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Bauru: Início da Construção da Praça Mestre Bimba

Prefeitura iniciaram nesta semana, os trabalhos de construção da Praça Mestre Bimba, no Jardim Contorno.

A equipe da Divisão de Construção da Secretaria de Obras iniciou o estaqueamento da calçada para posterior concretagem. A praça tem uma área total de 4.970m² sendo 2.207m² de jardim e 1.134m² de calçada. 
A praça também contará com playground, área para capoeira, bancos, bebedouros, pista de solo cimento para caminhada dentro da praça e pista de bicicross.     O projeto foi elaborado coletivamene pela comunidade do Jardim Contorno,que inclui os condomínios Vila Verde, Vila Grená, Jardim dos Duques, Camálias, Flamboyants, Reserdás e Raio de Sol, em uma área da cidade muito verticalizada.

Quem foi Mestre Bimba

A Capoeira recebeu recentemente o status de “patrimônio cultural de natureza imaterial”, em face de sua força cultural.

Esta força cultural esta diretamente relacionada aos aspectos técnicos próprios da manifestação, bem como aos aspectos simbólicos que a sua pratica ao mesmo tempo representa e testemunha: os ideais dos quilombos e de Zumbi.

Varias manifestações culturais de origem afrodescendente se perderam pelo caminho da historia. A Capoeira também poderia haver-se perdido, dada a descomunal força das proibições e repressões.

Contudo, nos anos de 1930, Manoel dos Reis Machado (1900-1974), conhecido nas voltas do mundo da capoeira como MESTRE BIMBA, ao criar e sistematizar uma metodologia de ensino; como excepcional tocador de berimbau que era criar toques específicos para cada tipo de jogo; inovar nos rituais próprios da roda, mantendo a tradição; e especialmente oportunizou o aprendizado e pratica a homens, meninos e mulheres, das diferentes origens étnicas e sociais, com o seu Centro de Cultura Física e Luta

Regional Baiana, conquistando assim a descriminalização da pratica do Jogo da Capoeira através da sua obra “A Capoeira Regional”.

Hoje a Capoeira deu, literalmente, a volta ao mundo, sendo praticada em mais de 160 países dos 5 continentes, sendo a maior embaixatriz do Brasil no exterior, e o maior veiculo de difusão da língua portuguesa no mundo.

Assim sendo, devemos essa herança cultural que tanto nos identifica como brasileiros a Manoel dos Reis Machado, o MESTRE BIMBA, o criador da Capoeira Regional, ao lado do Mestre Pastinha, o patrono da Capoeira Angola.

Curitiba: Bonecos encantados

Premiada Cia. Manoel Kobachuk, de Curitiba, apresenta hoje no Calil Haddad o espetáculo “Encanta Brasil”, que apresenta diversidade cultural brasileira através do teatro de bonecos

Hoje a noite será de capoeira no Calil Haddad. “Capoeira me mandou dizer que já chegou, chegou para lutar”, como cantava Vinícius. Não haverá, porém, capoeiristas no palco italiano do teatro, mas bonecos – os bonecos premiados da Cia. Manoel Kobachuk, de Curitiba, que apresentam em Maringá o espetáculo “Encanta Brasil”.

A capoeira é uma das manifestações culturais que os bonecos retratam, ao lado do forró, do frevo, das músicas de ciranda, dos folguedos do boi,entre outras manifestações artísticas, para retratar a diversidade cultural brasileira.

O espetáculo da noite de hoje, é beneficente e terá arrecadação de alimentos destinada à Provopar. O grupo realizou outras cinco apresentações de “Encanta Brasil ”em Maringá ontem e hoje, voltadas exclusivamente para alunos do Colégio Positivo (o espetáculo, que está em turnê nacional, é patrocinado pela Editora Positivo”.

Em “Encanta Brasil”, a Cia. Manoel Kobachuk utiliza as técnicas de manipulação de bonecos de fios, de luva, projeção em sombra e manipulação aparente, em que os bonecos interagem com quatro atores . “A peça é um passeio musical pelo Brasil, que começa pela África, passa pelos indígenas, o Carnaval … enfim, é um recorte de várias regiões e músicas brasileiras”, explica a produtora Neiva Figueiredo, citando entre Luiz Gonzaga, Milton Nascimento e o fandango paranaense entre os autores e ritmos que serão apresentados no “Encanta Brasil”.

História e tradição

Com mais de 30 anos de estrada, a Cia. Manoel Kobachuk já produziu mais de 20 espetáculos de teatro de bonecos, dos quais 14 ainda permanecem no repertório da companhia, como “Pluft, o fantasminha”, “Respeitável Público” e “Tainahakã” – estes dois últimos, em 2000 e 2003, foram apresentados no Brasil, Portugal, Espanha e Itália.

A companhia trabalha com diversas técnicas de teatro de bonecos, realizando produções tanto para o público adulto quanto para o infantil. Com seus espetáculos, o grupo já conquistou prêmios como dois troféus Mambembe, oito Gralha Azul, troféu Talento do Paraná e três prêmios MEC.

A Cia. Manoel Kobachuk também realiza um trabalho de formação de bonequeiros e é um polo de pesquisa e produção, com criação de espetáculos, exposição de acervos, edição de boletins especializados, cursos, oficinas, desenvolvimento de literatura dirigida, admissão de estagiários de todo o território brasileiro e de países europeus.


Por quilo

“Encanta Brasil”, com a Cia. Manoel Kobachuk, de Curitiba.
Hoje, às 20h, no Teatro Calil Haddad.
Ingresso: 1 kg de alimento não perecível.

Fábio Massalli – http://www.odiariomaringa.com.br
massalli@odiariomaringa.com.br

Bauru: Praça Mestre Bimba

PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO

Dá denominação de MANOEL DOS REIS MACHADO – MESTRE BIMBA a uma praça pública da cidade.

A MESA DA CÂMARA MUNICIPAL DE BAURU, Estado de São Paulo, no uso das atribuições que lhe confere o Artigo 15, Item I, letra “m”, da Resolução 263/90, promulga o seguinte Decreto Legislativo:

Art. 1º – Fica denominada Praça MANOEL DOS REIS MACHADO – MESTRE BIMBA a praça sem denominação oficial, localizada no Setor 03, Quadra 0007, situada na confluência das Ruas Elias Murback, quarteirão 04, Francisco Paez, Sebastião Pregnolato e Christiano Pagani, no loteamento denominado Jardim Auri Verde.

Art. 2º – Este decreto entrará em vigor na data de sua publicação.

 

Bauru, 25 de fevereiro de 2009.

ROQUE JOSÉ FERREIRA

 

EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

A Capoeira recebeu recentemente o status de “patrimônio cultural de natureza imaterial”, em face de sua força cultural.

Esta força cultural está diretamente relacionada aos aspectos técnicos próprios da manifestação, bem como aos aspectos simbólicos que a sua pratica ao mesmo tempo representa e testemunha: os ideais dos quilombos e de Zumbi.

Várias manifestações culturais de origem afrodescendente se perderam pelo caminho da historia. A Capoeira também poderia haver-se perdido, dada a descomunal força das proibições e repressões. Contudo, nos anos de 1930, Manoel dos Reis Machado (1900-1974), conhecido nas voltas do mundo da capoeira como MESTRE BIMBA, ao criar e sistematizar uma metodologia de ensino; como excepcional tocador de berimbau que era criar toques específicos para cada tipo de jogo; inovar nos rituais próprios da roda, mantendo a tradição; e especialmente oportunizou o aprendizado e pratica a homens, meninos e mulheres, das diferentes origens étnicas e sociais, com o seu Centro de Cultura Física e Luta Regional Baiana, conquistando assim a descriminalização da pratica do Jogo da Capoeira através da sua obra “A Capoeira Regional”.

Hoje a Capoeira deu, literalmente, a volta ao mundo, sendo praticada em

mais de 160 paises dos 5 continentes, sendo a maior embaixatriz do Brasil no exterior, e o maior veiculo de difusão da língua portuguesa no mundo.

Assim sendo, devemos essa herança cultural que tanto nos identifica como

brasileiros a Manoel dos Reis Machado, o MESTRE BIMBA, o criador da Capoeira Regional, ao lado do Mestre Pastinha, o patrono da Capoeira Angola.

 

Bauru, 25 de fevereiro de 2009.

 

ROQUE JOSÉ FERREIRA

Recife: Capoeira e percussão mudam a vida de alunos e professores de projeto social

O trabalho da Mangagá Canuiteiro não se resume à garagem no Conjunto Residencial Muribeca. Os artistas ensinam de graça capoeira e percussão para 30 crianças que participam do projeto Aria Social, que existe há quatro anos no bairro de Piedade.

Lá, os materiais produzidos em uma oficina servem como instrumento para outra segunda. “Usamos os instrumentos fabricados nas oficinas de ritmo, efeito, de percussão e também temos o coral social que é bastante eclético. A gente toca músicas populares, eruditas e clássicas”, conta o professor de percussão Charles Duquê.
A escolha pelo método tem uma explicação. “A arte e a música têm o poder de transformação, ela muda o comportamento, os pensamentos pra melhor, pra alto astral”, garante o músico.

A prova de tal mudança a equipe do Vida Real teve ainda dentro da oficina: o menino Matheus, de 8 anos, que é portador da síndrome de down. “Matheus, na realidade, é um dos nossos maiores exemplos. Quando ele chegou aqui, foi um desafio muito grande porque a gente não tinha experiência com crianças especiais. Hoje, ele já tá construindo instrumentos com a gente, ele joga capoeira, ele canta.”, conta o professor de capoeira Manoel da Silva Júnior.

O agradecimento do menino vem de forma espontânea. “Eu te amoooo”, declara ao professor, ao qual chama de tio e até mesmo de pai. É a recompensa do professor que acredita que o trabalho social é um propósito divino na vida dele. “Já passei por muita coisa na minha vida e quando eu tô com eles, eu vejo que tudo que eu passei valeu a pena e que Deus tem um propósito na minha vida”, afirma Manoel.

E aconselha outras pessoas a dar a sua contribuição. “Não é à toa que a gente criou essa marca pra esse nosso projeto que é Recicle sua alma e tudo que tiver ao seu redor”, completa.

Fonte: http://pe360graus.globo.com/

Fórum de Capoeira – com Mestre Nenel, filho de “Mestre Bimba”

Mais uma fantástica oportunidade para toda a comunidade capoeirística europeia!!!
 
Com o apoio do Instituto Português da Juventude, do Portal Capoeira e da FUMEB – Fundação Mestre Bimba, Mestre Nenel estará abordando diversas temáticas sobre a Luta Regional Baiana e difundindo dentro da mais verdadeira essência o método de seu Pai.

 
Fórum de Capoeira – com Mestre Nenel, filho de "Mestre Bimba"
1 a 8 de Julho de 2007
 
19 às 21 horas,  IPJ – Instituto Português da Juventude
Delegação Regional de Lisboa
 
Via de Moscavide 47 101 – Lisboa
1988 LISBOA EXPO
 
Na zona Norte da EXPO a 300m da Estação Gare do Oriente
Comboio: Saída em Moscavide | Autocarros: 5, 10, 25, 44, 114 e 208
 
 
 
"O MESTRE NENEL" 
 
Fórum de Capoeira - com Mestre Nenel, filho de Mestre BimbaManoel Nascimento Machado, Mestre Nenel, nasceu em 26 de setembro de 1960, no bairro do Nordeste de Amaralina, cidade do Salvador, Bahia. É filho de Manoel dos Reis Machado, Mestre Bimba, o criador da Capoeira Regional, e de Berenice da Conceição Nascimento, D. Bena, mas foi criado pela yalorixá Alice Maria da Cruz, Mãe Alice.
 
Desde criança, levado por sua mãe de criação, frequentou o Centro de Cultura Física e Regional da Bahia, escola de capoeira do seu pai, localizada na Rua Francisco Muniz Barreto no1, Antiga Laranjeiras onde iniciou o seu aprendizado, se formou em 1967 na sede do bairro do Nordeste de Amaralina, juntamente com seu irmão Dermeval, Formiga, Luiz Anum, Bobó, Beto Chorão e Toinho. Uma turma só de meninos. Era o Mestre Bimba inaugurando uma nova prática social de capoeira como serviço educacional para crianças e adolescentes. Prática, hoje, bastante usual pelos mestres, considerada nobre e recomendada por instituições educacionais de vanguarda, tendo em vista a comprovada capacidade que ela possui de socializar e (re)socializar crianças e adolescentes. 
 
 
Temáticas teórico-práticas:
 
Método
A Ginga | Exame de Admissão | Sequência de Movimentos Básicos
Cintura Desprezada | Ritmos de Jogos
 
Os Movimentos:
Traumatizantes | Desequilibrantes | Projecção | Ligados
Curso de Especialização
 
Tradições:
Pegar na mão para gingar | A cadeira | A Xaranga (um berimbau
e dois pandeiros) | As quadras
 
Ritmos:
São Bento Grande | Banguela | Iuna |O batizado (cair no aço)
A festa de batizado | A formatura | O esquenta banho
 
Princípios:
Gingar sempre | Esquivar sempre | Jogar sempre próximo ao parceiro Todos movimentos devem ser objectivos  | Conservar no mínimo uma base ao solo | Obedecer o ritmo do berimbau | Respeitar as guardas vencida
 
Condições de participação:
 

Preenchimento das fichas de inscrição do Fórum Capoeira
Inscrições disponíveis no Portal Capoeira – www.portalcapoeira.com
Entrega personalizada por E-mail -(solicitar) trapezio.anima@gmail.com
Aquisição de Bilhetes junto ao seu professor de Capoeira"
 

Repercussão… I Ciclo de Palestras do Forte da Capoeira

De Portugal faço uma chamada para conversar com o Sr. Leal, administrador e responsável pelo Forte da Capoeira, aproveito para falar da importância deste evento e de como é fundamental para a comunidade capoeirística poder estar envolvida com  Mestres de renome, representando a velha guarda da capoeiragem.
No mesmo dia falo também com Mestre Decanio, figura ímpar, ser humano fantástico que irá participar do ciclo abordando a religiosidade dentro do contexto ca capoeira.
Para terminar ligo para mestre Bola Sete, Presidente da ABCA, Associação Brasileira de Capoeira Angola, local onde foi realizado o Ciclo de Palestras e deixo o meu axé e agradecimento pela colaboração e parceria da ABCA em conjunto com o Forte da Capoeira.
Eram tantas as expectativas sobre este encontro que de certa gostaria de ter me projetado e atravessado um oceano somente para poder estar com estes grandes Mestres e participado deste evento.
 
Espero que tanto o Forte da Capoeira, na figura do Sr. Leal, quanto a ABCA, representada pelo conselho de Mestres estreitem as relações e continuem trabalhando em prol da capoeira e da cidadania, levando cultura e conhecimento, multiplicando e somando através da capoeira.
 
Luciano Milani
Repercussão… I Ciclo de Palestras do Forte da Capoeira
 
O Centro de Cultura Física Regional da Bahia terá espaço no Forte da Capoeira. Quatro Apóstolos de Mestre Bimba, Cafuné, Boinha, Sariguê e Gavião, conduziram os trabalhos do I Ciclo de Palestras Forte da Capoeira, em 27/10/2006. Os capoeiristas presentes tiveram a oportunidade de conhecer um pouco mais a doutrina da Capoeira Regional, criada pelo Dr. Manoel dos Reis Machado, o saudoso Mestre Bimba, em 1928.
 
Palavras de Cafuné:
“É maravilhosa essa parceria que, a Fundação Mestre Bimba e o Forte da Capoeira agora realizam. A FUMEB disponibilizando parte de seu acervo, principalmente a representação do CCFR com sua galeria de fotos, dados e história sobre os alunos do Bimba e o Forte da Capoeira cedendo o espaço físico adequado para instalarmos esse acervo e juntos disponibilizarmos para o grande publico. Com a estrutura não só física, mas principalmente logística do Forte, esse patrimônio da Regional irá cumprir o seu principal papel: O RECONHECIMENTO POR TODOS DO GRANDE TRABALHO DE NOSSO MESTRE.
Quando Mestre Bimba foi-se para Goiânia levou consigo a sua Academia denominada CENTRO DE CULTURA FISICA REGIONAL DA BAHIA e lá se instalou e ministrou aulas de Capoeira por um ano quando veio a falecer de derrame cerebral, encerrando assim um ciclo de aulas, pois seu Bimba nunca autorizou ninguém a dar continuidade a isso. Esse Patrimônio automaticamente passou para a sua família, seus parentes e descendentes.”
 
 
A comunidade do Vale das Pedrinhas mostrou o seu valor. O trabalho desenvolvido pelo cidadão Vivaldo Rodrigues Conceição, o querido Mestre Boa Gente, naquela comunidade, é um verdadeiro exemplo de vida. Os depoimentos verdadeiros de Rose e de Jéferson, demonstraram que a dedicação, o trabalho e a perseverança do Mestre Boa Gente, gerou sementes de Baobá, multiplicadoras operosas da esperança, da oportunidade e de melhores condições de vida para muitas crianças e adolescentes.
Outra boa notícia!
 
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A pesquisa “Mestres e Capoeiras Famosos da Bahia”, iniciativa do Forte da Capoeira, em parceria com a UFBA/FAPEX/Faculdade de Educação da UFBA e o Grupo Mel, será concluída nos próximos dias. O professor Pedro Abib, coordenador da pesquisa, conversou com os capoeiristas presentes no Ciclo, enfatizando a importância do trabalho da pesquisa para a documentação do conhecimento e a preservação da memória dos Mestres e Famosos Capoeiras da Bahia.
Aguardem!!!
 
 
I Ciclo de Palestras do Forte da CapoeiraCapoeira Regional e a Capoeira Angola foram reverenciados na tarde de ontem, 25/10/2006, com palestras enriquecedoras proferidas pelos Mestres Gildo Alfinete, Bola Sete e Cesar Itapoan. Foi um momento singular para os capoeiristas presentes. A experiência vivencial de Gildo e Bola Sete com o Mestre Pastinha, foi externada com detalhes e curiosidades interessantes foram reveladas sobre a personalidade, os ensinamentos e a contribuição de Vicente Ferreira Pastinha para a preservação dos fundamentos filosóficos da Capoeira Angola. Mestre Pastinha deixou bons discípulos.
 
No segundo momento o Mestre Cesar Itapoan deu um passeio no tempo da Capoeira Regional enfatizando a concretização da profecia de Manoel dos Reis Machado: “Eu criei a Capoeira Regional para o Mundo.” A exposição da metodologia de ensino, dos fundamentos e da sistematização do conhecimento da Capoeira Regional, foi ponto o alto da palestra.
É bom ver Cesar Itapoan falar sobre o Mestre Bimba. É pura emoção, reconhecimento, gratidão e respeito ao cidadão Manoel dos Reis Machado, o criador da Capoeira Regional.
 
Realmente; Bimba é Bamba!
Pastinha é Bamba!
 
Leal – Forte da Capoeira – http://www.fortedacapoeira.org.br/

Nireu Cavalcanti encontra registro de capoeira em 1789.

O arquiteto e historiador Nireu Cavalcanti relevou no Arquivo Público do Rio de Janeiro a mais antiga prova documental da existência da capoeira.
 
Jornal do Brasil
15 de novembro de 1999
Caderno B, p.22 – 1ª Edição
CRÔNICAS DO RIO COLONIAL
20ª semana, 36ª crônica


 
NIREU CAVALCANTI
 
O capoeira
 
O mulato Adão, escravo de Manoel Cardoso Fontes, comprado ainda moleque, tornou-se um tipo robusto, trabalhador e muito obediente ao seu senhor, servindo-lhe nas tarefas da casa.
 
Manoel resolveu explorá-lo alugando-o a terceiros como servente de obras, carregador ou outro qualquer serviço braçal. Tornou-se Adão deste modo uma boa fonte de renda para seu senhor.
 
Com o passar do tempo, o tímido escravo, que antes vivera sempre caseiro, tornou-se mais desenvolto, independente e começou a chegar tarde em casa, muito tempo depois do término do serviço. Manoel questionava-o: o que levava à mudança de conduta? As desculpas eram as mais inconsistentes para o senhor. Até ocorrer o que já o preocupava: Adão não mais voltou para casa. Certamente fugira para algum quilombo do subúrbio da cidade.
 
Para sua surpresa, Manoel foi encontrar Adão por trás das grades da cadeia da Relação. Havia sido preso junto a outros desordeiros que praticavam a capoeira. Naquele dia ocorrera uma briga entre capoeiras e um deles fora morto. Crimes gravíssimos para as leis do reino: a prática da capoeiragem, ainda resultando em morte.
 
No decorrer do processo constatou-se que Adão era inocente quanto ao assassinato, mas foi confirmada sua condição de capoeira, sendo, por isso, condenado a levar 500 açoites e a trabalhar dois anos nas obras públicas.
 
Seu senhor, após Adão cumprir alguns meses de trabalho e ter sido castigado no pelourinho, solicitou ao rei, em nome da Paixão de Cristo, perdão do resto da pena argumentando ser um homem pobre e, portanto, muito dependente da renda que seu escravo lhe dava. Comprometeu-se a cuidar para que Adão não mais voltasse a conviver com os capoeiras, tornando-se um deles. Teve o pedido homologado pelo Tribunal em 25.04.1789.
 
(ANRJ — Tribunal da Relação — cód. 24, livro 10)
 
Publicado inicialmente com ilustrações de Hélio Brasil. Copyright © 1999-2000, JB Online. É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo do JB Online para fins comerciais.


notas.
No ano de 1789, Páscoa foi no 12 de abril.
Nireu Cavalcanti publicou 53 crônicas semanais em 1999-2000 no Jornal do Brasil, continuando a sua pesquisa, que desembocou em tese de doutorado de história e livro, trabalhos que interessam a todos que querem se inteirar do contexto daquela notícia de capoeira.
 
Matéria enviada pelo Mestre Jeronimo, Rod@ Virtual

Carta do Mestre Squisito, apresentada na Camera Federal, sobre capoeira

Senhor Presidente,
Senhores Deputados,
Senhoras Deputadas,
 
Senhores e Senhoras presentes,
Amigos capoeiristas e Mestres de Capoeira aqui presentes,
Meu bom dia a todos!
 
Muitas vezes a paixão dos não capoeiristas pela Arte se traduz numa relação platônica,  às  vezes  atônita  e  insegura  de  ser  manifestada,  pois  essa  arte  é misteriosa, fugidia, escorregadia aos contatos indesejados, que rejeita manuseios e usurpações…
 
Na Capoeira dizemos que ela é a água de beber que jorra nas correntezas das  fontes da vida e cai como uma cachoeira: nela podemos matar nossa sede, podemos nos banhar, mas não podemos retê-la, pois ela irá escorrer por entre nossos  dedos  quando  tentamos  pegá-la  em  nossas  mãos  num  gesto  de  tentar possuí-la…!
 
No caso de Manoel, porém, há uma diferença fundamental: ao se apaixonar pela capoeira ele se tornou um ativista, um perseguidor dos conhecimentos por trás da Arte, da magia por trás da fala que entoa e encobre os seus segredos centenários.
 
Com  isso  ele  arranca  aplausos  do  mais  cético,  do  mais  frio,  do  mais incrédulo de nós, de quem nunca ousou investir nesse terreno abstrato de nosso dicionário, transformando-se assim num pioneiro de inequívoco valor.
 
Mas, acreditem, felizmente esta obra de Manoel  não é um caso isolado dentro da capoeira. Ela tem sido cultuada e cultivada, por dezenas e centenas de obstinados  solitários  que  se  atiram  nos  seus   meneios  e  buscam  lhe  dar  a sustentação documental que esteja a seu alcance!
 
Pensadores e estudiosos,  estudantes, pesquisadores, professores, mestres  e capoeiristas  em  geral, tem   se   desdobrado  e   produzido muito  trabalho e documentos, teses e monografias, discos,  filmes, textos, vídeos, peças, shows e músicas,  jornais  e  reportagens,  num  sem  numero  de  outros  artefatos  que  a materializam no terreno intelectual, acadêmico, literário, educacional, desportivo, cultural e artístico, entre outras tantas possibilidades que nossa arte abriga e com isso temos hoje milhares de registros o mundo abstrato e metafísico da capoeira, como é o caso de Manoel…
 
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Carta do Mestre Squisito, apresentada na Camera Federal, sobre capoeira

Senhor Presidente,
Senhores Deputados,
Senhoras Deputadas,
 
Senhores e Senhoras presentes,
Amigos capoeiristas e Mestres de Capoeira aqui presentes,
Meu bom dia a todos!
 
Muitas vezes a paixão dos não capoeiristas pela Arte se traduz numa relação platônica,  às  vezes  atônita  e  insegura  de  ser  manifestada,  pois  essa  arte  é misteriosa, fugidia, escorregadia aos contatos indesejados, que rejeita manuseios e usurpações…
 
Na Capoeira dizemos que ela é a água de beber que jorra nas correntezas das  fontes da vida e cai como uma cachoeira: nela podemos matar nossa sede, podemos nos banhar, mas não podemos retê-la, pois ela irá escorrer por entre nossos  dedos  quando  tentamos  pegá-la  em  nossas  mãos  num  gesto  de  tentar possuí-la…!
 
No caso de Manoel, porém, há uma diferença fundamental: ao se apaixonar pela capoeira ele se tornou um ativista, um perseguidor dos conhecimentos por trás da Arte, da magia por trás da fala que entoa e encobre os seus segredos centenários.
 
Com  isso  ele  arranca  aplausos  do  mais  cético,  do  mais  frio,  do  mais incrédulo de nós, de quem nunca ousou investir nesse terreno abstrato de nosso dicionário, transformando-se assim num pioneiro de inequívoco valor.
 
Mas, acreditem, felizmente esta obra de Manoel  não é um caso isolado dentro da capoeira. Ela tem sido cultuada e cultivada, por dezenas e centenas de obstinados  solitários  que  se  atiram  nos  seus   meneios  e  buscam  lhe  dar  a sustentação documental que esteja a seu alcance!
 
Pensadores e estudiosos,  estudantes, pesquisadores, professores, mestres  e capoeiristas  em  geral, tem   se   desdobrado  e   produzido muito  trabalho e documentos, teses e monografias, discos,  filmes, textos, vídeos, peças, shows e músicas,  jornais  e  reportagens,  num  sem  numero  de  outros  artefatos  que  a materializam no terreno intelectual, acadêmico, literário, educacional, desportivo, cultural e artístico, entre outras tantas possibilidades que nossa arte abriga e com isso temos hoje milhares de registros o mundo abstrato e metafísico da capoeira, como é o caso de Manoel…
 
No entanto, essa  produção é sempre  independente, autodidata, solitária e sofrida,  complicada  e  desafiante,  pois  é  quase  sempre  o  produto  de  esforços
 
isolados e obstinados, quase contrariando as expectativas sempre pessimistas e negativas,  que  entendem  a  capoeira  como  uma  construção  desprovida  de elementos formais de sua ciência, sua História e sua linguagem e sua produção…
 
Para  se  ter  uma  idéia  dessa  produção,  em  1993,  o  MEC  apoiou  o lançamento de um trabalho sobre a Bibliografia da capoeira, onde já se registrava mais de 3.000 mil títulos publicados a seu respeito…!
 
Hoje esse número deve estar na casa de mais de 20 mil títulos publicados, haja vista a explosão em que se tornou a capoeira espalhada por literalmente todos os cantos deste país e  por centenas de países mundo afora…
 
Manoel empenha toda a sua competência e coragem no seu trabalho original e se alinha com esses guerreiros emergidos do povo brasileiro que se tornam os que   documentam   e   fazem   respeitar   mais   um   pouco   a   nossa   arte   nesse monopolizado mundo da produção intelectual em nosso país.
 
E isso é importante em particular porque temos certeza de que a capoeira é mais que um folguedo, é uma arte complexa e densa, que abriga muitas dimensões e pode oferecer muito mais do que uma prática lúdica simplesmente, desportiva ou cultural, artística ou filosófica, marcial ou plástica. Ao contrário, é tudo isso!
 
Essa produção toda não tira em nada o mérito de Manoel que com sua competência está focando num ponto absolutamente inédito dessa Arte, que é  a sua  dicionarização,  iniciando  assim  a  sistematização  e  a  classificação  de  sua terminologia e isso nos faz refletir sobre o que falta, então, acontecer na capoeira.
 
Senhores e Senhoras.
 
O que falta à capoeira, é o mesmo que nos falta enquanto povo brasileiro:
 
– nós saímos da condição de banidos pelo direito oficial deste país, até termos o direito de estar do lado de dentro oficial das coisas!
 
– nós temos o direito de estar aqui,  nesta casa, discutindo nosso  futuro e nosso espaço de existência, e temos que agradecer por esta oportunidade e respeito manifestado aqui e agora;
 
– nós temos a gloriosa e  histórica  resistência contra a alienação dessa malfada globalização, onde o  que se pretende é na verdade nos alijar de nossa própria identidade para nos tornar robôs compradores de subprodutos da indústria da cultura americana…!
 
– nós temos uma História secular de dignidade e de luta contra todas as formas de opressão, que não pode ser negada nem  mesmo quando contada pelo opressor…!
 
– nós temos hoje o segundo maior numero de praticantes e seguidores de práticas desportivas neste país, só perdendo para o futebol;
 
– nós já estamos em  milhares de instituições de ensino de todos os níveis deste país e do exterior;
 
– nós somos uma das mais importantes forças de inserção social de todos os tempos e trabalhamos com pessoas de todas as idades em praticamente todos os lugares desta Nação;
 
– nós temos consciência de um sem-número de jovens e adultos que temos tirado das ruas, em situação de risco social,
 
– temos canalizado energias de jovens de todas as faixas sociais, induzindo- os a se concentrarem numa atividade que os oferece espaço  para exercitarem e conquistarem a sua vitalidade, a sua felicidade e a sua auto-estima;
 
– nós ocupamos os espaços que nos oferecem nos teatros, nas praças, nos shoppings,  nos  salões,  nas  festas  de  largo  e  de  rua,  nos  trios  elétricos,  nos momentos  solenes  de  celebrações  de  toda  natureza  deste  país  e  também  no exterior;
 
–  nos  comícios,  nos  festejos,  nas  igrejas,  nas  comunidades  de  todas  as matizes políticas, religiosas ou espirituais, estamos também;
 
–  temos  estimulado  e  subsidiado  estudos  de  Sociologia,  Antropologia, História, Música, Educação Física, Pedagogia, Medicina, Arte, etc., do  mundo inteiro…
 
– enfim, vou me contentar em parar aqui para não cansá-los…!
 
O  que  quero  aproveitar  neste  momento  é  para  trazer  aos  Senhores  e Senhoras  uma  mensagem  bem  simples  sobre  o  que  nos  falta.  O  que  falta  à Capoeira…
 
E acreditem, é bem simples mesmo: falta uma iniciativa legislativa oficial e definitiva que produza, aprove, publique e faça cumprir uma lei que transforme a capoeira em parte oficial da educação brasileira!
 
Nós queremos respeito pela nossa necessidade intelectual e espiritual!
 
Queremos ter acesso à produção dos que estudam a capoeira em todos os seus  viéis,  pois  somos  corpo  e mente  que  tem  sede  de  existir harmonicamente e sabemos que os livros são o alimento da alma;
 
A indústria cultural prefere publicar o lixo da subcultura globalizada a dar  algum  tipo  de  atenção  a  nossa  própria  produção  intelectual  da capoeira e isso tem que ser revisto e modificado;
 
Nós estamos nas instituições de ensino deste País inteiro, mas temos que sair dos pátios e das portas das escolas e ir pra dentro das salas de aula, pois a reflexão e a dimensão intelectual tem que se privilegiada e isso não pode ser feito nas condições de prática informal;
 
Queremos e podemos ser parte oficial do currículo  de  nossas escolas, inerente  ao  instrumental  dos  professores  para  falar  de  Brasil  e  de brasilidade, de História e da atualidade, de sociedade e de exclusão social na prática…
 
Podemos sim nos tornar uma disciplina sucessora atualizada e moderna da  deposta  educação  moral  e  cívica,  pois  temos  o  que  falar  sobre cidadania  e  sobre  civismo,  já  que  ensinamos  isso  todos  os  dias  a centenas  de  milhares  de  pessoas,  só  que  numa    prática  informal  e improvisada;
 
Sabemos  que  a  capoeira  pode  ser  o  grande  instrumento  capaz  de demonstrar tanto a desigualdade (como foi e como é…) como também a igualdade, como ela deve ser…
 
Queremos estar inseridos dentro da discussão oficial da educação no Brasil, temos experiências concretas  e efetivas, em número e grau de quantidade e qualidade dessa educação  integral de  fato que a capoeira tem  exercido  para  uma  grande  parcela  da  população  brasileira  e  de muitos estrangeiros…!
 
Temos incentivado muito mais do que movimento das pernas e dos braços na capoeira, pois a produção de projetos de eventos, a produção de textos e músicas, a expressão corporal, o teatro, o convívio pacífico e harmonioso entre pessoas de todas as camadas sociais, a produção de roupas e uniformes, a construção de instrumentos, a música e o exercício musical, o discurso e a auto-estima, tudo isso é produto direto da prática da capoeira;
 
Senhores Deputados, Senhoras Deputadas, vocês tem o instrumento que precisamos  para  atingir  a  nossa                                                                    cidadania  plena:  a  delegação  da sociedade para formularem leis que beneficiem os nossos cidadãos e essa é uma questão de Estado, é uma questão crucial:
 
Digam  por  escrito  através  de  leis  que  a capoeira  é  um  assunto educacional e que pertence à prioridade do ensino para todos os níveis de ensino deste País em nosso País;
 
Oficializem  o  que  já  ocorre  em  centenas  de  espaços  extra-oficiais, extracurriculares, informais em escolas de inúmeras cidades de nosso Brasil, que doravante a Capoeira é  matéria oficial do ensino de nosso povo!
 
Digam que isso abrange todos os níveis de ensino, da pré-escola até o ensino superior de nossa Nação, sejam quais forem os  meios que isso requeira para ser efetivado, pois sabemos que antes de qualquer coisa é preciso ser dito e escrito que isso é uma vontade política de quem faz as leis e elege as prioridades deste País…!
 
Digam agora que o Ministério da Educação tem que viabilizar os meios para que a capoeira se torne essa disciplina, pois é ele que define o que será produzido para alimentar os currículos das nossas escolas;
 
Não, senhoras e senhoras, não precisa ser amanhã, isso pode demorar o tempo que for, desde que seja perseguido e que abra o debate sobre como isso deve acontecer, em cada nível, em cada região, em cada tipo de instituição, para cada público alvo e de acordo com as disponibilidades e interesses de tantas abordagens da alma holística da capoeira;
 
Assegurem-se  de  que  todas  as  matizes  e  variantes  que  compõem  a capoeira   na       sua   interculturalidade   e   interdisciplinaridade   serão respeitadas;
 
Digam que a nenhuma autoridade por mais importante e reconhecida que seja  será  outorgada  a  condição  de  dona  dos  desígnios  da  capoeira enquanto disciplina, pois se isso  acontecer vai  mutilar a sua alma e transformá-la  em  um  monte  de  regras  frias  e  dispensáveis,  pois  o principal interesse é a reflexão que a escola abriga e a diversidade como regra, como principio;
 
Acreditem, se houver uma tentativa  que  seja de amordaçar a capoeira, ela se ocultará de novo dos olhos oficiais, pois não será jamais sufocada por políticas ou atitudes tacanhas, limitantes, opressivas e arbitrárias, pois a sua essência é a de ensinar e pregar a liberdade humana;
 
Digam, enfim, que a capoeira  é plural, como nosso povo, como nossa cultura nacional, como o é nossa riqueza regional brasileira, tendo o direito de se manifestar em todas as extensões que assim queiram os seus seguidores;
 
Senhores  e  Senhoras,  isso  é  o  que  esperamos  que  possa  realmente acontecer…!
Confiamos em Vossas Senhorias.
Obrigado.
Brasília – DF, 22JUNHO2005
Reginaldo da Silveira Costa
Mestre Squisito
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DICIONÁRIO DE CAPOEIRA – Autor: Mano Lima

DICIONÁRIO DE CAPOEIRA

Autor: Mano Lima (jornalista, historiador e editor da Revista Capoeira em Evidência)
 
Reservas e contatos para entrevistas, palestras e lançamentos:

(61)  8407 7960 (Mano)       9296 4757 (Hallyny)

manolima@pop.com.br  manoicesp@yahoo.com.br manoguiness@hotmail.com

Q. 107 rua A lote 3 apt. 302, ed. Pequiá, Aguas Claras, Distrito Federal, Brasil, 72.190000

Investimento:

a)  R$ 20,00 + tarifa postal (unitário)

b)  R$ 15,00 + tarifa postal (de 10 a 49 exemplares)

c)  R$ 10,00 + tarifa postal  (a partir de 50 exemplares)

Forma de pagamento:

a) A vista: depósito bancário identificando o depositante, transferência eletrônica ou DOC, nominal a Manoel Cordeiro Lima, no Banco do Brasil

(banco 001), agência 12319, contacorrente 21.9878, ou Banco de Brasília

(banco 070), agência 217, contacorrente 136.6146

b) A prazo (para encomendas superiores a 10 exemplares): cheque prédatado nominal a Manoel Cordeiro Lima, prédatado para a data a ser acertada.

Envio do dicionário: imediatamente após a confirmação do desito por telefone ou por email, por meio de encomenda postal.

Editora: Maxxima  (61) 344 7321
 
Prefácio: Agnelo Queiroz (Ministro dos Esportes)
 
Referências: Mestre Gilvan (61) 475 2511, Mestre Zulu (61) 591 1227 e Mestre Squisito (61) 8437 5119.

Formato: 14 X 23 cm           Pg: 136                 Verbetes: 1.030  Capa: Couchet 250