Blog

objetivo

Vendo Artigos etiquetados em: objetivo

A Confraria Carioca de Capoeira – C.C.C.

A CONFRARIA CARIOCA DE CAPOEIRA – (C.C.C.)

Nasceu de um grupo de amigos e com iniciativa do Mestres Burguês – Hulk – Arerê – Columar – King – Gegê – Edvaldo Baiano – Martins – Lua – Montana

A partir da necessidade de unir seus grupos com as seguintes propostas:

1- Trabalhar juntos com ideologias diferentes em prol da CAPOEIRA . (Esse é o nosso grande desafio)

2- Respeitar a individualidade de cada Grupo e de cada Mestre.

3- Enfocar uma comunidade de CAPOEIRA.

4- Os trabalhos de cada Grupo ou Mestre continuam individualmente mais, o objetivo principal é de reunir.

5- Juntar o saber popular com o saber academico.

6- Objetivo coletividade e não ao individualismo.

7- Pensar mais na CAPOEIRA e não no seu grupo.

8- O nosso grande instrumento é o diálogo.

9- Amadurecer a ideia de fazer um evento todos juntos.

10- NOSSO LEMA:

– RESPEITAR AS DIFERENÇAS

– HUMILDADE

– UNIÃO

A necessidade de manter o respeito aos fundamentos, o compromisso e seriedade com a Capoeira. A história da capoeira no Rio de Janeiro passa a ser vista com mais credibilidade quando há  forças, de companheiros com  o compromisso da nossa CAPOEIRA.  Respeitar as diferenças , humildade, união e seriedade com a capoeira. Isto é  a  CONFRARIA CARIOCA DE CAPOEIRA – (C.C.C.)

A CONFRARIA CARIOCA DE CAPOEIRA – C.C.C.

FUNDADORES:

EDVALDO BAIANO – MARTINS – KING – MONTANA – GEGÊ – COLUMA – ARERÊ – HULK – LUA E BURGUÊS.

LANÇAMENTO DA CONFRARIA DIA 27 DE FEVEREIRO DE 2010 GRANDE RODA NA PEDRA DO SAL (PRAÇA MAUÁ, Rio de Janeiro/RJ, Brasil)

O COLEGIADO DA C.C.C

CONFRARIA DE ESCRAVOS VOLTADA PARA A LIBERTAÇÃO DE OUTROS ESCRAVOS

“Nabuco errou”

Em 1888, quando a Lei Áurea baniu legalmente do país a vergonha do sistema escravocrata, Joaquim Nabuco, um dos abolicionistas mais engajados, profetizou que o Brasil levaria um século para livrar-se da desigualdade entre os ex-escravos e os demais cidadãos. Embora tenha acertado no diagnóstico, Nabuco errou no prazo. Hoje, 121 anos após a Abolição, negros e negras continuam sub-representados nos espaços de poder e no ambiente acadêmico, ocupando as funções menos qualificadas no mercado de trabalho, sem acesso às terras ancestralmente ocupadas no campo, e na condição de maiores agentes e vítimas da violência nas periferias das grandes cidades.

São muitas as razões que impossibilitaram a ascensão social dos negros, e sobre elas já discorri inúmeras vezes: a falta de mecanismos legais que garantissem o acesso dos negros à terra, ao trabalho e à educação no período imediatamente posterior à abolição; o incentivo à imigração europeia e asiática para substituir a mão-de-obra recém liberta; as teorias racistas de “embranquecimento” da população; o mito da democracia racial brasileira, que conduziu a uma quase total invisibilidade da questão negra; e toda uma herança discriminatória forjada em mais de 350 anos de escravidão.

Embora alguns setores tentem apresentar na mídia esta realidade com os sinais trocados, hoje sabemos que a democracia racial é em verdade um objetivo a ser alcançado, pois somos uma nação desigual, com os negros na base e os brancos ocupando o ápice da pirâmide econômica. Felizmente, no atual estágio de suas instituições democráticas, nossa sociedade está suficientemente madura para discutir a transformação desta realidade sem incitar o ódio racial ou ocasionar maiores traumas. Basta não perder de vista que objetivo não é dividir, mas integrar. Fazer com que negros, brancos, indígenas, ciganos e outros segmentos tenham não apenas a igualdade formal dos direitos, mas a igualdade real das oportunidades.

O Estatuto da Igualdade Racial, projeto de lei que há mais de uma década tramita no Congresso Nacional, é a mais importante ferramenta para alcançar este objetivo. Surge para dar consequência e aplicabilidade ao texto da Constituição Cidadã de 1988, que, desde o seu preâmbulo e em diversos de seus artigos, confere ao Estado a responsabilidade pela promoção da igualdade e o combate aos preconceitos. A Carta registra em seu Artigo 3º, por exemplo, que é objetivo fundamental do Estado “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”. Assinala ainda, em seu Artigo 4º, o repúdio ao racismo, determinando, no inciso XLII do Artigo 5º, que sua prática se constitui em “crime inafiançável e imprescritível”.

Os primeiros efeitos da discussão em torno do Estatuto começam a ser sentidos antes mesmo de sua aprovação pelo Legislativo. De forma espontânea e sem registros de incidentes, mais de 60 instituições públicas de ensino superior já colocaram em prática políticas com o objetivo de ampliar o acesso de estudantes negros aos seus cursos de graduação; as escolas de nível fundamental e médio assumem seu papel para a superação do racismo com a gradual adoção da lei do ensino de História da África e da Cultura Negra; e diversos bancos e empresas começam a adotar medidas para reduzir as disparidades entre negros e brancos em seu corpo de funcionários. Paulatinamente, o racismo é desconstruído.

A recente aprovação do projeto de lei em comissão especial formada para analisá-lo na Câmara, de forma unânime, graças a um acordo costurado entre todos os partidos presentes, foi um importante passo neste sentido. Considerando a solidez dos acordos firmados entre o governo, os partidos e a sociedade civil, estou convicto de que, muito em breve, teremos condições de aproximar o Brasil do ideal de Nabuco: “Acabar com a escravidão não nos basta; é preciso destruir a obra da escravidão”.

 

Edson Santos

Ministro da Igualdade Racial

Coordenação de Comunicação Social

Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial

Presidência da República

Esplanada dos Ministérios, Bloco A, 9º andar – 70.054-906 – Brasília (DF)
Telefone: (61) 3411-3659/3699

www.presidencia.gov.br/seppir


Livro – O Abolicionismo – Joaquim Nabuco (Trecho do Livro)

Já existe, felizmente, em nosso país, uma consciência nacional – em formação, é certo – que vai introduzindo o elemento da dignidade humana em nossa legislação, e para a qual a escravidão, apesar de hereditária, é uma verdadeira mancha de Caim que o Brasil traz na fronte. Essa consciência, que está temperando a nossa alma, e há de por fim humanizá-la, resulta da mistura de duas correntes diversas: o arrependimento dos descendentes de senhores, e a afinidade de sofrimento dos herdeiros de escravos.

Não tenho, portanto, medo de que o presente volume não encontre o acolhimento que eu espero por parte de um número bastante considerável de compatriotas meus, a saber: os que sentem a dor do escravo como se fora própria e, ainda mais, como parte de uma dor maior – a do Brasil, ultrajado e humilhado; os que têm a altivez de pensar – e a coragem de aceitar as conseqüências desse pensamento – que a pátria, como a mãe, quando não existe para os filhos mais infelizes, não existe para os mais dignos; aqueles para quem a escravidão, degradação sistemática da natureza humana por interesses mercenários e egoístas, se não é infamante para o homem educado e feliz que a inflige, não pode sê-lo para o ente desfigurado e oprimido que a sofre; por fim, os que conhecem as influências sobre o nosso país daquela instituição no passado, e, no presente, o seu custo ruinoso, e prevêem os feitos de sua continuação indefinida.

Possa ser bem aceita por eles esta lembrança de um correligionário ausente, mandada do exterior, donde se ama mais a pátria do que no próprio país – pela contingência de não tornar a vê-la, pelo trabalho constante da imaginação, e pela saudade que Garret nunca teria pintado ao vivo se não tivesse sentido a nostalgia – e onde o patriotismo, por isso mesmo que o Brasil é visto como um todo no qual homens e partidos, amigos e adversários se confundem na superfície alumiada pelo sol dos trópicos, parece mais largo, generoso e tolerante.

Quanto a mim, julgar-me-ei mais do que recompensado, se as sementes de liberdade, direito e justiça, que estas páginas contêm, derem uma boa colheita no solo ainda virgem da nova geração; e se este livro concorrer, unindo em uma só legião os abolicionistas brasileiros, para apressar, ainda que seja de uma hora, o dia em vejamos a independência completada pela abolição, e o Brasil elevado à dignidade de país livre, como o foi em 1822 à de nação soberana, perante a América e o mundo.

Joaquim Nabuco

Londres, 8 de abril de 1863

 

Leia mais sobre Joaquim Nabuco: http://www.fundaj.gov.br

Bahia: Grupo de capoeira desenvolverá atividades ambientais

Salvador – Aliar capoeira a educação ambiental. Este é o objetivo da parceria entre a Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) e o Grupo de Capoeira Ginga e Malícia. Com duração de três meses, o convênio vai permitir ao grupo – que atua há 18 anos com aulas de capoeira – desenvolver atividades socioambientais para jovens e crianças do Engenho Velho da Federação e bairros vizinhos.

De acordo com Valcir Batista Lima, conhecido como Mestre Marinheiro, o objetivo é despertar nos jovens a importância da preservação do meio ambiente através da capoeira.

“A idéia é retirar eles das ruas e integrá-los a uma iniciativa para que tenham noções básicas de educação ambiental. Preservar o meio ambiente é uma base para o viver. Quem cuida garante uma qualidade de vida melhor”, expressou Mestre Marinheiro, fundador do grupo de Capoeira Ginga e Malícia.

No grupo, a produção do berimbau – instrumento básico da capoeira – é feita pelos próprios jovens. Segundo Marinheiro, a biriba é a melhor madeira para fabricação do berimbau e é no Recôncavo que se encontra a de melhor qualidade.

Por conta disso, ele pretende expandir a iniciativa para a região. “No local, a procura pela madeira é grande e as pessoas irão entender a importância de retirar e manusear a madeira de forma correta, sem provocar agressões ao meio ambiente”, disse.

Segundo Tatiana Matos, assessora especial da Sema, o objetivo pretendido pelo convênio é formar uma consciência socioambiental junto à comunidade do Engenho Velho da Federação e bairros vizinhos.

Instrumento de educação – Criado em 1992 pelo Mestre Marinheiro, o grupo de Capoeira Ginga e Malícia, além da capoeira, disponibiliza em sua sede aulas de capoeira, teatro, inglês, artes plásticas, e artesanato, além de palestras educativas.

De acordo com o Mestre Marinheiro, a proposta é democratizar o acesso ao conhecimento, trabalhar a cidadania, disciplina, companheirismo e envolver crianças e adolescentes em atividades socioeducativas. Na sede, são ministradas ainda aulas de informática para as crianças do Engenho Velho e bairros vizinhos.

Fonte: http://www.jornaldamidia.com.br

MG: Capoeiristas levam ginga à Praça da Matriz

Aconteceu no último final de semana o 1º Encontro internacional de capoeira na Praça da Matriz. O animador e radialista João Froes revela que o evento contou com a participação de capoeiristas não apenas do Brasil mas de outros países como, por exemplo, Japão, Alemanha e Coréia do Norte.

Afirma ainda que o evento alcançou o objetivo no tocante ao de uma competição esportiva, mas, sobretudo, social uma vez que houve a interação dos povos ali representados.

De acordo com João Froes a realização das apresentações de capoeira também tem como objetivo a divulgação de uma arte bastante difundida no Brasil e que naturalmente já faz parte da cultura do povo brasileiro. Frisa ainda ter sido fundamental a escolha da praça Matriz durante a feira de artesanato uma vez que as famílias que tradicionalmente frequentam este local aos domingos teve a oportunidade de socializar com uma dança verdadeiramente artística.

COMPETIÇÃO

O mestre Lagartixa, do grupo Geração capoeira, um dos organizadores do evento também enaltece a realização da referida competição e agradece o apoio de todos os colaboradores na realização da competição. Salienta ser relevante este tipo de apresentação em praça pública uma vez que além do alcance social é uma maneira de popularizar ainda mais a arte da capoeira.

Projeto kizomba uma iniciativa do povo de terreiro

O que é realizado no projeto cultural kizomba.

O Projeto kizomba visa atuar junto a Crianças e Adolescentes e idosos da Comunidade e seu entorno no reforço à auto-estima, através do fortalecimento da identidade destes, através da educação, formação cidadã e conscientização de seu papel social, político e econômico. O Projeto kizomba na realidade já acontece de forma precária devido às poucas condições econômicas da comunidade, atendemos cerca de 100 crianças, adolescentes e idosos, na orientação sócio cultural, onde os mesmos aprendem sobre a história e a cultura afro-brasileira, através de oficinas de dança afro,canto, capoeira, samba de roda, maculelê e percução. Estes jovens são recebidos na comunidade que busca através deste trabalho retira-los das ruas e, portanto dos perigos das drogas, da marginalidade. Muitos pais deixam suas crianças no período em que precisam trabalhar e muitos destes acabam se tornando presas fáceis para a marginalidade e tráfico de drogas, principalmente em comunidades como a nossa próximas de vilas e favelas e, portanto, da precariedade de   benefícios sociais. Ainda temos os idosos que facilmente são esquecidos pelas famílias, quando não mais fazem parte da cadeia econômica, vários destes tem buscado a Associação como forma de entretenimento e de alento.

{youtube}p9Anv-JeMPs{/youtube}

Justificativa

Todo este trabalho foi reconhecido recentemente pela Fundação Cultural Palmares, órgão do Ministério da Cultura, que atendendo a solicitação da comunidade que se auto define como remanescente de quilombo foi publicado pelo Diário da União o reconhecimento da comunidade Manzo Ngunzo Kaiango como comunidade remanescente de Quilombo, o primeiro com estas características no Estado de Minas Gerais.  

Nossa Meta

Buscar parceiros e colaboradores para o Projeto CULTURAL KIZOMBA, que reconhecem sua importância e acreditam que poderá desenvolver e crescer em suas propostas, além é claro, a possibilidade de oferecer aos jovens e adolescentes de nossa comunidade resultados positivos no aprendizado e na sua formação cidadã. Acreditamos que não basta investir, se não tivermos condições para tal. Por isso, seu apoio torna-se fundamental para nosso prosseguimento e avanço

Nosso objetivo

Para atingir tal objetivo, todo ano é realizado um evento cultural onde fazemos mostra de todo nosso trabalho junto a comunidade e convidados teremos um publico esperado de 250 pessoas onde serviremos café da manha e almoço para todos. O evento acontecera de 09as 15; 00hs no mês 07 de 2009.

 Iniciamos uma de nossas metas, buscando sua colaboração através de doações, Nós sabemos que essa meta é de grande importância para trazer impactos positivo para nossa comunidade e agradeceríamos muito o seu apoio.

Sua contribuição, será de grande ajuda para que esse evento possa acontecer.

E Para agradecer sua contribuição, colocamo-nos à disposição para divulgar o nome da empresa doadora em nossos eventos e materiais.

Agradecemos por ter lido esta carta e conhecido nosso projeto, e esperamos que você considere nosso pedido de doação.

Se tiver qualquer perguntam, ou precisar de mais informações, sinta-se à vontade para enviar um e-mail projetoculturalkizomba@hotmail.com ou entre em contato pessoalmente tel:31 32835986

 

ASS: CASSIA CRISTINA DA SILVA  

Associação Quilombola Manzo Ngunzo Kaiango

07.981.042/0001-08

Rua São Tiago, 216

Santa Efigenia- Belo Horizonte – MG

CEP-30.260-500 Tel. 3283.5986

Teresina: 24 horas de Capoeira

Grupo realiza primeira 24 horas de Capoeira de Teresina. As rodas vão começar a partir das 18 horas de sábado e vão até as 18 horas de domingo.

O grupo Solnascente está realizando o Primeiro 24 horas de Capoeira de Teresina, na praça principal do bairro São João, na zona Leste de Teresina, em frente ao clube Eldorado. Além de rodas de capoeira também acontecerá o 5º Encontro Feminino de Capoeira.

O evento terá a participação de 300 a 400 capoeiristas do grupo de Teresina e de esportistas de Brasília, sob o comando do mestre Romeu da Bahia.

Segundo um dos coordenadores do evento, Tiago Craveiro, o objetivo é divulgar o trabalho sócio-educativo e a cultura da capoeira, suas tradições e raízes.

O grupo solnascente já atua a 13 anos em Teresina e está realizando um curso de Capoeira Angola com o mestre Romeu nesta sexta-feira, em sua sede, no Dirceu II, zona Sudeste de Teresina.
 
 
Caroline Oliveira
carolineoliveira@cidadeverde.com

CINEMA COMO INSTRUMENTO DE INCLUSÃO SOCIAL

NESTA SEMANA CAPOEIRISTAS DE BH ESTÃO GRAVANDO DOCUMENTÁRIO SOBRE A HISTÓRIA DA CAPOEIRA ANGOLA EM MG

Até domingo, dia 01 de março, 14 jovens capoeiristas da Associação Cultural Eu Sou Angoleiro (Acesa – Mestre João), oriundos de diversas vilas, favelas de BH e região metropolitana, estarão vivenciando uma nova perspectiva de atuação e capacitação em suas vidas: o cotidiano dos SETs de gravação do mundo audiovisual. É a etapa de GRAVAÇÃO da Oficina de Produção Audiovisual “Documentos de Si”, integrante do projeto “PAZ NO MUNDO CAMARÁ: a Capoeira Angola e a volta que o mundo dá”, da ACESA.

Idealizada e realizada pela ATOS Central de Imagens, a Oficina “Documentos de Si”  tem como objetivo propiciar a participação dos alunos no processo de gravação de um curta-metragem de 15 minutos. O curta é integrante do documentário televisivo “PAZ NO MUNDO CAMARÁ: a Capoeira Angola e a volta que o mundo dá”. Este filme recebeu em 2008 o prêmio Capoeira Viva (do MINC, um dos 6 projetos de MG contemplados) e obteve financiamento do Fundo Estadual de Cultura de MG. O objetivo primordial do projeto é realizar uma pesquisa aprofundada na Bahia, Rio de Janeiro, Pernambuco e Minas Gerais, sobre a história da Capoeira Angola no Brasil e sua utilização como instrumento de inclusão social e paz no mundo. O resultado dessa pesquisa será um documentário de 55min, que já tem exibição garantida no Canal Brasil e na TV América Latina, a realização da Oficina “Documentos de Si”, uma edição da Revista “Angoleiro é o que eu Sou” e a formatação do site www.eusouangoleiro.org.br

 

em portal.  Outro objetivo do projeto é, através da Oficina, potencializar as atividades culturais e a utilização dos equipamentos audiovisuais do recém inaugurado Ponto de Cultura Flor do Cascalho (Morro das Pedras), da ACESA, através da capacitação dos angoleiros para o mundo audiovisual.

{youtube}uTS0KcePBqw{/youtube}

Os alunos da Oficina de Produção Audiovisual possuem entre 14 a 30 anos e nunca tiveram experiências anteriores na área. Eles estão entrando no mundo do cinema para conhecer de perto a linguagem audiovisual e realizarem seu primeiro documentário. Por isso, desde outubro de 2008 estão aprendendo, com a orientação de profissionais que atuam no mercado audiovisual em BH, sobre roteiro, produção, direção, fotografia e tudo que é necessário teoricamente para se produzir um documentário. Nesta semana eles saíram da teoria e já colocaram as mãos na massa. Desde o último dia oito, os jovens estão gravando a etapa de MG do documentário global, sob o olhar de quem vivencia e pratica o tema abordado: a Capoeira Angola. As gravações já aconteceram em diversos pontos de Belo Horizonte, como a Comunidade da Pedreira Prado Lopes, na Sede do Grupo Meninos de Palmares, no Alto Vera Cruz e no Parque Municipal.

FINANCIAMENTO E PARCERIAS

FUNDO ESTATUAL DE CULTURA MG, BDMG, SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA, PRÊMIO CAPOEIRA VIVA 2008, FUNDAÇÃO GREGÓRIO DE MATOS, PETROBRÁS, CENTRO CULTURAL UFMG, CANAL BRASIL, TV AMÉRICA LATINA.

REALIZAÇÃO

ACESA- ASSOCIAÇÃO CULTURAL EU SOU ANGOLEIRO – Mestre João Angoleiro

ATOS Central de Imagens

Aconteceu: Fórum Social de Capoeira

Foi realizado nos dias 06 a 09 de novembro de 2008, o Fórum Social de Capoeira, na cidade de Belém do Pará. Evento este que marcou a capoeira, pois trouxe inovações na maneira de se fazer eventos de capoeira no Estado. Com o objetivo de alcançar todas as classes na capoeira(Mestres, pais, alunos e etc), foram realizados 4 dias de muito capoeira, sendo iniciado na quinta – feira, dia 06 de novembro com palestra sobre o tema: Leis de incentivo a cultura, ministrada pelo chefe da representação do Ministério da Cultura(MINC), Delson Cruz. No qual mostrou as leis que incentivam a cultura em nosso país e sobre a importancia de como confeccionar bons projetos para a captação de recursos, também foi ensinado como legalizar as associações e os grupos de capoeira já existentes.

Na sexta – feira, foi realizado pela manhã, no museu Paraense Emiliu Goeld um passeio no qual o objetivo era a da preservação ambiental de nossa fauna e flora, após foi realizado uma oficina de maculelê e apresentações de capoeira angola. Pela tarde foi realizado a exibição do Filme: Mestre Bimba e a capoeira iluminada, longa-metragem que mostra a vida do criador da capoeira regional, com entrevistas com alunos de Bimba, filhos e esposas.

Segundo Nazaré Dias(Diretora do Espaço Cultural Cinema Olimpia), este evento foi pioneiro na historia da capoeira no Pará, pois possibilitou a exibição de um documentário/filme de capoeira no Estado, sendo que isso nunca havia acontecido antes, tendo um peso maior, pois o "Olimpia" é o cinema mais antigo em funcionamento do Brasil…esperamos que proxímas oportunidades apareçam(…) Após a exibição do filme foi realizada uma roda com as pessoas que foram prestigiar o evento.

No Sábado, dia 09 foi realizado passeio pelo Jardim Botânico de Belém(Bosque Rodrigues Alves), sendo realizada uma grande roda de capoeira nas ruinas de forte amazônico, a noite foi realizada o batismo e a troca de corda no centro histórico de Belém, a casa das 11 janelas e contou com a participação de vários capoeiristas.

Acho que o objetivo principal foi alcançado neste evento, pois trabalhamos o social como está no nome do evento, a cultura, tivemos atividades voltadas para crianças, professores de capoeira, Mestres e etc. Foi muito valioso este evento. Em 2009 todos estão convidados para o 2° Fórum Social de Capoeira, que será realizado sempre na segunda semana de novembro.

Axé a todos.

MAC IVER BECKMAN

Curso de “Capoeira Terapêutica” ou “Psicossomaterapia”

É uma nova modalidade de terapia indicada para todas as idades e condições físicas. Fruto de estudos, observações teóricas e práticas fundamentadas através da Filosofia, Psicologia e resultados excelentes. Nosso método de ensino vem de um longo trabalho, esforço, dedicação, contínua vigilância e superação de nosso próprio sistema, depois de muitos anos de haver dedicado ao ensino da Capoeira, e práticas de terapias afins.
Considerando os benefícios que a capoeira propicia colocamos a sua disposição, um ambiente de tranqüilidade, um novo e fantástico mundo de cultura física, mental e espiritual, cuidadosamente elaborado, por nosso Instituto visando um único objetivo: seu bem estar. Temos um objetivo em comum a Capoeira Terapêutica e, somos motivados pelo desejo de servir, de nossa parte você terá toda a garantia de SUCESSO.
Sozinhos somos ponto de vista. Solidários seremos união. E juntos alcançaremos nossos objetivos. ( RIVAIL, D.H. Léon.)

Capoeira Terapêutica ou Psicossomaterapia.

No Oriente existe o Zen; A Europa desenvolveu a Psicanálise; No Brasil temos o jogo da Capoeira.
(Nestor Capoeira)

É nova modalidade de terapia. Tem suas bases em atividades de Educação Física milenar, na Filosofia: oriental e ocidental, na Psicanálise, na bioenergética e na capoeira. É uma arte associada à terapia que prepara o homem para viver melhor (convivendo pacificamente e buscando a resolução dos seus problemas).Tendo uma atitude positiva perante a vida e se comportando em vista de um objetivo maior, coletivo.Visa a preparação da mente e do corpo de modo que as pessoas adquiram recursos mais adequados para realizar ideais nobres e éticos, desejáveis no meio social.

Desde os povos primitivos passando pela Antigüidade oriental até os dias atuais os exercícios físicos continuam merecendo destaque. No Oriente antigo podemos deduzir uma classificação onde identificamos finalidades de ordem guerreira, terapêutica, esportiva e educacional, aparecendo sempre a religião como pano de fundo, como todas as realizações orientais.

A civilização Grega marca o inicio de um novo ciclo na história com o aparecimento do mundo civilizado ocidental. A Filosofia pedagógica que determinou os caminhos a serem percorridos pela educação grega tem o grande mérito de conjugar a Educação Física com a intelectual e a espiritual. Postulava, dessa forma, o mais significativo de todos os princípios humanistas, pois o homem somente é humano enquanto completo. Sendo a educação Integral refletida na frase “mente sã em corpo sadio”. Em A República, Platão fala por intermédio de Sócrates a respeito do ideal da educação grega que unia a ginástica à música (esta concebida como cultura espiritual).

Chegando à Idade Média e ao Renascimento, encontramos vários pensadores renascentistas que dedicaram suas reflexões à importância dos exercícios físicos. Da Vinci estudou e escreveu sobre os movimentos dos músculos e articulações, um dos primeiros tratados de biomecânica que o mundo conheceu. Rabelais defende práticas naturais para a educação e, por isto, os jogos e os esportes deviam ser explorados. Montaigne exaltava a importância da atividade esportiva, quando defendia que não só a alma deve ser enrijecida, mas também o corpo. Francis Bacon defendia a execução de exercícios naturais, havendo estudado a manutenção orgânica e o desenvolvimento físico pelo aspecto filosófico.

Rousseau e Locke dedicaram especial atenção aos exercícios físicos. Suas teorias evidenciavam os aspectos benéficos da vida do campo e ao ar livre, com a prática de jogos, esportes e ginástica natural. Influenciado por Rousseau, o educador Pestalozzi orientou a ginástica por parâmetros médicos, objetivando correções de postura. Passando por Denizard H. L. Rivail com a concepção espiritual de homem; chegamos a Freud, que estabelece as bases do funcionamento psíquico criando a psicanálise e formando vários adeptos. Reich foi um destes que optou pôr seguir o seu próprio caminho desenvolvendo nova visão no tratamento dos pacientes descobrindo a energia orgone e a vegetoterapia. Alexander Lowen, discípulo de Reich, baseado nas teorias de seu mestre formula e publica o livro Bioenergética. Roberto Freire descobre a Somaterapia conjugada a Capoeira enquanto meio para lidar com os problemas físicos e psicossociais.

No livro A Alma é o Corpo, R. Freire coloca que: “A palavra Somaterapia surgiu em 1973 para designar o tipo de trabalho que realizava na época”. Discípulo de Wilhelm Reich, já passara a terapeutizar o corpo (Soma, em grego) de seus clientes. “A teoria da Soma deriva das transformações operadas nas descobertas de Freud pelo pensamento crítico de Reich”. Dá como exemplo disso, a obra Análise do Caráter, de Wilhelm Reich, que parte da psicanálise e termina abrindo as portas para a Bioenergética, que se consolida com seu livro A Função do Orgasmo. No campo propriamente psicológico, em última análise, a Soma tem origem no que se convencionou chamar de pesquisas neo-reichianas em Bioenergética, especialmente no trabalho de Alexander Lowen. Por esta razão, R. Freire utiliza o próprio Lowen para realizar a passagem de Freud à Bioenergética, passando por Reich e terminando por explicar como esses caminhos desembocaram na síntese da Soma.

Na obra A Arma é o Corpo, Freire diz ser a Soma uma terapia anarquista, como a criou e desenvolveu. Explica também por que a “Soma está agora associada definitivamente à Capoeira, que provou ser o melhor e o mais completo exercício para a liberação bioenergética, bem como a forma ideal e mais brasileira de levar as pessoas ao necessário enfrentamento interpessoal que possibilite a sua libertação como ser social”. Ao justificar essa associação, Freire lembra que a Capoeira foi, no Brasil, a arma utilizada pelos negros escravos para a libertação. “Neste período de escravização psicológica (neuroses), a juventude brasileira agora pode dispor da Soma – Capoeira, para a sua libertação”. Na fala do prof. Gladson O. Silva, do Centro de Práticas Esportivas da USP: “A Capoeira é um dos trabalhos corporais mais completos que se conhece, pois sua prática envolve o uso de vários grupos musculares, além de melhorar as condições cardiorrespiratórias e os reflexos”. Em decorrência temos hoje a Capoeira Terapêutica, ou seja: a Psicossomaterapia.

 

 

Inscrições abertas

Início dia 13/05/2008.
Horário: das 19:30 as 21:00, terças e quintas. Ou aos sábados das 15:30 as 17:30.
Local: INCORE (Instituto de Convivência Renovação).
Rua Marechal Hermes da Fonseca, 60 – Vila Carvalho – Sorocaba.
Tel: 3233-6355 hor. Comercial ou 9726-7016.

Cuide do Corpo e da Mente – Numa combinação única de exercícios físicos e mentais que integram: Saúde, Qualidade de Vida e auto-conhecimento.

Maria de Lourdes P. Santos. CREFITO; 3/8587-TO
Eduardo A. Santos. CREF: 9458 –T/SP, pedagogo, pós-graduado em psicologia pela USP e mestre de capoeira.

Raízes do Brasil realiza IX Batizado de Capoeira em Luzilândia.

Grupo de capoeira faz batizado e integra alunos ao projeto "Esporte para o Futuro"

O grupo Raízes do Brasil realizou no início da noite de sábado, o IX Batizado de Capoeira em Luzilândia, no Ginásio Dr. Vilarinho, envolvendo alunos dos projetos "Corpo Ativo", de São Bernardo (MA) e "Esporte para o Futuro". O batizado também fez parte da programação de aniversário de Luzilândia. A Associação Cultural de Capoeira do Piauí, Raízes do Brasil, realizou ontem, 8, no ginásio de esportes Dr. José Vilarinho, em Luzilândia, o IX Batizado de Capoeira, que teve a coordenação do professor Mucuim e do mestre Tucano.

O evento, que também fez parte da programação de aniversário da cidade, em seus 118 anos, reuniu, além das dezenas de alunos atendidos pelo projeto "Esporte para o Futuro", desenvolvido pela municipalidade, várias pessoas da sociedade. O Portal Luzilândia.com foi convidado para o evento que iniciou logo no início da noite, com a apresentação do projeto e dos resultados que a capoeira vem apresentando em Luzilândia, pelo professor Mucuim, acompanhado da palavra da prefeita Janaínna Marques.

A capoeira é e continuará sendo uma das ferramentas de inclusão e revolução cultural e esportivas de jovens e adultos, estejam em situação de risco ou na vulnerabilidade. Uma comitiva especial de Teresina veio para o batizado dos alunos luzilandenses.

O Grupo Raízes do Brasil tem como filosofia contribuir para a formação de valores humanos éticos, baseados no respeito, na socialização e na liberdade. Tentamos despertar em nossos capoeiristas uma visão ampla do universo em que a capoeira está inserida, priorizando a conscientização nos aspectos da defesa da natureza; valorização da cultura brasileira e integração social.

O maior objetivo de qualquer capoeirista, dentro de qualquer capoeirista, dentro de qualquer grupo de capoeira é chegar a ser um mestre de capoeira. No grupo Raízes do Brasil não é diferente. Toda graduação do grupo caminha para esse objetivo. Contudo, para ser um mestre de capoeira no Raízes do Brasil é preciso muito mais do que força, malícia, flexibilidade, gingado ou qualquer outro talento.

Tanto o grupo quanto o projeto "Esporte para o Futuro", da administração municipal, tem como grande objetivo a valorização do ser humano, do indivíduo, do aluno, desde iniciante até graduado, e a capoeira ajudará a atingir esse objetivo.

O desenvolvimento da arte da capoeira, por meio de profissionalização do capoeirista; elevação do nível técnico e teórico no ensino da capoeira, bem como sua utilização como recurso pedagógico, artístico e/ou cultural.

Consideramos a capoeira a expressão viva da liberdade de um povo, uma arte ancestral que deve ser praticada com reverência e merece respeito e atenção. Preservar seus valores é uma de nossas metas. Nosso trabalho aponta para a necessidade de valorizar o ser humano e o capoeirista.

 

Fonte. http://www.tvcanal13.com.br

Foto: Antonio Neto