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1º Jogos Energia Pura de Capoeira no Amapá

Treze grupos confirmaram presença no campeonato, além de uma equipe do Pará

Muito ginga e maculelê (luta com bastões praticada em conjunto com os movimentos e o ritmo da capoeira) são esperados para os próximos sábado (19) e domingo (20), em Macapá, durante o primeiro Jogos Energia Pura da Capoeira. Além de difundir a capoeira, a competição será um momento de grande oportunidade de troca de experiência entre os grupos da capital e interior do estado.

De acordo com Claudio Leônidas, que organiza a competição, treze grupos se inscreveram no campeonato. As disputas serão nas categorias infantil, juvenil e adulto – masculino e feminino. Além de competidores do Amapá, uma equipe paraense também confirmou participação.

– A gente espera que os grupos de capoeira façam jogos bonitos e disputados. Um banca de capoeiristas experientes será responsável em avaliar o desempenho de cada jogo e dos atletas – disse Claudio.

Segundo a organização, o objetivo maior da competição é divulgar o esporte e atrair cada vez mais praticantes. No Amapá, existem dezenas de grupos espalhados pela capital e interior, responsáveis pela divulgação da capoeira, além de contribuírem para a melhoria da qualidade de vida dos praticantes.

Os vencedores serão premiados com uma quantia em dinheiro, além de troféus e medalhas. Os jogos iniciam a partir das 9h da manhã na Academia Energia Pura, localizada no bairro Marabaixo 2, na rua Maria Nair de Souza, nº 391, Zona Oeste de Macapá.

 

Fonte: http://globoesporte.globo.com/

Um novo patrimônio cultural

IPHAN mostra desejo de tombar tradicional festa, que encerrase hoje, na Granja

“Existe o desejo de se criar o grupo de trabalho para reivindicar o PATRIMÔNIO IMATERIAL cultural da Folia de Reis.” Esta foi a conclusão a qual chegou o coordenador-geral da Secretaria de Identidade e Diversidade do MINISTÉRIO DA CULTURA (MinC), Marcelo Manzatti, ao prestigiar o décimo Encontro de Folia de Reis do DF.

Segundo ele, a iniciativa precisará ser difundida entre os participantes do evento. “A maioria dos foliões desconhecem essa política do Instituto do PATRIMÔNIO HISTÓRICO e Artístico Nacional (IPHAN)”, pondera o antropólogo.

É com esse clima de debates calorosos que a 10ª edição do encontro de Folia de Reis do Distrito Federal encerra suas atividades, hoje, na Granja do Torto. Com uma PROGRAMAção que inclui desde oficinas de construção de rabeca – instrumento precursor do violino – até apresentações de duplas caipiras, o encontro incluiu uma roda de prosa onde temas como as políticas públicas para as folias e manifestações agregadas (tradicionais) foram discutidos entre mestres de folia, representantes do MinC, Secretaria de Turismo do DF e Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater).

Sobre a proposta de transformar a manifestação em PATRIMÔNIO IMATERIAL, Fred Maia, assessor do MINISTRO da CULTURA, JUCA FERREIRA, acrescenta ainda que um registro como esse custa em média R$ 200 mil. “Esse tipo de afirmação é muito importante para a CULTURA popular e merece uma atenção especial”, reconhece.

Em comparação com a última edição, esse encontro sofreu desfalque considerável pois não pôde contar com o patrocínio esperado para custear o evento e, portanto, contou com recursos reduzidos. “Passamos 20 dias pedindo para os grupos de outros estados para não vir, porque não temos mais estrutura para receber ninguém e faz parte da tradição, como anfitriões, oferecer alimentação e pousada. Escolhemos então só as 20 folias mais expressivas dos dez anos de evento para receber a ajuda de custo de R$ 2 mil”, detalha Volmi Batista, idealizador do encontro.

Com grupos de Minas Gerais, Tocantins, Santa Catarina, Bahia, Goiás e Distrito Federal, o evento reuniu cerca de mil pessoas, entre catireiros, violeiros, religiosos e fãs da CULTURA popular. Do DF e Entorno, estiveram presentes as folias de reis de Brazlândia, Estrela Guia, Minas Brasília, João Timóteo, Saudade do Interior, Reis Pedregal, Unidos na Fé e Reis Cristalina.

Tradição à moda da viola

As melodias arrastadas tiradas das violas capiras se espalham por todos os lados no Encontro Nacional de Folias de Reis do DF. Ora puxadas para o xote nordestino, ora rememorando as toadas gaúchas, o som se mistura às apresentações de catira e aos batuques baixinhos e ritmados típicos do interior.

Grandes nomes como Almir Sater, Pena Branca e Inezita Barroso estiveram presentes em edições anteriores do evento. Este ano, algumas das atrações ficaram por conta de Renato Teixeira e a dupla Zé Mulato e Cassiano, que embalam uma congregação de tradição religiosa. “Existe uma grande confusão no DF sobre o que significa a folia, não se trata só das apresentações no palco e sim da importância das trocas de devoção e tradição”, acredita o organizador, Volmi Batista.

O violeiro e organizador da folia Saudade do Interior de São Sebastião, Sebastião José Borges prestigiou o encontro em todos os seus dez anos. “Eventos como esse são importantes para mostrar aos foliões as diversas origens do credo deles, além de aprender com as folias dos outros estados”, acredita.

Uma das atrações mais importantes da festa são os Três Reis Magos, interpretados há dez anos pelos atores Valterismar Maciel, Junior Lima e Márcio Braga. “Somos devotos e abrimos todas as folias. Buscamos sempre fazer as apresentações com muita fé, buscando seguir as tradições que mesmo não estando presente oficialmente na Bíblia, fazem parte dessa festa”, conta.

Famílias completas, companheiros de fé com terços enrolados nos punhos dançam, cantam e se emocionam com cânticos que relatam a Anunciação, o Nascimento de Jesus e claro, o trajeto dos Reis Magos. Em meio a toda essa cena, muita comida típica é servida. Galinhada, pamonha, acarajé e carne de porco com mandioca são algumas das delícias que os violeiros comem no restaurante rústico instalado no espaço.

Natural de Patos de Minas (MG) o mestre de folia Baltazar José de Souza se emociona ao falar com a reportagem do Jornal de Brasília sobre sua história com a folia. “A gente canta o que vem na mente, o que sente ao ver o presépio. Me arrepio com isso desde os 8 anos”, relata.

Saiba +

Cada folia tem sua “divisa”. É uma espécie de marca registrada que serve para identificar os grupos. A divisa pode ser um lenço colorido, uma toalha e até um broche.

De todas as folias presentes no encontro duas chamaram atenção por serem exclusivamente femininas, a de Goiás e a Coromandel, de Minas Gerais.

Uma segunda edição comemorativa dos dez anos do encontro será realizada no mês de julho. Na mesma época Brasília será sede de um grande Fórum de Cultural Popular, que compreenderá a Folia de Reis.

Comunicação SID/MinC

Telefone: (61) 2024-2379
E-mail: identidadecultural@cultura.gov.br
Acesse: www.cultura.gov.br/sid

De salto, Claudia Leitte faz passos de capoeira em show no interior de SP

A cantora Claudia Leitte mostrou em seu último show realizado no domingo (25) em Jundiaí, no interior de São Paulo, que tem o ‘gingado’ baiano. Em cima do palco, ela fez, pela primeira vez, passos de capoeira com seus bailarinos, sendo que estava de bota com salto alto. Mesmo assim, Claudinha conseguiu manter o equilibrio.

O show também marcou a despedida de Claudia do figurino todo preto, ‘de inverno’, que tem apresentado em seus shows. A partir do próximo sábado (31), ela estreia, na Costa do Sauípe, o figurino ‘de verão’, feito por Valério Araújo e Ian Acioly, com tons mais claros. Além dos looks, Claudinha lança uma nova música de trabalho.

 

Cantora Claudia Leitte mostrou que tem a ginga da Bahia – Claudinha conseguiu se equilibrar mesmo estando de salto

Foto: Divulgação – http://correio24horas.globo.com

Capoeira revê cenário da escravidão em patrimônio histórico nos Jogos Abertos

Com um clima cultural, histórico e esportivo, em um dos barracões do Engenho Central de Piracicaba, durante todo dia de ontem cerca de 205 atletas se revezaram em duplas para mostrar o melhor da arte de jogar capoeira. Abrindo a competição, no segundo dia dos 72º Jogos Abertos do Interior (JAI) Horácio Baby Barioni, uma expressiva platéia observava atentamente os gingados de homens e mulheres que representavam 55 cidades.

Ao som do berimbau, comissão técnica, representantes de federações e amantes da capoeira, procuravam um espaço próximo das rodas para ver de perto os gestos e expressões de cada capoeirista que competia dentro das rodas.

Caracterizada como uma das expressões culturais mais significativas da história afro-brasileira, a capoeira remonta ao período de escravidão e opressão aos negros até o fim do século 19. Ainda ativa sob efeito dos valores que a criaram, a arte marcial vivenciou um profundo momento de revitalização histórica nos Jogos Abertos do Interior, em Piracicaba.

 

A competição foi sediada justamente dentro de um dos patrimônios históricos mais significativos da região: o Engenho Central, localizado às margens do rio Piracicaba. Desde sua construção, em 1881, o local tornou-se uma ponte histórica até o fim efetivo da atividade escravista no Brasil, sete anos mais tarde, com a criação da Lei Áurea.

As paredes de tijolo e os vidros quebrados em meio à área verde da região formaram o cenário ideal para a disputa competitiva da capoeira nos Jogos Abertos. O ambiente quente de um dos galpões adaptado de maneira rústica para receber o campeonato deu um charme extra ao torneio estadual.

"A capoeira é uma mistura de esporte e cultura. Ela tem esses dois lados. Levamos a modalidade ao Engenho para agregar esse lado esportivo com a cultura do local. Existe toda uma identificação com o esporte pela história do lugar e o que ele representa para a cidade", explicou Luiz Antônio Chorilli, diretor técnico da Secretaria de Esportes do município.

 

Jogos Abertos do Interior, em PiracicabaVinculada ao cultivo da cana em massa até o início do século 20, Piracicaba polarizou a economia da região no interior de São Paulo. O Engenho Central, fundado em 1881, foi o grande símbolo do desenvolvimento da cidade na época. Mais de um século depois, o local sobrevive como um patrimônio histórico e como anfitrião de eventos especiais, como festas e a própria disputa da capoeira nos Jogos Abertos.

O ambiente contagiou boa parte dos participantes, como o representante de Catanduva na categoria leve, Cícero Cerqueira Leite, de 27 anos. Experiente no assunto, o atleta perdeu o braço esquerdo em um acidente,12 anos atrás, quando cortava cana em uma ensiladeira (maquina picadora).

Apelidado de "Fera Negra" por sua persistência e por disputar a modalidade contra rivais sem deficiência, o capoeirista destacou a emoção de participar do torneio em um lugar de grande importância histórica para o açúcar brasileiro e, principalmente, a relação com as origens da capoeira, criada na época da escravidão.

"A capoeira é uma expressão de liberdade. Já sabia disso antes do meu acidente e percebi isso mais ainda depois dele. O esporte me ajudou muito e sou grato por poder ‘jogar’ de igual para igual com qualquer um em lugar como esse e em um torneio importante como os Jogos Abertos", declarou Cícero, momentos antes de ser eliminado da disputa pelos primeiros lugares.

Jogos Abertos do Interior, em PiracicabaO árbitro Orestes Ceroles concordou com o competidor. O juiz fez questão de destacar o aumento da popularidade da capoeira competitiva e defendeu que este tipo de integração histórica com o local da prática do esporte pode atrair ainda mais praticantes para a modalidade.

"É um esporte genuinamente brasileiro e é por causa do prestígio da capoeira que ela é disputada nos Jogos Abertos do Interior. Foi uma boa idéia trazer o torneio para cá. Aqui é tudo antigo e olha quanta gente atraiu", disse o árbitro, apontando para um grupo de oito pessoas que assistia ao torneio do lado de fora da entrada do galpão.

 

 

 

Fonte: http://esporte.uol.com.br/ – Gazeta de Piracicaba

Limoeiro do Norte: Capoeiristas participam do Crescer Cidadão

EM LIMOEIRO DO NORTE, os jovens aprendem noções de cidadania ao mesmo tempo em que dominam os passos da capoeira
O projeto Crescer Cidadão é uma das iniciativas que recebem apoio da ONG Ashoka no Interior do Estado

Limoeiro do Norte. O empreendimento social vai além da busca de geração de renda, e um impacto social de boas ações pode refletir na promoção econômica de jovens da periferia. “Estudar para poder praticar” virou lema para grupos de jovens que participam de atividades esportivas paralelo à sala de aula. Jovens que praticam capoeira no Interior, em várias cidades, levando o mesmo nome da Fundação Arte Brasil de Capoeira, treinam por conta própria e têm dificuldade para arrumar equipamentos.

Tudo é do próprio suor, do berimbau às calças “boca-larga” típicas dos capoeiristas. Material simples e barato, mas que sai caro quando vem de jovens que, além de não terem emprego, são de famílias muito humildes, para quem o maior “luxo” é ter “o de comer todo dia”. Mas os capoeiristas fazem questão de dizer que a capoeira transforma a vida, “porque ajuda a dar mais responsabilidade e disciplina”, comenta Rafael Eduardo da Silva, o “Tição”, que coordena os capoeiristas do projeto Crescer Cidadão, idealizado por ele e aprovado por pessoas especialistas em empreendimentos social juvenil, em Fortaleza.

“Levamos o nosso projeto, foi bem aceito. A gente tem pouco apoio, apesar de a capoeira ter conquistado mais respeito. A grande vantagem é que, com o dinheiro do Geração Muda Mundo (GMM), poderemos comprar nossos abadas, nosso uniforme para as apresentações. O projeto deu um estímulo, a gente espera aumentar o número de integrantes (hoje são 50) e expandir o trabalho”, afirma, otimista, o capoeirista Rafael, autor do projeto Crescer Cidadão.

A dúvida do grupo é saber quando receberão os R$ 1.500 de “semente”, como define a Ashoka Empreendimentos Sociais. O ativista Marcelo Castro, um dos coordenadores do Centro de Estudos Aplicados da Juventude (Ceaj), esclarece que houve um pequeno atraso no repasse devido à prorrogação das reuniões dos projetos e pela mudança na forma de recebimento, que não será em cheque, mas em conta bancária.

“Sabemos que existem riscos, temos a preocupação de se os jovens farão realmente bom uso do dinheiro, por isso promovemos palestras, damos esclarecimentos. Só não podemos ficar parados. A intenção é justamente mostrar aos jovens que eles tem potencial, que podem fazer algo que dê certo”, explica a cientista social Bárbara Diniz, sobre os garotos cujos projetos pretendem “mudar o mundo”, mais do que a fronteira do bairro da comunidade, os limites das idéias e do empreendedorismo.

A demanda de projetos enviados da região jaguaribana tem ampliado os trabalhos do Ceaj, que realizou mais uma reunião com grupos aprovados no último sábado, em Limoeiro do Norte. E na mesma cidade lançará, na semana que vem, uma sede regional da associação. Ainda neste mês, os jovens empreendedores serão orientados sobre os próximos passos para receber o investimento.

Um pré-requisito é a existência de aliados, pessoas que se comprometam a apoiar o projeto, sendo incentivador e apoiador. É o caso do projeto “Em Busca do Tesouro Perdido”, que trabalhará a musicalidade com crianças no Interior. Terá como aliado o artista-educador Talvanes Moura, da Orquestra Carnaubeira de Arte e Educação, de Russas. Este grupo já tem uma tradição e o reconhecimento no trabalho com crianças e jovens do Estado.

O termo Ashoka significa, em sânscrito, “ausência de sofrimento”. Também foi o nome do imperador que dominou a Índia no século III a.C. e é lembrado como um dos maiores inovadores sociais do mundo. As empresas e organizações não governamentais que queiram apoiar os projetos da Ashoka devem preencher formulário que pode ser disponibilizado no site da ONG: www.ashoka.org.br

O Centro de Estudos Aplicados da Juventude (CEAJ) recebe idéias e projetos de jovens no Interior. Qualquer município pode participar.

SAIBA MAIS

Imperador

Valorização
O geração Muda Mundo, lançado no Brasil em 2006, é uma iniciativa da Ashoka com a intenção de valorizar o jovem entre 14 e 24 anos, que possam ter autonomia para concretizar idéias de impacto social.

Passos
Os trabalhos no Ceará existem há poucos meses e está concluindo a fase de avaliação-aprovação de projetos. Os próximos passos são o investimento financeiro e acompanhamento logístico.

Site
As empresas e organizações não governamentais que queiram apoiar os projetos da Ashoka devem preencher formulário no site da ONG: www.ashoka.org.br

Projetos
O Centro de Estudos Aplicados da Juventude, com sede em Fortaleza, recebe idéias e projetos de jovens de todos os municípios do Interior.

Mestre João Pequeno comemora 87 anos

João Pequeno: "Vou passar à vida eterna jogando capoeira"

"Ainda faço uma demonstração se precisar", desafia um dos mais importantes discípulos de mestre Pastinha e ícone da capoeira angola em Salvador. Aos 87 anos, João Pereira dos Santos, o João Pequeno de Pastinha, foi alvo de uma homenagem prestada ontem no Forte de Santo Antônio (onde tem sua academia), pela passagem de seu aniversário. Organizada por seus alunos e amigos, a homenagem contou com uma roda de mestres e um banquete de frutas e bolos.
Nascido em 1917, João Pequeno conheceu desde cedo a arte que o transformaria em lenda viva. "Sou de uma família de valentões, sempre quis ser um valentão", diverte-se. "Ainda menino, ouvi falar de uma luta que derrubava o adversário sem precisar pegar nele. Foi assim que me aproximei da capoeira". Nem as orações da mãe o afastaram da paixão. Quando ela morreu, o valentão virou um "sentimental". "Passei a chorar por tudo e por nada", lembra.
Foi aos 13 anos que João Pequeno teve o primeiro contato com uma roda de capoeira em Mata de São João, município próximo à sua terra natal, Araci. Morou em várias cidades do interior até vir parar em Salvador. Na década de 30, participava da roda de capoeira do famoso Cobrinha Verde, no Chame-Chame. A essa altura conheceu Pastinha, na Praça da Sé, e passou a freqüentar a roda do grande mestre no Bigode, em Brotas. "Ele morreu somente no corpo. Enquanto houver capoeira, ele vive, e o nome dele não desaparece", profetiza.

Correio da Bahia 28/12/2004
Agradecimento ao Daniel da Comunidade Capoeira Angola – Orkut

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