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Palmares, um Projeto de Nação

O INÍCIO DE PALMARES…. , A ESCRAVIZAÇÃO DO ÍNDIO

“No dia em que nossa gente acabar de uma vez, eu vou  tirar esta
escora daqui, e o céu vai desabar, e todas as gentes vão desaparecer.
Vai acabar tudo”. Sinaá, Lenda do fim do Mundo, povo Juruna.”

  • 1533 – Bula Veritas Ipsa Papa Paulo III declarando “os índios homens racionais”…
  • Entradas, expedições organizadas pelos Gov. Gerais, ou diretamente pela Corôa.
  • Bandeiras, empresa (expedição) organizada por particulares, ambas para caçar índio.
  • Incursões de franceses, iniciativa particular de “piratas” e não de governo.

Toda e qualquer referência à escravização do índio, que nos interessa, seria uma repetição da escravização negra. A História do Brasil é contada em dois extremos de uma mesma arma – ora como uma peça de defesa, o secular cuidado com a cabeça de louça do cristianismo; ora uma peça dedescaracterização do negro – a condenação da vítima – “comprava-se negros escravizados por outros negros;  eram comprados por escambo índios escravizados por outros índios ” : Doe mais ao negro do Mundo, assim com ao índio do Brasil, estas mentiras secularmente repetidas que a própria escravidão a que foram submetidos, doem-lhes a insaciedade do dominador…

As narrativas feitas entre o Séc. XVI e o XVIII serve como relato, não como interpretação, de um lado por que os escrivães não conheciam absolutamente nada do índio; segundo porque eram interessados – uns como mercadores ou agentes de mercadores; outros, por serem agentes da Coroa Portuguesa que chega ao Séc. XIX  “tendo no Brasil apenas a vaca leiteira”.

Acrescente-se ao fato das expedições portuguesas serem compostas por homens sem letras. Se dentre os franceses e até dentre as poucas entradas alemãs de que se tem notícia sempre havia intelectuais, homens de letras, e muitos de ciência, (meramente interessados em ciência), dentre os portugueses não há um único registro com este cuidado, por todo o Séc. XVI e até o Séc. XVII. Mesmo entre os jesuítas pode-se encontrar quando muito um ou outro letrado, que eram dominados ou pelo interesse comercial da sua Ordem, ou pela posição de minoria dentre os seus pares, ou notadamente pela ordem severa da Igreja Católica. O que se conhece de imparcial e de cunho cultural é de origem francesa, depois holandesa.

 

RELATO SOBRE ÍNDIO, CRONISTA FRANCÊS JEAN LERY.

“Uma vez um velho índio perguntou-me: – Que significa isto de virdes vós outros, peros (portugueses) e mirs (franceses), buscar tão longe  lenha para vos aquecer? Não a tendes por lá em vossas terras? – Respondi que tínhamos lenha e muita, mas não daquele pau, e que não o queimávamos, como ele supunha, mas dele extraíamos tinta para tingir.

Retrucou o velho: – E por ventura precisais de tanto pau brasil? – Sim, respondi, pois em nosso pais existem negociantes que têm mais panos, facas, tesouras, espelhos e mais coisas de que vós aqui podeis supor, e um só deles compra todo o pau brasil com que muitos navios voltam carregados.

 

  • Ah! tu me dizeis maravilhas, disse o velho; e acrescentou, depois de bem alcançar o que eu dissera: – Mas esse homem tão rico não morre?
  • Sim, morre como os outros. –  E quando morre, para quem fica o que é dele? Perguntou.
  • Para seus filhos, se os tem, e na falta, para os irmãos ou parentes próximos, respondi.

 

Na verdade, continuou o velho, que não era nada tolo, agora vejo que vós, peros e mairs, sois uns grandes loucos, pois que atravesseis o mar com grandes incômodos, como dizeis, e trabalhais tanto a fim de amontoardes riquezas para os filhos ou parentes! A terra que vos alimentou não é suficiente para alimentá-los a eles? Nós aqui também temos filhos, a quem amamos, mas como estamos  certos de que após a nossa morte a terra que nos nutriu os nutrirá também, cá descansamos sem o mínimo cuidado”. Jean Lery.

“… andavam muitos deles dançando e folgando uns ante outros, sem se

tomarem pelas mãos, e faziam-no bem”.

(carta de Pero Vaz de Caminha, sobre o índio)

 

ÍNDIO ESCRAVIZA ÍNDIO  X  NEGRO ESCRAVIZA NEGRO, (meu Deus?)

Aí repousa o telhado de vidro do Cristianismo,  bastando que se diga:

  1. Todo e qualquer bacharel em História, em qualquer parte do Mundo sabe que é mentira esta afirmação, assim como todo e qualquer bacharel em direito que tenha se dedicado ao Direito Antigo; (só tem sentido alguém escravizar alguém se o excedente de produção do escravo for superior ao que ele consome, como não havia noções de acumulação, entre negros e índios, não podia haver interesse em escravizar uma ou um grupo de pessoas)

  2. No Brasil, ainda sobre o indígena: nem uma obra ou abordagem dos Irmãos Vilas-Bôas consta alguma citação de nações, ou tribo indígena escravizada por outra tribo, no que pese referências inúmeras a constatações e ou suspeitas de desaparição em guerras. (Todo animal lutou num dado instante por ração, e por toda a vida pelo instinto da procriação, apetite sexual).   Esta mesma observação vale para Darcy Ribeiro, ou Cândido Rondon. Os Vilas Boas viveram, moraram entre índios por mais de 45 anos, – vejamos um dos seus relatos:  “As grandes áreas devastadas, ou transformadas na sua vegetação original  existentes nas vizinhanças das aldeias em geral, provam a longa permanência dos índios nesses lugares…quantos anos não levaram para transformar grandes extensões em  mangabais,  piquizais…. e cerrados”?  Relato que desmente também as afirmações acerca do “nomadismo do índio brasileiro:  um povo agricultor não pode ser nômade.

“Quando Cabral pisou a terra brasileira em 1500, avalia Luis Amaral, já o indígena graças a ele próprio ou a seus antepassados, praticava a agricultura, em grau  mais ou menos igual ao então conhecido na Europa..” Assim é que eles já conheciam, naquela época  remota, anterior mesmo a 1500, o fumo, o algodão, o milho, a mandioca, a batata doce, a batatinha, o feijão, a abóbora, e o arroz”, completa Aluysio Sampaio.

Assim o índio, muitas das usas tribos foram se tornando errantes e não nômades como a Ordem Estado/Igreja usa como justificativa a 500 anos. Da Ordem dos Jesuítas e seus vigários o que se pode dizer é que foram sempre mais comerciantes (exploradores) que tudo o mais. De sob as imunidades desfrutadas em muitos períodos, cita Aluysio Mendonça Sampaio – “Do terror do gentio pelo português era tão grande que se chegou a criar a lenda do Padre de Ouro, lenda ainda contada por Frei Vicente do Salvador como verídica”.

Esse terror do gentio pelo branco já é uma prova da decadência do poderio dos nativos. Daqui por diante veremos os portugueses avançando, escravizando-lhes e empurrando-os para o sertão. “E a terra, em todos os lugares do Brasil, irá aos poucos mudando de dono”. Nos moldes da mistura geral, o Gov. Luiz de Brito, na sua primeira atitude organiza expedição de caça ao índio como nunca….diz frei Vicente “Na Paraíba,não deixaram branco nem negro, grande nem pequeno, macho nem fêmea, que não matassem e esquartejassem”. (sobre a tática de jogar o negro contra o índio e vice-versa. Embate contra uma tribo talvez ainda desconhecida, entrada de Governadores  Gerais). Tudo o que se passou nos Séc. XVI e XVII chega, com a mesma intensidade a meados do Séc. XIX, constata Alexander Marchant, por desconhecer o Brasil de 1940 quando escreveu. Aliás aquele Historiador americano em todo seu escrito “Do Escambo a Escravidão”, (l943), se não chega a desmentir, em nenhum momento avaliza afirmações sobre escravização de índio por índio.

A descoberta do Brasil, para o indígena como para o negro foi mais danosa que toda e quaisquer das invasões  de bárbaros em quaisquer lugar da terra onde ocorreu  – 500 anos depois e ainda não houve intercâmbio, não há nada que se possa conceituar além do domínio, do saque. Assim é que o indígena brasileiro regrediu, decresceu em número e em qualidade de vida e afunilou-se inversamente do ponto de vista da evolução técnico-cultural.

PS. Quando tratarmos do início de Palmares, A escravização do negro, vamos demonstrar a mentira da escravização do negro pelo negro, e ou a escravização do índio pelo índio .

 

Jean de Léry

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.”Historia navigationis in Brasiliam…”. Genebra, 1586.

(Côte-d’Or, c. 1536 – Suíça, c. 1613) foi um pastor, missionário e escritor francês e membro da igreja reformada de Genebra durante a fase inicial da Reforma Calvinista.

 

André Pêssego – projetozumbi@uol.com.brBerimbau Brasil  – São Paulo, SP – Mestre João Coquinho – 10 anos

O Iníco de Palmares: A Escravização do Índio

PALMARES, UM PROJETO DE NAÇÃO – O INÍCIO DE PALMARES….  (II), A ESCRAVIZAÇÃO DO ÍNDIO

“No dia em que nossa gente acabar de uma vez, eu vou  tirar esta

escora daqui, e o céu vai desabar, e todas as gentes vão desaparecer.

Vai acabar tudo”. Sinaá, Lenda do fim do Mundo, povo Juruna.

–          1533 – Bula Veritas Ipsa Papa Paulo III declarando “os índios homens racionais”…

–          Entradas, expedições organizadas pelos Gov. Gerais, ou diretamente pela Corôa.

–          Bandeiras, empresa (expedição) organizada por particulares, ambas para caçar índio.

–          Incursões de franceses, iniciativa particular de “piratas” e não de governo.

Toda e qualquer referência à escravização do índio, que nos interessa, seria uma repetição da escravização negra. A História do Brasil é contada em dois extremos de uma mesma arma – ora como uma peça de defesa, o secular cuidado com a cabeça de louça do cristianismo; ora uma peça de descaracterização do negro – a condenação da vítima – “comprava-se negros escravizados por outros negros;  eram comprados por escambo índios escravizados por outros índios ” : Doe mais ao negro do Mundo, assim com ao índio do Brasil, estas mentiras secularmente repetidas que a própria escravidão a que foram submetidos, doem-lhes a insaciedade do dominador…

As narrativas feitas entre o Séc. XVI e o XVIII serve como relato, não como interpretação, de um lado por que os escrivães não conheciam absolutamente nada do índio; segundo porque eram interessados – uns como mercadores ou agentes de mercadores; outros, por serem agentes da Coroa Portuguesa que chega ao Séc. XIX  “tendo no Brasil apenas a vaca leiteira”.

Acrescente-se ao fato das expedições portuguesas serem compostas por homens sem letras. Se dentre os franceses e até dentre as poucas entradas alemãs de que se tem notícia sempre havia intelectuais, homens de letras, e muitos de ciência, (meramente interessados em ciência), dentre os portugueses não há um único registro com este cuidado, por todo o Séc. XVI e até o Séc. XVII. Mesmo entre os jesuítas pode-se encontrar quando muito um ou outro letrado, que eram dominados ou pelo interesse comercial da sua Ordem, ou pela posição de minoria dentre os seus pares, ou notadamente pela ordem severa da Igreja Católica. O que se conhece de imparcial e de cunho cultural é de origem francesa, depois holandesa.


RELATO SOBRE ÍNDIO, CRONISTA FRANCÊS JEAN LERY.

“Uma vez um velho índio perguntou-me: – Que significa isto de virdes vós outros, peros (portugueses) e mirs (franceses), buscar tão longe  lenha para vos aquecer? Não a tendes por lá em vossas terras? – Respondi que tínhamos lenha e muita, mas não daquele pau, e que não o queimávamos, como ele supunha, mas dele extraíamos tinta para tingir.

Retrucou o velho: – E por ventura precisais de tanto pau brasil? – Sim, respondi, pois em nosso pais existem negociantes que têm mais panos, facas, tesouras, espelhos e mais coisas de que vós aqui podeis supor, e um só deles compra todo o pau brasil com que muitos navios voltam carregados.

–          Ah! tu me dizeis maravilhas, disse o velho; e acrescentou, depois de bem alcançar o que eu dissera: – Mas esse homem tão rico não morre?

–          Sim, morre como os outros. –  E quando morre, para quem fica o que é dele? Perguntou.

–          Para seus filhos, se os tem, e na falta, para os irmãos ou parentes próximos, respondi.

–          Na verdade, continuou o velho, que não era nada tolo, agora vejo que vós, peros e mairs, sois uns grandes loucos, pois que atravesseis o mar com grandes incômodos, como dizeis, e trabalhais tanto a fim de amontoardes riquezas para os filhos ou parentes! A terra que vos alimentou não é suficiente para alimentá-los a eles? Nós aqui também temos filhos, a quem amamos, mas como estamos  certos de que após a nossa morte a terra que nos nutriu os nutrirá também, cá descansamos sem o mínimo cuidado”. Jean Lery.

“… andavam muitos deles dançando e folgando uns ante outros, sem se

tomarem pelas mãos, e faziam-no bem”.

(carta de Pero Vaz de Caminha, sobre o índio)

ÍNDIO ESCRAVIZA ÍNDIO  X  NEGRO ESCRAVIZA NEGRO, (meu Deus?)

Aí repousa o telhado de vidro do Cristianismo,  bastando que se diga:

1. Todo e qualquer bacharel em História, em qualquer parte do Mundo sabe que é mentira esta afirmação, assim como todo e qualquer bacharel em direito que tenha se dedicado ao Direito Antigo; (só tem sentido alguém escravizar alguém se o excedente de produção do escravo for superior ao que ele consome, como não havia noções de acumulação, entre negros e índios, não podia haver interesse em escravizar uma ou um grupo de pessoas)

2. No Brasil, ainda sobre o indígena: nem uma obra ou abordagem dos Irmãos Vilas-Bôas consta alguma citação de nações, ou tribo indígena escravizada por outra tribo, no que pese referências inúmeras a constatações e ou suspeitas de desaparição em guerras. (Todo animal lutou num dado instante por ração, e por toda a vida pelo instinto da procriação, apetite sexual).   Esta mesma observação vale para Darcy Ribeiro, ou Cândido Rondon. Os Vilas Boas viveram, moraram entre índios por mais de 45 anos, – vejamos um dos seus relatos:  “As grandes áreas devastadas, ou transformadas na sua vegetação original  existentes nas vizinhanças das aldeias em geral, provam a longa permanência dos índios nesses lugares…quantos anos não levaram para transformar grandes extensões em  mangabais,  piquizais…. e cerrados”?  Relato que desmente também as afirmações acerca do “nomadismo do índio brasileiro:  um povo agricultor não pode ser nômade.

“Quando Cabral pisou a terra brasileira em 1500, avalia Luis Amaral, já o indígena graças a ele próprio ou a seus antepassados, praticava a agricultura, em grau  mais ou menos igual ao então conhecido na Europa..” Assim é que eles já conheciam, naquela época  remota, anterior mesmo a 1500, o fumo, o algodão, o milho, a mandioca, a batata doce, a batatinha, o feijão, a abóbora, e o arroz”, completa Aluysio Sampaio. 

Assim o índio, muitas das usas tribos foram se tornando errantes e não nômades como a Ordem Estado/Igreja usa como justificativa a 500 anos. Da Ordem dos Jesuítas e seus vigários o que se pode dizer é que foram sempre mais comerciantes (exploradores) que tudo o mais. De sob as imunidades desfrutadas em muitos períodos, cita Aluysio Mendonça Sampaio – “Do terror do gentio pelo português era tão grande que se chegou a criar a lenda do Padre de Ouro, lenda ainda contada por Frei Vicente do Salvador como verídica”.

Esse terror do gentio pelo branco já é uma prova da decadência do poderio dos nativos. Daqui por diante veremos os portugueses avançando, escravizando-lhes e empurrando-os para o sertão. “E a terra, em todos os lugares do Brasil, irá aos poucos mudando de dono”. Nos moldes da mistura geral, o Gov. Luiz de Brito, na sua primeira atitude organiza expedição de caça ao índio como nunca….diz frei Vicente “Na Paraíba, não deixaram branco nem negro, grande nem pequeno, macho nem fêmea, que não matassem e esquartejassem”. (sobre a tática de jogar o negro contra o índio e vice-versa. Embate contra uma tribo talvez ainda desconhecida, entrada de Governadores  Gerais). Tudo o que se passou nos Séc. XVI e XVII chega, com a mesma intensidade a meados do Séc. XIX, constata Alexander Marchant, por desconhecer o Brasil de 1940 quando escreveu. Aliás aquele Historiador americano em todo seu escrito “Do Escambo a Escravidão”, (l943), se não chega a desmentir, em nenhum momento avaliza afirmações sobre escravização de índio por índio.

A descoberta do Brasil, para o indígena como para o negro foi mais danosa que toda e quaisquer das invasões  de bárbaros em quaisquer lugar da terra onde ocorreu  – 500 anos depois e ainda não houve intercâmbio, não há nada que se possa conceituar além do domínio, do saque. Assim é que o indígena brasileiro regrediu, decresceu em número e em qualidade de vida e afunilou-se inversamente do ponto de vista da evolução técnico-cultural

PS. Quando tratarmos do início de Palmares, A escravização do negro, vamos demonstrar a mentira da escravização do negro pelo negro, e ou a escravização do índio pelo índio .

André Pêssego – projetozumbi@uol.com.br

Berimbau Brasil  – São Paulo, SP

Mestre João Coquinho – 10 anos

Musica & Capoeira uma “íntima e rica ligação”

Show Patrimônio Nacional

A capoeira é um conjunto de tradições folclóricas, surgidas a partir da cultura africana e seu sincretismo com a cultura européia e indígena no Brasil. Como toda tradição negra e indígena, foi por muito tempo considerada pagã e ilegal. Mestre Bimba foi quem legalizou a capoeira durante o governo do Presidente Getúlio Vargas em 1953, e com isso a capoeira e sua musica foram introduzidas no exército e universidades. Em 2007 a capoeira, popular em todo mundo, foi considerada “ Patrimônio Nacional ” pelo então Ministro da Cultura Gilberto Gil.

Por outro lado, a arte contemporânea de forma geral se manifesta através da fusão entre diversos elementos e linguagens. Muitas outras manifestações folclóricas brasileiras (como o samba e o maracatu) e de outras partes do mundo (como o blues, funk, reggae e os ritmos latinos) já sofreram esse processo, colocadas em diálogo com outras linguagens como o Jazz, o Rock e a música eletrônica. Dessa forma, assim como essas manifestações vieram de culturas regionais e ganharam o mundo através de seus realizadores, se faz necessário que a capoeira – com seus cânticos envolventes e de fácil absorção, por se tratar de uma prática coletiva – seja também apresentada ao mundo da música popular. Rodrigo Sá desenvolve uma proposta de promover a fusão da capoeira dentro do cenário da música popular como forma de resgatar e renovar essa cultura folclórica dentro do movimento da arte contemporânea e da World Music.

Desenvolver um espetáculo a partir do encontro da capoeira e da cultura brasileira com a World Music que compreenda diversas formas de arte e cultura popular (música, dança, video, cantigas, etc.) para ser apresentado em festivais de música no Brasil, Europa, Estados Unidos e outras partes do mundo.

A influência estética predominante na concepção do show idealizada, mistura elementos de performance, vídeo e artes plásticas para envolver o público em um ambiente festivo e cheio de energia. Dessa forma, o show proposto visa unir os elementos musicais que envolvem a capoeira com outros gêneros musicais, produzindo um espetáculo de musica que integre performance e mídia.

O fato de usar a capoeira integrada a um espetáculo musical, como proposto, traz uma série de conceitos que potencializam ainda mais o show em um ambiente de grandes festivais. Por se tratar de uma prática cultural coletiva, seus cânticos melodiosos e de fácil absorção cativam rapidamente o público. A batida na palma da mão que acompanha a capoeira também oferece um ambiente onde as pessoas se sintam à vontade para participar e se envolver com a música. Além disso, a prática das rodas de capoeira proporciona um ambiente saudável e de alto astral, aberto a quem queira participar.

O objetivo com esse espetáculo é conseguir transmitir esses elementos e sentimentos ligados à capoeira em um ambiente festivo de música, proporcionando uma experiência excepcional para o grande público. A estética do palco e do ambiente do espetáculo será desenvolvida também com base nos grandes festivais, criando um cenário de alto padrão.

De forma geral, promover a fusão da capoeira, seus elementos e instrumentos musicais com a música popular.

A música é a atração principal do espetáculo. Em suas composições, Rodrigo Sá desenvolve letras com refrão baseado em cânticos históricos da capoeira. A banda de apoio é composta por MPC, baixo, bateria, guitarra, duas percussões, compondo arranjos bem trabalhados, que contam com influências variadas além da capoeira.

O Show é uma Mistura do Brasil dentro de uma leitura Pop conceitual, com a pegada diferenciada, mostrando nossa Brasilidade de forma completa dentro do universo da World Music. Para os gringos um banho de cultura Brasileira, para os Brasileiros um pedaço rico da nossa história em 1h 30m.

 

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“A Capoeira dentro da Cultura Pop.”

 

A capoeira é um conjunto de tradições folclóricas, surgidas a partir da cultura africana e seu sincretismo com a cultura européia e indígena no Brasil. Como toda tradição negra e indígena, foi por muito tempo considerada pagã e ilegal. Mestre Bimba foi quem legalizou a capoeira durante o governo do Presidente Getúlio Vargas em 1953, e com isso a capoeira e sua musica foram introduzidas no exército e universidades. Em 2007 a capoeira, popular em todo mundo, foi considerada “ Patrimônio Nacional ” pelo então Ministro da Cultura Gilberto Gil.

Por outro lado, a arte contemporânea de forma geral se manifesta através da fusão entre diversos elementos e linguagens. Muitas outras manifestações folclóricas brasileiras (como o samba e o maracatu) e de outras partes do mundo (como o blues, funk, reggae e os ritmos latinos) já sofreram esse processo, colocadas em diálogo com outras linguagens como o Jazz, o Rock e a música eletrônica. Dessa forma, assim como essas manifestações vieram de culturas regionais e ganharam o mundo através de seus realizadores, se faz necessário que a capoeira – com seus cânticos envolventes e de fácil absorção, por se tratar de uma prática coletiva – seja também apresentada ao mundo da música popular. Rodrigo Sá desenvolve uma proposta de promover a fusão da capoeira dentro do cenário da música popular como forma de resgatar e renovar essa cultura folclórica dentro do movimento da arte contemporânea e da World Music.

A capoeira é um conjunto de tradições folclóricas, surgidas a partir da cultura africana e seu sincretismo com a cultura européia e indígena no Brasil. Como toda tradição negra e indígena, foi por muito tempo considerada pagã e ilegal. Mestre Bimba foi quem legalizou a capoeira durante o governo do Presidente Getúlio Vargas em 1953, e com isso a capoeira e sua musica foram introduzidas no exército e universidades. Em 2007 a capoeira, popular em todo mundo, foi considerada “ Patrimônio Nacional ” pelo então Ministro da Cultura Gilberto Gil.

Por outro lado, a arte contemporânea de forma geral se manifesta através da fusão entre diversos elementos e linguagens. Muitas outras manifestações folclóricas brasileiras (como o samba e o maracatu) e de outras partes do mundo (como o blues, funk, reggae e os ritmos latinos) já sofreram esse processo, colocadas em diálogo com outras linguagens como o Jazz, o Rock e a música eletrônica. Dessa forma, assim como essas manifestações vieram de culturas regionais e ganharam o mundo através de seus realizadores, se faz necessário que a capoeira – com seus cânticos envolventes e de fácil absorção, por se tratar de uma prática coletiva – seja também apresentada ao mundo da música popular. Rodrigo Sá desenvolve uma proposta de promover a fusão da capoeira dentro do cenário da música popular como forma de resgatar e renovar essa cultura folclórica dentro do movimento da arte contemporânea e da World Music.

A capoeira é um conjunto de tradições folclóricas, surgidas a partir da cultura africana e seu sincretismo com a cultura européia e indígena no Brasil. Como toda tradição negra e indígena, foi por muito tempo considerada pagã e ilegal. Mestre Bimba foi quem legalizou a capoeira durante o governo do Presidente Getúlio Vargas em 1953, e com isso a capoeira e sua musica foram introduzidas no exército e universidades. Em 2007 a capoeira, popular em todo mundo, foi considerada “ Patrimônio Nacional ” pelo então Ministro da Cultura Gilberto Gil.

Por outro lado, a arte contemporânea de forma geral se manifesta através da fusão entre diversos elementos e linguagens. Muitas outras manifestações folclóricas brasileiras (como o samba e o maracatu) e de outras partes do mundo (como o blues, funk, reggae e os ritmos latinos) já sofreram esse processo, colocadas em diálogo com outras linguagens como o Jazz, o Rock e a música eletrônica. Dessa forma, assim como essas manifestações vieram de culturas regionais e ganharam o mundo através de seus realizadores, se faz necessário que a capoeira – com seus cânticos envolventes e de fácil absorção, por se tratar de uma prática coletiva – seja também apresentada ao mundo da música popular. Rodrigo Sá desenvolve uma proposta de promover a fusão da capoeira dentro do cenário popular como forma de resgatar e renovar essa cultura folclórica dentro do movimento da arte contemporânea e da World

Rodrigo Sá

 

Encontro dos Povos Guarani

O registro audiovisual do Encontro dos Povos Guarani da América do SulAty Guasu Ñande Reko Resakã Yvy Rupa será realizado por uma equipe indígena Kaiowá, formada por Devanildo Ramires e Elivelton Souza , do Ponto de Cultura Teko Arandu que atua na aldeia Te’ýikue, no município de Caarapó, no Mato Grosso do Sul.

Devanildo e Elivelton aprenderam, em 2008, as técnicas de filmagem, incluindo fotografia, edição de vídeo, software livre e photoshop, nas oficinas do Ponto de Cultura Teko Arandu. As oficinas, realizadas numa parceria do Ministério da Cultura com a Universidade Católica Dom Bosco, fazem parte do Núcleo de Estudos e Pesquisas Indígenas (NEPPI) e são coordenadas pelos professores Antônio Brand e Neimar machado de Sousa, formados em História Indígena.

A gestão é dividida entre a comunidade e a escola indígena Nhandejara Pólo, onde funciona o Ponto de Cultura Teko Arandu. No local, são oferecidas também aulas de informática aos alunos indígenas da escola.

Todo o material produzido por eles até agora tem sido veiculado no YouTube e foi gravado em DVD. Dentre os trabalhos mais significativos da dupla Kaiowá estão o filme Viagem de Intercâmbio Guarani gravado em 12 aldeias do Brasil, Paraguai e Argentina.

As filmagens sobre o Encontro dos Povos Guarani da América do Sul (Aty Guasu Ñande Reko Resakã Yvy Rupa), pelas câmeras de Devanildo e Elivelton,  resultarão num documentário que será editado posteriormente.

 

* Evento será filmado por uma equipe Guarani Kaiowá

 

O endereço eletrônico da página do Ponto Teko Arandu é www.tekoarandu.org.

(Heli Espíndola, Comunicação SID/MinC)

Mulheres Indígenas no contexto sócio educacional brasileiro

Aconteceu no dia 09/03/2009 no auditório Horácio Macedo na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) pela ocasião das comemorações do Dia da Mulher, o evento “Mulheres Indígenas no contexto sócio educacional brasileiro”, apoiado pelo Centro de Estudos Afrânio Coutinho/Faculdade de Letras.

Organizado pela UFRJ e a Rede GRUMIN de Mulheres Indígenas os participantes discutiram sobre a inserção da mulher indígena no mercado de trabalho, sobre saúde e educação; sobre a violência e o preconceito sofrido ainda hoje; trouxeram suas próprias experiências e seus exemplos de conquista.

O evento aconteceu somente para indígenas do Rio de Janeiro, como as guaranis da Aldeia de Paratimirim e de Camboinhas, indígenas da ocupação do antigo Museu do Índio e indígenas que vivem na cidade, entre outros indígenas, como uma prévia da Quarta Mesa de Trabalho Rumo ao Fórum Nacional da Mulher Indígena para novembro de 2009. Essa 4ª Mesa de Trabalho acontecerá no início de maio com a participação de indígenas de outros Estados e três indígenas internacionais.

Envolvidos com o tema e com o apoio e presenças dos homens indígenas, Cristino Wapixana do Nearin (Núcleo de escritores e artistas indígenas) do INBRAPI (Instituto Indígena Brasileiro para a Propriedade Intelectual) homenageia as mulheres com trechos de seu poema e sua flauta:

“Mulher morena, amarela, vermelha, parda, branca pele, peso leve. É brisa branda, ventania, belas formas, linda lua, soberana estrela nua!”.

Tini-á Fulni-ô disse que no seu povo a sociedade é matriarcal, e nos contou histórias sobre a força feminina fulni-ô. Disse que aos nove anos de idade perguntou à sua mãe como ele nasceu. Seus pais mostraram-lhe naturalmente a beleza do ato sexual, que é um ato de amor, e logo depois lhe contaram que foi assim que ele nasceu, comparando a mulher à terra. Já a líder guarani de Camboinhas, Dona Lídia disse que as mulheres da sua aldeia ouvem seus conselhos, pois no seu povo o mais velho é respeitado e passa valores aos mais jovens.  A curandeira disse contente junto às suas filhas presentes, que no próximo evento falará bem mais, e se desculpou por não dominar a língua portuguesa. A professora Vera Kauss, uma das organizadoras do evento, ressaltou a importância de se registrar e publicar as histórias indígenas, que trazem o conhecimento, a sabedoria dos povos indígenas, tão necessária à sociedade ocidental. Também foi importante a fala das jovens guarani, de Paratimirin. Evaneide falou sobre a importância do curso que está fazendo de reciclagem de papéis, onde tivemos a oportunidade de ver uma bela agenda feita no referido curso. A jovem guarani nos disse que dos cinco alunos do curso, ela é a única mulher.

Evanilde nos contou sobre o treinamento da saúde da mulher guarani, do qual ela participou. Ela respondeu a perguntas do público sobre métodos anticoncepcionais, que não são aceitos pela comunidade. Ela nos disse que  o pré-natal é feito com sucesso na aldeia. Silvia Nobre Wajãpi fez um oportuno comentário sobre a fala da jovem guarani, dizendo que hoje o infanticídio tem diminuído  com relação às crianças que nascem com deficiências nas aldeias, pois são realizados tratamentos médicos com essas crianças, para que se tornem saudáveis. A fala de Silvia foi confirmada pela agente de saúde guarani. A professora Nelilda Ormond disse que o que importa é que este evento será registrado, estando a universidade ciente da realização do mesmo e que está fazendo todo o empenho para apoiar os eventos do GRUMIN e NEARIN. Nelilda é a coordenadora geral do evento. Eliane Potiguara apresentou os instrumentos jurídicos nacionais e internacionais como caminhos para a garantia dos direitos das mulheres indígenas, além de citar os avanços após a Constituinte de 1988 e avanços após a Declaração Universal dos Direitos Indígenas que ajudou a escrever nas décadas passadas, além de agradecer o “finca pé” que estão realizando como parceria com a UFRJ. O líder Darci Guarani enfatizou a importância dos cânticos e coral indígenas, assim como Xohã frisou os traços, o design indígena como uma marca da ancestralidade. O evento ocorreu num clima de muita paz e respeito entre todos e todas. Tajira Kilima secretariou o evento e recolheu assinaturas para a constituição dos “AMIGOS DO GRUMIN”. O GRUMIN, UFRJ e parceiros partem agora para a realização da 4ª Mesa de Trabalho Rumo ao Fórum Nacional da Mulher Indígena, para início de maio de 2009.

Release escrito por ELIANE POTIGUARA*

    *   Escritora, professora e ativista indígena coordenadora do GRUMIN e Diretora do INBRAPI

www.grumin.org.br
www.elianepotiguara.org.br
www.inbrapi.org.br

Prêmio Brasil de Esporte e Lazer de Inclusão Social

Dia 17/02, no palácio do planalto, ocorreu a premiação referente a 1ª edição do “Prêmio Brasil de Esporte e Lazer de Inclusão Social”, oficializada pela portaria nº 144/2008 nos termos da lei nº 8.666/93 e processo administrativo nº 58701.000773/2008-34, destinado ao reconhecimento de iniciativas científicas, tecnológicas e pedagógicas que apresentem contribuições e subsídios para a qualificação das políticas públicas de esporte e lazer de inclusão.

Tal premiação, promovida pelo Ministério do Esporte através da Secretaria Nacional de Desenvolvimento de Esporte e  de Lazer (SNDEL), contemplou, entre outros(as) premiados(as), uma dissertação de mestrado desenvolvida junto ao Programa de Pós-Graduação em Educação da UFPE, de autoria do Prof. Ms. Henrique Gerson Kohl. A mesma ficou com o 2º lugar da Região Nordeste na categoria de teses/dissertações/pesquisas independentes.

“Na entrega do Prêmio Brasil de Esporte e Lazer de Inclusão Social, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta quarta-feira (17), que parcerias para projetos esportivos entre o Ministério do Esporte, governadores, prefeituras e a sociedade, saiam do papel. Muitos municípios, segundo o presidente, já contam com quadras esportivas, mas faltam professores de educação física. “As cidades não estão preparadas para sua própria juventude”, afirmou Lula, ao apresentar como alternativa, uma maquete do programa Praças da Juventude, complexos esportivos que requalificam espaços urbanos e oferecem esporte e lazer à população.

Em concordância com o presidente, o ministro Orlando Silva justificou que “por esse motivo pensamos em construir um equipamento que servisse de referência para a juventude do Brasil”. O ministro explicou que em 2008 o Ministério do Esporte autorizou a construção de 50 praças, graças a uma parceria fundamental com o Pronasci, do Ministério da Justiça, que destinou recursos para construção de parte dessas praças.

“Nosso objetivo é construir 100 Praças da Juventude em 2009 e mais 100 praças em 2010 em parceria com as prefeituras municipais”, anunciou Silva. Cada projeto é orçado em R$ 1,6 milhão e destina-se a criação de ginásio poliesportivo coberto, pista de atletismo com caixa de areia para saltos, uma pista de caminhada e de skate, teatro de arena, centro de convivência da terceira idade e administração, num espaço de 8 mil m².

Os ministros da Casa Civil, Dilma Rousseff e da Educação Fernando Haddad, a primeira dama, Mariza Letícia, a secretária Nacional de Desenvolvimento do Esporte e Lazer (SNDEL), Rejane Penna Rodrigues e o presidente do Colégio de Ciências do Esporte, Fernando Mascarenhas também participaram da solenidade.

Um total de 27 pessoas entre gestores públicos, pesquisadores, professores universitários e representantes de organizações não governamentais (Ong´s) que atuam na área do esporte e do lazer de inclusão em todo o país foram homenageados. Entre os premiados estão o morador do Distrito Federal, Efrain Maciel e Silva, 29, segundo colocado na categoria Novas Mídias.

Marciel e Silva concorreu com o trabalho intitulado Boletim Educação Física. “Trata-se de um boletim digital que virou um site especializado, sem fins lucrativos, que oferece pesquisas, artigos, monografias de graduação, mestrado e doutorado para facilitar o acesso ao conhecimento científico na área de Educação Física”, orgulhou-se.

CarlaBelizária
Ascom – Ministério do Esporte

 

Foram considerados vencedores da Edição de 2008 do PRÊMIO BRASIL DE ESPORTE E LAZER INCLUSÃO SOCIAL:

CATEGORIAS COM PREMIAÇÃO REGIONAL

CATEGORIA 1: DISSERTAÇÕES, TESES E PESQUISAS INDEPENDENTES

Região Nordeste

1º lugar: Campos de visibilidade da capoeira baiana: as festas populares, as escolas, o cinema e arte 1955-1985 – Luís Vitor Castro Júnior – BA
Presidente Lula e prof. Tchê
2º lugar: Gingado na Prática Pedagógica Escolar: expressões lúdicas no Quefazer da Educação Física – Henrique Gerson Kohl – PE

Região Sudeste

1º lugar: Jogos e Cidades: ordenamento territorial urbano em grandes eventos esportivos – Sávio Raeder – RJ

2º lugar: Futebol libertário: um jeito novo de jogar na medida – Fábio Silvestre da Silva – SP

3º lugar: A Imagem Corporal de Adolescentes de Rua de Belo Horizonte e seus reflexos no processo de inclusão e exclusão social – Adenilson Idalino de Sousa- MG

Região Sul

1º lugar: Etno-Desporto indígena: contribuições da antropologia social a partir da experiência entre os Kaing -José Ronaldo Mendonça Fassheber- PR

2º lugar: (Re) Significações do lazer em sua relação com a saúde em comunidade de Irati – PR – Miguel Sidenei Bacheladenski – PR

CATEGORIA 2: MONOGRAFIAS DE GRADUAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃO

Região Norte

1º lugar: Educação Física Escolar Indígena: O Programa Segundo Tempo e sua Importância na Revitalização dos Jogos Tradicionais das Crianças de Baré/ Manaus/AM – Jhones Rodrigues Pereira – AM

Região Sudeste

1º lugar: Análise do PELC no Município de Periquito/MG: o ponto de vista de uma comunidade usuária – Cláudio Gualberto – MG

2º lugar: Meninas e Meninos da Serra: as oficinas de esporte/lazer do Programa Agente Jovem de Desenvolvimento – Leonardo Toledo Silva – MG

3º lugar: Como transformar um obstáculo em oportunidade. Projeto social BOMBOM: Bom de Bola, Melhor na Escola! – Neimar Anunciação Gonçalves – MG

Região Sul
 
1º lugar: Mapeamento do Programa Segundo Tempo no Brasil e a gestão deste no município de Estrela/RS – Daiane Wagner do Couto – RS

Região Centro Oeste

1º lugar: O esporte com instrumento de inclusão social: um estudo na Vila Olímpica do Conjunto Ceará – Ana Amélia Neri Oliveira – DF

CATEGORIA 3: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS
 

Região Norte

1º lugar: Esporte e Lazer de Inclusão Social para os Idosos do Tocantins – Relato de Experiência – Khellen Cristina Pires Correia Soares – TO

Região Nordeste

1º lugar: Extensão Universitária e Inclusão Social: implicações do programa O Direito na Rua para o Segundo Tempo – Adilson Silva Ferraz; Ana Maria de Barros – PE

Região Sudeste

1º lugar: Mulheres em Movimento – Antonia Efigênia Gomes Bezerra – SP

2º lugar: Futebol libertário: compromisso social na medida – Roberta Freitas Lemos; Francisco Helder da Silva; Marcelo Arruda Piccioni; Fábio Silvestre da Silva – SP

3º lugar: O processo de seleção para animadores culturais do Programa Esporte e Lazer da Cidade: consórcios PELC – Leonardo Toledo Silva – MG

Região Sul

1º lugar: Um diálogo entre Ministério do Esporte, Universidade e Conselho de Direitos dos Idosos – Suzana Hubner Wolff – RS

2º lugar: Procurando Caminho: Esporte Aventura e exercício da cidadania – Mateus Alexandre Hoerlle – SC

3º lugar: O Lazer já tomou conta da cidade de Bagé – Ana Elenara da Silva Pintos – RS

Região Centro Oeste

1º lugar: Pensando o Programa Segundo Tempo no Processo de Inclusão Social – Ivete Figueira da Silva – DF
 

CATEGORIAS COM PREMIAÇÃO NACIONAL

CATEGORIA 4: ENSAIOS

1º lugar: Pensando as políticas públicas para o etno-desporto indígena – José Ronaldo Mendonça Fassheber – PR

2º lugar: Um país olímpico sem educação olímpica? Nelson Schneider Todt – RS

CATEGORIA 5: NOVAS MÍDIAS

1º lugar: PAPPEL social – Programa de Avaliação de Políticas Públicas de Esporte e Lazer – Carlos Magno Xavier Correa; Julio César Rezende; Rômulo Vieira Ferreira; Rafael Pires de Freitas – MG

2º lugar: Boletim Educação Física – Efrain Maciel e Silva – DF

3º lugar: Praça Pública – Edison Luis Gastaldo – RS

Desde já agradeço vossa leitura e reafirmo consideração.

Cordialmente,

Prof. Ms. Henrique Gerson Kohl

Fone: 9949-4101