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TV Globo: “Esquenta!” tem Capoeira

‘A gente vai gingar!’, promete Regina sobre Esquenta com roda de capoeira

Deborah Secco e Paula Fernandes também participam da festa

O ‘Esquenta!’, do dia 22, trouxe ao palco o universo da capoeira. “Hoje, a gente vai gingar! Se você sabe dar uma meia lua de costas, um rabo de arraia, uma chapa de chão, está ótimo. Se você não sabe, vai aprender!”, convoca Regina Casé, antes de revelar a presença dos mais de 300 capoeiristas, de diferentes nacionalidades, que vieram especialmente para a plateia.

Beth Carvalho chega para abrilhantar ainda mais a roda de samba do programa. A atriz Deborah Secco e os cantores Paula Fernandes, Rodriguinho e MC Marcelly também participam da grande festa deste domingo. No quadro ‘Calourão’, crianças que adoram pesquisar sobre dinossauros imitam alguns animais jurássicos.

Pegando carona na decoração do programa, repleto de pinturas rupestres e figurinos inspirados nos primórdios da humanidade, a apresentadora anuncia mais um assunto do dia: o mundo das cavernas. A arqueóloga e fundadora do Museu do Homem Americano, Niede Guidon, comenta a importância das pinturas dos nossos ancestrais e descreve como é feita a leitura das imagens que revelam os hábitos da época.

http://tvg.globo.com

Roda de capoeira toma conta do Esquenta! (Foto: Globo/João Januário)

Santos: Cidade realiza seletiva de capoeira

A Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer (Sejel) irá realizar seletiva aberta de capoeira no próximo dia 26, a partir das 8h30, no Ginásio Magic Paula (esquina da Avenida dos Trabalhadores com a Rua Leila Maria de Barros Monteiro, Bairro Antártica).
 O evento objetiva formar seleção municipal, para a disputa dos Jogos Regionais de Santo André, que ocorrem em julho. “Todas as academias e associações da Cidade podem participar, com no máximo, dois atletas por categoria”, afirmou o coordenador de artes marciais Jorge Yoshimura.

No dia da peneira, os atletas devem levar carteira de identidade (RG ou habilitação), título de eleitor, cadastro de pessoa física (CPF) e comprovante de residência. O certame destina-se a competidores de 18 a 42 anos, que devem dançar dois ritmos: São Bento Pequeno de Angola e São Bento Grande.

No feminino, estarão em disputa as categorias leve (até 53 quilos), médio (53,01 a 59,5 quilos), meio-pesado (59,6 a 66 quilos) e pesado (mais de 66 quilos). No masculino entram em ação os pesos leve (até 68 quilos), médio (68,01 a 77,5 quilos), meio-pesado (77,51 a 87 quilos) e pesado (mais de 87 quilos).

Lista – Para a seletiva, 10 entidades já se cadastraram na Sejel.

 
Outras informações podem ser obtidas nos telefones 3496-5418 (Ginásio Magic Paula) e 3496-5400 (Ginásio Sejel); e no endereço eletrônico jorgeyoshimura@uol.com.br
 
Fonte: http://atribunadigital.globo.com

Teatro: Besouro Cordão de Ouro em Vila Velha

BESOURO CORDÃO DE OURO NO TEATRO VILA VELHA

Av. Sete de Setembro, s/n, Passeio Público
Campo Grande | 40 080-570
Salvador . Bahia . Brasil
Dias 13 e 14 de outubro(segunda e terça)as 20h

R$ 10 (inteira)
R$ 5 (meia)
Atenção ingressos limitados já a venda no local

GARANTA JÁ O SEU PRA NAO FICAR DE FORA!!!

Besouro Cordão de Ouro é um musical de Paulo Cesar Pinheiro em homenagem ao capoeirista mitológico que assim era conhecido. O palco se transforma numa grande roda de capoeira com atabaques, berimbaus, pandeiros e caxixis, numa verdadeira transposição da arte e das circunstâncias que consagraram o santoamarense Besouro Mangangá como mestre lendário. Um passeio pela formação de nosso povo, sua coragem, criatividade e resistência.

Veja o trailer da peça em: http://blogdovila.blogspot.com/

http://br.youtube.com/profile_videos?user=millermultitvldb&p=v

Ana Paula Black
Cridemar Aquino
Maurício Tizumba
Raphael Sil
Sérgio Pererê
William de Paula
Wilson Rabelo
Gilberto Santos da Silva "Laborio"
Letícia Soares
Marcelo Capobiango
Valéria Monã
Victor Alvim "Lobisomem"
Alanzinho Rocha
Iléa Ferraz
Direção:João das Neves
Direção musical: Luciana Rabello

TEATRO VILA VELHA
Av. Sete de Setembro, s/n, Passeio Público
Campo Grande | 40 080-570
Salvador . Bahia . Brasil
Referências: Próximo ao Hotel Tropical da Bahia
Palácio da Aclamação
Casa D’Itália

Santos: Seminário discute lei que implementa ensino da cultura afro-brasileira

Continuando a programação da Semana Municipal da Consciência Negra, aconteceu ontem (17), no Campus Dom Idílio da UniSantos, seminário para capacitação de professores sobre a lei federal 10.639/03, que inclui na grade curricular das escolas de ensino básico a temática História e Cultura Afro-brasileira.
 
A palestrante foi a professora Ana Paula Pereira Gomes, mestranda em Sociologia das Relações Raciais da Universidade Federal de São Carlos, no interior do Estado. Ela contou um pouco do histórico da luta da comunidade negra pelo reconhecimento de seus direitos no Brasil, além de destacar pontos importantes da cultura afro-brasileira. Estiveram presentes professores da rede municipal e estadual, além de representantes de movimentos da comunidade negra de Santos.
 
Segundo Ana Paula, até hoje os livros didáticos desrespeitam os negros e a diversidade cultural brasileira. “Os livros mostram um negro como menino de rua ou algum subalterno. Não somos minoria, afinal, constituímos metade da população brasileira”.
 
Santos – A Cidade já adota em sua rede de ensino a lei 10.639, desde que foi sancionada, em 2003. Além disso, o Município fomenta políticas afirmativas e de inclusão, desenvolvidas pela comunidade negra, em parceria com a Prefeitura, por meio da Coordenadoria de Promoção da Igualdade Racial e Étnica (Copire).
 
Na área da saúde, Santos é a única cidade da região a promover campanha e oferecer tratamento sobre anemia falciforme, doença que afeta principalmente negros e afro-descendentes. Também é pioneira no desenvolvimento do projeto Capoeira na Escola, que destaca a saga do negro e sua luta por liberdade na história do Brasil. 
 
ClickLitoral – Santos – http://www.clicklitoral.com.br

ESPETÁCULO NAVIO NEGREIRO

 ESPETÁCULO NAVIO NEGREIRO – Direção Mestre Paulão



18, 19 e 20 de julho de 2005
Com apoio do GDF/GEDESC/CIEF, a Associação Arte Regional de Capoeira apresenta na sala Martins Pena do Teatro Nacional o espetáculo NÁVIO NEGREIRO nos dias 18, 19 e 20 de julho às 21h, com entrada FRANCA, direção de José Paulo Santos (Mestre Paulão) e Paulo D’ Paula (coreógrafo).
Síntese: O espetáculo é uma adaptação do livro. Que conta a saga dos negros (escravos) trazidos nos navios para serem vendidos no Brasil.
Ficha Técnica
Direção Geral: José Paulo Santos (Paulão)
Assistente de Direção: Lucineide Cristina, Raquel Amaral
Coreografias – Paulo D’Paula
Confecção de figurinos: Sidney
Preparação Vocal: Paulo D’Paula
Preparação Corporal: Sidney
Produção: Associação Arte Regional de Capoeira
Atabaques: José Paulo, Abiderman, Carlos Henrique
Iluminação: Teatro Sala Martins Pena
Elenco Navio Negreiro
53 personagens

 
Maiores Informações:
Paulão (e-mail: poll@tba.com.br)
9984-6510
Paulo D’Paula (Site: www.showbrincardeviver.com.br)
9655-4908

Capoeira na Visão da Mulher Angoleira

Paula Moleza
Jardim Pirajussara, SP
Julho de 2005


Cada dia que passa as mulheres estão conquistando mais espaço. Seja na roda da capoeira, seja na roda da vida. A própria mulher está criando melhores condições para se desenvolver e ser reconhecida – e respeitada – como capoeirista, através da organização de encontros femininos, palestras e debates. Sabemos que na Capoeira, especial enquanto esporte, se predominou por muito tempo o "machismo".
Pode-se observar, nos dias de hoje, que esse machismo apresenta-se um pouco mais moderado, como resultado da luta feminina, e conseqüente conquista seu espaço.
 
Na Roda a Mulher toca, canta, joga e, acima de tudo, educa pela Capoeira. Nós também falamos e debatemos sobre nossa arte, temos nossa "própria leitura", entendemos, inclusive, outras funções para a capoeira na sociedade moderna. Seja como elemento de agregação social, seja como fonte de educação e informação cultural brasileira.
Hoje encontramos não somente as mulheres-capoeiras brasileiras se destacando, como também as estrangeiras começam a mostrar que são boas praticantes e defensoras desta nossa arte. Não falo de nenhum estilo ou concepção específica, mas falo da Capoeira como um todo. Outro dia, um amigo me informou que em alguns paises, principalmente na Europa, existem grupos que as mulheres capoeiras são maioria, no caso, especificamente nos grupos de Angola.
E no Grupo de Capoeira Angola Irmãos Guerreiros isso não é diferente, pois temos angoleiras de primeira qualidade. Mestre Pastinha já dizia "A capoeira Angola é nossa filosofia de vida, como dizia Mestre Pastinha. É tudo que a boca come". É assim uma das formas de leitura que as angoleiras do Irmãos Guerreiros entendem e praticam a Capoeira.
 
O grupo é bem mais antigo, mas o grupo de angoleiras que "levam o trabalho" no grupo está treinando há 7 anos. Hoje somos treinéis e devemos muito ao Contramestre Pernalonga (hoje me Bremen – Alemanha) e aos Mestres Marrom e Baixinho, que sempre nos incentivaram nessa nossa trajetória. Somos, ao todo, oito treinéis: Moleza, Mila, Malvadeza, Cacau, Kena, Pecado, Aline e Sereia. Além disso, alunas fiéis do grupo: Pipoca, Kathe, Manchinha, Ester e outras.
A participação e representação feminina aumentaram bastante em todos os setores da sociedade e não é diferente na Capoeira Angola. No grupo são diversas faixas etárias. Há mulheres maduras, jovens, adolescentes e até crianças como as pequenas Taísa, Taína e Evelin, que não perdem nenhuma roda.
 
Nós, angoleiras do Grupo de Capoeira Angola Irmãos Guerreiros – já nos chamam até de Irmãs Guerreiras (porque não?) – buscamos estabelecer diálogo com outros grupos de mulheres-capoeiras e interessados no assunto. Nosso principal ideal é ver a Capoeira sendo utilizada principalmente com elemento de educação, cultura e respeito ao próximo e, sem dúvida, respeito à próxima também.
 
 
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SOM E EMOÇÃO

Liberando a música no ritmo da emoção

Fã de Caetano Veloso e Marisa Monte, Isabela Rezende, de 19 anos, vivia cantando debaixo do chuveiro mas tinha vergonha de soltar a voz em público. Mal conseguia perguntar o preço de uma peça de roupa na loja favorita. Depois de dois anos de aulas de cantoterapia, a timidez foi embora, sua vida deu uma guinada e ela se prepara para estudar comunicação:

– Agora, eu canto em público e perdi a vergonha de conversar e de dizer o que sinto. Aguardo ansiosa as aulas semanais e sinto saudades nas férias.

Além de ajudar os tímidos, a cantoterapia, criada há 15 anos pela carioca Sonia Jopper, professora de violão e ex-solista de coral do Colégio Sion, vai mais longe. Pela tranqüila casa amarela da Gávea, passam de políticos que precisam aprender a respirar melhor, para melhor falar em público, a hipertensos enviados por cardiologistas. Os exercícios vocais, aliados à consciência corporal, reduzem a pressão arterial, ao mesmo tempo que aumentam a auto-estima. 
O aumento da auto-estima também faz parte dos resultados positivos conseguidos pela musicoterapeuta Paula Maria Ribeiro Carvalho, uma das seis profissionais que trabalham, na Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR), com adultos e crianças com problemas tão diversos como acidente vascular cerebral, artrite reumatóide infantil e paraplegia provocada por bala perdida. Segundo Paula, a percepção adquirida nas sessões pode ser a diferença entre o desânimo e a recuperação do equilíbrio ameaçado pela doença.

– Uma pessoa que trabalhava e de repente tem um acidente vascular encefálico, por exemplo, passa a viver como doente. Quando chega à instituição para se tratar, com metade do corpo paralisada, é levada a trabalhar as partes
do corpo que foram afetadas. Ou seja, reforça a visão que tem de si própria como doente, esquecendo o lado saudável. O objetivo da musicoterapia é justamente recuperar este lado.

No caso do engenheiro A. R., de 64 anos, cuja fala e movimentos ficaram prejudicados depois de um acidente ascular cerebral, um momento da musicoterapia foi essencial: ao ouvir uma canção ao piano, ele lembrou que a escutara várias vezes em companhia da primeira mulher. Foi o primeiro sinal de que começava a recuperar parte de sua memória, e com ela a capacidade de expressar emoções.
Esta capacidade é hoje uma das características de Selma Soares Marques, de 10 anos, que desde os 4 anos
sofre de artrite reumatóide, doença degenerativa ainda sem cura conhecida. Ela chegou à ABBR, há dois anos,
com o semblante fechado, incapaz de manifestar um desejo ou reclamar. Agora, adora tocar pandeiro, participa
ativamente das aulas, conversa e ri com os colegas.
A maioria das crianças que faz musicoterapia na ABBR teve paralisia cerebral ou meningite. As dificuldades de movimento devem-se a problemas no tônus muscular, que os profissionais procuram recuperar aos poucos:

– Nosso objetivo é não deixar avançar a deformidade. Com o estímulo da música, a criança que tem dificuldade de abrir a mão vai querer fazê-lo para tocar o violão ou o tambor. Não há imposições. A vontade própria é importante, assim como é importante a criança sentir que pode fazer som junto com outras pessoas, sem ter seu espaço privado invadido. Invadido por uma bala perdida que o deixou paraplégico, há dois anos e meio, o menino G., de 6 anos, começou o tratamento na ABBR bastante revoltado. Todas as músicas que criava tinham letras de final infeliz, com animais que morriam estraçalhados. As atuais já têm figuras humanas e ele diz que adora compor, sonhando com o dia em que será cantor:
– G. relutava em fazer os exercícios essenciais para a recuperação do seu equilíbrio motor. Na musicoterapia, ele exercita a postura sem sentir, ao sentar-se no teclado, por exemplo. Para ele, esse é um momento lúdico, para nós faz parte da terapia global – explica Paula Carvalho.
Selma e G. poderiam continuar a se beneficiar da musicoterapia por muito tempo. Mas ambos enfrentam um risco: na ABBR, que recebe apenas R$ 2 do Sistema Único de Saúde por cada sessão de meia hora de tratamento, há sempre novas crianças na fila porque os profissionais são em número insuficiente para atender a todos.

Não são só os problemas físicos que a musicoterapia ajuda a minorar. Autistas e psicóticos também se beneficiam dela, como atesta o psiquiatra Carlos Augusto de Araújo Jorge, diretor da Fundação Municipal Lar Escola Francisco de Paula (Funlar), da Secretaria municipal de Desenvolvimento Social, onde há atualmente 115 alunos de musicoterapia, 53 em Vila Isabel, 58 em Campo Grande. São crianças e adolescentes com diversas doenças, entre elas a síndrome de Down, o autismo e a paralisia cerebral, que provocam atraso de desenvolvimento motor e de linguagem.

Ex-diretor do Hospital Psiquiátrico do Engenho de Dentro, Araújo Jorge relata o caso de um cliente de 13 anos, psicótico e agressivo, que só aceitou sair do carro do pai e entrar no consultório médico depois de uma abordagem pouco ortodoxa da musicoterapeuta:

– A profissional passou meses indo até o carro, levando consigo um instrumento de percussão, atabaque ou tamborim. Quando o garoto conseguiu enfim tocar o instrumento, estabelecendo uma relação com ela, pôde sair para o consultório. A música como instrumento terapêutico não é a mesma coisa que a música habitual. Usa-se a música para estabelecer uma relação de confiança com o paciente, abrindo uma canal de comunicação para, a partir daí, estabelecer relações mais saudáveis.

O trabalho da terapia se dá através de atividades cuidadosamente estruturadas, com objetivos que não incluem o desenvolvimento estético. Segundo a musicoterapeuta Mônica Isidoro da Silva, da Funlar em Vila Isabel, o canto, os instrumentos ouvidos e tocados, a composição e a dança ao som da música não pretendem desenvolver o talento musical de ninguém. O objetivo é fazer com que o desenvolvimento musical melhore o funcionamento social, psicológico e fisico.

– O som é a primeira relação com o mundo, desde o ventre materno. Abre canais de comunicação que facilitam o tratamento. Além de atingir os movimentos mais primitivos, a música atua como elemento ordenador, que organiza a pessoa internamente – afirma Araújo Jorge.

Paula Carvalho, presidente da Associação de Musicoterapia do Rio de Janeiro, que congrega 350 profissionais, lembra que a musicoterapia é um curso da área biomédica. Quem faz vestibular para o curso, no Conservatório Brasileiro de Música, deve saber tocar um instrumento. O coordenador do curso, Marco Antônio Carvalho, explicou que os alunos, além de aprenderem violão, teclado e flauta, têm aulas como artes plásticas, psicologia e anatomia.

– A música é um instrumento terapêutico valioso, um canal privilegiado para se expressar emoção. A musicoterapia estimula a motricidade e a auto-estima com mais rapidez – diz Carvalho.

A maioria dos musicoterapeutas faz questão de acentuar as origens técnicas do seu trabalho, reconhecido pela primeira vez nos Estados Unidos na década de 50. Mas há quem aposte também no lado místico da terapia, caso do musicoterapeuta Thomaz Lima, que usa o pseudônimo de Homem de Bem e já gravou sete CDs com mantras indianos. Agora, ele está lançando "Himalaia", um CD instrumental, de sua autoria, que dura uma hora e promete levar ao relaxamento:

– O CD foi milimetricamente planejado para provocar um resultado. Procuro abrir para as pessoas caminhos não verbais que levem-nas a expressar suas características positivas.

Nas aulas de Thomaz, ele mescla técnicas de relaxamento, ioga, do-in, massagem chinesa nos pés e técnicas de expressao corporal, entre outras.