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Belo Horizonte: II Encontro Feminino de Capoeira

Evento aconteceu em dois pontos da capital mineira

Neste fim de semana, Belo Horizonte recebeu o II Encontro Feminino de Capoeira. O evento é foi realizado em dois pontos da capital mineira e oferece programação voltada para a prática do esporte, mas com treinamentos, palestras e apresentações de capoeira durante todo o dia.

As atividades de sábado aconteceram no Point Barreiro e no domingo na Praça do Papa, onde aconteceu um aulão de capoeira com o tema “Não Jogue Lixo na Praça, Jogue Capoeira”.

Durante o período de aprendizado, capoeiristas de todas as idades, divididos em equipes, foram identificadas pelas cores da reciclagem e farão arrastão de limpeza na praça. Cada equipe tem seu lixo pesado e as informações são lançadas em um relatório com o objetivo de identificar os tipos de materiais de lixo mais encontrados e sugerir locais apropriados para sua destinação.

 

Programação

Sábado – Point Barreiro

09h às 12h30 –  Abertura: Papoeira – Dinâmicas e palestras;
12h30 às 14h – Horário de almoço;
14h às 17h – Treino de Capoeira com Professoras convidadas: Juma e Trilho;
19h – Noite “Capoeira Meninas de Minas”

Domingo – Praça do Papa

9h – Aulão na Praça do Papa

Livro: Entre a Vadiagem e a Academia

Entre a Vadiagem e a Academia – O Local e o Global na Capoeira de Belo Horizonte

Resumo ampliado

O livro adota a noção de mestiçagem no Brasil sob um ponto de vista que considera mais do que uma evidência empírica, demonstrando-a como valor constituído e constituinte de um repertório da capoeira acessível por meio da memória. Para isto, considera as “tradições inventadas” (HOBSBAWN; RANGER, 1984) na capoeira como reflexos das relações raciais no Brasil, apresentando a capoeira na cidade de Belo Horizonte (Minas Gerais) como estudo de caso. A discussão desenvolvida no livro também aborda o Turismo como articulador de relações entre as culturas, entendendo que as ressignificações simbólicas das culturas são influenciadas, mesmo que não sendo exclusivamente, pelo Turismo. O livro pretende demonstrar a capoeira na cidade de Belo Horizonte como estudo de caso para identificar a concepção de ‘afro-brasileiro’ e do afro-descendente na identidade local. A argumentação é embasada em pesquisa realizada pela autora para obtenção do título de especialista em Estudos Africanos e Afro-Brasileiros na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, em 2007. A pesquisa teve enfoque qualitativo, utilizando para coleta de dados a pesquisa de campo, a realização de entrevistas do tipo pessoal/formal/estruturada com mestres e alunos capoeiristas de dois grupos de capoeira: Fundação Internacional de Capoeira Angola (FICA) que se identificava como sendo de capoeira angola e Grupo Bantus Capoeira (GBC) que se identificava como sendo de capoeira regional/contemporânea na cidade de Belo Horizonte. Ambos os grupos mantinham fortes relações com o Turismo. Também foram utilizados formulários de entrevistas para coleta de dados com capoeiristas turistas brasileiros e estrangeiros que tiveram contato com a capoeira em Belo Horizonte, observação sistemática de rodas de capoeira da cidade, pesquisa bibliográfica e no acervo do Museu da Capoeira (idealizado e coordenado pelo Mestre Noventa) e entrevistas com os mestres Toninho Cavalieri (tido como principal precursor da capoeira em Belo Horizonte) e Primo (Grupo Iúna de Capoeira Angola). Partindo dos resultados da pesquisa, o livro aborda a percepção dos capoeiristas sobre o que seriam as características peculiares à capoeira local, bem como as concepções sobre as relações raciais e de gênero na capoeira da cidade. Aponta, também, a percepção dos capoeiristas sobre a influência do Turismo e do mercado global na capoeira local enfatizando as relações e ressignificações simbólicas que esta influência acarreta para o capoeirista turista e o capoeirista residente, demonstrando como a viagem torna-se um valor importante para os capoeiristas em Belo Horizonte e, como a viagem ao exterior para dar aulas de capoeira é um ideal profissional dos capoeiristas locais, inclusive como forma de busca pela independência econômica. Essa concepção de valorização da viagem aumenta a partir da interação destes capoeiristas através dos meios de comunicação de massa globais, as trocas culturais advindas do Turismo e de sua participação na indústria cultural mundial. Neste processo, os objetivos e buscas dos capoeiristas na prática da capoeira modificam-se, influenciando e sendo influenciados a partir das trocas culturais, ampliando as percepções sobre a cultura afro-brasileira e as percepções do afro-descendente em nível local e global.

Mini-currículo autora

Patrícia Campos Luce é turismóloga de formação (Centro Universitário Newton Paiva), especialista em Estudos Africanos e Afro-Brasileiros (PUC/MG) e Mestre em Lazer (UFMG). Capoeirista há 9 anos, desenvolve pesquisas enfocando a prática da capoeira desde sua graduação em Turismo. Trabalhou na Superintendência de Interiorização da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais desenvolvendo projetos culturais relacionados à cultura afro-brasileira no interior do Estado de Minas Gerais. É sócio fundador do Instituto Brasileiro de Turismólogos, tendo atuado na comissão científica desta instituição focando pesquisas relacionadas ao turismo e cultura. Atualmente é doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal da Bahia residindo em Salvador e desenvolvendo pesquisas em diálogo com as áreas da Antropologia da Técnica, da Prática, do Corpo e da Performance tendo a capoeira como principal objeto de estudo.

Livro aborda pesquisa em BH sobre capoeira

O livro adota a noção de mestiçagem no Brasil sob um ponto de vista que considera mais do que uma evidência empírica, demonstrando-a como valor constituído e constituinte de um repertório da capoeira acessível por meio da memória. Para isto, considera as “tradições inventadas” (HOBSBAWN; RANGER, 1984) na capoeira como reflexos das relações raciais no Brasil, apresentando a capoeira na cidade de Belo Horizonte (Minas Gerais) como estudo de caso.

A discussão desenvolvida no livro também aborda o Turismo como articulador de relações entre as culturas, entendendo que as ressignificações simbólicas das culturas são influenciadas, mesmo que não sendo exclusivamente, pelo Turismo. O livro pretende demonstrar a capoeira na cidade de Belo Horizonte como estudo de caso para identificar a concepção de ‘afro-brasileiro’ e do afro-descendente na identidade local.

A argumentação é embasada em pesquisa realizada pela autora para obtenção do título de especialista em Estudos Africanos e Afro-Brasileiros na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, em 2007. A pesquisa teve enfoque qualitativo, utilizando para coleta de dados a pesquisa de campo, a realização de entrevistas do tipo pessoal/formal/estruturada com mestres e alunos capoeiristas de dois grupos de capoeira: Fundação Internacional de Capoeira Angola (FICA) que se identificava como sendo de capoeira angola e Grupo Bantus Capoeira (GBC) que se identificava como sendo de capoeira regional/contemporânea na cidade de Belo Horizonte. Ambos os grupos mantinham fortes relações com o Turismo.

Também foram utilizados formulários de entrevistas para coleta de dados com capoeiristas turistas brasileiros e estrangeiros que tiveram contato com a capoeira em Belo Horizonte, observação sistemática de rodas de capoeira da cidade, pesquisa bibliográfica e no acervo do Museu da Capoeira (idealizado e coordenado pelo Mestre Noventa) e entrevistas com os mestres Toninho Cavalieri (tido como principal precursor da capoeira em Belo Horizonte) e Primo (Grupo Iúna de Capoeira Angola).

Partindo dos resultados da pesquisa, o livro aborda a percepção dos capoeiristas sobre o que seriam as características peculiares à capoeira local, bem como as concepções sobre as relações raciais e de gênero na capoeira da cidade. Aponta, também, a percepção dos capoeiristas sobre a influência do Turismo e do mercado global na capoeira local enfatizando as relações e ressignificações simbólicas que esta influência acarreta para o capoeirista turista e o capoeirista residente, demonstrando como a viagem torna-se um valor importante para os capoeiristas em Belo Horizonte e, como a viagem ao exterior para dar aulas de capoeira é um ideal profissional dos capoeiristas locais, inclusive como forma de busca pela independência econômica.

Essa concepção de valorização da viagem aumenta a partir da interação destes capoeiristas através dos meios de comunicação de massa globais, as trocas culturais advindas do Turismo e de sua participação na indústria cultural mundial. Neste processo, os objetivos e buscas dos capoeiristas na prática da capoeira modificam-se, influenciando e sendo influenciados a partir das trocas culturais, ampliando as percepções sobre a cultura afro-brasileira e as percepções do afro-descendente em nível local e global.

 

Mini-currículo autora

Patrícia Campos Luce é turismóloga de formação (Centro Universitário Newton Paiva), especialista em Estudos Africanos e Afro-Brasileiros (PUC/MG) e Mestre em Lazer (UFMG). Capoeirista há 9 anos, desenvolve pesquisas enfocando a prática da capoeira desde sua graduação em Turismo. Trabalhou na Superintendência de Interiorização da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais desenvolvendo projetos culturais relacionados à cultura afro-brasileira no interior do Estado de Minas Gerais. É sócio fundador do Instituto Brasileiro de Turismólogos, tendo atuado na comissão científica desta instituição focando pesquisas relacionadas ao turismo e cultura.

Atualmente é doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal da Bahia residindo em Salvador e desenvolvendo pesquisas em diálogo com as áreas da Antropologia da Técnica, da Prática, do Corpo e da Performance tendo a capoeira como principal objeto de estudo.

Patrícia Campos Luce (Pimenta)
Doutoranda em Antropologia Ufba
(71) 92008809

 

PFC Manhuaçu é sucesso na segunda edição

As dependências do Ginásio Poliesportivo Osvaldo Sad ficaram lotadas no último sábado, dia 9, para acompanharem a luta de artes marciais mistas que conquistou o Brasil. Esta foi à segunda edição do PFC Manhuaçu com lutadores da cidade e dos municípios de Lajinha, Caratinga, Alegre, Matipó, Iúna, Teófilo Otoni e Belo Horizonte.

A sigla MMA, que significa artes marciais mistas, inclui golpes de luta em técnicas de luta no chão vem chamando a atenção e novos adeptos. As artes marciais podem ser praticadas como sendo um esporte de forma regular ou em torneios, em que dois concorrentes tentam derrubar um ao outro.

O coordenador do evento, Jefferson Rocha destaca a importância do PFC Manhuaçu. “Isso está fazendo crescer a vontade de muitos praticarem o MMA. São combates que utilizam uma grande escala de técnicas permitidas, como golpes com os punhos, pés, cotovelos, joelhos, além de técnicas de imobilização, como lances e alavancas”, explica. O coordenador espera que, a partir de agora a cidade fique conhecida também como a “terra do MMA”, numa comparação com a força que o café tem. “Colocamos uma estrutura de padrão internacional, já que temos muitos atletas profissionais, que disputam MMA em outros estados e estiveram em Manhuaçu”, ressalta Jefferson Rocha.

VEJA AS PRINCIPAIS FOTOS

Marco Antônio (Marcão) se diz otimista depois da 2ª etapa do MMA e pede aos empresários que dêem o apoio necessário para patrocinarem o esporte na cidade. Marcão enaltece que outras regiões já estão tendo notícias do nível do evento de Manhuaçu e querem que as apresentações também aconteçam em outras partes do estado de Minas e Nordeste. “O MMA é uma modalidade de luta em que os praticantes não precisam seguir necessariamente um estilo específico de luta, por isso o nome de Artes Marciais Misturadas. O importante é que estamos fazemos algo de bom para Manhuaçu”, garante Marco Antônio.


RESULTADO DO CARD DO PFC MANHUAÇU 2ª ETAPA

No primeiro combate, Edinho – Capoeira Corpo e Ginga – Manhuaçu conseguiu vencer pela desistência de David Dutra – Jiu-jitsu – Academia Pit Bull – Manhuaçu.

Na segunda luta da noite, Pires – Jiu-jitsu – Equipe União – Iúna – ES venceu por submissão o lutador de Jiu-jitsu Vagner – Jiu-jitsu – Lajinha.

Já no terceiro combate, Plinio Ferreira – Jiu-jitsu- Equipe Fight Center – Lajinha superou Thiago Monteiro – Jiu-jitsu- Equipe Detroit MMA Belo Horizonte. Também finalizou a luta por submissão.

Henrique Batista – Equipe Maguila JJ Team / Full House e Detroit MMA – Linhares – ES venceu o capoeirista Bruno Ricardo – Capoeira Corpo e Ginga – Matipó, também por submissão.

Ratinho – Jiu-jitsu – Caratinga venceu Jorge “Wolverin” – Jiu-jitsu – Governador Valadares.

Asci – Jiu-jitsu – Equipe União – Iúna – ES venceu Rodrigão Jiu-jitsu – Equipe Detroit MMA – Belo Horizonte.

Lucas Gil – Jiu-jistu – Equipe One Teófilo Otoni  venceu por nocaute técnico Fernando “Pé Quente”, da Capoeira – Vilanova (Manhuaçu).

Ulisses – Sanshou – Equipe Strikers – Alegre ES superou por nocaute Ailton “Punho de ferro” – karate, capoeira – Santo Antônio do Grama – MG

http://www.portalcaparao.com.br

Projeto “Cantando e Contando a História do Samba” é realizado em Belo Horizonte

A Fundação Cultural Palmares realizou na quinta-feira (01) e na sexta-feira (02), o primeiro seminário do projeto “Cantando e Contando a História do Samba”, na Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte. No próximo ano, serão promovidos mais nove seminários em dez estados brasileiros, que abordarão a História e a Cultura Afro-brasileira por meio da centralidade da cultura: a dança, a música, a religião, a arte, os ritos, as tradições.

Os seminários terão a duração de dois dias e serão compostos por palestras, debates, mini-cursos com abordagem das temáticas relativas às leis, relato de experiências exitosas apresentadas pelo público e apresentações culturais.

Embasada na Lei 10.639/2003, a Fundação Palmares pretende que os seminários atuem como instrumento teórico e metodológico dirigidos a professores, educadores, pesquisadores, estudantes universitários, gestores públicos, acadêmicos, movimentos sociais e entidades afins.

Além da Lei 10.639/2003, os seminários contribuirão para a implementação da Lei 11.769/2008 – que dispõe sobre a obrigatoriedade do ensino da música na educação básica – buscando a inclusão da questão racial na escola por meio da música. O projeto conta e valoriza a história do samba, gênero musical de raízes africanas surgido no Brasil, considerado uma das principais manifestações culturais populares brasileiras, como produto da resistência da cultura negra.

O projeto “Cantando e Contando a História do Samba”, de autoria da Associação Musical Artística e Cultural (AMAC), foi desenvolvido para professores das diversas áreas do conhecimento, de escolas da rede pública e particular, para oferecer a estes profissionais estratégias de intervenção pedagógica que favoreçam a construção de atividades lúdicas com base na musicalidade rítmica do samba, e abrange o conhecimento sobre a história da África e a importância da cultura afro-brasileira para a afirmação da identidade étnica-racial.

A realização do “Cantando e Contando a História do Samba” faz parte de uma série de atividades propostas pelo Departamento de Fomento e Promoção da Cultura Afro-brasileira da Fundação Cultural Palmares, com objetivo de ampliar o diálogo com a sociedade civil e demais órgãos dos Governos Estadual e Federal, que reconheçam e promovam os direitos humanos, os valores éticos, o reconhecimento da diversidade de manifestações culturais de matriz africana, a inclusão e a cidadania cultural.

 

Serviço

O quê: Seminário do projeto “Cantando e Contando a História do Samba”

Onde: Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte

Quando: 01 e 02 de dezembro

Mais informações: http://www.cantandoahistoriadosamba.com.br/

 

Fonte: http://www.palmares.gov.br

Belo Horizonte vai sediar Encontro Nacional de Capoeira Angola

 

Contribuir com as orientações que norteiam as políticas públicas culturais, sociais e educacionais de Belo Horizonte. Este é um dos objetivos do 3º Encontro Nacional de Capoeira Angola, que acontece de 05 a 09 de abril na capital mineira, e vai discutir a participação da Capoeira Angola na formação cultural e na educação de crianças e jovens e, ainda a Capoeira como Patrimônio Cultural.

O encontro é promovido pelo Grupo Iúna de Capoeira Angola, com patrocínio do Fundo Municipal de Cultura e apoio do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Funarte e Grupo Sant’Angelo, da Itália. Será um fórum para discutir e trocar informações sobre o papel cultural e social da capoeira na atualidade, reafirmando a importância de ações de reconhecimento da diversidade étnica e de valorização da cultura afro-brasileira. Nas mesas de debate serão
sistematizadas as demandas e ações que serão propostas no Encontro Nacional Pró-Capoeira que acontecerá em julho, em Salvador.

A realização do 3º Encontro Nacional de Capoeira Angola vai trazer para capital mineira a ginga, as cantigas, os instrumentos e toda beleza desta arte brasileira, com a participação de grupos de capoeira, pesquisadores e mestres capoeiristas de diversos lugares do Brasil, admiradores da prática, interessados na história dessa rica forma de expressão.

Estarão reunidos nomes de destaque nacional e internacional, como os baianos Mestre Felipe, Mestre Ivan e Mestre Lua, os mineiros Mestre Índio e Mestre João, além de representantes da Secretaria Municipal de Educação, Fundação Municipal de Cultura e da Superintendência do Iphan em Minas Gerais, educadores, estudantes, professores, artistas, músicos, bailarinos, lideranças comunitárias, ONG’s, pontos de cultura e centros culturais, que participarão das oficinas, mesas-redondas e rodas de capoeira. Toda a programação é gratuita. Em 2008, o 2º Encontro contou com a participação de três mil pessoas, entre capoeiristas, autoridades, alunos e público em geral.

O 3º Encontro, a Capoeira Angola fará uma homenagem aos mestres da Capoeira Regional pioneiros na capital mineira: Mestre Cavalieri, Mestre Dunga e Mestre Boca. Entre os convidados estão Corina Moreira do Iphan – MG, a pedagoga Rosa Margarida da Secretaria Municipal de Educação, Michelle Arroyo da Fundação Municipal de Cultura, a cientista política Diva Moreira, o historiador Marcos Cardoso, o professor José de Sousa Miguel Lopes, e o antropólogo e professor José Márcio Barros, coordenador do Observatório da Diversidade Cultural (ODC) e do Programa Pensar e Agir com a Cultura.

Capoeira na sala de aula

Educadores têm discutido e visto na prática das escolas que inseriram a capoeira como atividade no currículo, a contribuição desta e de outras manifestações culturais no ambiente escolar, com reflexos positivos na disciplina, na auto-estima e na maior integração do aluno no ambiente escolar. Por isso, o 3º Encontro vai discutir também essas novas formas de renovação pedagógica que procuram qualificar o atendimento educacional, considerando o aluno como um todo e centro do processo educativo, que precisa receber uma formação ampla e plena.

Capoeira: patrimônio cultural brasileiro

Praticada em mais de 150 países, desde julho de 2008 a Capoeira foi registrada como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. O Ofício dos Mestres de Capoeira está inscrito no Livro dos Saberes, e a Roda de Capoeira no Livro das Formas de Expressão.

O Registro foi uma iniciativa do IPHAN e do Ministério da Cultura e fez da capoeira a 14ª expressão artística do Brasil registrada como patrimônio imaterial. A Capoeira figura, assim, ao lado do samba de roda, do acarajé baiano, das panelas de barro do Espírito Santo e do frevo pernambucano, como um bem cultural brasileiro, reunindo harmonia, arte, música, poesia, folclore, artesanato, esporte, diversão, dança, jogo, luta, rituais e tradição, em uma das mais genuínas expressões da nossa cultura popular.

Programação:

3º Encontro Nacional de Capoeira Angola – 05 a 09 de abril de 2011
Data: 05 de abril de 2011
Horário: das 16h00 às 18h00
Local: Funarte Casa do Conde
Rua Januária, 68, Floresta / Belo Horizonte / MG

Homenagem aos Mestres Cavalieri, Boca e Dunga

Data: 09 de abril de 2011
Horário: das 14h00 às 19h00
Local: Em frente à sede do IUNA
Rua Dr. Brochado, 1.500, Saudade / Belo Horizonte / MG

Com informações da Assessoria de Comunicação/Iphan

http://www.noh.com.br

10º Batizado de Capoeira e Formatura Companhia Pernas Pro Ar

Na semana da Consciência Negra:

Nos dias 18 a 21 de novembro de 2010 a Associação Cultural Companhia Pernas Pro Ar (CPPA) realizará  nas cidades de Belo Horizonte e Pedro Leopoldo, o 10º Batizado e Troca de Cordas e Formatura.

O evento organizado pelo Contra-Mestre Boca de Peixe (Danny Lopes) tem como objetivo realizar um encontro esportivo-cultural, comemorar os dez anos da Associação e celebrar a semana da Consciência Negra. Além dos capoeiristas de Belo Horizonte, o evento receberá convidados de outras cidades e estados; e como convidado especial, o Contra Mestre Porquinho da Alemanha.

Participarão do 10º Batizado e Troca de Cordas cerca de 400 crianças e adolescentes de vários projetos sociais: Projeto Jabuti e Ação Social Paula Francinette de Belo Horizonte, Projeto Vem Ser e Educação com Arte de Pedro Leopoldo.

A programação conta com Festival de musicas, exposição de fotos dos 10 anos da CPPA, exibição de vídeos,

workshops de capoeira, Batizado, Troca de cordas e Formatura. O grande atrativo do evento é a formatura do Contra Mestre Boca de Peixe como Mestre e do Instrutor Jabuti como Professor.

Mais informações pelo site www.cppa.com.br ou twitter @Boletim_CPPA.

 

A Associação Cultural Companhia Pernas Pro Ar

A Associação Cultural Companhia Pernas pro Ar foi fundada em 24 de março de 2000, pelos Contra-Mestres Boca de Peixe (Danny Alexandro Lopes de Oliveira) – graduado em Educação Física pelo UNI-BH e pós-graduado em Ed. Física Escolar pela UGF, e Porquinho (Nayro Ângelo Lopes de Oliveira) – residente em Köln (Alemanha) desde 1997, onde desenvolve um importante papel na divulgação da cultura Brasileira.

No Brasil, está presente em Belo Horizonte, Pedro Leopoldo, Confins, Sete Lagoas, Mateus Leme, Matozinhos e São João Del Rei. No exterior, está presente na Alemanha, Polônia, Grécia, Síria e Bulgária.

Alto Paraíso sediará 2º encontro internacional de capoeira

O município de Alto Paraíso será palco mais uma vez de atração internacional, desta vez voltada para a roda de capoeira. Trata-se do 2º encontro internacional de Capoeira e 10º batizado e troca de corda. Duas atrações internacionais estarão no município nos dias 11 e 12 de setembro, Mestre Ray e Besouro “Airton Carmo”.

O Secretário Municipal de Esporte, Turismo, Cultura e Lazer, Luiz Carlos Batista, falou da importância que tem esses personagens de renome internacional da Capoeira, no município de Alto Paraíso. “Os jovens de Alto Paraíso recebe esse presente, que empenhamos com o objetivo de incentivará o aluno permanecer na escola. Com o apoio da prefeitura e da equipe da SEMATUR, realizaremos mais um evento que promete entrar para o calendário cultural de Alto Paraíso e do Estado” disse o secretário.

Mestre Ray como é conhecido, Raimundo Ferreira de Sousa Nascido na cidade de Gonzaga-MG em 15 de agosto 1962, aos cinco anos de vida passou foi morar em Belo Horizonte, passando por orfanato.

Iniciou se na capoeira no fim dos anos 70 com professor Joel Dias Faria, Em 1882 quando inaugurou o parque “Guilherme Lage” no bairro São Paulo as rodas se transferiram pra lá e também para o Centro social Urbano do Bairro em Belo Horizonte. O grupo Oficina da Capoeira hoje mantém representantes em 15 países, 7 estados do Brasil e mais que 30 cidades no interior do estado de Minas Gerais.

Em 2006, forma seu primeiro mestre na Capoeira: Carlos Fernando da Silva, Mestre Gato, em 2007, Mestre Ray cria nos Estados Unidos o “Oficina de Capoeira Foudation”.

Mestre Ray, Realiza cada ano no Brasil o “Festival Internacional Oficina da capoeira” no mês de Dezembro e visita todos os Países, Estados e cidades onde existe uma oficina da Capoeira.

Fonte: http://www.rondoniaovivo.com/

II Circuito Mineiro de Capoeira Companhia Pernas Pro Ar

As cidades de Belo Horizonte, Confins, Pedro Leopoldo e Sete Lagoas recebem, entre 2 e 6 de dezembro o II Circuito Mineiro de Capoeira Companhia Pernas Pro Ar.

O evento organizado pelo Contra-Mestre Boca de Peixe (Danny Lopes) tem como objetivo realizar um encontro esportivo-cultural entre os capoeiristas de Belo Horizonte e região, além de promover a arte da capoeira, que recentemente foi tombada como Patrimônio Histórico-Cultural Brasileiro.

O evento compreenderá Batizado e Troca de Cordas, workshops e rodas de capoeira. Além dos mais de 300 alunos participantes, o evento contará com a participação de outros capoeiristas da região, de mestres e de professores convidados.

Serviço

Evento: II Circuito Mineiro de Capoeira Companhia Pernas Pro Ar

Data: 02 a 06 de Dezembro de 2009

Local: Belo Horizonte, Confins, Pedro Leopoldo e Sete Lagoas.

 

A Associação Cultural Companhia Pernas pro Ar

A Associação Cultural Companhia Pernas pro Ar foi fundada em 24 de março de 2000, pelos Contra-Mestres Boca de Peixe (Danny Alexandro Lopes de Oliveira) – graduado em Educação Física pelo UNI-BH e pós-graduando em Ed. Física Escolar pela UGF, e Porquinho (Nayro Ângelo Lopes de Oliveira) – residente em Köln (Alemanha) desde 1997, onde desenvolve um importante papel na divulgação da cultura Brasileira.

Ambos, com mais de vinte anos de prática, possuem ampla vivência na capoeira. O grupo tem como filosofia de trabalho a formação de valores humanos e éticos baseados no respeito, na socialização e na liberdade, utilizando a capoeira como um poderoso meio artístico, cultural e pedagógico para a disseminação e a valorização da cultura afro-brasileira.

No Brasil, está presente em Belo Horizonte, Pedro Leopoldo, Confins, Sete Lagoas, Mateus Leme e São João Del Rey. No exterior, está presente na Alemanha, Polônia, Síria e Bulgária. Atualmente, seus integrantes totalizam cerca de 400 alunos no Brasil e 700 alunos no exterior.

A Associação Cultural Companhia Pernas pro Ar tem como objetivos desenvolver, disseminar, estudar e jogar a capoeira. Para isto nos propusemos a desenvolver um exercício de cidadania culturalizadora, tendo como referência as diversas manifestações que constituem a cultura da capoeira. Está envolvida em projetos sociais, oportunizando a capoeira a crianças e adolescentes carentes.

Buscando a cada dia trabalhar baseado em alguns diferenciais dentro e fora da capoeira (tais como companheirismo, socialização, diversão e pesquisa), realizamos eventos voltados para a socialização e integração dos nossos componentes, além de termos implantado, em 2009, o Boletim Eletrônico CPPA, que oferece mensalmente à comunidade capoeirista, informações sobre o grupo e a capoeira em geral, e o Grupo de Estudos CPPA, que realiza encontros mensais para estudar e discutir trabalhos já publicados, e realizar pesquisas sobre a capoeira e todo o seu universo cultural.

Com isto, sempre guardando e recordando os nossos objetivos, vamos sustentando e aprofundando uma proposta de vida mais justa para nós e aqueles que convivem ao nosso lado.

Atenciosamente,
Contra-Mestre Boca de Peixe

Informações

Priscila Soares de Paiva C Moreira
pripaiva@gmail.com
(31) 8813-3352

Acesse o site: http://www.cppa.com.br/

MG: Mestre Museu & Homenagem Municipal

De Minas gerais, nos chega a informação, através do camarada, Professor Gelol, que Mestre Museu acaba de receber uma grande homenagem da Camara Municipal de Belo Horizonte.

"Mestre Museu vem divulgando e trabalho em prol da capoeira,e após anos e anos de batalha com os projetos sociais em agromerados e recuperando vários jovens do mundo do crime e das drogas, ele recebeu uma homenagem da camara municipal de Belo Horizonte no dia 17 de setembro de 2007 do então presidente Dr Totó Teixeira, pelos serviços prestados as comunidades carentes.Ele foi o unico capoeirista ate hoje na Cidade de Belo Horizonte que ganhou esse premio de CIdadão honorário na Capital Mineira.Após essa homenagem Mestre Museu fez um grande mundial no qual ele formou vários capoeiristas e batizou muitas crianças dos projetos sociais."

Professor Gelol – Fundação Internacional Capoeira Artes das Gerais – F.I.C.A.G

Aproveitamos ainda para divulgar o próximo evento da Família Fundação Internacional Capoeira Artes das Gerais – F.I.C.A.G:

Mestre Museu