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Pernambuco: Roda à Fantasia – Capoeira São Salomão

Em Pernambuco, que é um dos pólos históricos da Capoeira, uma das características dessa manifestação é a ligação dos seus sujeitos com os festejos populares e em especial com o carnaval. O passo do frevo é uma invenção dos capoeiras (conhecidos como brabos e valentões), que a frente das bandas de música desfilavam nas ruas estreitas do Recife. Suas coreografias seguiam o ritmo das marchinhas e dobrados que se aligeiravam e misturadas aos ritmos da moda (habanera, polca, maxixe, entre outros), acabaram por criar uma música própria que fazia o povo ferver (frever).

Música e dança nascem como expressão da liberdade do povo na rua. Sendo assim, nós do Centro de Capoeira São Salomão temos em nosso sangue esse sentimento carnavalesco, por sermos pernambucanos e por sermos capoeiristas.

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Há quatro anos atrás incorporamos em nosso calendário a roda à fantasia que tem a intenção de festejar a festa de momo, ao mesmo tempo que serve como forma de manter as nossas tradições e nossos elos com a ancestralidade da capoeira pernambucana viva e pulsante, que faz o passo no compasso fervente de um ritmo que é nossa marca .

Recife, 07 de março de 2011.

Mestre Mago

DVD: Passo a Passo com mestre Burguês

Nesse DVD  você vai conhecer um pouco da historia da capoeira em português , inglês e espanhol.

– Clips de capoeira
– Rodas
– Maculelê
– Ensina os golpes na forma mais didática.

Você vai assistir as formas cheias de sentimentos, harmonia, técnica,e criatividade.

Mestre Burguês – é um capoeirista de sangue impulsivo, apaixonado e intenso que transmite uma forma particular à sua arte .

Conceitos técnicos, metodologia de treinos, técnicas básicas e avançadas que surpreende por sua contundência e espetacularidade.

Demonstrações de saltos e do dominio do corpo, uma incrível amostra de potência física, da coordenação e do talento Muzenza.

Grupo Muzenza 38 anos na divulgação da arte-luta-capoeira e na preservação da mais autêntica cultura popular brasileira.

DVD DO MESTRE BURGUÊS NAS BANCAS DE JORNAIS DE TODO O BRASIL.

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SAUDAÇÕES – Mestre Burguês

O Herói de Damião – A Descoberta da Capoeira

Em livro, garoto procura um herói da sua cor e encontra os mestres de capoeira

Aos sete anos de idade, o menino Damião resolve brincar de herói, vestindo capa, cinto e chuteira. Mas, ao invés de ficar feliz, ele se sente contrariado, pois sente que para ser igual ao herói tem que ficar desbotado. “Não tem herói da minha cor?”, esbraveja.

Essa é a história do livro “O Herói de Damião – A Descoberta da Capoeira”. O personagem principal é um garoto negro que sai pelo mundo atrás de uma figura heróica com a qual possa se identificar. Essa andança acaba dando certo: Damião encontra lutadores de capoeira, o gingado inventado por negros para se defender no século 16.

Envolvido pela brincadeira, Damião começa a ensaiar passos dessa luta que parece dança. O leitor que acompanhar a saga também poderá se encantar com a capoeira e arriscar movientos como ginga, cócoras e arpão, ensinados passo a passo ao longo do livro. Depois de entrar para o esporte, Damião ainda sai todo corajoso e acaba percebendo que, não importa a cor, todas as pessoas podem ser heróis.

Na história, Damião procura um herói negro como eleO Herói de Damião – A Descoberta da Capoeira

Texto de Iza Lotito
Ilustrações de Paulo Ito
Editora Girafinha
R$ 30

Mais informações: UOL Crianças

* DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

* VOCÊ CONHECE O MUSEU AFRO BRASIL?

* DEZ CURIOSIDADES

Fonte: UOL Crianças – http://criancas.uol.com.br

Curitiba: Capoeira ajuda a evitar evasão escolar

Cerca de 400 crianças, alunas da Associação de Capoeira Arte e Raça, com idade de quatro a 15 anos, foram "batizadas" na capoeira no último fim de semana. A cerimônia, que reuniu 2.200 pessoas no Clube Cultural Portão, foi a primeira da associação criada em janeiro deste ano e dirigida pelo mestre de capoeira Emílio José Alves de Andrade. O grande número de formandos se deve ao trabalho em conjunto com a Prefeitura de Curitiba, que estimula o treino das crianças no contraturno escolar, em creches, ginásios escolas municipais, ou nas sedes das associações de moradores.
Mestre Andrade diz que esse trabalho conjunto contribui para a redução de evasão escolar e na prevenção às drogas e à violência. O município também estimula as comunidades carentes atendidas pelos Centros de Referência da Assistência Social, mantidos pela Fundação de Ação Social.
 
"A cerimônia tem significado especial para os alunos, porque concluíram o primeiro estágio de aprendizado, o que corresponde à formatura de escolares do ensino básico", diz Andrade.
 
O batizado é o primeiro passo para que o aluno de capoeira aprenda as regras esportivas que poderão transformá-lo em professor-estagiário, em uma academia, a partir dos 18 anos de idade.
 
Também participaram da formatura professores e alunos de academias de capoeira de Foz do Iguaçu, Assis Chateaubriand, Cascavel e Toledo, e também da cidade catarinense de Joinville.
 
Bondenews – Londrina,PR – http://www.bonde.com.br/bondenews
Luiz Costa/SMCS
Redação Bonde
Londrina

Ação promocional de final de ano no Portal Capoeira

Iremos presentear todos* os usuários registrados no Portal Capoeira com uma conta de email do tipo usuario@portalcapoeira.com  *(1.000 contas)
 
Está promoção só foi possivel devido a uma parceria com o Google – www.google.com que possibilitou ao Portal Capoeira utilizar a infra-estrutura do Gmail, popular cliente de emails do Google, para disponibilizar 1.000 contas de correio eletrônico com 2GB de espaço, Calendário (Agenda), Bate Papo e integração direta com o serviço de busca do Google.
 
Para receber seu presente basta se registrar no Portal Capoeira!!! (Para se registrar, clique aqui.) 
Depois de efetuado o registro, iremos criar sua conta de email com todas os recursos descritos acima e lhe enviaremos uma mensagem de boas vindas explicando passo a passo a melhor forma de voce usufruir deste serviço oferecido gratuitamente aos usuários do Portal Capoeira.
  
É muito importante que o email informado durante o registro no Portal Capoeira seja um endereço válido, para que possamos lhe enviar o seu presente.
A equipe Portal Capoeira, agradece sua parceria e audiência e deseja que este novo serviço possa lhe oferecer uma experiência agradável e interativa.
 
Axé!

Frevo: Dança e estilo de música nasceram ao mesmo tempo

O que é o frevo? Um tipo de música, uma dança? Embora nos dias de hoje as duas coisas se confundam, a palavra “frevo” originalmente se referia, segundo os especialistas no tema, à parte musical da conhecida manifestação popular – o “passo” seria, portanto, a dança corresponde ao estilo musical. Mas a verdade é que frevo, nos dias de hoje, significa música e dança. É impossível separar as duas coisas. Mas nem sempre foi assim.
 
O pesquisador Leonardo Dantas Silva afirma que não é possível determinar quem veio primeiro, se o frevo ou o passo. Na verdade, ele concorda com o pesquisador Valdemar de Oliveira. O lendário folclorista escreveu no livro “Frevo, Capoeira e Passo”, em 1971, que dança e música nasceram ao mesmo tempo, e foram fruto de um choque, no mínimo, excêntrico: a capoeira e as marchas militares.
 
O que aconteceu foi um fenômeno interessante e peculiar. Em meados do século XIX, as cerimônias de troca de guarda nos quartéis exigiam que as bandas militares desfilassem pelas ruas, várias vezes por dia. Aos poucos, praticantes da capoeira – geralmente negros, ex-escravos e pessoas egressas das camadas mais humildes da população do Recife – desenvolveram o hábito de acompanhar os cortejos, executando passos de dança improvisada.
 
O pesquisador Francisco Augusto Pereira da Costa definiu assim, em 1974, o ‘capoeira’: ““O nosso capoeira é antes o moleque de frente de música, em marcha, armado de cacete, e a desafiar os do partido contrário [ou seja, as bandas rivais], que aos vivas de uns, e morras de outros, rompe em hostilidade e trava lutas, de que não raro resultam ferimentos, e até mesmo casos fatais!”.
 
Dantas Silva explica que naquela época o frevo não era diretamente associado ao Carnaval. “As bandas militares desfilavam durante o ano inteiro, e a capoeira ganhou acompanhamento musical, formando o embrião do frevo”, afirma.
 
Segundo o historiador e folclorista pernambucano, registros nos jornais da época mostram que o Governo de Pernambuco ficou tão preocupado com as primeiras manifestações daquela dança que proibiu a capoeira em 1856, quando os praticantes da nova arte já dançavam o passo durante os desfiles militares, embora a palavra “frevo” ainda não fosse pronunciada.
 
Por que a proibição? Porque eram desfiles violentos: os dançarinos, quase sempre negros e pobres, brandiam porretes ou facas, e não era raro que a dança descambasse para a violência. “Os capoeiras adotavam uma banda marcial como a de sua preferência, e considerava adversário quem não compartilhasse da mesma ‘torcida’. Pernadas, golpes com pau de quiri, espetadas com faca, punhal eram distribuídos com os partidários da banda adversária”, escreveu o jornalista e crítico de música José Teles.
 
A proibição não era exclusiva do Recife, tendo ocorrido também no Rio de Janeiro. Enquanto no sudeste a proibição foi obedecida à risca, em Pernambuco ela não valeu por muito tempo. Ruy Costa, autor do livro “História Social do Frevo”, vislumbra nesta fase a associação do frevo à época do Carnaval.
 
Mais rebeldes e afoitos, os antigos ‘capoeiras’ diminuíram os cortejos dançantes, encontrando um refúgio razoavelmente seguro para praticar sua arte: os clubes carnavalescos de rua, que começavam a nascer pelas mãos das classes mais baixas. A nova dança passava a ficar mais restrita à comemoração do Carnaval. Aos poucos, o frevo ia tomando forma.
 
Por Rodrigo Carreiro
Da Redação do pe360graus.com
 
Fonte: http://pe360graus.globo.com/diversao360/matler.asp?newsId=64166
 
 


Foto: "Frevo", foto tirada por Pierre Verger em Recife, em 1947; obra do francês tem 60 mil imagens

 

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