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Brasileiros revelam como é viver no Havaí e mostram suas atividades

Brasileiros revelam como é viver no Havaí e mostram suas atividades

O que dizer da batucada no Havaí? São alunos de capoeira do paulista Leonardo Naito, que vive no Havaí há 15 anos.

Bem vindos a Waikiki! Conhecida no mundo todo, a praia de Honolulu é também a mais moderna, elegante e cosmopolita do Havaí.

Com mar calmo, hotéis de luxo e inúmeras lojas de grife, Waikiki é sonho de consumo para turistas do mundo todo.

Especialmente os japoneses que estão quase à mesma distância do arquipélago que os americanos do continente.

O que é a bandeira do Brasil está fazendo na areia da praia? A canga foi comprada no Brasil, mas os amigos Maitê e Enos são espanhóis.

E o que dizer, então, da batucada? Agora sim estamos falando português. Mas, entre tantos brasileiros, tem americano no samba.

São alunos de capoeira do paulista Leonardo Naito, que vive no Havaí há 15 anos. Todo fim de semana, chova ou faça sol, o grupo se reúne para treinar.

Edward, o periquito, começou a fazer capoeira a convite de um amigo. Shalina buscava uma atividade para aliviar o estresse das provas da faculdade. Os dois se apaixonaram. E não foi só pela capoeira. Durante os treinos, o casal se reveza para cuidar do filhinho de 11 meses.

Hoje, Leonardo está casado com Patrícia, que nasceu nas Filipinas. E quem vê não imagina. Uma das maiores dificuldades que ela teve na capoeira foi vencer a timidez.

Para Leonardo, mais do que deixar os alunos em forma, a capoeira serve para ensinar um novo estilo de vida.

Uma vez por semana, a rádio estatal do Havaí abre espaço para a música popular brasileira.

Apesar do jeitão e do português perfeito, Sandy não é brasileira. É havaiana. A paixão pelo Brasil começou na infância quando ela ouviu pela primeira vez a música garota de Ipanema.

Depois da faculdade, Sandy foi adiante. Morou três anos no Brasil, quando se casou com o ritmista Carlinhos Pandeiro de Ouro e chegou a cantar nas noites do Rio de Janeiro.

Sandy retornou aos Estados Unidos e não voltou mais a pisar em solo brasileiro. Mas nunca mais perdeu os laços com o Brasil e a paixão pela nossa cultura.

 

Fonte: http://g1.globo.com/

Acusados de matar “Leo Bombeiro” vão a júri

Às 12h de hoje, duas testemunhas tinham sido ouvidas. Companheira seria a mandante para ficar com seguro

Começou, hoje, no Tribunal do Júri de Samambaia, o julgamento dos réus Ítria Lima de Carvalho Alves, Júlio Andreza Neto e Célio Juliano da Silva, acusados de concorrerem para o homicídio do bombeiro militar e mestre de capoeira Leonardo da Cunha Alves. O adolescente H.S.R., executor do crime, também será ouvido em depoimento. Antes do meio-dia de hoje, duas testemunhas tinham sido ouvidas, faltando as outras seis pessoas, além dos interrogatórios dos envolvidos. A previsão é que o julgamento se encerre somente amanhã.

Segundo denúncia do Ministério Público, no dia 28 de janeiro de 2010, à meia-noite e meia, na DF-457, QS 414, Conjunto 9, em um ponto de ônibus em frente ao Posto Texaco, sentido Taguatinga a Samambaia, a vítima e Ítria voltavam do hospital, quando o veículo em que estavam foi atingido por outro. Leonardo foi surpreendido pelo adolescente H.S.R., ao descer do carro. O menor efetuou disparos de arma de fogo, causando a morte do bombeiro.

O homicídio ocorreu por motivo torpe, pois Ítria, companheira de Leonardo, queria resgatar o seguro de vida. O crime se deu ainda mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima, já que o plano de sua morte consistiu em simular uma colisão entre veículos, para que a vítima descesse do carro e fosse executada.

Conforme informações do Tribunal de Justiça do DF e Territórios, Ítria Lima de Carvalho Alves concorreu para a prática delitiva, à medida que planejou o crime e contratou o adolescente para sua execução. Júlio Andreza Neto apresentou o adolescente a Ítria, Célio Juliano da Silva intermediou o contato entre Ítria e o denunciado Júlio.

 

 

Fonte: http://coletivo.maiscomunidade.com/

Nota de Falecimento: Mestrando Léo Bombeiro

A Capoeira perde uma grande personalidade, Mestrando Léo Bombeiro, Pai, Mestre, Herói, Bombeiro e Capoeirista. O fato ocorreu ontem em uma emboscada com 3 tiros em Brasília (ver matéria publicada na imprensa de Brasília). Os nossos mais sinceros sentimentos à esposa (contramestre Ítria) força, muita força a Capoeira não vai te abandonar...

Wellington Fernandes

 

Bombeiro assassinado com 3 tiros na DF-457

A vítima seguia com a esposa quando um veículo Golf bateu em seu carro

A Polícia Civil investiga o assassinato do soldado do Corpo de Bombeiros, Leonardo da Cunha Alves, 33 anos, ocorrido à meia-noite e meia, na DF-457, em frente a um posto de gasolina, na QS 414, Conjunto 9, em Samambaia. Ele foi alvejado por três tiros, dois no peito e um na perna, morrendo no local. A polícia tem um suspeito.

Segundo a delegada de Samambaia, testemunhas contaram que após a suposta batida, Leonardo Alves desceu do carro e foi alvejadoFoto: BritoSegundo a delegada de Samambaia, testemunhas contaram que após a suposta batida, Leonardo Alves desceu do carro e foi alvejado
A vítima estava saindo do Hospital Regional de Samambaia onde tinha ido levar a esposa para a emergência porque ela estava com fortes dores de cabeça. Segundo os familiares de Leonardo, na volta para casa, um Golf de cor escura teria seguido o veículo do bombeiro e simulado uma batida na traseira do carro do soldado. Ele desceu do carro, uma das pessoas que estava no Golf também desceu e disparou os tiros. “A esposa dele disse que depois de matar Leonardo, o autor chegou a tentar dar dois tiros nela, mas que a bala travou e por isso o acusado não conseguiu efetuar os disparos”, comenta Lindalva da Conceição parente da vítima.

A delegada Fabiana Silva e Souza da 26ª (Samambaia) conta que testemunhas viram dois veículos parados no local, resolveram parar e ajudar, achando que era um acidente, e acabaram presenciando o fato. “As pessoas pararam para ajudar e acabaram vendo o autor fugindo no veículo Golf e a vítima no chão. Ninguém chegou a anotar a placa do veículo em que estava o acusado”, comenta Fabiana. A delegada disse que um suspeito foi ouvido na delegacia e que os investigadores acreditam que outra pessoa também tenha participação. “A pessoa foi ouvida, mas não tínhamos provas concretas para ligá-la ao fato tivemos que liberá-la”, completa a delegada. A polícia ainda não sabe a motivação do assassinato. As hipóteses são de latrocínio, briga de trânsito e execução.

A família de Leonardo está abalada com a morte do rapaz e pede justiça. A mãe do bombeiro diz que o filho não tinha nenhum vício, que era da igreja, quase não saía de casa e que não tinha rixa com  ninguém. Ele trabalhava há 13 anos na equipe de salvamento do Corpo de Bombeiros e é lotado no 12º Batalhão. A vítima deixou três filhos, uma menina de 10 anos, um de 8 e outro de 7.  Leonardo tinha como hobby dar aulas de capoeira, além de participar do projeto Esporte à Meia-Noite, cujo objetivo é tirar os jovens das drogas, diz os parentes. O soldado será velado às 20h de hoje.

 

Fonte: http://coletivo.maiscomunidade.com

A Polícia Civil investiga o assassinato do soldado do Corpo de Bombeiros, Leonardo da Cunha Alves, 33 anos, ocorrido à meia-noite e meia, na DF-457, em frente a um posto de gasolina, na QS 414, Conjunto 9, em Samambaia. Ele foi alvejado por três tiros, dois no peito e um na perna, morrendo no local. A polícia tem um suspeito.

 

http://coletivo.maiscomunidade.com/imagem/7a2daa62b9fa3fa3bb9521ec1503878312722275/320/320/PNUImagem.jpgFoto: BritoSegundo a delegada de Samambaia, testemunhas contaram que após a suposta batida, Leonardo Alves desceu do carro e foi alvejado

A vítima estava saindo do Hospital Regional de Samambaia onde tinha ido levar a esposa para a emergência porque ela estava com fortes dores de cabeça. Segundo os familiares de Leonardo, na volta para casa, um Golf de cor escura teria seguido o veículo do bombeiro e simulado uma batida na traseira do carro do soldado. Ele desceu do carro, uma das pessoas que estava no Golf também desceu e disparou os tiros. “A esposa dele disse que depois de matar Leonardo, o autor chegou a tentar dar dois tiros nela, mas que a bala travou e por isso o acusado não conseguiu efetuar os disparos”, comenta Lindalva da Conceição parente da vítima.

A delegada Fabiana Silva e Souza da 26ª (Samambaia) conta que testemunhas viram dois veículos parados no local, resolveram parar e ajudar, achando que era um acidente, e acabaram presenciando o fato. “As pessoas pararam para ajudar e acabaram vendo o autor fugindo no veículo Golf e a vítima no chão. Ninguém chegou a anotar a placa do veículo em que estava o acusado”, comenta Fabiana. A delegada disse que um suspeito foi ouvido na delegacia e que os investigadores acreditam que outra pessoa também tenha participação. “A pessoa foi ouvida, mas não tínhamos provas concretas para ligá-la ao fato tivemos que liberá-la”, completa a delegada. A polícia ainda não sabe a motivação do assassinato. As hipóteses são de latrocínio, briga de trânsito e execução.

A família de Leonardo está abalada com a morte do rapaz e pede justiça. A mãe do bombeiro diz que o filho não tinha nenhum vício, que era da igreja, quase não saía de casa e que não tinha rixa com  ninguém. Ele trabalhava há 13 anos na equipe de salvamento do Corpo de Bombeiros e é lotado no 12º Batalhão. A vítima deixou três filhos, uma menina de 10 anos, um de 8 e outro de 7.  Leonardo tinha como hobby dar aulas de capoeira, além de participar do projeto Esporte à Meia-Noite, cujo objetivo é tirar os jovens das drogas, diz os parentes. O soldado será velado às 20h de hoje.

Professor de capoeira é preso fazendo sexo com aluna de 10 anos

ABUSO: Foi com enorme repulsa que recebemos a notícia da prisão em flagrante do Mestre de Capoeira, Ailton Leonardo da Silva (Mestre Careca), de 54 anos, por crime de carater sexual contra uma de suas alunas com apenas 10 anos de idade

Fica a matéria retirada do conceituado Jornal do Estado do Rio de Janeiro: O Globo (Ver texto original) para que nossa comunidade reflita e comente sobre o terrível acontecimento que infelizmente acontece em nossa sociedade não só nas academias de capoeira mais em todos os lugares imagináveis, até nos menos suspeitos…

Luciano Milani

Professor de capoeira é preso fazendo sexo com aluna de 10 anos (O Globo)

RIO – Um professor de capoeira foi preso na noite desta sexta-feira ao ser flagrado fazendo sexo com uma de suas alunas, de apenas 10 anos, dentro do carro, na Avenida Meriti, em Vicente de Carvalho, na Zona Norte. Ailton Leonardo da Silva, de 54 anos, foi abordado por policiais do 16 BPM (Olaria) no momento em que a criança praticava sexo oral.

Segundo o delegado Felipe Curi, que registrou o caso na 22 DP (Benfica), o professor dá aulas de capoeira no condomínio da vítima, também em Vicente de Carvalho. Ele convidou a menina para ir a uma lanchonete e, no caminho, começou a aliciá-la. Pressionada, a menor concordou em praticar sexo oral.

Ailton responderá pelo crime de estupro de vulnerável (antigo atentado ao pudor) e, se condenado, ficará de oito a 15 anos na cadeia.

Fonte: http://oglobo.globo.com

CAMÉLIAS DO LEBLON

Demorou 121 anos para que as Camélias da Liberdade voltassem a florir no Quilombo do Leblon. Resultado do projeto, “As Camélias estão Voltando”, lançado no ano de 2006 pelo professor de capoeira Leonardo Dib (Boiadeiro), o Clube Campestre da Guanabara no Alto Leblon, já conta com duas Cameleiras repletas de botões.

No dia 13 de maio é realizado o evento CAMÉLIAS DO LEBLON, a festa consiste em uma celebração que busca divulgar a história de um dos movimentos abolicionistas mais importantes da história da abolição, o QUILOMBO DO LEBLON.

A data é repleta de atrações e a cada ano uma personalidade negra é homenageada. Já foram saudadas personalidades como Mestre Bimba em 2006, Mestre Pastinha em 2007 e Solano Trindade em 2008. No ano de 2009 o homenageado é Ataulfo Alves, um dos maiores sambistas da história, compositor e intérprete de pérolas da musica popular brasileira.

Teremos um batizado de capoeira, apresentação de parte da peça teatral CAMÉLIAS DA LIBERDADE com alunos da oficina de teatro e dança do núcleo de arte do Leblon, apresentação de JONGO e SAMBA DE RODA além da presença dos filhos de Ataulfo Alves.

O cartaz do evento foi feito por um Angolano, Augusto Lopes Delgado, morador da Ilha de Luanda é estudante de designer publicitário e fez questão de elaborar essa linda arte para o “CAMÉLIAS DO LEBLON 2009”.

 

At.

Leonardo Dib                                                                                                              

Coordenador do Centenário de Ataulfo Alves

Quilombo no Leblon foi o primeiro abolicionista no país

RIO – O primeiro quilombo abolicionista conhecido pela história brasileira, membro ativo na luta pela extinção imediata do sistema escravista, deu origem ao que hoje é o bairro do Leblon, metro quadrado mais caro da cidade.

Antiga fortaleza do quilombo do Leblon, o Clube Campestre Guanabara representa atualmente o berço de um dos capítulos mais secretos do abolicionismo no Brasil: nele eram cultivadas as camélias, plantas então raras e indicativas do apoio declarado aos ideais de liberdade e igualdade.

Eduardo Silva, pesquisador da Casa de Rui Barbosa que estuda há mais de 30 anos temas como a escravidão e a cultura negra, publicou a desconhecida relação das flores com o movimento pelo abolicionismo incondicional – ou seja, sem o pagamento de indenização aos antigos proprietários de escravos – no livro As Camélias do Leblon e a Abolição da Escravatura.

O historiador explica que os 2.700 mil metros quadrados do quilombo do Leblon, que já havia servido de residência para um francês de mesmo nome, foi comprado em 1878 pelo comerciante português José de Seixas Magalhães, que viria a se tornar chefe do quilombo e grande fomentador da aliança entre brancos e escravos negros na luta pela abolição.

– Um francês deu nome à chácara, que deu nome ao quilombo e, por fim, ao bairro mais chique da cidade. O quilombo do Leblon foi revolucionário porque não se isolou e tentou eliminar, de forma ativa, a sociedade escravista daquela época – lembra o pesquisador, ressaltando que o local foi o centro da faceta mais radical do movimento.

– Tudo começou no quilombo do Leblon. Existia uma ligação direta entre os quilombolas e a princesa Isabel, que recebia deles as camélias plantadas no quilombo. Além de assinar a lei, ela estava secretamente aliada ao movimento subversivo pela abolição.

Ponto de cultura eternizada

No Clube Campestre Guanabara, o professor de capoeira Leonardo Dib, 30 anos, é o responsável pela perpetuação da tradição africana. Desde 2006 ele organiza um evento anual em comemoração à assinatura da Lei Áurea pela Princesa Isabel em 13 de maio de 1888.

Com demonstrações de jongo, capoeira, maculelê e maracatu, Leonardo tenta preservar a memória do quilombo que deu origem ao bairro símbolo da boemia carioca.

– Sempre procurei inserir nas aulas temas como a história dos quilombos e como surgiu a capoeira, por exemplo. Hoje, nem acredito que esteja dando aulas em um quilombo – revela o professor, que chega a atender a até 20 crianças entre 3 e 12 anos.

Leonardo afirma ainda que pretende inscrever o Clube Campestre Guanabara no processo seletivo do edital de Pontos de Cultura, ação prioritária do Programa Cultura Viva, do Governo Federal. Uma vez firmado o convênio, o local recebe R$ 185 mil, divididos em cinco parcelas, para investimento no projeto de cultura.

Fonte: Jornal do Brasil

Jundiaí: Crianças conquistam 7 medalhas na capoeira

A Academia de Capoeira Idalina, sob o comando de Mestre Rã e contra Mestre Passarinho, participou do 1º Torneio Ginga Criança realizado pela Associação Herença Cultural do Mestre Catitu e pelo Centro Universitário Metropolitano de São Paulo (Unimesp) . O evento foi realizado no dia 20 de outubro na cidade de Guarulhos.

Treze crianças jundiaienses participaram do campeonato. Leonardo Paulo F. Silva, o Paulinho, 13 anos faturou a maior premiação do campeonato, a medalha de platina concedida para o destaque técnico do torneio. "Fiquei muito feliz ao saber que tinha ganhado a medalha, o campeonato foi muito legal porque conheci muitos capoeiristas e mestres", fala o garoto que treina há 10 anos na Academia de Capoeira Idalina.

No total a Equipe de Jundiaí faturou sete medalhas, sendo duas de ouro, uma de prata, três de bronze e uma de platina, esta última concedida para o destaque técnico do campeonato.

Segundo Cássio Martinho, Mestre Rã, quinze grupos de capoeira participaram do torneio de diferentes cidades do estado de São Paulo. Para ele, foi uma grande satisfação participar do evento. "Eu sou apaixonado por crianças e adorei participar do torneio, foi uma competição sadia, mesmo aqueles que não ganharam medalhas saíram satisfeitos por participar. Prevaleceu a famosa frase: ‘o importante não é vencer e sim participar’", frisa ele.

Na opinião de Jarbas Francisco, o contramestre Passarinho, a participação do grupo Idalina no evento possibilitou o intercãmbio cultural com as outras academias e mestres. "Participar desses eventos é muito bom porque motiva tanto os professores como os alunos e permite fazer uma avaliação do trabalho desenvolvido, além da troca de experiências entre os participantes também tem outro fator positivo: contribui com a organização e socialização da Capoeira", ressalta.

A Academia de Capoeira Idalina é uma das mais tradicionais de Jundiaí, fica localizada no bairro do Retiro. O grupo conta com aproximadamente cem integrantes entre crianças e adultos.

Confira os medalhistas jundiaiense:

Medalha de Platina:
Leonardo Paulo F. Silva

Medalha de Ouro
Manoel José dos Santos
Alisson Annimo

Medalha de prata:
Gabriel Ribeiro

Medalha de bronze:
José Vinícius dos Santos
Vitor Sibinel sanches
Alexsandro Eduardo F. Silva

Fonte: Jornal de Itupeva Online
http://www.jornaldeitupeva.com.br