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Cartilha do Itamaraty alerta para tráfico de jogadores, modelos e até capoeiristas

Com base em relatos de consulados desde 2010 foram constatados casos de exploração também de modelos, músicos, dançarinos, cozinheiros e professores de capoeira

São Paulo – O governo federal, em ação da rede consular desenvolvida desde 2010, identificou uma vertente do crime de tráfico de pessoas, mais comumente conhecido pelo abuso sexual: a exploração do trabalho, fora do Brasil.

Foram relatados casos de jogadores de futebol, modelos, músicos, dançarinos, churrasqueiros, cozinheiros de restaurantes étnicos e professores de capoeira com agentes e empresários que os colocam em situação de irregularidade migratória, exploração, abusos, maus-tratos, acomodação precária e retenção de passaportes e pagamentos. Na maioria, brasileiros jovens, sem experiência profissional e de residência no exterior. A partir dessa constatação surgiu a proposta da cartilha “Orientações para o trabalho no exterior – modelos, jogadores de futebol e outros profissionais brasileiros”, que será lançada amanhã (29), no Palácio do Itamaraty, em Brasília. O documento foi elaborado pelas áreas consular e cultural do Itamaraty e tem parceria da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e da Ford Models. A proposta é fornecer informações e alertas sobre os riscos da irregularidade migratória. Em São Paulo, o lançamento será na SP Fashion Week, entre 11 e 16 de junho.

Armênia, China, Cingapura, Coreia do Sul, Filipinas, Grécia, Índia, Indonésia, irã, Malásia, Tailândia e Turquia são os países de onde vem a maioria dos relatos. Para jogadores de futebol, os convites para atuar no exterior costumam ser irresistíveis, mas o sucesso não chega para todos. Segundo Luiza Lopes da Silva, diretora do Departamento Consular e de Brasileiros no Exterior, da Divisão de Assistência Consular do Itamaraty, muitas vezes os garotos são levados a começar a trabalhar sem visto e com base em contratos injustos.

Para esses, a cartilha traz esclarecimentos e recomendações sobre transferência internacional, transferência sem contrato, viagem para testes, contratos, custeio de passagens, visto de trabalho e de negócios, clubes e agentes, retenção de passaportes, choque cultural, entidades locais de assistência e regulação, precauções antes de viajar e ao chegar ao exterior.

“Os meninos-alvo dos agentes mal intencionados são os mais jovens, que demonstram ter futuro. Eles se iludem com as promessas e acabam enfrentando enormes dificuldades, especialmente porque não dominam o idioma local nem o inglês e têm dificuldade de pedir ajuda. Aí ficam na mãos desses agentes, que extorquem, cobram dívidas, às vezes dão alojamentos que viram uma espécie de confinamento”, relata Luiza. Ela afirma que eles não ficam muito tempo nessa situação, mas que a experiência é traumática para a vida e não ajuda em nada a carreira.

A diretora se diz orgulhosa dessa iniciativa porque as informações foram chegando aos poucos e ao se materializarem na cartilha foi possível verificar que era a preocupação de muita gente, só ainda não havia sido verbalizada. Sobre as modelos, Luiza ressalta que elas não vão para passarelas, não vão fazer fotos de revistas nem terão a vida glamourosa com que sonham. “Elas são direcionadas para atividades paralelas, como vendas on line, catálogos para vendas. Muitas acham que estão sofrendo, mas que valerá a pena, mas são anos perdidos, é um atraso, um beco sem saída”, garante.

Segundo Luiza, o papel do governo é ajudar a conscientizar para que essas pessoas controlem a impetuosidade. “Otimismo é bom, mas não muito”, diz. Exemplo disso foi o que ocorreu com três garotas que viajaram para a Índia alimentando o sonho de ser modelos. Na semana passada, o juiz federal João Batista Gonçalves, da 6ª Vara Civil de São Paulo, deferiu pedido de liminar da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, do Ministério Público Federal, que em ação civil pública relatou que as agências de modelos Dom Agency Models, de Passos (MG), e Raquel Management, de São José do Rio Preto (SP), enviaram as garotas para o exterior, uma delas menor de idade, com contratos de trabalho que não foram cumpridos. As agências estão impedidas de enviar modelos para o exterior por decisão do juiz federal. As duas agências são acusadas de tráfico internacional de pessoas.

Segundo informação da cartilha, o exercício da profissão sem contrato registrado e sem visto de trabalho é comumente associado a regime de servidão por dívidas. “Os salários, normalmente estipulados por sessão de trabalho, passam a ser quase totalmente retidos pelo empregador, a título de reembolso da passagem áerea e de pagamento do alojamento, sendo-lhes entregues diárias irrisórias, por vezes insuficientes até mesmo para alimentação.”

Os casos entre churrasqueiros, cozinheiros, dançarinos, músicos e professores de capoeira têm uma configuração comum que também as qualifica como tráfico – mas poucos admitem a condição de vítimas desse tipo de crime. “O normal é: ‘fui enganado, peguei um agente de má-fé, prometeram uma coisa e fizeram outra'”, relata Luiza. Mas ela garante: “É tráfico sim, embora não tenha cara. Para nós não interessa se a pessoa se vê como vítima, o que importa é que está se formando uma rede para levar as pessoas para exploração”.

O documento destaca que naturalmente há casos de sucesso, como cozinheiros que acabaram abrindo o próprio negócio. “Para cada caso de sucesso, contudo, muitos outros são de dificuldade, privações e abusos.”

 

Fonte: http://www.redebrasilatual.com.br

RankBrasil: Capoerista mais idosa em atividade

Fica a menção honrosa ao pessoal do RankingBrasil pela homologação do “recorde” conquistado por Maria Luiza Coelho da Silva, de 60 anos que segundo a entidade é a “Capoeirista Mais idosa do Brasil”. Porem acredito que existam muitas outras Capoeiristas em atividade que merecam esta homenagem…

Luciano Milani

 

O RankBrasil homologou o recorde conquistado por Maria Luiza Coelho da Silva, de 60 anos, ela é a “Capoeirista Mais idosa do Brasil”.

Maria Luiza é natural da cidade de Jacobina – BA, mas começou a praticar a capoeira na cidade de Rio Grande – RS com 53 anos de idade incentivada pela filha Cláudia que também praticava o esporte.

Dona Maria Luiza confessa que no começo encontrou um pouco de dificuldade, mas que todas foram superadas, e que hoje em termos de esporte a capoeira representa tudo pra ela, “é bom ter uma atividade física, principalmente quando a idade vem chegando, faz bem para todo o meu sistema, corpo, mente e saúde”.

Além de capoeirista Dona Maria Luiza faz dança do ventre, está terminando um cursinho pré-vestibular para química e pretende cursar educação física já que praticando a capoeira descobriu o amor pelos esportes.

Para a recordista entrar para o RankBrasil é poder deixar um legado para a capoeira e para todos os capoeiristas, e dedica seu feito também para os netos e bisnetos.

O Livro dos Recordes Brasileiros parabeniza a conquista de Dona Maria Luiza e deseja muitas felicidades e realizações em seus próximos objetivos.

 

Redação: Raquel Susin – http://www.rankbrasil.com.br/Recordes/

 

Projeto Capoeristas do Bem reúne crianças de Mãe Luiza

No bairro de Mãe Luiza, crianças estão aprendendo valores importantes, como disciplina e respeito pelo próximo, através das aulas de capoeira realizadas pela organização não-governamental Casa do Bem. Fundado há oito meses, o grupo de pequenos capoeiristas celebrou, na tarde deste sábado, na Escola Estadual Dinarte Mariz, a troca de cordão, uma mudança de nível no aprendizado dessa dança/luta, herança de nossas raízes negras.

O grupo Capoeiristas do Bem, como é chamado, possui atualmente 26 integrantes, na faixa de 8 a 12 anos. As aulas acontecem três vezes por semana, à tarde, e além de capoeira é ensinado também maculelê, samba de roda, noções de música e fabricação de instrumentos. “Esse trabalho é importante pois temos que mudar a imagem que a sociedade natalense tem de Mãe Luiza. Nosso trabalho aqui é ajudar essas crianças a darem importância ao futuro”, diz o mestre Josenilson “Petinha” , coordenador do projeto.

Pais, amigos e parentes dos capoeiristas-mirins foram prestigiar o evento, formando uma pequena platéia. Fotografando os passos dos filhos estava a auxiliar de cozinha Grace Silva Nascimento, mãe de Lucas, 7 anos, e de Bruno, 8. “É melhor eles estarem aqui do que na rua aprendendo o que não presta”, comenta, visivelmente orgulhosa.

O evento contou com a participação de capoeiristas experientes, que se apresentaram para os alunos do projeto e para os demais presentes, dando um verdadeiro show de técnica e agilidade. No pátio da escola soava berimbau, tambores e cantos.

O presidente da Casa do Bem, jornalista Flávio Rezende esclarece que as aulas de capoeira estão sendo realizadas na Escola Estaual Dinarte Mariz até que a construção da sede própria da ONG seja concluída. “Quando estiver pronta todas as nossas atividades serão transferidas para lá.” Os Capoeiristas do Futuro se apresentam amanhã à noite no Teatro Alberto Maranhão.

 

Fonte: Tribuna do Norte – http://tribunadonorte.com.br

Para saber mais: www.casadobem.org.br.

Japão: Festival reúne participantes de 20 países em Kyoto

Os brasileiros também marcaram presença e a capoeira foi um dos destaques no Festival de Kyoto, Japão.

Na 4ª edição do Festival da União das Culturas no parque Okazaki em Kyoto, no dia 9, o que não faltou foi intercâmbio. Cerca de 800 pessoas de 20 países participaram do evento, que teve barracas de comidas típicas e artesanatos, workshops e apresentações de música e dança.

Crianças brasileiras participaram do workshop de capoeira com voluntários de Kansai.

A decoração ficou por conta da brasileira Luiza Ashida, que utilizou balões em vários formatos. A capoeira foi um dos destaques, e tanto a apresentação quanto a oficina reuniu pessoas de várias idades.

Fonte: ipcdigital.com

Juiz de Fora: Música Inpirada na “Capoeira Mulheres”

De Juiz de Fora, MG,  nos chega a letra de uma música inspirada em uma matéria publicada no Portal Capoeira, de autoria de Maira Hora, quem compôs foi a Instrutora Maguy.
A Instrutura Maguy participou do projeto Juiz de Fora nos Trilhos da Paz, onde gravou um CD
O toque é São Bento Grande.
"Mulher guerreira ,mulher guerreira, na capoeira sua história vai
contar (refrão)
E ela luta a vida inteira, pro preconceito e o machismo acabar
Refrão
Como Dandara, mulher guerreira, que em Palmares ajudou Zumbi lutar
refrão
ComoTereza de Benguela, rainha negra guerreira do Pantanal
Refrão
Como Quitéria, mulher guerreira, foi a patrona do exército militar
Refrão
Como Luíza, a quituteira, mulher guerreira dos Malês da África
Refrão
Como Romélia, mulher guerreira, a capoeira conheceu com Pastinha
Refrão
Como a Rosa, mulher guerreira, fez os saveiros lá da Bahia chorar
Refrão
Como guerreiras, vamos lutar, pra que a história possa se perpetuar
Refrão"