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Grupo de Capoeira Nação Recife/AACD

Recife: o trabalho de Capoeira com crianças portadoras de deficiências, começou em 2005 a princípio com uma desconfiança mais depois se tornou uma realidade, hoje o Grupo de Capoeira Nação Recife/AACD, sob a direção e coordenação do Mestre Júnior, Prof de Edc Física e História da Capoeira, coordena as aulas com movimentos de Capoeira adaptados para os pacientes (alunos), dentro da grande ludicidade que esta arte contém.

 

Serviço:

Workshop sobre Capoeira Inclusiva e os benefícios que ela pode trazer aos adeptos com necessidades especiais

Mestre Júnior

(81)97701889/86192109 – mestrejunior1@gmail.com

Aconteceu: III Encontro da Capoeira Inclusiva de Santos

Encontro de capoeira reúne portadores de necessidades especiais, em Santos

Conscientizar instituições, professores e familiares de pessoas com necessidades especiais sobre a importância da prática de atividade física para o desenvolvimento motor e mental, melhoria da auto-estima e integração social dos portadores. Esse é o principal objetivo do III Encontro da Capoeira Inclusiva de Santos, que será realizado na próxima quinta (22), das 14 às 17 horas, no Complexo Esportivo Rebouças, na Ponta da Praia, em Santos.

Cerca de 120 crianças, jovens e adultos, de seis entidades que trabalham com educação especial, participarão do evento: Capoeira Inclusiva Semes/Rebouças; Apae/Santos; Escola de Educação Especial “Eduardo Ballerini (Cerex); Escola de Educação Especial “30 de julho”; Napne/Santos e Caec João Paulo II/ Vicente de Carvalho – Guarujá.

O evento inicia com a apresentação de uma performance de dança afro pelos alunos da Apae/Santos, e segue com uma  aula inclusiva, onde os participantes jogarão capoeira, numa grande confraternização. Serão formadas cinco rodas, cada uma delas com dois professores para monitorar e orientar os participantes. Uma grande festa com pizza, doces, refrigerantes e muitos brindes encerrará o encontro.

A ideia do evento, que nasceu há três anos, foi do professor de Educação Física e mestre de capoeira Cícero França. MestreTatu, como é mais conhecido, desenvolve há seis anos um trabalho com crianças e adultos portadores de necessidades educacionais especiais nas cidades de Santos e Guarujá.

“No grupo que tenho, a Capoeira Aruanda, sempre apareciam alguns portadores de necessidades especiais. E vi como a capoeira ajudava essas pessoas. Em 2005, resolvi que me dedicaria com mais afinco a esse trabalho, que é muito gratificante”, explica.

O III Encontro da Capoeira Inclusiva de Santos evento tem o apoio da Prefeitura de Santos, Kokimbos Pizzas e Picanha; Menina Flor, Hautte Cabelo e Estética; Studio Click (Juara Prado) -, Programa no Ar – TV Santa Cecília, Ateliê Amália Marcheto, Track Filmes  e MGNNET Hospedagem e Desenvolvimento.

Projeto de inclusão social faz primeiro batizado para alunos com necessidades especiais

A Associação Esporte Nacional Capoeira realiza sábado, dia 29, às 15h, o 1O Batizado do Projeto Capoeira para Crescer. A iniciativa, inédita na capital, oferece há um ano, gratuitamente, aulas de capoeira para alunos com necessidades especiais.

O projeto, voltado para inclusão social por meio do esporte, é fruto de uma parceria entre a Associação e a Krim Bureau Digital, e conta com o incentivo do Programa Municipal de Apoio e Promoção do Esporte (ProEsporte) da Secretaria Municipal de Esportes, Recreação e Lazer.

O Batizado tem o patrocínio do Banrisul e Octo Promocional.

Local: Clube Farrapos – Av. Cristiano Fischer, 1331 – Porto Alegre/RS
Data: 29/11/08 – às 15h
Informações: Delmar Perroni – 51 9325 0023 – e/ou Márcio Gomes – 51 99334912

Crônica: A Chatice da Igualdade

A CHATICE DA IGUALDADE.
Como trabalhar as diferenças e aprender com elas.

Quem nunca viveu uma situação como esta; tu sai a procura de emprego roda, roda, roda e só encontra NÃO ou então a seguinte frase: Você é muito qualificado para o cargo; arquivaremos e seu currículo. É péssimo não é? Vamos usar esta comparação para amigos e amigas portadores de necessidades especiais que além da procura de emprego e educação; buscam atividades físicas planejadas como jogos coletivos, lutas, atividades aquáticas, danças ou qualquer outro exercício.

Enquadra-se aqui os mais diferentes aspectos em deficiência física, mental, social, cognitiva, motora, visual ou outras. Aliás, que palavra é está hein??? Deficiência!!!

Acredito que todos nós temos as nossas. Eu tenho as minhas, você não tem as suas?

Há também tanta deficiência moral e ética no mundo e estas, muitas vezes, são denominadas de “normais”. Enfim; está é uma outra história!

Voltemos à questão da inclusão. Incluir é diferente de integrar. Incluir é fazer com que este indivíduo participe da atividade, do emprego, do jogo, da educação. Integrar é somente juntá-lo ao grupo, muitas vezes desprezando a sua presença e não pensando em procedimentos para fazer com que esta pessoa faça parte do momento. Então; a questão é inclusão e não integração!

Já presenciei inúmeras vezes educadores, professores, gerentes, diretores, donos de empresa tirando o corpo fora quando é hora de “incluir” . Oferecem uma desculpa qualquer, indicam o vizinho e jogam a batata quente para o outro lado.

Certa vez uma mãe de um garoto com necessidades especiais me procurou dizendo da dificuldade em achar um local para que seu filho praticasse um esporte. Ouviu uma série de desculpas e até um encaminhamento para a medicina, tratando assim o garoto como um doente e não como uma pessoa capaz de realizar toda e qualquer tarefa, necessitando apenas de uma adaptação para isso.

Todos podem dividir os mesmo espaços e as mesmas atividades sem muitos esforços. Basta um pouco de bom senso e curiosidade por parte de educadores para saber qual necessidade devemos adaptar para cada situação que nos é colocada à prova. Cadeirantes, amputados, deficientes visuais, transtornos mentais, dificuldade de cognição não importa o título. É apenas necessário buscar a informação e proceder acolhendo e tratando sem distinção estas pessoas que nos procuram.

Muitos ainda pecam por excesso de zelo. Não por culpa própria, mas por inexperiência. Os portadores de necessidades especiais devem ser tratados como os demais. Sem mimos ou dó. Normal!O estimule e elogie, cobre e se preciso chame a atenção. Você o fará se sentir uma pessoa como outra qualquer que na verdade é o que são.

No geral eles são mais aplicados. Insistem mais na repetição do exercício ou no estudo. Não desistem fácil e raramente faltam às aulas. Possuem um compromisso enorme com a atividade ou a aula. Não é raro encontrarmos pessoas que praticam capoeira com amputação de membros inferiores ou com grave comprometimento neurológico. Mesmo assim podem sentir a energia da roda, tocar os instrumentos, cantar, bater palmas, pesquisar e nos fornecer lições que só a vida pode nos ensinar. E a presença de todos eles durante a aula, contribui com os demais que enxergam nestas pessoas a superação, e quebram certos paradigmas enraizados como o preconceito e a discriminação.

Na vida, constantemente estamos nos adaptando a diferentes situações. Caímos e levantamos, superamos crises e infelicidades. Encaramos novas realidades e mudanças. Conhecemos novos lugares e pessoas. Tudo isto pede adaptação. Um saber agir diferente e a capacidade de mudar, transformar e tocar o barco à frente. No momento que você for colocado à prova, não desista. Procure informação, leia, pesquise, mas antes de tudo traga a pessoa para junto de si. Faça-a sentir a segurança do seu trabalho e afeto no seu falar. Ache meios para ela participar de sua aula. Busque saber sim o seu estado clínico, principalmente com patologias relacionadas com o sistema cárdio-respiratório e músculo-esquelético. Mas nunca a trate como um doente. Certamente você aprenderá demais e multiplicará as suas experiências. Na era da inclusão não é necessário muito para a sua colaboração, somente tirar boas impressões das diferenças. Afinal que chato se fossemos todos iguais!

BEIJA-FLOR

*Educador em Capoeira. *Bacharel em Comunicação Social com especialização em Jornalismo. *Licenciado Pleno e Bacharel em Educação Física. Grupo Macungo de Capoeira, extensão Projeto Beija-Flor

SÃO BERNARDO DO CAMPO/SP

http://bfcapoeira.vilabol.com.br

beijflor@portalcapoeira.com

Recife: Pacientes da AACD recebem batismo em grupo de capoeira

Onze pacientes da AACD-PE (Associação de Assistência a Criança Deficiente) serão batizados no Grupo de Capoeira Nação Recife, no próximo sábado (18). O evento será realizado no Instituto Nossa Senhora de Fátima, às 13h. Esta será a primeira turma de pacientes da instituição que participará do batismo. O evento contemplará crianças portadoras de deficiência e não-portadoras.
 
As aulas de capoeira para deficientes foram iniciadas na AACD-PE em maio deste ano e são ministradas por um professor voluntário. Os atletas aprendem os elementos da capoeira adequados às suas necessidades. Com os pacientes que usam cadeira de rodas são feitos atividades de alongamento da coluna e relaxamento muscular. Crianças com paralisia cerebral interagem com a música e os que utilizam prótese foram iniciados em movimentos básicos da capoeira, como o aú (estrelinha), o agachamento e a ginga.
 
Fonte: Redação do pe360graus.com – http://pe360graus.globo.com

UNIFESP, Transplantados & Capoeira – Conhecer para Contribuir…

TRANSPLANTADOS: CONHECER PARA PODER CONTRIBUIR. – A CAPOEIRA DÁ SUA CONTRIBUIÇÃO.
 
Neste mês de abril a Escola Paulista de Medicina, da Universidade Federal de São Paulo está dando melhor ênfase a divulgação do seu programa permanente de divulgação e orientação visando levar a conhecer a realidade e necessidades das pessoas portadoras de órgãos transplantados.
 
O Grupo de Capoeira Berimbau Brasil, dirigido por Mestre João Coquinho, conta com, a colaboração do estagiário Ademar Mires Antunes, 26, anos Nemo, ou Sapo. Ademar é transplantado renal. operado pela equipe do Médico Dr. Medina, em 21-08-2003, cujo sucesso possibilitou Ademar a ingressar no Berimbau Brasil já em janeiro seguinte, 2004.
 
Dia 12  deste  o Berimbau Brasil apresentou uma Roda na  Associação dos Transplantados da mesma Universidade, com a participação “estrela” do estagiário Ademar. Mestre João Coquinho levou alguns “capoeiras”, e mesmo sendo em dia de semana, valeu a apresentação e o intercambio.
 
Ademar, transplantado renal,  de camisa preta“Demonstrar que as necessidades do transplantado em nada diminui suas aptidões nem as possibilidades de realização profissional, paralelamente a um esforço a convencer ao mundo empresarial, explicou a Profa. Carmem Rosa Pujol, Coordenadora da Associação, a  contratar transplantados”. Conta Mestre Coquinho: ”Ademar treina normalmente, nestes três anos evoluiu como qualquer outro, hoje ministra capoeira tanto no Grupo, como na Academia Up-Fitiness Center, (a quem agradecemos), onde é monitor titular”, frisou.
 
Dia 28 deste mês de abril, a Assistente Social Carmem Pujol, em nome da Associação dos Transplantados convidou Mestre João Coquinho a voltar e apresentar uma Roda, “uma grande Roda” nas dependências da Universidade, parte integrante do encerramento dessa etapa da campanha.
 
Obrigado, Carmem. Estaremos lá.
Mestre João Coquinho.

Fortaleza: Capoeira promove a inclusão de pessoas com necessidades especiais

Cidadania: Capoeira promove a inclusão de pessoas com necessidades especiais.
 
Um projeto criado há 10 anos em Aracaju (SE) e que utiliza a capoeira para trabalhar o desenvolvimento da coordenação motora, o eqüilíbrio, força, expressão corporal, musicalidade e auto-estima de pessoas com necessidades especiais.
Este é o Projeto Capoeira Inclusiva e Terapêutica – Arte de Sentir Bem, cujo criador é o sergipano mestre Beija-Flor.
E o professor Eraldo Gabriel de Sousa, o mestre Beija-Flor – há 27 anos praticando a capoeira -, encontra-se atualmente em nossa Capital, tentando implantar o seu projeto nas secretarias da Educação de Fortaleza e Maranguape, para atender às pessoas com necessidades eduacaionais especiais dessas cidades.
“Eu trabalho há 10 anos com pessoas dotadas de necessidades educacionais especiais e já implantei meu projeto em São Paulo, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Alagoas, Minas Gerais, Pará, Maranhão, e agora o estou apresentando no Ceará”, afirmou o professor Eraldo Gabriel. O mestre Beija-Flor vai ainda ministrar palestra, amanhã, na UFC/Faced.

O PROFESSOR ERALDO Gabriel trabalhou com alunos especiais em Belo Horizonte
 

Capoeira sem fronteiras…

Em uma destas voltas ao mundo na Rod@ Digital, encontrei um video sugerido por  um amigo cujo título por sí só já fala tudo… (Capoeira, vivendo sem barreiras) porém é preciso assistir ao video para sentir a verdadeira força e a emoção da superação, da alegria de viver… da CAPOEIRA…
 
Dentro deste espírito fica a sugestão do video: Capoeira, vivendo sem barreiras e para uma maior compreensão deste tema temos uma seção totalmente dedicada a Capoeira sem Fronteiras, a Capoeira para Portadores de Necessidades Especiais.
 
Abaixo a matéria que deu ínicio a esta seção em Fevereiro de 2006.
 
Meus agradecimentos a todos que lutam e trabalham com estas fantasticas pessoas…

 

Aqueles que conhecem a capoeira, sabem do que ela é capaz. A capoeira é jogo, luta, dança, brincadeira e filosofia.
Como diz Mestre Paulo, “… capoeira é o único esporte que tem a sua própria música. É a única luta em que o homem luta com a mulher e o velho com a criança”. Além disso, como diz Mestre Mão Branca, “… os opostos se atraem, o rico e o pobre, o preto e o branco”.
 
Não só eu, mas muitos outros capoeiristas acreditam que a capoeira é mágica, e a sua maior magia esta na brincadeira de forma lúdica e principalmente pelo seu processo de inclusão.
 
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Alagoas: Capoeira para portadores de necessidades

O Grupo Munzenza, tem explorado o lado Esporte-Competição dentro da Capoeira, realizando compeonatos, competições especificas voltadas a capoeira luta… e agora uma abordagem destes mesmos eventos, destinados a um publico portador de necessidaes especiais.
Desta forma a família Munzenza vem se destacando nesta faceta da capoeiragem…. e ao mesmo tempo, conforme a matéria em anexo, valorizando a inclusão e o indivíduo
 
Luciano Milani

A Sociedade Pestalozzi, em parceria com o grupo de capoeira Muzenza, realiza hoje, a partir das 14h, no Pavilhão do Basquete, em Jaraguá, o I Campeonato de Capoeira para portadores de necessidades especiais.
Cerca de 50 atletas participarão do evento, que segundo seu idelizador, professor Antônio Sérgio, tem caráter inclusivo. "As crianças e jovens que participam das aulas de capoeira apresentam melhora em aspectos como motricidade, lateralidade, sensibilidade e auto–estima", avalia.
A prática da capoeira na Pestalozzi integra o trabalho de terapia ocupacional e envolve uma equipe multidisciplar.
"Além da inclusão social, vamos premiar os melhores atletas como forma de incentivá–los à pratica esportiva", finaliza.