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Niterói vai ser palco do primeiro Intercâmbio Cultural Terranossa

De 26 a 31 de Agosto Niterói recebe mais um evento da Associação Terranossa de Capoeira. O Intercâmbio Cultural, que comemora os sete anos de existência do grupo, tem em sua programação palestras, cursos e troca de cordas.

“O evento irá possibilitar a integração entre os membros dos seis estados brasileiros e dos sete países do mundo. A ideia é garantir que o grupo todo fale a mesma língua, mesmo em continentes diferentes.”, explicou Mestre Cid, presidente do grupo e organizador do evento.

A programação terá início com aulas nos principais centros de treinamento do Rio de Janeiro. No dia 26 o Professor Naja recebe os integrantes do grupo para uma aula em sua academia, em Campo Grande. No dia 27 é a vez do Mestre Cid comandar o treino em Niterói. Para fechar o ciclo de aulas, Professor Minhoca ministra aula em Vicente de Carvalho no dia 28.

Na sexta-feira, dia 29, as atividades ficam concentradas em Niterói. Pela manhã Eco Terranossa, em Itacoatiara e a noite tem roda na Praia de Icaraí.

No sábado as atividades começam mais cedo para os integrantes do grupo, com a capacitação e os exames para as trocas de corda. Após o almoço haverá Seminário com Mestres convidados. Entre os já confirmados, Mestre Polaco, Mestre Genaro e Mestre Gegê. No fim da tarde é hora de receber os amigos para a formatura e troca de cordas.

São esperados cerca de 200 capoeiristas para o sábado 30/08, quando acontece a troca de cordas e a formatura, a partir das 17h. Mestre Cid pretende entregar cerca de 40 cordas, entre elas, cordas de Contramestre, Professor, instrutor e Monitor.

 

 

Programação:

 

26/08

19h – Treino em Campo Grande – Professor Naja

Academia Terranossa

Rua Seabra Filho, 377. Inhoaíba. Campo Grande. Rio de Janeiro/RJ

 

27/08

20h – Treino em Icaraí – Mestre Cid

Complexo Esportivo Caio Martins

Av. Roberto Silveira esquina com Rua Presidente Backer. Icaraí. Niterói/RJ.

 

28/08

19h – Treino em Vicente de Carvalho – Professor Minhoca

Colégio Isa

Rua Iere, 23. Vicente de Carvalho. Rio de Janeiro/RJ

 

29/08

Eco Terranossa

Praia de Itacoatiara

20h – Roda

Praia de Icaraí

 

30/08

8h – Cursos, Palestras e Exames

Complexo Esportivo Caio Martins

14h – Seminário com mestres convidados

Complexo Esportivo Caio Martins

17h – Formatura, Batizado e Troca de cordas

Complexo Esportivo Caio Martins

31/08

10h – Confraternização

Complexo Esportivo Caio Martins

Roda de capoeira anima orla de Maceió

Capoeiristas querem manter viva essa manifestação cultural


Já dizia o dramaturgo e autor de novelas Dias Gomes, a ‘capoeira é luta de bailados, dança de gladiadores e duelo de camaradas’. E com essa mesma filosofia o grupo Rei Guerreiro, que tem equipes em vários bairros de Maceió e em municípios do interior do estado, invadiu a orla da Pajuçara para fazer apresentações e apresentar a dança à população.


De acordo com o coordenador do grupo, mestre Rasta, nos dois primeiros domingos de cada mês o Rei Guerreiro se apresenta na Feirinha do Tabuleiro do Martins e na orla marítima da cidade. “A intenção é nós mostrarmos a beleza dessa manifestação cultural que significa luta e dança ao mesmo tempo. Aqui em Alagoas as autoridades não valorizam muito a capoeira e temos que ser nós, admiradores e praticantes dela que precisamos levá-la até o povo”, disse ele.

Grupos espalhados

Segundo o mestre Rasta, o Rei Guerreiro tem grupos espalhados nos bairros do Tabuleiro do Martins, Cruzeiro do Sul, Rosanne Collor, Chã da Jaqueira e Santos Dumond e também tem seguidores em Santa Luzia do Norte e Coruripe. 
O grupo ainda não tem sede própria e ministra as aulas em escolas públicas e espaços privados que são oferecidos por incentivadores da capoeira. 

Os interessados em aprender capoeira podem ligar para 8801-7754. 

Teorias para o surgimento da capoeira

Existem duas teorias para o surgimento da capoeira. A primeira conta que durante os períodos em que não estavam trabalhando, os escravos se distraíam relembrando a sua terra, cantando, dançando e mantendo os rituais que costumavam praticar em suas aldeias na África. 

Já a 2ª teoria sugere que a capoeira tenha sido iniciada nas metrópoles por escravos que possuíam uma carga de trabalho mais amena e, portanto, dispunham de tempo, espaço e energias física e psicológica para desenvolver a luta. Com o passar do tempo, intencionalmente por parte de organizações abolicionistas, a luta foi se infiltrando nas cidades interioranas, fazendas e senzalas, surgindo como luta de libertação dos escravos ali cativos.

 

http://gazetaweb.globo.com

Livro sobre Exu causa guerra santa em escola municipal

Professora umbandista diz que foi proibida de dar aulas em unidade de Macaé, dirigida por diretora evangélica

Rio – As aulas de Literatura Brasileira sobre o livro ‘Lendas de Exu’, de Adilson Martins, se transformaram em batalha religiosa, travada dentro de uma escola pública. A professora Maria Cristina Marques, 48 anos, conta que foi proibida de dar aulas após usar a obra, recomendada pelo Ministério da Educação (MEC). Ela entrou com notícia-crime no Ministério Público, por se sentir vítima de intolerância religiosa. Maria é umbandista e a diretora da escola, evangélica.

A polêmica arde na Escola Municipal Pedro Adami, em Macaé, a 192 km do Rio, onde Maria Cristina dá aulas de Literatura Brasileira e Redação. A Secretaria de Educação de lá abriu sindicância e, como não houve acordo entre as partes, encaminhou o caso à Procuradoria-Geral de Macaé, que tem até sexta-feira para emitir parecer. Em nota, a secretaria informou que “a professora envolvida está em seu ambiente de trabalho, lecionando junto aos alunos de sua instituição”.

A professora confirmou ontem que voltou a lecionar. “Voltei, mas fui proibida até por mães de alunos, que são evangélicas, de dar aula sobre a África. Algumas disseram que estava usando a religião para fazer magia negra e comercializar os órgãos das crianças. Me acusaram de fazer apologia do diabo!”, contou Maria Cristina.

Sacerdotisa de Umbanda, a professora se disse vítima de perseguição: “Há sete anos trabalho na escola e nunca passei por tanta humilhação. Até um provérbio bíblico foi colocado na sala de professores, me acusando de mentirosa”.

Negro, pós-graduado em ensino da História e Cultura Africana e Afro-Brasileira, o diretor-adjunto Sebastião Carlos Menezes aguardará a conclusão da procuradoria para opinar. “Só posso lhe adiantar que a verdade vai prevalecer”, comentou. Pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil, Sebastião contou que a diretora Mery Lice da Silva Oliveira é evangélica da Igreja Batista.

ATÉ CINCO ANOS DE PRISÃO

“Se houver preconceito de religião, acredito que deva ser aplicado todo o rigor da lei”, afirmou o coordenador de Direitos Humanos do Ministério Público (MP), Marcos Kac. O crime de intolerância religiosa prevê reclusão de até 5 anos. Em caso de injúria, a pena varia de 3 meses a 2 anos de prisão. O MP poderá entrar com ação pública penal se comprovar a intolerância religiosa. “Caso contrário envia à delegacia para inquérito”, explicou Kac.

Alunos do 7º ano leram a obra: referências ao folclore

Em 180 páginas, o livro ‘Lendas de Exu’, da Editora Pallas, traz informações sobre uma das principais divindades da cultura afro-brasileira. O autor da obra, Adilson Martins, remete ao folclórico Saci Pererê para explicar as traquinagens e armações de Exu.

Na introdução, Martins diz que ele é “um herói como tantos outros que você conhece”. Em Macaé, 35 alunos do 7º ano do Ensino Fundamental leram o livro.

Nas religiões afro-brasileiras, Exu é o mensageiro entre o céu e a terra, com liberdade para circular nas duas esferas. Por isso, algumas pessoas acabam o relacionando a Lúcifer.

O presidente da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, Ivanir dos Santos, garantiu que outros autores de livros, como Jorge Amado e Machado de Assis, sofrem discriminação nas escolas: “As ideias neopentecostais vêm crescendo muito, desrespeitando a lei”.

Ivanir explicou que o avanço da discriminação religiosa provocou o agendamento de um encontro, dia 12 de novembro, com a CNBB: “Objetivo é formar uma mesa histórica sobre os cultos afro e estabelecer uma agenda comum”.

VIVA VOZ

Até mães de alunos me proibiram de falar sobre a África

“Acusam-me de dar aula de religião. Não é verdade. No livro ‘Lendas de Exu’, de Adilson Martins, há histórias interessantes, são ótimas para trabalhar com os alunos. Li os contos, como se fosse uma contadora de histórias, dramatizando cada uma delas. Praticamos Gramática, e os alunos ilustraram as histórias de acordo com a imaginação deles. Não dá para entender por que fui tão humilhada. Até mães de alunos, evangélicas, me proibiram de falar sobre a África”.

MARIA CRISTINA MARQUES, professora, 48 anos

Fonte: O Dia

Macau: O Brasil que não vende

Capoeira é a última novidade. No que toca à cultura brasileira, Macau tem alguma variedade. Há restaurantes, futebol, jiu-jitsu, música e entretenimento. No entanto, a comunidade continua insatisfeita. Por estes lados, ao contrário da China Continental, a marca Brasil não é sinónimo de sucesso garantido.

A avaliação é feita por Jane Martins, uma das fundadoras da Associação Casa do Brasil em Macau, criada no princípio deste ano: “Já estou em Macau há 24 anos. Começou a ouvir-se mais música brasileira, de cinema não há nada e existe uma grande falta de literatura. Não sinto que tenha havido um grande progresso”, diz.

Para Jane Martins, a marca Brasil está mais consolidada na China Continental, devido às relações comerciais entre os dois países. Mesmo assim, o comércio predomina sobre a cultura. E em Macau? “O público chinês local só gosta do futebol e da comida. Não ligam para a cultura”, lamenta.
No território, a fórmula canarinha só funciona em alguns sectores. Nos outros, há que improvisar e apostar em diferentes vertentes.

No que toca à gastronomia, primeiro estranha-se e depois entranha-se. Existem três restaurantes da especialidade na RAEM. O primeiro a abrir foi o Churrascão, em 2006. “Nota-se que as pessoas conhecem cada vez mais o conceito brasileiro. A marca é rentável”, sublinha o gerente e proprietário, Eric Peres.

“Para os estrangeiros, vende sempre bem. Não é preciso gastar muito em marketing. Para o cliente chinês, é preciso explicar primeiro”, acrescenta a sub-gerente do restaurante Fogo Samba, Thais Pinheiro. O segredo para atrair a clientela chinesa e asiática, continua, é “quebrar o gelo” da primeira impressão.

Na área da comida rápida, Josecler decorou o seu espaço “Brazilian Hot Dog” com as cores da bandeira do seu país. O efeito é o desejado: “Chama a atenção, porque é o Brasil”. Hoje, diz ter uma clientela fixa.
A mesma táctica foi aplicada na sua escola de futebol. Na International School, estabelecimento de ensino com quem tem uma parceria, “uso o meu nome associado ao Brasil. O futebol brasileiro é apreciado, é ‘top level’ e isso facilita muito”, reconhece o ex-futebolista.

O samba não chega

Do lado do desporto, cada modalidade vale por si. A origem não tem impacto comercial. Criada em 2007, a Associação de Jiu-jitsu Brasileiro de Macau funciona por “passa palavra” e está a “crescer devagarinho”, à custa de uma turma flutuante composta essencialmente por expatriados.
“Não posso dizer [que esse crescimento] se deva ao facto de ser brasileiro. É mais pela arte marcial que, hoje em dia, é considerada uma das mais eficazes do mundo para defesa pessoal”, aponta o vice-presidente da organização, Tiago Afonso.
Ainda a dar os primeiros passos em Macau, no ginásio Universal Yoga, o mestre de capoeira Edy Murphin (ver texto nesta página) também não se fia na marca Brasil. “Não ponho só a marca Brasil, vendo a marca capoeira e o desporto. Passo a mensagem: fez muito bem para mim e também vai fazer para você”, afirma.

E, através da prática desportiva, comercializa cultura. “Faço os asiáticos se abraçarem. Coloco um pouco desse nosso jeito e acabam pegando. Os alunos não só aprendem capoeira e defesa pessoal, mas também o português e a música”, assegura.
Sem motivos para lamentos está o proprietário do grupo Dança Brasil. O negócio iniciado em 2003 vai de vento em popa e nem a crise financeira afecta as solicitações deste grupo que tem presença marcada no Festival Internacional de Artes de Pequim.

Wallas Silva conquistou o sucesso à custa de adaptação e aculturação. As “fantasias”, por exemplo, são mais fechadas do que o habitual.
A par disso, é “preciso variar”. Ao samba e às danças brasileiras, o Dança Brasil acrescentou hip hop, Bollywood, jazz, cancan, entre outros. “Deixei de me concentrar tanto no Brasil, mudei para vários tipos de entretenimento e senti uma mudança na resposta do cliente”, conclui.

 
Fonte. http://www.hojemacau.com

O pulador de facas da Praça Dante

A Ginga e a sabedoria do Capoeira: Antônio Martins usa de toda a sua mandinga e carisma para sobreviver…de praça em praça e utilizando os recursos adquiridos na escola da vida e na capoeiragem o baiano é mais um “Brasileiro” lutador e criativo!!!

Luciano Milani

Antônio Martins é gente nossa. É um baiano de 56 anos que há 14 mora em Caxias do Sul. Ele é personagem da Praça Dante, onde salta por dentro de uma armação metálica rodeada de facas, em apresentações quase que diárias.

Em parceria com outros três praticantes de capoeira, que vêm de Porto Alegre, Martins se reveza com eles nos pulos arriscados, a entreter o público com um teatrinho e brincadeiras e oferecer uma pomada, que é vendida como forma de garantir retorno financeiro ao final da apresentação. A apresentação serve para divulgar e vender pomadas e ervas medicinais.

– Dinheiro não dá, mas consigo pagar as contas – confessa, rindo.

Martins foi bancário por quatro anos, antes de ir pela primeira vez a São Paulo, em 1975, para se apresentar com danças culturais, como a capoeira.

Três anos depois, com um grupo de capoeira formado, voltou à capital paulista e passou oito anos se apresentando na Praça da Sé, entre shows de capoeira e a venda de ervas medicinais e pomadas.

Depois, decidiu viajar e se apresentar sozinho em outros estados. Ele garante que, assim, conheceu as 27 capitais brasileiras. Após vagar pelo país todo, acabou se apaixonando por uma caxiense, com quem tem dois filhos, e fixou residência em Caxias.

– O que chama atenção do público é o mistério no falar, as facas, os saltos – comenta.

O show é gratuito. Eventuais colaborações do público são aceitas. O artista de rua vende plantas para chás medicinais e uma pomada, que seria feita do peixe elétrico, segundo diz ele, para fazer massagens contra o reumatismo.

Fonte: http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/rs/home

Bahia: Capoeira Angola – Resistência de um Povo

Capoeira Angola – Resistência de um Povo” é o tema do evento que vai apresentar a filosofia, ética, hierarquia e principais diferenças entre a capoeira de Angola e a regional, entre 19 e 24 de janeiro.

O XX Evento da Escola de Capoeira Angola Irmãos Gêmeos, de mestre Curió, é uma parceria entre a Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (Secult), através da Fundação Gregório de Matos, e o Ministério da Cultura.

O anfitrião será Jaime Martins, o mestre Curió, que com 71 anos ainda pratica e dá aulas de capoeira. O evento será realizado na Escola de Capoeira Angola, sediada no Pelourinho. Os interessados devem fazer as inscrições através do telefone: 71 3321-0396 ou pelo e-mail mestrecurio@yahoo.com.br.

Fonte: http://www.imbui.com.br

Crônica: Na contramão

Estamos tão acostumados com as leis mesquinhas do capitalismo, que nem percebemos que ainda existe gente capaz de reagir a esses preceitos. Gente do bem. Gente que está em falta. Gente que faz a diferença. Gente que segue na contramão, fazendo desse mundo um lugar melhor pra se viver. Gente que devemos ter sempre por perto, para nos servir de exemplo.

Conhecemos pessoas assim no projeto de Assessoria de Imprensa que desenvolvemos, durante este semestre, numa organização não governamental (ONG) de Itajaí (SC). Os capoeiras conhecidos como Capitã, Sansão e Massa mantém há dois anos, o projeto “Ginga Moleque”. A organização oferece aulas gratuitas de capoeira às crianças carentes do município. Sem precisar arcar com nenhuma despesa, os alunos devem apresentar boas notas na escola e disciplina nas aulas.

Sem receber nenhum tipo de remuneração, os voluntários e idealizadores do projeto enfrentam muitas dificuldades para mantê-lo vivo. Estes impedimentos vão desde o preconceito religioso dos familiares das crianças, até problemas de infra-estrutura como falta de uniformes, instrumentos e sede para oferecimento das aulas. Os coordenadores arcam com muitas das despesas do grupo, uma vez que não possuem nenhum patrocínio da comunidade.

A ONG Ginga Moleque atende cerca de 50 crianças, com idades entre quatro e quatorze anos. Além das reuniões durante a semana, aos sábados, o grupo também é atração para outros jovens no Centro Educacional Cacildo Romagnani (Caic), através do Projeto Municipal Escola Aberta..

Ficamos felizes em perceber que em meio a tanta ausência de caráter e valores, existe no mundo quem acredite e aposte no futuro de crianças pobres, quem faz mais do que culpar a omissão do governo na educação, quem arregace as mangas e faça a idéia acontecer.

Que bom seria se todos os brasileirinhos pudessem ter educadores como esses, capazes de semear esperança em meio à exclusão e o descaso social. Quem dera que todas as grandes empresas deste país se propusessem a apoiar projetos assim.

*Acadêmicas de Jornalismo da Universidade do Vale do Itajaí (Univali).

Contato:

Carina Carboni Sant’Ana – 47 9138 1281/ E-mail: carinacs@univali.br

Luana Fachini Lemke – 47 9177 8259/ E-mail: luana.lemke@univali.br

Luana Martins – 47 9921 3920 / E-mail: luana_martins_jornalismo@hotmail.com

Ginga Moleque promove terceiro batizado de capoeira nas comemorações de aniversário de Itajaí

Em meio às comemorações dos 148 anos de Itajaí, o grupo Ginga Moleque realiza troca de graduação entre as crianças que participam do Projeto Social Beneficente Cultural de Capoeira da cidade. A cerimônia de batizado acontece no sábado, dia 14 de junho, no Centro Educacional Cacildo Romagnani (Caic), com início às 14h.

Atualmente a ONG Ginga Moleque atende cerca de 50 jovens. O segundo batizado promovido pela equipe conta com a presença de autoridades do município e com a participação dos Grupos Maracatu e Millenium. Além disso, às 10h, grandes nomes da capoeira vindos do Paraná, nordeste, Estados Unidos e outras cidades do Estado, já estarão presentes para abrilhantar a roda que, tradicionalmente, precede a cerimônia.

A consagração dos capoeiras mirins é marcada pela conquista de novas cordas, que a cada graduação, sinalizam a evolução e o empenho de cada jogador. O cordel define a posição do capoeira dentro da roda e a responsabilidade que ele assume perante os demais jogadores.

O projeto Ginga Moleque existe há cerca de dois anos e ensina às crianças carentes do bairro Promorar a superar os próprios limites através da filosofia da capoeira, que transmite lições de disciplina, cidadania e responsabilidade. Para os coordenadores do projeto, Edvaldo Souza Silva, o Massa, Marcos Martins, o Sansão e Fábia Simone de Aguiar, a Capitã, não há satisfação maior do que direcionar estes jovens para o caminho do esporte, longe da marginalidade e das ruas.

Serviço:

O quê: Batizado e troca de graduação das crianças do grupo de capoeira Ginga Moleque

Quando: Sábado, dia 14 de junho, início às 14h

Onde: No Centro Educacional Cacildo Romagnani (Caic) – Promorar

Mais informações:

Assessoria de Imprensa voluntária prestada pelas acadêmicas do quinto período de Jornalismo da Univali:

Carina Carboni Sant’Ana – 47 9138 1281/
E-mail: carinacs@univali..br

Luana Fachini Lemke – 47 9177 8259/
E-mail: luana.lemke@univali.br

Luana Martins – 47 9921 3920 /
E-mail: luana_martins_jornalismo@hotmail.com

Fábia Simone de Aguiar – 47 91632343

Taquarussu: Projeto Berimbau & Encontro Interestadual de Capoeira

Projeto Berimbau graduou 40 alunos em solenidade realizada no Ginásio Municipal Flávio Derzi
     
TAQUARUSSU – No intuito de incentivar cada vez mais o desenvolvimento do Projeto Berimbau (grupo de capoeira para crianças carentes) foi realizado no último dia 10 de novembro, o 1° Encontro Interestadual de Capoeira em Taquarussu, a cerimônia aconteceu no Ginásio Municipal de Esportes Flavio Derzi .

Idealizado pelo diretor do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) Erivaldo de Andrade e pelo coordenador do Programa Rogério Francisco dos Santos, o evento contou com a participação de grandes profissionais da capoeira em especial do Grupo Memória cujo presidente é o Mestre Aranha de Ilha Solteira.

O objetivo do encontro foi graduar 40 participantes do Projeto Berimbau, que é comandado pelo instrutor Paulo Robson Júnior, que receberam das mãos de mestres, professores e instrutores de capoeira de diversas localidades do país, as respectivas graduações, corda crua, verde crua, verde.

O Projeto Berimbau que hoje conta com a participação de aproximadamente 70 crianças é originado do Centro de Referencia da Assistência Social (Cras) e apoiado pela Secretaria de Promoção e Assistência Social e pela Prefeitura Municipal.
Além da presença do mestre Aranha, estiveram no evento os mestres João Montanha de Pereira Barreto, Animal de Clementina e Ciclone de Guaraçaí (SP) além de professores e instrutores dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Segundo o prefeito Genivaldo Medeiros "o incentivo ao esporte é um meio fundamental de transformar crianças em cidadãos do futuro, e sem dúvida estaremos a disposição para buscar o necessário para bem de nosso povo".

O evento foi prestigiado por um grande público, dentre o qual se destacam os secretários do município Daniel Berto (Educação), Laurindo São Pedro (Administração e Finanças) e Célia Patussi (Assistência Social), além dos diretores Cícero Medeiros (Transportes) e Dirce dos Santos (Escola Municipal) e ainda a Primeira-Dama Terezinha Silva Santos e vereadores Lucinda Rodrigues, Joaquim Xisto e Gilso Francisco.

Os alunos graduados foram: Fabiana Dias Evangelista, Ailton Carlos Vieira Silva, Ana Carolina Silva, Carina Ferreira dos Santos, Danieli de Souza, Diego Granjeira, Ferandno Mendonça, Igos da Silva Souza, João Vitor Silva, Jose Aparecido de Meneses, Joicy de Souza, Justieli Pereira Martins, Luan Felipe Santos, Mateus Alves de Lima, Rafael Teixeira Neiva, Romário Manuel Ferreira, Tayná Teixeira Estevo, Tiago Alves de Souza, Vando Mendonça dos Santos, Vanessa da Silva Dantas, Welinton da Silva Souza, Yara Maria de Oliveira, Mateus Lima dos Santos, Elito Costa Martins, Eric Jhones Barbosa, Gabriel Martins dos Santos, Gilmara dos Santos Figueiredo, João Paulo Peralta, Juliana dos Santos Figueiredo, Junior César Figueiredo dos Santos, Junior Costa Martins, Keli Cristina Paulino, Leandro dos Santos, Leomar Barbosa Nogueira, Lucas dos Santos Loterio, Marcio Peralta, Mateus de Oliviera Silva, Oseias Andrade dos Santos, Renan dos Santos Ramos, Ricardo dos Santos Ferreira, Tamires de Oliveira Santos, Taynara Alves da Cruz, Timoteo da Silva Guedes, Uatila Silva Santos, Welington dos Santos Figueiredo e Willian da Silva Souza.

O Progresso – Dourados – http://www.progresso.com.br

ESPETÁCULO NAVIO NEGREIRO

 ESPETÁCULO NAVIO NEGREIRO – Direção Mestre Paulão



18, 19 e 20 de julho de 2005
Com apoio do GDF/GEDESC/CIEF, a Associação Arte Regional de Capoeira apresenta na sala Martins Pena do Teatro Nacional o espetáculo NÁVIO NEGREIRO nos dias 18, 19 e 20 de julho às 21h, com entrada FRANCA, direção de José Paulo Santos (Mestre Paulão) e Paulo D’ Paula (coreógrafo).
Síntese: O espetáculo é uma adaptação do livro. Que conta a saga dos negros (escravos) trazidos nos navios para serem vendidos no Brasil.
Ficha Técnica
Direção Geral: José Paulo Santos (Paulão)
Assistente de Direção: Lucineide Cristina, Raquel Amaral
Coreografias – Paulo D’Paula
Confecção de figurinos: Sidney
Preparação Vocal: Paulo D’Paula
Preparação Corporal: Sidney
Produção: Associação Arte Regional de Capoeira
Atabaques: José Paulo, Abiderman, Carlos Henrique
Iluminação: Teatro Sala Martins Pena
Elenco Navio Negreiro
53 personagens

 
Maiores Informações:
Paulão (e-mail: poll@tba.com.br)
9984-6510
Paulo D’Paula (Site: www.showbrincardeviver.com.br)
9655-4908