Blog

mostra

Vendo Artigos etiquetados em: mostra

Mostra fotográfica conta a história da capoeira

O esporte, a música, o corpo, a luta e a tradição cultural afro-brasileira. São essas características que traçam a Capoeira – desenvolvida no país por escravos africanos no Brasil Colônia.

A capoeira ganhou espaço na produção do livro “Capoeira: luta, dança e jogo da liberdade”, patrocinado pela Caixa. A partir do livro, a Caixa Cultural Sé realiza a mostra fotográfica, que leva o mesmo nome do livro, com a reunião de imagens de Debret, Pierre Verger e do fotógrafo André Cypriano.

“Capoeira: luta, dança e jogo da liberdade” fica em cartaz entre 23 de julho e 18 de setembro, com a entrada Catraca Livre. Na mostra, o público encontra a história da capoeira, desde seu surgimento, no período colonial até os dias atuais. Além da questão histórica, a exposição ressalta o valor social da arte, mostrando trabalhos desenvolvidos por organizações com crianças e jovens de baixa renda.

 

Serviço:

O Que: Capoeira
Quando: de 23/07 a 18/09

Terças, Quartas, Quintas, Sextas, Sábados e Domingos das 09:00 às 21:00

Confira todas as datas
Quanto: Catraca Livre

Onde: Caixa Cultural Sé
http://www.caixacultural.com.br
Praça da Sé, 111 – Sé
(11) 3107-0498

As informações acima são de responsabilidade do estabelecimento e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Saquarema: 5º Saqua Beach

5º Saqua Beach: Evento de capoeira movimenta Saquarema em fevereiro

Sol, praia, lagoa e muita capoeira. É o que promete a 5ª edição do Saqua Beach, evento realizado pelo contramestre Juba de Maré e o grupo de capoeira Terranossa, na cidade de Saquarema, no Rio de Janeiro. O encontro acontece entre os dias 24 e 27 de fevereiro.

Na programação atividades como Maculelê, rodas de capoeira, batizados, luaus, aulas com mestres, contramestres, monitores e graduados. O evento já tradicional na cidade mostra a capoeira ligada à natureza, com a realização de caminhadas ecológicas e campanhas de limpeza urbana. Para o organizador da atividade o objetivo é mostrar a integração da capoeira com diversas áreas e profissões. “É importante mostrar que esse esporte é praticado por pessoas de diversas localidades, crenças e áreas de atuações. Existem capoeiristas que são arquitetos, professores, zootecnistas, engenheiros, veterinários, entre outras profissões e também de outras camadas da sociedade, como pedreiro, policias, empresários e estudantes, o que mostra a força de integração de nosso esporte”, afirma o contramestre Juba de Maré.

O evento estimula o turismo local, pois traz entre os convidados, pessoas de diversos países como Alemanha e Colômbia, Portugal, Espanha, França como também de inúmeros Estados do Brasil. Outro destaque na programação é a adaptação do esporte para a terceira idade, uma roda com os alunos do Projeto Viver Melhor, idealizado pelo contramestre Juba, irá mostrar que a capoeira pode e deve ser praticada não só como esporte, mas como terapia ocupacional, melhorando a qualidade de vida e até a saúde dos idosos.

Saqua Beach

Essa é a quinta edição do evento, que já trouxe a Saquarema capoeiristas de todos os continentes. Sempre buscando a integração entre os povos, a partir da vivência desse esporte tão rico em suas manifestações culturais, que há cerca de três anos recebeu o merecido título de patrimônio cultural do Brasil e ainda se valoriza com a lei 10.639 de janeiro de 2003 que estabelece que as escolas possuam um conteúdo programático voltado para a cultura negra.

 

{youtube}TL9mb8tB6jw{/youtube}

O encontro tem o apoio da prefeitura de Saquarema e Secretaria Municipal de Turismo e esporte, além das academias Corpo em Movimento (RJ), Master Sport Center (RJ), G1 (AL) e K2 Fitness (AL). Os interessados em participar devem entrar em contato pelos telefones (22) 9812-0423, (21) 7876-8727 ou (21) 9217-5976.

 

Fonte: http://www.novasaquarema.com.br/

Brasília: Capoeira – luta, dança e jogo da liberdade

Patrimônio cultural brasileiro – ao lado do frevo, do samba e do ofício das baianas do acarajé -, a capoeira recebe o foco da lente de André Cypriano.  O resultado do trabalho do fotógrafo, acrescido dos textos de Rodrigo de Almeida e Letícia Pimenta, compõe a mostra “Capoeira – luta, dança e jogo da liberdade”.  A exposição, montada nas Galerias Piccola I e II da CAIXA Cultural Brasília, tem abertura para imprensa e convidados no dia 08, quarta-feira, às 19h. A visitação vai de 09 de dezembro a 16 de janeiro de 2011.

Com patrocínio da Caixa Econômica Federal, a mostra é composta de 11 fotografias em preto e branco, 29 fotos coloridas e 10 ilustrações (de autoria de Debret e Auguste Earle), além de textos explicativos. Revela uma rica manifestação cultural brasileira, das mais pesquisadas no mundo, reconhecida e praticada em todos os estratos sociais, no território nacional e, também, em vários países.

Cypriano uniu-se aos pesquisadores Rodrigo de Almeida e Letícia Pimenta para lançar, em 2009, o livro homônimo. A publicação resgata a história da capoeira, desde seu surgimento no Brasil Colonial até os dias de hoje, ressaltando aspectos de promoção e valorização da cultura nacional, além de sua função de agregação social.

A expografia recria um ambiente de sala de capoeira e utiliza elementos como um assentamento para o Orixá Exu – a entidade que deve ser cumprimentada antes de qualquer roda iniciar-se -; uma fotografia em louvor ao grande Mestre Pastinha – remontando um pequeno altar existente em diversos centros de ensino e prática da capoeira -; os instrumentos musicais utilizados; tecidos e pinturas em cores fortes, sempre presentes na Capoeira Angola e uma ambientação sonora típica das rodas.

A curadoria da exposição é de Denise Carvalho, produtora cultural e diretora da Aori Produções Culturais, empresa realizadora do projeto.

Serviço:

Quando: De 09/12 a 16/01/2011, de terça a domingo, das 9h às 21h.

Onde: CAIXA Cultural – SBS Quadra 4 lote 3/4 – anexo do Edifício Matriz da CAIXA.

Local: Asa Sul

Preço: Grátis.

Informações: 3206-9448


  • Veja Também: http://www.andrecypriano.com/

 

Fonte: http://cerradomix.maiscomunidade.com

Fotografia: Arte da resistência por André Cypriano

O fotógrafo documentarista André Cypriano andou por onze comunidades negras remanescentes dos quilombos no Brasil. Nenhuma delas fica em Pernambuco, mas todas vivenciam realidades que trazem à tona questões culturais, sociais, econômicas. As fotos resultantes dessas viagens estão na mostra Quilombolas – Tradições e cultura da resistência, que será aberta hoje, às 19h, no Centro Cultural Correios, no Recife Antigo. “Encontrei lugares diferentes, alguns urbanos, outros na mata, no Sertão, com culturas diversas, mas todos volltados à preservação da tradição afro-brasileira’, comenta.

São 27 fotografias em preto e branco no formato 50 cm x 75 cm; sete fotografias panorâmicas (40 cm x 440 cm); seis no tamanho 30 cm x 40 cm, além de dois mapas, painéis de textos e legendas. A mostra tem fotos, por exemplo, do grupo quilombola Mocambo, na comunidade Porto da Folha, em Sergipe; da comunidade Tapuio, em Queimada Nova (PI); da comunidade Cafundó (SP). “Lá encontrei três pessoas que ainda falam uma língua africana; umalíngua fluente, mas que só existe ali. A tribo deles inclusive já foi extinta”.

O principal problema das comunidades visitadas, atesta Cypriano, ainda é a questão da legalização dos seus territórios. “Além disso, é interessante notar o quanto a realidade é distinta da nossa, principalmente nos quilombos que não tem tanto acesso à urbanização. São comunidade mais felizes. De tardinha, ao invés de estarem na frente da televisão, brincam ciranda, jogam futebol”, diz. A escolha por fotos em preto e branco, explica o fotógrafo, é por conta da “impressão mais forte. Vejo o preto e branco como uma interpretação e o colorido como reflexo da realidade”.

André Cypriano abraçou o projeto a convite da curadora da exposição, Denise Carvalho. Além da mostra, as fotos também viraram livro (R$ 78), com textos, mapas e pesquisa de Rafael Sanzio Araújo dos Anjos. A mostra já percorreu mais de 15 cidades brasileiras, oito cidades da América Latina e depois do Recife ainda deve seguir para lugares como Macapá, Teresina e Natal.

Lugares remotos – “Aceitei de primeira esse projeto porque é um tema que tem muito a ver com o meu trabalho, lugares remotos e ainda uma tendência para o raro e extraordinário”, comenta. Com o livro sobre os quilombos, já são quatro na carreira do fotógrafo. O último deles é O caldeirão do diabo, sobre um presídio já extinto na Ilha Grande. Cypriano também fotografou a favela da Rocinha e favelas da América Latina, e a capoeira. “Fiz imagens dos grandes mestres do Brasil, inclusive em Pernambuco. É uma exposição que também deve ser levada ao Recife”, aposta.

Apesar dos temas sociais sempre terem permeado as imagens de Cypriano, “os problemas sociais acabam sendo uma consequência, mas não é a minha intenção retratá-los. Meu projeto não é promover mudanças. A Rocinha, com todos os problemas que ela tem, pra mim, naquele momento da foto, é o ideal”. O mais importante é que a fotografia retrate emoção. “Se ela mexer com as emoções, é uma boa foto. Os americanos tem até uma expressão, it’s all about emotion”. (Pollyanna Diniz)

Serviço

Quilombolas – Tradições e cultura da resistência, até 18 de abril

Local: Centro Cultural Correios (Av. Marquês de Olinda, 262, Recife Antigo)
Visitação: De segunda a sexta, das 9h às 18h; e sábados e domingos, das 12h às 18h
Entrada franca

 

Fonte – http://www.diariodepernambuco.com.br/

Vivendo do Escambo

Da terra quente e seca, os artistas viram colorir com suas fitas imaginárias uma cidade em calamidade. Era em 1991 em Janduís-RN, quando um grupo de atores, bailarinos e músicos tiveram a ideia de trocar água por arte. E trocaram mais. Além das gotas que encheram baldes e esperanças, os artistas criaram o Escambo. O movimento artístico que virou referência Brasil afora, acontece esta semana, de 15 a 18, em São Miguel do Gostoso, município do litoral norte potiguar, a 90 km de Natal.

“O movimento é a troca de experiências, de arte, de oficinas. É quando podemos apresentar nossos trabalhos e ter acesso a outros. Estamos aguardando 300 artistas vindos de diferentes partes do Brasil como São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Maranhão”, contou Filippe Rodrigo, ator e organizador do Escambo. Filippe já nasceu no Escambo. Filho de Santos, fundador do grupo Alegria Alegria, o artista não lembra de outra forma de trabalhar com arte que não seja através da troca.

O Escambo segue a filosofia de troca de serviços. Por exemplo, quando o grupo faz uso de uma escola pública para se instalar, no lugar eles consertam os encanamentos, a parte elétrica e o que puderem fazer para aquele espaço melhorar. “Tudo é possível no Escambo. E a troca é o grande trunfo. É quando podemos experimentar a arte e recebê-la”, contou Rodrigo.

Ele lembra que até hoje já foram realizados 14 escambos, desde 1991, inclusive fora do Rio Grande do Norte quando aconteceram escambos no Ceará.

Como em São Miguel do Gostoso, o escambo acontece geralmente em quatro dias, período em que os artistas participam de oficinas, cortejos, apresentações e discussões sobre a arte e suas perspectivas. “Eles estarão aqui durante quatro dias realizando vivências, rodas de filmes, música, dança. Mesmo o movimento tendo começado com teatro, o que mais reúne gente nas praças é o cinema”, disse o organizador.

O VIVER conversou com Rodrigo uma semana antes do início do Escambo e constatou que mesmo com um aparente “deixe acontecer”, o Escambo é um movimento organizado e planejado. “Sempre seguimos um esquema de chegar antes na cidade e conhecer a comunidade e os possíveis lugares para instalações. Aqui em São Miguel estamos em parceria com a prefeitura que nos cedeu as escolas. E além da estrutura, esse primeiro contato é importante para conhecermos melhor as atividades culturais da cidade”, conta o artista.

Em São Miguel, a capoeira é um dos pontos fortes da comunidade, por isso o Escambo dará atenção especial ao grupo já formado. “É quando poderemos levar um outro grupo de capoeira com linguagem diferente para discutir sobre a atividade”.

Toda preocupação do Escambo vai além da arte. Junto às oficinas, as discussões e as aulas teóricas e práticas fazem parte da programação. Além dos grupos e mestres de folguedos, o convidado do Escambo desta temporada é o ator Ami Haddad, do grupo “Tá na Rua” do Rio de Janeiro. “Ele fará rodas de conversa com a comunidade e com os artistas e ficará em São Miguel até o dia 20 de janeiro.

Depois de tanta troca e de ecoar pelo Brasil inteiro, o movimento foi homenageado recentemente em São Paulo e tem em seu cadastro mais de 1.500 artistas de rua. Na visão de Rodrigo, o movimento é transformador de mundos e lembra muito a chegada do circo nas cidades. “É uma mudança interior”.

Ele lembra que muitas pessoas das comunidades visitadas ensaiam em fugir com os grupos de teatro. “Até hoje ninguém teve coragem, mas o interessante é quando a gente volta aos lugares e percebe que aquelas pessoas que desejavam sair, hoje transformam suas cidades com arte. Por isso é um movimento infinito”, finalizou Rodrigo.

Programação

15/01 sexta-feira
12h Chegada do grupo
14h grande reunião que é a chamada saudação e o fechamento de algumas comissões, organização e segurança;
16h30 – cortejo
17h20 – espetáculos que são três por noite
20h00 – mostra de filmes
Escambar – movimento da chegada nos bares com leitura de poesia,
música, até 2 da manhã

Dia 16/01 sábado
8h até 12h – vivências até
tarde: reunião de avaliação
16h – deslocamento dos grupos para comunidades vizinhas e assentamentos
Centro: espetáculos, mostra de filmes.

Dia 17/01 domingo:
8h30 até 12h – Vivência com Amir Haddad
13h30 – Vivência
16h40 – cortejo, espetáculos
20h00 – mostra de filmes

Dia 18/01 – segunda-feira
08h00 – Feira com espetáculo de teatro, música e bonecos
Roda de avaliação
Finalização dos Escambos

 

Fonte: Tribuna do Norte – http://tribunadonorte.com.br/

Lapinha Museu Vivo no Mês da Abolição: 6º Encontro de Cultura de Raiz

Entre os dias 22 e 24 de maio acontecerá a sexta edição do Encontro de Cultura de Raiz “LAPINHA – Museu  Vivo no mês da Abolição”, no município de Lagoa Santa, região metropolitana de BH. Nestes três dias o Teatro de Arena da Praça Dr. Lund, o Areão, a Igreja Nossa Senhora do Rosário e a Gruta da Lapinha serão cenário valorização e divulgação da Capoeira Angola e das manifestações culturais populares de raiz, como o congado, o candombe, a dança-afro e o boi da manta.

 

O “LAPINHA Museu  Vivo no mês da Abolição” é o único evento do gênero no Estado, envolvendo mais de 300 agentes culturais da região metropolitana, com um público de mais de 1,5 mil pessoas por edição. Ele foi criado para promover para a população local o acesso à uma programação diversificada de cultura de raiz. Assim, durante os três dias do encontro, crianças e jovens de escolas públicas, e a população em geral, terão aulas gratuitas de capoeira angola, teatro, percussão, dança afro e educação ambiental.  

 

Anualmente o evento vem provando a importância da valorização da cultura popular e regional como um grande instrumento para a formação de cidadãos socialmente comprometidos. O encontro foi idealizado e realizado pela primeira vez em 2004 e é uma realização da Associação Cultural Eu Sou Angoleiro (Acesa), com a coordenação geral do Mestre João Angoleiro. A produção do evento fica por conta da frente de trabalho da Acesa “Irmandade Atores da Pândega”, de Lagoa Santa, coordenada pelo treinel Gersino Alves.

 

MANIFESTAÇÕES CULTURAIS – PROGRAMAÇÃO

Com uma programação eclética com shows de reggae, rap, samba e exibição de vídeos, o “Lapinha Museu Vivo” tem um público médio de mais de duas mil pessoas por edição. Um dos destaques do evento é a valorização da tradição oral e das trocas de saberes entre os mestres populares locais e mestres convidados de outros estados. Neste ano convidamos Mestre Moraes (Grupo Capoeira Angola Pelourinho- Gcap – Salvador/BA – responsável pela difusão da capoeira angola no Brasil a partir da década de 70), Mestre Manoel (Grupo Ypiranga de Pastinha – Conglomerado da Maré- Rio de Janeiro/RJ) e Mestre Gil Velho (Grupo Senzala- RJ). Também está confirmada a presença dos mestres mineiros Mestre Dunga e Márcio Alexandre (precursores da capoeira em Minas Gerais) além dos Mestres do Mamg (Movimento Angoleiro de Minas Gerais), do Candombe de Dona Mercês (Comunidade do Açude – Serra do Cipó) e da Mata do Tição (Jaboticatubas), os Reinados de Congo de Nossa Senhora do Rosário (da Lapinha) e o divertido e tradicional Boi da Manta, que mexe com toda a criançada.

Uma semana antes do Evento (18 a 22 de maio) os capoeiristas, pesquisadores e educadores da Acesa estarão realizando nas escolas públicas de Lagoa Santa diversas oficinas atendendo 1.500 alunos, essas atividades serão acompanhadas também com uma oficina voltada para   professores, supervisores e diretores das escolas discutindo a importância das manifestações culturais na Construção da Identidade do povo brasileiro, atendendo também a Lei 11.645/07 ensino da história africana e afro-brasileira e indígena nas escolas.

 

Outro destaque está para Mostra FórumDoc.MG: 2ª mostra itinerante do filme documentário e etnográfico. Neste ano a Mostra traz os mais expressivos filmes produzidos sobre a temática indígena e negra, como “O casamento de Gina” (de Martin Marden, Nova Guiné) e “Os Mestres Loucos” (de Jean Rouch, França) e faz também a pré-estréia do documentário “Paz no Mundo Camará a Capoeira Angola e a volta que o mundo dá- Minas Gerais” (de Carem Abreu, produzido pela ATOS Central de Imagens em parceria com a Associação Cultural Eu Sou Angoleiro).

 

 

SERVIÇO:

 

Evento: “Lapinha Museu Vivo no Mês da Abolição: 6º Encontro de Cultura de Raiz”

Data: 22 a 24 de maio em Lagoa Santa

Local: Praça Central de Lagoa Santa (Dr. Lund), Areão, Gruta da Lapinha e Igreja Nossa Senhora do Rosário/Lapinha.

Realização: Associação Cultural Eu Sou Angoleiro (Acesa)

Inscrição: Sede da Acesa em BH – Rua da Bahia, 570 – 12º andar – Belo Horizonte/MG ou Site www.eusouangoleiro.org.br

 

  

Valor: R$ 35,00 (TRINTA CINCO REAIS) OU R$ 50,00 (CINQUENTA REAIS) (3 DIAS COM ALIMENTAÇÃO, OFICINAS, CAMPING, SHOWS + CAMISA).

 

Sede da Acesa em Lagoa Santa: Rua Melo Viana,420 B. Várzea – Lagoa Santa.

Informações: (31) 4063-9822 (FIXO) / (31)  88136692 (Gersino Alves), (31) 99982756 (Rosângela Silva) (31) e  93271557   (Matheus)

 

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO – Júnia Bertolino (0011097/MG) – (31) 99176762, Carem Abreu (31) 9297-1582/ 9751-6869 ,Luiz Gabriel Lopes (9791 4493),Daniel Iglesias e Liliane Martins (31) 8884-7476 

 

LINKS PARA O EVENTO:

 

PROGRAMAÇÃO

 

DE 18 A 21 DE MAIO

“LAPINHA NA ESCOLA” – PRÉ LAPINHA MUSEU VIVO NO MÊS DA ABOLIÇÃO

Local: Escola Municipal Prof. Mello Teixeira, UNIPAC/Escola Doutor Lund, Escola Municipal Herculano Liberato e Gruta da Lapinha

Horários: variados – conferir programação da Mostra FórumDoc, anexa.

Eventos: oficinas de capoeira angola, dança afro, percussão, Meio Ambiente e mostra de vídeos nas escolas e na Gruta da Lapinha.

 

MOSTRA FORUMDOC.MG

 

18 de maio – segunda-feira

19hs – Duas aldeias, uma caminhada

Escola Municipal Prof. Mello Teixeira – Bairro Santos Dummond

 

19 de maio – terça-feira

19h – O casamento de Gina

UNIPAC/Escola Doutor Lund  – Bairro Centro

 

20 de maio – quarta-feira

19h – Casca do chão

Escola Municipal Herculano Liberato  – Bairro Aeronautas

 

21 de maio – quinta-feira

10h – Vai ou racha, 20 anos de luta + Vamos à luta

Escola Estadual Cecília Dolabella Portela Azeredo  irro Várzea

 

 

 

DE 22 A 24 DE MAIO

LAPINHA MUSEU VIVO NO MÊS DA ABOLIÇÃO: 6º ENCONTRO DE CULTURA DE RAIZ

 

SEXTA-FEIRA – 22/05

ABERTURA

16h – Concentração na Praça Dr. Lund – Roda de Capoeira Angola

Centro – Lagoa Santa

 

18h – Cortejo

Saída: Praça Dr. Lund, sentido bairro Várzea.

Av. Getúlio Vargas, entre Rua Aquileu de Oliveira e Rua Tíbério Batista – Areão.

Participação de diversos grupos culturais, entidades e movimentos sociais.

 

19h – Mostra FórumDoc e shows

Exibição Crioulo doido -Areão – Bairro Várzea

 

SÁBADO – 23/05

9h – Oficinas e roda de conversa

Gruta da Lapinha – Lagoa Santa

 

18h – Shows

OCA – Tenda Armada

Rua do Rosário – 425

Próximo à Igreja de Nossa Senhora do Rosário – Lapinha – Lagoa Santa

 

19h – Mostra FórumDoc

Pré-estréia do filme

“Paz no Mundo Camará: a capoeira angola e a volta que o mundo dá – Minas Gerais”

 

Mestres Loucos

 

DOMINGO – 24/05

9h – Recepção das Guardas de Congo e Moçambique e dos Grupos de Candombe

Oficina com Mestre Moraes – Salvador/BA
Roda de conversa – Roda de Capoeira Angola

Igreja de Nossa Senhora do Rosário

Rua do Rosário – Lapinha – Lagoa Santa

Encerramento

 

QUEM SOMOS: A Acesa realiza em Belo Horizonte desde 1993 trabalhos de formação nas áreas de capoeira angola, dança afro, percussão e teatro com atividades nas 15 frentes de trabalho (Centro, Vila Acaba Mundo, Morro do Cascalho, Santa Tereza, Barro Preto, Pampulha, Santa Luzia, Jardim Canadá, Contagem, Betim, Ibirité, Lagoa Santa, Nova Lima, Codisburgo, Ribeirão das Neves e Coronel Fabriciano), atendendo mais de 300 alunos.

 

O QUE ACONTECE NO LAPINHA MUSEU VIVO : O encontro visa a valorização do patrimônio imaterial brasileiro através do intercâmbio cultural promovido entre grandes mestres da tradição oral. Assim, o evento tem trazido para Minas grandes mestres da Capoeira Angola, como os baianos e alunos diretos de Mestre Pastinha, Gildo Alfinete e Boca Rica (representantes da Associação Brasileira de Capoeira Angola) e João Pequeno (Academia João Pequeno de Pastinha, guardião da Capoeira Angola neste século). Esse intercâmbio promove a troca de experiências e saberes com outros mestres da Capoeira Angola e de outras manifestações culturais do Estado, como Dona Mercês do Candombe e Dona Isabel, Rainha Conga de Minas Gerais, do Reinado de Nossa Senhora do Rosário.  

 

MOSTRA FÓRUMDOC.MG

 

: A proposta do Forumdoc.mg – mostra itinerante do filme documentário e etnográfico – surgiu não apenas de uma vontade, mas da urgência em ampliar e democratizar o acesso à cultura em Minas Gerais. Há alguns anos a equipe do forumdoc.bh

 

e a equipe do Encontro de Cultura de Raiz firmam parceria, com exibições de filmes que aprofundam e diversi­ficam os pontos de debate sobre os modos da “cultura”. A parceria este ano está mais planejada, contudo sem perder aquilo que a gerou:  a possibilidade de pensar uma atuação cultural alheia à lógica utilitária e mercantil. A mostra não está limitada à exibição dos filmes, ela é permeada por  debates que serve como estímulo à reflexão.

Mostra Bienal 2009 do CECA Rio Vermelho

Nosso camarada, Mestre Faisca (Salvador – Bahia), diretor da Academia João Pequeno de Pastinha – C.E.C.A. localizada no Bairro do Rio Vermelho, nos escreve desejando boas festas e convidando para a Mostra Bienal 2009 do C.E.C.A. Rio Vermelho. Uma ótima oportunidade para vadiar e estar perto do "Velho Capoeira* ", mestre João Pequeno.

Jah vive!
Caro Milani, Vamos realizar nossa Mostra Bienal 2009 do C.E.C.A. Rio Vermelho de 16 a 18 de janeiro em Salvador / Bahia.

Quero parabeniza-lo pelo grandioso trabalho e contribuição que vc e sua equipe tem feito em prol da capoeira e de um Brasil melhor com o Portal do Capoeira, aproveito e convitdo vc e toda equipe para nossa Mostra Bienal 2009 de 16 a 18 de janeiro em Salvador / Bahia, e que em breve será divulgado a programação no Portal e todos veiculos de comunicação que tivermos acesso, será um prazer em recebe-los – desde já, desejo a todos um feliz Natal e prospero Ano Novo!

Vibrações Positivas,

Mestre Faísca
AJPP-CECA – Rio Vermelho tel: (71) 8813-9060
http://www.ceca-riovermelho.org.br

 

Mostra Bienal 2009 do C.E.C.A. Rio Vermelho

 

Quem Somos

A Academia João Pequeno de Pastinha – Centro Esportivo de Capoeira Angola / Rio Vermelho, é uma Organização Não Governamental, inscrita no CNPJ sob o nº 06.109.443/0001-00, sem fins lucrativos, cujo diretor-presidente é Mestre Faísca. Constitui-se em um espaço cultural e educativo para a comunidade da periferia urbana de Salvador.

Missão

Preservar a cultura afro-brasileira, através da Capoeira Angola sob a técnica de Mestre João Pequeno de Pastinha e demais manifestações artísticas, utilizando-a como elemento de mudança sócio-educativa e inclusão social.

MS: Cine Moreninhas apresenta Maré Capoeira

 

 

Cine Moreninhas apresenta “Curtas infantis 2”

Na próxima sexta-feira (22), a partir das 18h30, fechando a programação de férias das crianças da região da região das Moreninhas, a Fundação de Cultura de Mato Grosso de Sul (FCMS) promove mais uma exibição audiovisual no Cine Moreninhas, com a exibição do “Curtas Infantis 2”.

O Cine Moreninhas é um ponto de exibição da Programadora Brasil, um programa do Ministério da Cultura (Minc) que disponibiliza obras audiovisuais para circuitos não comerciais de difusão pública. Com conteúdo em todos os formatos (curta, média e longas-metragens), diversificado em várias categorias, (animação, documentário, experimental e ficção), os filmes são de épocas e regiões geográficas diferentes, o que atende diversos públicos e respeita a diversidade da produção audiovisual brasileira.

O Cine Moreninhas fica no Centro Comunitário das Moreninhas I e II, na Rua Anacá, 175. A entrada é gratuita.

Sinopse

O Programa “Curtas Infantis 2” traz quatro ficções protagonizadas por crianças e adolescentes. “Maré Capoeira” e “Caçadores de Saci” foram produzidos a partir do “Curta Criança”, edital infanto-juvenil do Ministério da Cultura. “D. Cristina Perdeu a Memória” discute o esquecimento de uma idosa através de sua relação com um menino de oito anos, enquanto “Paisagem de Meninos” mostra os dilemas de um grupo de garotos que querem assistir a um seriado no cinema, nos anos 30.

“Maré Capoeira”, dirigido por Paola Leblanc, tem 15 minutos de duração e conta a estória de Maré, apelido de João, um menino de dez anos que sonha ser mestre de capoeira como seu pai, dando continuidade a uma tradição familiar que atravessa várias gerações. O curta mistura ficção e documentário para contar uma pequena história de amor e guerra.

 

 

 

“Caçadores de Saci” foi filmado na chácara da pacata família de Onofre, que vem sendo assombrada por saci: a pipoca não arrebenta, o ovo não choca, o leite sempre azeda, o feijão vive queimando na panela, entre outros estranhos acontecimentos. Para resgatar a tranquilidade da casa, Onofre resolve contratar os serviços de Valdevino, o maior caçador de sacis do sertão. O curta tem a direção de Sofia Frederico.

Ana Luiza Azevedo dirige o curta “Dona Cristina Perdeu a Memória”, uma senhora de 80 anos, que conta histórias sempre diferentes sobre a sua vida para Antônio, um menino de 8 anos, pois acredita que o menino pode ajudá-la a recuperar a memória perdida.

“Paisagem de Meninos” é uma ficção de Fernando Severo filmado numa cidade do interior do Brasil, nos anos 30, cinco meninos tentam superar um grande obstáculo que pode impedi-los de assistir ao último capítulo de um seriado de aventuras, Haroldo, o Homem Relâmpago, ansiosamente aguardado durante semanas.

 

Maré Capoeira

DigiBeta, 15 min, Cor / P&B/ Rio de Janeiro, dezembro 2005

Sinopse:

Maré é o apelido de João, um menino de dez anos que sonha ser mestre de capoeira como seu pai, dando continuidade a uma tradição familiar que atravessa várias gerações. O curta mistura ficção e documentário para contar uma pequena história de amor e guerra.

A Diretora:

Paola Barreto Leblanc nasceu em 1971 no Rio de Janeiro, onde atualmente vive e trabalha como diretora, produtora e roteirista. Começou a fazer filmes em super 8 no ginasial da escola EDEM e em 1986 representou o Brasil no Jury Infantil do Festival International du Film Pour l´Enfance et la Jeunesse, em Paris. Antes de “Maré Capoeira” dirigiu dois premiados curtas infantis: “O Sumiço do Amigo Invisível” (2002) e “O Filme dos Porquês” (2003) exibidos em Barcelona, Miami, Buenos Aires, Montevideo e Santiago, entre outros Festivais; além do documentário “Me Erra!” veiculado no canal a cabo GNT e nos Festivais de Havana, Sevilla, e É tudo Verdade. Atualmente trabalha na série de documentaries curtos “É Campeão” que versa sobre crianças e esportes e está sendo apresentada a canais de TV no Brasil e no exterior.

Ficha Técnica:

Direção: Paola Barreto Leblanc – Roteiro: Fabiana Egrejas, Paola Leblanc, Ferradura, Rosane Svartman – Fotografia: Mauro Pinheiro Jr., ABC – Edição: Daniel Garcia – Edição de Som: Aurélio Dias – Trilha sonora: ArpX – Som Direto: Vampiro – Figurino: Fernanda Fabrizzi – Direção de Produção: Patricia Barbara – Produção Executiva: Ailton Franco Jr. – Cia Produtora: PB Filmes e AR Produções – Elenco: Felipe Santos, Isabela Fabirezza, Mestre Chaminé.

Premiação:

Prêmio Especial do Jury Amazonas Film Festival 2006
Prêmio Melhor Documentário – Nueva Mirada, Buenos Aires 2006
Prêmio do Jury Infantil – Hamburgo 2006
Prêmio do Jury Infantil – Oberhausen 2006
Prêmio Curta Criança – Minc/ TVE 2005

Participação em festivais e mostras :

IDFA – Festival Internacional de Documentários de Amsterdam, Holanda 2006
Mostra Internacional do Filme Etnográfico – Rio de Janeiro, 2006
Festivalzinho Vitória Cine Vídeo 2006
Amazonas Film Festival 2006
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo 2006
Festival Nueva Mirada Buenos Aires, Argentina 2006
Festival Internacional Calgary, Canadá 2006
Festival Internacional de Cinema Infantil de Chicago, USA 2006
Centro Cultural La Casa Encendida – Madrid 2006
Goiânia Mostra Curtas 2006
Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo 2006
Jornada Internacional de Cinema da Bahia 2006
Femina – Festival Internacional de Cinema Femnino 2006
Mostra de Cinema Universitário 2006
Festival Latinoamericano de Cortometrages de Caracas, Venezuela 2006
Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis 2006
FAM – Audiovisual Mercosul 2006
Festival Internacional de Curtas de Hamburgo, Alemanha 2006
Festival Internacional de Curtas de Oberhausen, Alemanha 2006
Festival Internacional de Curtas Metragens do Rio de Janeiro 2005

Contato: A.R. Produções – Ailton Franco Jr.
Praia de Botafogo 210 – Cob 01 – 22.240-050 – Botafogo – Rio de janeiro – RJ
Telefone: 21 2553 8918 – Fax: 21 2554 9059 – e-mail; [email protected] Este endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo

Leia Mais sobre o curta – Maré Capoeira:
http://www.portalcap…tent&task=view&id=937&Itemid=301

Vem jogar mais eu, Camará: uma história da capoeira baiana 1940-1980

A Caixa Cultural abriga a mostra Vem jogar mais eu, Camará: uma história da capoeira baiana 1940-1980 – um mergulho no período de afirmação, construção e difusão da capoeiragem no Brasil e no exterior.

A exposição é uma realização da Mandinga, Organização Não-Governamental que há 15 anos vem desenvolvendo projetos sócio-educativos com crianças e jovens de Salvador, tendo como eixo central a prática da capoeira enquanto instrumento de educação e cidadania.

A mostra aborda a capoeira sem recorrer à simbologia mais comum – berimbaus, pandeiros e seus belos movimentos – incorporando as próprias leis internas do jogo como linhas-mestras do projeto.

O visitante é convidado a perceber a lógica ritualística da capoeira, descobrir seus pequenos segredos, suas malandragens e a ter acesso ao processo que se esconde por trás da imagética final do espetáculo da roda.

Constituída predominantemente por recortes de jornais, revistas, manuscritos e fotografias de época, além de filmes, vinis, livros, objetos místico-religiosos, instrumentos musicais e depoimentos de velhos mestres, a mostra inclui filmes e documentários, que serão exibidos numa sala de projeção.

Fonte: Guia da Semana
Foto: divulgação

UFBA lança livro sobre capoeira no Pará

O livro “A política da capoeiragem: a história social da capoeira e do boi-bumbá no Pará republicano (1888-1906)”, de Luiz Augusto Pinheiro Leal e publicado pela Editora da UFBA (Edufba), será lançado no Hotel Sol Vitória Marina, no dia 19, às 19h.

A obra trata da capoeira no Brasil no início do século XX. O foco é a região do Pará, onde a capoeira tem peculiaridades diferentes da Bahia e do Rio de Janeiro. O livro é dividido em três capítulos e mostra a relação da capoeira com o Boi-bumbá e a capanagem. Revela, também, a participação da capoeiragem na implantação da República no Brasil e as campanhas repressivas à capoeira e à “vagabundagem” na cidade de Belém.

Fonte: Tarde on Line

http://www.atarde.com.br/vestibular/noticia.jsf?id=852674

Fernando Rabelo
Belém-PA