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ENCAMUZENZA

O Grupo Muzenza, sempre buscando formas de trabalhar a Capoeira, de uma forma abrangente, inova, mais uma vez. Nos dias 27 e 28/01/2013, acontecerá o 1º ENCONTRO DE PROFESSORES E ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA, PEDAGOGOS, PSICÓLOGOS, PSICOPEDAGOGOS E HISTORIADORES QUE TRABALHAM COM A CAPOEIRA, o ENCAMUZENZA.

O tema desta primeira edição será: “A CAPOEIRA ONTEM, HOJE E SEMPRE”…

O objetivo é fomentar a pesquisa e os debates sobre a história, desenvolvimento e o futuro de nossa Arte/Luta, através da intersecção entre o “saber acadêmico” e o “saber popular”. Haverá a apresentação de Temas-Livres sobre a Arte/Luta, nas diversas áreas do conhecimento, além de palestras e mesas-redondas com Mestres renomados, tais como: Luiz Renato Vieira, Gladson, Falcão, Beija flor,Gegê,e o Historiador Carlos Eugênio Líbano Soares. A coordenação do evento ficará a cargo dos Mestres Carson Siega e Sérgio Souza – Sanhaço.

A supervisão, será do Mestre Burguês.

 

Mais informações: encamuzenza@gmail.com

 

O Grupo Muzenza


O Grupo Muzenza de Capoeira, foi fundado em 5 de maio de 1972, na cidade do Rio de Janeiro, tendo como seu fundador, Paulo Sérgio da Silva (Mestre Paulão), oriundo do grupo Capoarte de Obaluaê, do Mestre Mintirinha (Luís Américo da Silva).

Em outubro de 1975, chega a Curitiba – Paraná – Mestre Burguês (Antônio Carlos de Menezes), que depois de lecionar nos bairros do Méier e Madureira, no Rio de Janeiro, decide fundar mais um núcleo do Grupo Muzenza no Sul do Brasil, implantando e desenvolvendo uma metodologia e uma filosofia própria, voltada para as raízes da capoeira, tendo introduzido essa modalidade em clubes, quartéis, escolas, academias, comunidades carentes e comunidades negras.

Mais de 15.000 alunos, já passaram pelo Grupo Muzenza de Curitiba, e hoje o Grupo se faz presente em 26 estados brasileiros, e 35 países, buscando sempre os fundamentos e as raízes da capoeira através de muita pesquisa.

Desde 1975, o Grupo passou a ser presidido pelo Mestre Burguês.

A proposta do Grupo Muzenza, é desenvolver um trabalho de capoeira, essencialmente como arte – luta, mas dando condições aos praticantes de se identificarem com os outros vários seguimentos que existem na capoeira.Dessa forma, o Grupo Muzenza apresenta uma proposta pedagógica que engloba a capoeira como: luta, arte, ritmo, poesia, cultura, desporto, profissão e filosofia de vida. Permitindo que cada aluno se identifique com uma dessas vertentes.

Todavia, a principal proposta do grupo Muzenza é a capoeira como luta, o desenvolvimento de uma metodologia e filosofia própria, nunca esquecendo de buscar as raízes da capoeira através de muita pesquisa, procurando preservar, a Capoeira Angola e Regional, bem como o respeito e valorização ao verdadeiro Mestre.

Festa, Capoeira, Frevo e Samba

Todos sabemos que a contribuição africana para a formação da cultura brasileira é imensa. Os africanos trazidos para cá como escravos, acabaram sendo os principais responsáveis por constituir algumas das características mais marcantes da nossa cultura: a musicalidade, a espontaneidade, a expressividade corporal e a criatividade presente nas mais variadas manifestações das culturas tradicionais de nosso povo.

Nesse sentido, a capoeira, o frevo e o samba, são três das manifestações de nossa cultura que reúnem essas características herdadas dessa ancestralidade africana. Essas expressões têm muita coisa em comum, mas principalmente, chama-nos atenção o fato de estarem sempre ligadas à festa: algo sobre o que, nós brasileiros, diga-se de passagem, entendemos muito bem.

O samba, que surge em nosso país em diversos locais, assumindo diferentes formas e sotaques, sempre esteve ligado à necessidade dos africanos e seus descendentes em festejar, dançar, cantar, beber e comer, enfim, compartilhar seus momentos de alegria, mesmo apesar do duro sofrimento a que eram submetidos no passado, e de certa forma ainda hoje no presente. A festa sempre fez parte do samba – e o samba da festa. Onde quer que se juntem pessoas nesse país para comemorar alguma coisa, o samba quase sempre se faz presente.

A capoeira, que se constituiu como uma estratégia de enfrentamento à violência do regime escravagista e do poder opressor em nosso país, teve como cenário de expansão e consolidação justamente as famosas “festas de largo” no início do século XX, em Salvador da Bahia. É justamente nessas festas populares – como Bonfim, Iemanjá e Conceição da Praia – que se inicia o processo de afirmação e aceitação social da capoeira através dos grandes mestres que começam a ganhar notoriedade nesses espaços, tais como os famosos Bimba, Pastinha, Noronha, entre outros.

E o frevo, que ao que tudo indica, surgiu a partir dos blocos carnavalescos do Recife e Olinda, no início do século XX, onde a rivalidade entre essas agremiações, fazia com que houvesse o enfrentamento entre elas, quando os caminhos se cruzavam durante a festa. Por isso, a necessidade de haver valentões dispostos a esses enfrentamentos – geralmente capoeiristas, que iam à frente desses cordões e, ao som das orquestras de metais e percussão, evoluíam com seus passos ágeis e coreografias bem desenhadas, dando origem à essa dança tão popular no carnaval de Recife e Olinda.

Percebemos então, que o sujeito social que freqüentava cada uma dessas manifestações era o mesmo, ou seja, o capoeirista era também o dançarino de frevo e vice-versa. Isso acontecia também com o sambista no Rio de Janeiro, que inclusive se vestia de forma muito parecida com o capoeirista da época: terno branco, chapéu de palha, lenço de seda no pescoço, e muitas vezes também a famosa navalha. Sem falar na perseguição policial que ambos sofriam, por serem tidos como vadios, marginais e capadócios.

 

Esses elementos nos dão pistas interessantes para tentarmos compreender o contexto social desse período histórico, onde esses sujeitos sociais: o capoeira, o sambista e o dançarino de frevo, compartilhavam do mesmo universo e transitavam com muita desenvoltura nesses ambientes, tendo como pano de fundo, justamente, a festa.

A festa sempre teve lugar de destaque na cultura brasileira, e talvez isso explique um pouco do nosso espírito alegre, nosso bom humor e nossa postura otimista diante das dificuldades da vida. São nos espaços festivos que exercitamos nossa sociabilidade, nosso sentido comunitário, nosso compartilhar de dores e alegrias, nossa sentido de pertença e identidade. A capoeira, o samba e o frevo, são ótimos exemplos desse exercício de cidadania. São manifestações que possuem o forte poder de agregar pessoas em torno da celebração, do encontro e da valorização da vida.

 

Pedro Abib (Pedrão de João Pequeno) é professor da Universidade Federal da Bahia, músico e capoeirista, formado pelo mestre João Pequeno de Pastinha. Publicou os livros “Capoeira Angola, cultura Popular e o Jogo dos Saberes na Roda”(2005) e “Mestres e Capoeiras Famosos da Bahia”(2009). Realizou os documentários “O Velho Capoeirista” (1999) e “Memórias do Recôncavo: Besouro e outros Capoeiras” (2008).

Cubatão: Projeto Ágora – Arte na Praça

Dezenas de pessoas participaram do Projeto na praça Princesa Isabel neste sábado (22/1)

Muita gente aproveitou o sábado de calor (22/1) sentado na praça e escutando boa música, lendo poemas em um varal de poesia e até acompanhando apresentações de hip hop ou capoeira Tudo isso, em plena praça Princesa Isabel, no centro de Cubatão. É o Projeto Ágora – Arte na Praça, que reuniu poetas, músicos, dançarinos, contadores de histórias, artistas plásticos, em uma miscelânea cultural pra lá de proveitosa. “Adorei a ideia, está aprovadíssima”, disse a aposentada Ivanir Carlos de Souza.

A programação teve início ainda no fim da manhã, com performances musicais em piano, violão e voz e até banda completa. Cantores e instrumentistas como Baeta, Dan Lisboa, Jackson e Pajé levaram muita Música Popular Brasileira ao público. O coreto da praça serviu de palco e inspiração para esses artistas. A Afrobanda também se apresentou com seus ritmos e swing inconfundíveis, fazendo muita gente dançar.

A Cia Pedro Paulo Academia de Hip Hop arrancou aplausos com as performances de hip hop e break. Dançando sobre um pequeno tapete de espuma, os jovens improvisavam passos, onde pareciam desafiar a gravidade, demonstrando bastante técnica e bom condicionamento físico. A Capoeira também foi representada através do Grupo Meninos Guerreiros, formado por pessoas de várias idades.

Além das apresentações no coreto, foram montadas pelo menos seis tendas, espalhadas pela praça. Em cada uma delas era oferecida uma atividade diferente. Havia espaço para a criançada ler histórias em quadrinhos, pintar e fazer bonecos de massinha. A Oficina de Origami – dobradura japonesa feita em papel, ministrada pela Tia Nalva Leal, ficou lotada de meninos e meninas que ao fim da atividade, saíram felizes da vida, com seus passarinhos confeccionados com papel.

Em outro espaço, os visitantes podiam ter seu rosto desenhado através da sensibilidade do artista plástico Coitim. Algumas tendas abrigaram lindas peças elaboradas com a fibra de bananeira, como os trabalhos do pessoal da Cooperativa “Mãos de Fibra”. Para as artesãs, o Projeto Ágora é uma ótima oportunidade de divulgarem seu ofício e comercializarem os produtos, que incluem bolsas, descansos e arranjos de mesa, objetos de decoração, porta-guardanapos e colares.

O artista plástico Giovane Nazareth também participou expondo as esculturas que faz, onde utiliza metal e refugo de peças de motocicleta. São peças bastante criativas. Um pedaço de corrente, aço e poucos parafusos se transformam em um abajur ou, quem sabe, um pássaro. “A praça ficou bastante movimentada o dia inteiro. É muito importante pra gente ter esse retorno da população”, afirmou o artista plástico.

Os escritores da Sociedade Amigos da Biblioteca, a SAB, emprestaram seu talento, montando um varal de poesias e declamando poemas durante toda a tarde. Dessa maneira, muita gente soube que em Cubatão há pessoas que gostam de escrever. O ator Tótila realizou performances como palhaço, para alegria da criançada.

De acordo com Welington Borges, secretário de Cultura, o objetivo é que Projeto Ágora percorra diferentes praças, em vários bairros da cidade, oferecendo um sábado de lazer e Cultura para adultos e crianças, valorizando os artistas cubatenses. O lançamento foi um sucesso, reafirmando o nome que recebeu – Ágora – inspirado na palavra grega de mesma grafia, que quer dizer: espaço em que povo se reúne para dialogar e trocar ideias.

 

Texto e fotos: Morgana Monteiro

Link para fotos:

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Aconteceu: Encontro Cultural Capoeira Angola Brasil

O Evento ocorreu  com muita energia muito aprendizado, agradecemos a todos pela participação, mesmo aqueles que não estavam presente Obrigado…

Mestre Felipe 83 anos com muita disposição de fazer capoeira mostrando sua persistencia e resistencia da continuação da Capoeira. Obrigado MESTRE FELIPE.

Mestre Nô com seus 65 anos com  uma grande vivencia na arte da capoeira nos deixou  sua sabedoria das rodas da ” Capoeira na roda e na vida”OBRIGADO MESTRE NÔ

Mestre Braulino com seus 57 anos de idade mostrando sua Capoeira No Jogo, No Ritmo e no Canto demonstrando sua simplicidade de ser CAPOEIRA “Simplesmente   SER Capoeira” OBRIGADO MESTRE BRAULINO

Mestre Heitor com sua personalidade e responsabilidade na Capoeira e na Vida OBRIGADO MESTRE EITOR

Mestre Alfredo mesmo com sua  maneira de ser ausente e acompanhar tudo sem compromisso, tambem contrubuiu deixando o evento com mais vida e deixando os convidados bem a vontade OBRIGADO MESTRE ALFREDO

 

Osasco: Tarde dos Cantadores

Estaremos realizando no dia 19 de Setembro mais uma edição da “Tarde dos Cantadores”, que ano passado levou um grande público, entre capoeiristas, simpatizantes, familiares e amigos, ao Clube Palmeiras. Este ano vamos levar a nossa festa a Osasco, contando com a presença de todos que ano passado engrandeceram a nossa festa.

Como no ano anterior toda a renda será revertida para a reconstrução do CEMB – Centro Educacional Mestre Bimba – as obras estão a todo vapor, muita coisa já foi feita, mas muita coisa ainda vem por ai. Venham celebrar a música da capoeira, a cultura brasileira!

Ingressos R$ 10,00

Toda a renda será revertida para a reconstrução do CEMB

Obs. Lançamento do CD do Boa Voz – 3 vol.

Local:
Centro de Eventos Pedro Bortolosso
Av. Visconde de Nova Granada, 513
Jd. Alvorada
Osasco – São Paulo – Brasil

Instrutor Lampanche
ABADÁ-CAPOEIRA

Aconteceu: Capoeira Ginga Arandu

No dia 22 (domingo), aconteceu em Arandu, o 3º Batizado e Encontro de Capoeira do Grupo Ritmo Baiano, realizado pelo Contra Mestre Marcão, com supervisão do Mestre Gildo. O evento marcou a comemoração do Ginga Arandu 2010, que é a comemoração de três anos de trabalho na cidade, que hoje tem seu reconhecimento em toda a região.

Segundo professor Marcão, neste evento os alunos realizaram as trocas de graduações com muita movimentação de jogo, além de também fazer parte do objetivo do evento integrar professores, alunos e convidados para uma capoeira positiva no sentido de socializar. “Hoje podemos usar a capoeira como um meio de inclusão social na comunidade”, comentou Marcão. Também foi conferida a graduação de Contra Mestre ao professor Marcão pelas mãos de Mestre Gildo e aprovação de todos os mestres e professores presentes, e durante a programação rolou muita capoeira com a presença de grandes capoeiristas entre eles Mestre Gildo (Ourinhos), Mestre Baianinho (Bauru), Mestre Jorge (Barra Bonita), Mestre Zulu (Pratânia), Contra Mestre Bozzo (Lençóis Paulista), Professor Binho (Itaberá), Professor Alex (Avaré), Monitor Cézinha (Avaré), entre outros capoeiristas e convidados. Para coroar o evento, foi encerrado com um jantar de confraternização que contou com a colaboração da Distribuidora de Bebidas Menegazzo.

 

Fonte: Folha de Avaré – http://www.folhadeavare.com.br/

O Canto da Mulher na Capoeira

Está em fase de produção o CD O Canto da Mulher na Capoeira, gravado exclusivamente por mulheres capoeiristas, professoras e alunas da ABADA Capoeira.

A idéia pioneira surgiu durante o Encontro Feminino ABADA Capoeira, realizado em maio deste ano e, graças a união e a determinação das mulheres envolvidas, a iniciativa foi levada a diante, com a escolha das letras, ensaios e, enfim, a gravação do CD em estúdio, no último sábado, dia 24 de julho, conforme informação do blog oficial da ABADA. 

O Canto da Mulher na Capoeira vem reduzir a lacuna que tanto lamentei no início do mês no texto A ausência de vozes femininas na Capoeira, portanto é com muita alegria e satisfação que recebi e repasso esta notícia, na expectativa de muito sucesso para as novas cantadoras.

Ainda não foi informada uma data para o lançamento do CD, mas após lançado, O Canto da Mulher na Capoeira poderá ser adquirido a R$ 30 cada.

 

Neila Vasconcelos – Venusiana
capoeiradevenus.blogspot.com

Homenagem ao Mestre Leopoldina

Convidamos todos a participarem do Encontro em Homenagem a Mestre Leopoldina, organizado pelos Mestres: Meinha, Marcão e Contramestre Caranguejo, esse encontro já passou por Praia Grande e Campinas tendo seu encerramento neste Final de Semana com diversas atividades.

Sábado dia 01/05 às 15 horas Roda na 24 de maio em frente as Lojas “S dobrado” e “Ginga Aruanda”

E em seqüência a partir das 17:00 o barracão abrirá as portas em apoio a essa Homenagem.

Teremos a presença de diversos Mestres da Velha Guarda da Capoeira de São Paulo com muita Vadiação e Papoeiragem.

Domingo dia 02/05  está previsto diversas atividades (local ainda a confirmar)
Então não deixe de ver seus e-mails e venham fazer parte desta Festa.

Abraço a todos
Prof. Ratão

Onde estão as capoeiristas da história?

Quem já teve curiosidade, interesse, ou mesmo sentiu necessidade de conhecer mais sobre a história das mulheres na capoeira, sabe o que é frustração.

Com um pouco de persistência se encontram nomes como Rosa Palmeirão, Maria Doze Homens, Nega Didi, Calça Rala e Maria Pára o Bonde, mas as informações não vão muito além.

Mesmo sobre o pouco que encontramos há muitas dúvidas, pois não se sabe situar com precisão a linha que divide o que é história real e o que é lenda.

Até mesmo sobre Dandara, grande guerreira do Quilombo de Palmares e esposa de Zumbi, atualmente não há mais do que duas linhas na Wikipédia, tão conceituada enciclopédia online.

Mas a falta de informação não é de espantar quando lembramos da discriminação sofrida pelo negro e sua cultura, e do preconceito sofrido pelas mulheres. Na soma, a mulher capoeirista recebeu discriminação em dobro, e sua importância para a história não foi reconhecida.

Trata-se de um erro que não deve ser relevado. A capoeirista de ontem ainda pode e deve ser tema de muita pesquisa. As histórias devem ser contadas e as informações precisam ser reunidas, documentadas e disponibilizadas a quem tem interesse de conhecer e passar a diante.

E a capoeirista que batalha hoje deve ser valorizada e ter seus trabalhos e conquistas reconhecidos, pra que seu nome e seus feitos constem na história de amanhã.

Fonte: capoeiradevenus.blogspot.com

Aniversário de Mestre Brasília, 67 voltas ao mundo e muita capoeira…

Antônio Cardoso Andrade, Mestre Brasília, nascido em 29-05-1942, é também um dos pioneiros da Capoeira paulista. Aprendeu com mestre Canjiquinha, de quem foi discípulo e amigo dedicado.

Veio para São Paulo, gostou, acabou ficando. Praticava capoeira na antiga CMTC, com mestre Melo, e na academia do mestre Zé de Freitas, no Brás. Conheceu então mestre Suassuna, e juntos fundaram uma academia, a “Cordão de Ouro”, que viria a se tornar no pólo principal da Capoeira paulista. Joga com extrema elegância e habilidade.

Atualmente, Mestre Brasilia está ministrando suas aulas no Galpão do Circo, R. Girassol, 323, Vila Madalena, SP. É vice-presidente cultural da Federação de Capoeira do Estado de São Paulo, entidade filiada à Confederação Brasileira de Capoeira e à Federação Internacional de Capoeira; atualmente, é presidente do Conselho Superior de Mestres – seção São Paulo.

O Portal Capoeira presta esta singela homenagem a um dos precursores da capoeira em São Paulo e deseja muita paz, saúde e muita capoeiragem para este grande mestre!!!

Fica aqui também um abraço especial pois gostaria de deixar registrado o quanto é importante para mim ter tido em meu batizado… + – 1988/89 na Escola Paulista de Medicina em SP, sob a organização dos Mestres Flavinho Tucano e Dal, CDO a presença ilustre de Mestre Brasilia, por quem tive a honra de ser batizado… ainda lembro como se fosse hoje: Terno branco… sapato branco… chapeu branco… a elegancia e o bom gosto de um grande mestre…

Felicidades Mestre Brasilia!!!

Homenagem Portal Capoeira
Luciano Milani
Portal Capoeira