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MS: Professor de Campo Grande ensina a capoeira em projeto comunitário

Professor de Campo Grande ensina a capoeira em projeto comunitário

Por meio da luta, capoeirista superou infância difícil.

Josimar de Araújo começou a dar aulas de capoeira aos 16 anos. A luta o fez superar uma infância difícil e agora, aos 37 anos, tenta devolver à comunidade, por meio de projetos sociais, os benefícios que o esporte trouxe para ele. Além do trabalho comunitário, desenvolveu ainda técnicas para ensinar a modalidade a pessoas com deficiência.

Campanhas, projetos e ações solidárias como essa são tema de uma série que está sendo exibida durante a semana pela TV Morena. Um assunto comum que inspira nessa época de Natal: a generosidade. Exemplos de quem ajuda pedindo nada em troca.

O resultado de anos de trabalho em prol do próximo foi colocado em um livro publicado em mais de 20 países. “Chega em uma quadra como essa, você não vê quem é rico ou quem é pobre, quem tem dinheiro e quem não tem. Vê um monte de gente de abadá, com a corda na cintura e descalço”, fala o professor.

E quem participa das ações desenvolvidas por Josimar sabe bem sobre a importância da capoeira.

Adelaide Negrão, por exemplo, perdeu a visão na infância por conta de um erro médico. Hoje, aos 59 anos, pratica o esporte com o professor há sete anos.”Através da capoeira eu consegui me libertar, tanto para falar, como para agir. Adquiri uma confiança muito grande”, diz.

Fonte: http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul

APAE: Capoeira promove a inclusão social

Há 12 anos o professor Josimar percorre escolas e instituições de alunos especiais para ensinar a técnica da capoeira. “Eu queria fazer algo novo e me ofereci como voluntário na Apae. Eu nem tinha formação na época”, conta.

O trabalho voluntário o encorajou a procurar especialização na prática. “Eu me encantei com a resposta, dedicação e alegria dos alunos. Decidi investir toda minha vida nisso”, relata o professor, que hoje tem formação como neuropsicopedagogo. “Você precisa de várias ferramentas para fundamentar o atendimento”.

O próximo projeto de Josimar é lançar um livro sobre a fundamentação da capoeira inclusiva, a partir de todas as suas experiências ao longo dos anos. “Não basta oferecer capoeira, é preciso ter percepção profissional para entender onde está a necessidade de cada aluno, e qual o remédio da capoeira”, afirma.

 

PROGRAMAÇÃO


O Festival Arte Capoeira e Capoeira Inclusiva é aberto a toda comunidade e não é necessário fazer inscrição. “É só chegar. Estudantes, acadêmicos, a sociedade civil, familiares, amigos. Quanto mais gente, melhor”, brinca Josimar.

O evento também irá atender os alunos especiais de instituições como a Sociedade Educacional Juliano Fernandes Varela e a Escola Clínica Raios de Luz.

O professor Josimar destaca a participação de professores de capoeira de São Paulo e Rio de Janeiro. Hoje, às 18h15min, haverá o Festival de Cantigas “Essa Capoeira é Pra Quem Vê”. “Os alunos cegos transcreveram músicas para o braile, irão discutir o conteúdo das letras e depois cantar”, explica Josimar.

Às 19h, o professor irá fazer a Entrega de Graduação para as crianças, adolescentes e adultos especiais. “É o momento mais importante”, afirma. “Eles irão receber a primeira gradução por mérito de todo o trabalho que fizeram e de tudo o que aprenderam”.

 

http://www.correiodoestado.com.br

Oficinas da FCMS utilizam capoeira como ferramenta de inclusão social

A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul iniciou ontem nesta quinta-feira (6), através dos Cursos e Oficinas 2009 do Centro Cultural José Otávio Guizzo, um projeto que utiliza a Capoeira como instrumento de terapia e inclusão social.

A oficina Capoeira Inclusiva, desenvolvida pelo educador Josimar Flor de Araújo, utiliza a arte brasileira – tombada como patrimônio cultural – como instrumento terapêutico e educacional para o desenvolvimento de crianças, jovens e adultos, integrando-os com o meio em que estão inseridos e explorando suas potencialidades.

A utilização da Capoeira no atendimento de pessoas com necessidades especiais já acontece há nove anos. Segundo Josimar, já participaram das oficinas alunos assistidos por instituições como o Instituto Sul-Mato-Grossense de Cegos (ISMAC), Pestalozzi, Juliano Varela e Aseadem.

“Graças à eficiência que tem se instalado nesta modalidade muitas são as portas abertas. Principalmente a da família que tem acreditado e investido neste trabalho”, explica.

Serviço: As oficinas de Capoeira Inclusiva acontecem todas as quintas-feiras, das 17h30 às 18h30 e nos sábados, das 8h as 9h30. A duração do projeto será até o mês de dezembro. O valor mensal das oficinas é de R$ 40,00. Outras informações no Centro Cultural, pelo telefone 3317-1792.

Fonte: Portal MS – http://www.portalms.com.br