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Maranhão: Franceses aprendem capoeira em Pindaré-Mirim

Franceses são alunos de intercâmbio de capoeira.
Essa é a segunda turma de franceses a vir aprender a luta no Maranhão.

Maranhão… Maranhão… oo… Que saudades do meu Maranhão… oo…

Três franceses apaixonados pela capoeira saíram de seu país para aprender as técnicas da arte marcial brasileira. Serão 15 dias de aprendizado com o grupo Nação Palmares em Pindaré-Mirim.

Os franceses Maria, Simon e Joana são alunos de intercâmbio de capoeira, que vieram da França para aprender todo o gingado e técnicas da arte genuinamente brasileira com o grupo Nação Palmares de Pindaré. O convite foi feito pelo mestre Dorinaldo Oliveira, que já esteve visitando alguns países europeus divulgando essa arte.

Essa é a segunda turma de franceses a vir buscar esse aperfeiçoamento de capoeira em Pindaré-Mirim.

Eles devem passar apenas 15 dias no Brasil, por isso, os treinos são puxados no ginásio de esporte do município.

 

Fonte: http://g1.globo.com

Grupo de Capoeira Nação Recife/AACD

Recife: o trabalho de Capoeira com crianças portadoras de deficiências, começou em 2005 a princípio com uma desconfiança mais depois se tornou uma realidade, hoje o Grupo de Capoeira Nação Recife/AACD, sob a direção e coordenação do Mestre Júnior, Prof de Edc Física e História da Capoeira, coordena as aulas com movimentos de Capoeira adaptados para os pacientes (alunos), dentro da grande ludicidade que esta arte contém.

 

Serviço:

Workshop sobre Capoeira Inclusiva e os benefícios que ela pode trazer aos adeptos com necessidades especiais

Mestre Júnior

(81)97701889/86192109 – [email protected]

Conferencia Cultural Afro-Brasileira – Espanha 2012

Partecipação especial:

Mestre João Grande (USA)

Mestre Plínio (Brazil)

 

Preço

Forma de pagamento:

Ate o dia 15 de Novembro – 120 € (60 € antecipado / 60 € no dia do evento) por 4 dias.

Depois o dia 15 de Novembro – 150 € por 4 dias.

Depois o dia 15 de Novembro – 50 € por 1 dia.

 

Para pagar o 60 € anticipado utilizar a conta:

 

Daniele Bolletta

IBAN – IT92C0301503200000002615527

Email – [email protected]

 

O preço inclui aulas e hospedagem (levar saco de dormir).

 

Programação

Em breve.

 

Hospedagem

Levar saco de dormir.

 

Translado

Desde do aeroporto de Alicante, sera organizadas caronas no valor de 5 € por pessoa. Para reservar uma vaga, escrever a [email protected]

Desde da estação de onibus de Alicante, consultar o site: www.agost.es.

 

Information

Mail – [email protected]

Alfonso (Espanha) – +34 630 545 531

Daniele (fora da Espanha) – +353 862 652642

 

(EN) Afro Brazilian Culture Conference – Spain 2012

Mestres and Professores

Special partecipation:

Mestre Joao Grande (USA)

Mestre Plinio (Brazil)

 

Payment

Payment method:

 

Until the 15th of November – 120 € (60 € in advance / 60 € the day of the event) for 4 days of event.

After the 15th of November – 150 € for 4 days.

After the 15th of November – 50 € for 1 day.

To pay the 60 €, please use the folowing account:

 

Daniele Bolletta

IBAN – IT92C0301503200000002615527

Email – [email protected]

The price icludes workshop and hospitality (bring sleeping bag).

 

Agenda

Soon.

 

Hospitality

Bring your sleeping bag.

 

Transfer

From Alicante airport, rides will be organized for € 5 per person. To reserve a place, write [email protected]

From the bus station in Alicante, visit: www.agost.es.

 

Information

Mail – [email protected]

Alfonso (Spain) – +34 630 545 531

Daniele (outside Spain) – +353 862 652642

Conferência Cultural Afro Brasileira – Nação Zumbí

Mestres e Professores

Participação especial:

Mestre Jogo de Dentro (Brasil)

Mestre Plinio (Brasil)

Convidados:

Mestre Jai Carrasco (Espanha)

Mestre Olho Blanco (Espanha)

Professor Careca (Portugal)

Professor Capacete (Espanha)

Professor Dudu (Grecia)

Professor Thiago (Francia)

Professor Indio (Brasil)

Professor Geraldo (Holanda)

Professor Maia (Alemanha)

Professor Julio (Espanha)

Professor Papagaio (Espanha)

Preço

Forma de pagamento:

      • Ate o dia 15 de Junho – 85 € (35 € anticipado / 50 € no dia do evento).
      • Depois o dia 15 de Junho – 95 €.

Forma de pagamento para pesoa fora da Espanha.

        • Ate o dia 15 de Junho – 70 € (35 € anticipado / 35 € no dia do evento).
        • Depois o dia 15 de Junho – 80 €.

Para pagar o 35  € anticipado utilizar a conta:

Daniele Bolletta

IBAN – IT92C0301503200000002615527

Email – [email protected]

O preço inclui camisa, workshop, hospedagem (levar saco de dormir).

Hospedagem

Levar saco de dormir.

Informação

UFPE disponibiliza histórico da cultura pernambucana em acervo virtual

No ano em que se celebra internacionalmente os Povos Afrodescendentes, o Laboratório de História Oral e da Imagem (Lahoi) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) publica resultados de dois projetos que têm por objetivo resgatar a memória cultural do estado. Um resgata a memória e traz um inventário sonoro dos maracatus. O outro torna acessível material histórico sobre as manifestações e lutas das décadas de 1970 a 1990.

Fruto do projeto Ritmos, Cores e Gestos da Negritude Pernambucana*, o Lahoi disponibiliza em seu acervo virtual – www.ufpe.br/negritude – levantamentos, documentos, fotografias e entrevistas que dão voz a importantes lideranças dos movimentos culturais e sociais negros pernambucanos. Com foco nesses movimentos, o projeto evidencia as relações construídas por seus militantes nas duas décadas.

O período foi escolhido por constituir um momento muito significativo na história do estado, marcado por intensas lutas sociais, onde maracatus, afoxés, capoeiras, escolas de samba e grupos de música e teatro foram fundamentais na integração do povo. De acordo com Isabel Guillen, coordenadora do projeto, o material ressalta importantes características dessas mobilizações e sua importância na afirmação de um orgulho pela identidade, pela negritude.

PERSPECTIVAS – No acervo virtual, Isabel vê uma oportunidade de colocar em circulação outro olhar sobre a cultura na grande Recife. “O desejo é de que muitos consultem o acervo. Tamanha diversidade e riqueza não podem permanecer invisíveis”, afirma. “Não adianta documentação trancada. Ela precisa circular, produzir novos saberes, causar inquietações, ser agente de transformação no mundo”, completa.

Para Alexandro Reis, diretor do Departamento de Proteção ao Patrimônio Afro-Brasileiro da Fundação Cultural Palmares (DPA/FCP), a UFPE apresenta para a sociedade brasileira um importante trabalho de valorização e promoção da diversidade cultural do nosso país. “O patrimônio cultural da comunidade afropernambucana é merecidamente agraciada com esta proposta”, ressalta.

MARACATUS-NAÇÃO – A outra pesquisa do Laboratório de História Oral e da Imagem (Lahoi) da UFPE tem por objetivo produzir conhecimento sobre a vida social dos maracatus-nação de Pernambuco. Nela, são abordados os aspectos relacionados diretamente à musicalidade sob a óptica de que embora inseridos em uma mesma categoria de manifestação cultural, os maracatus têm suas especificidades.

Os registros dos maracatus fazem com que a diversidade e riqueza das nações e suas identidades sejam divulgadas e igualmente valorizadas evitando que a exposição da sonoridade de uma única nação sirva de referência para a manifestação como um todo. O produto final da pesquisa será o Inventário Sonoro dos Maracatus-Nação Pernambucanos* e um CD coletivo com sonoridades de 19 maracatus.

Para conhecer o projeto sobre os maracatus acesse www.historiamaracatusnacao.com e http://inventariomaracatus.blogspot.com/.

* Ambos os projetos foram financiados pelo Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).

 

Fonte: http://www.palmares.gov.br

CGC – Confraria Gaúcha de Capoeira

A Confraria Gaúcha de Capoeira – CGC nasce da reunião de diversos grupos, Mestres e Professores de Capoeira (Muzenza – Mestre Carson e Profº Salsicha, Pesquisa e Fundamento – Contra-Mestre Fabinho, Esporte Nacional – Mestre Delmar e Nação – Mestrando Paulo Grande e Graduado Cabeleira) com objetivos específicos calcados na preservação e divulgação dos elementos chave desta arte-luta. Esporte, cultura, educação, ritmos, ancestralidade, história, musicalidade, qualidade e filosofia de vida são alguns elementos contidos dentro da multidisciplinaridade e no largo espectro da mais brasileira de nossas expressões.

A necessidade de manter o legado, o respeito aos fundamentos, o compromisso e seriedade com a Capoeira em seu contexto latu, uniu grupos como: Pesquisa e Fundamento, Muzenza, Esporte Nacional, Nação e outros envolvidos no processo nesta mesma proposta.

A história da arte capoeira no Rio Grande do Sul passa a ser vista com mais legitimidade quando há um somatório de forças, exatamente, para amalgamar o compromisso de todos os integrantes, atletas, patrocinadores, incentivadores na composição desta irmandade.

Seriedade e respeito com a capoeira. Isto é o coletivo. Confraria Gaúcha de Capoeira – CGC.

Aconteceu:

Então, oficializando como representação da comunidade capoeirística gaúcha, haverá a celebração em coquetel para imprensa, políticos, convidados e toda a gama de pessoas afins que comungam de idéias. Este lançamento ocorreu quarta-feira, dia 23 de setembro, às 20h, no Museu do Esporte, no Shopping Total, em Porto Alegre.

Contato 9325-0023 ou 81148954.

 

Página do Grupo – http://www.grupos.com.br/group/confrariagauchadecapoeira

Adeus, adeus: mestre Chico Batista, o Chico Calungueiro

No último dia 10, o Ceará perdeu o talento de mestre Chico Batista, o Chico Calungueiro. Artesão e entusiasta do maracatu, criador de figuras da cultura cearense na versão calunga, como Cego Oliveira, Patativa do Assaré, Muriçoca e Irmãos Aniceto ele será lembrado hoje, às 19h, na Igreja de N. Sra. de Nazaré, no Montese. O pesquisador Calé Alencar dá seu depoimento sobre o artista de múltiplos talentos

Conheci Chico Batista em 1999, quando iniciei minha participação como brincante e membro da diretoria do Maracatu Az de Ouro. Sua figura franzina, lembrando um Dom Quixote cearense, em nada se assemelhava ao seu imenso talento para artes e ofícios na feitura de alegorias, adereços e muitas outras demandas de maracatus, blocos e escolas de samba de relevante presença no carnaval de Fortaleza. Seu porte magrelo logo me chamou a atenção pelo contraste entre o calibre de menino nascido em Senador Pompeu e os afazeres estafantes dos desfiles carnavalescos.

Descobri em Chico Batista um artista para muito além de cocares, saiotes, esplendores, cetros, estandartes, penachos e coroas. A um meu pedido, feito em tom de sugestão com o objetivo de preencher a necessidade de termos, no maracatu, uma representação a nos servir de produto revelador do folguedo, respondeu-me com uma miniatura de rainha, logo seguida de um conjunto completo, representando o figural desta expressão afro-brasileira tão bem assentada no corso carnavalesco. Desde os maracatus do Morro do Moinho, da Apertada Hora, da rua de São Cosme, do Outeiro e do Manoel Conrado, registrados em ´Através dos Folk-lores´ por Gustavo Barroso, passando pelo pioneirismo de Raimundo Alves Feitosa, no corso fortalezense a partir de 1937, até os cortejos atuais.

Exímio jogador de futebol nos rachas dos times de subúrbio, onde fez fama e muitos gols pelos campos do Montese, Itaoca, Jardim América e Bom Futuro, Chico foi também craque na linha de frente do grupo fundador do Maracatu Nação Fortaleza, ocupando cargo na diretoria desde o início das atividades do Nação. E concorrendo com criatividade e suor para construir um abrigo acolhedor do nosso brinquedo, emprestando sua sensibilidade na montagem das exposições de adereços, figurinos, instalações e fotografias do maracatu.

Aos seus diminutos bonecos, confeccionados em madeira, fio de cobre, alumínio, algodão, durepox, tecidos, agulhas, linha, plástico e cola quente, dei o nome de calungas. E aí virou Chico Calungueiro, meu estimado mano Pichico. Criador de figuras representativas da cultura cearense na versão calunga, a exemplo de Cego Oliveira, Patativa do Assaré, Banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto, Muriçoca e Dragão do Mar, além de sua marca registrada – o maracatu e os estandartes dos grupos participantes do carnaval de rua.

Amigo, moleque, irmão, companheiro, confidente, presepeiro, camarada, um dia me trouxe um seu irmão, de nome Carlos, meu xará e ainda por cima nascido em 20 de outubro, mesma data de meu aniversário. Colega de café, cajuína, refresco de murici, gomos de ata e tangerina, Maria maluca, sarrabulho e panelada com arroz e muito caldo, em apenas um aspecto divergimos, enquanto estivemos pisando o mesmo chão, com a força de Oxum, Xangô, Oxalá, Pomba Gira, Jurema e Zé Pilintra: em seu coração batia um tambor alvinegro, enquanto o meu não sabe bater outra coisa a não ser um batuque tricolor de aço.

Obras e acervo

Chico Batista, mestre artesão registrado e freqüentador das feirinhas do Sesc, nas praças São Sebastião, Murilo Borges e do Ferreira, tem peças espalhadas por casas de amigos e admiradores. Destacadas personalidades do mundo das artes e da política foram agraciadas com seus trabalhos, a exemplo de Fernanda Montenegro, Matheus Nachtergaele, Ednardo e Raimundo Aniceto. Eu mesmo entreguei ao presidente Lula, na solenidade de outorga da Medalha da Ordem do Mérito Cultural, em 2007, uma réplica da Banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto.

Outras peças de sua autoria enfeitam estantes no Memorial da Cultura Cearense, do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, em Fortaleza, e em São Paulo, Rio, Porto Alegre, Olinda, Santana do Acaraú, Nova Iorque, Paris, Buenos Aires, Pequim, Ilha do Sal, Roma, Salvador, Crato e Juazeiro do Norte. O acervo da Casa da Memória Equatorial tem algo em torno de 300 peças, adquiridas desde o início de Mestre Chico na confecção das calungas.

O Centro Cultural Banco do Nordeste Fortaleza abriu espaço para exposição de seu trabalho em 2001, época em que Tibico Brasil realizou oportuno registro fotográfico do material exposto. Em 2005, conquistou o primeiro lugar no I Salão Municipal de Artesanato, realizado pela Prefeitura de Fortaleza, ocasião na qual fez jus a um prêmio jamais recebido, apesar de idas e vindas à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, responsável pelo concurso.

Despedida

Pai do Alexandre, primogênito herdeiro de seu talento, da Sandra e do Lucas, avô da Maiara e do Pedro Alex, a quem chamo Chico Neto, Francisco Batista de Oliveira, o mestre artesão das calungas, completava seus ganhos levantando paredes, pintando portas, caiando muros, consertando canos, instalando redes elétricas e jogando no bicho, quase todo santo dia. Na quinta-feira, dia 9 de outubro do ano da graça de 2008, cinco dias após haver completado 54 anos, pisou em falso no alto do telhado de uma casa onde trabalhava, no Montese, nas proximidades da igreja de Nazaré, perdeu o equilíbrio e a vida, pelo menos esta vida compreendida no plano material, real e visível. No plano dos encantados, virou luz. Vestiu-se com o estandarte do Maracatu Nação Fortaleza, uma de suas mais belas peças, e foi entrar na morada de Olorum.

Axé, querido amigo. Até um dia. Saravá, meu querido irmão e mestre. Mestre Chico Batista. Prometo a você fazer soarem os tambores como saudação à sua chegada na nova casa. Receba meu abraço musical e alencarino e os aplausos de todos os brincantes do Maracatu Nação Fortaleza, a calunga mais bonita feita com a arte de suas mãos.

P.S.: Quem sabe os organizadores do carnaval de rua em Fortaleza acolham a idéia de trabalhar com a arte de Chico Batista para ilustrar o tema do desfile em 2009. Será uma preciosa oportunidade de fazê-lo permanecer lembrado e presente no ambiente ao qual dedicou a vida.

CALÉ ALENCAR
especial para o Caderno 3
(*) Cantor, compositor, produtor musical, fundador do Maracatu Nação Fortaleza.

REPERCUSSÃO
"A partida de mestre Chico Batista foi uma surpresa pra todos. Ele fazia todo o material do Az de Ouro, junto com Mestre Juca. Tinha um talento enorme, para o maracatu e outros trabalhos".
Pingo de Fortaleza
Cantor, compositor e produtor

"Chico Batista começou no maracatu ainda nos anos 70. Deu uma enorme contribuição com sua inteligência. Era um grande apaixonado pelo maracatu, independente de agremiações"
Marcos Gomes
Presidente do Maracatu Az de Ouro

(Foto: ACERVO CALÉ ALENCAR/KARLO KARDOZO)

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/

Aconteceu: 14 anos de Associação Brasileira de Capoeira Nação Dom Bosco

Dia 26 de abril de 2008, ocorreu o aniversário de 14 anos de Associação Brasileira de Capoeira Nação, no Colégio Dom Bosco em Porto Alegre.

O evento foi organizado pelo Mestrando Paulo Grande, e estiveram presentes seus alunos do colégio Dom Bosco, Maria Auxiliadora, Migrantes, dos projetos sociais Escola Aberta, na Vila Dique e o pessoal do Educandário São Luís, Além de pais e outros convidados. Como Padre Lino da Congregação Salesiana, que prestigiou o evento e ressaltou a importância do trabalho da capoeira na formação e trajetória no desenvolvimento dos alunos no colégio.

Também comemorando 14 anos de capoeira, estiveram presentes os Graduados Cabeleira e Coelho, que começaram com Mestrando Paulo Grande no mês de Abril de 1994 no próprio Dom Bosco.

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A festa foi muito bonita e a empolgante os recém chegados trouxeram alegria e grandes promessas a Capoeira Nação.

Depois de uma roda muito descontraída, a comemoração foi na sala onde são feitos os treinos de capoeira com direito a bolo de aniversário, refrigerantes e muitos sorrisos!

Parabéns ao mestrando Paulo Grande pelo bonito trabalho no colégio Dom Bosco, aos Graduados Cabeleira e Coelho e as crianças que se divertiram e vivenciaram a capoeira!

Axé Nação…

17ª Mostra Cultural e Festa de Batizado Capoeira Nação

Dia 17 de Dezembro de 2005, no Colégio Dom Bosco em Porto Alegre, ocorreu sob o comando do Mestrando Paulo Grande a XVII Mostra Cultural, Batizado e Troca de cordas do Capoeira Nação.

A Mostra Cultural iniciou-se com a “Puxada de Rede” seguida de “Maculelê” que foram apresentados por um grande número de crianças. Logo após a apresentação, deu-se início o Batizado e a troca de cordas.

Estavam presentes pricipalmente o Mestre Pop (Fundador do Grupo), Mestre Kadu, Mestre Moa, Mestre Ratinho, Mestre Nino Alves, Contra-Mestre Fabinho, entre outros.

O batizado ficou marcado pelo elevado número de crianças. A grande maioria é fruto do trabalho social, destinado a crianças do Ensino Público, que vêm sendo desenvolvido pelo Mestrando Paulo Grande e Graduado Cabeleira durante todo o ano de 2005.

 Outros grandes marcos foram as trocas de cordas dos alunos Bebezão e Tartaruga, onde ambos vêem colaborando para o crescimento e desenvolvimento da capoeira. O Graduado Coelho, que desenvolve seu trabalho em Portugal, juntamente com o Graduado Cabeleira, que dá aulas em vários locais de Porto Alegre, receberam a graduação intermediária para Instrutor (corda verde e roxa).

O ponto alto ocorreu no final. Após anos de dedicação absoluta no trabalho e desenvolvimento da capoeira, reconhecidos por todos do grupo e não só, os professores Paulo Grande, Sapo (Nação Curitiba) e Corisco (Nação Caxias) receberam as cordas de Mestrando (corda marrom e vermelha).

O encerramento foi exibido em grande, com a roda dos mestres e  mestrandos. A roda mostrou o jogo de pura mandinga e sabedoria por parte dos capoeiristas, deixando deslumbrado quem assistia e acompanhava a roda.

Os agradecimentos vão para todos os presentes que tornaram o evento um grande sucesso.

Parabéns ao grupo que mesmo tendo que ultrapassar grandes obstáculos durante sua caminhada, mostrou que é forte e que luta pelos seus ideais.

Parabéns especial ao Mestrando Grande, responsável pelo trabalho apresentado e pela maravilhosa festa que foi o evento.

Muito Axé a todos, até a próxima

  Escrito por: Especialista – www.capoeiranacao.org