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Ortigueira: Capoeira na Casa da Criança

Capoeira na Casa da Criança: Conheça o Projeto com patrocínio da Eletrosul que mudou a rotina da instituição

Desde o início do ano, as crianças e adolescentes da Casa da Criança Padre Livio Donati, de Ortigueira, contam com uma atividade nova. Trata-se das aulas de capoeira, que vêm sendo ofertadas quatro dias por semana, para todas as turmas, graças a um projeto com patrocínio da Eletrosul.

Atualmente, a Casa da Criança e do Adolescente atende 160 crianças e todas participam das aulas de capoeira. Segundo a Assistente Social da Casa e coordenadora do projeto, Fabiane Alves Santana, antes havia aulas de outros esportes, como futebol, mas nem todas as crianças participavam.

“Com a capoeira vem sendo diferente, todos participam e adoram. Nossas crianças e jovens tiveram contato com a questão histórica e cultural da capoeira, por meio de aulas expositivas, além de aprender os movimentos, a roda, a musicalidade. Eles estão adorando tudo isso, trabalhamos com eles por completo, desde a coordenação motora até o conhecimento sobre a formação do Brasil e de suas raízes”, explica.

Para Paola Cristina dos Santos, de 17 anos, as aulas de capoeira são empolgantes. “Sempre pratiquei esportes, mas a capoeira é uma novidade. Movimenta 100% do corpo, conhecemos cada vez mais coisas novas e todos vão aprendendo com seus próprios erros. E o esporte pode mudar a vida de uma criança, às vezes o que faltava era uma oportunidade”, diz a aluna.

Como critério para continuar na Casa da Criança e também nas aulas de capoeira, é exigido das crianças boas notas na escola, assim como um bom índice de frequência escolar.”Percebemos que hoje elas melhoraram o desempenho na escola, o comportamento, porque estão se motivando pela capoeira. Isso pra nós é gratificante. Superamos os nossos objetivos com esse projeto”, conta a assistente social Fabiane.

 

http://portal.ortigueira.pr.gov.br

Um ano depois, capoeiristas ainda esperam prêmio de edital

Passado mais de um ano da divulgação do resultado do edital do projeto Capoeira Viva 2007, 32 dos 108 dos contemplados – 30% do total – ainda esperam o pagamento da segunda parcela do prêmio, que deveria ter sido quitada em janeiro.

Idealizado pelo Ministério da Cultura em 2006 por meio da Lei Rouanet, a segunda edição do Capoeira Viva foi executada pela Fundação Gregório de Mattos, com patrocínio da Petrobras no valor de R$ 1,2 milhão.

O resultado foi divulgado em 4 de abril de 2008. Os capoeiristas tiveram 30 dias para reunir a documentação, mas só receberam a primeira parcela cinco meses depois.

“Cada pessoa ou instituição com quem a gente conversou tem uma justificativa diferente”, reclama Gilson Fernandes, 58, mais conhecido como mestre Lua Rasta, que, em março uniu-se a outros 37 contemplados em um manifesto assinado por entidades, grupos ou pesquisadores de 17 Estados das cinco regiões do País, todos descontentes não só com os atrasos no repasse da verba, mas com a falta de diálogo da entidade gestora.

Proprietário de um atelier de instrumentos de percussão que leva seu nome, no Pelourinho, Mestre Lua Rasta diz que os atrasos comprometeram a execução dos dois projetos que teve aprovados no edital: Meninos do Campo Formoso, oficina de instrumentos para crianças em situação de risco do bairro situado no município de Mar Grande, na Ilha de Itaparica, e o Teatro Mestre Lua.

“Os meninos se dispersaram. O Teatro foi filmado e virou um documentário que eu tive de finalizar com dinheiro do próprio bolso, pois contratei um profissional e não poderia ficar esperando a verba chegar”, disparou.

No dia 13 de março, em resposta ao manifesto, a FGM divulgou nota oficial em que atribuiu o atraso ao extravio de pedido de execução do projeto Capoeira Viva/2007, documento enviado ao Minc no dia 20 de novembro de 2008, fato que a entidade só tomou conhecimento em fevereiro deste ano.

No entanto, comunicação interna do Minc à qual a reportagem do UOL Esporte teve acesso atesta que a FGM, proponente do projeto, estava inadimplente com o ministério, situação que só foi solucionada no dia 20 de março, o que obrigou a prorrogação o prazo de execução dos projetos para 31 de julho de 2009.

Em resposta a um questionário de 10 perguntas enviado pelo UOL Esporte, a assessoria de comunicação da FGM admitiu que esteve inadimplente com o MINC, “mas nunca por uso indevido da verba, apenas por mal gerenciamento desse projeto pela gestão da FGM naquele momento”, diz.

Maratona burocrática

Oficialmente, o Minc diz que a FGM estava “inabilitada por problemas administrativos referentes à prorrogação do prazo de encerramento do projeto na Lei Rouanet”. A assessoria de comunicação do Ministério da Cultura declarou ainda que “resolvido o problema, a segunda parcela começou a ser paga em abril e 70% dos premiados já receberam, segundo informação da FGM, e os demais premiados, por problemas documentais, ainda não receberam a quantia”.

Não é o que diz a pedagoga Maria Luisa Pimenta Neves, 35, contemplada pelo projeto Capoeira Nossa cor, que promoveu oficinas de confecção de berimbau e caxixi para crianças do município de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador.

Lilu, como é mais conhecida nas rodas de capoeira, disse que não consegue receber a segunda parcela mesmo estando apta desde o dia 3 de abril porque o novo diretor do departamento financeiro foi exonerado e o atual responsável pelo setor só poderá assinar cheques quando sua nomeação for publicada no Diário Oficial.

Contemplados ainda esperam o pagamento da 2ª parcela do prêmio Capoeira Viva“No dia Dia 2 de abril recebi uma ligação de uma funcionária da FGM que me fez a seguinte pergunta: ‘Luisa, você não quer receber seu dinheiro, não?.’ Me pediu um comprovante de residência, que eu já havia entregue, e no dia seguinte me mandou um e.mail dizendo que meu processo já estava no financeiro. Até hoje não vi a cor desse dinheiro”, reclama.

Lilu diz que esta é apenas uma das confusões criadas pelas constantes mudanças feitas nos quadros da FGM. Ela lembra que durante o período de prestação de contas da primeira parcela foi orientada a recolher pagamento de ISS para si própria, e que só depois descobriu que isso não era necessário, bastava uma declaração afirmando que eu era a coordenadora do projeto. “Fomos submetidos a uma verdadeira maratona burocrática”, reclama.

A FGM reconhece o erro. “Infelizmente houve realmente, nesse caso, falta de uma boa comunicação entre a equipe responsável pelo Capoeira Viva, contratada especificamente para este projeto, e setor financeiro da Fundação, o que acabou gerando esse desconforto. Nada feito de forma proposital, apenas um engano cometido. Engano pelo o qual lamentamos muito, pedimos desculpas aos prejudicados”.

Para a jornalista Maria Lúcia Correia Lima de Souza, 56, as desculpas da FGM podem não se suficientes. Diretora da Associação Brasileira de Capoeira Angola (ABCA), Maria Lúcia é roteirista do documentário Mandinga em Manhattan, dirigido por Lázaro Faria. Das entrevistas coletadas para o filme, teve a idéia de lançar o projeto “Mandinga em Manhattan, o livro”, que acabou contemplado com R$ 9 mil pelo Capoeira viva 2007, metade dos quais ainda não recebidos.

“Não é o meu caso, mas nós soubemos de vários projetos que ficaram comprometidos porque dependiam de condições que não podem ser recriadas agora”, argumenta.

Evangivaldo Palma de Azevedo Filho, 31, o Gigante, ilustra bem a situação. Seu projeto Capoeira, Resistência, Tradição e Preservação, propunha o replantio de mudas de biribá, árvore de onde é extraída a madeira para a confecção do berimbau, na Ilha de Itaparica. “Trabalhamos com algumas crianças em situação de risco social da Ilha de Itaparica. Sem verba, o projeto parou e as crianças sumiram”.

ENTENDA A CAPOEIRA VIVA
O Projeto Capoeira foi lançado em 15 de agosto de 2006 pelo Ministério da Cultura como forma de corrigir aquilo que o então ministro da Cultura, o cantor e compositor Gilberto Gil, considerou uma distorção: o fato de a capoeira ser um dos principais expressões de difusão da cultura brasileira pelo mundo, sem jamais ter recebido apoio governamental.

O objetivo do projeto é incentivar a produção de pesquisa, inventários e documentação histórica, bem como ações socioeducativas ligadas à capoeira. Os interessados inscrevem-se diretamente no site oficial do projeto e as propostas são avaliadas por uma banca examinadora. Em 2007, foram mais de 800 propostas inscritas, das quais 113 foram contempladas, mas 5 desistiram.

Através de Chamada Pública, o Minc realizou a primeira edição do projeto em 2006 com a coordenação técnica do Museu da República, com patrocínio de R$ 930 mil da Petrobras. Em 2007, a gestão foi transferida para a Fundação Gregório de Mattos, em Salvador, e o patrocínio subiu para R$ 1,2 milhão. A edital do Capoeira Viva 2008 ainda não foi lançado por falta de patrocínio, mas já o Minc já decidiu que a gestão do projeto ficará a cargo do Instituto do Patrimônio Artístico e Caltural (Ipac).

MECA DA CAPOEIRA
A primeira edição do Capoeira Viva, realizada em 2006, teve como entidade gestora o Museu da República, no Rio. Apesar de ter corrido tudo dentro do esperado, o Minc decidiu mudar a execução do projeto para Salvador, e por uma questão simbólica.

A capital baiana é considerada uma espécie de Meca da capoeira, já que é de onde vieram a maioria dos grandes mestres que difundiram os fundamentos da arte pelo Brasil e pelo mundo, como Mestre Bimba, Pastinha, João Pequeno e Camisa, entre outros. A maioria das músicas da capoeira, invariavelmente cantadas em português, seja aqui ou emqualquer roda da Europa ou Ásia, remetem a histórias e personagens de Salvador.

A Fundação Gregório de Mattos foi escolhida num momento em que o prefeito de Salvador, João Henrique (PMDB), ainda contava com o apoio do PT na Câmara. O presidente da FGM na época do lançamento do edital era o compositor Paulo Costa Lima, indicado pelo PT.

Com o lançamento do petista Walter Pinheiro à sucessão de João Henrique, Lima foi substituído pela arquiteta Adriana Castro, ligada a um dos partidos que se manteve na base de sustenção de João Henrique.

Em janeiro, a direção da FGM mudou novamente. O atual presidente é o dramaturgo e jornalista Antônio Lins. Apesar do considerável atraso, o projeto capoeira Viva 2008 vai sair, segundo garantiu o Ministério da Cultura e depende apenas do patrocínio da Petrobras. Mas a entidade gestora vai mudar outra vez. Será o Instituto do patrimônio Artístico e Cultural (Ipac), ligado ao governo do Estado da Bahia.

 

Fonte: http://esporte.uol.com.br/lutas/ultimas/2009/04/21/ult4362u560.jhtm

Bahia: Carnaval 2008 será lançado na próxima segunda-feira

Tendo um dos mais preciosos bens culturais da Bahia, a capoeira, como grande homenageada e uma convidada muito especial, Iemanjá, o Carnaval de Salvador será oficialmente lançado na próxima segunda-feira, dia 3 de dezembro. Será às 17h no Blue Tree Towrs, hotel localizado no Rio Vermelho, palco da festa para a Rainha das Águas que em 2008 cai num sábado de Carnaval. O prefeito João Henrique o o presidente da Emtursa – Empresa de Turismo S/A, Misael Tavares, vão anunciar as muitas novidades para a maior festa de participação popuilar do planeta.

A abertura do Carnaval, por exemplo, acontece no Campo da Pronaica, em Cajazeiras, onde serão entregues as chaves dfa cidade ao Rei Momo, rainha e princesas. A grande novidade para 2008 será a incorporação da festa de Iemanjá com a folia. Nesse sentido, o músico, compositor e cantor Carlinhos Brown está empenhado na concepção artística desse momento que será organizado sem interferir nas homenagens à Rainha do Mar, Odoiá!

O Carnaval 2008 de Salvador marca ainda a mudança no processo de captação de recursos que este ano foi entregue, através de licitação pública, a um pool de agências comandadas pelo publicitário Nizan Guanaes. Nesse sentido, todas as quatro cotas máster de patrocínio já foram negociadas – Schincariol, Vivo, Banco Itaú e Ponto Frio. Outras empresas também participarão com patrocínios menores, contemplando as mais diversas programações da festa, como a folia nos bairros.

Dentro do tema "O coração mundo bate aqui"., a capoeira foi escolhida pelo público em votação pela da internet, como homenageado, o que já foi homologado pelo Conselho do Carnaval, atendendo postulação de artistas e produtores culturais de Salvador, a exemplo de Geraldo Badá, Tonho Matéria, Mestre Boa Gente e Clarindo Silva, dentre outros. Sairá da capoeira o símbolo do Carnaval 2008 que será anunciado mais adiante.

Redação Carnasite

Edital Capoeira Viva 2007

O Ministério da Cultura e a Fundação Gregório de Mattos, com o patrocínio da Petrobrás, convidam para o lançamento do Edital Capoeira Viva 2007, que será realizado no dia 09 de outubro, às 10:00 h, no Palácio Rio Branco – Sala dos Espelhos, Salvador, Bahia, Brasil.

 

 

 

Cleusmar Fernandes

Assessor Técnico Secretaria Executiva – Ministério da Cultura
Tel.: 55(61) 33162095.

cleusmar.fernandes@minc.gov.br

Petrobras destinará R$ 90 milhões a projetos prioritários apresentados pelo Ministério da Cultura

Ação Extraordinária Petrobras-Ministério da Cultura
Os novos editais deverão ser publicados a partir de janeiro de 2007, no Portal do MinC
 
A Petrobras e o Ministério da Cultura (MinC) anunciaram hoje, 20 de dezembro, o conjunto de projetos que será contemplado pela Ação Extraordinária Petrobras – MinC 2006, com verba total de R$ 90 milhões. Parte expressiva dos resultados financeiros da empresa obtidos neste exercício fiscal (2006) será destinada aos projetos prioritários e estruturantes trazidos pelo ministério. A relação abrange editais públicos para diferentes áreas, incluindo segmentos de cultura indígena e negra e restauros de patrimônio edificado.
Maior incentivadora da cultura no Brasil, a política de patrocínio cultural da Petrobras segue o Planejamento Estratégico da Companhia, que, ao lado da rentabilidade, ressalta o compromisso com a responsabilidade social e com o crescimento do país. "A Ação Extraordinária está alinhada à política de patrocínio da empresa e complementa o Programa Petrobras Cultural, cuja Edição 2006/2007 foi lançada no dia 6 de dezembro", explica a gerente de Patrocínios da Petrobras, Eliane Costa.
 
Entre as novidades, está o edital de Segurança do Patrimônio, formulado em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), com objetivo de estruturar sistemas de segurança em bibliotecas e museus para proteção contra roubos. Também foi lançado um edital para patrocínio de projetos culturais em universidades públicas, além de um prêmio para projetos com foco em pessoas idosas.
 
Nas ações de restauro de patrimônio, a Petrobras anunciou o aterramento da fiação elétrica nas cidades históricas de Olinda (PE) e de Ouro Preto (MG), entre outros projetos. No evento, foi assinado o protocolo de intenções com a Prefeitura de Ouro Preto.
 
Além do apoio a novas ações, a empresa confirma a continuidade a projetos já patrocinados como o Pixinguinha – retomado em 2004 pela Funarte com patrocínio da Petrobras -, os Prêmios Myriam Muniz, Klaus Vianna e Carequinha de fomento ao teatro, à dança e ao circo, editais como o Viva Capoeira e o de Culturas Indígenas e o apoio à Escola Nacional de Circo.
 
O evento, realizado no Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, contou com as presenças do ministro da Cultura, Gilberto Gil; do presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli de Azevedo; da prefeita de Olinda (PE), Luciana Santos; e do prefeito de Ouro Preto, Ângelo Oswaldo de Araújo Santos. Após a cerimônia, participam da coletiva de imprensa a gerente de Patrocínios da Petrobras, Eliane Costa, e o presidente do IPHAN, Luiz Fernando de Almeida.
 
A parceria, que cresce a cada ano, bate seus próprios recordes – em 2005 foram investidos 35 milhões -, o novo valor divulgado é quase três vezes maior, R$ 90 milhões. "A quantidade e a qualidade destas realizações são muitas. Elas estão na rua neste exato momento, e estarão renovadas – nos equipamentos culturais – a partir de 2007", declarou o ministro Gil. Leia o discurso.
Editais de cultura indígena e de capoeira foram incluídos, pela primeira vez, no ano passado. Hoje consolidados, mostram resultados e serão contemplados pelo segundo ano consecutivo. Além disso, o fomento ao teatro com o Prêmio Myriam Muniz e à dança com o Prêmio Klauss Vianna, ambos na 2º edição, receberão R$ 10 milhões para as duas áreas.
 

Os novos editais deverão ser publicados a partir de janeiro de 2007, no Portal do Ministério da Cultura. Dentre outros, compõem esse pacote:
 
Edital de Prêmio Funarte Myriam Muniz
Edital de Prêmio Funarte Klauss Vianna
Prêmio Funarte Carequinha de Estímulo ao Circo – 2007
Edital Pixinguinha
Pautas Funarte 2007
Sala de Multilinguagem Palhaço Carequinha Escola Nacional de Circo
Programa de Restauro de Filmes da Cinemateca 2007
Edital de Divulgação Patrimônio Imaterial na TV Pública: conteúdos de grupos culturais e filmes de registro imaterial para TV Pública
Edital em Parceria com o Fórum de Pro-Reitores de Cultura e Extensão
Edital de Culturas Indígenas 2007
Edital Prêmio de Projetos Culturais para Pessoas Idosas
Projeto Concertos Didáticos nas Escolas
Projeto Circulação de Música de Concerto
Edição de Partituras para Bandas
Painéis Funarte de Regência Coral
Edital Conexão de Artes Visuais
Edital de Festivais de Música Independente
Edital para Exposições de Acervos de Artes Visuais 2007
Edital Capoeira Viva – valorização da Capoeira como patrimônio imaterial
CTAv – Reserva Técnica e Preservação
Arquivo de Matrizes II – Cinemateca Brasileira
Encontro Teia II – tema Cultura e Educação
Prêmio Cultura Viva II
Inventário do acervo memória – Fundação Biblioteca Nacional
Hemeroteca Brasileira: A Biblioteca da Mídia Impressa
(Letícia Alcântara)
(Comunicação Social/MinC)