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Intercâmbio internacional de jovens Portugal x Estónia

Intercâmbio Internacional Gingando para Cidadania, que será realizado neste mês de julho em São João da Madeira e conta com o apoio da Programa Juventude em Acção.

Trata-se de um projecto ligado à secção da Capoeira que tem o objectivo de desenvolver o senso de cidadania europeia nos jovens e mostrar-lhes que o desporto é um ótimo instrumento de inclusão social.

O Gingando para Cidadania é um projecto aprovado pela Agência Nacional para Gestão do Programa Juventude em Acção (ANGJPA), no âmbito da Acção 1.1. Conta com a organização e o apoio da AEJ, da Associação Cultural Ginga Brasil Capoeira e da Ong Berimba. Entre os dias 19 e 25 de julho, um grupo de 14 jovens estonianos virão a São João da Madeira para conhecer a cultura portuguesa, praticar capoeira, participar do Campeonato de Capoeira Ginga Brasil 2010 e do Batizado e Entrega de Cordas. Entre as actividades previstas, estão workshops de danças folclóricas e música portuguesa, uma peça de teatro e visitas culturais ao Porto e Guimarães. Na segunda etapa, que acontecerá entre os dias 2 e 9 de agosto, 14 jovens de São João da Madeira viajarão até Taillinn, capital da Estónia, para conhecer a cultura local e igualmente participar das actividades planeadas pelo grupo de jovens estonianos. O objectivo do projecto é promover o senso de cidadania europeia entre portugueses e estonianos, amenizar os problemas de inclusão social e mostrar que a capoeira pode ser uma ferramenta de ensino não-formal.

Em anexo, é possível ver o logotipo do evento e seu cartaz de divulgação. Para mais informações (programação detalhada das actividades,preços, etc) , por favor, entre em contacto. Podemos providenciar também outras imagens com boa resolução.

Ficha técnica

Projecto: Gingando para Cidadania

Tipo: Intercâmbio internacional bilateral entre Portugal e Estónia
Datas: 1ª fase, de 22 a 29 de julho e 2ª fase, de 4 a 12 de agosto
Locais: 1ª fase, em São João da Madeira e 2ª fase, em Taillinn
Organizadores: Associação Estamos Juntos e Ong Berimba
Apoio: Agência Nacional da Juventude de Portugal

Site: www.gingandoparacidadania.blogspot.com

Responsável: Raquel Evangelista
Contacto: 936885268 ou raquellobao80@gmail.com

Ceará: Capoeira é usada para a inclusão social

Um projeto utiliza a capoeira para melhorar a coordenação motora e a inclusão social de portadores de necessidades especiais

Uma roda de capoeira muito especial. Crianças, adolescentes, jovens e adultos não perdem um lance. Acompanham, muito atentos, os movimentos dos braços e pernas de quem está no jogo. Cantam, batem palmas, sorriem. A prática do esporte é um momento de socialização, de integração de autista, portadores de Síndrome de Down, de deficiência visual, com paralisia e deficiências múltiplas. Essa turma tão familiarizada com o esporte, mora em Guaiúba e é assistida pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae).

Há um ano, a Apae enviou um projeto solicitando o apoio da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS). E conseguiu implantar o Projeto de Capoeira Inclusiva com a orientação de Eraldo Gabriel de Sousa, o Mestre Beija-Flor, que há 12 anos desenvolve o projeto no Brasil, e do professor Edy Oliveira, mestre em capoeira que está se especializando em educação inclusiva.

O resultado está sendo tão positivo que, segundo o professor Edy, o aluno Josivan, 23, que tem dificuldades de aprendizagem, está quase pronto para ser mestre da capoeira e dar continuidade à prática aos 35 alunos da Apae. Edy Oliveira, 24, também dá aulas para crianças e adolescentes, em Guaiúba, através de projeto desenvolvido com a Secretaria da Cultura. “São mais de 200 alunos”, diz e acrescenta que a capoeira está sendo iniciado em Redenção.

“A inclusão é um processo sem volta”, diz Edy Oliveira e com ele concorda o sergipano Eraldo Gabriel de Sousa, o Mestre Beija-Flor, que já implantou o projeto em outros estados como São Paulo, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Alagoas, Sergipe, Minas Gerais, Maranhão e Pará. “A inclusão é uma grande arma para diminuir o preconceito e as barreiras sociais. Amplia os horizontes das pessoas portadores de necessidades especiais, além dar mais equilíbrio ao corpo e elevar a sua autoestima”, diz o mestre Beija-Flor.

Os resultados da capoeira inclusiva para os que são atendidos pela Apae de Guaiúba também são ressaltados pela conselheira Fátima Maria Leitão Araújo. Ela cita o exemplo de um paciente de 30 anos que não conseguia andar direito e, com a prática da capoeira, adquiriu confiança, melhorou sua expressão corporal e coordenação motora.

“Já houve até apresentação da turma de capoeiristas na cidade de Pacoti. É um projeto que contribui muito para a inclusão social”, constata Fátima Leitão. O mestre Beija-Flor também pretende levar o projeto para Portugal e países da América Latina.

Maresias: Projeto Mareginga

O projeto Mareginga conta hoje com mais de 100 crianças da comunidade de Maresias e é realizado na escola municipal do bairro há 04 anos.

A associação cultural e esportiva de maresias tem como objetivo principal a inclusão social de crianças e jovens do bairro através de práticas culturais e esportivas.

A manifestação que está como carro chefe que engloba esporte,cultura e lazer por enquanto é a capoeira,onde tenho o apoio de muitos que estou enviando este email e ja temos quase 200 alunos do bairro de maresias e paúba treinando regularmente e gratuitamente a capoeira.

Com a associação(que é uma entidade sem fins lucrativos) o objetivo além de incluir e resgatar esportes e manifestações culturais tipicas do local são:

  • -Construção de sede própria
  • -palestras sobre problemas vividos na infancia eadolescencia(drogas,orientação sexual eprofissional)
  • -inclusão digital
  • -encaminhamento de jovens a cursos profissionalizantes e universidades
  • -resgate de jovens com passagens pela polícia e tentativa de incluilos a sociedade
  • -trabalho c a terceira idade e portadores de nescessidades especiais
  • -parceria com ongs,associações,empresas,governo pessoas fisicas e juridicas

Quem conhece meu trabalho sabe que estamos indo aos poucos mas sem perder tempo e evoluindo a cada ano,o bem comum ja esta sendo feito.

Tenho certeza que com a união de todos nosso bairro vai se tornar exemplo para o Brasil e o mundo.ea intenção é espandir o trabalho para outros bairros desão sebastião onde ocorrem o crescimento desordenado de população acho q só com iniciativas como essa é que poderemos criar um lugar melhor para seviver e se frequentar.

O estatuto da associação em breve estará no nosso site www.mandingamaresias.com.br preciso de orientações eapoio nesse trabalho como disse é um trabalho conjunto,todos quequiserem poderão se associar e participar.

Agradeço a todos que vem se aliando comigo nessa missão e vamos tocar pra frente!!!abraço a todos

Prof.Gustavo-simba capoeira

Capoeira, Esporte, Lazer e Inclusão Social do Nordeste de Amaralina

Iniciação esportiva beneficia mais de seis mil soteropolitanos

À tarde da última segunda-feira (29) foi muito especial para as crianças e jovens de três bairros carentes de Salvador, Nordeste de Amaralina, Plataforma e Ribeira, justamente no dia do aniversário da capital baiana. O Centro Social Urbano (CSU), do Nordeste de Amaralina sediou um evento do Programa de Iniciação Esportiva e Inclusão Social, com a presença dos secretários estaduais do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Nilton Vasconcelos, do Desenvolvimento Social, Valmir Assunção, e das Relações Institucionais, Rui Costa, além do ex-nadador baiano Edvaldo Valério, campeão olímpico em 2000, e do diretor-geral da Superintendência de Desportos da Bahia (Sudesb), Raimundo Nonato Tavares (Bobô).

Os alunos do curso de capoeira do Projeto Esporte, Lazer e Inclusão Social do Nordeste de Amaralina fizeram uma apresentação, enquanto os meninos do Projeto Bola da Vez, também realizado em parceria com o Governo do Estado, pela Associação Bom Samaritano, no bairro de Plataforma, marcaram presença. A Associação Beneficente de Educação Arte e Cidadania (Abeac) renovou o convênio, por mais seis meses, do projeto que já funciona no bairro da Ribeira e agora irá beneficiar 2,4 mil pessoas, o dobro do período anterior, quando 1,2 mil baianos foram atendidos. Com isso, o governo passa a beneficiar mais de seis mil pessoas com os três projetos que fazem parte do Programa de Iniciação Esportiva e Inclusão Social.

Para a aluna do curso de capoeira do projeto, Monalisa dos Anjos, o evento serviu como divulgação para os pais saberem que existe esse projeto gratuito e que seus filhos podem praticar esporte em um bom ambiente, com pessoas sérias. “A capoeira, para mim, representa um alicerce porque vai encaminhar as pessoas para, no futuro, poderem até tê-la como profissão. Eu pratico para me manter em forma, mas ela também serve para tirar os jovens das ruas”.

Risco Social

Presidente da Associação Bom Samaritano, que realiza o Projeto Bola da Vez, em parceria com a Sudesb, Rita da Anunciação deu depoimentos sobre a real importância de iniciativas como essa. “Muitos pais não cansam de nos procurar com medo de perder os filhos para o mundo do crime ou das drogas, mas depois que os filhos começam a participar das aulas eles já não têm mais do que reclamar”. Anunciação disse que alguns meninos já conseguiram largar as armas ou a cola de sapateiro depois que passaram a praticar atividades saudáveis no programa.

Atleta de futebol do projeto Bola da Vez, Mateus Santana subiu ao palco principal para falar sobre a importância dessas ações. “Gostaria de agradecer a Bobô e à Sudesb por apoiar o nosso projeto que agora está prosperando, fazendo com que continuemos juntos do lado certo da comunidade e não do lado errado”, disse. Quem também subiu para dar um depoimento foi a atleta de basquete do projeto que acontece na Ribeira, em parceria com a Abeac, Luana Lima. “Foi muito bom participar do basquete, lá eu me encontrei. Por isso, sempre digo que aproveitem”, disse.

Carine Cardoso, que pratica natação no projeto do Nordeste de Amaralina, reconhece a importância dessa ocupação. “Eu venho sempre nadar para não ficar na rua, fazendo coisas erradas. Eu também sonho em ser atleta profissional e a presença de um atleta com a história de Edvaldo Valério aqui incentiva a gente a seguir nesse caminho”, disse. Tainan Viana, também aluno da natação, segurava orgulhoso o troféu que ganhou em uma Maratona Aquática. “Esse projeto é muito importante porque eu não fazia nenhum esporte, mas eu comecei aqui e ganhar esse troféu já dá um estímulo maior para continuar”.

Edvaldo Valério valorizou a estrutura do CSU. “Quando cheguei aqui, senti uma inveja saudável, depois de ver uma piscina linda e bem tratada como essa construída pela Sedes”. Ele lembra que também nasceu e cresceu em um bairro carente, mas não teve uma oportunidade como essa. “A mensagem que eu deixo é que aproveitem essa chance. Eu acredito muito no esporte como uma ferramenta importante de inclusão social. Eu, graças à natação, fiz grandes amigos e vivi em um ambiente saudável”.

Programas esportivos geram emprego e renda

Para Bobô, o CSU serve como referência para todos da Bahia e os projetos desenvolvidos em bairros carentes fazem parte da política do Governo, já que o governador Jaques Wagner cobra constantemente essas ações. “Os projetos não servem apenas para dar oportunidade e ocupação para as crianças ou para a terceira idade, mas geram emprego também porque os instrutores fazem parte da comunidade, o que acaba movimentando a economia local”. “Eu estive aqui no lançamento desse programa e, de lá para cá, temos percebido o crescimento do projeto. A gente pensa em 2016 como algo muito longínquo, mas é essa turma que vai fazer o Brasil brilhar na Olimpíada do Rio de Janeiro”, disse o secretário Nilton Vasconcelos.

 

Fonte: http://www.jornalfeirahoje.com.br

Santos: Capoeira apresenta resultados positivos na inclusão de deficientes

‘Jogo atlético, constituído por um sistema de ataque e defesa, de caráter individual e origem folclórica genuinamente brasileira, surgido entre os escravos’. Quem procura pela palavra capoeira no dicionário Aurélio de língua portuguesa encontrará essa definição. Mas, basta conferir uma roda de capoeira de alunos deficientes no Complexo Esportivo e Recreativo Rebouças (Praça Eng. José Rebouças s/n., Ponta da Praia) para ter a certeza que a capoeira vai além. Ela vem promovendo inclusão para quase 90 munícipes com necessidades especiais, garantindo benefícios físicos e psicológicos. O trabalho será tema de encontro promovido pela prefeitura hoje (quarta dia 11, no próprio Rebouças.

De acordo com Cícero França, conhecido como mestre Cícero Tatu, responsável pelas aulas de capoeira com alunos especiais na Semes (Secretaria de Esportes), entre os benefícios destacam-se a melhora na lateralidade, equilíbrio, atenção e raciocínio. “A liberdade de expressão é a essência da capoeira. E é isso que trabalhamos aqui: a educação de forma não padronizada, respeitando os tempos e limites de cada um. Com a música, o ritmo, eles ficam mais atentos e os movimentos ajudam a conhecer melhor o próprio corpo e a respeitar o espaço do outro”.

Os resultados positivos podem ser medidos pela opinião de quem participa. Alunos da Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Santos), Sérgio Luiz Pedra, 46 anos, e Sidnei Viera, 25, começaram as aulas no Rebouças há dois meses e estão gostando do resultado. “É bom pra minha saúde, para o coração. Estou até perdendo a barriga”, conta Sérgio. Sidnei também destaca os benefícios. “Melhorou meu equilíbrio, minha saúde. Estou com mais atenção”. Outro exemplo é Daniel Torrente de Almeida, 38 anos, já formado. De acordo com mestre Cícero, pelo que tem conhecimento, Daniel é o único aluno com autismo já formado. “Hoje já ajudo a dar as aulas. Ensino os movimentos para as pessoas”, conta Daniel.

Socialização:

Outro ponto importante é que as aulas mesclam os alunos deficientes com alunos em geral, promovendo, de fato, a inclusão. “Esses alunos ditos normais amadurecem frente ao desconhecido. Isso por si só já vale a pena. São crianças, jovens, que estão crescendo aprendendo a respeitar as diferenças. A socialização é verdadeira. Todos interagem, jogam juntos”, afirma o professor.

A pequena Stephanie Marra Kuhlmann, de oito anos, é exemplo disso. Desde pequena frequenta as aulas com alunos especiais e aprendeu a lidar com as limitações de cada ser humano. “No começo ela ficava assustada. Hoje beija, abraça todo mundo. Aprendeu a respeitar mais o próprio corpo e os limites dos outros. Ela vem aqui ajudar o professor, mas sabemos que ela também está sendo ajudada. É um aprendizado para a vida toda”, diz a mãe Maria Cristina.

Mestre Cícero conta que também sai ganhando. “A grande diferença não estar no ensinar, mas no aprender. Aprendo muito com eles. Eles me instigam a sempre inovar, a buscar estratégias para que todos possam aprender a capoeira”, afirma. Além dos movimentos, os alunos aprendem em oficinas sobre a história da capoeira e até a confecção dos instrumentos musicais.

Encontro:

Para promover a troca de experiências entre quem pratica este esporte e os profissionais que atuam na área, ou quem está interessado em começar, a prefeitura, por meio da Semes, realiza hoje, o ‘2º. Encontro da Capoeira Inclusiva de Santos’, no Rebouças, das 14h às 16h, com uma grande roda de capoeira. Já há mais de 200 inscritos. Quem quiser participar pode obter informações pelo telefone 3269-8080.

Neste mesmo número é possível saber sobre vagas. Há aulas para turmas de inclusão toda segunda e quarta, em dois horários: das 14h às 15h e das 15h às 16h. Para a população em geral, a Semes também disponibiliza aulas no Posto 2, praia da Pompeia; no Centro Esportivo da Zona Noroeste; e no Centro Esportivo M. Nascimento Júnior. A Secult (Secretaria de Cultura) oferece aulas com mestre Chocolate, no Centro de Cultura Patricia Galvão; Centro Cultural do Morro do São Bento; e na Sociedade de Melhoramentos da Encruzilhada. No caso da Secult, as vagas estão esgotadas.

No total mais de 400 munícipes participam das escolinhas, além de centenas de alunos da rede municipal, nos núcleos do programa ‘Escola Total’. A capoeira está registrada desde 2008 como patrimônio imaterial pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

 

Fonte: http://www.clicklitoral.com.br

Canoas: Capoeira estimula pessoas com necessidades especiais

Os alunos do Centro de Educação e Inclusão e Acessibilidade de Canoas (Ceia) receberam, ontem à tarde, a visita do idealizador do projeto Capoeira Inclusiva, Eraldo Gabriel de Souza. O mestre Beija-Flor, como é conhecido, trouxe a proposta para a cidade em 2005, quando ocorreram as primeiras aulas dirigidas a pessoas com deficiência. O encontro, que faz parte das atividades do Mês da Pessoa com Deficiência, contou ainda com a participação de tradicionalistas gaúchos e de um grupo de funk. A moradora do bairro Harmonia Jeisa Carolina Ávila, 25 anos, participa das aulas de capoeira desde quando o projeto foi implantado na cidade. ‘‘O que mais gosto é da ginga da capoeira’’, contou. Segundo Eraldo, o Capoeira Inclusiva estimula crianças, jovens e adultos com deficiência a superar limites. ‘‘A capoeira estimula a consciência corporal e eleva a autoestima.

É uma terapia para a inclusão’’, destacou. O projeto existe há 14 anos e é realizado em diversos locais como Minas Gerais, Ceará, Sergipe e Maranhão. Ontem o Ceia também realizou Mostra de Artes e Feira de Folclore. Na oportunidade, foram expostos os trabalhos feitos pelos alunos do Educação para Jovens e Adultos (EJA). Entre as obras de arte estavam trabalhos com uma nova leitura dos quadros do pintor brasileiro Cândido Portinari. A moradora do Mathias Velho Neide de Souza Dias, 48, foi uma das artistas. ‘‘Gosto dos trabalhos manuais.’’ Os alunos do Centro de Educação e Inclusão e Acessibilidade de Canoas (Ceia) receberam, ontem à tarde, a visita do idealizador do projeto Capoeira Inclusiva, Eraldo Gabriel de Souza. O mestre Beija-Flor, como é conhecido, trouxe a proposta para a cidade em 2005, quando ocorreram as primeiras aulas dirigidas a pessoas com deficiência. O encontro, que faz parte das atividades do Mês da Pessoa com Deficiência, contou ainda com a participação de tradicionalistas gaúchos e de um grupo de funk.

A moradora do bairro Harmonia Jeisa Carolina Ávila, 25 anos, participa das aulas de capoeira desde quando o projeto foi implantado na cidade. ‘‘O que mais gosto é da ginga da capoeira’’, contou. Segundo Eraldo, o Capoeira Inclusiva estimula crianças, jovens e adultos com deficiência a superar limites. ‘‘A capoeira estimula a consciência corporal e eleva a autoestima. É uma terapia para a inclusão’’, destacou. O projeto existe há 14 anos e é realizado em diversos locais como Minas Gerais, Ceará, Sergipe e Maranhão.

Ontem o Ceia também realizou Mostra de Artes e Feira de Folclore. Na oportunidade, foram expostos os trabalhos feitos pelos alunos do Educação para Jovens e Adultos (EJA). Entre as obras de arte estavam trabalhos com uma nova leitura dos quadros do pintor brasileiro Cândido Portinari. A moradora do Mathias Velho Neide de Souza Dias, 48, foi uma das artistas. ‘‘Gosto dos trabalhos manuais.’’

Oficinas da FCMS utilizam capoeira como ferramenta de inclusão social

A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul iniciou ontem nesta quinta-feira (6), através dos Cursos e Oficinas 2009 do Centro Cultural José Otávio Guizzo, um projeto que utiliza a Capoeira como instrumento de terapia e inclusão social.

A oficina Capoeira Inclusiva, desenvolvida pelo educador Josimar Flor de Araújo, utiliza a arte brasileira – tombada como patrimônio cultural – como instrumento terapêutico e educacional para o desenvolvimento de crianças, jovens e adultos, integrando-os com o meio em que estão inseridos e explorando suas potencialidades.

A utilização da Capoeira no atendimento de pessoas com necessidades especiais já acontece há nove anos. Segundo Josimar, já participaram das oficinas alunos assistidos por instituições como o Instituto Sul-Mato-Grossense de Cegos (ISMAC), Pestalozzi, Juliano Varela e Aseadem.

“Graças à eficiência que tem se instalado nesta modalidade muitas são as portas abertas. Principalmente a da família que tem acreditado e investido neste trabalho”, explica.

Serviço: As oficinas de Capoeira Inclusiva acontecem todas as quintas-feiras, das 17h30 às 18h30 e nos sábados, das 8h as 9h30. A duração do projeto será até o mês de dezembro. O valor mensal das oficinas é de R$ 40,00. Outras informações no Centro Cultural, pelo telefone 3317-1792.

Fonte: Portal MS – http://www.portalms.com.br

Prêmio Brasil de Esporte e Lazer de Inclusão Social

Dia 17/02, no palácio do planalto, ocorreu a premiação referente a 1ª edição do “Prêmio Brasil de Esporte e Lazer de Inclusão Social”, oficializada pela portaria nº 144/2008 nos termos da lei nº 8.666/93 e processo administrativo nº 58701.000773/2008-34, destinado ao reconhecimento de iniciativas científicas, tecnológicas e pedagógicas que apresentem contribuições e subsídios para a qualificação das políticas públicas de esporte e lazer de inclusão.

Tal premiação, promovida pelo Ministério do Esporte através da Secretaria Nacional de Desenvolvimento de Esporte e  de Lazer (SNDEL), contemplou, entre outros(as) premiados(as), uma dissertação de mestrado desenvolvida junto ao Programa de Pós-Graduação em Educação da UFPE, de autoria do Prof. Ms. Henrique Gerson Kohl. A mesma ficou com o 2º lugar da Região Nordeste na categoria de teses/dissertações/pesquisas independentes.

“Na entrega do Prêmio Brasil de Esporte e Lazer de Inclusão Social, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta quarta-feira (17), que parcerias para projetos esportivos entre o Ministério do Esporte, governadores, prefeituras e a sociedade, saiam do papel. Muitos municípios, segundo o presidente, já contam com quadras esportivas, mas faltam professores de educação física. “As cidades não estão preparadas para sua própria juventude”, afirmou Lula, ao apresentar como alternativa, uma maquete do programa Praças da Juventude, complexos esportivos que requalificam espaços urbanos e oferecem esporte e lazer à população.

Em concordância com o presidente, o ministro Orlando Silva justificou que “por esse motivo pensamos em construir um equipamento que servisse de referência para a juventude do Brasil”. O ministro explicou que em 2008 o Ministério do Esporte autorizou a construção de 50 praças, graças a uma parceria fundamental com o Pronasci, do Ministério da Justiça, que destinou recursos para construção de parte dessas praças.

“Nosso objetivo é construir 100 Praças da Juventude em 2009 e mais 100 praças em 2010 em parceria com as prefeituras municipais”, anunciou Silva. Cada projeto é orçado em R$ 1,6 milhão e destina-se a criação de ginásio poliesportivo coberto, pista de atletismo com caixa de areia para saltos, uma pista de caminhada e de skate, teatro de arena, centro de convivência da terceira idade e administração, num espaço de 8 mil m².

Os ministros da Casa Civil, Dilma Rousseff e da Educação Fernando Haddad, a primeira dama, Mariza Letícia, a secretária Nacional de Desenvolvimento do Esporte e Lazer (SNDEL), Rejane Penna Rodrigues e o presidente do Colégio de Ciências do Esporte, Fernando Mascarenhas também participaram da solenidade.

Um total de 27 pessoas entre gestores públicos, pesquisadores, professores universitários e representantes de organizações não governamentais (Ong´s) que atuam na área do esporte e do lazer de inclusão em todo o país foram homenageados. Entre os premiados estão o morador do Distrito Federal, Efrain Maciel e Silva, 29, segundo colocado na categoria Novas Mídias.

Marciel e Silva concorreu com o trabalho intitulado Boletim Educação Física. “Trata-se de um boletim digital que virou um site especializado, sem fins lucrativos, que oferece pesquisas, artigos, monografias de graduação, mestrado e doutorado para facilitar o acesso ao conhecimento científico na área de Educação Física”, orgulhou-se.

CarlaBelizária
Ascom – Ministério do Esporte

 

Foram considerados vencedores da Edição de 2008 do PRÊMIO BRASIL DE ESPORTE E LAZER INCLUSÃO SOCIAL:

CATEGORIAS COM PREMIAÇÃO REGIONAL

CATEGORIA 1: DISSERTAÇÕES, TESES E PESQUISAS INDEPENDENTES

Região Nordeste

1º lugar: Campos de visibilidade da capoeira baiana: as festas populares, as escolas, o cinema e arte 1955-1985 – Luís Vitor Castro Júnior – BA
Presidente Lula e prof. Tchê
2º lugar: Gingado na Prática Pedagógica Escolar: expressões lúdicas no Quefazer da Educação Física – Henrique Gerson Kohl – PE

Região Sudeste

1º lugar: Jogos e Cidades: ordenamento territorial urbano em grandes eventos esportivos – Sávio Raeder – RJ

2º lugar: Futebol libertário: um jeito novo de jogar na medida – Fábio Silvestre da Silva – SP

3º lugar: A Imagem Corporal de Adolescentes de Rua de Belo Horizonte e seus reflexos no processo de inclusão e exclusão social – Adenilson Idalino de Sousa- MG

Região Sul

1º lugar: Etno-Desporto indígena: contribuições da antropologia social a partir da experiência entre os Kaing -José Ronaldo Mendonça Fassheber- PR

2º lugar: (Re) Significações do lazer em sua relação com a saúde em comunidade de Irati – PR – Miguel Sidenei Bacheladenski – PR

CATEGORIA 2: MONOGRAFIAS DE GRADUAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO

Região Norte

1º lugar: Educação Física Escolar Indígena: O Programa Segundo Tempo e sua Importância na Revitalização dos Jogos Tradicionais das Crianças de Baré/ Manaus/AM – Jhones Rodrigues Pereira – AM

Região Sudeste

1º lugar: Análise do PELC no Município de Periquito/MG: o ponto de vista de uma comunidade usuária – Cláudio Gualberto – MG

2º lugar: Meninas e Meninos da Serra: as oficinas de esporte/lazer do Programa Agente Jovem de Desenvolvimento – Leonardo Toledo Silva – MG

3º lugar: Como transformar um obstáculo em oportunidade. Projeto social BOMBOM: Bom de Bola, Melhor na Escola! – Neimar Anunciação Gonçalves – MG

Região Sul
 
1º lugar: Mapeamento do Programa Segundo Tempo no Brasil e a gestão deste no município de Estrela/RS – Daiane Wagner do Couto – RS

Região Centro Oeste

1º lugar: O esporte com instrumento de inclusão social: um estudo na Vila Olímpica do Conjunto Ceará – Ana Amélia Neri Oliveira – DF

CATEGORIA 3: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS
 

Região Norte

1º lugar: Esporte e Lazer de Inclusão Social para os Idosos do Tocantins – Relato de Experiência – Khellen Cristina Pires Correia Soares – TO

Região Nordeste

1º lugar: Extensão Universitária e Inclusão Social: implicações do programa O Direito na Rua para o Segundo Tempo – Adilson Silva Ferraz; Ana Maria de Barros – PE

Região Sudeste

1º lugar: Mulheres em Movimento – Antonia Efigênia Gomes Bezerra – SP

2º lugar: Futebol libertário: compromisso social na medida – Roberta Freitas Lemos; Francisco Helder da Silva; Marcelo Arruda Piccioni; Fábio Silvestre da Silva – SP

3º lugar: O processo de seleção para animadores culturais do Programa Esporte e Lazer da Cidade: consórcios PELC – Leonardo Toledo Silva – MG

Região Sul

1º lugar: Um diálogo entre Ministério do Esporte, Universidade e Conselho de Direitos dos Idosos – Suzana Hubner Wolff – RS

2º lugar: Procurando Caminho: Esporte Aventura e exercício da cidadania – Mateus Alexandre Hoerlle – SC

3º lugar: O Lazer já tomou conta da cidade de Bagé – Ana Elenara da Silva Pintos – RS

Região Centro Oeste

1º lugar: Pensando o Programa Segundo Tempo no Processo de Inclusão Social – Ivete Figueira da Silva – DF
 

CATEGORIAS COM PREMIAÇÃO NACIONAL

CATEGORIA 4: ENSAIOS

1º lugar: Pensando as políticas públicas para o etno-desporto indígena – José Ronaldo Mendonça Fassheber – PR

2º lugar: Um país olímpico sem educação olímpica? Nelson Schneider Todt – RS

CATEGORIA 5: NOVAS MÍDIAS

1º lugar: PAPPEL social – Programa de Avaliação de Políticas Públicas de Esporte e Lazer – Carlos Magno Xavier Correa; Julio César Rezende; Rômulo Vieira Ferreira; Rafael Pires de Freitas – MG

2º lugar: Boletim Educação Física – Efrain Maciel e Silva – DF

3º lugar: Praça Pública – Edison Luis Gastaldo – RS

Desde já agradeço vossa leitura e reafirmo consideração.

Cordialmente,

Prof. Ms. Henrique Gerson Kohl

Fone: 9949-4101

Projeto de inclusão social faz primeiro batizado para alunos com necessidades especiais

A Associação Esporte Nacional Capoeira realiza sábado, dia 29, às 15h, o 1O Batizado do Projeto Capoeira para Crescer. A iniciativa, inédita na capital, oferece há um ano, gratuitamente, aulas de capoeira para alunos com necessidades especiais.

O projeto, voltado para inclusão social por meio do esporte, é fruto de uma parceria entre a Associação e a Krim Bureau Digital, e conta com o incentivo do Programa Municipal de Apoio e Promoção do Esporte (ProEsporte) da Secretaria Municipal de Esportes, Recreação e Lazer.

O Batizado tem o patrocínio do Banrisul e Octo Promocional.

Local: Clube Farrapos – Av. Cristiano Fischer, 1331 – Porto Alegre/RS
Data: 29/11/08 – às 15h
Informações: Delmar Perroni – 51 9325 0023 – e/ou Márcio Gomes – 51 99334912

João Pessoa sedia Encontro de Capoeira

João Pessoa, PB – Capoeiristas de todo o Brasil estarão presentes neste sábado 25, e domingo 26, em João Pessoa, para o nono Encontro Nacional de Capoeira.

Cerca de 500 praticantes do esporte se inscreveram para o evento que tem como objetivo graduar e observar o desempenho dos atletas além de promover a inclusão de 200 atletas do Centro Integrado de Apoio ao Portador de Deficiências, FUNAD.

No primeiro dia da competição, a atração será uma grande roda de rua realizada às 19h30, na Feirinha de Tambaú. Mestres de capoeira de todo o país estarão presentes, como: Hulk, Portes, e Fabinho, todos do Rio de Janeiro, além do paulista Pinatte.

O organizador do Encontro, Márcio Rodrigues, revelou que este é o maior trabalho de inclusão realizado no Brasil, tendo a participação de 200 capoeiristas da FUNAD, alunos das redes municipal e estadual de ensino, como também de universitários e integrantes de academias.

Ele ainda assegurou que portadores de várias deficiências estarão competindo ao lado dos demais alunos. Todos juntos, num clima de descontração, brincadeira e muito respeito.

O evento é organizado pela Associação de Capoeira Terra Firme e conta com o apoio da direção da FUNAD e da Secretaria de Educação do Estado.

A entrada é gratuita.

Fonte: http://www.agoraesportes.com.br