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Artes da Capoeira – Documentário produzido pela TVE Bahia

A TVE Bahia traz uma homenagem aos grandes capoeiristas da Bahia com a exibição do “Artes da Capoeira” no Especial Consciência Negra.

O documentário é um misto de imagens e depoimentos dos grandes mestres da capoeira, com trechos com a participação de historiadores, músicos e outros artistas, que ajudam a conhecer melhor essa expressão cultural através de suas origens. Além de mostrar a importância histórica desse legado, a musicalidade, os movimentos, a forma de dançar e a religiosidade que envolve o ritual da capoeira estão presentes nesse documentário produzido pela TVE Bahia, com direção de Josias Neto.

Parte 1
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Parte 2
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Parte 3
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Videos postados pelo parceiro e colaborador Teimosia

 

Artes da Capoeira fez parte da programação especial da TVE Bahia, em homenagem ao 20 de Novembro, Dia da Consciência Negra, com filmes e documentários que colocam a identidade negra  em destaque, ressaltando a importância e valorizando a cultura afro-brasileira.

Toda a programação da TVE Bahia pode ser conferida, também, através do portal www.irdeb.ba.gov.br.

ASCOM – Assessoria de Comunicação
Secretaria de Comunicação do Estado da Bahia

IRDEB / TVE Bahia / 107.5 Educadora FM

ascom@irdeb.ba.gov.br
assessoriairdeb@gmail.com

SP: Capoeira leva opção a morador da Zona Leste

Mais da metade dos alunos são crianças de baixa renda e, por isso, fazem as aulas gratuitamente

A roda de capoeira na Zona Leste agita a noite dos moradores do Jardim São Nicolau. Regados de muita música e  dança ao som dos instrumentos de percussão e  palmas, crianças, jovens e adultos participam do projeto social Identidade

A educadora explica que a maioria dos integrantes são crianças moradoras de áreas de risco e não possuem estrutura familiar adequada.Cultural. Encabeçado pela professora de Educação Física Viviane Gonçalves Rodrigues, a proposta possui o intuito de levar, através do esporte, novas perspectivas para a população de baixa renda do bairro periférico.

Cinco anos se passaram desde a primeira roda do grupo. Atualmente cerca de 50 pessoas fazem parte da iniciativa.  Viviane  fala entusiasmada dos rumos que o esporte deu na vida de alguns participantes. “Existem universidades que dão bolsa para capoeiristas por conta dos campeonatos universitários. Tem uma aluna que começou aqui conosco e hoje  é bolsista de relações públicas em uma universidade”, diz ela.

Outros esportistas que possuem as suas origens fincadas no esporte também contribuem com o trabalho social. É o caso de Carlos Eduardo Viscovini Herrera. O advogado cuida da parte burocrática do projeto e também é orientador das crianças que dão os primeiros passos na capoeira. Ele fala da importância de disseminar o esporte. “A capoeira está ligada à evolução histórica brasileira e também é importante passar isso para as crianças nas rodas”.

Instrumentos de percussão como berimbau, atabaque, pandeiro e agogô abrilhantam as reuniões do grupo. A estudante Agatha Francisco dos Santos diz que quando ouve os sons e a música fica incentivada a “jogar”. “A música me atrai bastante. O instrumento que eu mais gosto é o atabaque”, completa.

Os alunos de baixa renda não contribuem financeiramente. Nas turmas de adolescentes e adultos alguns pagam uma taxa de R$ 20 para manter o espaço, instrumentos e vestimentas.

Os interessados em participar devem comparecer pessoalmente na Rua Georg Riemann, 88.

Mais

Falta de dinheiro desanima o grupo

Associado ao  Capoeira V.I.P., de Cuiabá, o projeto  Identidade Cultura consegue manter mais de 50 participantes através do apoio da associação.  A mensalidade paga por cerca de 20 alunos também ajuda. Um desafio do grupo é a falta de ajuda dos órgãos públicos.

Questionada se existe alguma forma de ajuda financeiro ao grupo , a Secretaria Municipal de Cultura não se manifestou até ontem à tarde.

 

http://diariosp.com.br

Expressões Africanas: espelho da história e cultura brasileiras

Teve início na tarde da última quinta-feira (13), a exposição Expressões Africanas realizada pela Fundação Cultural Palmares, que segue até 20 de outubro, no Salão Branco do Congresso Nacional. A iniciativa faz parte das ações da instituição no Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes, intitulado pela Organização das Nações Unidas (ONU). A mostra conta com 70 peças de 15 embaixadas africanas no Brasil.

Durante a cerimônia de lançamento Eloi Ferreira, presidente da Fundação Palmares, afirmou que com o ano comemorativo, a ONU impõe a compreensão sobre a importância da África na formação de povos em diversos países, especialmente no Brasil, onde se encontra a segunda maior população negra do mundo. Para ele, a exposição significa uma forma de valorização da cultura africana, uma das maiores heranças brasileiras. “Trata-se de uma troca que nos fortalece, há séculos, por meio dos valores culturais”, disse.

Paulo Cordeiro, subsecretário geral do Ministério das Relações Exteriores, alertou que o esforço tem papel ainda maior: ensinar aos visitantes a não enxergar africanos como um grupo negro, mas a distinguir as regiões e identidade de cada um dos 54 países que compõem a África. Cordeiro ressaltou ainda que cada peça exposta é uma janela para a diversidade de cada país e representa a maneira de ser de cada nascido no Brasil.

A África brasileira – O Brasil tem oficialmente 51% de sua população autodeclarada afrodescendente. Mãe Neuza de Oyá é presidente da Casa Afrocultural Tenda de Oxalá, localizada em Planaltina. Em visita à exposição, reforçou a importância de se fortalecer a africanidade na identidade brasileira. “Tudo o que desmistifica a matriz africana é válido. Precisamos fugir da imagem de uma áfrica sempre associada a diferença, a fome e a miséria e termos orgulho de nossa origem tão rica”, alerta.

Apesar de um passado onde Brasil e África eram ligados pela escravidão, existe atualmente um envolvimento de união entre os países. Segundo Isidore Benjamin Amédé Monsi, embaixador do Benin, o Brasil é hoje um país admirado, especialmente pela África com quem tem fortes ligações, mas dessa vez o foco está no desenvolvimento. Vitor Ortiz, secretário executivo do Ministério da Cultura (Minc), acrescentou dizendo que a exposição Expressões Africanas é uma demonstração de unidade entre esses países. “É símbolo de compromisso entre povos que têm tanto em comum. Por isso queremos acolher a África cada vez mais em nossas ações”, afirmou.

De acordo com Anhamona Brito, da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, a montagem da mostra no Salão Branco do Congresso Nacional foi muito oportuna. Para ela o espaço é mais que um centro de tomada de decisões, é local de passagem de representações de todos os níveis da sociedade. “Nele, a exposição espelha nossa história, nossa cultura e a semelhança que existe entre nossos cotidianos, onde podemos ver o quanto de África está emaranhada em nossa brasilidade”, conclui.

 

Fonte: http://www.palmares.gov.br

SID – Planos Setoriais de Cultura

SID/MinC divulga Planos Setoriais para as culturas populares e indígenas

O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID/MinC), divulgou nesta terça-feira, 28 de dezembro, o Plano Setorial para as Culturas Populares e o Plano Setorial para as Culturas Indígenas. Os instrumentos integram o primeiro Plano Nacional de Cultura, sancionado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em 2 de dezembro de 2010.

“Estes Planos são frutos da decisão do Ministério da Cultura de valorizar as culturas populares e indígenas brasileiras como pilares para a formação da identidade e diversidade cultural do país”, declarou o secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do MinC, Américo Córdula.

Para Américo, o Plano Setorial para as Culturas Indígenas estabelece uma política de Estado decenal que contribuirá para a “proteção e promoção das culturas indígenas, por meio de programas, entre outras ações, que permitam fomentar a transmissão de saberes, a manutenção da cultura e a difusão para a sociedade”.

Já o Plano Setorial para as Culturas Populares trará, segundo o secretário da SID, as diretrizes priorizadas e sistematizadas nestas duas gestões do governo Lula. “Mapear as manifestações, cadeias produtivas das festas, fomentar a manutenção das manifestações e incluir os mestres da tradição nos processos de ensino formais e informais”.

Os Planos Setoriais são resultado de compromissos pactuados com estes dois segmentos em diversos momentos de diálogo com o Ministério da Cultura, como os dois Seminários Nacionais de Políticas Públicas para as Culturas Populares (2005 e 2006) e as duas Conferências Nacionais de Cultura (2005 e 2010).

O Ministério da Cultura trabalhou com a dimensão cidadã da cultura – além das dimensões simbólica e econômica – e chamou para si uma tarefa que vai além do simples reconhecimento dos direitos cidadãos dos mestres, mestras e demais praticantes de culturas populares, bem como dos povos indígenas. Promoveu o protagonismo destes setores no que diz respeito à discussão, elaboração e acompanhamento das políticas públicas de cultura, permitindo a organização e amadurecimento dos segmentos.

Atualmente, representantes dos povos indígenas e das culturas populares possuem lugar no Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) e um Colegiado Setorial específico, encarregado de subsidiar a participação dos segmentos no Conselho, bem como de elaborar e acompanhar a implementação destes Planos Setoriais.

Plano Nacional de Cultura

O Plano Nacional de Cultura (PNC) é o primeiro planejamento de longo prazo do Estado para a área cultural na história do país. Sua elaboração como projeto de lei é obrigatória por determinação da Constituição desde que o Congresso Nacional aprovou a Emenda Constitucional nº 48, em 2005.

As prioridades e os conceitos trazidos por ele constituem um referencial de compartilhamento de recursos coletivos que norteará as políticas públicas da área num horizonte de dez anos, inclusive com metas. Seu texto foi aperfeiçoado pela realização de 27 seminários, em cada unidade da federação, resultantes de um acordo entre MinC e Comissão de Educação e Cultura da Câmara.

Pelo projeto, o governo federal terá 180 dias para definir metas para atingir esses objetivos, que serão medidas pelo Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC), já em implantação no Ministério da Cultura.

Os estados e municípios que quiserem aderir às diretrizes e metas do Plano Nacional de Cultura terão um ano para elaborar seu respectivo plano decenal, a partir da data de adesão voluntária ao PNC. Para isso poderão contar com assistência do MinC.

Nos links abaixo é possível acessar, na íntegra, os planos:

Plano Setorial para as Culturas Populares

Plano Setorial para as Culturas Indígenas

Os arquivos podem ser vistos, ainda, em iPaper na página eletrônica da SID/MinC.

http://www.cultura.gov.br

(Texto: Sheila Rezende, SID/MinC)
(Fotos: Juvenal Pereira e Rafael Cavalcante)

Semana dos Povos Indígenas

Programa Mais Cultura e SID/MinC participam do evento em São Grabriel da Cachoeira, no Amazonas

O Ministério da Cultura participa, no próximo dia 23, em São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, de três atividades que integram a Semana dos Povos Indígenas. O  município, localizado às margens do Rio Negro,  possui quase 90% da sua população de indígenas.

Pela manhã,  será realizado  o encerramento da Oficina de Capacitação em Audiovisual ministrada  pela ONG Rede Povos da Floresta em parceria com o Ponto de Cultura Vídeo nas Aldeias, nos 10 Pontos de Cultura Indígenas (PCIs) implantados na região do Alto Rio Negro.  O  secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do MinC, Américo Córdula, estará presente no evento. A instalação desses Pontos é uma ação do  Programa Mais Cultura   em parceria com as Secretarias da Identidade e da Diversidade Cultural, e  da Cidadania Cultural do MinC, da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), e da Associação Cultura e Meio Ambiente (ACMA).

Córdula destacará, na ocasião, a importância da criação dos Pontos de Cultura para os povos indígenas da região, e falará sobre as ações da Secretaria da Identidade e Diversidade Cultural voltadas para a promoção e proteção da cultura das comunidades tradicionais brasileiras como os indígenas. “Uma das nossas principais ações é a realização de editais de premiação de iniciativas culturais que promovam a cultura desses povos”, afirma o secretário.

A SID já realizou dois editais (2007 e 2008) voltados para a premiação de ações culturais desenvolvidas pelos indígenas em todo o Brasil, contemplando 184 iniciativas com investimentos totais de R$ 3,6 milhões.

No encontro, que contará com a presença do vice-prefeito de São Gabriel da Cachoeira, André Baniwa, será realizada uma Oficina sobre os Microprojetos Mais Cultura. O objetivo da ação é o de orientar os pequenos produtores culturais da região para a elaboração dos projetos do Programa que investirá R$ 13,8 milhões na Amazônia Legal integrada pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

No período da tarde, às 17h, haverá a exibição de dois filmes, um curta e um longa-metragem, da Programadora Brasil, no Cine Mais Cultura do Instituto Sócio Ambiental (ISA).

O Edital de Microprojetos,  executado em parceria com a Fundação Nacional de Artes (Funarte/MinC), a Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID/MinC), o Banco da Amazônia (Basa) e os governos estaduais da região amazônica, está em sua segunda edição e tem como foco principal a promoção da diversidade cultural da Amazônia Legal por meio do financiamento, não reembolsável, de projetos de artistas, grupos artísticos independentes e produtores culturais. As iniciativas deverão ter como beneficiários diretos jovens, entre 17 e 29 anos, residentes nas localidades da região. A primeira Edição do Microprojetos Mais Cultura foi realizada na região do Semiárido brasileiro e premiou 1,2 mil produtores culturais. As inscrições dos projetos podem ser feitas oralmente, gravadas em meio digital ou fita cassete. A medida visa facilitar e democratizar o acesso ao edital.

Pontos de Cultura Indígenas

Do total de dez Pontos de Cultura Indígenas (PCIs) previstos para a região, oito deles ficam em São Gabriel da Cachoeira, onde existem cerca de 23 etnias indígenas, dentre elas os Tukano, Baniwa, Baré, Dessana, Tuyuca, Piratapuya, Tariano e Rupda. Todos os PCIs foram instalados de outubro a novembro de 2009 e já estão funcionando.

As oficinas de capacitação dos indígenas são realizadas em três etapas pela Rede Povos da Floresta. “O projeto de PCIs conta com duas Rodas de Conversa, uma inicial e outra de fechamento, e com três oficinas, sendo uma de informática básica – Práticas Digitais, e as outras duas de Formação em Audiovisual. A primeira delas foca o processo de filmagem e a segunda o processo de edição”, explica a responsável da Rede Povos da Floresta pela implantação dos PCIs na região, Deborah Castor.

De acordo com ela, em cada uma destas oficinas a comunidade envia dois representantes que ficam responsáveis em compartilhar o que aprenderam com os demais moradores de sua comunidade. “No total, cerca de 40 indígenas estão participando das oficinas na região de São Gabriel”, informa Castor.

Para ela, é difícil enumerar o número de indígenas beneficiados com os Pontos de Cultura. “O número de pessoas beneficiadas em cada comunidade depende de diferentes fatores. Pensar nos povos que habitam esta região é compreender a diversidade da realidade de cada comunidade”. afirma. Segundo Deborah Castor, o projeto de PCIs inclui comunidades que nunca haviam entrado em contato com as tecnologias digitais, como também comunidades que já possuem uma rede de internet sem fio na escola indígena, como é o caso de Iauaretê.

A quantidade de pessoas beneficiadas depende também do número da população local, que vai desde comunidades com menos de 200 habitantes até a população do entorno de cidades como Santa Isabel do Rio Negro e Barcelos, onde estão localizados os PCIs da ACEMIRN e da ASIBA, associações indígenas do Médio Rio Negro.

Castor destaca, ainda, que a instalação dos Pontos de Cultura Indígenas têm proporcionado o desenvolvimento de projetos de registro da memória dos antepassados e de danças tradicionais pelas comunidades. “Os PCIs também têm como foco o registro da língua materna e a produção de cartilhas para as escolas indígenas”, ressalta ela, acrescentando que a busca, por esses registros, mobiliza a comunidade para se encontrar e debater sobre sua cultura, o que incentiva o valor de suas tradições e o fortalecimento de sua identidade cultural.

 

(Heli Espíndola e Rafael Ely- Comunicação SID/SAI)

(Fotos: Acervo Encontro Guarani e Ponto de Cultura Vídeo Nas Aldeias)

 

Comunicação SID/MinC

Telefone: (61) 2024-2379

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4º ENCONTRO ADÃO, ADÃO, CADÊ SALOMÉ, ADÃO?

Relações de Gênero, Identidade Negra e Saúde na Capoeira Angola

 

De 15 a 21 de Março de 2010 – PORTO ALEGRE – RS – BRASIL

 

Evento que ao longo dos seus quatro anos vem visibilizando e refletindo sobre as relações de gênero na Capoeira Angola.
Cada edição traz um tema para levantar a poeira dos bate papos e das vivências no universo da Capoeira Angola: Relações de gênero, Identidade Negra e Saúde serão os assuntos abordados este ano, durante os sete dias do encontro, que contará com as presenças de: Mestra Janja (BA) e da Contra-mestra Dana (RJ).

Programação do Evento:

 

 

Segunda 15

ABERTURA DO EVENTO – Palestra e Roda de Capoeira angola com a Mestra Janja

19h-  Roda de Capoeira Angola

Coordenação: Mestra Janja (Instituto Nzinga de Capoeira Angola/BA)

20h –  Roda de Conversa “Relações de Gênero, Identidade Negra e Saúde na Capoeira Angola”

Palestrante: Mestra Janja

Debatedoras:

Prof. Dr Sandra Vial (Diretora da Escola de Saúde Publica / RS)

Psicóloga Sanitarista Eliana Xavier (Maria Mulher / RS)

Elaine Oliveira Soares(Coord. Da política de Saúde da População Negra SMS-POA/RS)

Reginete Bispo(Comissão Cidadania e Direitos humanos da Assembléia Legislativa/RS)

Local: Memorial do Roi Grande do Sul

Praça da Alfandega, s/nº – centro – Porto Alegre – RS

 

 

Terça 16

18h Aula de Capoeira Angola

Coordenação: Professora Giane (Grupo de Capoeira Angola Nascente Palmares / RS)

 

19h Oficina de dança dos Orixás

Coordenação: Babalorixá Diba de Iyemonjá ( Ilê Axé Iyemonjá Omi Olodô )

Convidada: Temilayo de Oxalá ( Ilê Axé Iyemonjá Omi Olodô )

 

20h Roda de Conversa “Tradições de Matriz Africana e Saúde”

Convidados/as:

Doutoranda Miriam Alves / Oloriobá ( PUCRS)

Babalorixá Diba de Iyemonjá (Ilê Axé Iyemonjá Omi Olodô )

Local: Africanamete Escola de Capoeira Angola

 

Quarta 17

18h Aula de Capoeira Angola

Coordenação: Mariposa ( Aluna do Prof. Teu – Angoleiro Sim Sinhô / SC )

19h Roda de Capoeira Angola “Vem vadiar com as Salomés”

20h Roda de Conversa “Mulher na Capoeira Angola, Diversidade de Gênero e Identidade Étnico-Cultural”

Convidadas:

Doutoranda Heloísa Gravina ( URFGS )

Prof.Dr. Paula S. Machado (URFGS )

Claudete Costa ( Liga Brasileira de Lésbicas )

Local: Africanamente Escola de Capoeira Angola

Quinta 18

18h Vivência de Capoeira Angola

Coordenação: Alessandra Carvalho ( Africanamente / RS )

19h Oficina de Ritmos e Produção Textual – “O poder da musicalidade da Capoeira Angola”

Coordenação: Viviane Malheiro e Karine Menez

20:30h Intervenção artística “Boneca Viva Africana”

Coordenação: Maripoza (Aluna do Prof. Téu – Angoleiro Sim Sinhô/SC)

Sexta 19

19h Roda de Capoeira Angola “O Corpo Fala”

Coordenação: Contra-Mestra Dana (Associação de Capoeira Angola Mestre Marrom e alunos / RJ)

21h Samba de Roda

 

OFICINA DE DE CAPOEIRA ANGOLA COM CONTRA-MESTRA DANA (RJ)

Investimento: R$ 40,00 e vagas limitadas

Sábado 20

10h Oficina de Capoeira Angola “A movimentação de luta e arte com a manha feminina”

Coordenação: CM Dana

14h Oficina de Capoeira Angola

Coordenação: CM Dana

16h Roda de Capoeira Angola

Coordenação: CM Dana

Domingo 21

9h Oficina de Ritmo “A musicalidade na Capoeira Angola”

Coordenação: CM Dana

10:30h Roda de Conversa “Capoeira Angola: Ancestralidade e Afrodescendência”

Coordenação: CM Dana

14h Roda de Rua

Local: Bric da Redenção

Importante:
A nossa escola oferece hospedagem gratuitamente, para até 10 pessoas inscritas no evento, basta trazer seus utensilios de cama e banho.

Inscrições e maiores informações:
africanamente.poa@hotmail.com
Fones: (51) 9965-9335 ou 8100-3564
www.africanamenteescoladecapoeiraangola.blogspot.com

Saiba mais sobre nossas convidadas:

Mestra Janja
Co-fundadora e coordenadora do Instituto N’Zinga de Capoeira Angola, aravés da qual desenvolve importante trabalho de resgate e preservação das tradições educativas de matriz banto no Brasil. É doutora em Educação pela USP. Tem forte atuação nas interfaces entre raça, gênero e educação, tanto no âmbito acadêmico quanto no universo da Capoeira Angola.

Contra-Mestra Dana
Começou a trabalhar com capoeira, ensinando crianças em 1999. Em 2006 viajou com Mesre Marrom para a Europa ministrando workshops na Inglaterra, Alemanha, França e Escócia. Anualmente visita Israel dando cursos de capoeira angola pelo País. Em novembro de 1999, foi surpreendida com a formatura de Contra-Mestra, título recebido pelas mão de Mestre Brandão, com a presença de Mestre Boca Rica.

PARA ASSISTIR AOS VÍDEOS DAS OUTRAS EDIÇÕES E TAMBÉM OBTER MAIORES INFORMAÇÕES SOBRE O EVENTO, BASTA ACESSAR:
www.africanamenteescoladecapoeiraangola.blogspot.com

BLOCO DA CAPOEIRA: CARNAVAL 2010 – A CAPOEIRA E O CANGAÇO

Prezado (a) foliões,

O Bloco Afro Mangangá Capoeira, no seu terceiro ano, homenageará a Capoeira e o Cangaço.

O DESFILE:

O desfile acontecerá no dia 11/02/2010 na quinta-feira de carnaval no circuito Campo Grande a partir das 19h, sendo dividido em diversas alas e você desfilando, estará aceitando as normas e condições gerais para participar do bloco.

Alguns itens importantes para o desfile acontecer de acordo o contrato com os órgãos que fiscalizam a festa.

– O inicio do desfile dependerá da liberação da coordenação do carnaval, ficando cientificado que é comum por parte da organização do carnaval, haver atrasos;

– Não será permitida a permanência de folião que não estiver trajando a fantasia das alas ou abadas de capoeira;

É PERMITIDO:

– A utilização de adereços que remetam ao tema;

– Uso de abadá ou farda dos grupos de capoeira;

– Uso de estandartes dos grupos de capoeira e/ou culturais;

– Uso de instrumentos de capoeira;

– recomendamos às mulheres que venham com roupas típicas ao cangaço e a capoeira e que usem um legging por baixo da saio ou vestido;

ABAIXO ALGUMAS ORIENTAÇÕES MUITO IMPORTANTES PARA VOCÊ BRINCAR SEU CARNAVAL COM BASTANTE SEGURANÇA:

– Os foliões ficam cientes e autorizam previamente o Bloco da Capoeira ou a Associação Sócio-Cultural e de Capoeira Bloco Carnavalesco Afro Mangangá a exibir, por qualquer meio de comunicação ou em locais públicos, as imagens e/ou fotografias do (s) bloco e/ou Associação, inclusive a (s) suas em qualquer época mesmo não sendo no período do carnaval;

– Leve pouco dinheiro e documentos de identidade (cópia autenticada);

– Vá de calçado confortável, principalmente um que combine com o tema do Bloco;

– Evite sair do Bloco durante o percurso;

– Cuidado com os alimentos, beba bastante água, suco e de isotônicos;

– Não abuse das bebidas alcoólicas;

– Não use drogas;

– Não brigue, carnaval não combina com violência. Portanto, se alguém pisar no seu pé, se esbarrar, desconsidere e siga em frente;

– Namore e beije muito… Mais não deixe de usar a camisinha.

Bloco da Capoeira – 32569806 – 33517333 – 81269333

tmmanganga@hotmail.com – blocoafromanganga@hotmail.com

XIV Congresso Brasileiro de Folclore acontece em Vitória

Começa hoje (24), e vai até domingo (29), na Universidade Federal do Espírito Santo, em Vitória, o XIV Congresso Brasileiro de Folclore Capixaba. O Congresso tem como objetivo integrar mestres da cultura popular e mestres do saber erudito num mesmo patamar de conhecimento, em busca de caminhos conjuntos para uma sociedade de respeito à cultura popular, aos seus criadores e aos seus estudos.

O evento terá, como um dos pontos centrais de discussão, as políticas públicas que estão sendo desenvolvidas para o folclore no país.  Dentro desse tema, integra a mesa-redonda do Congresso, no dia 25, pela manhã, o diretor de Políticas da Diversidade e Identidade da Secretaria da Identidade e da Diversidade, do Ministério da Cultura, Ricardo Lima, que discorrerá sobre O Estado Brasileiro e as Políticas Públicas para o Folclore.

A SID será também representada, no evento, pelo coordenador geral de Fomento à Identidade e Diversidade, Marcelo Manzatti, que fará Simpósio Temático, no dia 25, sobre Políticas Públicas para o Folclore Brasileiro. Também no dia 25, o professor da Universidade de Brasília, José Jorge Carvalho, fará conferência sobre O Povo Brasileiro e a Construção do País entre Diferenças: O Papel do Folclore.

O XIV Congresso Brasileiro de Folclore Capixaba, com o apoio da SID/Minc, oferece ainda aos professores, o Curso de Capacitação em Folclore, que abordará a cultura popular, os conceitos e história, sua importância na sociedade contemporânea e sua utilização no meio educacional, turístico e cultural, entre outros.

A programação do evento, com atividades nos dois períodos diurnos durante todos os dias de duração do congresso, inclui também simpósios, conferências, assembléias, apresentações, exposições, lançamento de livros, apresentação de grupos folclóricos, oficinas e feiras, entre outros. No domingo, o XIV Congresso Brasileiro de Folclore Capixaba terá ainda uma atração especial, no setor Cidade Alta da capital capixaba: o II Desfile da Identidade Capixaba e Brasileira.

Maiores informações sobre o Congresso e a programação completa podem ser obtidas pelo site http://www.folclorecapixaba.org.br/ ou pelo telefone: (27) 4009-2957.

 

Comunicação SID/MinC

Telefone: (61) 2024-2379

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