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Curso Gênero, Raça e Etnia

Tem início nesta quarta-feira, dia 31 de agosto, o Curso Gênero, Raça e Etnia Para Jornalistas, resultado da colaboração da Federação Nacional dos Jornalistas – Fenaj e ONU Mulheres. Tendo como local o Sindicato dos Bancários, das 18h às 22h, haverá parte teórica e outra prática, com a jornalista Cleidiana Ramos. O mini-curso segue na quinta-feira, no mesmo local e horário. Esta era uma antiga reivindicação do Núcleo de Jornalistas Afrobrasileiros doSindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul, que está completando dez anos de existência.

A procura por parte de jornalistas e estudantes de Jornalismo superou a expectativa, criando uma lista de espera. O número de vagas inicialmente previsto de 50 participantes, aumentou para 60 visando atender um universo maior de interessados. A cobertura em tempo real vai estar no portal do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul – www.jornalistas-rs.org.br, no blog do curso – generoracaetniaparajornalistas.wordpress.com, e respectivas redes sociais.

 

A redação fala sobre gênero, raça e etnia: Folha de S. Paulo, Correio Braziliense, CBN, TV Brasil, Rádio Nacional e Grupo RBS

Este material foi gerado para o Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas. Agradecemos às/aos colegas pelo tempo cedido no meio da correria do trabalho e pela riqueza do debate: Eliane Cantanhede, Jacqueline Saraiva, Jorge Freitas, Luiz Armando Vaz, Mara Régia, Maria Honda, Rosana Hessel, Tereza Cruvinel e Vicente Nunes. A “conversa entre jornalistas” faz parte da metodologia do Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas, que tem o objetivo de evidenciar os desafios e as possibilidades traçadas por profissionais com atuação em redações de jornal, rádio, TV e internet. A “conversa entre jornalistas” é bastante objetiva e não foge do assunto nem mesmo quando a cobertura de gênero, raça e etnia parece uma questão difícil de responder. Disponível também no www.youtube.com/grejornalistas.

 

Eliane Cantanhede – colunista da Folha de S. Paulo e colaboradora da Globo News

Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 – melhoria da cobertura diária | | Vídeo 3 – mulher no Jornalismo Vídeo 4 – raça e etnia no noticiário

Jacqueline Saraiva – repórter do Correio Web

Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 – melhoria da cobertura diária | | Vídeo 3 – mulher no JornalismoVídeo 4 – mulheres negras no Jornalismo

Jorge Freitas – repórter de Economia do Correio Braziliense

Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 – melhoria da cobertura diária Vídeo 3 – pauta de gênero, raça e etnia |

Mara Régia – jornalista e apresentadora da Rádio Nacional Amazônia

Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 – melhoria da cobertura diária | | Vídeo 3 – mulher no Jornalismo |

Maria Honda – produtora da Rádio CBN

Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 – melhoria da cobertura diáriaVídeo 3 – melhoria da cobertura diária 2Vídeo 4 – povos indígenasVídeo 5 – mulher no jornalismo

Luiz Armando Vaz – radialista e repórter fotográfico do Grupo RBS

Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 – melhoria da cobertura diária |

Rosana Hessel – repórter especial do Correio Braziliense

Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 -melhoria da cobertura diária | | Vídeo 3 – papel das mulheres no jornalismo |

Tereza Cruvinel – diretora-presidenta da EBC (Empresa Brasil de Comunicação) | Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 – melhoria da cobertura diária |

Vicente Nunes – editor de Economia do Correio Braziliense

Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 – melhoria da cobertura diária |

Câmara reconhece prática de capoeira como profissão

SÃO PAULO – A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou na última quarta-feira (3), em caráter conclusivo, o Projeto de Lei 7150/02, do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que reconhece a prática de capoeira como profissão. O projeto já aprovado pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público segue para a análise do Senado.

Pela proposta, o capoeirista passa a ser considerado atleta profissional, apto a participar de eventos públicos ou privados mediante remuneração. A capoeira já é reconhecida como manifestação cultural de dança, de luta ou de outras formas de competição.

A CCJ aprovou o parecer do relator, deputado Sandro Mabel (PR-GO), pela constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa do projeto, com emenda que suprime a exigência de inscrição do mestre capoeirista na Confederação Brasileira de Capoeira (CBC). Segundo Mabel, essa exigência criaria indesejável reserva de mercado, em conflito com o princípio do livre exercício profissional.

Fonte: http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=3&id_noticia=264684

Notícias “vermelhas” invadem o universo da capoeiragem…

Logo pela manhã ao ler os e-mails me deparo com uma notícia que me chocou: "Mestre de capoeira é morto no Jacintinho. Azul recebeu três tiros" – minha primeira reação foi de susto… e rapidamente fui a fonte para ler a notícia na íntegra… Infelizmente o crime aconteceu e teve como vitima fatal um jovem capoeirista de 22 anos!!!

Vamos refletir sobre o tamanho do sensacionalismo da notícia… que apesar de triste e muita dura para os familiares e amigos, deve ser vista também pelo prisma da capoeiragem e da ética dentro da ginga da informação… e desta forma a informação passada através do artigo publicado no jornal Alagoano: Alagoas 24 horas, fere a ética e a camaradagem da capoeira… (não existem mestres com 22 anos de idade e não devemos ter o conceito de rivais na capoeira e sim parceiros)

O Jornal se faz valer do testemunho do irmão e de um amigo da vitima, ambos fragilizados, para gerar um clima sensacionalista e infundado!!!

É preciso tratar a nossa cultura e a nossa arte-luta com seriedade e respeito!

Desejamos aos amigos e familiares os mais sinceros sentimentos…

Segue matéria para vossa apreciação e reflexão:

Mestre de capoeira é morto no Jacintinho. Azul recebeu três tiros
Alagoas24horas

Mestre de capoeira foi morto em pleno parque de diversão

O mestre de capoeira Leilton Santos Oliveira 22 anos, mais conhecido como “azul”, foi morto agora há pouco no Conjunto José da Silva Peixoto no Jacintinho. Em meio a uma grande movimentação em função das atividades um parque de diversão, dois homens se aproximaram de Leilton e dispararam três tiros, o capoeirista do grupo Candeia, teve morte imediata.

A prima Simone Santos Duarte Oliveira 22 anos, que estava com ele no momento do assassinato não falou sobre o assunto, mas o irmão, Alexsandro Oliveira Marcelino, 29 anos, disse que o irmão era usuário de craque, e que tinha recebido conselhos para que deixasse o mundo das drogas, “Ele disse uma vez, que estava sendo ameaçado por uma pessoa chamada Thiago”, declarou.

Outra versão para o caso, está relacionada a atividade de Leilton, segundo Rossine Carvalho Dantas, 22 anos, amigo de Leilton, o crime pode ter relação com a capoeira, “O azul era um cara muito tranqüilo, mas ele viajava muito para outros Estados com a capoeira, os outros integrantes do grupo Muzenza, ficavam com ciúmes”, disse. Muzenza, é outro grupo de capoeira, que segundo informações, é rival do Candeia.

Integrantes do Muzenza, foram procurados pela nossa repotagem para falar sobre o assunto, mas não foram encontrados, o Sargento Ribeiro da RP, esteve no local, para os primeiros levantamentos.

Fonte: http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/index.asp?vEditoria=&vCod=37582

Tendal da Lapa – SP Não pode parar!!!

Dia 10 de Outubro
Espetáculo Manifesto pela continuidade do Espaço Cultural Tendal da Lapa
Vista branco e venha participar do manifesto contra o fechamento do Tendal
Diversos grupos que fizeram e fazem a história do Tendal irão se apresentar à comunidade para convidá-los a conhecer e participar das atividades desenvolvidas no espaço, que está longe de ser ocioso.
 

O Espaço Cultural estará lutando pela sua permanência com sua melhor arma: a arte! Participe!
Rua 12 de Outubro (próximo à estação ferroviária) às 12h.
Ajudem a divulgar!
 
O Iê está funcionando no Tendal. www.ie.angola.pagina.de

Salve Rui, salve a todos os camaradas desta Roda…
 
É muito triste receber uma notícia destas, o Tendal da Lapa é um espaço fantástico do qual já tive o prazer de participar, quando lá existia a Escola Paulista de Circo.
E como um membro desta familia, deixo aqui o meu total apoio a esta manifestação.
 
O Tendal tem de continuar…. como movimento de resistencia e da cultura… como sempre foi!!!
 
Axé!!!
Luciano Milani

Mestre Parana

Mestre Parana
Osvaldo Lisboa dos Santos, conhecido como Mestre Paraná, foi um dos melhores tocadores de berimbau de todos os tempos. Nasceu em Salvador – Bahia – em 1923, sendo o primeiro a tocar berimbau na orquestra sinfônica do teatro municipal do Rio de Janeiro. Participou também no filme "O Pagador de Promessas". Esse angoleiro nato, foi aluno do Mestre Antônio Corró ex-escravo na Bahia, viajou por todo o Brasil, mostrando a capoeira e o som inigualável do seu "gunga", gravando um compacto duplo pela CBS (Capoeira Mestre Paraná), fato este o primeiro que se tem notícia. Convidado por Mercedes Batista, foi a Portugal divulgar a capoeira jogada no Brasil.
Mestre Paraná fundou o Grupo de capoeira São Bento Pequeno nos anos 50, do qual com muito orgulho, constitui toda a formação do grupo Muzenza. No dia 7 de Março de 1972, no IAPASE (Rio de Janeiro), vítima de um súbito colapso cardíaco, morreu cantando o grande angoleiro, deixando uma lacuna em nossa capoeiragem.