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Rio Claro: Abordagem lúdica e pedagógica coloca bebês em contato com capoeira

Arte marcial misturada com dança, a capoeira teve início no Brasil no século XVI, servindo de instrumento da resistência cultural e física dos escravos frente à repressão dos colonizadores e senhores de engenho. Ao som de berimbau, o jogo mescla golpes mais rápidos e, também, lentos e próximos ao solo, cujo gingado e musicalidade são o diferencial desse esporte.

Em Rio Claro, a tradição é mantida com o passar das gerações. Para que a cultura afrodescendente continue sendo valorizada, bebês já estão tendo o primeiro contato com a capoeira. Com o apoio da Secretaria Municipal de Esportes, o Grupo Muzenza de Capoeira desenvolve projeto na Academia do Bairro Mãe Preta para o aprofundamento das padronizações técnicas e difusão do esporte.

De acordo com Luís Roberto de Lima, instrutor Guerreiro, que teve o primeiro contato com a arte aos sete anos de idade, a proposta em atender bebês é para colocá-los em contato com um momento histórico importante para o Brasil, além de incentivá-los para a música, cultura e atividades físicas. Sem riscos aos menores, reforça que as atividades desenvolvidas são lúdicas e pedagógicas. “Quis trabalhar com bebês para que o interesse pelo esporte seja despertado logo cedo, para que não se tornem indivíduos sedentários futuramente. Outro ponto é a possibilidade de lhes apresentar o contexto histórico da capoeira como uma expressão cultural brasileira”, comenta o instrutor.

Bananeiras, cambalhotas, exercícios em forma de gincana, uso de instrumentos musicais e alongamentos são as principais atividades desenvolvidas com os bebês de um e meio a quatro anos de idade. “Não tem perigo algum, ao contrário do que possam imaginar, pois a arte marcial não é aplicada, apenas elementos musicais, culturais e exercícios que trabalham e aperfeiçoam a coordenação motora e a musculatura”, reforça Guerreiro.

As aulas voltadas a essa faixa etária tiveram início há duas semanas, com vagas em aberto. São atendidos, também, grupos de seis a 12 anos e de jovens e adultos. Para o instrutor, a gratificação ao trabalhar com os menores consiste em ser uma opção frente à ociosidade das ruas, cuja arte faz parte da sua vida. “Ainda criança, estava próximo a uma praça, quando uma senhora me chamou para jogar capoeira com seu filho. A partir disso, interessei-me pela capoeira e, hoje, já são 12 anos atuando como instrutor”, conclui.

Mais informações, ligue: (19) 8325-3812 Guerreiro ou (19) 3533-5422/5433 Secretaria Municipal de Esportes. Acesse: www.muzenza.com.br. Local: Avenida 2-MP, esquina com Rua 16-MP, Parque Mãe Preta.

 

Aulas

As aulas acontecem de segunda, quarta e sexta-feira, na Academia do Bairro Mãe Preta, nos seguintes horários: das 18h30 às 19h, para bebês de um e meio a quatro anos; das 19h às 19h40, para alunos de seis a 12 anos; e das 19h40 às 21h, a jovens e adultos.

 

Grupo Muzenza

O Grupo Muzenza de Capoeira foi fundado em 5 de maio de 1972, no Rio de Janeiro, tendo como seu fundador Paulo Sérgio da Silva (Mestre Paulão), oriundo do grupo Capoarte de Obaluaê, do Mestre Mintirinha (Luís Américo da Silva). O Grupo se faz presente em 26 estados brasileiros e 35 países, buscando sempre os fundamentos e as raízes da capoeira. Desde 1975, é presidido por Ms. Burguês.

 

Fonte: http://jornalcidade.uol.com.br

Roda de capoeira anima orla de Maceió

Capoeiristas querem manter viva essa manifestação cultural


Já dizia o dramaturgo e autor de novelas Dias Gomes, a ‘capoeira é luta de bailados, dança de gladiadores e duelo de camaradas’. E com essa mesma filosofia o grupo Rei Guerreiro, que tem equipes em vários bairros de Maceió e em municípios do interior do estado, invadiu a orla da Pajuçara para fazer apresentações e apresentar a dança à população.


De acordo com o coordenador do grupo, mestre Rasta, nos dois primeiros domingos de cada mês o Rei Guerreiro se apresenta na Feirinha do Tabuleiro do Martins e na orla marítima da cidade. “A intenção é nós mostrarmos a beleza dessa manifestação cultural que significa luta e dança ao mesmo tempo. Aqui em Alagoas as autoridades não valorizam muito a capoeira e temos que ser nós, admiradores e praticantes dela que precisamos levá-la até o povo”, disse ele.

Grupos espalhados

Segundo o mestre Rasta, o Rei Guerreiro tem grupos espalhados nos bairros do Tabuleiro do Martins, Cruzeiro do Sul, Rosanne Collor, Chã da Jaqueira e Santos Dumond e também tem seguidores em Santa Luzia do Norte e Coruripe. 
O grupo ainda não tem sede própria e ministra as aulas em escolas públicas e espaços privados que são oferecidos por incentivadores da capoeira. 

Os interessados em aprender capoeira podem ligar para 8801-7754. 

Teorias para o surgimento da capoeira

Existem duas teorias para o surgimento da capoeira. A primeira conta que durante os períodos em que não estavam trabalhando, os escravos se distraíam relembrando a sua terra, cantando, dançando e mantendo os rituais que costumavam praticar em suas aldeias na África. 

Já a 2ª teoria sugere que a capoeira tenha sido iniciada nas metrópoles por escravos que possuíam uma carga de trabalho mais amena e, portanto, dispunham de tempo, espaço e energias física e psicológica para desenvolver a luta. Com o passar do tempo, intencionalmente por parte de organizações abolicionistas, a luta foi se infiltrando nas cidades interioranas, fazendas e senzalas, surgindo como luta de libertação dos escravos ali cativos.

 

http://gazetaweb.globo.com

Mestre Guerreiro e a Capoeira em uma vida inteira em “guerra” pela paz

Mestre Guerreiro podia muito bem ilustrar um daqueles quadros de Rugendas, mas há mais de cinco décadas tem a Capoeira como religião, como profissão e como missão de vida.

Ele nasceu Mário Alves dos Santos em 18 de junho de 1950 na sergipana Simão Dias. A infância vivida em Salvador fez conhecer a Capoeira. Foi paixão ao primeiro olhar. Na adolescência por obrigação do pai foi parar na construção civil. Na fuga do cimento, Mário, o “guerreiro” ganhou o mundo.

Passou a viajar por vários estados brasileiros até chegar em Mato Grosso do Sul. Como Mestre Guerreiro, Mário passou a ensinar Capoeira para as crianças e adolescentes. Depois de ficar por dois anos em Ivinhema, Guerreiro aportou em Dourados onde está há quase trinta anos onde fincou raízes.

Reconhecido por sua trabalho social na Associação de Capoeira Bahiana, Mestre Guerreiro já ensinou capoeira para quase dez mil alunos. Atualmente está orientando crianças de projetos sociais no Ubiratan, na Ação Familiar Cristã e também nos municípios de Caracol e Bela Bista. Guerreiro diariamente atende crianças que moram nas regiões mais pobres da cidade onde a violência, os crimes e a falta de esperança imperam.

“A minha guerra é pela paz”, disse o mestre que antes de conhecer a capoeira era um sujeito nervoso, briguento e intolerante. “Hoje ensino para as crianças através da capoeira que existe uma maneira melhor para encarar os problemas, viver com dignidade e de bem com tudo e com todos”, ensina Guerreiro.

Mário sentiu que a capoeira era o caminho que devia seguir. Deixou as brigas de lado, centrou seus pensamentos e colocou sua vida a caminhar por estradas calçadas pela compreensão, pelo amor e pelo respeito mutuo.

“Acredito que Deus é a força maior para quem quer fazer o que é certo”, exorta Guerreiro que passou a ensinar as crianças uma cultura de paz.

Ao chegar em Dourados o “Deus” da Capoeira era o Pedrão. Nao se sabe onde foi parar Pedrão. Mestre Guerreiro comprou várias brigas até que conseguiu fundar a Associação de Capoeira Baiana, uma organização não-governamental que há mais de duas décadas leva a capoeira para as crianças pobres. As ricas também participam.

Guerreiro, um homem de paz. Popular e querido tentou a vida pública. Foi candidato a vereador. Na primeira disputa obteve 480 votos. Na segunda tentativa apenas 379 pessoas queriam que ele fosse para a Câmara Municipal. Guerreiro não é político. Ficou no seu lugar. Com o berimbau nas mãos e com a garganta afiada canta para o jogo da capoeira continuar.
Nicanor Coelho

O reconhecimento: Recebeu o título de Cidadão Douradense, a mais importante honraria dada pelo Poder Legislativo àqueles que mesmo não tendo nascido na terra de Marcelino Pires, deram o sangue por ela. Para o Mestre, o reconhecimento mesmo vem das ruas, dos pais de família, das crianças e de todos aqueles que amam a capoeira e vê beleza nas roupas brancas e nos cordões coloridos e nos pés descalçados dos afrodescendentes e todos os afros possíveis e impossíveis.

A roda está formada. Entre que o Mestre Guerreiro está sorrindo. A vida continua no lamento dos negros que miscigenados estão espalhados por todo o Brasil enquanto a Capoeira continua negra. Tão negra quando a pele de Mestre Guerreiro.

Fonte: http://www.midiamax.com

Nota de Falecimento: Mestre Osvaldo de Souza

Aos 30 dias do mes de maio de 2009, morre na cidade de Goiânia o Mestre Osvaldo de Souza, depois de lutar contra um cancer que iniciou na próstata e se generalizou por todo o corpo.

Mestre Osvaldo, foi quem trouxe para Goiânia na década de 70 o Mestre Bimba, e era considerado por muitos alunos do Mestre como traidor mas, por outros como aquele que alavancou as frontreiras da capoeira Regional um dos pioneiros da Capoeira em Goiás o Mestre escreveu livros e formou muitos capoeiristas, deixando assim uma lacuna na Capoeira de Goiàs.

Fica aqui os votos de gratidão Mestre, por tudo que fez pela Capoeira de Goiás.

Axé Mestre!!!

Capoeira Luanda
C/Mestre Apache
C/Mestre Guerreiro

Mogi Mirim: Ginga Fest & Projeto Capoeiragem

O VI Ginga Fest, que acontece neste sábado e domingo, 9 e 10 de setembro, batizará e trocará a graduação de cerca de 160 crianças e jovens que freqüentam o Projeto Capoeiragem, desenvolvido pelo Derel (Departamento de Recreação, Esporte e Lazer) nos núcleos da Comunidade Aimirim da Santa Clara, Vila Dias, Jardim Paulista, Jardim Planalto, distrito de Martim Francisco e Horto de Vergel.
 
A abertura acontece com uma roda de capoeira, no sábado, a partir das 9h, na praça Rui Barbosa. No período da tarde haverá curso teórico ministrado pelo contra mestre Guerreiro, a partir das 14h, no Ginásio "Wilson Fernandes de Barros", no Tucurão. No mesmo local, a partir das 18h, acontecem o batizado e troca de graduações, seguidos pelo roda de capoeira de mestres, contra mestres e professores.
 
O Ginga Fest é uma espécie de vestibular para quem pretende mudar de corda (equivale à faixa no judô). No total, são 16 cordas. A mais alta é a de cor branca, que é a de mestre.
 
O evento prossegue no domingo, no Ginásio do Tucurão, com curso prático ministrado pelo contra mestre Guerreiro, a partir das 9h.
 
 
Inclusão Social
 
O Projeto Capoeiragem conta com a supervisão do professor Vilson Aparecido Ribeiro Rodrigues, o Xavante, do Grupo Candeias de Capoeira, de Mogi Mirim. A modalidade foi introduzida na atual administração com foco na inclusão social de crianças e jovens, entre 4 e 18 anos, que freqüentam os núcleos do Aimirim.
 
No total, já são cerca de 200 capoeiristas que participam das aulas nesses núcleos, as quais são ministradas em dois períodos – manhã e tarde – pelo professor Luciano Jannuzzi. Nos Jogos Regionais disputados recentemente em Bragança Paulista, ele ficou com a medalha de bronze. 
 
 
Fonte: Cosmo Online – http://www.cosmo.com.br

Cinema: TOM YUM GOONG Capoeira X Muay Thai

A nossa Capoeira, na “grande tela”, representada por Lateef Crowder Dos Santos nascido em Salvador, Brasil. Do mesmo diretor de “Ong Bak – O Guerreiro” esta nova película com o fantástico ator-lutador Tony Jaa, protagosnista de “Ong Bak – O Guerreiro” trás uma sequencia muito bem elaborada com efeitos sensacionais… vale a pena conferir o Trailer e o site oficial do filme:  “TOM YUM GOONG”
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Contra Mestre Pernalonga, um Guerreiro…

Matéria em homenagem ao respeito, hospitalidade e principalmente a forma acolhedora e carinhosa que o grupo de Capoeira Irmãos Guerreiros, na figura do Contra Mestre Perna e de seus alunos nos receberam e nos trataram durante a semana que passamos em Bremen, na Alemanha.
Luciano Milani

Capoeira Angola BremenTer estado em Bremen, trocando informações, partilhando experiências e conhecimentos e experimentando o tempero paulista da bonita e bem fundamentada Capoeira dos Irmãos Guerreiros, sob os olhos atentos e responsáveis do Contra Mestre Pernalonga, que cativa os seus alunos e visitantes, pela maneira natural e acolhedora de sua postura, foi sem duvida alguma uma grata surpresa…
 
O Guerreiro Pernalonga é natural de São Paulo e foi criado na periferia Paulista na região do Pirajussara onde desde pequeno conviveu de perto com a riquíssima cultura nordestina. Herança esta adquirida devido ao carácter imigrante e acolhedor, típico da periferia paulistana onde um universo de miscigenação e uma infinidade de elementos, tipos e raças se fundem e em perfeita simbiose nesta panela de pressão cultural…
 
Esta eclética mistura talhou o jovem capoeirista e contribuiu positivamente para a sua formação cultural e capoeirística.
 
Capoeira Angola BremenPernalonga se emociona quando canta em homenagem a sua bisavó e fala com carinho da sua família…
Na sua vida a capoeira é o norte… seus alunos, seus amigos e parceiros vem em primeiro lugar…
No seu Cazuá, lugar sagrado e mágico, repleto de boas energias onde a capoeira se sente a vontade… e pode realmente dizer… "aqui é minha casa", o Contra Mestre ensina a Capoeira com o coração e com muito fundamento respeitando a tradição e a história mais sem fechar os olhos e o corpo para a atualidade.
 
Ainda vale destacar o carinho e a atenção para com seus alunos que retribuem da maneira mais prazeirosa possível dando um imenso orgulho ao professor… Tocam, cantam, jogam e participam de tudo… com alegria e com o coração…
 
 
Capoeira Angola Bremen"Nossa luta é de resistência… nossa batalha… Milani você não sabe como foi duro ter este espaço… ter mantido este trabalho… poder oferecer estas condições aos meus alunos… é por isso que nesta festa de aniversário do CAZUÁ onde comemoramos um ano eu celebro a nossa luta, a nossa resistência!!!"
 
Marcio Lourenco de Araujo
Contra Mestre Pernalonga
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