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Capoterapia: “a ginga dos mais vividos” oferece 2.000 vagas gratuitas para o DF e entorno

Programa da Capoterapia: “a ginga dos mais vividos” oferece 2.000 vagas gratuitas para o DF e entorno

Há 14 anos, o capoeirista brasiliense Mestre Gilvan constatou que havia escassez de políticas públicas e de atividades específicas para a terceira idade. Nascia no Distrito Federal a capoterapia – capoeira adaptada para a terceira idade – como modalidade lúdica, capaz de atrair pessoas e tirá-las do sedentarismo. “O trabalho com a capoterapia, iniciado por mestre Gilvan em nossa unidade de saúde, aliado a outras atividades que oferecemos, como o tai chi chuan, a dança, as sessões de alongamento e a ‘terapia do abraço’ têm atraído muitos idosos para atividades que são fundamentais para o seu bem-estar físico e psíquico”, explica o coordenador de terapias corporais do Centro de Saúde 7 de Ceilândia, DF, Dr. Geovane Gomes da Silva.

Uma das diferenças da capoeira tradicional para esse novo método está no ritmo e na intensidade. Assim como na capoeira, na capoterapia há a ginga, movimento tradicional da capoeira, e os alunos têm pequenas noções da esquiva, que é o ato de se desviar de um golpe. Mas, evidentemente não há saltos, nem golpes mais contundentes, que possam expor os idosos a acidentes e lesões.

A capoterapia pode ser praticada, inclusive, por cegos, pessoas com déficit mental ou com seqüela motora (cadeirantes). Apenas pessoas com doença cardíaca grave devem evitar, pois nestes casos qualquer esforço físico mais intenso é uma ameaça a sua saúde. Como a maioria dos grupos de capoeira funciona em centros de saúde, os próprios médicos alertam os pacientes sobre a viabilidade ou não de fazer a capoterapia. E, o que é mais importante, na capoterapia há o respeito ao ritmo de cada um e ninguém é obrigado a praticar.  Somente o lhe dá vontade e prazer.

Nas dependências do campus da. Universidade Católica de Brasília em Taguatinga (DF), a prática da capoterapia tem um aliado fervoroso, um defensor entusiasta. É o professor Ronaldo Rodrigues da Silva. Doutor em Educação, ele integra o corpo docente do curso de Graduação em  Educação Física e de Pós-Graduação Lato- Sensu em Educação Física Escolar Ronaldo coordena o LAPEDEF – Laboratório de Práticas Pedagógicas do Curso de Educação. Nessa entrevista, ele fala das iniciativas de sua instituição de ensino no âmbito dos programas de atendimento ao idoso e fala sobre os resultados práticos da capoterapia.

Como o senhor avalia o programa de capoterapia desenvolvido na Católica?

De excelência, pois é reconhecida no Brasil nos programas de extensão em todas as

Universidades do País. Por isso, é uma, atividade com alto nível de procura pela clientela da terceira idade

Quais são os benefícios que a capoterapia tem trazido para o bem estar físico e mental dos idosos atendidos na Católica.

Afetividade pela união dos participantes em grupos e melhorias das qualidades físicas e. mentais. O aspecto social é um ponto forte nesse processo, o prazer, a satisfação e a alegria de poder ocupar seu devido espaço na Física sociedade.

 

As vantagens para o público da terceira idade são inúmeras. Quanto aos benefícios físicos, diminui a dependência química de remédios para hipertensão, diabetes, colesterol. Provoca, ainda, a recuperação do vigor, amplia a força muscular, ocasiona a amplitude dos membros inferiores e superiores, tonicidade muscular. Entre os benefícios sociais da capoterapia estão a integração grupal e a ampliação do círculo de amizades. A “ginga dos mais vividos”, como é chamada a terapia, também é um auxiliar importante no combate à depressão e à solidão, despertando nos praticantes a recuperação da autoestima e do prazer de viver.

Na prática, as aulas de capoterapia se iniciam com uma sessão de aquecimento e alongamento, para preparar a musculatura. Em seguida, vêm as cantigas de roda, quando o grupo canta clássicos da música infantil, como “ciranda ciradinha” e da música popular, como “acorda Maria bonita, levanta vem fazer o café”. As atividades reproduzem rotinas domésticas, como lavar, passar ferro, estender a roupa no varal.

O ideal é que a capoterapia seja praticada de duas a três vezes por semana. Como a Associação Brasileira de Capoterapia ainda não dispõe de multiplicadores em número suficiente para atender a demanda, a entidade está oferecendo cursos de capacitação para formar novos agentes do programa. Além disso, os idosos são estimulados a praticar em casa, sozinhos, os exercícios para os quais são orientados nas vivências de capoterapia.

Dentro da capoterapia, ainda são realizadas algumas terapias como a “Campanha do Abraço”, onde se busca resgatar o senso de cordialidade e a descontração, estimulando as pessoas a trocarem o “calor humano”, em gestos afetivos, como instrumento de valorização do outro. Durante a “Terapia do abraço” ocorre a campanha “Você já abraçou seu filho, hoje?”

Maiores informações 061 34752511 ou 99622511 mestre Gilvan www.capoterapia.com.br

 

 

2ª feira às 08:00h – Centro de Saúde n.º 05 Ceilândia 
2ª feira às 09:00h – SESC de Ceilândia

3ª feira às 07:30h – Centro de Saúde n.º 12 QNQ Debora

3ª feira às 07:30h – Centro de Saúde n.º 07 QNO Mestre Barto
3ª e 5ª feira às 08:00h – Sede da Associação de Capoeira Ladainha 
3ª feira às 08:00h – Associação dos Idosos de Taguatinga / Paradão
4ª feira às 08:00h – Centro de Saúde n.º 02 Praça do Bicalho 
5ª feira às 09:00h – Associação dos Idosos de Taguatinga / Paradão ME
5ª feira às 15:00h – Centro de Convivência da Terceira Idade do Cruzeiro Mestre Aranha
5ª feira às 07:30h – Centro de Saúde 613 sul Mestre Risomar 61 8203-3047 
6ª feira às 08:00h – Praça da Capoterapia – Av. Hélio Prates IL
6ª feira às 09:00h – Universidade Católica de Brasília / Bloco G UnATI

2ª a 6ª feira 16 ás 18 h Centro olímpica parque vaquejada Ceilândia Prof Wilian

3ª e 5ª feira 08 ás 09 h Centro olímpica parque vaquejada Ceilândia Prof Wilian

4ª e 6ª feira 08 ás 11 h Centro olímpica parque vaquejada Ceilândia Prof Wilian
6ª feira às 15:00h – Salão da Igreja São João Bosco – N. Bandeirantes 
6ª feira às 18:00h – Taguaparque Pistão Norte (Administração)

Em breve no Parque da cidade
para sugestão Email: capoterapiabrasil@gmail.com
061 3475-2511 9962-2511 Mestre Gilvan

Capoterapia: a ginga dos mais vividos 2000 vagas gratuitas

Há 12 anos, o capoeirista brasiliense Mestre Gilvan constatou que havia escassez de políticas públicas e de atividades específicas para a terceira idade. Nascia no Distrito Federal a capoterapia – capoeira adaptada para a terceira idade – como modalidade lúdica, capaz de atrair pessoas e tirá-las do sedentarismo. “O trabalho com a capoterapia, iniciado por Mestre Gilvan em nossa unidade de saúde, aliado a outras atividades que oferecemos, como o tai chi chuan, a dança, as sessões de alongamento e a ‘terapia do abraço’ têm atraído muitos idosos para atividades que são fundamentais para o seu bem-estar físico e psíquico”, explica o coordenador de terapias corporais do Centro de Saúde 7 de Ceilândia, DF, Dr. Geovane Gomes da Silva.

Uma das diferenças da capoeira tradicional para esse novo método está no ritmo e na intensidade. Assim como na capoeira, na capoterapia há a ginga, movimento tradicional da capoeira, e os alunos têm pequenas noções da esquiva, que é o ato de se desviar de um golpe. Mas, evidentemente não há saltos, nem golpes mais contundentes, que possam expor os idosos a acidentes e lesões.

A capoterapia pode ser praticada, inclusive, por cegos, pessoas com déficit mental ou com seqüela motora (cadeirantes). Apenas pessoas com doença cardíaca grave devem evitar, pois nestes casos qualquer esforço físico mais intenso é uma ameaça a sua saúde. Como a maioria dos grupos de capoeira funciona em centros de saúde, os próprios médicos alertam os pacientes sobre a viabilidade ou não de fazer a capoterapia. E, o que é mais importante, na capoterapia há o respeito ao ritmo de cada um e ninguém é obrigado a praticar.  Somente o lhe dá vontade e prazer.  “Conheci a capoterapia através do Centro de Saúde, nas atividades para os idosos hipertensos. Minha família concorda com qualquer atividade que eu faça e que me ajude na melhoria de minha saúde. Sempre pratiquei exercícios físicos, só que com menos frequência. Depois me integrei ao grupo e tive vários benefícios, pois é muito bom estar em contato com outras pessoas. Minha vida era boa, só que como estava um pouco parada, o corpo estava travado. Quando a capoterapia apareceu, contribuiu ainda mais no meu desempenho físico. Espero que este programa voltado para os idosos não pare, e dure por muito tempo”, comenta Maria Ferreira de Sousa, 59, que tem seis filhos, doze netos e um bisneto.

As vantagens para o público da terceira idade são inúmeras. Quanto aos benefícios físicos, diminui a dependência química de remédios para hipertensão, diabetes, colesterol. Provoca, ainda, a recuperação do vigor, amplia a força muscular, ocasiona a amplitude dos membros inferiores e superiores, tonicidade muscular. Entre os benefícios sociais da capoterapia estão a integração grupal e a ampliação do círculo de amizades. A “ginga dos mais vividos”, como é chamada a terapia, também é um auxiliar importante no combate à depressão e à solidão, despertando nos praticantes a recuperação da autoestima e do prazer de viver.

“Conheci a capoterapia através da automassagem. Meus filhos acharam bom, pois minha vida era triste, eu me sentia doente, sempre de baixo astral. Não me divertia, não tinha vontade de sair, na verdade não tinha mais vontade de viver e, graças a ela, nós temos uma vida melhor, fazemos sempre novas amizades e nos divertimos muito. Hoje, sou mais alegre, passeio bastante, trabalho e me considero feliz”, relata Antonia Lizarda, 66 anos.

Na prática, as aulas de capoterapia se iniciam com uma sessão de aquecimento e alongamento, para preparar a musculatura. Em seguida, vêm as cantigas de roda, quando o grupo canta clássicos da música infantil, como “ciranda ciradinha” e da música popular, como “acorda Maria bonita, levanta vem fazer o café”. As atividades reproduzem rotinas domésticas, como lavar, passar ferro, estender a roupa no varal.

O ideal é que a capoterapia seja praticada de duas a três vezes por semana. Como a Associação Brasileira de Capoterapia ainda não dispõe de multiplicadores em número suficiente para atender a demanda, a entidade está oferecendo cursos de capacitação para formar novos agentes do programa. Além disso, os idosos são estimulados a praticar em casa, sozinhos, os exercícios para os quais são orientados nas vivências de capoterapia.

Dentro da capoterapia, ainda são realizadas algumas terapias como a “Campanha do Abraço”, onde se busca resgatar o senso de cordialidade e a descontração, estimulando as pessoas a trocarem o “calor humano”, em gestos afetivos, como instrumento de valorização do outro. Durante a “Terapia do abraço” ocorre a campanha “Você já abraçou seu filho, hoje?”

Maiores informações 061 34752511 ou 99622511 Mestre Gilvan www.capoterapia.com.br

Rio: III Capocabana

Associação Brasileira de Capoterapia realiza III Capocabana

A III Copacabana (Capoterapia em Copacabana) será realizada de 19 a 24 de outubro de 2001 na cidade do Rio de Janeiro. A promoção é da Associação Brasileira de Capoterapia, fundada por Mestre Gilvan.

Participarão grupos de terceira idade e capoeiristas do DF, GO e MG, mas a excursão é aberta a pessoas de todas as idades. A viagem inclui passeios a Petrópolis, Corcovado/Cristo Redentor, Pão de Açúcar, Maracanã, Sambódromo.

A programação inclui oficinas de capoterapia nas praias de Ipanema, Copacabana e Leblon, com mestres Gilvan e Cafunga. E muitas brincadeiras, forró e sorteio de brindes.

 

Reserve sua vaga! Inscrições e informações com:

 

a) Mano Lima (61) 9190 4256    e    (61) 8101 0915   mano.lima@yahoo.com.br

b) Sônia e Mestre Gilvan (61) 9962 2511   (61) 3475 2511

c) Mestre Cafunga (38) 3675 1615 e 9996 2790

Brasilia: Idosos comemoraram o Dia Mundial do Abraço na rodoviária

Em comemoração ao Dia Mundial do Abraço, celebrado neste 22 de maio, cerca de 300 idosos do Programa de Capoterapia de Brasilia distribuíram milhares de abraços e sorrisos na entrada do metrô e na plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto na manhã deste sábado.

É o terceiro ano que o grupo aproveita a data para tornar o dia dos passageiros mais feliz.

O evento faz parte do projeto Arte nos trilhos, do Dança no Cinquentenário, com apoio do Metrô-DF e patrocínio da Petrobras. A meta era que cada idoso repetisse o gesto 100 vezes, num total de 30 mil abraços. Segundo o coordenador nacional do Programa de Capoterapia, mestre Gilvan Alves de Andrade, a meta foi superada. “Pela contagem individual, a gente conseguiu muito mais”, comemora.

Membro do grupo desde que foi criado há 12 anos, a aposentada Maria Edinar Modesto, 83 anos, adorou a experiência. “Raras pessoas se afastavam, mas a maioria agradecia os nossos abraços. Teve um moço que até me levantou”, conta, aos risos. “Nossa intenção é estimular as pessoas para que elas esfriem a cabeçam e vivam com menos sofrimento”, explica o aposentado Luiz Coimbra, 71 anos. E foi justamento isso que sentiu o autônomo José Reinaldo Alves, 27, ao ser abraçado pelos idosos. “Me senti privilegiado, é um prazer. Seria bom se fizessem isso todos os fins de semana.”

O que é a capoterapia Criada pelo mestre Gilvan em Brasília no ano de 1998, a capoterapia é uma forma de terapia para idosos por meio da capoeira. Com movimentos leves e lúdicos, a prática visa tornar a atividade física mais prazerosa com todos cantando cantigas de roda ao som do berimbau.

A ideia tornou-se programa nacional e atende mais de 20 mil idosos em 160 municípios.

Capacitação

Na última semana de junho, haverá um curso de formação em capoterapia com 500 vagas para multiplicadores.

Informações pelo telefone (61) 3475-2511 ou pelo site www.capoterapia.com.br

Capoeira ganha força entre os que passaram dos 50

Capoeira: Jogo atlético constituído por um sistema de ataque e defesa, de caráter individual e origem folclórica genuinamente brasileira, surgido entre os escravos procedentes de Angola no Brasil colônia, e que, apesar de intensamente perseguido até as primeiras décadas do século 20, sobreviveu à repressão e hoje se amplia e se institucionaliza como prática desportiva regulamentada.

Terapia ocupacional: Aquela em que se procura desenvolver e aproveitar o interesse do paciente por um determinado trabalho ou ocupação. (Novo Dicionário Aurélio)

A soma dos dois conceitos parecia impensável. Quem iria se tratar praticando golpes ao som do berimbau? Há 10 anos, Gilvan Alves de Andrade, mais conhecido como mestre Gilvan, provou que a mistura de capoeira e terapia dava certo. Em palestras sobre qualidade de vida, ele ensinava a ginga aos visitantes. O trabalho fez sucesso entre o público da terceira idade e ganhou nome de capoterapia. Hoje, a atividade é realizada em 11 pontos do Distrito Federal e ajuda cerca de 22 mil idosos em todo o país.

“É uma atividade bem brasileira e está tirando o idoso de casa. É uma terapia com base na capoeira, mas não cobro saltos nem nada complicado”, explicou o mestre Gilvan. Durante os encontros, os alunos se reúnem em torno do mestre e repetem os movimentos que ele faz. Eles agacham, levantam e se alongam no ritmo de canções tradicionais. Cada um faz o que pode, de acordo com as limitações. A aula termina com palmas e suor escorrendo no rosto dos capoeiristas.

Há cadeiras espalhadas por toda a sala onde Gilvan aplica a terapia, na QNL 30 de Taguatinga, mas ninguém quer ficar sentado por muito tempo. A aposentada Aliete Lima Liberal, 70 anos, sai cedo de casa e pega dois ônibus para não perder a aula. Ela entrou na capoterapia há oito anos e ganhou ânimo para praticar dança de salão, coral e teatro. “Antes disso, eu não vivia, vegetava. Saía para andar e me perdia, tomava remédio para a coluna. Não foi difícil aprender a capoeira, isso faz é bem.”

Pessoas entre 50 e 90 anos procuram a capoterapia para aliviar a artrite, depressão, pressão alta e outros problemas. Quem quer apenas fazer amigos e praticar uma atividade física também está convidado — os encontros são gratuitos e abertos ao público. “O resultado é importante na qualidade de vida e autoestima. O idoso começa a levantar o braço, tirar o pé do chão e daqui a pouco está no meio da roda”, afirmou Gilvan. Não há idade mínima ou máxima para participar, mas é importante que o aluno faça acompanhamento médico.

Adeus, depressão

O maior desafio do mestre Gilvan não é ensinar os passos da capoeira aos idosos, mas tirá-los de casa. O aposentado Luiz Martins, 70 anos, entrou em depressão depois de sofrer descolamento de retina. Ele perdeu a visão de um olho e enxerga pouco com o outro. As sequelas da artrite dificultavam a locomoção. “Era um sofrimento”, resumiu. Tantos problemas tiraram a vontade de Luiz de sair na rua. Incentivado pela esposa, ele experimentou a capoterapia. “No começo, eu não podia fazer todos os movimentos, mas insisti e deu certo. Isso aqui faz bem para o corpo e a mente”, completou. A convivência com o grupo levou embora a depressão e hoje o aposentado se considera mais alegre e comunicativo. “Agora estou na campanha para trazer mais homens para a aula!”, adiantou Luiz. A iniciativa tem fundamento: a maioria dos capoeiristas é mulher. Quando chega na hora da roda, não tem par para todo mundo e as alunas se juntam para dançar.

Os idosos mantêm o contato até fora do horário de aulas. O grupo organiza viagens pelo Brasil e já passou por cidades do Nordeste, Rio de Janeiro e Goiás. Eles se preparam para o próximo destino: Caldas Novas (GO). As viagens com os amigos são um dos programas mais esperados pela aposentada Sílvia Sales, 63 anos. É a chance de conhecer lugares novos, praticar a capoterapia e dançar muito nas festas. “A gente brinca, ri, fala besteira. É uma alegria! E eu gosto muito de balançar o esqueleto”, disse.

Em uma dessas excursões, a aposentada conquistou o título de melhor dançarina do créu graças à elasticidade adquirida na capoterapia e nas aulas de ginástica. Sílvia não para: faz ginástica às segundas, quartas e sextas-feiras e pratica a terapia baseada na capoeira às terças e quintas. Nem se lembra mais da antiga osteoporose e da dor na coluna que assolavam a vida da aposentada. “Passo o dia todo subindo e descendo a escada lá de casa. Faço qualquer movimento!”, revelou. A ginga da capoeira vem dos trabalhadores escravizados no Brasil. No meio de uma roda, duas pessoas executam golpes no ritmo do berimbau. Em 2008, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) registrou a capoeira como patrimônio cultural imaterial brasileiro. Outras 14 tradições do país possuem o título, como o frevo, a Feira de Caruaru, o queijo minas artesanal e o Círio de Nossa Senhora de Nazaré.

Agenda

As aulas de capoterapia são gratuitas e abertas ao público. Para participar, basta ir a um dos locais na hora marcada. Se o visitante gostar, ele preenche uma ficha e vira aluno regular.

SEGUNDA-FEIRA

8h — Centro de Saúde 5 de Ceilândia
9h30 — Igreja São Lucas, Águas Lindas

TERÇA-FEIRA

8h — QNL 30, Conjunto A, Lote 31, Taguatinga
8h — Paradão da QNL/QNJ, Taguatinga

QUARTA-FEIRA

7h30 — Praça do Bicalho, Taguatinga
8h — Galpão Bernardo Sayão, M Norte

QUINTA-FEIRA

8h — QNL 30, Conjunto A, Lote 31, Taguatinga
8h — QNA 39, Taguatinga

SEXTA-FEIRA

8h — Policlínica, Taguatinga Centro
10h — Universidade Católica de Brasília, Taguatinga

 

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/

Mestre Gilvan promove curso de capoterapia para capoeiristas do RJ

O criador da Capoterapia – capoeira da terceira-idade – e presidente fundador da Associação Brasileira de Capoterapia, Mestre Gilvan estará com sua equipe no Rio de Janeiro nos dias 28, 29 e 30 de novembro. O objetivo da visita é ministrar o curso Prático e Teórico de Capoterapia.

Participam da caravana 50 idosos que freqüentam os grupos de Capoterapia em centros de saúde e ongs do Distrito Federal. O curso é aberto a capoeiristas e não capoeiristas. A organização do evento está a cargo do Mestre Gilvan (61) 9962 2511 e do jornalista Mano Lima (61) 8407 7960. A atividade tem o apoio dos mestres Bogado, Hulk e Teacher e de entidades de capoeira do RJ.

PROGRAMAÇÃO

Instrutor – Gilvan Alves de Andrade, Mestre Gilvan, Fundador da Associação Brasileira de Capoterapia e idealizador da Capoterapia

Carga Horária – 20 horas, sendo 16 práticas e 4 teóricas.

Público-Alvo: capoeiristas, professores de educação física, terapeutas corporais, arte-educadores e demais profissionais que atuam com terceira-idade.

Idade mínima: 16 anos

Local: Praia de Copacabana (à altura do hotel Copacabana Palace)

Dias: 28 e 29/11 (praia de copacabana) e 30/11/2008 (parte teórica no SMEL BARRA)

Inscrição: Capoeiristas são isentos. Os demais interessados devem pagar R$ 120,00 reais no local.

Certificado que habilita pra o exercício da atividade de capoterapeuta: r$ 120,00 (para capoeiristas e não capoeiristas)

Informações: Mano Lima – (61) 8407 7960, mestre em Educação, www.dicionariocapoeira.com. Coordenador do Canal E. Repórter do "Caderno Educação", www.temnoticia.com.br e www.portalcapoeira.com.

Mano Lima – (61) 8407 7960, mestre em Educação, www.dicionariocapoeira.com. Coordenador do Canal E. Repórter do "Caderno Educação", www.temnoticia.com.br e www.portalcapoeira.com.

Capocabana: idosos do DF fazem aulão na orla carioca

Associação Brasileira de Capoterapia realiza o curso para capoeiristas que desejam atuar com terceira idade

Uma caravana de grupos de terceira idade do Distrito Federal visita o Rio de Janeiro de 28 a 30 de novembro. Mas não é apenas mais um passeio turístico. Eles participarão da demonstração prática do curso de Capoterapia, que será ministrado por Mestre Gilvan, idealizador dessa terapia e presidente da Associação Brasileira de Capoterapia (ABC).

Com 15 horas de duração, o curso terá a participação de 50 idosos que freqüentam, na capital federal, oficinas de capoterapia em centros de saúde, ongs e instituições de ensino. Durante o curso, serão qualificados e licenciados para atuação, profissionais interessados em difundir a proposta da capoterapia em sua região.

Promovido pela ABC, o Capocabana – como está sendo chamado o curso – acontecerá na orla carioca e nas dependências do Sesc Ramos, onde ocorre a parte teórica. O evento tem o apoio da Federação de Capoeira Desportiva do Rio de Janeiro. Confira a programação e conheça mais o trabalho da ABC no site www.capoterapia.com. Inscreva-se e não deixe de participar desse importante curso.

Programação do Curso Teórico e Prático de Capoterapia

28 de novembro, sexta

18 h – Aulão de Capoterapia em Copacabana (em frente ao Copacabana Palace)

Dia 29 de novembro, sábado

9 as 12 h – Aulão de Capoterapia em Ipanema (em frente ao Barril)

14 às 19 h – Curso de Capoterapia no SESC Ramos

Dia 30 de novembro, domingo

9 às 12 h – Capoterapia em Copacabana (em frente ao Copacabana Palace)

Informações e inscrições

GILVAN ALVES DE ANDRADE
Presidente da ABC (61) 9962 2511 – 3475 2511

MANO LIMA
Assessor de Comunicação da Associação de Capoeira Ladainha
(61) 8407 7960 – mano.lima@yahoo.com.br

Aconteceu: 3ª CBC – Conferência Brasileira De Capoterapia do Distrito Federal

A CAPOTERAPIA é uma terapia utilizando o lúdico da capoeira, idealizado pelo Mestre Gilvan, em Brasilia DF Devido ao sedentarismo dos grandes centros, aliado às doenças cardiovasculares e respiratórias, ser o grande responsável pela mortalidade entre os mais vividos. Doenças como a arteriosclerose e a artrite, entre outras, podem ser evitadas, ou mesmo tratadas, a partir da prática orientada de exercícios físicos. A prática de esportes, com ênfase nos seus aspectos terapêuticos e de estímulo à prática socializante, tem se revelado como um poderoso instrumento para proporcionar o bem estar físico e espiritual e a própria felicidade aos idosos, num momento tão particular de suas vidas, onde o convívio familiar lhes impõe um certo isolamento natural. A capoeira, em particular, trabalhada na perspectiva de respeitar as condições físicas próprias da terceira idade, pode se converter num eficaz meio de valorização da vida social dos idosos, fazendo do seu ambiente um pólo catalisador e irradiador de cidadania. Período de implementação da Capoterapia: O Projeto Capoeira para Terceira Idade nasceu em 1998, através do Projeto “Capoeira para Todos”, adaptando-se os movimentos da modalidade esportiva e musical (capoeira) para a Capoterapia. Nestes seis anos vem se expandindo pelas cidades de Ceilândia, Taguatinga e através de Oficinas, em outras cidades do Distrito Federal e entorno. “Saúde não é tudo, mas tudo não é nada sem saúde. (Schopenhaver).
Para compreendermos o significado da Capoterapia é muito importante conhecermos as suas raízes históricas, vinculadas à capoeira.

Não há nada que tenha mais a cara deste país do que a capoeira. Ela é a pura ginástica brasileira, estruturada na história escravista, escrita com sangue e suor, e promovida como arte marcial, esporte, desporto e luta.

"O impossível é apenas mais um desafio"

Mestre Gilvan

 

 

 

 

 

 

 

 

PROGRAMAÇÃO

DIA 22/08 quarta-feira às 9h
ATIVIDADE: Sessão solene alusiva à III CBC
LOCAL: Plenária da Câmara Legislativa do Distrito Federal
PROPOSTA: Dep. Distrital Érika Kokay

Às 15:00 h ATIVIDADE: Entrega de lenços da turma da Capoterapia / Deficientes Mentais
LOCAL: Hospital São Vicente de Paula – Taguatinga Sul

Às 19:30 h ATIVIDADE: Laboratório e troca de experiências da Capoterapia com participantes do evento.
LOCAL: Sede da Ladainha, Av. Helio Prates, QNL 30 Cj A Lt 31/33 Taguatinga Norte.

DIA 23/08 quinta-feira às 8:30h
ATIVIDADE: 3º Seminário de Capoterapia
LOCAL: Auditório dos Pioneiros da Administração Regional de Taguatinga
PALESTRANTES: Regina Caetano / SESC; Prof.º Ronaldo Rodrigues / UCB; Dr.º Giovanne / Geriatra; Vera / GVI; Mª. Nazaré / Hospital São Vicente de Paula; Biblioteca Braille; Projeto “Vida Saudável” / Ministério do Esporte e Ministério da Cultura;

Às 14h ATIVIDADE: Vivência da Capoterapia
LOCAL: SESC Taguatinga Norte

Às 16h ATIVIDADE: Entrega de lenços dos alunos(as) da Biblioteca Braille / DV – “Enxergando Melhor com a Capoterapia”.
LOCAL: Teatro da Praça – Taguatinga Centro

Às 19:00 h ATIVIDADE: Exposição da Fotogaleria
às 19:30 h ATIVIDADE: Vivência da Capoterapia c/ tema Terapia do Abraço
Às 20:00 h ATIVIDADE: Roda de Capoeira com grupos do Distrito Federal e entorno
LOCAL: Taguatinga Shopping – Pistão Sul

DIA 24, 25 e 26/08
ATIVIDADE: 1º Encontro Nacional da Capoterapia
LOCAL: Hotel Villas diRoma – Caldas Novas GO

DIA 24/08 SAÍDA: sexta-feira às 7:00 h Nene´s Shopping Taguatinga Centro
CHEGADA : 13:00 h
19:00 h – Vivência da Capoterapia c/ tema Terapia do Abraço no Centro de Convenções do Hotel;
21:00 h – Seresta

DIA 25/08 sábado
7:30 h – Hidrocapoterapia na piscina do Hotel
10:00 h – Oficina de Maculelê
12:00 h – Almoço
14:00 h – LIVRE
17:00 h – Laboratório e troca de experiências com os participantes do evento
20:00 h – Vivência da Capoterapia na Feira do Artesanato – Centro
21:00 h – Seresta
DIA 26/08 Domingo
7:30 h – Hidrocapoterapia na piscina do Hotel
10:00 h – Aulão de capoterapia com todos os participantes
11:00 h – Avaliação e entrega de certificados aos participantes
12:00 h – Almoço
13:30 h – SAÍDA do Hotel
18:00 h – CHEGADA em BSB

www.capoterapia.com
http://www.8p.com.br/capoterapia/flog/

SECRETARIA NACIONAL

Associação de Capoeira Ladainha e Associação Brasileira de Capoterapia
Av. Helio Prates, QNL 30 Conjunto “A” Lotes 31/33 Taguatinga Norte / DF CEP:72162-301 Telefones 0xx61 34752511/2160/9962-2511 Mestre Gilvan
ladainhacapoeira@globo.com

Brasilia: Capoterapia ajuda no equilíbrio

O som do berimbau é o sinal de que a aula vai começar. As palmas dos alunos revelam a motivação para o que vem a seguir. Em pouco tempo, todos já estão de pé, prontos para formar um círculo e fazer, durante cerca de 40 minutos, os exercícios da capoterapia. Criada por Gilvan Alves, subsecretário de Cultura de Taguatinga, a terapia adapta movimentos da capoeira para os alunos do curso, todos deficientes visuais.
Há cerca de dois meses, a aula é realizada às quintas-feiras, na Biblioteca Braile de Taguatinga, próxima à Praça do Relógio. Alongamento, música e canto fazem parte das atividades propostas pelo Mestre Gilvan, como é chamado pelos alunos. Todos os exercícios remetem a atividades corriqueiras, como lavar roupas e estender as peças no varal. “A terapia não exige tecnicamente os movimentos da capoeira”, afirma o criador da modalidade. Mas são suficientes para alegrar os alunos que participam da dança.
“A dificuldade do deficiente visual para fazer atividade física é muito grande”, afirma Rosilene Caires, aluna de capoterapia. Ela conta que os exercícios que aprendeu ajudaram a dar mais equilíbrio ao corpo. Desde que as aulas começaram, Rosilene não perdeu uma sequer. A animação da aluna pode ser percebida em poucos minutos: após o alongamento inicial, ela já coloca os sapatos de lado e se concentra nos exercícios seguintes.
 
“Além de melhorar o desempenho físico, é uma família que a gente ganha”, afirma Nelci Maria Mota, integrante do grupo da terceira idade que também tem aulas de capoterapia. No final da aula, o mestre recita um pequeno texto sobre a importância do abraço: “Abraçar rejuvenesce, não tem efeitos colaterais indesejáveis e é um remédio milagroso”. A aula de termina com um longo abraço entre os alunos.
 
 
Fonte: Tribuna do Brasil – http://www.tribunadobrasil.com.br
Data: 27 de abril de 2007

DF – Mestre Gilvan & Censo Cultural 2007

TAGUATINGA FAZ O CENSO CULTURAL
 
A Divisão Regional de Cultura de Taguatinga (DRC/RAIII), inicia apartir do dia 12/02 a primeira fase do Censo Cultural de 2007, que tem como objetivo fazer um mapeamento de quem trabalha com a cultura no Distrito Federal e entorno, nesta fase estarão sendo cadastrados artistas plásticos, atores, dançarinos, músicos, compositores, poetas, escritores, artesãos, designer, cartunistas, artistas gráficos e quem trabalham com vídeos.
 
Após a primeira fase, mais duas etapas estão previstas, estas com o objetivo de mapear 1º – “Quais as instituições e empresas que incentivam a cultura no DF”, 2º- “Quais são os fornecedores de insumos para o mercado Cultural”, ainda sem data prevista e 3º – A volta da implantação dos Projetos: “Empresa Amiga da Cultura” e “Despertar da Arte”.
 
A DRC de Taguatinga quer saber quem trabalha com cultura no DF, quem incentiva e quem oferece produtos e serviços a esses artistas afirma o novo Diretor de Cultura Gilvan Alves de Andrade – Mestre Gilvan, as informações do Censo Cultural assim como outras informações farão parte de um grande banco de informações culturais que ficará a disposição do público em geral.
 
Para fazerem parte do Censo Cultural os artistas devem procurar a DRC, Área Especial Central, Praça do Relógio de Taguatinga.
Telefone: 3451-2571/99622511
 
“Cultura é um bom negócio”