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Mogi Guaçú: Integração entre gerações – “cidadania em ação” leva capoeira aos idosos do centro dia

Integração entre gerações – “cidadania em ação” leva capoeira aos idosos do centro dia

Os idosos assistidos pelo Centro Dia do Idoso tiveram uma tarde diferente nesta terça-feira, dia 23. Eles acompanharam uma apresentação de capoeira feita por crianças e adolescentes de 11 a 14 anos, integrantes do Projeto Cidadania em Ação.

A apresentação, comandada pelo professor Renan Panciera, faz parte de uma iniciativa intergeracional do Centro Dia, com o objetivo de promover a integração dos idosos com crianças, adolescentes e jovens atendidos por outros programas sociais da Secretaria da Promoção Social.

O projeto envolvendo os idosos do Centro Dia começou no dia 14, com a apresentação de poesias, músicas e danças pelos integrantes do Programa Ação Jovem, que envolve adolescentes e jovens de 15 a 24 anos.

Os dois programas são desenvolvidos nos quatro núcleos do Cras (Centro de Referência em Assistência Social) da Prefeitura de Mogi Guaçu. As ações entre gerações envolvendo os assistidos do Centro Dia vão prosseguir em maio.

No dia 8, haverá apresentação de um grupo de dança, às 13h30. No dia 10, pela manhã, apresentação teatral. No dia 14, nova apresentação de dança. Todas as atrações envolvem os adolescentes e jovens do Cidadania em Ação.

Na apresentação desta terça-feira, os idosos assistiram a tudo sem perder um único movimento dos capoeiristas e aplaudiram no final.

 

O professor Renan, de 26 anos, que há quatro anos ministra aulas de capoeira no Cidadania em Ação, revelou ter sido sua primeira apresentação no Centro Dia. Disse que gostou muito da receptividade e que ficou impressionado com a atenção, interesse e respeito demonstrado pelos idosos.

A coordenadora do Cidadania em Ação, Roseane Bassi Vieira, ressaltou que este tipo de evento é importante porque proporciona a troca de experiências, vivências e informações entre as diferentes faixas etárias.

Uma das mais empolgadas com os resultados da apresentação de capoeira foi a coordenadora do Centro Dia, Daniele Aparecida Victal Luiz. Para ela, a energia dos mais jovens contagia os idosos, que sempre demonstram maior disposição depois destas apresentações.

 

Fonte: http://www.portalnovidade.com.br

DESAPARECIMENTO DA CAPOEIRA ANGOLA NA DÉCADA DE 70

Maya, atendendo seu e-mail:

"Ouvi que duranta a decada 1970 a capoeira Angola quaze desapareceu. Voce lembra isso? Pode esplicar para mim porque? Voce acha que eu posso perguntar mestres de capoeira Angola essa pergunta?",

aproveito para divulgar a resposta na Caponline.
Em momento algum observei o desaparecimento do jogo de capoeira da Bahia ou, como costumam dizer atualmente, capoeira angola, que é praticada de modo espontâneo e natural pelo nosso povo, de cuja alma parece brotar em fluxo permanente.
Ocorreram processos simultaneos, o crescimento do espaço ocupado pela regional no noticiário do jornais, a migração, para outros estados e países dos novos mestres e o desaparecimento dos velhos mestres, deixando um vazio, que só tempo voltaria a cobrir. Cumpre realçar o papel destacado dos dois "Joãos de Pastinha’, o "Grande" e o "Pequeno" e dos "capoeiristas de rua", especialmente o "Grupo do Mercado Modelo", colunas mestras de nossas tradições, enquanto as novas gerações de capoeiristas e mestres se reproduziam no anonimato para aflorarem, incontáveis, na década dos 90 e renovarem os valores de nossa arte-e-manha.
Sem esquecer os numerosos mestres mais modestos e humildes, nem por isto de menores méritos e habilidades que enxameavam em rodas espalhadas pela nossa "Soterópolis" e que ainda pontificam em nosso meio, alguns verdadeiramente geniais.
Acredito que os mestres da capoeira angola seriam honrados com sua pergunta em português arrevesado de haifazeana.

Aquecimento Terrestre

  • Aquecimento Terrestre

  O clima da Terra está mudando. Secas na Amazônia, enchentes da Argentina e sul do Brasil, expansão da malária e dengue, derretimento de geleiras próximas aos pólos do Planeta. Especialistas afirmam que estas são as primeiras manifestações das mudanças climáticas que enfrentaremos em futuro próximo provocadas por alterações na composição química da atmosfera do planeta.
A indústria, a produção de energia e o transporte queimam quantidades gigantescas de petróleo, carvão mineral e gás natural gerando anualmente bilhões de toneladas de gás carbônico que são lançadas à atmosfera, alterando assim o seu delicado equilíbrio. O problema é que o gás carbônico trabalha na atmosfera como as paredes de vidro numa estufa de plantas tropicais, segurando parte do calor que na sua ausência seria perdido para o Universo.
Se queimarmos mais de um quarto das reservas hoje conhecidas de petróleo e outros combustíveis fósseis estaremos quebrando de vez o equilíbrio climático e impossibilitando talvez o futuro das novas gerações.
Este futuro não é necessário. Todos os dias o Sol nos envia energia mais que suficiente para a satisfação das necessidades presentes e futuras da humanidade. Tecnologias de aproveitamento da energia solar e de outras fontes renováveis de energia estão disponíveis.
Em nome das gerações futuras, a humanidade deve exigir das indústrias de energia e combustíveis, e também dos governos das nações,ação imediata para substituição do consumo de combustíveis fósseis por fontes renováveis de energia.

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