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Vapor de Cachoeira não navega mais

O vapor de Cachoeira do verso de Caetano Veloso é uma lembrança nostálgica de um navio que ligava Salvador ao Recôncavo Baiano. Lançado em 1819, um grande feito para a época, o vapor de Cachoeira não volta nunca mais. Já o de Carlinhos Cachoeira apenas sofreu uma avaria. Pode voltar em forma de submarino ou qualquer embarcação anfíbia.

O vapor de Cachoeira tinha muitos dos defeitos e mais poder que alguns partidos políticos. Tinha bancada parlamentar, acesso e contatos no governo, preenchia cargos e influenciava a promoção de coronéis da Polícia Militar. Os fragmentos de gravações indicam também que Cachoeira tinha algo mais do que os partidos pequenos: um esquema de informação próprio que vazava escândalos para a imprensa, com a esperança de moldar imagens na opinião pública.

Pode-se argumentar que, ao contrário dos partidos, Carlos Cachoeira não tinha um programa. Não havia nada escrito porque não precisava. Programas, dizia o velho Brizola, também podem ser comprados. Cachoeira nunca se interessou em comprar um. Mas é exatamente a prática cotidiana no vácuo de propostas políticas reais que torna o partido de Cachoeira um novo tipo de ator no cenário nacional. A forma como articulou a bancada de Goiás, suprapartidariamente, é inédita. O projeto de regulamentação da loteria que lhe interessava partiu de um senador, foi relatado por um deputado e ainda dependeria da supervisão de Demóstenes Torres.

Num único momento parlamentar, senti a bancada goiana atuar em conjunto. Foi para derrubar um projeto de Eduardo Jorge e meu que proibia o amianto no Brasil. Era um movimento contrário ao que penso, mas não posso negar seu caráter democrático nem a preocupação legítima com os interesses de seus eleitores. Goiás tem mina de amianto em Minaçu e os deputados temiam o desemprego e o declínio econômico na cidade.

Não se conhece, fora de Goiás, a extensão da influência de Cachoeira. A verdade é que nenhum órgão de imprensa foi lá conversar com as pessoas, sentir a atmosfera, indagar sobre as forças típicas do Estado. Confesso que tenho mais perguntas que respostas. Um esquema tão intrincado e complexo merece um estudo maior, que só a íntegra das gravações pode esclarecer – ou, ao menos, indicar pistas.

E o Demóstenes, hein? É a pergunta que todos fazem na rua, resignados com o peso do argumento de que todos os políticos são iguais, até mesmo os que incluem a dimensão ética em sua atuação parlamentar. O desgaste que ele produziu na oposição é arrasador. Não se limita ao célebre “são todos iguais”. Avança para outra constatação mais perigosa: se os críticos são como Demóstenes, toda a roubalheira denunciada por eles não passa de maquinação. A sincera constatação popular “são todos iguais” torna-se um dínamo para múltiplas conclusões políticas. A mais esperta delas é: logo, são todos inocentes.

Depois de tudo o que Demóstenes fez, a partir do fragmentos ouvidos, eram inevitáveis as mais variadas repercussões no cotidiano político, em ano de eleição.

O esquema, no conjunto, precisa ser conhecido e pode ser iluminado por uma CPI. Carlos Cachoeira tinha influência nos governos de Goiás e de Brasília, detinha um poder regional. Era bem mais que um bicheiro. Apresentá-lo assim, desde o início, não combinava com o tipo clássico consagrado pela ficção: camisa aberta no peito, colar de ouro, mulatas deslumbrantes, amor à sua escola de samba. Cachoeira, além dos negócios legais, já usava a internet como ferramenta. Organizava loterias federais, disputava a bilhetagem eletrônica no transporte coletivo e mantinha um site de jogos, hospedado na Irlanda.

Ele usa muito melhor os instrumentos do seu tempo do que os bicheiros tradicionais, com seus anotadores sentados em caixotes, esperando a chegada da polícia em nova campanha contra o jogo do bicho, dessas que sempre morrem na próxima esquina, ou na próxima manchete. Os bicheiros sempre desconfiaram da legalização porque tinham medo da pesada concorrência que as novas circunstâncias trariam.

Empresário da era eletrônica, Cachoeira tinha um partido sem programa e decidiu legalizar seu negócio de forma que bicheiros tradicionais nem sequer sonhavam: escrevendo a lei, mobilizando a sua bancada, cuidando da tramitação, dos detalhes formais, garantindo a supremacia no futuro.

Cachoeira tem negócios clandestinos e legais. A maneira como se organizou para tocá-los é típica do pragmatismo de muitos partidos políticos: buscar a proximidade com o governo. Sua proposta era deslocar Demóstenes para o PMDB e aproximá-lo do Planalto. Houve algumas conversas sobre isso nas eleições de 2010. Para Demóstenes seria a morte política por incoerência, talvez mais suave que o atropelamento súbito pelos fatos.

Apesar de sua prisão e da desgraça de Demóstenes, Cachoeira continuou desdobrando a tática de aproximação. Tanto ele como Demóstenes escolheram advogados que, além de sua competência, são amigos íntimos do governo. Uma escolha desse tipo nunca é só técnica. É também política. Representa uma bandeira branca de quem não busca conflitos e anseia por uma saída controlada para um escândalo que ameaça governos do PSDB e do PT.

Leis são como salsichas, é melhor não ver como são feitas. Essa célebre frase atribuída a Bismarck é uma constante na crítica aos Parlamentos. Em caso de um escândalo de intoxicação alimentar, é importante saber como foram feitas. Se Carlinhos Cachoeira foi capaz de criar suas leis, aprovando-as no âmbito estadual e levando-as à esfera nacional, o que não podem outros grupos poderosos e articulados?

Essa vulnerabilidade da democracia, de um modo geral, se torna uma inquietação alarmante no caso singular do Brasil. O momento aponta para a desaparição dos partidos programáticos e abre o caminho para os núcleos de todo tipo, principalmente o partido de tirar partido.

 

FONTE: O ESTADO DE S. PAULO

 

O vapor da cachoeira
Não navega mais pro mar.
Levanta a corda, bate o búzio,
Nós queremos navegar.
Ai, ai, ai, nós queremos navegar.
Minha mãe não quer
Que eu vá lá na casa
Do meu amor.
Vou perguntar pra ela
Se ela nunca namorou.
Ai, ai, ai, se ela nunca namorou.
Eu não sei se corro pro campo
Ou se corro pra cidade.
Mas onde quer que eu vá
Vou cheinho de saudade.
Se eu escrevesse na água
Como escrevo na areia,
Escreveria seu nome
No sangue da minha veia.
Lá, iá, iá, nós queremos navegar

3ª Caminhada em Homenagem aos Mestres da Tradição Afro-brasileira ressalta a força das matriarcas negras


Afoxé Asè Omo Odé, casas de Candomblé e Umbanda de Goiás, grupos de Capoeira e Congada reverenciam três importantes mestres: Pai João de Abuque, Mestre Bimba e Mestre Pastinha; destacam a história do capoeirista Manoel Pio de Sales (Mestre Sabu) e reconhecem a luta e a coragem de duas matriarcas negras de Goiás: Maria Dalva Mendonça e Maria José Alves, em uma grande caminhada no dia 17 de setembro, a partir das 15h, no Setor Pedro Ludovico

Nas culturas e religiosidades de matriz africana, os anciãos e as anciãs ensinam o tempo todo. Em situações do cotidiano, transmitem aos mais novos seus saberes e valores, e assim esse aprendizado é assimilado, principalmente por que alguns detalhes só se aprendem com a prática coletiva. Com o objetivo de reconhecer e valorizar a atuação desses mestres e mestras é que a Associação Desportiva e Cultural de Capoeira Mestre Bimba realiza no próximo dia 17 de setembro (sábado), a partir das 15h, a terceira edição da Caminhada em Homenagem aos Mestres da Tradição Afro-brasileira.

A atividade é aberta ao público e reúne membros do Afoxé Asè Omo Odé, casas de Candomblé e Umbanda de Goiás, grupos de Capoeira e Congada Ilé Ibá Ibomim (Casa de Pai João de Abuque, na rua 1059, quadra 134, lote 04), que de lá saem em cortejo pelas principais ruas do Setor Pedro Ludovico (rua 1064 e Avenida Circular), relembrando e celebrando música e dança a história de mestres e mestras.

O cortejo retorna à Rua 1059, e em frente à Casa de Pai João de Abuque será realizado o encerramento do evento, com uma programação cultural que inclui o show “Divas Negras”, com as cantoras Clécia Santana, Henusa Mendonça e Janaína Soldera; shows das bandas “Visual Ilê” e a “A trilha” e apresentações de capoeira e samba de roda.

 

GUARDIÕES DA CULTURA

Por meio da tradição oral, mestres e mestras transmitem suas orientações sobre a vida, ensinam a importância de relembrar os antepassados, homens e mulheres que são as raízes nas quais a população negra busca a força para dar continuidade a sua história de luta e resistência. Por sua sabedoria, sua experiência de vida, e as memórias que carregam e partilham, é que são considerados guardiões e guardiãs do saber, dessa herança que trazem dentro si.

Como ocorre já pelo terceiro ano consecutivo, a Caminhada em Homenagem aos Mestres da Tradição Afrobrasileira resgata a história de Pai João de Abuque (mais antigo babalorixá e primeiro ancestral do candomblé goiano); Mestre Bimba (o criador da capoeira regional) e Mestre Pastinha (um dos ícones da capoeira angola). Este ano também reverência Manoel Pio Sales – Mestre Sabu (pioneiro da capoeira angola no Estado), e destaca a história de vida e luta de duas mulheres negras, como Maria Dalva Mendonça (matriarca do Movimento Negro em Goiás e fundadora da Comunidade Visual Ilê) e Maria José Alves (em memória – uma das matriarcas das congadas de Goiás).

“Homenagear nossos ancestrais, e este ano em especial as mulheres significa reverenciar a própria cultura afro-brasileira em Goiás. Precisamos falar desses mestres e mestras, pois sem eles não estaríamos aqui hoje. E sem dúvida, a atuação de Dona Dalva e Dona Maria José revelam a coragem e a resistência das mulheres negras”, enfatiza Luis Lopes Machado (Mestre Luizinho), filho de Mestre Bimba e organizador da caminhada.

 

MESTRES E MESTRAS DA TRADIÇÃO AFRO-BRASILEIRA

Maria Dalva Mendonça

Nascida em Pires do Rio. Ela fala com orgulho de suas origens africanas (Angolana) e indígenas (Tapuia). Fundadora da Comunidade Visual Ilê e da Escola de Samba Flora do Vale, Dona Dalva, como é conhecida, é figura importante do movimento negro e de mulheres, do samba, das congadas e das religiões de matriz africana no Estado.

Dona Maria José Alves (em memória)

Natural de Catalão/GO, um das matriarcas das congadas de Goiás, teve uma atuação significativa em vários movimentos sociais (de mulheres, negros, idosos e trabalhadores). Foi também uma das fundadoras da Pastoral do Negro e assumiu diversas funções de liderança na Vila João Vaz, onde estava especialmente à frente da Festa do Rosário e da Congada.

Manoel Pio de Sales (Mestre Sabu)

Nasceu na Cidade de Goiás, viveu por 20 anos em Salvador e foi o pioneiro da Capoeira Angola no Estado. Sempre imponente em seu terno branco, Mestre Sabu é sem dúvida a figura de um valente, daquele que usa da mandinga para superar com dignidade os desafios que surgem em seu caminho.

Pai João de Abuque

Em sua casa de candomblé foram iniciados muitos filhos-de-santo, tantos que nem lembrava mais quantos. E são esses filhos e filhas que hoje dão continuidade à herança deixada por esse mestre, mantém o Ilè Iba Ibomim e também o Afoxé Asè Omo Odé, bloco criado na década de 1990 que levou a tradição afro-brasileira para os carnavais d Goiânia. E ainda hoje, persiste em levar às ruas e palcos as bênçãos dessa religiosidade e a história de seus antepassados, em especial Pai João de Abuque, que em setembro de 2006, tornou-se o primeiro ancestral do candomblé goiano.

Mestre Bimba

Foi um homem a frente do seu tempo. Imaginava e acreditava na expansão da capoeira. E se hoje outros mestres estão pelo mundo afora ensinando essa filosofia de vida, eles devem muito a luta de Manoel dos Reis Machado, mais conhecido como Mestre Bimba, que nos anos de 1930 defendeu o reconhecimento da capoeira regional e da tradição de matriz africana. Faleceu em fevereiro de 1974, em Goiânia. Mas permanece vivo na memória e na continuidade que seus discípulos e filhos, entre eles Luiz Lopes Machado (Mestre Luizinho) dão ao seu exemplo de vida e luta.

Mestre Pastinha

Considerado o guardião da capoeira tradicional, Vicente Joaquim Ferreira Pastinha (Mestre Pastinha) considerava a capoeira não apenas uma luta, mas uma forma específica de ser e estar no mundo. Por isso, destacou o aspecto esportivo e lúdico da capoeira, definindo as regras, os cantos, a utilização dos instrumentos e a hierarquia dentro do jogo. Falecido em novembro de 1981, seus ensinamentos continuam nas rodas de capoeira e na atuação de novos mestres que mantém essa importante expressão cultural afro-brasileira.

 

MEMÓRIA E RESISTÊNCIA

A 3ª Caminhada em Homenagem aos Mestres da Tradição representa o desejo e o empenho em manter vivas as tradições de matriz africana, e principalmente, o exemplo de resistência de mestres e antepassados. E exatamente com esse objetivo é que em 1999, Luiz Lopes Machado (Mestre Luizinho, filho caçula de Mestre Bimba) criou a Associação Desportiva e Cultural de Capoeira Mestre Bimba, e desde então desenvolve atividades e projetos que promovam e divulguem a cultura e religiosidade afrobrasileira em Goiás.

Mestre Luizinho destaca ainda que a Caminhada é realizada  “em memória e em reverência a esses mestres e mestras de ontem e de hoje, que pelo som dos atabaques, pelas expressões corporais, pelos ritmos, pelos signos e valores de nossa religiosidade, pelas cores e estampas que o Afoxé Asè Omo Odé e várias expressões culturais e religiosas afro-brasileiras levarão para as ruas de Goiânia a beleza e a força da ancestralidade negra”.

Para realização desta terceira caminhada, a Associação Desportiva e Cultural de Capoeira Mestre Bimba tem como parceiros: Pontão de Cultura República do Cerrado, Belcar Caminhões, Secretaria de Estado de Políticas Públicas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial (Semira), Assessoria Especial de Políticas Públicas para a Igualdade Racial da Prefeitura de Goiânia (Asppir), Canela di Ema Produções, OlhO Comunicação Estratégica, Grupo Calunga de Capoeira Angola, Agência Goiana de Cultura Pedro Ludovico Teixeira (AGEPEL), Grupo de Capoeira Angola Barravento, DJ Claudinho, Sindicato dos Docentes da UFG (Adufg) e Faculdade de Comunicação e Biblioteconomia da UFG (Facomb).

 

Serviço:

3ª Caminhada em homenagem aos mestres da tradição afrobrasileira

Data: 17 de setembro

Horário: 15 horas

Percurso: Saída do Ilè Ibá Ibomim (Casa de Pai João de Abuque)

Rua 1059, quadra. 134, lote 04, St. Pedro Ludovico

Mais Informações: Janaína Gomes (62) 8522-2792/ Ceiça Ferreira (62) 8191-2122

Anexo fotos de 2010 (Crédito: Ana Rita Vidica, José Jair Bazán e Gabriel Moreira Paiva).

Assessoria de Imprensa: OlhO Comunicação Estratégica Fone: (62) 3541-5960 Celular: (62) 8445-2741Site: www.olhocomunica.com.brTwitter: twitter/OlhOComunica

Nota de Falecimento: Mestre Osvaldo de Souza

Aos 30 dias do mes de maio de 2009, morre na cidade de Goiânia o Mestre Osvaldo de Souza, depois de lutar contra um cancer que iniciou na próstata e se generalizou por todo o corpo.

Mestre Osvaldo, foi quem trouxe para Goiânia na década de 70 o Mestre Bimba, e era considerado por muitos alunos do Mestre como traidor mas, por outros como aquele que alavancou as frontreiras da capoeira Regional um dos pioneiros da Capoeira em Goiás o Mestre escreveu livros e formou muitos capoeiristas, deixando assim uma lacuna na Capoeira de Goiàs.

Fica aqui os votos de gratidão Mestre, por tudo que fez pela Capoeira de Goiás.

Axé Mestre!!!

Capoeira Luanda
C/Mestre Apache
C/Mestre Guerreiro

Entrevista Mestre Suino

Elto Pereira de Brito, Mestre Suino, presidente fundador do Grupo Candeias, em entrevista exclusiva ao Portal Capoeira realizada em Lisboa durante o 10º Festival Internacional de Capoeira do Grupo Alto Astral (Contra-mestre Marco Antonio).

Para ouvir a entrevista com o Mestre Suino, clique aqui.

Breve Histórico do Grupo Candeias:

SEU INICIO
O Grupo Candeias nasceu no clube SESC do setor Universitário, aqui mesmo em Goiânia, em 1977. Seu primeiro professor foi Carlos Antônio (Carlinhos Chuchu), e seu primeiro nome: “Grupo de Capoeira Anglo-Regional”. Seus primeiros alunos foram comerciários e filhos de comerciários, pessoas pobres, oriundas dos bairros de classe baixa.

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Agenda – Goiás: “Vive Capoeira” começa hoje

A 10ª edição do Goiás Vive Capoeira tem início hoje, às 18 horas, no Clube Jaó. A previsão é de que cerca de 350 capoeiristas de Goiás, Distrito Federal, Bahia, Mato Grosso e São Paulo participem do evento, que tem apoio da Agência Goiana de Esporte e Lazer (Agel) e da Federação de Capoeira do Estado de Goiás. 
A organização é do contra-mestre Santiago Pereira Gomes, o contra-mestre Lacraia.
 
A programação do encontro, a partir das 18 horas todos os dias, prevê para hoje  torneio infantil, até 12 anos; sexta-feira, apresentação do Colégio Ciem (antigo Porto Seguro), as duas atividades com entrada franca. Sábado haverá abertura oficial do Torneio Olinverno, do Clube Jaó, com apresentação da entidade Terra Fértil, entrega de cordas.
 
O ingresso corresponde a um quilo de alimento não perecível.

Goiás: Festival de Capoeira da Mulher tem apoio da Agel

Com apoio da Agência Goiana de Esporte e Lazer e da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, vai ser realizado neste final de semana, em Goiânia, o 4º Festival Nacional de Capoeira da Mulher. Disputado na Praça de Esportes do Setor dos Funcionários, o evento faz parte das festividades em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, e começa no sábado, 10, às 14 horas.
Quem quiser participar pode se inscrever no próprio sábado, antes da disputa. Além das premiações, vão ser distribuídos brindes e sorteados kits de beleza. De acordo com o presidente da Federação Goiana de Capoeira, João Salustriano Pereira, conhecido como Mestre Pança, a expectativa é de que 200 atletas mulheres participem do festival nas categorias infantil, juvenil, adulto, sênior e master.
No domingo, 11, o evento começa às 8 horas.
 
Outras informações: (62) 3218-1377.
  
http://www.noticiasdegoias.go.gov.br/index.php?idMateria=17863
Goiás Agora

Aconteceu: Goiás – Festival de Capoeira da Mulher

Festival de Capoeira da Mulher, Goiás em Ação…
 
 
A Liga Grande Goiania de Capoeira realizou o Festival de Capoeira da Mulher, em homenagem ao dia Internacional da Mulher.
Iniciativas como estas são importantes para a capoeira, pois demostram a força e a inclusão da mulher dentro do universo da capoeira…
 

Congresso Goiano de Capoeira – 2006

CONFIRMAMOS E CONVIDAMOS
todos os interessados para participar do CONGRESSO GOIANO DE CAPOEIRA, a ser realizado no dia 4 de março de 2006, na Assembléia Legislativa, em Goiânia-GO, no horário de 8 às 18:00 horas.
 
PROGRAMAÇÃO:
 

8:00 – Solenidade de abertura.
9:00 – Palestra: A Capoeira em Goiás – Palestrantes convidados: M. Sabu, M. Osvaldo, M. Pança; M. Luizinho;
10:00 – Palestra: O Código Goiano da Capoeira – Palestrantes: M. Ilustre, M. Pena Negra, M. Cacique;
11:00 – Palestra: O Sistema Nacional Desportivo da Capoeira – Palestrante: M. Neguinho (Pres. CBC)
12:00 – Almoço
14:00 – Apresentação de propostas das 8 ligas regionais de Goiás sobre o tema: "ORGANIZAÇÃO E AMPLIAÇÃO DA CAPOEIRA EM GOIÁS"
16:30 – Votação das propostas e sistematição do documento final.
17:30 – Solenidade de encerramento.
 
REALIZAÇÃO:
 
SISTEMA DESPORTIVO DA CAPOEIRA DE GOIÁS
Federação de Capoeira de Goiás
Liga de Capoeira da Região da Grande Goiânia
Liga de Capoeira da Região Norte de Goiás
Liga de Capoeira da Região Noroeste de Goiás
Liga de Capoeira da Região Centro de Goiás
Liga de Capoeira da Região Leste de Goiás
Liga de Capoeira da Região Sudoeste de Goiás
Liga de Capoeira da Região Sul de Goiás
Associção de Professores de Capoeira de Goiás
Associção de Arbitros de Capoeira de Goiás
Associações e entidades de Prática Filiados
 
APOIO:
 

Governo do Estado de Goiás
Prefeitura de Goiânia
Assembleia Legislativa de Goiás
Câmara Municipal de Goiânia
Agência Goiana de Esporte e Lazer
Secretaria Municipal de Esporte e Lazer de Goiânia
Confederação Brasileira de Capoeira
CREF7/Seccional de Goiás

GOIÁS PERDE UM DOS SEUS GRANDES LÍDERES: MORREU MESTRE ZUMBI

 
Após dedicar sua vida em prol da capoeira, Mestre Zumbi (48 anos) morre em Goiânia, por complicações de saúde.
Mestre Zumbi foi um grande ativista da capoeira em Goiás, ensinou a capoeira a milhares de alunos, formou dezenas de professores, realizou shows, campeonatos e batizados. < /DIV>
Foi diretor fundador da Federação Goiana de Capoeira.
Era ligado ao Mestre Suassuna, através do Grupo Cordão de Ouro.
Seus amigos, alunos e admiradores prestaram homenagem ao Mestre nos seus últimos momentos.
 
Salve Mestre Zumbi!
 
Obrigado!!!!!

Um dicionário para a capoeira

A capoeira ganhou um Dicionário…
A obra, do jornalista Mano Lima, será lançada no dia 21 de julho, durante o IX Congresso de Educação do Sindicato das Escolas Particulares, realizado no Hotel Nacional, em Brasília.
 
O Dicionário foi produzido a partir de pesquisa bibliográfica, eletrônica (sites) e oral (com mestres de capoeira) de vários estados sobre termos e expressões usadas na capoeira. O Dicionário tem 10.30 verbetes, 23 dos quais conceituam a palavra capoeira. O autor entrevistou mestres de São Paulo, Bahia, Goiás, Distrito Federal, entre os quais Bamba, Saci, Gildo Alfinete, Squisito, Zulu e Suíno.
 
A obra é prefaciada pelo Ministro dos Esportes e tem textos de recomendação dos mestres Bamba (Bahia), Suíno (Goiás), Squisito e Zulu (DF). Segundo Agnelo, o dicionário é "uma obra que já nasceu clássica".
 
Contatos com o autor: (61) 9296 4757 – 3435 6673.