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Rio de Janeiro: Lançamento de Livro e Mesa Redonda

LANÇAMENTO DO LIVRO * O IMAGINÁRIO CANTADO NAS RODAS DE CAPOEIRA *  AUTOR JORGE FELIPE COLUMÁ (MESTRE COLUMÁ) DIA 29 DE OUTUBRO ÁS 14:00 HS NA LOJA DE CAPOEIRA LAPA RIO – CENTRO – RIO DE JANEIRO.

MAIORES INFORMAÇÕES: (21) 7822.5167  RADIO  23* 25688


NO DIA 29 DE OUTUBRO ÁS 19:30 HS NA UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA A CONFRARIA CARIOCA ESTARÁ REALIZANDO UMA MESA REDONDA SOBRE O TEMA *QUAL A CAPOEIRA QUE O RIO DE JANEIRO JOGA*

INFORMAÇÕES: (21) 9190.3234

CONTAMOS COM A PRESENÇA DOS AMIGOS PARA O ENGRANDECIMENTO DA NOSSA ARTE-LUTA.

SAUDAÇÕES CAPOEIRISTAS

MESTRE BURGUÊS

 


Cultura e Acessibilidade

Cultura e Acessibilidade – 1º Encontro Baiano sobre acessibilidade – Dias 24 e 25 de outubro – Entrada Franca | Palestra – Dia 22/10

1º Encontro Baiano para espaços museais e instituições socioculturais na perspectiva da acessibilidade.
Dias 24 e 25 de outubro de 2012 no Museu Carlos Costa Pinto – Entrada FrancaInscrição através do e-mail: cultural@museucostapinto.com.br – Vagas Limitadas | Será fornecido certificado
Realização – Museu Carlos Costa Pinto | Apoio Financeiro – Fundo de Cultura, Secretaria da Cultura e Fazenda, Governo do Estado da Bahia.Apoio Institucional – Arcca e Prefeitura Municipal de Salvador, Dimus, Ipac.

PROGRAMAÇÃO

Dia 24/10

8 às 9h00 – Credenciamento9 às 10h00 – Mesa de abertura – 1 representante da Secretaria de Justiça, Bárbara Carvalho dos Santos (MCCP), Profa. Maria Célia T. Moura Santos (DIMUS), 1 representante SETAD, Ednilson Sacramento (Conselho Municipal da pessoa com deficiência) e Dra. Nidalva Brito (Ministério Público)10 às 10h30 – Intervalo10h30 às 12h30 – Mesa Acessibilidade em ambientes culturais: experiências locais, com instituições culturais do Corredor da Vitória. Mediador: Moari Castro12h30 às 14h00 – Intervalo para almoço14h às 15h00 – Mesa sobre Legislação e cidadania – Dra. Nidalva Brito (Ministério Público), Dr. Manoel Jorge Silva Neto (Ministério Público do Trabalho) e mediador: Lívia (Ednilson)15h00 às 15h30 – Intervalo15h30 às 17h00 – Mesa sobre Recursos de Acessibilidade – Humberto Pires, Eliana Franco,  mediador: Ednilson

Dia 25/10

8h30 às 10h00 – Mesa sobre barreiras físicas – Islândia (VIDA BRASIL), Raimundo Nonato (Fundação Mário Leal Ferreira), mediação: Ninfa Cunha10 às 10h30 – Intervalo10h30 às 12h00 – Mesa sobre barreiras atitudinais – Mariene Maciel; Silvia Regina Costa Martins (COMPED), Diego Almeida (Revista EXISTO), mediação: Antonio Carlos Barbosa12h00 às 14h00 – Intervalo almoço14h00 – 16h00 – Grupos de trabalho setoriais para formulação de ações16h00 às 18h00 – Apresentação das propostas e ações

LOCAL: MUSEU CARLOS COSTA PINTO – AUDITÓRIO

Av. Sete de Setembro, 2490 – Corredor da Vitória – Salvador – Ba

 

Museu Carlos Costa Pinto museuccp@gmail.com

13 de maio – Jornada Brasileirafro celebra a data no Rio de Janeiro

Pra celebrar a abolição formal da escravatura, o Centro Universitário Augusto Motta  (Unisuam) promove, no dia 13 deste, a II Jornada Brasileirafro. Realizada pela coordenação do curso de psicologia da unidade de Bonsucesso, a iniciativa tem como objetivo evidenciar a contribuição da cultura africana na formação da identidade brasileira.

O presidente da Fundação Cultural Palmares (FCP) fala sobre o Estatuto da Igualdade Racial (Lei 12.288/10), na abertura do evento. Um dos principais articuladores do processo que resultou em sua aprovação, Eloi Ferreira de Araujo considera a lei um “instrumento estruturante para a inclusão da população negra em todos os ambientes da atividade humana”, o que é “fundamental para a consolidação da democracia”.

DESIGUALDADES HISTÓRICAS – Aprovado em 20 de novembro de 2010, o Estatuto visa garantir a implementação de políticas públicas favoráveis à população negra, objetivando a correção de desigualdades históricas e a erradicação do racismo na sociedade brasileira. É pelo que o movimento negro luta, 123 anos depois de abolida, oficialmente, a escravidão no País.

Cultura, arte e literatura serão os temas trabalhados na segunda edição da jornada, para afirmar a importância que têm na constituição da identidade brasileira. Haverá palestras, debates, filmes, roda de capoeira, exposição de artesanato afro, degustação de comidas típicas e um salão especializado em penteados afro, no Espaço Coisa D’Negro, onde os participantes poderão cuidar dos cabelos por preços simbólicos.

INSCRIÇÕES – As inscrições para a II Jornada Brasileirafro podem ser feitas através do site da instituição (www.unisuam.edu.br/ccult). A entrada é gratuita e haverá emissão de certificados para os participantes. Para os estudantes do Centro Universitário Augusto Motta  (Unisuam), o evento funcionará como atividade acadêmica complementar.

Serviço

O quê: II Jornada Brasileirafro
Quando: 13 de maio
Horário: A partir das 09h30
Onde: Centro Universitário Augusto Mota (UNISUAM)
Endereço: AV. Paris, Nº 72, Bonsucesso – Rio de Janeiro/RJ

Programação

09h30 a 10h – Mesa de abertura
Claudia Costa (Pró-Reitora de Pesquisa e Extensão da Unisuam)
Carlos Alberto Figueiredo (Pró-Reitor de Ensino da Unisuam)
Jorge França (Pesquisador/ Mestrado V)
Eloi  Ferreira de  Araújo (Presidente da Fundação Cultural dos Palmares)

10h – Conferência de abertura
Eloi Ferreira de Araújo (Presidente da Fundação Cultural dos Palmares)

10h30 a 11h30 – Mesa-redonda
O negro no ensino superior pela porta da frente
Coordenação: Maria Angélica Oliveira Gabriel
Componentes:
Dr. Jorge França (Pesquisador da Unisuam)
Dr. Nilton Sousa da Silva (Coordenador do Labpsiafro/ UFRRJ)
Auditório Prof. Amarina Motta.

11h30min a 19h  – Salão Espaço Coisa D´Negro
Pátio Coberto

12 a 13h – Roda de capoeira
Pátio Descoberto

13 a 14h  – Apresentação de pôsteres
Pátio Coberto

14 a 16h – Oficinas
Mia Couto Mosaico Cultural – João Olinto Trindade Junior
Igreja de negros: Ms. Reinaldo Bernades Tavares
Cantando a história do samba: Ms. Cláudio Honorato
Roda de conversa sobre “O racismo à brasileira”

16h a 18h – Cine-Debate: A negação do Brasil
Auditório Prof.  Amarina Motta

18 a 19h – Apresentação de dança afro
Responsável: Thais Jordão (Unisuam)
Grupo de dança Akoni: Comunidade do Vidigal
Auditório Prof.  Amarina Motta

19 a 20h – Mesa Redonda: Literaturas africanas e afrobrasileiras
Coordenação: Vera Negri (Unisuam)
Palestrantes: Dulce Mendes de Vasconcellos (Literaturas Afrobrasileiras) e Alexsandra Machado (Literaturas Africanas de Língua Portuguesa).

20h – Exposição de Artesanato Cerâmica Negra da Maré
CCULT

21h – Degustação de Comidas Típicas
Coordenação: Alejandra Cáceres (Coordenadora Técnica de Gastronomia da Unisuam)

21h30 – Encerramento

 

Fonte: http://www.palmares.gov.br

ACANNE: Comemoração do Aniversário do saudoso Mestre Caiçara

IEEEEÊ MANDIGUEIRO SOU EU!
São duas velas acesas,uma cova cavada,entra eu ou você.Vou pedir licença a morte,para jogar. Só basta nós morremos,colega velho,no dia que Deus quiser.
Mestre Caiçara

Na sexta-feira, dia 08 de maio, os berimbáus da ACANNE terá um motivo maior para ecuar mais intensamente, vamos comemorar o anivérsário do saudoso mestre Caiçara, nascido em 08 de maio de 1924 e que faria 85 anos.”Ancestral” discípulo do mestre Aberrê e padrinho da ACANNE, nos ajudará a celebrar este dia.

No entanto, vocês estão convidados para a nossa roda que será seguida de samba e posteriormente, da nossa mesa de frutas.
Tel: (71)9146-5999

Mulheres Indígenas no contexto sócio educacional brasileiro

Aconteceu no dia 09/03/2009 no auditório Horácio Macedo na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) pela ocasião das comemorações do Dia da Mulher, o evento “Mulheres Indígenas no contexto sócio educacional brasileiro”, apoiado pelo Centro de Estudos Afrânio Coutinho/Faculdade de Letras.

Organizado pela UFRJ e a Rede GRUMIN de Mulheres Indígenas os participantes discutiram sobre a inserção da mulher indígena no mercado de trabalho, sobre saúde e educação; sobre a violência e o preconceito sofrido ainda hoje; trouxeram suas próprias experiências e seus exemplos de conquista.

O evento aconteceu somente para indígenas do Rio de Janeiro, como as guaranis da Aldeia de Paratimirim e de Camboinhas, indígenas da ocupação do antigo Museu do Índio e indígenas que vivem na cidade, entre outros indígenas, como uma prévia da Quarta Mesa de Trabalho Rumo ao Fórum Nacional da Mulher Indígena para novembro de 2009. Essa 4ª Mesa de Trabalho acontecerá no início de maio com a participação de indígenas de outros Estados e três indígenas internacionais.

Envolvidos com o tema e com o apoio e presenças dos homens indígenas, Cristino Wapixana do Nearin (Núcleo de escritores e artistas indígenas) do INBRAPI (Instituto Indígena Brasileiro para a Propriedade Intelectual) homenageia as mulheres com trechos de seu poema e sua flauta:

“Mulher morena, amarela, vermelha, parda, branca pele, peso leve. É brisa branda, ventania, belas formas, linda lua, soberana estrela nua!”.

Tini-á Fulni-ô disse que no seu povo a sociedade é matriarcal, e nos contou histórias sobre a força feminina fulni-ô. Disse que aos nove anos de idade perguntou à sua mãe como ele nasceu. Seus pais mostraram-lhe naturalmente a beleza do ato sexual, que é um ato de amor, e logo depois lhe contaram que foi assim que ele nasceu, comparando a mulher à terra. Já a líder guarani de Camboinhas, Dona Lídia disse que as mulheres da sua aldeia ouvem seus conselhos, pois no seu povo o mais velho é respeitado e passa valores aos mais jovens.  A curandeira disse contente junto às suas filhas presentes, que no próximo evento falará bem mais, e se desculpou por não dominar a língua portuguesa. A professora Vera Kauss, uma das organizadoras do evento, ressaltou a importância de se registrar e publicar as histórias indígenas, que trazem o conhecimento, a sabedoria dos povos indígenas, tão necessária à sociedade ocidental. Também foi importante a fala das jovens guarani, de Paratimirin. Evaneide falou sobre a importância do curso que está fazendo de reciclagem de papéis, onde tivemos a oportunidade de ver uma bela agenda feita no referido curso. A jovem guarani nos disse que dos cinco alunos do curso, ela é a única mulher.

Evanilde nos contou sobre o treinamento da saúde da mulher guarani, do qual ela participou. Ela respondeu a perguntas do público sobre métodos anticoncepcionais, que não são aceitos pela comunidade. Ela nos disse que  o pré-natal é feito com sucesso na aldeia. Silvia Nobre Wajãpi fez um oportuno comentário sobre a fala da jovem guarani, dizendo que hoje o infanticídio tem diminuído  com relação às crianças que nascem com deficiências nas aldeias, pois são realizados tratamentos médicos com essas crianças, para que se tornem saudáveis. A fala de Silvia foi confirmada pela agente de saúde guarani. A professora Nelilda Ormond disse que o que importa é que este evento será registrado, estando a universidade ciente da realização do mesmo e que está fazendo todo o empenho para apoiar os eventos do GRUMIN e NEARIN. Nelilda é a coordenadora geral do evento. Eliane Potiguara apresentou os instrumentos jurídicos nacionais e internacionais como caminhos para a garantia dos direitos das mulheres indígenas, além de citar os avanços após a Constituinte de 1988 e avanços após a Declaração Universal dos Direitos Indígenas que ajudou a escrever nas décadas passadas, além de agradecer o “finca pé” que estão realizando como parceria com a UFRJ. O líder Darci Guarani enfatizou a importância dos cânticos e coral indígenas, assim como Xohã frisou os traços, o design indígena como uma marca da ancestralidade. O evento ocorreu num clima de muita paz e respeito entre todos e todas. Tajira Kilima secretariou o evento e recolheu assinaturas para a constituição dos “AMIGOS DO GRUMIN”. O GRUMIN, UFRJ e parceiros partem agora para a realização da 4ª Mesa de Trabalho Rumo ao Fórum Nacional da Mulher Indígena, para início de maio de 2009.

Release escrito por ELIANE POTIGUARA*

    *   Escritora, professora e ativista indígena coordenadora do GRUMIN e Diretora do INBRAPI

www.grumin.org.br
www.elianepotiguara.org.br
www.inbrapi.org.br

Quilombolas entram na pauta do Fórum Social Mundial 2009

Fundação Cultural Palmares participa de oficina sobre Programa Brasil Quilombola

Os Quilombolas serão assunto de discussão e reflexão no Fórum Social Mundial (FSM) 2009, que começa nesta terça-feira (27), em Belém, PA. O presidente da Fundação Cultural Palmares, Zulu Araújo, vai participar da mesa-redonda que reúne dez debatedores sobre o Programa Brasil Quilombola e a Agenda Social Quilombola no dia 30 de janeiro, às 13h30, no Espaço Cultura e Saúde.

 

A mesa faz parte de uma oficina que visa promover o debate sobre as políticas públicas de promoção da igualdade racial e também pretende promover a troca de experiências e a visibilidade do Programa Brasil Quilombola, instituído pela Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir).

 

Vão participar da oficina lideranças quilombolas do Pará, dez representantes de comitês gestores do Programa Brasil Quilombola em outros estados, comunidades quilombolas em geral, militantes do Movimento Social Negro, representantes dos movimentos sociais, pesquisadores e simpatizantes da temática e gestores públicos. A oficina é aberta ao público em geral.

 

A oficina inicia-se no turno da tarde. A segunda etapa vai ser destinada aos encaminhamentos, que vão ser sistematizados em um painel final. Também está programada para as 9h da manhã uma roda de debates com a presença dos parceiros colaboradores e patrocinadores do Espaço Cultura e Saúde, entre eles a Seppir, com a participação do intelectual e sociólogo da Universidade de Coimbra Boaventura de Sousa Santos.

 

Os eixos temáticos norteadores são: Eixo I – Acesso à Terra, a produção da Riqueza e a Reprodução Social, Eixo II – Infra-Estrutura e Qualidade de Vida, acesso às Riquezas e a Sustentabilidade, Eixo III – Inclusão Produtiva e Desenvolvimento Local, a partir da perspectiva da afirmação da Sociedade Civil e dos Espaços Públicos e Eixo IV: Direito e Cidadania, Poder Político e Ética na Nova Sociedade. Tais temas vão conduzir as reflexões em torno do contexto do Programa Brasil Quilombola na atualidade e a otimização da Agenda Social Quilombola enquanto política pública.

 

Programa Brasil Quilombola – Foi criado em 2004 pelo governo federal, por meio da Seppir, como uma política de Estado para as áreas remanescentes de quilombos. O programa mantém uma interlocução permanente com os entes federativos e as representações dos órgãos federais nos estados, no intuito de descentralizar e agilizar as respostas do governo para as comunidades quilombolas.  As áreas de atuação do programa envolvem a terra, a promoção da igualdade racial, a segurança alimentar, o desenvolvimento e assistência social, a saúde, a infra-estrutura, a geração de renda, o gênero, os direitos humanos, o meio ambiente, os esportes e a previdência social.

 

Fórum Social Mundial – É um espaço aberto de encontro, que estimula de forma descentralizada o debate, a reflexão, a formulação de propostas, a troca de experiências e a articulação entre organizações e movimentos engajados em ações concretas, do nível local ao internacional, pela construção de um outro mundo, mais solidário, democrático e justo. Este ano, Belém do Pará sedia o FSM. As três primeiras edições do FSM, bem como a quinta edição, aconteceram em Porto Alegre, Rio Grande do Sul (Brasil), em 2001, 2002, 2003 e 2005. Em 2004, o evento mundial foi realizado pela primeira vez fora do Brasil, na Índia. Em 2006, sempre em expansão, o FSM aconteceu de maneira descentralizada em países de três continentes: Mali (África), Paquistão (Ásia) e Venezuela (Américas). Em 2007, voltou a acontecer de maneira central no Quênia (África).

 

Programação:

 

 

 

Manhã

Composição

Temática

 

9h

 

Roda de Debate:

Dr. Boaventura de Sousa Santos;

Min. Edson Santos;

Min. Da Saúde;

Min. Da Educação;

Representante Movimentos Sociais;

Conselho Nacional de Saúde, etc.

 

 

  • Saúde, Cultura e Democracia;

 

 

Tarde

Composição

Temática

13h30

 

Atividade Cultural

 

Mesa:

Problematização/sensibilização

 

Presidente Zulu Araújo – Fundação Palmares;

– Paulo Paim – Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal;

– Sra. Josefa Maria da Silva santos (Zefa da Guia) – Quilombola Parteira;

– Mãe Flávia da Casa do Perdão (RJ);

– Representante da CONAQ;

– Representante da CONEN;

– Representante da UNEGRO;

– Sr. Onir Araújo – Advogado OAB/militante do MNU;

 

Coordenadores: Sr. Alexandro Reis – Subsecretário SUBCOM & Sra. Ivonete Carvalho – Diretora de Projetos SUBCOM

 

·      O Programa Brasil Quilombola e a conjuntura Nacional;

 

 

 

·      A Agenda Social Quilombola, possibilidades, avanços e desafios.

 

16hs

Debate

Debate

18h

Definição de prioridades e encaminhamentos

Sistematização do material gerado através das discussões das mesas e debates;

 

Assessoria de Comunicação
Inês Ulhôa – assessora de imprensa (9966-8898) ines.ulhoa@palmares.gov.br
Jacqueline Freitas – jacqueline.freitas@palmares.gov.br
Marília Matias de Oliveira – marilia.oliveira@palmares.gov.br
Marcus Bennett – marcus.bennett@palmares.gov.br
Telefones: (61) 3424-0165/0166    Fax: (61) 3424-0164
wwww.palmares.gov.br

Limeira – SP: Projeto LUTA PELA CAPOEIRA

O projeto LUTA PELA CAPOEIRA é um resgate ao esclarecimento sobre o que é a Capoeira. Reconhecida recentemente como Patrimônio Cultural Brasileiro, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) do Ministério da Cultura, esta luta-dança, que tem mil facetas dentro do complexo e vasto acervo cultural brasileiro, sofre com a má informação tanto dentro do seu próprio meio de atividades, quanto do público em geral.

Como tudo – ou quase tudo em nosso país – há uma inversão de valores onde a Capoeira é ensinada como esporte, luta ou até mesmo como forma de condicionamento físico.
A Capoeira, além dos aspectos descritos acima, trata de dança, música, instrumentos diversos, expressão corporal, expressão de linguagem, folclore, arte, inclusão social, manifestação cultural, dentre outros.
Acima de tudo, serve de ferramenta para o aprendizado e cidadania, auto-estima de nosso povo, o que, na maioria das vezes, passa despercebido.

Na verdade todos estes aspectos citados acima estão inseridos dentro da Capoeira, mas nenhum deles consegue defini-la propriamente.

É Cultura Brasileira, criada no Brasil, e muitos ainda não sabem disso.
Relaciona-se com todos os adjetivos citados, mas não tem um entendimento adequado de toda sua extensão. É compreendida apenas como um ou mais aspectos, mas não está clara a real importância e definição desta manifestação cultural genuinamente brasileira.

Objetivo

O objetivo do projeto é esclarecer o que é a Capoeira, definir sua importância, principalmente para os professores que ensinam a parte prática e física, que é apenas um dos elementos que compõem sua complexa abrangência.

DETALHES DA PROGRAMAÇÃO

Será convidado um Mestre de Capoeira que tem sua competência comprovada durante muitos anos de atividade, e também uma formação dentro do aspecto educacional e cultural.
Teremos uma mesa de debates com profissionais capacitados em suas áreas, relacionadas com nossa cultura e co-relacionadas com a Capoeira.

Estarão presentes na mesa de debate:

Adalberto Mansur é jornalista e administrador de empresas, sendo pós-graduado em Comunicação Pública e Responsabilidade Social. Atualmente, é Secretário da Cultura de Limeira. Ainda na Prefeitura de Limeira, atuou como assessor de comunicações. Trabalhou em jornais e rádios da região, ao longo de 18 anos. Realiza projetos de comunicação e marketing para entidades e empresas, além de ser professor universitário em cursos de Comunicação Social, Marketing e Administração.

projeto LUTA PELA CAPOEIRAProfessor Augusto José Fascio Lopes, Mestre de Capoeira, conhecido como Baiano-Anzol, é formado por mestre Bimba em Capoeira Regional, onde possui dois cursos de Especialização. Também é Mestre Cordel Branco pela Confederação Brasileira de Capoeira. É autor do Livro Curso de Capoeira, Edições de Ouro, 1974, RJ. Foi introdutor da disciplina de Capoeira na Universidade do Estado do Rio de Janeiro/UERJ, sendo atualmente professor de Educação Física, com especialização em Educação. Atualmente, exerce o cargo de professor da cadeira de Capoeira na Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ e a chefia do Departamento de Lutas da Escola de Educação Física/UFRJ.

Regina Muller, antropóloga, autora do livro “Os Asuriní do Xingu: história e arte” e de vários capítulos de livro e artigos sobre xamanismo, arte e ritual indígena e performance artística. Doutora em Antropologia pela Universidade de São Paulo, com pós-doutoramento no departamento de Performance Studies/ New York University e livre-docente em Antropologia da Dança pela Universidade Estadual de Campinas.Foi responsável pela disciplina “Pesquisa Antropológica de Danças Brasileiras”no curso de graduação em Dança e atualmente orienta pesquisa sobre capoeira em nível de doutorado no Programa de Pós-graduação em Artes/ Instituto de Artes da UNICAMP. Realizou pesquisa sobre performance, interculturalidade e o corpo em movimento na cena contemporânea e atualmente desenvolve o projeto “ Performance e corpo em movimento no ritual indígena e na cena contemporânea”.

Roberto Bonomi, fotógrafo, editor do Jornal O PIU, vem fotografando a Capoeira por mais de 10 anos e pesquisando o assunto junto a livros, historiadores e mestres de Capoeira pelo mesmo período. Com uma grande experiência em publicações diversas, começou sua Carreira com o assunto Capoeira e fez parte da fundação da primeira revista de Capoeira nas bancas de todo país, além de ter participado em todas as novas publicações de revistas que ainda existem, no Brasil e exterior.

Serão convidados a participar grupos de Capoeira de Limeira e região, para apresentações durante o evento.
Será elaborado um questionário com as perguntas e respostas sobre o que é a Capoeira e quais são seus fundamentos dentro de suas raízes e manifestação cultural. Este questionário tende as ser um futuro manual de consulta, publicado no Jornal O PIU, nas edições de novembro (perguntas do questionário) e dezembro (respectivas respostas), que além de servir de base, fará o registro do evento, com informações detalhadas e material completo das atividades.
Convite para todos os órgãos de imprensa, formadores de opinião, historiadores, pesquisadores e afins, visando um maior aproveitamento das informações apresentadas e a continuidade de uma conscientização maior de nossa cultura no aspecto específico da Capoeira.
Cadastro dos interessados pela palestra final.

 

PROGRAMAÇÃO 21 de Dezembro

10h00 – Começa na Praça do Museu com uma breve explanação das metas traçadas e da programação, seguida da apresentação dos palestrantes.
11h40 – Apresentação para o público e mesa de palestrantes, com roda de Capoeira dos estilos e filosofia dos grupos convidados para as apresentações.
12h00 – Almoço
13h30 – Palestra com o Mestre de Capoeira na Praça do Museu, com a apresentação do que é a Capoeira e sua história. Será entregue o questionário publicado no Jornal O PIU (de novembro), para público e participantes, para que possam conhecer as perguntas mais relevantes sobre as raízes da Capoeira. Assim aguçaremos a curiosidade dos presentes, e despertaremos a vontade do conhecimento.
As repostas serão veiculadas no Jornal O PIU de dezembro, que será publicado no dia seguinte do evento, 22 de dezembro.
15h30 – Abertura ao público e participantes para perguntas, dirigidas à mesa, para esclarecimento das dúvidas.
17h00 – Intervalo do debate, com abertura da exposição fotográfica LUTA PELA CAPOEIRA, de Roberto Bonomi.
18h00 – Retorno à Mesa, para encerramento do evento, com roda de Capoeira de professores e mestres, na Praça do Museu.
18h30 até 20h00 – Palestra do Mestre convidado, na Biblioteca Municipal de Limeira, para os participantes previamente cadastrados.

Fonte: http://jornalopiu.blogspot.com

Aconteceu: 1ª Roda de Estudos: Os Processos de Institucionalização da Capoeira

Universidade Federal do Paraná (UFPR): A Capoeira que ajuda a formar cidadãos

1ª. Roda de Estudos: Os Processos de Institucionalização da Capoeira, evento teve entrada franca, do Departamento de Antropologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), com a presença de Mestres da Velha Guarda da Capoeira do Paraná e convidados de Brasília, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Recife. O encontro faz parte da programação de 15 anos do Grupo Força da Capoeira, cuja cerimônia de troca de cordas será no sábado. Mestre Kinkas, fundador do Grupo, participa da primeira mesa, sobre história da luta brasileira. Junto, estará seu Mestre, o engenheiro Mario Ricardo Furtado, o Birilo, de Recife. Ele conta que em um dos berços da capoeira um problema é o crescimento desordenado, o que gera distorções. As pessoas não se deram conta, diz, de que o tombamento cultural foi “do saber do mestre e da roda”. “Valoriza o Mestre. É importante ressaltar isso porque tem muita gente que acha que já aprendeu tudo e não precisa mais deles”, observa, acrescentando uma alfinetada. “O tombamento como patrimônio cultural imaterial brasileiro se deu por força da Bahia, que já tinha feito isso antes, então ficou chato”.

Para ele, a globalização chegou na capoeira e trouxe um lado ruim, que é a perdas se perde a “gíria de cada local”. “Tem gente que se filia a um grupo que não é de sua cidade e nem conhece seu mestre”, comenta, indo contra, ainda, da unificação da graduação, que provocaria mais perda de personalidade. Questões, aponta, relacionadas a (falta de) Educação em geral. “Estava comprando sombrinha de frevo pra trazer e ninguém sabia, em Recife, que o frevo nasceu da capoeira”, indigna-se ele, que tem 30 anos de capoeiragem e é Mestre desde 85.A Capoeira que ajuda a formar cidadãos

Na mesa da 14h, estará o primeiro mestre formado pelo Força, José Edélzio, o Xangô, do Jogar Capoeira, de Niterói. O tema, A Capoeira nas Escolas e Universidades, é assunto que ele entende. A mestra Portuguesa, sua parceira, criou há 15 anos um método de educação infantil com capoeira para crianças a partir de 1 ano. A estratégia é: atividades lúdicas. “Brincadeiras com objetivo, que dão limites, noções de respeito, tudo com música”, explica. O olhar garante a fidelidade dos pequenos e abriu caminhos profissionais para o grupo, que está em 30 escolas.O envolvimento com o grupo acaba sendo natural porque os pais notam os resultados e levam as crianças para os eventos do Jogar.

Em várias escolas também, a capoeira do Jogar virou currícular. Nesta mesa estará também o catarinense Jose Luiz C. Falcão, da Universidade Federal de Santa Catarina. Entre os dados que traz está a informação de que 25 universidades brasileiras têm capoeira no currículo. “Não tem muita visibilidade, mas estão se desenvolvendo. E desde os anos 80 foram 83 dissertações e teses. A perspectiva da capoeira de trabalhar o ser de forma mais lúdica e integrada, de certa forma, questiona a formalidade exagerada de algumas instituições”, comenta, confirmando que “o conhecimento do mestre tradional está sendo preservado”. “Porém toda manifestação passa por resignificações e é impossível em sala de aula reproduzir o ambiente cultural de uma roda; são traduções”.

Só na grande Florianópolis, um levantamento apontou 32 grupos. “Que se articulam em entidades como a Confraria Catarinense da Capoeira, que trabalha com o resgate do saber popular, da cultura dos mestres, e de maneira bastante descontraída e informal”, diz. Quando ele veio de Brasília estava sensibilizado com a dificuldade de juntar forças e investiu nisso. “Farei um panorama histórico da escolarização, desde o começo do século retrasado, até a consolidação no século 20”, adianta Mestre Falcão.

Serviço
1ª Roda de Estudos. Dias 5 e 6 às 9h. Entrada franca. Anfiteatro 100 – Reitoria (R. Gal. Carneiro, 460).
Batizados: Hoje: 19h: Escola Rio Negro ( Sítio Cercado).
Dia 06: 15h – Grupo Força , com apresentações de coco, maculelê e frevo. Memorial de Curitiba (Largo da Ordem).
Ingresso: R$ 2( 1kg de alimento que será doado para as vítimas da enchentes em Santa Catarina)

SP: 10 anos Capoeira Berim Brasil

Com a presença de diversos convidados de renome como por exemplo Mestre Gladson, Mestre Burgues e Mestre Gegê, o Grupo Berim Brasil, sob a organização e a batuta do grande irmão e camarada Mestre Wellington, prepara a festa de comemoração aos 10 anos de caminhada.

Na programação fica o destaque para o curso de Primeiros Socorros, ministrado pelo Mestrando Léo Bombeiro e a Mesa Redonda com os Mestres Burgues, Gladson, Gegê, Canarinho, e convidados.

Comparecam… Cultura e divertimento garantido!!!

Luciano Milani

 

PROGAMAÇÃO:

Dia 05 de dezembro, sexta
Local: Rua Monte Serrat 230 , clube da cidade, ao lado do Metro Carrão.

A partir das 19h00min
Mestre Burguês presenteia O Berim Brasil e todos com uma palestra.

Mesa Redonda com os Mestres Burgues, Gladson, Gegê, Canarinho, e convidados.
Publico: Educadores em geral..

20h30min
Roda aberta.

Dia 06 de dezembro, Sábado

14h00min
Aula de puxada de rede – Ministrante Mestre Zambi

15h00min
Aula de Primeiros Socorros – Ministrante Mestrando Léo Bombeiro.

15h30min
Aula de Maculelê – Ministrante: Contra Mestre Monise

16h30min
Aula com Mestre Gladson.

Preço Investimento: boa vontade de querer somar e aprender..Gratis

17h30min Homenagem aos camaradas do Berim Brasil.

18h00min Inicio das graduações dos alunos

A partir das 22h00min

Festa de encerramento

1° Berimbalada

Ingressos: mais info 11-26070050 ou 11-26013123
Patrocinio: Rabodearraia.com

 

IMPORTANTE:

Estaremos arrecadando todo o tipo de ajuda para os nossos irmãos do Sul de nosso país.
Roupas alimentos não perecíveis etc.
Traga sua ajuda, unidos seremos fortes.