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Acre: Boxe, capoeira e kung fu: musa concilia lutas com estudo e profissão

Boxe, capoeira e kung fu: musa concilia lutas com estudo e profissão

Acreana que se destaca pela beleza é apaixonada pelo ringues e pela passarela. Conheça a musa do MMA acreano: Thayrine Mello, 19 anos

A atleta ressalta que no início teve dificuldades em ajustar os horários e o cansaço físico, mas os benefícios trazidos pelo esporte a fizeram superar os obstáculos. Para a acadêmica de direito, os três tipos de luta se complementam.

A beleza é o principal atributo, mas ela chama atenção mesmo é pela versatilidade no esporte. A acreana Thayrine Mello, de 19 anos, adiou suas competições no MMA, mas continua apaixonada por lutas. Agora, além do boxe, ela pratica capoeira e kung fu, em Rio Branco. O que começou por diversão virou vício. Sete meses após a estreia nos ringes, a bela jovem concilia os treinos das três modalidades, os estudos e a profissão de modelo.

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– No começo foi difícil, mas com o tempo meu corpo se adaptou. Sou apaixonada pelo boxe, é meu preferido, ele me deu postura e defesa e isso ajudou nas outras modalidades. O kung fu me deu mais concentração. Surpreendeu-me. É uma arte aparentemente fácil, mas todos os movimentos são calculados e exigem muita força e resistência – explica.

Thayrine reconhece o valor da arte no esporte e define a importância da capoeira no seu dia a dia: uma mistura de todos os movimentos que pratica no boxe e no kung fu, com uma pitada a mais de ritmo e agilidade.

– A capoeira faz parte da cultura brasileira. Além de mesclar todas as artes é uma luta mais completa, mais artística, porque envolve um ritmo, uma dança, além de toda energia que existe nas rodas – frisa.

Pausa nos ringues

Thayrine estreou no MMA em abril deste ano contra a boliviana Miliane. Mas com apenas três meses de treino, a atleta perdeu o duelo. Apesar da derrota, ela destaca que a luta representa uma vitória pessoal.

– Lutei comigo mesma e contra o cansaço. Foi difícil, mas desci com a sensação de trabalho cumprido, com pouco tempo treinando, perdi por pontuação no ultimo Fight para alguém bem mais experiente.  Quando minha adversária me deu o primeiro knock down, logo no final do segundo Fight, meu corpo pedia para parar, mas não ia desistir, eu queria lutar até o fim – lembra.

A modelo afirma que a falta de tempo para treinar  para as competições adiou seu sonho de lutar profissionalmente. No entanto, a atleta  faz planos para voltar às disputas estaduais e destaca o aprendizado que obteve quando enfrentou a rival.

-No momento, não tenho condições de treinar para competir. Ano que vem talvez eu arrisque. Tirei uma grande lição da luta, adquiri mais disciplina e aprendi que derrotas também são necessárias. Foi um grande desafio absolver, mas teve grande importância no meu crescimento na arte – conclui.

 

Fonte: http://globoesporte.globo.com

Produção nacional “Besouro” estreia em cinema de Maringá

Produção nacional que conta a história do lendário capoeirista baiano ‘voador’ chega às telas da cidade; lutas de ‘Besouro’ são do mesmo coreógrafo de ‘Matrix’ e ‘Kill Bill’

Besouro pousou em Maringá e vai voar nas telas da cidade. O primeiro filme de artes marciais brasileiro – focado na capoeira – estreia na cidade quase um mês depois de sua badalada estreia nacional. E no primeiro final de semana nas telas de Maringá, “Besouro” terá, às 20h30, rodas de capoeira com o Grupo Muzenza na entrada do Circuito Cinemas do Shopping Cidade.

O longa, dirigido pelo estreante João Daniel Tikhamiroff, já havia feito história ao se tornar um fenômeno da internet antes mesmo do seu lançamento. O tra iler do filme foi visto por meio milhão de pessoas no You Tube.

Como os filmes de kung fu se tornaram uma referência e ajudaram a popularizar a arte marcial chinesa no mundo, “Besouro” tem as mesmas possibilidades. Como em muitos dos clássicos de kung fu, “Besouro” bebe na fonte de uma das lendas desta arte marcial brasileira e nas acrobacias e movimentos coreografados, muitos deles distantes da realidade.

Besouro (o guia de turismo e capoeirista baiano Aílton Carmo) foi um capoeirista baiano dos anos 20 e é uma lenda da capoeira. Ele, que dizem que podia até voar, utiliza sua habilidade na luta para combater a injustiça e a opressão no Recôncavo Baiano, numa luta contra coronéis e a exploração da mão-de-obra de ex-escravos.

Na trama, também há um triângulo amoroso entre Besouro, Quero-Quero (Anderson Santos) e Dinorah (Jéssica Barbosa).

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