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Capoeira na Escola, uma luta com fundamento…

Meus amigos, boa tarde.

Em atenção a nossa ultima conversa, acertei com o Deputado Estadual Vicente Candido(SP), para realizarmos uma audiência pública em São Paulo, sobre a lei sancionada pelo Governador que leva a Capoeira para a Escola, em todo o estado Paulista. Na ocasião também vamos debater o projeto de Lei do Deputado Federal: Arnaldo Farias de Sá que institui e legaliza a profissão de Capoeirista. Essas propostas foram fruto da luta reforçada pelos congressos Nacional de Capoeira realizados em 2003 em São Paulo e 2004 no Rio de Janeiro.

A data sugerida é dia 3 de agosto, dia em que comemoramos no estado o dia da Capoeira, nesta audiência convidaremos os Secretarios de Estados de Educação,Esporte, Cultura e de Trabalho, além de personalidades do mundo Politico, Esportivo e cultural.

NA ocasião vamos também apresentar o projeto do Congresso Estadual de Capoeira que será realizado no mês de outubro em São Paulo.

Também apresentaremos a data de reunião com os Ministros de Educação e de Trabalho em Brasília logo após o recesso.

Divulguem pois a nossa luta esta já sendo vitoriosa e o resultado benificia a todos e não poderia ser diferente.

Forte abraço
Saudações Capoeiristicas

Jairo Junior 
J.Junior
MESTRE ROSA

Bairro de Fortaleza cria moeda própria e enriquece

Banco Palmas dá até 90 dias para pagar empréstimos e, acredite, sem juros. Moradores montam negócios e desenvolvem a região.

Em plena capital do Ceará, um bairro onde algo diferente passa de mão em mão. A palma é uma moeda que só circula no Conjunto Palmeiras. Cada palma equivale a R$ 1. Esse cantinho de Fortaleza ainda tem outra surpresa: um banco próprio, só dos moradores. A idéia surgiu há onze anos.

“A grande pergunta que nós nos fazíamos na época era: por que somos pobres? Nós já construímos um bairro e fizemos mutirões. A resposta mais simples era: nós somos pobres, porque não temos dinheiro. Se não temos dinheiro, somos pobres. Parecia óbvio”, lembra o coordenador do Banco Palmas, Joaquim Melo.

Só parecia. Uma pesquisa feita, na época, mostrou que o consumo de todos os moradores do bairro chegava a R$ 1,3 milhão por mês.

“O grande problema era que todos os produtos vinham de fora. Tudo se comprava, da coisa mais simples, como uma vassoura ou um sabão. Até mesmo um corte de cabelo era feito fora do bairro. Na verdade, as pessoas não eram pobres. Elas se empobreciam, porque perdiam as suas poupanças internas. Então, já tinha aqui uma base monetária que se esvaziava como um balde furado. Tudo ia para o ralo”, conta seu Joaquim.

Então, como segurar esse dinheiro dentro do bairro? E como incentivar o comércio e a criação de pequenas empresas no local? A resposta veio com o banco e com a nova moeda.

Funciona assim: o Banco Palmas recebe reais do Banco do Brasil e paga 1% de juro ao mês. Aí, o Banco Palmas empresta para os moradores que querem montar um negócio com juros mensais que variam de 1,5% a 3%. Essa diferença é o que sustenta o banco.

Darcília de Lima e Silva foi uma das primeiras clientes. Hoje, ela toca uma confecção, mas faz questão de contar como era a vida na região, quando ela chegou, há mais de 30 anos.

“Era uma favela dentro do mato, onde não tinha água encanada, não tinha saneamento, nem energia. A gente vivia dentro do mato mesmo”, lembra a microempresária.

Os moradores transformaram o que era uma grande favela em um bairro. Dona Darcília e mais 12 amigas conseguiram um empréstimo no banco e criaram a Palma Fashion, uma grife popular. No início, eram apenas três máquinas e alguns metros de tecido. Hoje, são 44. E elas chegam a entregar 2,5 mil peças por mês.

“Do lucro total, 50% são repartidos em salários. Com a outra parte, a gente faz investimentos”, revela dona Darcília, coordenadora do Palma Fashion.

Os jovens também têm vez. Com um empréstimo, um grupo criou a Palma Limpe, uma pequena fábrica de produtos de limpeza. Elias Lino dos Santos é o chefe da turma. Menino pobre, ele passou a infância trabalhando para ajudar a mãe. Mesmo assim, conseguiu entrar na Universidade Federal do Ceará (UFC), onde faz o curso de filosofia.

“Esse trabalho me dá o necessário, para que eu mantenha a minha vida, possa me alimentar, me vestir, ajudar a minha mãe e possa manter o curso que eu faço. Embora o curso seja em uma universidade pública, tenho muitos custos. E os custos são altos, como passagem, livros e xérox. Então, meu trabalho permite que eu faça isso, além de me dar uma responsabilidade”, explica o coordenador da Palma Limpe, Elias Lino dos Santos.

Os produtos são um sucesso no Conjunto Palmeiras. Da feira ao supermercado, eles já disputam espaço com outros de marcas famosas.

O banco também faz empréstimos pessoais, nesse caso, a moeda são as palmas. Os clientes têm até 90 dias para pagar e, acredite, sem juros.

A vendedora autônoma Sonivanda Holanda vende roupas e cosméticos. Ela pediu ajuda, porque o dinheiro para as despesas acabou antes do fim do mês.

Nome limpo no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), Serasa, comprovação de renda, avalista: o Banco Palmas não exige nada disso para conceder o empréstimo. Basta apresentar, no balcão, a identidade e o CPF. O mais importante é que tem que ser morador do bairro.

É claro que existem alguns cuidados para evitar o calote. Por exemplo, a ficha do cliente passa por uma análise, só que um jeito nada comum: quem dá as informações sobre a pessoa que está tentando o crédito é a própria comunidade. E aí, dependendo do que os vizinhos disserem, nada feito e adeus, dinheiro!

Givanilson Holanda, o Gil, é o analista de crédito do banco, o homem que libera o dinheiro. Uma das missões dele foi checar com os vizinhos a ficha de dona Sonivanda.

Uma vizinha conta que dona Sonivanda mora no bairro há muitos anos. Outra afirma que ela é uma boa cliente e que emprestaria R$ 100 a Sonivanda.

“A pergunta chave é: você teria coragem de emprestar tanto para ela? Dois vizinhos disseram que sim. Afirmaram, com certeza, que emprestariam. Por mim, o crédito dela está aprovado. Pode pegar o dinheiro”, explica Gil.

Já com as cem palmas na mão, ela foi direto ao mercado comprar os mantimentos que estavam faltando. Quem paga na moeda do bairro ainda ganha desconto.

“Tive um desconto de 5%. Foi ótimo! Gosto de comprar sempre com palmas, porque a gente tem dois meses de prazo. Mas eu sempre pago antes, porque o bairro cresce”, diz dona Sonivanda.

Pelo jeito, o supermercado atrai mais clientes e fatura mais.

“O concorrente que só aceitava real já dançou. Com a moeda palma, a gente põe combustível, paga água, luz, telefone e, se sobrar, a gente pode trocar por real. Não tem perda”, garante o comerciante Sena Pereira de Souza.

Em uma década, o Banco Palmas ajudou a criar 50 pequenas empresas e a experiência se multiplicou. Hoje, há outros 40 bancos comunitários em sete estados. No Conjunto Palmeiras, essa ideia provocou mudanças no dia a dia das pessoas. Mais que isso: incentivou muita gente a se valorizar.

“Acho que se eu pudesse reduzir em uma palavra seria superação, superação de preconceitos, por sermos jovens. É uma superação de desafios. É a prova de que nós somos capazes”, constata Elias Lino dos Santos, coordenador da Palma Limpe.

“Quando comparo a minha vida de quando cheguei aqui com a minha vida de agora, eu me lembro de uma canção que sempre gosto de cantar: ‘Sabor de mel’. ‘A minha vitória hoje tem sabor de mel’, como diz a canção. A minha irmã liga para mim, às vezes, e diz que quando lembra do sofrimento que passou aqui não tem nem vontade de passear por aqui. Eu digo para ela vir, porque agora está diferente. Agora, ela vai ver pelo Globo Repórter. Estou feliz por isso”, finaliza dona Darcília.

Fonte:

http://g1.globo.com/globoreporter/0,,MUL1052010-16619,00-BAIRRO+DE+FORTALEZA+CRIA+MOEDA+PROPRIA+E+ENRIQUECE.html

Aniversário do Cazuá em Bremen

Canarinho da Alemanha… quem matou meu Curió…

Outubro é um mes especial para a família Irmãos Guerreiros, pois lá do Cazuá do meu grande irmão Marcio Araújo, o Contra Mestre Pernalonga, chegam as novidades… O CAZUÁ está comemorando o seu 3º aniversário, e na batalha, na luta de resistência do dia a dia, vem se firmando como um terreiro de qualidade e respeito, onde a capoeira se sente em casa…

No mes passado o Cazuá abriu uma nova filial, um novo terreiro em Portugal, no Porto, desejamos a todos os camaradas do Cazuá muito sucesso nas terras lusitanas!

Tive a oportunidade de participar do 1º aniversário do Cazuá e aconselho vivamente aos camaradas, visitantes e leitores do Portal Capoeira a participarem deste evento comandado pelo carismático e competente Pernalonga.

O Cazuá esta localizado em Bremen, Alemanha, uma cidade maravilhosa e muito amistosa, que nesta época do ano tem um clima muito agradável. Vale a pena salientar a beleza das construções antigas e do rio que corta a cidade, a culinária eclética e a hospitalidade dos moradores, o que nos incentiva ainda mais a conhecer o CAZUÁ da família Irmãos Guerreiros e vivenciar fantásticos e produtivos contatos com a nossa arte "mãe" e com profissionais competentes e responsáveis.

Fica a dica de ótima capoeiragem, vadiação e alegria garantida!!!

Luciano Milani

DIA 16 de outubro Cazuá vai esta em festa mais um vez comemorando mais um aniversário

Desta vez receberá mestre Marrom para vadiar na varanda do Cazuá

Também como convidado, mestre Camaleão, contra mestre Dorado e Murah Soares  (Danca Afro).

Contra mestre Perna convida a todos para vadiar no Cazuá festa garantida muito samba de roda e vadiacao .

www.capoeira-angola-bremen.de

Cuiabá: Capoeira entra em cena

Palco Giratório traz espetáculos de todo o Brasil para o Sesc Arsenal, a partir deste final de semana. Teatro, dança e circo, diariamente, até 01/06

Depois de passar por um Curto Circuito de Teatro(últimas peças hoje) Cuiabá entra em um Palco Giratório. Dionísio reina neste calor cuiabano. O SESC vai entrar em ebulição. São espetáculos com grupos de todo o Brasil, durante todo o mês de maio.

Integram a programação oficinas, debates e, claro, muito teatro. O Festival Palco Giratório é um dos maiores festivais de artes cênicas circulando o país, senão o maior.

Máscaras, bonecos, figurinos, cenários, imaginários compartilhados e construídos e reconstruídos pela cultura. Que privilégio uma cidade que depois de esbaldar em um mês de teatro local recebe os grupos nacionais e continua a interagir com atores e platéias em um palco cotidiano.

O Festival Palco Giratório está de volta a Cuiabá com espetáculos fundamentados na pesquisa como base de criação e desenvolvimento e primam por trabalhar a educação dos sentidos para a formação de público. Durante este mês, Cuiabá sedia pelo segundo ano consecutivo, o Festival. De 03/05 a 01/06, serão exibidos, diariamente, espetáculos de teatro, dança e circo, de vários estados do País e de produções locais.

Quem começa girando é o Besouro Cordão-de-Ouro (RJ) um espetáculo que faz homenagem a Manuel Henrique Pereira(1897-1924), o Besouro Cordão-de-Ouro ou o Besouro-Mangangá, tido como o maior capoeirista de todos os tempos da Bahia. Suas histórias são contadas por outros mestres capoeiristas conhecidos, como Canjiquinha, Bimba(criador da capoeira Regional), Barroquinha, Caiçara, Budião, Rosa Palmeirão, Dora das Sete Portas e Pastinha(líder da capoieira Angola).

O palco se transforma numa grande roda de capoeira com atabaques, berimbaus, pandeiros e caxixis. Caixotes de madeira, painéis com as letras das músicas do espetáculo e balaios espalhados pelo chão compõem o cenário e aproximam o ambiente dos personagens da platéia. O elenco, todo composto de atores negros, contou com dois grandes mestres da capoeira para a preparação corporal, Mestre Casquinha e Mestre Camisa.

O espetáculo mostra a trajetória, filosofia, prática e música do mestre Besouro, fazendo um paralelo com a história do Brasil suas raízes culturais. Besouro, nascido em Santo Amaro da Purificação, deixou seu nome gravado nas rodas de capoeira. Metido em política, ele impunha respeito naquele princípio de século XX, na Bahia. Além de capoeirista, Besouro também tocava violão e compunha sambas-de-roda.

Besouro inspirou a música Lapinha, de Baden Powell e Paulo César Pinheiro, vencedora do Festival de Música da TV Record, na voz da cantora Elis Regina. Serviu de fonte também para um dos capítulos do livro Mar Morto, de Jorge Amado, e para o filme Besouro capoeirista, com o ator baiano Mário Gusmão. O curioso é que a mesma coragem e valentia lembradas nas canções, que o transformaram num herói, fizeram com que, em vida, tivesse fama de arruaceiro e fosse perseguido pela polícia em inúmeras ocasiões. E pensar que tudo isso foi feito antes de ele completar 30 anos.

Em um texto do Luciano Milani, baseado em uma matéria publicada no Correio da Bahia, temos a descrição do Besouro lendário: “Até hoje, sua personalidade permanece envolta em mistério, fortalecendo ainda mais o mito em torno de seu nome. Sua certidão de nascimento nunca foi encontrada, nem documentos de identidade. Também não há qualquer imagem – seja fotografia ou pintura – dele. Besouro não deixou filhos conhecidos, nem mulher, nenhum grande amor que tenha ouvido suas confidências naquelas noites antigas. Seus amigos já partiram deste mundo. Sua única irmã viva não chegou a conhecê-lo: temia o próprio irmão”. Sua existência foi “comprovada” há pouco tempo através de dois documentos encontrados no Arquivo Público da Bahia, em Salvador, e no de Santo Amaro. Neste último, Besouro é acusado por um crime cometido na Fazenda Rio Fundo, onde ele vivia como empregado de um poderoso proprietário da região.

Também passarão pelos palcos do SESC Arsenal os espetáculos: Adubo (DF), neste domingo e mais: Das Saborosas Aventuras de Dom Quixote de La Mancha e seu Escudeiro Sancho Pança (GO), Tempo (MT), Amor e Loucura (BA), Desutilidade Poética (MT), Miniteatro Ecológico – Caatinga (MG), A Gaivota (Alguns Rascunhos) (PB), Circo Minimal (RS), Larvárias (RS), O Porco (SP), O Pupilo Quer Ser Tutor (SC), Siriri e Cururu (MT), O Sapato do Meu Tio (BA), Ópera Dance (MT), Circo Teatro Artetude (DF), The Carnival (MT), Casa de Ferro (BA), Curta Curva do Rio (MT), Senhora dos Afogados (MT), As 04 Chaves (SP), Saudades em Terra/Água (RJ), Quebra-Cabeça, A Lenda do Minhocão do Pari (MT), O Reencontro de Palhaços na Rua é a Alegria do Sol com a Lua (AL), Sambalelê (MT), Brevidades (SP).

O projeto Palco Giratório foi criado pelo Departamento Nacional do Sesc, desde 1998, com o objetivo de difundir e descentralizar as artes cênicas no Brasil. A iniciativa se transformou em uma das ações culturais mais importantes do país, pois através do projeto a população pode ter acesso às produções teatrais de qualidade. Com uma programação múltipla, diversos espetáculos circulam pelas capitais e cidades do interior, viabilizando a troca de experiências entre grupos de teatro de todo o Brasil.

Fonte: Diário de Cuiabá: http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=315896

Aconteceu: Presidente Prudente – Campeonato Brasileiro de Capoeira

Capoeira de C. Mourão em destaque

Campo Mourão foi destaque no Campeonato Brasileiro de Capoeira, disputado neste final de semana em Presidente Prudente (São Paulo). Através do professor Coquinho, e com apoio da Fundação de Esportes de Campo Mourão (Fecam), a equipe mourãoense garantiu o segundo lugar na categoria profissional.

Além de Coquinho, a equipe foi composta por mais seis competidores: Mestre Paulinho, Mauricio, Daniele, Gustavo, Sara e Fátima. A competição reuniu capoeiristas de vários estados brasileiros, como São Paulo, Mato Grosso, Paraná, Minas Gerais, Santa Catarina, entre outros. "Foi um resultado muito bom, graças a Deus. É o resultado de todo um trabalho de preparação e muito esforço de todos", reconhece mestre Paulinho.

No próximo dia 16 de dezembro, a equipe se dirige a Londrina, no encontro Brasileiro de Capoeira, promovido pelo grupo Geração Brasil, de Londrina. Ainda este mês, no dia 22, mais um compromisso, desta vez na 1ª etapa da Copa Paraná de Capoeira, em Tuneiras do Oeste. Professor Coquinho já havia conquistado a medalha de ouro na etapa do Brasileiro disputada em Campo Mourão, no mês de outubro.

Fonte: http://www.tribunadointerior.com.br

Alagoas: Capoeira na Praça Palmares

Integrantes do Núcleo de Apoio e Desenvolvimento da Capoeira (NADEC) e convidados participarão hoje ( 09.11) de uma roda de capoeira na Praça Palmares, a partir das 17hs no Centro de Maceió. A atividade visa o resgate afro-cultural da praça e integra as comemorações alusivas ao mês da consciência negra, momento estratégico para reflexão sobre a conjuntura sócia-política do povo negro e exaltação das manifestações afro-culturais.

O NADEC iniciou suas atividades em 2003 e busca incentivar a formação dos capoeiristas e perpetuar as informações repassadas por mestres de capoeira experientes. A entidade é formada por profissionais das mais diversas áreas, professores universitários e da rede pública de ensino; estudantes; capoeiristas de vários grupos de Maceió e outros municípios, além de simpatizantes. Dentre as atividades já desenvolvidas destacam-se a realização de palestras, debates, oficinas de capoeira e encontro de capoeiristas.

De acordo com José Carlos Pereira da Silva, historiador e professor de capoeira, a entidade. "A Praça Palmares já foi palco de importantes eventos promovidos por representantes do movimento negro. E o NADEC, na busca pelo resgate dos grandes momentos da capoeira em Alagoas, tem como objetivo realizar uma roda de capoeira toda a segunda sexta-feira de cada mês", afirmou o coordenador do núcleo.

A capoeira é uma das principais riquezas da cultura afro-brasileira, uma mistura de dança, música, esporte, arte, brincadeira, enfim, considerada uma filosofia de vida para muitas pessoas. Praticada em 164 países, a capoeira é dividida em estilos: angola, regional e contemporânea (criada recentemente) – executados por capoeiristas das mais variadas classes sociais e faixa etária, sem descriminação quanto à religião, raça e gênero

por Assessoria – Alemtemporeal – Alagoas
http://www.alemtemporeal.com.br

Mês da Consciência Negra tem programação especial & Capoeira

A festa para o Mês da Consciência Negra será comemorado em Ribeirão com vários eventos, realizados entre 10 a 27 de novembro. A abertura do dia 10 terá a manifestação cultural africana Tambu-Jongo, às 11h, na esplanada do Theatro Pedro II. No mesmo dia, às 18h, no auditório da Casa da Cultura alto do São Bento, haverá a palestra “Religiosidade de Matriz Africana e Legislação”.

Na quadra da Escola de Samba “Bambas”, acontece, no dia 11, às 10h30, uma oficina de capoeira.
Às 15h, acontecerá a palestra “Capoeira e cultura afro-brasileira. As atividades serão ministradas pelo mestre de capoeira Pedro Moraes Trindade (Mestre Moraes).

O ator Giovani da Silva realiza, no período de 15 a 19 de novembro, às 19h, a Oficina de Teatro e Literatura, no Centro Cultural Órunmila. No dia 20, data em que se comemora o Dia da Consciência Negra, uma Feira Afro-brasileira acontece no Teatro de Arena (Alto do São Bento). A partir das 16h, acontecerão apresentações de capoeira, maculelê, hip-hop, samba, reggae, teatro e comercialização de comidas típicas.

A ONG Fala Preta promoverá, no dia 23, às 19h, no auditório da casa da cultura, a palestra “Trajetória de Mulheres Africanas e Negras no Brasil”. No dia 24, das 9h às 12h e das 14h às 17h, no Centro Cultural Órunmila, um ciclo de palestras abordando os tópicos “Violência Contra a Mulher” (Lei Maria da Penha), “Tráfico de Pessoas – Recorde Racial e de Gênero”, “Mulher Negra e Mercado de Trabalho” e “Lei 10.639 e Relação de Gênero”.

O lançamento dos sambas enredo da União das entidades Carnavalescas – Nenê da Vila Matilde, grupo Chega pra Sambar, afoxé Omo Orunmila, Bambas e Tradição, também será no dia 24, na quadra da Escola “Bambas”. A programação será encerrada dia 27, durante o Café Filosófico, a partir das 19h, na Câmara Municipal de Ribeirão Preto (avenida Jerônimo Gonçalves, 1.200), com participação de Nei Lopes, que fala sobre Samba, cultura Afro-brasileira e a Lei 10.639/03.

São Caetano – SP: Sesc oferece aulas gratuitas de capoeira

O Sesc São Caetano ministrará aulas gratuitas de capoeira nos próximos três sábados do mês de agosto (11, 18 e 25), sempre das 13h às 14h. As inscrições já estão abertas e as vagas são limitadas. Para participar é preciso ter mais de 7 anos.
 
As aulas incluem as duas modalidades da capoeira: a Angola, que se caracteriza pelo estilo mais próximo de como os escravos jogavam, e a Regional, a mais recente, que apresenta elementos de artes marciais e um jogo rápido, com quedas, rasteiras e cabeçadas. Os alunos vão conhecer as regras e as músicas relacionadas à luta, além de aprender a tocar berimbau.
 
Inventada pelos escravos, vindos da África no século XVI, a capoeira nasceu como forma de resistência à opressão. Praticado em segredo, o esporte transmitia a cultura dos praticantes. Com o passar do tempo, a capoeira se espalhou pelo País, ganhou adeptos e ficou caracterizada pelos movimentos ágeis e pelo uso da música.
 
Ginástica Postural
Até o dia 27 deste mês, a unidade oferece no programa Corpo e Expressão aulas gratuitas de Ginástica Postural, que visa o alinhamento postural e a melhoria da força e da flexibilidade muscular por meio de posturas e exercícios de alongamentos. As aulas são realizadas todas as quartas e sextas-feiras, às 11h.
 
O Sesc São Caetano fica na rua Piauí, 554, bairro Santa Paula. Mais informações pelo telefone 4233-8800.

Fonte: http://www.reporterdiario.com.br

Lagoa Santa: “Lapinha Museu Vivo no Mês da Abolição: Encontro de Cultura de Raiz”

Muito mais do que um encontro de "capoeiras" o IV Encontro Cultura de Raiz – “Lapinha – Museu Vivo no Mês da Abolição” vem com uma proposta de revalorização e resgate cultural e ambiental, tendo como enfaze  a capoeira cidadã, como diria Mestre Decanio: "A capoeira é uma escola de cidadania"… (Cito trecho da matéria: "…valorizar a cultura popular e regional é o grande instrumento para a formação de cidadãos comprometidos com as questões sociais…)
Luciano Milani
NO ÚLTIMO FINAL DE SEMANA DE MAIO LAGOA SANTA
VALORIZARÁ AS ORIGENS DE SUA CULTURA
ASSOCIAÇÃO CULTURAL EU SOU ANGOLEIRO PROMOVE
4º LAPINHA – MUSEU VIVO NO MÊS DA ABOLIÇÃO.

 
 
Entre os dias 25 a 27 de maio Lagoa Santa será palco para a valorização e divulgação da cultura popular e da história do mineiro e do povo brasileiro: vem aí a quarta edição do "Lapinha Museu Vivo no Mês da Abolição: Encontro de Cultura de Raiz". São três dias de práticas culturais que acontecem no centro de Lagoa Santa (no Teatro de Arena da Praça Dr. Lund) e na Lapinha (Igreja Nossa Senhora do Rosário e Gruta da Lapinha). Assim as crianças e jovens de escolas públicas da cidade, as associações comunitárias ligadas a estes alunos e o público em geral terão acesso à práticas gratuitas de aulas capoeira angola, teatro, percussão, dança afro e educação ambiental. A atração deste ano está no resgate do trabalho de Mestre Virgílio (de Ilheus, BA), bem como o encontro e vivência com mestres da cultura popular como a capoeira angola, dança afro, Candombe (D. Mercês, do Açude- Serra do Cipó), os reinados de congo de Nossa Senhora do Rosário e os participantes do boi da manta. Com uma programação eclética formada por shows de reggae, rap, samba e exibição de videos, o "Lapinha Museu Vivo" já foi apreciado por mais de 5mil pessoas e vêm provando que valorizar a cultura popular e regional é o grande instrumento para a formação de cidadãos comprometidos com as questões sociais. O "Lapinha Museu Vivo no Mês da Abolição: Encontro de Cultura de Raiz" foi idealizado e realizado em 2004 pela Associação Cultural Eu Sou Angoleiro (Acesa) através da coordenação geral do Mestre João Bosco, por meio de seu núcleo Irmandade Atores da Pândega, em Lagoa Santa, coordenado pelo treinél Gersino Alves e desde 2006 conta com o apoio institucional da Prefeitura de Lagoa Santa, através da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura.
 
O QUE ACONTECE NO LAPINHA MUSEU VIVO
 
O encontro visa a valorização do patrimônio cultural imaterial brasileiro através do intercâmbio cultural promovido com a troca de experiências dos grandes mestres de tradição oral. Assim o evento tem trazido para Minas grandes mestres da capoeira angola, como os baianos e alunos diretos de Mestre Pastinha, Gildo Alfinete e Boca Rica (representantes da Associação Brasileira de Capoeira Angola) e João Pequeno (Academia João Pequeno de Pastinha, guardião da Capoeira Angola neste século), para trocarem experiências e saberes com outros mestres da capoeira angola de manifestações culturais do Estado, como dona Mercês, do Candombe e dona Isabel, Rainha Conga de Minas Gerais, do Reinado de Nossa Senhora do Rosário.
 
Nesta quarta edição do evento o mestre convidado será Virgílio de Ilhéus/BA e mestres de outras culturas populares de raiz como o Candombe e o Reinado. José Virgílio dos Santos, mais conhecido como Mestre Virgílio, 73 anos, é o mais antigo representante da velha guarda da capoeira angola de Ilhéus. Iniciado na capoeiragem aos 9 anos de idade por Mestre Caranha, aprendeu o jogo com velhos angoleiros como os mestres Chico da Onça, Claudemiro, Álvaro, Elíscio, João Valença e Barreto. Na década de 50 foi formado Contra-Mestre por Mestre João Grande, que morou alguns anos na região, sendo conhecido como João Bate-Estaca. Mestre Virgílio foi fundador e primeiro presidente da União de Capoeiristas do Sul da Bahia – UCASUB, tendo renunciado ao cargo por divergências quanto à condução da entidade. Atualmente coordena a Associação de Capoeira Angola Mucumbo e dá aulas de capoeira angola em Olivença e no Teatro Municipal de Ilhéus. Em breve o Grupo estará lançando um cd com 20 composições sobre a capoeira
 
ASSOCIAÇÃO CULTURAL EU SOU ANGOLEIRO/ MESTRE JOÃO BOSCO CONVIDA:
MESTRE VIRGÍLIO (ILHÉUS/BA)
MESTRE MARCIO ALEXANDRE (BH)
MESTRE CABELLO (ITACARÉ/BA)
MESTRES DO MANG – MOVIMENTO ANGOLEIRO DE BELO HORIZONTE
 
QUEM SOMOS
 
A Acesa realiza em Belo Horizonte desde 1993 trabalhos de formação nas áreas de capoeira angola, dança afro, percussão e teatro com atividades nas 15 frentes de trabalho (Centro, Vila Acaba Mundo, Morro do Cascalho, Santa Tereza, Barro Preto, Pampulha, Santa Luzia, Jardim Canadá, Contagem, Betim, Ibirité, Lagoa Santa, Nova Lima, Codisburgo, Ribeirão das Neves e Coronel Fabriciano), atendendo mais de 300 alunos.
 
"LAPINHA MUSEU VIVO NO MÊS DA ABOLIÇÃO: 4º ENCONTRO DE CULTURA DE RAIZ"
 
PROGRAMAÇÃO
 
Sexta – dia 25, às 17h
Local – Lagoa Santa (Praça Dr Lund)
Programação: Grande roda de Capoeira Angola e shows : Banda Agbara (reggae), Cia Primitiva de Arte Negra (dança afro) e Apologia X (rap).
 
Sábado – dia 26, a partir das 8h
Local: Gruta da Lapinha
08h às 12h – Oficinas de capoeira angola, dança afro, percussão, educação ambiental, argila, máscara de gesso, pães e alimentação integral e produção audiovisual.
14h às 16h – Mesa Redonda: "Não nego meu Natural: meio ambiente, cultura de raiz e educação". Convidados: Mestre João Angoleiro (BH /MG),Mestre Virgílio (Ilhéus- BA), D.Isabel (Rainha da guarda de Congo e Moçambique 13 de Maio), Representante Comunidade do Açude, representantes das secretarias municipais de educação e cultura.
16h cortejo de tambores Namastê (Santa Luzia) e Boi da Manta (Irmandade dos Atores da Pandêga – Lagoa Santa)
Local: Igreja de Nossa Senhora do Rosário/ Lapinha, a partir das 18h
Mostra de vídeo: Prata da Casa – vídeos sobre cultura e educação
20h – Show com D.Elisa (Velha Guarda do Samba)
21h – Festival de dança afro: Kandoá (Serra do Cipó), Núcleo Flor do Cascalho, Cia Baobá Arte Africana e Afro-Brasileira, Núcleo do Nacional, Namastê (Santa Luzia), Projeto Querubins e Cia Primitiva
22h – Shows: Aidê Acustico, Os Plantas e Samba de Roda
 
Domingo – dia 27/05 a partir das 8h
Local: Igreja Nossa Senhora do Rosário/Lapinha
Apresentação da Guarda de Congado da Lapinha
Grande roda de capoeira angola
Shows: Candombe do Açude e Matição
Oficina de Auto-Educação Vitalícia: alimentação como fonte de saúde. 
 
SERVIÇO:
 
Evento: "Lapinha Museu Vivo no Mês da Abolição: 4º Encontro de Cultura de Raiz"
DATA: 25 a 27 de maio em Lagoa Santa
Local: Praça Central de Lagoa Santa (Dr. Lund), Gruta da Lapinha e Igreja Nossa Senhora do Rosário/Lapinha.
Realização: Associação Cultural Eu Sou Angoleiro (Acesa)
Inscrição: Sede da Acesa em BH – Rua da Bahia, 570 – 12º andar – Belo Horizonte/MG ou Site  – www.eusouangoleiro.org.br
VALOR R$ 35,00 (TRINTA CINCO REAIS) (03 DIAS COM DIREITO ALIMENTAÇÃO, OFICINAS, CAMPING E SHOWS) . VALOR R$ 50,00 (CINQUENTA REAIS) INSCRIÇÃO + CAMISA
Sede da Acesa em Lagoa Santa
Rua Melo Viana,420 B. Várzea – Lagoa Santa irmandadedapandega@hotmail.com museuvivo2005@yahoo.com.br
INFORMAÇÕES: (31) 9297-1582
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO
CAREM ABREU (JP 5871/MG) 9751-6869/ 9297-1592 E JÚNIA BERTOLINO (0011097/MG) – (31) 99176762/3467-6762.
 
AGUARDAMOS TODOS LÁ. JUNIA BERTOLINO (31) 99176762.
 
http://www.eusouangoleiro.org.br
 
Fonte: Rod@ Virtual – Mestre Jeronimo

Dicionário de Capoeira: Promoção Especial

Dicionário de Capoeira: Promoção Especial
 

Quem ainda não adquiriu a 2a. edição do Dicionário de Capoeira tem uma oportunidade  imperdível nesse mês de outubro. Nesse mês o Dicionário pode ser adquirido por apenas R$ 20, já inclusa a postagem, para qualquer cidade do Brasil. Para receber o Dicionário pelo correio deposite a quantia na conta do próprio autor, Mano Lima, Banco do Brasil, agência 1231-9, conta corrente 21.987-8.  Em seguida, informe o depósito e o endereço para envio por telefone ou e-mail (abaixo).
 
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A 2a. edição – revista e ampliada – do Dicionário tem 208 páginas e mais de 1.400 verbetes. A obra foi construída a partir de pesquisa bibliográfica e de entrevistas com mestres de capoeira. Como o Dicionário foi editado de forma independente, o autor conta com a sua colaboração, adquirindo um ou mais exemplares do Dicionário, divulgando-o na imprensa de sua região ou revendendo-o em seu grupo. Veja mais informações sobre a obra, inclusive a capa, nos sites www.portalcapoeira.com e www.manolima.com.


Vencedores da Promoção "Dicionário de Capoeira" – Portal Capoeira
 
Parabéns aos vencedores toda a equipe do Portal Capoeira deseja que este importante livro sirva para ampliar os seus saberes e fomentar a vontade e a sede de conhecimento…
 
Marcela Lucena – marcela_cdo@hotmail.com

Ainda não entrou em contato (se a vencedora não nos contactar até o final do mês, iremos fazer um novo sorteio para entregar o exemplar que ainda não foi reclamado.)
 
Juruguassi Pereira Carvalho – formandojuruna@wanadoo.fr
Venho por esta agradecer ao Portal da Capoeira por ter obtido o prazer de receber o Dicionário da Capoeira, mesmo ainda nao tendo lindo acredito ser mais um instrumento de grande valia para os capoeirista e que venha a somar mais ainda na promoçao de nossa cultura da capoeira, agradeço grandemente ao Portal da Capoeira e ao autor Mano Lima, e espero anciosamente ler o Dicionário da Capoeira.
 
FORMANDO juruna (grupo capoeira brasil)
association CAPOEIR’ART
MARSEILLE-FRANCA
obrigado

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