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Salvador: 25 Anos do Grupo Topázio

Encontro Internacional de Capoeira acontece em Salvador

O Grupo Capoeira Topázio comemora seu 25º aniversário homenageando o Mestre Dinho

O grupo de capoeira baiano, Topázio, que participou do show Q’Viva the chosen, de Jannifer López, Marc Anthony e Jamie King, apresentado este ano em Las Vegas, promove em Salvador, entre os dias 13 e 16 de dezembro, a 28ª edição do Encontro Internacional Capoeira Topázio.

Na ocasião, o Grupo Capoeira Topázio comemora seu 25º aniversário homenageando o Mestre Dinho, fundador do grupo e o seu filho, o contramestre Rudson, tanto pela luta e perseverança no incentivo à prática da capoeira, pela divulgação da atividade pelo mundo e pelos trabalhos sociais que realiza em Salvador.

Com a proposta de levar golpes de outras artes marciais, a exemplo do boxe e jiu-jitsu à capoeira em nome do aprimoramento técnico e do refinamento da luta, tornando-a mais eficiente, o mestre Dinho criou um estilo único para o grupo. O Tapázio possui filiais na Alemanha, Argentina, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Itália, México, Rússia, Turquia e Emirados Árabes e mais 12 países, além do Brasil, com mais de 17 mil alunos.

Programação completa:
13 de dezembro, das 15h às 20h
Campeonato de Capoeira de Angola e Campeonato de Bateria
Local – Academia Topázio (Ladeira de Santana, em frente ao Shopping Baixa dos Sapateiros)

14 de dezembro, das 12h às 19h
Tour do Mestre Dinho às origens do grupo Capoeira Topázio (das Palafitas à Las Vegas) e a tradicional Roda de Capoeira do Terreiro de Jesus.
Local – O roteiro inclui diversos pontos da cidade, encerrando no Terreiro de Jesus, Pelourinho.

15 de dezembro, das 13h às 18h
TFT – Topázio Fight Team Championship
Local – Colégio Severino Vieira (Nazaré)

16 de dezembro, das 17h às 21h
Batizado, formatura e show folclórico
Local – Teatro do ISBA (Av. Oceânica, 2717, Ondina).

 

Curiosidade: O grupo de capoeira baiano, Topázio, participou do show Q’Viva the chosen, de Jannifer López, Marc Anthony e Jamie King, apresentado este ano (2012) em Las Vegas.

 

Matéria original iBahia
Encontro Internacional de Capoeira acontece em Salvador

Pastinha – O menino que virou Mestre de capoeira

História do capoeirista Mestre Pastinha ganha livro ilustrado

A vida e ginga de um jovem mulato que vivia nas ruas do Pelourinho, no Centro histórico de Salvador, é tema do livro “Pastinha – O menino que virou Mestre de capoeira”, de José de Jesus Barreto e Cau Gómez, com edição da Solisluna Editora, que será lançado amanhã, às 18 horas, na Livraria Cultura no Salvador Shopping.

Era uma vez … um menino mulatinho, esperto e miúdo nascido no Pelô que, depois de muito brincar e brigar na rua, tornou-se o maior de todos os mestres da Capoeira Angola da Bahia. O nome desse menino virou lenda, mundo afora, mas a história de Mestre pastinha é real e está contada, tim-tim por tim-tim neste livro de José de Jesus Barreto e Cau Gomez com edição cuidadosa da Solisluna Editora e que será lançado dia 27 de janeiro às 18 horas na Livraria Cultura no Salvador Shopping.

O livro “Pastinha – O menino que virou Mestre de capoeira” conta, em letras e desenhos, a história verdadeira de como o mirrado menino Vicente Ferreira Pastinha, nascido na Rua do Tijolo, Pelourinho, Centro Histórico de Salvador, no ano de 1889, aprendeu o jogo da capoeira, ainda guri, tornando-se, de meados do século XX em diante, o criador e maior de todos os mestres da Capoeira Angola da Bahia, uma arte que ganhou o mundo. A história da iniciação do menino, através dos ensinamentos do negro banto e ex-escravo chamado Benedito, foi contada pelo próprio Pastinha, numa entrevista datada de 1967, e é recontada no texto do jornalista e escrevinhador José de Jesus Barreto e também através dos desenhos do artista gráfico Cau Gomez, ilustrações que dão ao livro um toque de obra de arte, um encantamento a mais para os olhos de crianças, jovens e adultos.

Com 32 páginas ilustradas em cores e duas fotos do Mestre Pastinha feitas por Zélia Gattai na primeira metade dos anos 1960, o livro “Pastinha – O menino que virou Mestre de capoeira” editado pela Solisluna Editora, com edição, design e projeto gráfico de Valéria Pergentino, Enéas Guerra e Elaine Quirelli. Impresso em papel couché pela Gráfica Santa Marta.

  • SERVIÇO

LANÇAMENTOS DO LIVRO “Pastinha – O menino que virou Mestre de capoeira” Autores: José de Jesus Barreto e Cau Gomez Solisluna Editora QUANDO: Dia 27 de janeiro, às 18 horas ONDE: Livraria Cultura do Salvador Shopping PREÇO: R$35,00 
+ CONTATOS (outras informações e entrevistas): Solisluna Design Editora: 71 3379.6691 – 9964.4817 [email protected] José de Jesus Barreto: 71 3378.7703 – 9911.4654 [email protected] Cau Gomez: 71 3240.4079 – 8898.4079 [email protected] 
Mandinga

Além da história da iniciação e das pernadas de Pastinha pelas ruas da cidade, o livro toca nos ensinamentos do Mestre: o significado da capoeira Angola, a importância do berimbau na roda do jogo e da ginga na arte da vida, além de mostrar os principais golpes da luta que também é dança, jogo, reza, manha, vadiação e arte… “é mandinga de escravo em ânsia de liberdade”, como bem ensinou o mestre. 
A idéia de fazer um livro para crianças e jovens sobre a figura de Pastinha, um mito, uma lenda baiana, surgiu com a da obra intitulada “Pastinha, O grande mestre da Capoeira Angola” , escrita pelos jornalistas José de Jesus Barreto e Otto Freitas. “Vimos que a história era curiosa, encantadora e se encaixaria muito bem em nossa proposta editorial de publicar livros para crianças e jovens que também agradam os adultos. Então, convidamos José de Jesus Barreto, autor de outros títulos de nossa editora, para essa parceria, sugerindo a elaboração de um novo texto apropriado, mais enxuto, numa linguagem voltada a esse público leitor que muito nos interessa; e o resultado nos agradou bastante”, conta a editora Valéria Pergentino, diretora da Solisluna.

Seu companheiro, que é também diretor da Solisluna, o editor, designer e artista gráfico Enéas Guerra, então de acordo com o autor do texto, convidou o premiado Cau Gomez para criar as ilustrações fundamentadas no escrito. “Os desenhos em cores de Cau são lindos, têm uma luz própria que dá um clima, um movimento e ambientam a história no tempo e no espaço em que tudo aconteceu, o centro antigo da cidade de Salvador numa determinada época de sua história, os sobrados e as ruas do Pelourinho, sua gente…”, comenta Enéas.

“Pastinha é um naco simbólico de uma certa Bahia cantada por Caymmi, descrita por Jorge Amado, desenhada por Carybé… O mestre de capoeira, que era ainda um filósofo, um educador, um pensador popular de grande talento, ajudou também a construir com sua arte o mito da baianidade, escreveu um instigante capítulo da história de nossa gente mestiça” reflete o autor do texto, que conheceu Pastinha já bem idoso, na sua “academia” de Capoeira Angola, no Largo do Pelourinho, integrado à paisagem urbana de então.

O artista gráfico Cau Gomez ficou feliz com o resultado do trabalho: “É a história fantástica de um guerreiro do povo, um genuíno homem baiano, que com ritmo e mandinga, ensinou a arte da luta de resistência. Tentei passar isso com meu traço.”

“Pastinha – O menino que virou Mestre da Capoeira” é um livro de arte para crianças e jovens, que pode ser visto e lido com prazer, também, por meninos e meninas de todas as idades, mesmo crescidos, já adultos. Um trabalho educativo e coletivo, criado e realizado em harmonia plena: idéias, fotos, desenhos, cores, textos… Um regalo, digno das artes, manhas e sabedorias do pequenino e grandioso Mestre Pastinha, um símbolo da Bahia.

Festival Nacional de Capoeira em Joinville

Evento segue até sábado no Colégio Bom Jesus/Ielusc

O festival ocorre nas duas sedes do Colégio Bom Jesus/Ielusc. Às 19 horas, a instrutora Karlinha, do Beribazu, ministra uma oficina infantil. Nesta terça, no mesmo horário, é a vez do professor Britha e da instrutora Carol, do Grupo Quilombo Arte Joinville, levar a capoeira para as crianças. 

A partir da quarta-feira, as oficinas são exclusivamente para adultos, com Fumaça, membro do Grupo Candeias Joinville. O capoeirista Lélo, convidado de Florianópolis, encerra o ciclo de oficinas na sexta-feira.

O coordenador do Beribazu de Joinville, Francisco Ezídio do Nascimento, afirma que as práticas conduzidas por profissionais convidados é voltada para o aprimoramento dos capoeiristas e para aqueles que querem iniciar no esporte tombado como patrimônio imaterial da cultura brasileira. 

— Para os professores, o festival será uma reciclagem. Já para os alunos é um conhecimento a mais —, justifica.

Além dos oito grupos de capoeira de Joinville, também participam o Braço do Norte e Florianópolis.

O evento conta ainda com uma palestra do mestre Zulu, fundador do Grupo Beribazu no Brasil e na Inglaterra e Argentina. No encontro, o profissional vai falar sobre o ensino da capoeira nas escolas, mostrando a importância pedagógica da prática.

A programação encerra-se com apresentações dos grupos participantes, graduação – troca de corda – e batizado de capoeira para os praticantes que vão pegar a primeira corda. 

Para se inscrever nas oficinas, é preciso pagar taxa de R$ 10. A renda será destinada à compra de uniformes e instrumentos para o grupo joinvilense.

 

Fonte: http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/

Jesus, Vigotisky, Capoeira e Cidadania

Angelo Augusto Decanio Filho, Mestre Decanio: Um dos principais mentores de meu trabalho, uma das pessoas mais brilhantes e ímpares que já conheci…

Sugiro de coração aberto e com toda a minha paixão pela capoeiragem e por seu trabalho a visita a um dos mais importantes sites da CAPOEIRA: “Capoeira da Bahia – A Capoeira é uma Escola de Cidadania”

Segue o Artigo que segundo o próprio Mestre Decanio: “… uma das coisas mais lindas que já escrevi sobre a capoeira…”

 

Jesus, Vigotisky, Capoeira e Cidadania

 

Ø Jesus pregou a cidadania como Lei Divina
# Somos todos irmãos

Ø Vigotisky concebeu a cidadania como decorrência lógica da vida em sociedade e cooperação inter-pares
# A vida em sociedade ou grupo baseia-se na cooperação entre seus membros ou pares
1
# Nenhum homem se constrói HOMEM sem a cooperação de OUTRO HOMEM
2

Ø A capoeira materializa a cidadania pela indispensabilidade de respeito e confiança mútua entre os seus praticantes
# A Capoeira parece um embate de corpos, mas é um encontro de corações em clima de harmonia, felicidade e amor
3

 

A Capoeira é uma escola de Cidadania (Luciano Milani)

Mais do que uma luta, a capoeira é hoje também dança, música, história e cidadania. É uma arte desportiva genuinamente brasileira que, de dia para dia, cativa cada vez mais jovens por todo o mundo, passando uma mensagem de vida, parceria e integração, na luta do dia-a-dia.

O Ministro da Cultura do Brasil, Gilberto Gil, em seu discurso de agosto de 2004 na ONU, em Genebra afirmou:

” … Atualmente, a capoeira já é praticada em mais de 150 países. Nas Américas, no Japão, na China, em Israel, na Coréia, na Austrália, na África e em praticamente toda a Europa. A capoeira disseminou-se pelo mundo com entusiasmo. Mesmo sem falar português, um chinês, um árabe, um judeu ou um americano podem repetir o compasso da mesma música, a arte do mesmo passo e a ginga do mesmo toque.”

A luta está sempre presente, até pelas suas origens – desenvolvida pelos escravos do Brasil como forma de resistir aos opressores, praticada em segredo e recorrendo à “ginga”, movimento que lembra a dança e à música, para assim “enganar” os patrões (Escravistas / Senhores de Engenho / Grandes Fazendeiros, etc…).
“Respeito, malícia, disputa, brincadeira” são elementos presentes durante o jogo onde as canções são marcadas ao ritmo do berimbau, instrumento “rei” da capoeira, sob um ritmo contagiante e profundo.

Quem entra na roda para jogar, entende que o respeito e a cidadania, inerentes do “JOGO”, são fundamentais dentro do universo da capoeiragem, pois a capoeira deve ser praticada dentro de um preceito básico, determinado por 3 PILARES FUNDAMENTAIS:

RITMO, RITUAL e RESPEITO

1 Peer em inglês – 2 Vigotisky – 3 AADF

Hoje é dia de Santo Reis

Acontece hoje na região a chegada das Bandeiras das Companhias de Folia de Reis. Em Apucarana, Ivaiporã, Jandaia do Sul, Arapongas, Mandaguari e várias outras cidades há festejos programados. Durante as visitas, iniciadas nos primeiros minutos da madrugada do dia 25 de dezembro, são arrecadados donativos que são repassados aos menos favorecidos.

HISTÓRICO – A Folia de Reis é uma festa religiosa de origem portuguesa, que chegou ao Brasil no século XVIII. Em Portugal, em meados do século XVII, tinha a principal finalidade de divertir o povo, enquanto aqui no Brasil, passou a ter um caráter mais religioso do que de diversão.

No período de 24 de dezembro, véspera de Natal, a 6 de janeiro, Dia de Reis, um grupo de cantadores e instrumentistas percorre a cidade entoando versos relativos à visita dos Reis Magos ao Menino Jesus. Passam de porta em porta em busca de oferendas, que podem variar de um prato de comida a uma simples xícara de café.

A Folia de Reis, herdada dos colonizadores portugueses e desenvolvida aqui com características próprias, é manifestação de rara beleza. Os preciosos versos são preservados de geração em geração por tradição oral.

INSTRUMENTOS: os instrumentos utilizados são: viola, violão, sanfona, reco-reco, chocalho, cavaquinho, triângulo, pandeiro e outros instrumentos.

PERSONAGENS: os personagens somam doze pessoas e todos os integrantes do grupo trajam roupas bastante coloridas, sendo eles: Mestre, Contra-Mestre, os Três Reis Magos, Palhaço e Foliões.

1.O Mestre e Contra-mestre: donos de conhecimentos sobre a manifestação, são aqueles que comandam os foliões.

2.O Palhaço: com seu jeito cínico e dissimulado, deve proteger o Menino Jesus, confundindo os soldados de Herodes. O seu jeito alegre e suas vestimentas coloridas são responsáveis pela distração e divertimento de quem assiste à apresentação. Representando o Mal, usa geralmente máscara confeccionada com pele de animal e vai sempre afastado um pouco da formação normal da Folia, nunca se adiantando à "bandeira". Apesar de seu simbolismo, é personagem alegre, que dança e improvisa versos, criando momentos de grande descontração.

3. Os Foliões: grupo composto de homens simples, geralmente de origem rural; são os participantes da festa que dão exemplo grandioso através de sua cantoria de fé.

4.Reis Magos: os Três Reis Magos fazem a viagem da Esperança, certos de encontrarem sua estrela.

A FESTA: até há pouco, podia-se ouvir ao longe ou, com sorte, encontrar, vindo de bairro distante, um grupo especial de músicos e cantadores, trajando fardamento colorido, entoando versos que anunciam o nascimento do Menino Jesus e homenageiam os Reis Magos. Trata-se, naturalmente, da Folia de Reis que, no período de 24 de dezembro a 6 de janeiro, Dia de Reis, peregrina por ruas à procura de acolhida ou em direção a algum presépio.

Com sanfona, reco-reco, caixa, pandeiro, chocalho, violão e outros instrumentos, seguem os foliões pela noite adentro em longas caminhadas, levando a "bandeira" (estandarte de madeira ornado com motivos religiosos), a qual tributam especial respeito. Vão liderados por mestre e contra-mestre, figuras de relevância dentro da Folia por conhecerem os versos – são os puxadores do canto.

"Era meia-noite em pontoBateu asa e cantou o galo Bateu asa e cantou o galo…"

"Que Jesus dê vida e saúdeSó voltamos para o anoSó voltamos para o ano…"

Os foliões cumprem promessa de, por sete anos consecutivos, saírem com a Folia e arrecadar em suas andanças donativos para realizarem anualmente, no dia 20 de janeiro, Dia de São Sebastião, festa com cantorias e ladainhas.

Durante a caminhada, é carregada a "bandeira" do grupo, um estandarte de madeira enfeitado com motivos religiosos. O ponto alto da festa se dá quando dois grupos se encontram. Juntos, eles caminham em direção ao presépio da festa, o ponto final da caminhada.
FESTA DE REIS EM OUTROS PAÍSES

Na França, existe um costume antigo de consumir uma espécie de torta doce e recheada, a "Galette des Rois", em todo o mês de janeiro, e principalmente no primeiro domingo de janeiro, Dia de Reis.

Ao comprar a galette em "Boulangeries" (padarias) ou "Pâtisseries" (docerias), o francês ganha duas coroas de papel. Essa tradição vem desde a época dos romanos, quando se colocava uma "fève" (fava) seca ou grãos de feijão dentro da torta para se escolher o "Rei do Dia". Quem encontrar a fava na sua fatia, é eleito rei por um dia e tem até o direito de escolher a sua rainha. Atualmente, essa fava seca foi substituída por uma figura de porcelana.

É, com certeza, uma comemoração muito popular que faz a alegria de crianças e adultos.

A "Galette des Rois" francesa é preparada com massa folheada e recheada com um "Crème Frangipane" (creme de amêndoas), muito perfumado e delicioso, receita criada pelo pâtissier francês Pascal Regnault, especialista também em crepes, galettes e outras delícias francesas.

Na Itália e na Espanha, a galette é feita de pão doce em forma de coroa, decorado e recheado com frutas cristalizadas.

BOLO DIA DE REIS INGREDIENTES:

200g de manteiga

200g de açúcar

200g de amêndoas em pó

4 ovos

75g de farinha de trigo

2 discos de massa folheada de 3ml de espessura

Fôrma de 22cm de diâmetro

2 ovos ligeiramente batidos para pincelar a massa

MODO DE PREPARO:

Bata em batedeira a manteiga com o açúcar e as amêndoas. Depois que a mistura clarear e crescer, junte aos poucos os quatro ovos, um de cada vez, sem parar de bater. Incorpore por último a farinha e bata mais um minuto, só para misturar. Reserve na geladeira.

Montagem:Coloque um disco de massa folheada na fôrma e espalhe por cima o creme.

Coloque uma e cubra com o segundo disco de massa folheada. Pincele com ovo batido. Asse em forno pré-aquecido a 200°C, durante aproximadamente 25 minutos. Deixe esfriar, desenforme e sirva.

Rendimento : 10 porções
SIMPATIAS DAS ROMÃS

1) No dia de Reis, coloque três caroços de romã dentro da carteira para ter dinheiro durante o Ano Novo.

2) No Dia de Reis, dia 6 de janeiro, pegar uma romã e retirar 9 sementes pedindo aos 3 Reis Magos, Baltasar, Belchior e Gaspar que nesse ano que se inicia você tenha muita saúde, amor, paz, dinheiro.

Depois pegue 3 das nove sementes e guarde num saquinho, papel, o que der. Essas sementes ficarão dentro da carteira para nunca faltar dinheiro.

As outras 3 você engole e as últimas três que sobraram você joga pra trás fazendo o pedido que desejar. É infalível. Você pode não ficar rico, mas na sua carteira vai ter sempre algum dinheiro.

Fonte: http://www.tribunadonorte.com/

Terra Roxa: Capoeira, Cidadania e Comunidade…

Capoeira e cidadania… é quase que uma palavra só… é uma forma simbiótica natural (Capoeira é Cidadania) que dia a dia… vem crescendo e tomando forma… É a capoeira com fim em algo diferente que não a própria capoeira… Assim aconteceu em Terra Roxa, Paraná (ler texto anexado) e assim esta acontecendo no mundo todo…
Mestre Decanio, um dos mais ativos e forte patamar da Capaoeira Cidadã, faz uma brilhante analogia à jesus, vigotisky, capoeira e cidadania… leiam e reflitam:
 
jesus, vigotisky, capoeira e cidadania
 
Jesus pregou a Cidadania como Lei Divina
Somos todos Irmãos!
 
Vigotisky concebeu a cidadania como decorrência lógica da vida em sociedade e cooperação inter-pares
A vida em sociedade ou grupo baseia-se na cooperação entre seus membros ou pares!1
Nenhum homem se constrói HOMEM sem a cooperação de OUTRO HOMEM!2
 
A Capoeira materializa a Cidadania pela indispensabilidade de respeito e confiança mútua entre os seus praticantes
A Capoeira parece um embate de corpos, mas é um encontro de corações em clima de harmonia, felicidade e amor!3
 
1 Peer em inglês
2 Vigotisky
3 AADF.
 

Comunidade doa equipamentos para grupo de capoeira de Terra Roxa
 

A Associação de Capoeira Cordão de Contas de Terra Roxa foi contemplada com a doação de vários equipamentos que serão utilizados nas atividades realizadas com a comunidade no dia a dia. Os equipamentos foram adquiridos com doações feitas pela comitiva alemã que visitou o município em outubro do ano passado.
O grupo atende crianças e adolescentes em situação de risco e está ganhando destaque especial nas ações de promoção social. Com o objetivo de retirar os adolescentes e as crianças das ruas e ofertar a eles uma atividade saudável, o grupo conquistou o carinho da comunidade local.
Além do carinho da comunidade, o grupo também conquistou um grande público nos municípios paranaenses por onde já se apresentaram, bem como, no Mato Grosso do Sul. Segundo o presidente da associação e coordenador do grupo Gilmar Santana, através das apresentações é possível promover a integração dos alunos com jovens de outras localidades.
 
A secretária municipal de Educação e Cultura, Cleonilda Maria Tonin Farcas, afirma que a cooperação e as parcerias são indispensáveis para a construção de uma sociedade com melhores oportunidades para todos.

TERRA ROXA RECEBE VISITA DE COMITIVA ALEMÃ
29/11/2005

No sábado, 29 de outubro, Terra Roxa recebeu a visita de uma comitiva formada por 142 alemães. A maioria dos visitantes faz parte de um grande coral, que além das apresentações musicais auxilia projetos sociais.
A recepção aconteceu no Maracaju Clube de Campo onde foi servido o almoço e na parte da tarde um café colonial. O grupo de capoeira de Terra Roxa recepcionou os visitantes com uma apresentação que emocionou a todos.
Como parte da visita a Terra Roxa a comitiva conheceu um sítio onde são cultivadas uvas, café e o bicho-da-seda.
No aspecto social o grupo conheceu de perto o trabalho do Provopar, da APAE,da ong Adatav e vários outros projetos desenvolvidos em Terra Roxa. Todas estas entidades apresentaram seus trabalhos numa exposição que foi realizada no Ginásio Municipal de Esportes. Além das entidades, o APL local, as Escolas Municipais e os Colégios Estaduais também mostraram o potencial de Terra Roxa aos visitantes.
A noite, foi realizada uma programação cultural na Casa da Cultura Ademir Antonelli que reuniu diversos setores da sociedade e teve como ponto alto a apresentação do coral com mais de cem vozes vindo da Alemanha.
Para o Prefeito Donaldo este foi um momento que entrará para a história de Terra Roxa. Donaldo acompanhou todo o roteiro e disse que estava satisfeito ao ver a participação da comunidade que auxiliou com doações para o almoço, na realização do café colonial e no trabalho voluntário ao longo de todo o dia. Destacou a importância da visita para os programas sociais que vem sendo realizados no município e para uma possível expansão dos produtos terra-roxenses.
O líder do grupo Jurgen Kaschubowski, agradeceu a hospitalidade do povo de Terra Roxa e disse estar muito feliz em ajudar os projetos sociais e trazer um pouco de alegria a quem tanto precisa.
 

Decanio, aluno de Bimba

Decanio, aluno de Bimba, no filme MESTRE BIMBA, A CAPOEIRA ILUMINADA:
 
"Pra mim, só tem lugar no meu altar, dois mestres : Jesus e Bimba.
Eu sou o que sou, graças a ele . Se Bimba não tivesse existido, eu era outra coisa."


Batizado de Capoeira – Grupo Capoeira Mogadouro

O batizado é apenas uma formalidade…
uma cerimonia de apresentação…
…do aluno iniciante
a comunidade capoeirística…
 
 
Onde ele irá RECEBER o cordão…
cordão que ele já ganhou… um pouquinho a cada dia…
com seu esforço, dedicação, e amor pela capoeira!!!
 

O batizado é uma festa… dedicada aos alunos, onde eles tem o papel principal…

 
Tema do Batizado: jesus, vigotisky, capoeira e cidadania

 Angelo Augusto Decanio Filho
 
Ø      Jesus pregou a cidadania como Lei Divina
o        Somos todos irmãos
 
Ø      Vigotisky concebeu a cidadania como decorrência lógica da vida em sociedade e cooperação inter-pares
o        A vida em sociedade ou grupo baseia-se na cooperação entre seus membros ou pares1
o        Nenhum homem se constrói HOMEM sem a cooperação de OUTRO HOMEM2
 
Ø      A capoeira materializa a cidadania pela indispensabilidade de respeito e confiança mútua entre os seus praticantes
o        A Capoeira parece um embate de corpos, mas é um encontro de corações em clima de harmonia, felicidade e amor3
 
1 Peer em inglês – 2 Vigotisky – 3 AADF 

Gisele e Lucca:
 
muito obrigado pela força…
…carinho…
paciência e companheirismo!
 
 


Dedico este artigo:
 
Aos alunos da Capoeira Mogadouro,
minha família…
ao querido Mestre Decanio
e a toda comunidade capoeirística.