, morador da Vila Palitolândia, conjunto da Vila Irmã Dulce, zona Sul de Teresina. Batizado nas rodas como “Dentinho” desde que quebrou um dos incisos quando começou a treinar, o garoto já conquistou diversos campeonatos pelo Brasil e só foi impedido de mostrar sua habilide no Chile, por causa do terremoto que destruiu o país.

Em 2003, quando tinha apenas cinco anos, Dentinho deu suas primeiras meia-luas em um grupo na escola onde estudava e a partir de então não parou mais. Incentivado pelo pai, o motorista Alderico da Silva, o garoto foi crescendo e mostrando ginga e malemolência na arte do lendário Mestre Bimba. Aos oito anos, já no Raízes do Brasil, ele começou a participar de campeonatos do grupo que testam a habilidade, destreza, técnica e perspicácia dos jogadores. Até o momento, o garoto esteve em 15 competições, ganhou 13, e ficou em 2º em uma e em 3º na outra. “Isso só aconteceu porque eu não pude acompanhar ele, porque estava trabalhando”, garante Alderico.

Isso bem pode ser verdade, já que o pai do jovem capoeirista também é seu maior incentivador. Para conseguir que o filho fosse a competições nos estados vizinhos do Ceará, Maranhão, no interior do Piauí e até em Brasília, Alderico precisou arrumar patrocínio e inventou uma estratégia: “Eu gravo videos dele em todos os campeonatos onde ele vai então montei um DVD que eu mostrava pra os empresários”. A ideia deu certo e atraiu benfeitores como o proprietário da empresa Só Ferro, Pedro Mota, que posa orgulhoso na foto abaixo ao lado de seu atleta.

Gunga

Mesmo sendo tão jovem, Dentinho sabe que a capoeira está em seu plano de vida. “Meu sonho é ser mestre”, diz, e parece estar mesmo indo pelo caminho certo. Ele é bicampeão dos Encontro das Américas de Capoeira (2008-2009). Aliás, no ano passado em Brasília, seu mestre Tucano, o inscreveu em três categorias neste campeonato: iniciante, intermediário (um nível acima do seu) e solo (competida com capoeiristas de todas as idades). O garoto foi vencedor nas duas primeiras e vice ao exibir seu jogo ao lado dos grandalhões.

O desempenho chamou a atenção do Mestre Chocolate, que representa o grupo Raízes na Venezuela e o apresentou ao mestre Moicano, do grupo Nagô, do Chile. Este convidou Dentinho para participar de seu evento na terra de Neruda, que teve de ser adiado por conta do terremoto que atingiu o país. “Já estávamos até com o passaporte comprado. Agora vamos ter que esperar que as coisas melhorem por lá”, descreve Alderico, pai de Dentinho.

Atualmente o garoto está na 8ª de 11 cordas da categoria infantil e deve fazer o mesmo percurso entre os adultos quando completer os 13 anos para começar sua batalha até chegar a mestre. Enquanto isso, ele continua treinando duro para realizar o sonho de colocar seu nome ao lado de grandes da Capoeira Regional como Mestre Bimba, Itapoan, Acordeon e Suassuna. Se ele continuar seguindo as palavras de humildade do grande Mestre Pastinha “Na roda da capoeira, grande pequeno, sou eu”, certamente estará na trilha correta.

Carlos Lustosa Filho
redacao@cidadeverde.com

http://www.cidadeverde.com/

O Herói de Damião – A Descoberta da Capoeira

Em livro, garoto procura um herói da sua cor e encontra os mestres de capoeira

Aos sete anos de idade, o menino Damião resolve brincar de herói, vestindo capa, cinto e chuteira. Mas, ao invés de ficar feliz, ele se sente contrariado, pois sente que para ser igual ao herói tem que ficar desbotado. “Não tem herói da minha cor?”, esbraveja.

Essa é a história do livro “O Herói de Damião – A Descoberta da Capoeira”. O personagem principal é um garoto negro que sai pelo mundo atrás de uma figura heróica com a qual possa se identificar. Essa andança acaba dando certo: Damião encontra lutadores de capoeira, o gingado inventado por negros para se defender no século 16.

Envolvido pela brincadeira, Damião começa a ensaiar passos dessa luta que parece dança. O leitor que acompanhar a saga também poderá se encantar com a capoeira e arriscar movientos como ginga, cócoras e arpão, ensinados passo a passo ao longo do livro. Depois de entrar para o esporte, Damião ainda sai todo corajoso e acaba percebendo que, não importa a cor, todas as pessoas podem ser heróis.

Na história, Damião procura um herói negro como eleO Herói de Damião – A Descoberta da Capoeira

Texto de Iza Lotito
Ilustrações de Paulo Ito
Editora Girafinha
R$ 30

Mais informações: UOL Crianças

* DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

* VOCÊ CONHECE O MUSEU AFRO BRASIL?

* DEZ CURIOSIDADES

Fonte: UOL Crianças – http://criancas.uol.com.br

Catador de papelão conquista o Campeonato Berimbau de Ouro em Sorocaba

Bruno Henrique de Oliveira mostra que o esporte ajuda a superar as suas dificuldades  
Com apenas 15 anos, Bruno de Oliveira (à direita) divide seu dia entre a escola, aulas de capoeira e coleta de recicláveis 
A mesma força e determinação que usa para recolher materiais recicláveis na rua, Bruno Henrique de Oliveira, 15 anos, usa na prática da capoeira. O garoto venceu o Campeonato Berimbau de Ouro, realizado no Ginásio Municipal de Sorocaba Dr. Gualberto Moreira, no dia 17 de dezembro. Como prêmio, ele levou uma bicicleta e medalha de participação.
 
O evento reuniu 258 crianças e adolescentes assistidas pelo projeto social da Associação Mundo Inteiro de capoeira. Eles foram divididos em oito categorias e precisaram mostrar volume de jogo, técnica e expressão corporal. Não houve contato físico entre os atletas para evitar acidentes.
 
Oliveira, que trabalha diariamente como catador, participa semanalmente das aulas do esporte na Pastoral do Menor Agente Jovem, no Jardim Ipiranga. “Ele é muito esforçado e nos deu alegria pela vitória na competição”, disse orgulhosa a monitora da Pastoral Ana Cristina da Silva.
 
Sobre o futuro, Oliveira disse que pensa em se tornar um agente jovem da Pastoral do Menor e ensinar tudo que aprendeu. “Seria uma forma de agradecer tudo estão fazendo para melhorar a minha vida, para torná-la um pouco melhor”, a firmou o capoerista.
 
Para o organizador do evento, Claudinei Siqueira, o mais importante nessa competição é mostrar que o esporte pode ajudar crianças a encontrar um novo caminho. Ele disse que a preocupação maior está em formar cidadãos de bem.
 
Uma vida de superação
A rotina de Bruno Henrique de Oliveira não é nada fácil. Ele acorda todos os dias antes das 7h e vai para a escola e à tarde participa das aulas de capoeira na Pastoral do Menor. Quando a noite começa, o garoto sai em busca de material reciclável e volta para casa às 2h. “Prefiro sempre fazer algo que possa me ajudar e a minha família do que ficar na rua”, disse o garoto, que ajuda a mãe a sustentar seis irmãos.
 
Todas as noites, ele sai de sua casa no Jardim Ipiranga e vai caminhando até o shopping Esplanada. “Saio com meu carrinho vazio e sempre volto com ele cheio”, afirmou satisfeito.
 
Projeto nas entidades
O projeto de capoeira da Associação Mundo Inteiro é executado durante todo o ano em entidades beneficentes que atendem a crianças e adolescentes carentes.
 
Ao todo, 1.500 meninos e meninas aprendem os fundamentos da capoeira em aulas ministradas por professores voluntários.
 
Eles são assistidos pelo Crami (Centro Regional de Atenção aos Maus Tratos da Infância), Caps (Centro de Assistência e Promoção Social), Pastoral do Menor e Sab Ynaíba.
 
O coordenador do trabalho, Claudinei Siqueira, disse que a participação das crianças cresce a cada ano.
 
 
Fonte: http://www.bomdiasorocaba.com.br
Carlos Oliveira/ Agência BOM DIA
(carlos.oliveira@bomdiasorocaba.com.br)
 

O GAROTO DE JULIANE

A mensagem de Juliane é linda!

"Olá ! gostei muito da sua página, e gostaria de parabenizá-lo.
Gostaria também que você dissesse que em Juiz de Fora (MG) o grupo de capoeira Oficina da Capoeiragem está fazendo um ótimo trabalho com a capoeira, com direção do mestre Ray e do professor Kamuanga.
Gostaria também de dizer e mandar uma idéia para todos os outros capoeiristas:

" Ontem, dia 26/02/00, eu presenciei um exemplo de força de vontade para todos, principalmente os capoeiristas. Um garoto de cadeiras de rodas, com problemas mentais, entrando e jogando em um batizado.
Não levantava, não chutava, não dava au nem mortal, mas se protegia com a mão no rosto e quase não mexia os pés …
Bem, ele fez muita gente chorar quando disse:

"na capoeira ninguém pode ter preconceito
naquela roda não havia ninguém igual a ele,
mas também não tinha ninguém diferente."

E depois disso tudo que vi e vivi, mais vontade me deu de jogar e de um dia jogar uma "iuna" (roda para graduados). Sei que falta muito para mim, pois tenho 14 anos e estou na corda branca, mas um dia, eu sei, tenho fé em DEUS e em BIMBA, que irei conseguir.
Por favor fale ao menos do garoto, pois isso é verdade e uma lição de vida.

Juliane S. Machado ( da família de Bimba)
Juiz de Fora/ Minas Gerais
Oficina da Capoeira
juebinho@powerline.com.br

Obrigada !!!!!"

demonstra nitidamente a euforia, o estado de felicidade plena que a prática da capoeira provoca em todos nós; a mudança do nível de consciência, o estado modificado de consciência que o ritmo-melodia ijexá provoca e que pode e deve ser usado como terapia.

Menina Juliana,
Deus lhe conserve
O dom de amar ao próximo
A humildade de ver em tudo o dedo do Senhor!
Você já nasceu capoeirista pela lei de Deus!
Um dia será formada pela lei dos Homens
Jogará sua "Iuna" na Roda da Vida
Com o aprumo da Mestra que mora em Você!

Axé Babá!