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Mestre brasileiro impressionado com desenvolvimento da modalidade em Angola

Luanda   – O director-geral do Instituto Internacional Terreiro Capoeira, Reginaldo Costa “Squisito”, disse hoje (sábado), em Luanda, estar impressionado com a forma como os jovens angolanos estão a desenvolver a capoeira.

O mestre, que falava à Angop, na cerimónia de baptismo e graduação dos novos capoeiristas, no ginásio Team Elite, afirmou que a capoeira tem origem em Angola e se desenvolveu no Brasil

“Digo isso porque aquando da escravatura, foram levados muitos negros angolanos para as Américas, que se divertiam com estes passos. É por este motivo que o Brasil, em homenagem a Angola, criou o estilo que se denominou capoeira Angola, já praticada em todo mundo”.

Por outro lado, o mestre de estilo capoeira Angola, Luís Marinheiro, disse que o estilo Angola é o mais antigo que o Brasil pratica.

O mestre com mais de duas década de capoeira no Brasil, com lágrimas nos olhos e  emocionado pela forma como foi acolhido na sua primeira visita ao país, afirmou que não tem dúvidas que a capoeira seja cultura de Angola.

Felicitou os mestres angolanos pela preservação da cultura e pelo trabalho que têm vindo a desenvolver na modalidade em Angola.

 

Fonte: http://www.portalangop.co.ao

Aconteceu: Jungle Meeting reúne capoeiristas de vários países em Manaus

MANAUS – As delegações estrangeiras começaram a chegaram dia (3) em Manaus, para o Encontro Internacional de Capoeira, o Jungle Meeting, que aconteceu entre os dias 4 e 6 de setembro (sexta-feira, sábado e domingo) em vários pontos da cidade.

Além de alunos de cidades do interior do Amazonas, como Parintins, Boa Vista do Ramos, Manacapuru e Presidente Figueiredo, marcarão presença grupos do Canadá, Alemanha, Guiana Inglesa e Polônia.

O organizador do encontro, o mestrando Vander Pililim, contou com a participação de aproximadamente 600 capoeiristas. “Antes, os turistas tinham uma visão do Brasil que se limitava a Rio de Janeiro e Bahia. Nossa intenção é atrair pessoas para Manaus, para que eles conheçam não só nossa capoeira, como também nossa cidade e nosso Estado”, comentou.

Na última terça-feira (1), foi realizado um exame para avaliar o nível de conhecimento dos alunos sobre a capoeira, a fim de definir se eles estão aptos a se formar ou trocar de graduação.

– Eles foram questionados sobre fundamentos da modalidade, como a história da capoeira, história do berimbau, origem da modalidade, ainda tocaram berimbau, pandeiro e cantaram – explicou Pililim. Setenta capoeiristas trocam de graduação no sábado.

Aulas de Capoeira

O ginásio da Mini Vila Olímpica do Coroado foi liberado para aulas da modalidade. As aulas terão início no dia 15 de setembro, e serão ministradas pelo mestrando Pililim, às terças e quintas, entre 7h e 8h. As matrículas já podem ser feitas na Mini Vila Olímpica (Alameda Cosme Ferreira), com o professor Tarcísio.

É necessário apresentar cópia do RG e comprovante de residência, além de uma foto. Caso o aluno seja menor de idade, é preciso documentação do responsável.

Fonte: Portal Amazônia, com informações da Semdej – http://portalamazonia.globo.com

Foto: Divulgação/Semcom

Africa: Elogiada adesão dos jovens à capoeira

Benguela – O membro graduado da Associação Brasileira de Apoio e Desenvolvimento da Arte Capoeira (Abadá) em Benguela Joaquim Tchivela elogiou a forma como os jovens daquela cidade aderem à prática da capoeira.

Em entrevista hoje à Angop, o responsável disse que os jovens têm reconhecido os benefícios dessa modalidade desportiva, por isso continuam a abraçar todos os dias a prática da capoeira.

Disse que aos fins-de-semana os capoeiristas benguelenses têm-se exibido em locais públicos, sobretudo na Praia Morena, para divulgarem a modalidade e atraírem mais pessoas.

Joaquim Tchivela sublinhou que a atitude dos jovens benguelenses contribui na Massificação da modalidade.

Informou que “a capoeira também ajuda a aliviar o stress do dia-a-dia, ajudando os jovens a melhorarem o seu modo de vida, proporcionando saúde”, afirmou.

Actualmente, a Abadá conta na província de Benguela com mais de 200 praticantes, dos quais quatro membros graduados.

No entanto, na cidade de Benguela, o organismo dispõe de três academias, enquanto o Lobito e a Catumbela têm uma cada.

A Abadá, que promove cursos de capoeira social gratuitamente para crianças a partir dos 10 anos, está representada nas províncias de Luanda e do Huambo.

Fonte: http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/desporto/

CEUT realiza a IV Copa de Capoeira

A IV Copa CEUT de Capoeira será realizada no período de 01 a 07 de setembro de 2009

A Faculdade CEUT, o Grupo de Capoeira Raízes Brasil e o Mestre Touro, realizam a IV Copa CEUT de Capoeira. A atividade se estenderá durante uma semana, no período de 01 a 07 de setembro.

Durante o evento acontecerão ciclo de palestras e cursos voltados ao cuidado com a saúde e o conhecimento mais aprofundado da cultura piauiense, através da capoeira. Ambos são abertos à comunidade em geral, em especial estudantes e profissionais das áreas de Enfermagem, Fisioterapia, Educação Física e História.

Segundo o Mestre Touro, professor de Capoeira do CEUT, a cada edição da Copa, novidades são inseridas na programação. “Começamos somente com jogos, depois vieram os diálogos com professores que deram início a modalidade no Estado, em seguida oferecemos o curso de Angola, outro estilo de jogo dentro da Capoeira, também conhecido como Tradicional. Já nesta quarta edição, teremos cursos e o I ciclo de palestras, além dos tradicionais jogos”, especifica.

Além de propagar e exaltar a importância da Capoeira na cultura do Estado, o evento integra os participantes dessa modalidade com acadêmicos dos cursos da área de saúde e de História e proporciona aos professores e alunos um conhecimento mais amplo sobre como trabalhar com o corpo humano e os cuidados com a saúde, já que dentro da Capoeira nem todos os professores tem formação nestas áreas.

Os jogos contarão com cerca de 200 atletas oriundos de vários municípios do Piauí, Maranhão e Ceará, que se dividirão em 09 categorias. O júri será formado por mestres e professores de outros estados.

A taxa de inscrição é de R$ 20,00 + 01kg de alimento não perecível (a ser entregue na palestra “Primeiros Socorros”ou na abertura dos jogos). O certificado é de 30h (para participantes das palestras, cursos e aulas práticas, e com freqüência mínima de 75% em todo evento.

Fonte: http://www.45graus.com.br

Gabão: Libreville – Apresentações do Raízes do Brasil

Grupo de capoeiristas brasileiros promovem diversas atividades na capital do Gabão

Integrantes do Centro Cultural de Capoeira Raízes do Brasil realizaram diferentes atividades, entre os dias 23 e 26 de maio de 2009, na cidade de Libreville. O grupo é composto por: Ralil Salomão (Mestre Ralil), Carey Million (Guru), George Fredson (Touro), André Costa (Foca), Nagi Ahmad (Nagi) e Rogério do Nascimento (Bocão).

No dia 23, os capoeiristas representaram o Brasil na XVIII Noite de Artes Marciais da Gabão. O maculelê também foi mostrado. As lutas com bastões, facas e navalhas no pé revelaram aspectos marciais que se encontram nas origens da capoeira. Outras modalidades marciais de diversos continentes e de grupos locais integraram evento. A noite contou com público significativo.

A praia, próxima ao Hotel Tropicana, foi palco para a segunda apresentação do Raízes (24/05). O público, formado em sua maioria por jovens, interagiu com a performance, apesar de Libreville não possuir grupos de capoeira. Mostras informais da modalidade, em espaços públicos, também fizeram parte do roteiro do grupo, na segunda-feira, dia 25.

Como última atividade, os capoeiristas visitaram a Escola Piloto São-Tomense, única escola primária local em que o ensino é conduzido em língua portuguesa. Os integrantes fizeram apresentações de capoeira e maculelê e mostraram às crianças vários movimentos de animais. As crianças reagiram positivamente, aprendendo alguns fundamentos da capoeira.  O mestre Ralil presenteou a escola com um berimbau e orientou os estudantes como tocá-lo.

O Diretor do Museu de Artes e Tradições do Gabão também recebeu um berimbau e afirmou que a instituição possui um exemplar do instrumento em seu acervo. Todas as atividades desenvolvidas pelo Raízes tiveram grande repercussão e difundiram a modalidade como importante traço da cultura brasileira.

Fonte: http://www.dc.mre.gov.br/

Albufeira- PT: Autarquia assina protocolo com associação de capoeira

A Câmara Municipal de Albufeira e a Associação de Capoeiragem “Malta do Sul”/Grupo Muzenza de Capoeira assinaram recentemente um protocolo, para fomentar uma “modalidade de relevo” no concelho.

O acordo vai permitir “o desenvolvimento da actividade como modalidade recreativa e de lazer, estando igualmente destinada à formação e à competição de atletas do concelho”.

A associação realizará diversos projectos e eventos, de forma a “levar a capoeira a um número cada vez maior de jovens de Albufeira, bem como possibilitar que estes participem em torneios e demonstrações nacionais e internacionais”, como Mundiais e Europeus da modalidade.

Acções de formação nas escolas do concelho e outras iniciativas de promoção da actividade e apoio a atletas de competição, residentes em Albufeira, também estão incluídos no acordo.

A autarquia, por seu turno, comparticipará financeiramente a associação com uma verba de dez mil euros.

 

Fonte: http://www.regiao-sul.pt/

Capoeira revê cenário da escravidão em patrimônio histórico nos Jogos Abertos

Com um clima cultural, histórico e esportivo, em um dos barracões do Engenho Central de Piracicaba, durante todo dia de ontem cerca de 205 atletas se revezaram em duplas para mostrar o melhor da arte de jogar capoeira. Abrindo a competição, no segundo dia dos 72º Jogos Abertos do Interior (JAI) Horácio Baby Barioni, uma expressiva platéia observava atentamente os gingados de homens e mulheres que representavam 55 cidades.

Ao som do berimbau, comissão técnica, representantes de federações e amantes da capoeira, procuravam um espaço próximo das rodas para ver de perto os gestos e expressões de cada capoeirista que competia dentro das rodas.

Caracterizada como uma das expressões culturais mais significativas da história afro-brasileira, a capoeira remonta ao período de escravidão e opressão aos negros até o fim do século 19. Ainda ativa sob efeito dos valores que a criaram, a arte marcial vivenciou um profundo momento de revitalização histórica nos Jogos Abertos do Interior, em Piracicaba.

 

A competição foi sediada justamente dentro de um dos patrimônios históricos mais significativos da região: o Engenho Central, localizado às margens do rio Piracicaba. Desde sua construção, em 1881, o local tornou-se uma ponte histórica até o fim efetivo da atividade escravista no Brasil, sete anos mais tarde, com a criação da Lei Áurea.

As paredes de tijolo e os vidros quebrados em meio à área verde da região formaram o cenário ideal para a disputa competitiva da capoeira nos Jogos Abertos. O ambiente quente de um dos galpões adaptado de maneira rústica para receber o campeonato deu um charme extra ao torneio estadual.

"A capoeira é uma mistura de esporte e cultura. Ela tem esses dois lados. Levamos a modalidade ao Engenho para agregar esse lado esportivo com a cultura do local. Existe toda uma identificação com o esporte pela história do lugar e o que ele representa para a cidade", explicou Luiz Antônio Chorilli, diretor técnico da Secretaria de Esportes do município.

 

Jogos Abertos do Interior, em PiracicabaVinculada ao cultivo da cana em massa até o início do século 20, Piracicaba polarizou a economia da região no interior de São Paulo. O Engenho Central, fundado em 1881, foi o grande símbolo do desenvolvimento da cidade na época. Mais de um século depois, o local sobrevive como um patrimônio histórico e como anfitrião de eventos especiais, como festas e a própria disputa da capoeira nos Jogos Abertos.

O ambiente contagiou boa parte dos participantes, como o representante de Catanduva na categoria leve, Cícero Cerqueira Leite, de 27 anos. Experiente no assunto, o atleta perdeu o braço esquerdo em um acidente,12 anos atrás, quando cortava cana em uma ensiladeira (maquina picadora).

Apelidado de "Fera Negra" por sua persistência e por disputar a modalidade contra rivais sem deficiência, o capoeirista destacou a emoção de participar do torneio em um lugar de grande importância histórica para o açúcar brasileiro e, principalmente, a relação com as origens da capoeira, criada na época da escravidão.

"A capoeira é uma expressão de liberdade. Já sabia disso antes do meu acidente e percebi isso mais ainda depois dele. O esporte me ajudou muito e sou grato por poder ‘jogar’ de igual para igual com qualquer um em lugar como esse e em um torneio importante como os Jogos Abertos", declarou Cícero, momentos antes de ser eliminado da disputa pelos primeiros lugares.

Jogos Abertos do Interior, em PiracicabaO árbitro Orestes Ceroles concordou com o competidor. O juiz fez questão de destacar o aumento da popularidade da capoeira competitiva e defendeu que este tipo de integração histórica com o local da prática do esporte pode atrair ainda mais praticantes para a modalidade.

"É um esporte genuinamente brasileiro e é por causa do prestígio da capoeira que ela é disputada nos Jogos Abertos do Interior. Foi uma boa idéia trazer o torneio para cá. Aqui é tudo antigo e olha quanta gente atraiu", disse o árbitro, apontando para um grupo de oito pessoas que assistia ao torneio do lado de fora da entrada do galpão.

 

 

 

Fonte: http://esporte.uol.com.br/ – Gazeta de Piracicaba

AULAS EM ANGRA Prática de capoeira “incentiva a tolerância”

Destina-se a toda a gente, de qualquer idade, e tem como referência primordial o “respeito mútuo”. A capoeira, um jogo que obedece a movimentos acrobáticos, música e canto, com origem entre os escravos africanos levados para o Brasil, está a ganhar cada vez mais adeptos na ilha Terceira.

Neste ano lectivo, para além da Praia da Vitória, as aulas de capoeira estendem-se a Angra do Heroísmo, no Angragym, e contam já com uma dezena de inscritos. O próximo passo será levar a modalidade à freguesia da Vila Nova.

“As aulas começaram esta semana em Angra, a título experimental, segundas e quartas, e no próximo mês de Outubro deverão recomeçar na Praia da Vitória, quartas e sextas, para crianças dos 5 aos 10 de idade. Este projecto com os mais pequenos é desenvolvido pela Câmara da Praia e o ginásio do Lar D. Pedro V, e vai continuar, à semelhança do ano passado, mas mediante pagamento de valor simbólico. Também em Outubro pretendemos levar o projecto à Vila Nova, destinado aos adultos, às terças e quintas-feiras”, revela Nuno Mota (Carcará), responsável pelo grupo “União na Capoeira”. As aulas têm a duração de uma hora e meia (19h às 20h30), para os adultos, e de 45 minutos (18h às 18h45), para as crianças.
 

As pessoas manifestam interesse na modalidade “especialmente pelos floreios”. Porém, com tempo e experiência cada um deverá encontrar o seu caminho.

“Umas pessoas se identificam com a musicalidade, instrumentação e canto, outras apenas pelos movimentos, ou saltos, e, ainda outras, pelo jogo. Mas a soma de tudo isto, e muito mais, é que faz a totalidade da capoeira. Com os anos e com o tempo se vai aprendendo o que se quer realmente da capoeira”, sustenta.

Na prática, a capoeira oferece aos alunos, segundo Nuno Mota, “resistência para todos os grupos musculares, desenvolve força, elasticidade, equilíbrio, ritmo e coordenação motora. É uma actividade lúdica, um jogo que não incentiva magoar o parceiro, mas, sim, a jogar com ele”. Além disso, sublinha o responsável, “é um desporto praticado por pessoas muito diferentes umas das outras, o que incentiva a tolerância”.

Ao longo das aulas, depois de um pré-aquecimento, aquecimento com vários movimentos relacionados com a capoeira, movimentação básica, as duas sequências aprendidas deverão ser integradas no jogo com um parceiro, um a dois floreios (movimentos acrobáticos), jogo, preparação física, flexibilidade, e relaxamento com instrumentação e música.

No futuro, os objectivos do grupo “União na Capoeira”, adianta Nuno Mota, passam por organizar formações, workshops com os mestres e graduados para evoluir e conviver.

O “capoeirista”, praticante desde 1999, confessa que foram os floreios e o “domínio do corpo” que o motivaram à prática da capoeira. No entanto, as razões por que o levaram a ensinar a modalidade aos outros prenderam-se com “o desenvolvimento são da capoeira”. Uma tarefa que se manifesta, sobretudo, no “espírito de camaradagem”.

“Como diz o ditado: ‘Uma e duas andorinhas não fazem Verão’. É uma satisfação que se obtém na construção de um grupo coeso, com o espírito de camaradagem, que implemente valores sólidos de união, amizade e dois jogadores jogam a capoeira”, considera. E acrescenta: “Valores que se tende a perder na nossa sociedade cada vez mais individualista. Tudo em prol da capoeira. Salvé! Axé camará!”, remata.

Este ano, o grupo “União na Capoeira”, supervisionado pelo Mestre Umoi, apresentou-se nas Festas da Praia, no âmbito do programa oficial das festas do concelho, e nas Festas das Fontinhas.

Fonte: http://www.auniao.com/

Portugal/Polonia: “Roda das Nações”

Nosso camarada Cangaceiro, que desenvolve um trabalho aqui em Portugal, acaba de lançar o seu 1º livro sobre Capoeira e a internacionalização e intercambios dentro da “Roda das Nações”, título do livro, idealizado por Ricardo Nascimento.

“Roda das Nações” é o título de um livro que reflecte o resultado de dois anos de encontros de jovens de toda a Europa, na Polónia, onde a capoeira foi uma das actividades principais desta iniciativa, apoiada pela Fundação Rodowo. A ideia para a realização deste livro partiu de Ricardo Nascimento, responsável pela secção de capoeira da Associação Estamos Juntos, que tem marcado presença nestes eventos com alguns dos seus elementos, e com o qual admite que se pretendeu “deixar uma semente, resultado do trabalho desenvolvido nestes últimos dois anos”. Abordando a modalidade como uma ferramenta e um método nos intercâmbios internacionais de jovens, Ricardo Nascimento esclarece, no entanto, que os encontros não visavam a prática da capoeira, mas sim discutir os problemas que os adolescentes europeus têm. “Poderia ter sido um livro de qualquer outra modalidade, mas foi sobre esta porque é à qual eu estou ligado”, refere o responsável que admite que a ideia para este projecto já tem alguns anos, mas que vinha sendo adiada devido á falta de recursos.

Traduzido em quatro línguas (português, inglês, russo e polaco), este livro pretende contribuir para uma melhor informação sobre a modalidade essencialmente nos países de leste participantes que têm o russo como língua materna, uma vez que, segundo Ricardo Nascimento, não têm grandes publicações relativamente à capoeira. “A maioria dos professores são provenientes do próprio país, onde não existem muitos brasileiros ligados à modalidade. Com a criação deste livro pretende-se criar assim um recurso para as aulas que qualquer instrutor pode utilizar.

O livro irá estar á venda apenas nos encontros de capoeira e é o resultado de um trabalho colectivo e de carolice, tendo sido a revisão gramatical nas diversas línguas a parte mais difícil da sua concretização, de acordo com o responsável.

Para uma primeira experiência Ricardo Nascimento considera que o balanço é “extremamente positivo”, da idealização á concepção do projecto. “Tudo o que foi proposto foi alcançado, e o livro é exemplo disso. Apesar de ser pequeno é didáctico e simples pelo que conseguiu alcançar um nível mais amplo dado os temas que abrange”, refere Ricardo Nascimento que admite, contudo, que inicialmente a ideia foi recebida com alguma renitência.

A “Roda das Nações”

Apesar de inicialmente estar previsto chamar-se Capoeira 4 All o título do livro acabou por ser “Roda das Nações” uma vez que simboliza a roda da capoeira composta por diversos país e culturas diferentes. A ideia da integração da capoeira neste encontro, que teve em 2007 a sua última edição na Polónia, era mostrar como a modalidade pode ser uma ferramenta e um método para encontros internacionais de jovens para tratar qualquer tipo de assunto.

Por: Nuno Santos Ferreira – http://www.labor.pt

Capoeiristas de Ubatuba conquistam medalhas no mundial

Ubatuba fez história na capoeira mundial, ao voltar com duas medalhas da seletiva brasileira e duas do primeiro campeonato mundial da modalidade, disputado na cidade de Araras nos dias 8, 9 e 10 de fevereiro, interior de São Paulo.

O torneio, disputado por mais de 90 atletas de Brasil, Estados Unidos, Espanha, Alemanha, São Tomé Príncipe, México, Canadá, Indonésia, Bélgica e Armênia, teve a participação das atletas Mariana Zemel (senior leve feminino) e Talita Aline Narciso (juvenil pesado feminino) da Academia Unidos à Liberdade (Tradição) do mestre Junior Preguiça.

Mariana conquistou o primeiro lugar na seletiva e no mundial, enquanto Talita ficou em segundo em ambas as competições. Para Mariana a conquista foi muito importante : “A capoeira em Ubatuba tem obtido grande progresso e esse resultado no mundial vai aumentar a procura pela modalidade”, disse a atleta.

O secretário de Esportes e Lazer de Ubatuba, Bittencurt Jr. parabenizou as atletas “A capoeira de Ubatuba vem conquistando bons resultados e essas conquistas no campeonato mundial vem coroar o trabalho da modalidade no município. A meta da administração do prefeito Eduardo César é continuar investindo nas modalidades esportivas praticadas no município para obter resultados de sucesso, como esse”, comentou o secretário.

Os representantes de Ubatuba fizeram questão de agradecer pessoalmente a Prefeitura de Ubatuba, por meio da Secretaria de Esportes e Lazer na tarde de segunda-feira, 11, onde foram recebidos pelo coordenador de esportes Luiz Roberto Sant’anna.

Arbitragem internacional

O mestre Junior Preguiça, que também atuou como árbitro do evento explica como as lutas são disputadas: “ Cada confronto tem dois minutos e dois árbitros avaliam harmonia, técnica, eficiência dos golpes e volume de jogo (como no boxe), concedendo notas de zero a dez para os competidores.

“Queremos agradecer ao apoio da Prefeitura de Ubatuba, que tornou possível essa conquista”, declarou Junior.

Esporte Olímpico

O objetivo da Federação Internacional de Capoeira agora, é levar o esporte a uma Olimpiada. Atualmente a capoeira tem 6 milhões de praticantes em 132 países, mas só 16 deles fazem parte da Federação Internacional. Para entrar nas Olimpíadas, é necessária a adesão de mais 24 nações. (Fonte: Assessoria de Comunicação PMU)

Fonte: http://www.pindavale.com.br