Blog

jongo

Vendo Artigos etiquetados em: jongo

Brasil participa de projeto da UNESCO sobre jogos de comunidades tradicionais

Biblioteca Digital Aberta, plataforma criada pela UNESCO e a companhia chinesa Tencent para preservar e disseminar informações sobre esportes de comunidades tradicionais.

 

Jogos tradicionais indígenas, capoeira, jongo e peteca estão entre as práticas culturais mapeadas pela etapa de testes da Biblioteca Digital Aberta, plataforma criada pela UNESCO e a companhia chinesa Tencent para preservar e disseminar informações sobre esportes de comunidades tradicionais. Agência da ONU realiza conferência em Beijing nesta semana para avaliar desenvolvimento do portal.

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) promove nesta semana, em Beijing, uma conferência sobre o papel da tecnologia na preservação de jogos e esportes de comunidades tradicionais.

Dos dias 6 a 7 de dezembro, especialistas se reunirão na cidade para avaliar a construção da Biblioteca Digital Aberta, plataforma virtual elaborada por uma parceria entre a agência da ONU e a companhia chinesa Tencent para disponibilizar informações sobre as práticas culturais. O escritório da UNESCO no Brasil e a pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP), Ana Zimmermann, participam do encontro.

Desde 2015, o projeto vem sendo desenvolvido como iniciativa-piloto por meio de coleta preliminar de dados sobre alguns dos jogos tradicionais de quatro países — Bangladesh (Sul da Ásia), Mongólia (Leste da Ásia), Brasil (América Latina) e Grécia (Europa Ocidental). O objetivo é testar e aperfeiçoar a plataforma.

Entre as manifestações culturais brasileiras que tiveram informações e imagens coletadas este ano, estão jogos tradicionais indígenas, capoeira, jongo e peteca. Quando o portal foi inaugurado, as comunidades desses países terão a oportunidade de incluir outras práticas.

Integrantes da Tencente e do escritório da UNESCO na China, comandados pela representante da UNESCO para a Ásia, Marielza Oliveira, que coordena o projeto com o apoio da oficial de programa Qingyi Zeng, estiveram no Brasil entre 17 e 24 de agosto, aproveitando o ambiente dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro para recolher dados e material audiovisual de atividades esportivas tradicionais que fossem representativas da cultura brasileira.

Durante a visita, Marielza explicou que “estamos criando a biblioteca digital como um repositório onde as comunidades poderão inserir a descrição de seus jogos, as regras para se jogar, os objetos necessários para o jogo e outras informações relevantes, para que as novas gerações possam aproveitar, aprender e praticar as antigas tradições”.

A representante da UNESCO acrescentou que a biblioteca também tem objetivos educacionais, uma vez que seu conteúdo serve como uma base de conhecimentos sobre culturas, línguas, geografia, história e matérias afins. Futuramente serão incorporadas sugestões de utilização da plataforma para pesquisadores, professores e alunos.

Jogos tradicionais são transformados em jogos eletrônicos

Para que os jovens de hoje conheçam os jogos praticados por seus pais e avós, a UNESCO e a maior empresa chinesa de tecnologia, a Tencent, desenvolvem uma Biblioteca Digital Aberta, uma iniciativa inédita e com acesso gratuito. É voltada para a preservação e a disseminação de jogos e esportes tradicionais em uma nova linguagem, a dos jogos eletrônicos. Saiba mais sobre o projeto no vídeo.

Fonte: https://nacoesunidas.org

Jongo

Jongo: Os negros montam uma fogueira e iluminam o terreiro com tochas.

Do outro lado, armam uma barraca de bambu para os pagodes, um arrasta-pé onde os casais dançam o calango ao som da sanfona de oito baixos e pandeiro.

À meia-noite, a negra mais idosa e responsável pelo jongo interrompe o baile, sai da barraca e caminha para o terreiro de “terra batida”. É hora de acender a fogueira e formar a roda. As fagulhas da fogueira sobem pro céu e se misturam com as estrelas. Ela se benze nos tambores sagrados, pedindo licença aos pretos-velhos – antigos jongueiros que já morreram – para iniciar o jongo.

Improvisa um verso e canta o primeiro ponto de abertura. Todos respondem cantando alto e batendo palmas com grande animação. O baticum dos tambores é violento. O primeiro casal se dirige para o centro da roda. Começa a dança.

Durante a madrugada, os participantes assam na fogueira batata-doce, milho e amendoim. Alguns fumam cachimbo, tomam cachaça, café ou caldo de cana quente para se esquentar.

O jongo é muito animado e vai até o sol raiar, quando todos cantam para saudar o amanhecer ou “saravá a barra do dia”.

Dança-se o jongo no dia 13 de maio, consagrado aos pretos-velhos, nos dias de santos católicos de devoção da comunidade, nas festas juninas, nos casamentos e, mais recentemente, em apresentações públicas.

Os jongueiros dançam muitas vezes descalços, vestindo as roupas comuns do dia-a-dia.

O jongo é uma dança de roda e de umbigada. Um casal de cada vez dirige-se para o centro da roda girando em sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. De vez em quando, aproximam-se e fazem a menção de uma umbigada. A umbigada no jongo é de longe.

Logo um outro entra roda, pedindo licença: “Dá uma beirada cumpadre!” ou “Bota fora ioiô!” Os casais, um de cada vez, vão se revezando até de manhã numa disputa de força, ginga e agilidade.

Durante a dança, o casal trava uma comunicação pelo olhar, que vai determinando o deslocamento pela roda e o momento da umbigada.
No jongo da Serrinha, existe um passo que se chama “tabiá”, uma pisada forte com o pé direito.

O jongo é dançado ao som de dois tambores, um grave (caxambu ou tambu) e um agudo (candongueiro). O repicar do candongueiro atravessa os vales, avisando aos jongueiros das fazendas distantes que é noite de jongo.Os tambores são feitos de tronco de árvores escavados com um pedaço de couro fixado com pregos numa das extremidades. São de origem bantu e conhecidos em Angola e no Brasil como “ngoma”. Antes do jongo começar, eles são aquecidos no calor da fogueira, que estica o couro e afina o som.

Em alguns locais, os tambores são acompanhados por uma cuíca de som grave, a angoma -puíta ou onça (na África chamada de “mpwita”), e por um chocalho de palha trançada com fundo de cabaça, chamado guará.

Durante a madrugada, os tambores começam a ficar úmidos de sereno, perdendo o som. Por isso são levados várias vezes para perto do fogo para serem afinados. Enquanto esperam, os jongueiros vão para a barraca dançar o calango.

Os tambores são sagrados, pois tem o poder de fazer a comunicação com o outro mundo, com os antepassados, indo “buscar quem mora longe”. No início da festa, os jongueiros vão se benzer, tocando levemente no seu couro em sinal de respeito.

Mestre Darcy inventou um terceiro tambor solista reproduzindo as células rítmicas emitidas pelos sons guturais que saiam da garganta da jongueira centenária Vovó Tereza quando essa dançava o jongo.

Ministério da Cultura (MinC), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Departamento do Patrimônio Imaterial, Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP).

 

Pontos

O canto do jongo é responsorial. É cantado primeiramente pelo solista, com versos livres improvisados, e o refrão respondido por todos.

Os pontos de jongo têm frases curtas que retratam o contato com a natureza, fatos do cotidiano, o dia-a-dia de trabalho braçal nas fazendas e a revolta com a opressão sofrida. São cantados no linguajar do homem rural, com sotaque de preto-velho, e gungunados, numa espécie de som gutural bem resmungado saído do peito.Os pontos misturam o português com heranças do dialeto africano de origem bantu, o quimbundo. São criados de improviso e exigem grande criatividade, agilidade mental e poesia, muito comuns aos negros bantus.

Os jongueiros trocaram o sentido das palavras criando um novo vocabulário passando a conversar entre si por meio dos pontos de jongo numa linguagem cifrada. Só alguém com muita experiência consegue entender os seus significados. Assim, os escravos se comunicavam por meio de mensagens secretas, que muitas vezes protestavam contra a escravidão, zombavam dos patrões publicamente, combinavam festas de tambor e fugas.Quando algum jongueiro quer cantar um outro ponto, interrompendo o anterior, ele põe as mãos no couro dos tambores e grita a palavra “machado” ou “cachoeira”. Isso cala os tambores, interrompendo o ponto anterior e a dança para que o jongueiro em seguida “tire” um novo ponto.Os pontos podem ser de diversos tipos:

  • abertura ou licença – para iniciar a roda de jongo
  • louvação – para saudar o local, o dono da casa ou um antepassado jongueiro
  • visaria – para alegrar a roda e divertir a comunidade
  • demanda, porfia ou “gurumenta” – para a briga, quando um jongueiro desafia seu rival a demonstrar sua sabedoria
  • encante – era cantado quando um jongueiro desejava enfeitiçar o outro pelo ponto
  • encerramento ou despedida – cantado ao amanhecer para saudar a chegada do dia e encerrar a festa

O JONGO E O SAMBA

O jongo influenciou decisivamente o nascimento do samba no Rio de Janeiro. No início do século 20 o jongo era o ritmo mais tocado no alto das primeiras favelas pelos fundadores das escolas de samba antes mesmo do samba nascer e se popularizar. Os antigos sambistas da velha guarda das escolas de samba realizavam rodas de jongo em suas casas. Nessas festas visitavam-se uns aos outros, recebendo também jongueiros do interior.

 

Os versos do partido-alto e do samba de terreiro são inventados na hora pelo improvisador. Esse canto de improviso nasceu das rodas de jongo. A umbigada, que na língua quimbundo se chama “semba”, originou o termo samba e também faz parte do samba primitivo. A “mpwita”, instrumento congo-angolano presente no jongo, é a avó africana das cuícas das baterias das escolas de samba.

 

O jongo, por ser uma festa de divertimento, mas com aspectos místicos, fez com que a dança se restringisse aos ambientes familiares. Por isso, ao contrário do samba, que logo conseguiu hegemonia nacional, acabou sendo pouco divulgado. O fato do jongo ser praticado apenas por idosos e proibido para os mais jovens foi outro fator que levou a dança a um processo acelerado de extinção.

 

Saiba Mais:

Jongo da Serrinha, Madureira, Rio de Janeiro

 

Wiki:

O jongo, também conhecido como caxambu e corimá, é dança brasileira de origem africana praticada ao som de tambores, como o caxambu. É essencialmente rural. Faz parte da cultura afro-brasileira. Influiu poderosamente na formação do samba carioca, em especial, e da cultura popular brasileira como um todo. Segundo os jongueiros, o jongo é o “avô” do samba.

Inserindo-se no âmbito das chamadas danças de umbigada (sendo, portanto, aparentado com o semba ou masemba de Angola), o jongo foi trazido para o Brasil por negros bantos, sequestrados para serem vendidos como escravos nos antigos reinos de Ndongo e do Kongo, região compreendida hoje por boa parte do território da República de Angola. Composto por música e dança características, animadas por poetas que se desafiam por meio da improvisação, ali, no momento, com cantigas ou pontos enigmáticos, o jongo tem, provavelmente, como uma de suas origens (pelo menos no que diz respeito à estrutura dos pontos cantados) o tradicional jogo de adivinhação angolano denominado jinongonongo.

Wiki: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jongo

Rio de Janeiro: Capoeira, Jongo e Samba são tema de debate em São Gonçalo

A Capoeira está participando do processo eleitoral do Conselho Nacional de política Cultural, através de Mestre Paulão, um dos candidatos do RJ. Por isso, um Fórum será realizado.

Com apoio da Universidade Estácio de Sá – Campus São Gonçalo, a Liga Gonçalense de Capoeira promove, no dia 20/10, das 14h às 17h, o Fórum de Debates sobre o Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro.

Na programação do Fórum, estão discussões sobre a Capoeira como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro e a votação pela UNESCO, em 2013, da Capoeira como Patrimônio Cultural da Humanidade; o Jongo do Sudeste; o Plano de Salvaguarda do Samba do Rio de Janeiro, a Carta Compromisso com a Cultura e Religiões de Matrizes Africanas.

Promovido pelo Departamento Pedagógico, de Programas e Projetos da Liga Gonçalense de Capoeira, o encontro tem como objetivo divulgar nossas propostas, já que pleiteamos uma vaga no Conselho Nacional de Política Cultural – CNPC.

Este será um importante momento não somente para a Cultura Nacional como, em especial, para a Liga Gonçalense de Capoeira, que acata a decisão da Comissão Organizadora Nacional do Conselho Nacional de Política Cultural – CNPC.

A presidência da Liga Gonçalense de Capoeira teve seu nome aprovado pelo Ministério da Cultura para concorrer a uma das vagas no Setorial de Patrimônio Imaterial do Conselho Nacional de Política Cultural.

Esperamos, no dia 20/10, poder contar com a presença de todos e de todas.

Saudações capoeirísticas.

 

Fonte: Cultura.RJ

RJ: Pequena África – 100 anos de Cultura Negra

Evento com capoeira angola, jongo e première do filme “Fly Away Beetle” celebra cultura negra na Zona Portuária

Kabula Rio e Centro Cultural Pequena África resgatam a memória afro-carioca com um dia de atividades no Largo de S. F. da Prainha

Rio de Janeiro, 22 de outubro de 2011 – A história e a cultura negra encravadas nas ruas, calçadas e casarões da Zona Portuária do Rio de Janeiro será revivida através de um grande evento no próximo dia 22 de outubro (sábado), no Largo de São Francisco da Prainha, na Praça Mauá. Capoeira angola, jongo, comida típica e a première do filme “Fly Away Beetle” (“Voe Longe Besouro”) compõem a programação do encontro “Pequena África – 100 anos de Cultura Negra”, promovido de forma conjunta pela escola de capoeira angola Kabula Rio e pelo Centro Cultural Pequena África (CCPA). O acontecimento celebra a cultura afro-carioca e o centenário do nome Pequena África, cunhado por Heitor dos Prazeres à região que tinha a maior concentração de escravos negros africanos e seus descendentes entre 1850 e 1920.

Hoje, essa região compreende os bairros de Gamboa, Saúde, Santo Cristo, os Morros da Providência, do Pinto e da Conceição e a Praça Mauá, incluindo a Pedra do Sal e a Rua Marechal Floriano (antiga Rua Larga). Naqueles anos, a região era habitada majoritariamente por negros africanos e seus descendentes brasileiros. Entre os frequentadores da Pequena África, destacam-se Machado de Assis, Pixinguinha, Heitor dos Prazeres, Aniceto do Império, Sinhô, Donga, João da Baiana, Tia Ciata e o babalorixá João Alabá.

O objetivo do Kabula e do CCPA com essa iniciativa é resgatar e celebrar o patrimônio imaterial da cultura popular presente nessa região, através das diversas manifestações culturais afro-brasileiras encenadas em seu próprio ambiente. Ambos situados no Largo de São Francisco da Prainha, o CCPA e o Kabula Rio se inspiraram nos inúmeros artefatos arqueológicos que estão sendo encontrados na região da Pequena África pelos operários das obras de escavações do Projeto Porto Maravilha.

No início do século passado, a Pequena África foi uma das regiões mais importantes para a cultura popular carioca. O cais do porto e a estiva foram redutos de capoeiristas, malandros, heróis, reis e rainhas da folia. Negros e mestiços na sua maioria, que viveram numa época de ebulição cultural e social, esses personagens, muitas vezes eram sambistas ou respeitados praticantes dos batuques e das religiões afrobrasileiras.

O evento “Pequena África – 100 anos de Cultura Negra” começa às 10h e se estende ao longo do dia. A abertura será com a “Roda de conversa: Pequena África – memória e cultura Afro-Brasileira no Largo da Prainha”, que contará com o radialista, jornalista, compositor e passista Rubem Confete e outros especialistas em cultura negra – Délcio Teobaldo (TV Brasil), Damião Braga (Arqpedra – Associação da Comunidade Remanescente do Quilombo Pedra do Sal), Celina M. R. de Almeida (Ialorixá e membro do CCPA) e Tânia Andrade Lima (Arqueóloga, UFRJ). A seguir, haverá uma oficina de capoeira angola, com os mestres José Carlos, Neco e Armando. O almoço será um caldo de feijão amigo e à tarde haverá apresentação de jongo com o grupo Um Bando, do falecido Mestre Messias do Jongo, que será homenageado. A partir das 18h30 haverá a première do filme “fly Away Beetle”. O documentário apresenta três mestres de renome mundial – Olavo dos Santos, Boca Rica e Cobra Mansa, falando sobre as condições opressivas durante e após a escravidão que moldaram a arte da capoeira.

 

‘Pequena África – 100 anos de Cultura Negra’

Local: Centro Cultural Pequena África, Largo de São Francisco da Prainha, nº 4/sobrado, Praça Mauá

Data: 22 de outubro de 2011

Horário: de 10h às 19h

Atividades: palestra, oficina de capoeira angola, almoço, roda de capoeira e show de música.

Valores:

• Palestra – Gratuita

• Oficina com três mestres – R$ 35,00. Também dá direito a almoço e show de jongo com o grupo Um Bando.

• R$ 15,00 – Apenas o show de música com o grupo Um Bando.

• R$ 8,00 – Apenas o caldo de feijão.

• Exibição do documentário “Fly Away Beetle” – Gratuita

Inscrições com antecedência

Pagamento antecipado através de depósito bancário:

Banco: Caixa Econômica Federal

Agência: 0175

Operação (Poupança): 013

Conta: 00436640-3

Nome: Carlo Alexandre Teixeira da Silva

contato: info@kabula.org | (21) 9786-9955

Enviar e-mail com nome e cópia do depósito bancário para info@kabula.org ou apresentar o comprovante na chegada ao evento.

Programação:

• 10h – Inscrições

• 10h30 – Roda de conversa: Pequena África – memória e cultura Afro-Brasileira no Largo da Prainha. Convidados: Rubem Confete (Radiobrás e CCPA), Délcio Teobaldo (TV Brasil), Damião Braga (Arqpedra), Celina M.R. de Almeida (Ialorixá, CCPA) e Tânia Andrade Lima (Arqueóloga, UFRJ).

• 11h15 – Oficina intensiva de capoeira angola, com os mestres José Carlos, Neco, Armando, com assistência de mestre Carlão e contramestre Leandro. Cada um dos três mestres terá 30 minutos para ensinar uma movimentação de Capoeira Angola. No final da oficina será montada uma única sequência reunindo a movimentação demonstrada por cada Mestre.

• 13h – Almoço: Caldo de Feijão Amigo.

• 14h – Roda de Capoeira no Largo da Prainha. A roda será realizada próximo à Pedra do Sal, ponto de bambas e da nata da cultura popular carioca do século passado. Por essa razão, pedimos a todos para que venham para a Roda vestidos de roupas casuais, e não de uniformes de capoeira, de forma a caracterizar uma roda como as que eram realizadas no início do século passado. As roupas que caracterizem as diversas referências da capoeira no passado são bem vindas. Em caso de mal tempo a roda será realizada na sede do CCPA, no Largo da Prainha.

• 16h – Grupo Um Bando. No repertório, as composições do Mestre Messias do Jongo numa homenagem póstuma ao saudoso músico, violeiro, professor de música, poeta e pintor.

Grupo Um Bando: Marcelo Lopes (viola), Lars Hokenberg (acordeão), Luciano Cintra (baixo), Marcelo Aragão (violão) e Pedro Lima (percussão).

• 18h30 – “Fly Away Betlee” (“Voe Longe Besouro”) – Première do filme. O documentário apresenta três mestres de renome mundial – Olavo dos Santos, Boca Rica e Cobra Mansa, falando sobre as condições opressivas durante e após a escravidão que moldaram a capoeira. O filme tece a história dessa arte, através de entrevistas, imagens antigas e raras, e de exposições modernas do jogo, fazendo conexões com a escravidão, o candomblé e a magia.

 

Sobre o Kabula:

Somos uma escola de capoeira angola, criada em 2004 pelo mestre Carlo Alexandre (mestre Carlão), com sede em Londres e no Rio de Janeiro. Além de ensinar a arte da capoeira, transmitimos a história, a filosofia e o conhecimento preservados pelas formas tradicionais dos saberes popular. Movimento e pensamento integrados fazem parte da missão do Kabula, que enfoca a transformação do ser humano através do conhecimento e da prática de nossas raízes ancestrais. Assim, a capoeira ganha ainda mais força enquanto ferramenta de transformação social e cultural.

O Kabula busca, através de pesquisa e vivência das tradições orais e rítmicas, aquilo que há de mais antigo e enraizado nas culturas do Brasil. Nossa intenção é disseminar essa arte através de aulas e oficinas de capoeira, além de integrá-la em outras artes, como a participação em filmes e peças. Também buscamos estabelecer relações com outras tradições e ritmos afro-brasileiros especialmente, o samba, o jongo e o candomblé através do intercâmbio com outros grupos.

Mais Informações: www.kabulario.com e www.kabula.org

Centro Cultural Pequena África

Assessoria de imprensa

Caroline Rocha, tel. (21) 9343-7505, caroline_rocha@yahoo.com.br

Kabula Rio

Carlo Alexandre, tel. (21) 97869955, carloalex@kabula.org

Leandro, tel. (21) 75332157

Délcio Teobaldo, tel. (21) 92186586

CCPA

Celina Rodriguez, tel. (21) 93217121

99833366

Bonde do Samba leva alegria a Santa Teresa

RIO – O Bonde do Samba: o Bonde da Paz, primeiro eventoda pacificação no Carnaval 2011, sai na sexta-feira, 18 de fevereiro, da estação de bonde da Carioca, a partir das 16h.

Na concentração, shows de bambas com Noca da Portela, Nelson Sargento, Délcio Carvalho, Wilson Moreira, Bandeira Brasil. Ainda, Partideiros do Cacique, Dorina, Renatinho Partideiro, Gabrielzinho do Irajá, grupo Tempero Carioca, banda do Maestro Pelé, Jongo da Serrinha, rodas de capoeira, entre outros.

Às 18h, os bondes saem e fazem o bairro de Santa Teresa reviver os bailes de carnaval e as batalhas de confetes dos anos 20. Serão três bondes: o primeiro relembrando as marchinhas de carnaval, o segundo representando as grandes rodas de samba da cidade carioca e o terceiro com jongo e afoxés. O trajeto vai até ao Largo das Neves.

Após as viagens, acontecerão rodas de samba (nos largos das Neves e dos Guimarães) e de capoeira e jongo, no Largo do Curvelo.

O grande homenageado do Carnaval de 2011 será o sambista Nelson Cavaquinho pelo seu centenário de nascimento.  O desenhista Lan, amante do carnaval, cedeu a caricatura de Nelson Cavaquinho para a camiseta do Bonde do Samba 2011.

O Bonde do Samba foi criado pelo compositor Bandeira Brasil e este ano está na sua sétima edição. É um resgate dos antigos carnavais de meados dos anos 20, em que o bonde passou a desempenhar um papel de destaque no Reinado de Momo. Eram os bondes que conduziam os carnavalescos – entoando marchinhas e sambas, em meio às batalhas de confete, serpentinas e águas-de-cheiro.

Fonte: http://www.jb.com.br

Piracicaba: 9º Encontro de culturas negras e 2º Seminário de Capoeira

A Associação Resgate da Capoeira “Mestre Mysso” e o Centro de Documentação , Cultura e Política Negra de Piracicaba, vinculado à Secretaria Municipal da Ação Cultural -SEMAC, realizam nos dias 28 e 29 de maio o 9º Encontro de Culturas Negras e 2º Seminário de Capoeira de Piracicaba, com o apoio da Prefeitura do Município de Piracicaba, SEMAC, SIEMACO, Difusão Cultural Afro-Brasileira e PR produções e eventos.

O evento terá espaço nas dependências da Sociedade Beneficente Treze de Maio e comemora os 30 anos de capoeira do Mestre Mysso e os 10 anos da Associação Resgate da Capoeira. No programa do evento estão inclusos palestras educativas, apresentação de jongo, Hip Hop, Batuqye de Umbigada, Oficina de Maculêlê e Oficina de Capoeira Angola e regional.

Programa

Sexta-feira, 28 – 19h00 – Abertura oficial; 19:30h – Oficina de Capoeira de Angola com Contra – Mestre Cenorinha; 20:30h – Apresentação de Batuque de Umbigada; 21:00h – Roda Livre de Capoeira e 22:00h – Encerramento.

Sábado, 29 – 8:30h – Oficina de Capoeira de Angola com Mestre Bigo ( aluno de Mestre Pastinha); 10:00h – Oficina de Capoeira com Mestre Biné (São Paulo) ; 11:00h-Oficina de Maculelê com Contra Mestre Rasta ( Ribeirão Preto); 12:00h – Intervalo para Almoço; 13:00h – Oficina de Capoeira Regional com Mestre Luizinho ( filho de Mestre Bimba ); 14:00h – Apresentação de Jongo; 14:30h – Seminário de Capoeira com : Dra . Letícia Vidor de Souza Reis, Mestre; Luizinho e Mestre Marrom; 16:00h – Oficina de Capoeira Angola com Mestre Marrom ( Rio de Janeiro); 17:00h – Batizado de novos Alunos da Associação Resgate da Capoeira e   19:00h – Jantar de Confraternização com todos os presentes.

As Oficinas são gratuitas (os que desejarem participar da Oficina de maculelê, deverá trazer duas madeiras de mais ou menos 60 cm), o almoço é por conta de cada pessoa. O jantar é parte integrante do evento. Confirmar presença até o dia 20 de maio.

Serviço

Informações com mestre Mysso e-mail: resgatedacapoeira@yahoo.com.br

Sociedade beneficente 13 de Maio – Rua Treze de Maio nº 1118 – Centro –

CONTATOS com Mestre Mysso (Rodemilson Laércio Theodoro): 19) 3035-2386 e 9682-6903

 

Fonte: http://www.canalrioclaro.com.br

Foto: Jornal do Capoeira – http://www.capoeira.jex.com.br

Campinas sedia Encontro Regional de Cultura Popular

 
Quem mora em São Paulo e aprecia a beleza do jongo, do maracatu e da capoeira, não pode deixar de prestigiar o Encontro Regional de Cultura Popular Coquinho Baiano, que acontece na cidade de Campinas, no dia 9 de dezembro.
Promovido pela Associação de Capoeira Coquinho Baiano, o evento acontece na Plataforma da Estação Cultura Praça Floriano Peixoto, s/n, no centro da cidade.
Entre os destaques da programação estão várias oficinas gratuitas e um grande Batizado/Troca de Graduações. Na ocasião, estarei autografando a 2a. edição do Dicionário de Capoeira e o recém-lançado livro infantil “Eu, você e a capoeira”.

O encontro termina a noite, com uma deliciosa feijoada, animada por apresentações de samba de roda e dos oficineiros Jongo Dito Ribeiro, Savuru, Nação Congo e Urucungos
Confira a programação:
9:30 – Alongamento, Oficinas de Puxada de Rede e Maculelê
11:00 – Oficina de Jongo com o grupo de Dito Ribeiro
12:00 – Intervalo
13:10 – Oficina com o grupo Urucungos
14:10 – Oficina de Maracatu
15:00 – Apresentação dos Mestres e convidados
– Roda de Capoeira
– Batizado e Troca de Graduações

Informações: Contramestre Tuim (Capoeira Coquinho Baiano)
(19) 3208-4281 ou 8145-7603, tuim.capoeira@ig.com.br ou tuim_capoeira@hotmail.com


(*) O autor é colunista do nosso site, editor da revista Capoeira em Evidência, e autor dos livros “Dicionário de Capoeira” e “Eu, você e a capoeira”

Mano Lima – (61) 8407 7960
www.manolima.portalcapoeira.com
manolima@portalcapoeira.com

Festa de Jongo em Guaratinguetá

Dia 02 de Julho de 2005, acontecerá em Guaratinguetá, Vale do Paraíba, São Paulo, grande FESTA DE JONGO em comemoração de São Pedro. Haverá ônibus saindo de São Paulo para Guará à custos subsidiados


ACONTECE NO DIA 02/07/05 – SÁBADO
COMEMORANDO O DIA DE SÃO PEDRO
 
A cidade de Guaratinguetá, no Vale do Paraíba (quilômetro 62 da Via Dutra), festeja no próximo dia 02/07/05 a Festa de São Pedro, no bairro do Tamandaré. A festa tradicional de Jongo costuma reunir praticantes e grupos de jongo de todo o Brasil.
 
O Jongo de Tamandaré. Trata da comunidade de jongueiros, uma das poucas sobreviventes no País, do bairro de Tamandaré, em Guaratinguetá, no Vale do Paraíba, em São Paulo. Trabalho de imensa importância, elaborado com cuidado respeito, conhecimento de causa.
 
Ignorada pela municipalidade, a comunidade jongueira continua fazendo a festa, que dura a noite toda, na qual se come a canja, na madrugada, para fortalecer o corpo, cachorro quente e pipoca e se bebe a infusão de cravo, canela, erva doce, cachaça, para animar o espírito.
 
Ninguém paga pela comida. A festa inicia-se as 20h00 com REZA. À partis das 23h00, GRANDE RODA DE JONGO que vai até o amanhecer.
 
Deslocamento São Paulo – Guaratinguetá:
 
Para quem for de São Paulo, a saída está prevista para o dia 02/07 – SÁBADO – as 18h00, Vd Major Quedinho, sn – Centro – SP (ao lado do Bar Estadão), o mesmo local da saída do Quilombo São José, com retorno previsto ao amanhecer. O investimento será de R$ 25,00 (IDA E VOLTA), sendo que a viagem será de 2 horas até o local. (nota: na Rodoviária sairia por R$ 45,20).
 
Lembretes:
 
1o. A organizadora do evento em Guará, cedeu um espaço no grupo escolar da comunidade. Portanto, podemos levar barracas, colchonetes, cobertores e travesseiros.
 
2°. Não esquecer de caprichar no KIT JONGUEIROS DE PLANTÃO : Agasalhos, sanduichinhos e garrafas de água para espantar o frio e a larica.
 
3°. Interessados entrar em contato com Angela, pelos telefones 011- 9294-7207 e 011-6263-9915 (residência), ou então por email:  negragattta@hotmail.com
 
4°. É importante confirmar e pagar até o dia 29/06.
 

FESTA DE JONGO NO QUILOMBO SÃO JOSÉ

 
FESTA DO QUILOMBO SÃO JOSÉ
Valença – Rio de Janeiro
Ônibus Saída São Paulo – Centro

Dia 14/05/05 e 15/05/05

A festa comemora o Dia dos Pretos-velhos e Lançamento do CD-livro Jongo do Quilombo São José

Programação :

10 horas – Missa afro ao ar livre
12:30 horas – Feijoada em beneficio da comunidade ( R$ 5,00 )
14:30 horas – Apresentação do grupo Juventude e Raça do Quilombo
15:00 horas – Apresentação de Capoeira Angola, Maculele e Samba de roda
16:00 horas – Lançamento do CD – livro Jongo do Quilombo São José
16:30 horas – Jongo de Pinheiral
17:00 horas – Jongo do Quilombo São José
17:30 horas – Confraternização entre os grupos
19 horas – Benção da fogueira pela matriarca da comunidade Mãe Terezinha
19 : 30 horas – Homenagem aos Pretos-Velhos
Ínicio da Roda de Jongo na beira da fogueira com a participação de todos os presentes
21 horas às 7 horas da manhã – Ínicio do Baile de Calango com a Dança do Calango Rodado
intercalado com Roda de Jongo na fogueira até o sol raiar .
(durante toda a noite barraquinhas venderão comidas típicas e artesanatos
do local e serão assadas batatas na fogueira)
22:30 horas – Show com a cantora Luciane Menezes e Companhia Brasil Mestiço
8:00 horas – Café da manhã
9:00 horas – Jogo de futebol
12:00 horas – Almoço Comunitário e encerramento da festa

O Quilombo São José é uma comunidade de 200 negros da mesma família que preservam o jongo,
dança de roda considerada uma das origens do samba, trazida de Angola para a região sudeste do Brasil-Colônia pelos escravos.

Essa família permanece há 150 anos no mesmo lugar desde a escravidão mantendo ricas tradições como o jongo, a umbanda, o calango, o terço de São Gonçalo, a medicina natural, rezas e benzenduras, a agricultura familiar entre outras.

Organização Angela. 11-9294-7207. negragattta@hotmail.com

Samba de Roda

SAMBA DE RODA


É uma expressão musical, coreográfica, poética e festiva das mais importantes e significativas da cultura brasileira. Exerceu influência no samba carioca e, até hoje, é uma das referências do samba nacional.



O samba de roda teve início por volta de 1860, como manifestação da cultura dos africanos que vieram para o Brasil. De acordo com pesquisas históricas, o Samba de Roda foi uma das bases de formação do samba carioca.


A manifestação está dividida em dois grupos característicos: o samba chula e samba corrido. No primeiro, os participantes não sambam enquanto os cantores gritam a chula – uma forma de poesia. A dança só tem início após a declamação, quando uma pessoa por vez samba de roda no meio da roda ao som dos instrumentos e de palmas. Já no samba corrido, todos sambam enquanto dois solistas e o coral se alternam no canto.


O samba de roda está ligado ao culto aos orixás e caboclos, à capoeira e à comida de azeite. A cultura portuguesa está também presente na manifestação cultural por meio da viola, do pandeiro e da língua utilizada nas canções.

Foi considerado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) como patrimônio imaterial. O ritmo e dança teve sua candidatura ao Livro do Tombo (que registra os patrimônios protegidos pelo IPHAN) lançada em 4 de outubro de 2004, e, depois de ampla pesquisa a respeito de sua história, o samba de roda foi finalmente registrado como patrimônio imaterial em 25 de novembro de 2005, status que traz muitos benefícios para a cultura popular e, sobretudo, para a cultura do Recôncavo Baiano, berço do samba de roda.


Na Capoeira:


O Samba de Roda, como o próprio nome diz, se caracteriza por uma roda em que as mulheres, e também os homens, começam a sambar de tal forma, que todos os capoeiristas presentes acabam entrando no samba. As rodas são sempre animadas e cheias de alto astral e nelas, as mulheres mostram toda sua sensualidade de uma maneira graciosa. Geralmente, o Samba de roda começa após o encerramento das rodas de capoeira gerando a descontração de todos.

 

Curiosidades:

Em alguns terreiros de samba de candomblé como o da Mãe Alice (na Bahia), o Samba de Roda pode ser visto e apreciado na sua forma mais tradicional. As famosas baianas da Mãe Alice como Nita, Edinha, Marinalva, Joselita, entre outras, fizeram parte da chamada TURMA DE BIMBA, nos anos 50 e 60.

A orquestra do samba de roda é composta por pandeiro, violão, chocalho e prato de cozinha arranhado por uma faca.


Samba é uma palavra provavelmente procedente do quimbundo semba e significa umbigda, empregada para designar uma dança de roda popular no Brasil. Músicas essas dançadas pelos escravos e que desenvolveram-se-se em uma área que vai desde o Maranhão até São Paulo. Receberam, em cada Estado brasileiro, um nome diferente e um jeito diferente de ser tocadas. Dos nomes e das ramificações desse ritmo africano temos hoje o tambor de crioula no Maranhão; o bambelô no Rio Grande do Norte; o coco, o milindo, o piaui e o samba no Ceará e na Paraíba; o coco de parelha trocada, o coco solto, o troca parelha ou coco trocado, o virado e o coco em fileira em Pernambuco; o samba de roda e o batebaú na Bahia; o jongo, o samba-lenço, o samba-rural e o samba de roda em São Paulo; o caxambú, o jongo, o samba e o partido alto no Rio.

 

 

Desde 1870, o cruzamento de influências entre o lundu (origem africana), a polca, a habanera, o maxixe e o tango começou a produzir um tipo de música que tendia ritmicamente para o samba. Há muitas variantes de samba por todo o Brasil.


O samba paulista é famoso pela dança de solista em centro de roda e tem como instrumentos as violas, os adufes, os pandeiros. No Rio de Janeiro o samba era inicialmente dança de roda entre os habitantes dos morros. Foi daí que nasceu o samba urbano carioca, espalhado hoje por todo o Brasil, e que tem como instrumentos padrão o tamborim, o violão, o pandeiro, o cavaquinho, a cuíca, o surdo, as caixas etc.

 

OUTRAS INFORMAÇÕES E VIDEOS SOBRE SAMBA DE RODA:

 

Em Santiago do Iguape, a jovem Riane conta sobre o surgimento dos grupos de samba de roda na comunidade. Um relato sensível e afetuoso sobre uma das manifestações culturais mais importantes do Recôncavo.

Documentário realizado na disciplina Montagem e Edição 2 – Curso de Cinema e Audiovisual – UFRB

A UNESCO,em novembro de 2005, consagrou o Samba de Roda do Recôncavo Baiano como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.

Este documentário, muito antes de emitir conceitos para explicar um fenômeno,pretende prestar uma modesta homenagem a todas as pessoas que,no pleno exercício da sua brasilidade,são os verdadeiros
responsáveis por essa conquista.