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Jericoacoara: VI Encontro Nacional de Capoeira Angola

O 6º encontro, em Jericoacoara, será uma oportunidade de difundir ainda mais a prática da capoeira Angola

Jericoacoara. Depois das muitas, e justas, comemorações em torno do reconhecimento e tombamento da Capoeira, como Patrimônio Cultural do Brasil, feito pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e Ministério da Cultura, ocorrido em julho, dois ícones dessa arte, mestre Piauí (Valdenor Silva de Almeida), há mais de 20 anos praticando a “Capoeira Angola”, e mestre Dingo (Fernando Cézar de Araújo Lima), com 32 anos de “Capoeira Regional”, se encontraram para acertar detalhes do 6º Encontro Nacional de Capoeira Angola, que acontecerá de 29 a 31 de agosto, na Praia de Jericoacoara.

De origens africanas, estigmatizadas durante séculos, e repletas de histórias de lutas e sobrevivência, pouca gente conhece a diferença entre esses dois estilos de jogar capoeira, praticados em todo Brasil, e em mais de 150 países.

“O encontro será como um intercâmbio da irmandade da capoeira de todo Brasil, ninguém ficará à parte. Capoeiristas de Jeri, de diversas cidades do Ceará e de outros Estados estarão presentes, participando. Nossa intenção é juntar as pessoas em três dias, como uma confraternização anual”, diz mestre Piauí.

E Jericoacoara, de fato, é o lugar perfeito para a integração dessas práticas que, apesar de possuírem métodos e filosofias diferentes, são complementares e valiosas, cada uma ao seu jeito. Segundo Piauí, a “Angola”, cujo grande ícone é mestre Pastinha (Vicente Ferreira Pastinha, 1889-1991), é o estilo mais próximo de como os escravos jogavam capoeira na origem, sendo seus movimentos lentos, caracterizados pela cadência, mandinga e sutileza. A “Regional”, criada por mestre Bimba (Manoel dos Reis Machado, 1899-1974), fez a capoeira ser reconhecida e popularizada a partir da década de 30, principalmente por incorporar novos golpes e organização de seqüências de ensinos.

“A capoeira é uma afro-ancestralidade que trabalha com o corpo físico e espiritual, é a própria vida. A capoeira Regional é a evolução da capoeira Angola. Como se uma trabalhasse na tradição e, a outra, na expansão. No Ceará, o movimento da capoeira Angola ainda é pequeno, é mais comum a Regional. Mas estamos focados em fazer trabalhos de conscientização para que a ´Angola´ não seja esquecida. Vamos trabalhar juntos porque, se olhar de perto, a diferença é quase nenhuma”, diz Piauí.

Completo

Para mestre Dingo, coordenador da Capoeira Mundi, em Fortaleza, e que estará em Jericoacoara com oficina de Maculelê durante o Encontro, para ser completo, o capoeirista precisa cantar, tocar, conhecer rituais, além de saber jogar três tipos de capoeira: Angola, Regional e, ainda, a pouco difundida, Benguela.

“Viajo o Brasil ministrando palestras e divulgando a capoeira. E digo que o novo ´boom´ da capoeira é a Benguela, que sempre existiu, foi criada por mestre Bimba, mas que, até dez anos atrás, não era praticada. É um estilo que fica entre a Angola e a Regional, um meio termo, o equilíbrio. Mas alguns movimentos são característicos desse jogo, existe a maneira correta de jogar Benguela, é preciso observar o estilo”, orienta ele.

No 6º Encontro em Jericoacoara, haverá oficina de Tambor de Crioula, dança do Lelê (ambos da cultura afro-maranhense), oficina de Capoeira Angola, com mestre Bamba, do Maranhão, exposição fotográfica e outros.

Com a missão de perpetuar a prática da Capoeira Angola, há cinco anos, mestre Piauí coordena o Centro de Instrução de Capoeira Angola, onde há mais de 40 crianças e adolescentes da Vila de Jeri, participando do “Projeto Erê de Angola”.

“Nossa missão é envolver crianças carentes com a raiz da cultura brasileira. Todo nosso trabalho parte do social. Em Teresina, eram mais de 50 crianças carentes, de rua mesmo, como um trabalho de conscientização, para a capoeira angola não seja esquecida”.

Natercia Rocha
Repórter

Mais informações:
6º Encontro Nacional de Capoeira Angola, de 29 a 31 de agosto
Centro de Instrução de Capoeira Angola, em Jericoacoara
(88) 9933.8841 – Piauí

Vem jogar mais eu, Camará: uma história da capoeira baiana 1940-1980

A Caixa Cultural abriga a mostra Vem jogar mais eu, Camará: uma história da capoeira baiana 1940-1980 – um mergulho no período de afirmação, construção e difusão da capoeiragem no Brasil e no exterior.

A exposição é uma realização da Mandinga, Organização Não-Governamental que há 15 anos vem desenvolvendo projetos sócio-educativos com crianças e jovens de Salvador, tendo como eixo central a prática da capoeira enquanto instrumento de educação e cidadania.

A mostra aborda a capoeira sem recorrer à simbologia mais comum – berimbaus, pandeiros e seus belos movimentos – incorporando as próprias leis internas do jogo como linhas-mestras do projeto.

O visitante é convidado a perceber a lógica ritualística da capoeira, descobrir seus pequenos segredos, suas malandragens e a ter acesso ao processo que se esconde por trás da imagética final do espetáculo da roda.

Constituída predominantemente por recortes de jornais, revistas, manuscritos e fotografias de época, além de filmes, vinis, livros, objetos místico-religiosos, instrumentos musicais e depoimentos de velhos mestres, a mostra inclui filmes e documentários, que serão exibidos numa sala de projeção.

Fonte: Guia da Semana
Foto: divulgação

Capoeira é oferecida de graça aos moradores do Guará

Quem sonha em jogar capoeira, mas está com o orçamento apertado tem a chance de aprender, de graça, essa luta. O grupo N´Golo oferece aulas em cinco pontos do Distrito Federal: Centro Educacional 02 e Escola Classe 01, no Guará, Condomínio Residencial Park, na mesma cidade, Universidade Católica, em Taguatinga e Faculdade Alvorada, na Asa Norte.
 
A equipe do Você Repórter esteve no Guará no último fim de semana e pôde acompanhar uma apresentação do grupo. No primeiro domingo de cada mês os integrantes do N´Golo se apresentam no Arco da Cultura, ao lado da feira da cidade.
 
De acordo com o professor Igor Araújo, o objetivo é fazer uma confraternização entre os alunos e divulgar o trabalho para quem desconhece. "Queremos mostrar que tem pessoas de todas as idades aqui. Quem quiser pode se juntar a nós", conta.
 
Ao longo da apresentação, uma multidão de curiosos foi se formando no local. Entre eles estava o pequeno Gabriel Ferreira, de 7 anos. O garoto passeava pela Feira do Guará quando se sentiu atraído pelo som dos berimbaus.
 
Diversão
 
"Quero fazer essa aula porque é divertido e dá pra aprender muita coisa", comenta. Igor concorda: segundo ele, aprendizado é o que não falta na capoeira. "Além de tudo, os jovens aprendem, aqui, a ter disciplina. Eles percebem que existe a hora certa para jogar e que há uma hierarquia dentro do grupo", diz.
 
Além da disciplina, outro ponto forte do N’Golo é a união entre seus integrantes. Para a estudante Camila Alves, 17 anos, os amigos da capoeira são a segunda família. "A amizade é o que mais me admira no grupo. Sei que posso contar com todo mundo", destaca. Durante muitos anos, ela foi proibida pelo pai de aprender a luta. "Ele tinha preconceito, achava que era coisa de menino", diz. Mas, ao completar 16 anos, achou que era hora de lutar pelos seus direitos. Resultado: há 1 ano e 3 meses, a garota trocou o balé pela capoeira. "Estou adorando as aulas. Se a pessoa leva a sério, dá para ficar em forma".
 
Apoio
 
Para fazer as apresentações mensais, o N´Golo recebe apoio da Administração do Guará, que sede espaço sem cobrar nada por isso. O diretor regional de cultura Adilson Cordeiro opina que, além de trazer cultura para a cidade, esse tipo de apresentação ajuda a chamar clientes para a feira.
 
Ele acrescenta que, para dar mais incentivos a grupos que queiram se apresentar, a administração pretende fazer a reforma de todo o Arco da Cultura. "Já estamos trabalhando no projeto, que deve sair até o ano que vem", afirma.
 
 
Grupo N´Golo – Aulas gratuitas de capoeira em diferentes turnos. 
Inscrições e outras informações com mestre Igor, pelo telefone 8155-3106
 
Fonte: clicabrasilia.com.br – Brasília, DF, BR
Foto: Antônio Siqueira

Entrevista: Mestre Genaro

Genaro Raymundo Coelho (Mestre Genaro), filho de Claudionor Coelho e de Veridiana Coelho, nasceu na Maternidade Dr. Climério de Oliveira – Bairro de Nazaré/Salvador/BA, mas a família morava no bairro Politeama de Baixo. Trabalhou junto com o médico (não se lembra do nome) a parteira Emília q era mulher do grande jogador de futebol o finado Popó do Ypiranga da Bahia. A madrinha era Almerinda do Nascimento, de São Francisco do Conde, era um lugar de muitos engenhos de açúcar.

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Nota de falecimento: Mestre Marujo

Chora Capoeira… Capoeira Chora…
Chora Capoeira… Mestre Marujo foi-se embora…
 
Parte aos 45 anos, Mestre Marujo, que fazia parte do Grupo de Mestres Capoeiragem entre Camaradas, sofreu um infarto fuminante no dia 10 de Novembro de 2006 as 21hs, durante uma roda de capoeira no Rio de Janeiro.
 
O velório e o sepultamento foram realizados no sábado de 11 de Novemvro ás 17 hs
Estiveram presentes os familiares e amigos do Mestre.
 
Fica aqui nossa homenagem a este grande Mestre de Capoeira que agora foi vadiar com outros grandes e saudosos Mestres.
 
Vai na paz mestre Marujo e que o senhor continue com o movimento da "Capoeiragem entre Camaradas" ai, nesta roda no infinito…
Depoimento de uma aluna do Mestre:
 
"Eu joguei com o Marujo nessa roda e tenho muita lembrança boa dele, Marujo participou de uma das melhores lembranças que tenho de todos os esportes que já fiz. Me ensinou muito e me defendeu por muitas vezes em rodas estranhas.
Faço esta homenagem pelo homem que foi, pelo mestre, pelo amigo, pelo capoeira, pela dedicação total que sempre teve com a arte e também pelo cuidado com seus alunos que ele sempre teve, preocupação também com os alunos de amigos, como era o meu caso.
Mestre Marujo deixará infinitas saudades para os capoeiristas dedicados de corpo e alma.
 
Eterna lembrança de uma linda capoeira. Era tão capoeira de alma, que conseguia antingir o ponto aonde não sabíamos se ele estava jogando ou brincando e quando menos esperava ele te colocava em "cheque".
Mestre, vc fará falta mas estará (como sempre esteve) na lembrança de todos os seus amigos e irmãos da capoeira e fora dela também. Que papai do céu te receba com todo o carinho que vc merece. Sei que vai olhar pelos amigos daki da terra e sei também que sempre estará nas rodas ao pé do berimbau quando ouvir o gunga chamando."
 
Maria Fernanda Meza
"Iêêêê
o vento que venta no mar,
traga a sereia pra me ver cantar,
(coro)
o vento que venta no mar,
traga a sereia pra me ver jogar,
(coro)
o canto que eu canto na roda,
é pro capoeira jogar,
o capoeira é um cabra forte,
que joga versos no olhar,
na cantiga ele manda a mensagem,
no coração algo bom tem pra lhe dar,
ele aceita qualquer desafio,
pq não tem medo de lutar,
pq vale a pena correr o risco,
para seu grande amor n abandonar,
o vento que venta no mar,
traga a sereia pra me ver cantar,
(coro)
o vento que venta no mar,
traga a sereia pra me ver jogar,
(coro).."

Luciano Santos Bispo – Mola

Luciano Santos Bispo, residente em S. Francisco do Conde, discípulo de Mestre Zé Dário, é um capoeirista muito especial. Vítima de Paralisia Infantil aos 7 meses de idade, guardou como seqüela paraplegia flácida dos membros inferiores. Aos 9 anos de idade, ainda sem andar em virtude da paralisia dos membros inferiores, entrou para a capoeira sob orientação do Mestre Zé Dário, em Sto. Amaro da Purificação /BA e aprendeu a jogar capoeira e a andar !

Em 09/12/2001 fomos conduzidos ao evento, cujo convite divulgamos adiante, pelo Mestre Zezo estranhamos o drapejar da calça dum rapaz durante um jogo de capoeira, apesar da movimentação aparentemente normal do atleta. Maior surpresa foi observar que, ao sair da roda, o rapaz auxiliava a perna direita com a mão, para aumentar a passada, denunciando assim uma deficiência motora.

Autorizados pelo Mestre Zé Dário, abordamos o "Mola" que nos revelou os detalhes da sua historia pessoal e nos deixou profundamente impressionados pela grandeza e importância do verdadeiro milagre que constatáramos: a criação, pela prática da capoeira sob orientação dum verdadeiro mestre, de circuitos nervosos vicariantes capazes de substituir as conexões nervosas medulares destruídas pela Paralisia Infantil.
 

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Luta de um povo

3º Semana de Capoeira de Poá – RS
 
No último sábado fiquei sabendo que aconteceria o encerramento de um evento que já iniciará desde o dia 5/9, aqui em Poá.
 
É o projeto da PMPA, 3º Semana de Capoeira de Porto Alegre, organizado pela LIGA REGIONAL de CAPOEIRA e a Federação Gaúcha de Capoeira.

Foram varias as atrações sobre capoeira, tipo Maculelê, Puxada de Rede, Dança Afro, entre tantas atividades.
Consegui registrar o encerramento, por causa do mal tempo, foi transferido para o Cais do Porto.

Rolaram no Cais do Porto oficinas de como dar os primeiros golpes e a tão esperada roda, onde estavam concentrados os melhores mestres de Capoeira do RS.
 
Vejam algumas fotos do que rolou no encerramento, e maiores informações veja pelo site
www.rs.portalcapoeira.com, até a próxima e boa semana a todos.
 

A bateria composta pelos principais mestres de capoeira do RS

A vista de quem vai Jogar no pé do Berimbau se pede a benção

Jogo de Angola

O mestre Farol fala sobre o valor de não existir rivalidade entre os grupos de Capoeira

Oficina de capoeira oferecida para os interessados

Os mestres Pelé da Bomba, Gato Preto, Dentinho, Churrasco,Gororoba, Pesado, Joka, Grande, Farol, Agachados Gavião, Cerqueira, Tucano, Michel, Sandoval
 
Fotos: Miguel Noronha/ Extremo Sul

As músicas vencedoras do Festival de Cantigas Capoeira pela Paz

 
ID
Músicas
Festival de Cantigas Capoeira pela Paz
MÉDIAS
Conteúdo – Mensagem
Carater Poético – Contemporaniedade
Publíco
Final
!!!!!
014
Aqui você não vai Jogar
6,33
6,33
5,83
5,67
0,00
6,04
011
O Grito do Capoeira
5,83
6,00
5,83
5,83
0,25
5,94
019
na roda só amizade
5,83
5,50
5,00
4,67
1,00
5,50
016
Capoeira vem jogar
5,67
6,00
5,17
5,00
0,00
5,46
006
não não não não, violência e drogas sempre diga não
5,67
5,83
5,17
4,83
0,25
5,44

 
Aqui você não vai jogar
Por (Monitor Atrazado)
Ritmo:


Que mania é essa de maldade
De alguém que não tem respeito
Sai arranjando confusão
Dizendo que não tem medo
Qualquer dia meu amigo
Você acaba se dando mal
Não poderá entrar na roda
Onde houver berimbau
De que vale tudo isso
Se não será respeitado
Seja calmo e tranqüilo
Que um dia será lembrado
Faça como o grande mestre
Que foi um poço de humildade
Eu falo do mestre Pastinha
Que aqui deixou saudades.
 
A brincadeira vai rolar
Não quero ver você brigar
 
Eu jogo aqui eu jogo lá
Sempre procuro respeitar
 
Coro
 
Sou amigo de todo mundo
Em todas as rodas eu posso entrar
 
Coro
 
Você que se diz valentão
Aqui você não vai jogar
 
Coro
 
Você só arranja confusão
Aqui todo mundo é da paz

O grito do Capoeira     
Por Luciano Milani e Alunos da Capoeira Mogadouro
Ritmo: Angola mais acelerada (Corrido)


 
E e e e e …… eu quero Paz e União…
E e e e e …… com amor no coração…
 
Para rico ou para o pobre… para qualquer cidadão
No jogo da capoeira, companheirismo meu irmão
 
E e e e e …… eu quero Paz e União…
E e e e e …… com amor no coração…
 
Quando olho para a rua, de noite na escuridão
Camarada eu só vejo: Violência e agressão
 
E e e e e …… eu quero Paz e União…
E e e e e …… com amor no coração…
 
De repente vejo a lua com todo seu esplendor
Penso logo em São Jorge, sinto paz e sinto amor
 
E e e e e …… eu quero Paz e União…
E e e e e …… com amor no coração…
 
Então olho com mais calma e vejo tudo em seu lugar
Vejo a Lua e as Estrelas, refletidas pelo mar
 
E e e e e …… eu quero Paz e União…
E e e e e …… com amor no coração…
 
Quando vejo as crianças e o futuro em suas mãos
Carinho , comida, escola esta é a solução
 
E e e e e …… eu quero Paz e União…
E e e e e …… com amor no coração…
 
Na roda de capoeira, Ijexá e Oração
Berimbau e atabaque, ritmo do coração
 
E e e e e …… eu quero Paz e União…
E e e e e …… com amor no coração…
 
Quando Jogo capoeira quando canto esta canção
No pé do meu berimbau faço esta louvação
 
E e e e e …… eu quero Paz e União…
E e e e e …… com amor no coração…
 
Seja noite ou seja dia, na cidade ou no sertão
O capoeira grita alto… Pede Paz e União!!

Na roda só amizade     
Por lee capoeira
Ritmo: angola ( ladainha )


 
pra que tanta violência?
pra que tanta violência?
o que é isso camará?
capoeira tem cadência
não bata pra machucar
não destrua sua essência
com seu jeito de jogar
capoeira é uma criança
começou ha engatinhar
um passo devagarinho
e aprendeu a caminhar
hoje anda pelo mundo
esta em todo lugar
 
o segredo dessa luta, ai meu deus
não tá em saber bater
nem tambem na violencia
que você aprendeu fazer
tá em sua agilidade, ai ai ai
na sua força interior
na destreza e na beleza
de quem é um jogador
jogador de capoeira
não seja tão violento
desenvolva a capoeira
mostre aqui o seu talento
jogue um jogo maneiro
não, não jogue sua maldade
viva a PAZ e não a guerra
acabe a rivalidade
leve a PAZ ao mundo inteiro
e na roda…só amizade, camaradinha…!
 
iê viva capoeira/ iê viva a capoeira camará
ela é mandingueira/ iê é mandingueira camará
iê viva meu mestre/ iê viva meu mestre camará
iê que mim ensinou/ iê que mim ensinou camará

Capoeira vem jogar     
Por Lampanche e Renata
Ritmo: Benguela


 
Capoeira vem jogar
Vem soltar a sua mandiga
vem esquecer essa besteira….
De partir sempre pra briga
 
Capoeira vem jogar
Com muito amor no coração
Vem mostrar pra essa gente
Que violência não é solução
 
Capoeira vem jogar….
 
coro
 
Capoeira é luta nossa
Que veio nos presentear,
Com toda sua mágia
Que nasceu pra libertar
 
Capoeira vem jogar….
 
coro
 
Capoeira vem jogar,
Vem passar sua emoção
Vem espalhar a paz na roda
Para todos os seus irmãos
 
Capoeira vem jogar…..
 
coro
 
Vamos jogar capoeira,
Essa arte brasileira
Simbolizando a paz
Num gesto de brincadeira
 
Capoeira vem jogar … 

Não Não, Não Não, violência e droga sempre diga não     
Por Cleo dos Santos Garcia
Ritmo:


 
O capoeira quando canta
Ele canta em harmonia
Sempre levando suas mensagens
Que vale pro dia a dia
Cada dia é uma historia
Cada historia é um dia
Quando me lembro de violência e droga
Da-me muita agonia
A agonia de saber
Que a humanidade esta se acabando
Praticando a violência e as drogas as usando
Pois aqui deixo meu recado
Para toda uma nação
Vamos gritar bem alto
Droga e violência sempre digam não
 
Coro: não não, não não
 
Capoeira me ensinou a dizer drogas não
 
Coro: não não, não não
 
A violência pra mim esta guardada a sete palmo do chão
 
Couro: não não, não não
 
Eu quero é só amor e confraternização
 
Coro: não não, não não
 
Por isso meu povo violência e drogas sempre digam não
 
Coro: não não, não não
 
Com isso camaradas
Se afaste das drogas
Pois ela derruba
O difícil depois é levantar do chão
 
Coro: não não, não não
 
Pois cultive a paz
E também harmonia
Isso é só alegria
No cotidiano de toda população
 
Coro: não não, não não
 
Oi quando oferecerem a tal de droga
Espalme sua mão e diga não
 
Coro: não não, não não
 
Fica minha mensagem para todo mundo
Que tem amor no coração
 
Coro: não não, não não

Músicas pro CAPURAPAZ

O meu berimbau toca trazendo a Paz
 
 
Meu berimbau toca trazendo a paz, dizendo não às drogas, violência nunca mais..
 
Berimbau quando toca na roda, traz a paz e também a união, berimbau ele tem a mágia de tocar no seu coração….
 
O Meu berimbau toca trazendo a paz, dizendo não às drogas, violência nunca mais…
 
Berimbau quando é bem tocado ele chama a sua atenção, a cantiga quando é bem cantada ela manda mensagem e passa informação…
 
Meu berimbau toca trazendo a paz, dizendo não às drogas, violência nunca mais..
 
Menina escute o que eu digo, escute o que vou lhe dizer, venha jogar capoeira, venha seu corpo mexer…
 
Meu berimbau toca trazendo a paz, dizendo não às drogas, violência nunca mais…
 
Garoto escute o recado que agora eu vou lhe falar, venha pro CAPURAPAZ, vem capoeira jogar…
 
Meu berimbau toca trazendo a paz, dizendo não às drogas, violência nunca mais..
 
Ritmo: Benguela
Autoria: Lampanche e Thelminha
 


 
Respeito e Violência…
 
 
Capoeira não é violência, Capoeira não é pra matar, Capoeira é uma luta bem gostosa de jogar
 
Por isso aqui neste encontro, Capoeira vamos jogar, com o grupo Capuraginga que tem fundamento e agora vai mostrar
 
Vamos jogar capoeira, o lelê, vamos jogar capoeira o lalá, vamos jogar capoeira, com respeito e sem violência…
 
Numa roda tem que ter harmonia, amizade e muita paz, se assim é que você joga, vem jogar no CAPURAPAZ…
 
Pois aqui neste encontro, capoeira vai rolar, com o grupo Capuraginga que tem fundamento e agora vai mostrar…
 
Vamos jogar capoeira, o lelê, vamos jogar capoeira o lalá, vamos jogar capoeira, com respeito e sem violência…
 
Ritmo:São Bento Grande
Autoria: Márcio N. A. Moraes
 

Capoeira vem jogar 
 
 
Capoeira vem jogar, vem soltar sua mandiga… Vem esquecer essa besteira de partir sempre pra briga….capoeira vem jogar…
 
Capoeira vem jogar, vem soltar sua mandiga… Vem esquecer essa besteira de partir sempre pra briga….capoeira vem jogar…
 
Quero te ver na roda, com amor no coração, mostrando pra toda essa gente que violência não é solução….capoeira vem jogar 
 
Capoeira vem jogar, vem soltar sua mandiga… Vem esquecer essa besteira de partir sempre pra briga….capoeira vem jogar…
 
Capoeira é luta nossa e veio nos presentear, com sua magia que nasceu pra libertar…..capoeira vem jogar
 
Capoeira vem jogar, vem soltar sua mandiga… Vem esquecer essa besteira de partir sempre pra briga….capoeira vem jogar…
 
 
Ritmo: Benguela
 

Para mais informações sobre o evento visite:
 
 
 
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O GAROTO DE JULIANE

A mensagem de Juliane é linda!

"Olá ! gostei muito da sua página, e gostaria de parabenizá-lo.
Gostaria também que você dissesse que em Juiz de Fora (MG) o grupo de capoeira Oficina da Capoeiragem está fazendo um ótimo trabalho com a capoeira, com direção do mestre Ray e do professor Kamuanga.
Gostaria também de dizer e mandar uma idéia para todos os outros capoeiristas:

" Ontem, dia 26/02/00, eu presenciei um exemplo de força de vontade para todos, principalmente os capoeiristas. Um garoto de cadeiras de rodas, com problemas mentais, entrando e jogando em um batizado.
Não levantava, não chutava, não dava au nem mortal, mas se protegia com a mão no rosto e quase não mexia os pés …
Bem, ele fez muita gente chorar quando disse:

"na capoeira ninguém pode ter preconceito
naquela roda não havia ninguém igual a ele,
mas também não tinha ninguém diferente."

E depois disso tudo que vi e vivi, mais vontade me deu de jogar e de um dia jogar uma "iuna" (roda para graduados). Sei que falta muito para mim, pois tenho 14 anos e estou na corda branca, mas um dia, eu sei, tenho fé em DEUS e em BIMBA, que irei conseguir.
Por favor fale ao menos do garoto, pois isso é verdade e uma lição de vida.

Juliane S. Machado ( da família de Bimba)
Juiz de Fora/ Minas Gerais
Oficina da Capoeira
[email protected]

Obrigada !!!!!"

demonstra nitidamente a euforia, o estado de felicidade plena que a prática da capoeira provoca em todos nós; a mudança do nível de consciência, o estado modificado de consciência que o ritmo-melodia ijexá provoca e que pode e deve ser usado como terapia.

Menina Juliana,
Deus lhe conserve
O dom de amar ao próximo
A humildade de ver em tudo o dedo do Senhor!
Você já nasceu capoeirista pela lei de Deus!
Um dia será formada pela lei dos Homens
Jogará sua "Iuna" na Roda da Vida
Com o aprumo da Mestra que mora em Você!

Axé Babá!