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LADODALUA, no Centro Cultural Rio Verde

“Intimista e simples”,  em poucas palavras segundo o percussionista Dalua, esse é o espírito que define série de apresentações que começa no próximo dia 28 de fevereiro no Centro Cultural Rio Verde, e segue até o mês de julho.

Reconhecido pela qualidade e originalidade de sua música, Dalua, que em vinte anos de carreira acompanhou artistas como Lenine, Ana Carolina, Maria Rita, Jair Rodrigues, e Arnaldo Antunes, apresenta trabalho autoral ao lado da banda LADODALUA, com repertório que permeia clássicos do samba, a elaborações virtuosas que dão ênfase a percussão e ao improviso.

“Tudo é criado e concebido a partir da percussão. Esse conceito artístico confere à banda uma riqueza de ritmos e muita potência sonora. A guitarra imprime uma sonoridade rock and roll, enquanto os sopros trazem o jazz, somados ao samba do cavaquinho” – ressalta Dalua

“Baião” de Luis Gonzaga, e Humberto Teixeira, “Todo dia era dia de índio”, de Jorge Benjor, “Summer time” de Gershwin e “Berimbau” de Baden Powell e Vinícius de Moraes estão entre os clássicos reinterpretados. Já “Onde tem tambor” e “Saudades das Minas” são composições dos próprios integrantes da banda, que já começam a ter coro entre admiradores que acompanham a trajetória do grupo.

Dalua inicia o show com uma roda de capoeira liderada por Mauro Porto da Rocha, mais conhecido como “Mestre Maurão”, criador do Grupo Capoeira Mandinga. Mestre Maurão por sua vez, trará a cada sexta-feira, convidados especiais, que representam a raiz da capoeira regional. “Foi dentro do ambiente da capoeira, aos seis anos, que encontrei a percussão. A capoeira foi a porta de entrada para o que determinaria meu caminho musical” – observa Dalua, e completa “Mestre Maurão, além de referência de seriedade na capoeira, faz um resgate do samba de umbigada que já vem sendo apreciado por muita gente” – finaliza.

 

Sobre Dalua e sua banda

 

Paulista de Santo André, Dalua não pertence a uma família com tradição musical. A música adentrou em seu caminho quando começou a tocar na noite aos 15 anos de idade. Daí em diante, transformou-se em um grande nome quando o assunto é percussão, acompanhando de perto grandes nomes da música popular brasileira.

Suas referências sonoras são Roberto Carlos, Bezerra da Silva, Elton John, Sidney Magal, Luís Gonzaga, Elis Regina, Jair Rodrigues, e um som mais pesado como AC/DC, Iron Maiden, Sex Pistol, Beatles.

Já o LADODALUA foi formado na região do ABC, sendo fruto de um projeto delineado pelo percussionista, com o objetivo de fazer música genuinamente brasileira, temperada com diferentes sonoridades.  O primeiro trabalho da banda apresenta um reflexo da trajetória de Dalua, que também assina a direção geral do espetáculo. A banda promove uma simbiose de influências trazidas da capoeira e outros ritmos, que produzem elementos sonoros das mais variadas origens. Uma Jam session social de influências, repertório, bom gosto e sonoridade.

A formação do LADODALUA é:

Dalua na percussão e voz,

Elder Costa, guitarra e voz,

Emilio Martins , percussão,

Marcelo Resende, cavaquinho e voz

Edy Trombone, trombone, bombardino e percussão

Doutor Otávio, contrabaixo acústico e elétrico.

www.ladoladua.com.br

 

Sobre Mauro Porto da Rocha – Mestre Maurão

Mestre Maurão inicia na capoeira em 1979, na cidade de Santo André/SP, no Grupo Nova Luanda, liderado por Mestre Valdenor, onde se formou no ano de 1985. Na adolescência, Mestre Maurão teve contato com o lendário Mestre Caiçara (Bahia) com quem pode ter um convívio muito próximo, tendo assim conhecimento legítimo de hábitos da velha Bahia.

Muitos Mestres foram referência na sua trajetória, em especial estão: Mestre Valdenor dos Santos, responsável por sua formação e Mestre Canhão (Discípulo de Mestre Bimba) que o auxiliou e orientou em sua profissionalização como capoeira. Mestre Maurão participou na década de 80 de vários campeonatos onde consagrou-se Tri-Campeão Brasileiro (consecutivo), além de ter sido por 14 anos Campeão Paulista.

Na década de 90 morou na Inglaterra onde ministrou aulas de capoeira e participou de apresentações e shows sobre a cultura brasileira. Em São Paulo foi uma das lideranças da famosa Roda da Praça da República, considerada como uma das rodas de capoeira mais tradicionais do mundo pelo fato de juntar vários capoeiras de diversas partes do Brasil.

Mestre Maurão adquiriu um grande respeito não só da comunidade capoeira, mas, angariou o respeito e a admiração de quem acompanhou a sua estória e o seu trabalho. Vivências e fatos que o levaram a ser internacionalmente conhecido como um grande atleta da Capoeira e um grande propagador da Cultura Afro-Brasileira.

 

Sobre o Centro Cultural Rio Verde

Concebido para ser um espaço de experimentação artística, com infraestrutura para produção de shows, eventos, ensaios e reuniões, o Centro Cultural Rio Verde transformou-se, desde a sua criação em XXXX em um polo cultural da Vila Madalena. Uma incubadora de novos talentos, onde jovens e artistas consagrados se movimentam em pleno processo de criação.

Suas dependências seguem uma estética orgânica que permite um formato multiuso e interseção das múltiplas artes. Um local sempre em transformação, emoldurado por peixes do Rio Tietê e por uma exposição permanente de orquídeas brasileiras acompanhadas de um catálogo de quarenta e três espécimes da flora nativa e estrangeira.

As apresentações, mostras e festivais que acontecem no Centro Cultural Rio Verde passam por um Conselho Consultivo que avalia a relevância do evento para o cenário cultural e artístico. Sua outra marca distintiva é a preocupação com a documentação e preservação dos processos e produtos criados no espaço. Muitos desses eventos são registrados e distribuídos em uma generosa divulgação na sua Rádio Web e outros meios.

Enfim, um espaço tridimensional, como os objetos produzidos na serralheria do Rio Verde e que decoram suas áreas internas e externas que também são locadas para ensaios de dança, teatro, música e eventos corporativos e particulares. Ponto de encontro de produtores, artistas e público interessado em produções artísticas e intelectuais, o Centro Cultural tem muitos parceiros, o que proporciona uma agenda e atividades diversificadas, como uma Biblioteca Comunitária Infanto-Juvenil e considerável acervo de videodança e videoarte.

 

SERVIÇO

Show Ladodalua –

Todas as últimas sextas-feiras de cada mês.

Abertura: 28 de fevereiro

Com apresentações até o final do mês de julho

20h30 Abertura com roda de capoeira de Mestre Maurão

23h00 Início do show da banda LADODALUA

Entrada: preço único R$ 20,00 reais

Nome na lista R$ 10,00 reais  –  e.mail:  lista@ladodalua.com.br

Duração do show: 1h20 minutos

Local: Centro Cultural Rio Verde: www.centroculturalrioverde.com.br

Rua Belmiro Braga, 181 – Vila Madalena

Tel: 011 34595321

Abertura da casa: 19h30

Lanchonete no local

Aceita cartões de crédito

 

 

Assessoria de Imprensa

Erika Alexandra Balbino

011 34822510 – 34826908

Rua Porangaba, 149

04136-020 – SP – SP

www.baobacomunicacao.com.br

Twitter @Baoba_Comunica

I Encontro de Música Percussiva

O I Encontro de Música Percussiva é uma iniciativa do Núcleo de Música Percussiva da UFC com o apoio dos estudantes, professores do curso de Música e PET, envolvidos na temática percussiva da cultura, da arte e da educação musical na cidade de Fortaleza.

O evento contará com palestras, mesas-redondas, oficinas e aulas-shows, tendo a participação especial do mestre de cultura Descartes Gadelha artista plástico, ritmista e colaborador dos grupos de maracatus e escolas de samba na cidade. Além da presença privilegiada de professores, grupos percussivos, profissionais e estudantes que compartilham desta formação contínua.

Aberto ao público interessado em Refletir, Debater, Fazer e Tocar a Música Percussiva, sendo esta a proposta de cultivarmos no espaço acadêmico aliado as manifestações culturais já existentes, uma propagação legítima e sonora dos Nossos Tambores de Cada Dia.

 

  • Datas: 08 a 10 de dezembro.
  • Horário: 08:00 as 18:00.
  • Local: Auditório da PROGRAD- PICI e Curso de Música – PICI.

 

Informações:

Catherine Furtado 8793 2601

batherine84@hotmail.com

 

OFICINEIROS:

Notação para Percussão- Erwin Schrader

Construção de Instrumentos- Tauí e Equipe

Percussão Corporal- Alessandra Araújo

Ritmos do Maracatu- Catherine Furtado

Bateria- João Luís

 

*ESPAÇO PARA RELEASE NA PROGRAMAÇÃO

Norte-americano escreve livro sobre o berimbau

Em “The Berimbau: Soul of Brazilian Music”, Eric Galm explora a fundo a cultura e música brasileiras.

Uma obra que introduz o berimbau como muito mais do que o símbolo da capoeira. É o livro “The Berimbau: Soul of Brazilian Music”, de autoria do americano Eric Galm. Nas páginas, o professor conta a relação do instrumento baiano com vários ritmos brasileiros, incluído a bossa nova.

A publicação é da editora University Press of Mississipi e foi escrita em inglês. Nela, Galm conta como o berimbau ganhou destaque como símbolo nacional e explora a fundo a história do instrumento de origem africana.

Falando português com sotaque e muita simpatia, o professor explicou que quer mostrar o berimbau como integrante da cultura nacional brasileira. “Através da bossa nova, MPB, música erudita e artes visuais”, disse ele, complementando que o berimbau está mais global. “É um símbolo no exterior, que está mantendo a identidade brasileira”.

Além de retratar o berimbau como este símbolo, a obra expõe o instrumento como herança africana no Brasil inteiro. “Não somente a capoeira”. Os livros para crianças, esculturas e jornais, segundo o professor, também ajudam a mostrar esta herança.

O interesse em escrever sobre o berimbau nasceu em casa. Na década de 70, Eric morou no Brasil por conta do trabalho do pai, o qual foi lecionar percussão de técnica erudita. “Cresci conhecendo o berimbau e a batucada”. Os conhecimentos foram aprofundados na escola, em 1977, e também através do trabalho do pai, que leciona na Universidade do Colorado. Na instituição, criou um programa de percussão e musicologia.

O livro promete surpreender aos músicos e ao público em geral. Mas as boas reações já começaram no ano de 2000, durante a pesquisa de campo, quando o trabalho foi mostrado para um musicólogo de uma universidade brasileira. “Ele ficou surpreso. Naquele momento apoiou muito meu trabalho”. Eric credita grande importância para o músico Naná Vasconcellos. “Foi ele quem trouxe o berimbau para a área do jazz global”.

Segundo o professor, Vasconcellos influenciou também o percussionista argentino Ramiro Musotto, um dos entrevistados de Eric. Apaixonado pelo berimbau, Musotto mudou para a Bahia, onde faleceu aos 45 anos, vítima de câncer no pâncreas.

Música que enche corações

Americano de alma brasileira, Galm está realizado com a publicação. “Me sinto ótimo. É uma coisa muito forte para mim.”. O livro ajudará os próprios alunos dele, muitos dos quais não conhecem nada do Brasil e da música brasileira. “Mas através do aprendizado do ritmo de percussão brasileira e as músicas, estão aprendendo o ritmo da cultura brasileira, tocando o ritmo da vida da cultura brasileira”.

Professor Assistente de Música e Etnomusicologia do Trinity College em Hartford, Connecticut, Galm foi convidado para dar uma palestra na Universidade Federal do Rio de Janeiro, para a série “Música em Debate”. Segundo o professor, a percussão nas universidades brasileiras é mostrada somente dentro do contexto do folclore. “Acho que uma parte do meu trabalho, que é muito forte, é o uso da percussão brasileira como referência ao valor das comunidades que criaram estas músicas e ritmos”.

Eric enfatizou que todas coisas que ensina e gosta estão fazendo a diferença na vida dos alunos. “Está abrindo os olhos e os corações deles para pensar sobre o sentido da letra de uma música”. Como exemplo, citou a famosa “Carinhoso”, do saudoso Pixinguinha.

O professor aproveitou para falar sobre a poesia que vem das favelas, contando as histórias da vida. “Acho que dá muito mais crédito para o próprio povo brasileiro, do que aquilo que sai na imprensa”.
Ainda não houve lançamento oficial do livro, mas ele já está disponível no site amazon.com.

Por: Angela Schreiber – Comunidade News – http://www.comunidadenews.com

V Festival Brasília de Cultura Popular

O maior festejo da cultura popular candanga acontece no mês de novembro nos gramados da Funarte com área coberta.

O Festival também reabre as inscrições para oficinas de dança e percussão!!!

Sexta-Feira – 20/11

20h Maracatu Piaba de Ouro (PE)
21h Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro –  A Roda (DF)
23h Samba de Coco Raizes de Arcoverde (PE)

Sábado – 21/11

16h Roda de Palhaços
17 Mambembrincantes (DF)
18h Cacuriá Filha Herdeira (DF)
19h Passarinhos do Cerrado (GO)
20h Vozes da Mussuca (SE)
21h Maciel Salú (PE)
22h Carimbó Quente da Madrugada (PA)
23h Mariene de Castro (BA)
Intervenção cultural com Pé de Cerrado (DF) e Delirantes (DF)

Domingo 22/11

16h Roda de Mamulengo
17h Baianas do Coqueiro Seco (AL)
18h Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro – lançamento do CD (DF)
19h Paito e Los Gaiteros de Punta Brava (COL)
20h Ilê Aiyê (BA)
Intervenção cultural com Mestre Zé do Pife e as Juvelinas (DF) e Cia Fluxo (DF)

OFICINAS DE DANÇA E PERCUSSÃO

* Cavalo Marinho Boi Pintado
* Afoxé Alafin Oyó

De 17 a 19 de novembro, das 9h às 12h horas

* Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro

Dias 18 e 19 de novembro, das 19h às 22h

As aulas serão realizadas no Complexo Cultural da Funarte.

Inscrição gratuita!!!
Solicite sua ficha pelo e-mail: brasiliabrincante@gmail.com

www.seuestrelo.art.br

Bahia: Morre Mestre Neguinho do Samba, inventor do samba-reggae

Morreu no início da tarde deste sábado, 31, por volta das 14 horas, o baiano criador do samba-reggae, Antonio Luís Alves de Souza, mais conhecido como Neguinho do Samba, 54 anos, em decorrência de uma parada cardíaca. O músico deixou sete filhos e uma legião de admiradores e alunos.

O corpo do artista, que foi um dos fundadores do Olodum e criador da Escola Didá, está sendo velado na Câmara dos Vereadores. O local e horário do enterro ainda não foram definidos, pois a família aguarda a chegada de um dos filhos, que mora na Itália.

Segundo informações da família, Neguinho já vinha reclamando da saúde nos últimos 15 dias. Nesta madrugada, por volta das 3 horas, o músico sentiu um mal estar e foi de táxi ao posto médico de Pernambués. No local, ele foi medicado e retornou à sua residência, no Pelourinho, voltando a se sentir mal no início desta tarde, quando veio a falecer.

Neguinho do Samba era diabético e cardiopata. Há três meses perdeu uma irmã. Pessoas próximas afirmaram que, em virtude disto, andava triste. Mas ele morreu onde queria: em sua residência, um casarão no Pelourinho, onde também funciona a Escola Didá.

“Ele deixou um legado, uma marca de como se faz samba na Bahia. Eu acompanhei o processo de desenvolvimento do Olodum e ele já experimentava as novas fusões do reggae com o samba. Depois, acompanhei o trabalho cultural que ele fez com a Banda Didá. E por ironia do destino faleceu dentro da própria escola”, declarou Gerônimo.

Perda irreparável – A Secretaria da Cultura suspendeu toda a programação cultural do Pelourinho, nestes sábado e domingo. Uma faixa preta permanecerá hasteada no Largo do Terreiro de Jesus, durante três dias, simbolizando o luto.

“A dor é enorme. Foi uma perda irreparável. Não perdemos somente um músico excepcional, mas uma personalidade. Ele foi muito generoso com todos à sua volta. Não dá para acreditar. É um astro que vai continuar vivo aqui com a gente“, declarou, emocionado, João Jorge, presidente do Olodum.

Neguinho do Samba – Fundador da escola de percussão do Olodum e do bloco Didá, ele também foi o inventor do ritmo “samba-reggae”, modificando tambores para conseguir afinações e sonoridades diferentes, criando um ritmo musical único, com a cara da Bahia.

Filho de um tocador de “bongô” e de uma lavadeira, Neguinho desde cedo treinava percussão tocando nas bacias de alumínio de sua mãe. Foi eletricista, ferreiro e camelô. Sua música chegou a ser internacionalmente reconhecida. Maestro do Olodum, tocou com David Byrne, Paul Simon e Michael Jackson. Com Simon, o Olodum gravou o CD The Rhythm of the Saints, em 1990. Feliz com o resultado do trabalho, Simon procurou o músico e lhe ofereceu um carro importado como forma de agradecimento. Neguinho agradeceu a oferta, mas preferiu mudar o presente, e, em vez de um carro, escolheu uma casa no Pelourinho, no mesmo valor, onde fundou sua escola.

Neguinho do Samba aparece no clipe de Michael Jackson They Don’t Care About Us, vestido nas cores do pan-africanismo (verde, amarelo e vermelho) regendo os percussionistas do Olodum.

Didá – O projeto nasceu pelas mãos de Neguinho, que via a necessidade de oferecer para as mulheres, principalmente as negras, um espaço para expor suas idéias e desenvolver atividades. Didá é uma associação cultural e sem fins lucrativos fundada em 1993 e que atua promovendo gratuitamente atividades educativas com base na arte e nas manifestações populares criadas e mantidas pelos africanos e por seus descendentes.

Atualmente, a instituição oferece 11 cursos – percussão, dança afro, teatro, capoeira, artesanato, canto, bateria, violão, cavaquinho, teclado e sopro, e chega a atender entre 600 a 800 crianças e adolescentes por ano.

Além dos cursos, o projeto se estende ao bloco afro carnavalesco, loja de artigos Didá e o projeto Sòdomo, centro de aprimoramento feminino Didá Banda Feminina.

Vídeo do grupo Olodum e Neguinho do Samba em homenagem a Michael Jackson, após a morte do astro:

{youtube}dO7l9oro__A{/youtube}


Fonte: http://www.atarde.com.br/cultura

Seminário de Capoeira e Cultura Brasileira 2009

As manifestações culturais do Brasil são importantes elementos na formação de crianças, jóvens, adultos e idosos. A Capoeira, o Maculelê, o Samba de Roda, a Puxada de Rede, o Maracatu, o Frevo, o Coco, o Bumba Meu Boi, o Jongo, a Percussão Corporal e a Dança Afro são algumas das mais interessantes manifestações culturais brasileiras. Extremamente ricas em histórias, cantos, instrumentos e movimentos. Representam uma forma muito privilegiada de interação social e desenvolvimento físico, mental e emocional.

A USP, a mais importante Universidade do Brasil e da América Latina, é um centro privilegiado de produção e disseminação de conhecimentos relacionados às práticas culturais. O CEPEUSP, desde 1972, oferece a Capoeira como curso regular sob a coordenação dos Professores Gladson de Oliveira Silva e Vinicius Heine, sendo um centro de referência em relação à prática, à pesquisa e à extensão da Capoeira.

O Seminário de Capoeira e Cultura Brasileira pretende ser um espaço de vivências e um fórum de reflexões acerca do resgate e da valorização das manifestações culturais brasileiras e principalmente, ser um espaço de confraternização e de celebração entre representantes dessas correntes culturais.

Pretende proporcionar um entendimento amplo e plural das manifestações culturais brasileiras e seu papel na formação da identidade do povo brasileiro.

PROGRAMAÇÃO

Dia 7 de Novembro (Sábado)

– 8:30h – Chegada e Credenciamento dos Participantes

– 9:00h – Abertura do Evento

– 9:30h – Oficina de Capoeira Angola – Mestre Plínio

– 11:00h – Oficina de Bumba meu Boi e Danças Brasileiras – Tião Carvalho

– 12:30h – Intervalo para Almoço

– 14:00h – Oficina de Percussão Corporal – Dani Zulu (Barbatuques)

– 15:30h – Oficina de Dança Afro – Kelliy Anjos

– 17:00 – Show Musical – Txai Brasil

Dia 8 de Novembro (Domingo)

– 9:00h – Oficina de Capoeira e Cultura Brasileira – Mestre Alcídes e Sr. Durval

– 10:30h – RODA DE MÚSICA / MÚSICA DE RODA – Oficina de canto, percussão e dança com Renata Amaral e André Magalhães do grupo A Barca

– 12:00h – Intervalo para almoço

– 14:00h – Oficina Danças Brasileiras e Capoeira – Fernando Corrêa – Instituto Brincante

– 15:30h – Orquestra de Berimbau – Dinho Nascimento

– 17:00h – Roda de Confraternização

– 18:00 – Encerramento e entrega dos Certificados

LOCAL E DATA

Módulo 4 do CEPEUSP (Centro de Práticas Esportivas da Universidade de São Paulo – Cidade Universitária – Butantã – São Paulo – SP)

Data: 7 e 8 de Novembro de 2009 (Sábado e Domingo)

Horário: das 9:00 às 19:00h

INSCRIÇÕES

Taxa de Inscrição:

– R$50,00 (cinquenta reais) até 30 de Outubro

– R$55,00 (cinquenta e cinco reais) até 6 de Novembro

– R$60,00 (sessenta reais) no dia do evento.

Como se Inscrever:

– Pessoalmente no CEPEUSP: Sala 8 do Velódromo de Segunda a Sexta das 9:00 às 16:00h

– Via Depósito Bancário – Consultar disponibilidade de vagas!!!

– Nossa Caixa Nosso Banco

– – Agência: 0864-8

– – Conta Corrente: 13000294-8

– Enviar Fax (11-3091-3362) com comprovante de depósito confirmando inscrição e os seguintes dados: Nome, Idade, Telefone, E-mail, Endereço, Instituição a que pertence.

– Trazer o comprovante de depósito no dia do evento!

VAGAS LIMITADAS!


Maiores Informações

Prof. Mestre Gladson de Oliveira Silva:
E-mail: gladson@usp. br

Prof. Vinicius Heine:
E-mail: vheine@gmail. com

Site Oficial do Evento:
www.seminariodecapoeira2009.wordpress.com

21 anos da Fundação Cultural Palmares

Grupos folclóricos do Brasil e da Colômbia se encontram para celebrar os 21 anos da FCP. Tem ainda Luiz Melodia e Lazzo Matumbi

A sede da Fundação Cultural Palmares vai ser palco de uma extensa programação que promete muito agito e muita cultura popular. Na semana de 17 a 22 de agosto, para celebrar mais um ano de existência da instituição, fundada em 1988, tambores vão ecoar, convidando o público para uma grande festa com direito a muito samba no pé. São mais de dez grupos de dança e música regionais.

Amantes do Maracatu, Jongo, Samba de Roda, Tambor de Crioula, Congo terão a oportunidade de desfrutar um pouco da beleza e encanto da cultura afro-brasileira, acompanhando os cortejos, que mantêm viva a tradição da cultura popular. Poderão também acompanhar mestres de capoeira e os grupos folclóricos que virão da Colômbia especialmente para esta grande festa da diversidade: Grupo Benkos Kusuto da comunidade do Palenque de San Basílio e Grupo Bahía Trio, e o coletivo de artistas “Entre dos mares: ensamble musical de Colombia, Ecuador y Panamá”.

Durante os cinco dias do evento, tocadores, cantadores, dançarinos, reis e rainhas do congo e do maracatu, baianas do samba de roda vão comandar a festa e tomar de alegria o platô da sede da Fundação Palmares. Quem vier conhecerá a riqueza das manifestações culturais de matriz africana que ainda resistem aos tempos modernos.

As oficinas também entram na programação. Teremos Roberto Mendes nas oficinas de Chula, Mario Pam, nas oficinas de Percussão, e ainda uma oficina de ritmos afro del Caribe y el Pacifico.

Tem ainda a exposição fotográfica Negrice Cristal, de Januário Garcia; Cortejo da Lavagem – Terreiro Ilê Ase Ode Onisegum; e degustação de comida afro-brasileira.

Destaque ainda para a apresentação de Luiz Melodia e Lazzo Matumbi, que se apresentam no dia 22, no palco do Teatro Nacional (Censura Livre). Ao final do show, o público poderá assistir a um desfile de moda afro.

Também como parte das comemorações, haverá a entrega do Troféu Palmares. Uma homenagem da Fundação para personalidades que têm representatividade e destaque na luta contra o preconceito e a favor da igualdade racial. Serão homenageados:

# Mãe Beata de Iemanjá (Beatriz Moreira Costa): religiosa de matriz africana do candomblé, iniciada há mais de 50 anos, conhecida sacerdotisa e ativista social da cidade do Rio de Janeiro, dedica-se há décadas à valorização da cultura e da religião afro-brasileira, como também, pelos direitos das mulheres.

# Esther Grossi: professora, escritora e ex-deputada federal, autora da lei 10.639/2003 – que institui a obrigatoriedade do ensino da História e Cultura da África e dos afro-brasileiros.

Conheça um pouco mais das atrações:

Contos do Congo: o Congado é uma manifestação cultural e religiosa de influência africana que em algumas regiões do Brasil desenvolve seu enredo sob o tema da vida de São Benedito, o encontro de Nossa Senhora do Rosário submergida nas águas e, em outras regiões, a representação da luta de Carlos Magno contra as invasões mouras. O grupo Contos do Congo surgiu em 2006 e vem mantendo as tradições e divulgando a arte e as origens do Congado mineiro, remetendo o público à mais pura expressão conga, fazendo com se vivencie a verdadeira Folia de Reis. O grupo nasceu da necessidade das pessoas preocupadas em se resgatar e preservar o congo nas suas mais diversas formas de manifestação cultural.

# O Jongo da Serrinha: é uma manifestação cultural essencialmente rural diretamente associada à cultura africana no Brasil e que influiu poderosamente na formação do Samba carioca.

# Maracatu do baque solto: o grupo destaca-se por preservar a essência do maracatu e manter uma trajetória marcada pela originalidade na criação de novos temas e adereços. Surgiu da organização de trabalhadores rurais, com o intuíto de preservar a cultura dos seus antepassados.

# Tambor de Crioula: é uma dança com raízes africanas, praticada no Maranhão, tanto no meio rural como no urbano, tendo como característica marcante a punga (espécie de samba de roda), evidenciada no toque dos tambores e na coreografia das mulheres. O grupo Tambor de Crioula é uma das maiores referências culturais nesse estilo musical.

# Samba de Roda Suerdieck: é um dos mais antigos e autênticos grupos de samba de roda do Recôncavo Baiano. Liderado por dona Dalva Damiana, o grupo foi fundado em 1958 na antiga fábrica de charutos Suerdieck, pelas funcionárias, que, no intervalo do trabalho, cantavam estrofes rimadas no ritmo do samba, ritmados com pedaços de madeira e as sobras das caixas de charuto.

Benkos Kusuto da comunidade do Palenque de San Basílio (costa do Pacífico colombiano): grupo formado por quatro dos músicos mais destacados e reconhecidos percussionistas da comunidade palenqueira.

# Bahía Trio: grupo de marimba tradicional, busca explorar todas as possibilidades melódicas através de conjuntos musicais folclóricos regidos pela improvisação e experimentação de ritmos de tradição africana com influência da sonoridade latina.

# “Entre dos mares: ensamble musical de Colombia, Ecuador y Panamá”: grupo formado por um combinado de artistas da Colômbia, Equador e Panamá, com uma proposta de integração da música afro-latina desses três países.

PROGRAMAÇÃO ANIVERSÁRIO DA PALMARES

17 a 22 de agosto

17/08

9 às 17h –   Oficina de Percussão – Mário Pam – Galpão FUNARTE

9 às 10h –   Abertura Solene do Aniversário da Fundação Cultural Palmares – Auditório FCP

10 às 12h – Abertura da Exposição: Negrice Cristal, do fotógrafo Januário Garcia e Café da manhã – Espaço Cultural Palmares

10 às 12h –  Oficina Chula – Roberto Mendes – Auditório FCP

18 às 20h -Mostra Cultural – Jongo da Serrinha–Rio de Janeiro, Grupo Benkos Kusuto de la comunidad del Palenque de San Basílio (Colômbia) – Platô da FCP

18/08

9h às 11h –  Oficina de Percussão Mário Pam – Galpão FUNARTE

9h às 11h –  Oficina Chula – Roberto Mendes – Auditório FCP

18 às 20h -Mostra Cultural – Maracatu do baque solto–Pernambuco e “Entre dos mares: ensamble musical de Colombia, Ecuador y Panamá” – Platô da FCP

19/08

9 às 18h –  Oficina de Percussão – Mário Pam – Galpão FUNARTE

18 às 20h -Mostra Cultural – Tambor de Crioula, Grupo Bahía Trio (Colômbia) e cantora convidada. – Platô da FCP

20/08

9 às 18h –  Encontro de Mestres de Capoeira – Auditório FCP

9 às 17h –  Oficina de Percussão Mário Pam – Galpão FUNARTE

18 às 19h -Mostra Cultural – Roda de Capoeira – Mestre Cláudio – Platô da FCP

21/08

10h – Cortejo da Lavagem – Terreiro Ilê Ase Ode Onisegum – Pai Ribamar – Platô da DEP

11h – Resultado da Oficina de Percussão – Platô da FCP

12h – Degustação de Comida Afro-Brasileira – Platô da FCP

13h – Mostra Cultural – Samba de Roda Suerdick–Bahia, Congada Contos do Congo–Minas Gerais – Platô da FCP

22/08

9 às 12h –  Oficina de Ritmos Afro del Caribe y el Pacífico – Galpão da Funarte                        
21h
#

Desfile de Moda – Estilista Rodinei SP Abertura: “Entre dos mares: ensamble musical de Colombia, Ecuador y Panamá”                                                                                       
#

Entrega do Troféu Palmares
#

Show Luis Melodia e Lazzo Matumbi – Teatro Nacional

Assessoria de Comunicação
Inês Ulhôa – assessora de imprensa (9966-8898) ines.ulhoa@palmares.gov.br
Jacqueline Freitas
Marcus Bennett
Telefones: (61) 3424-0164/ 0165/ 0166
www.palmares.gov.br

11º Festival de Capoeira – Alto Astral Capoeira

11 anos de sonhos e realizações onde a capoeira como ferramenta cultural, social e desportiva nos uniu e nos lançou a novos horizontes. Uma data tão especial nos traz a responsabilidade de fazermos mais e melhor, e é com muito prazer que anunciamos aos nossos aficionados, que o Festival de Capoeira 2007 terá um novo formato, serão quatro dias e meio, com as mais variadas actividades, os melhores Mestres, e a possibilidade de guardar na memória um evento que esperemos, marque seu percurso como capoeira.

Axé!! e te esperamos nos dias 28, 28 e 30 de Novembro de 2008.

Contra-mestre Marco Antonio – Capoeira Alto Astral

 

11º Festival de Capoeira - Alto Astral Capoeira 11º Festival de Capoeira - Alto Astral Capoeira

 

Objectivo Social:

  • Obtenção de verbas para as obras da nossa sede no Bairro da Ameixoeira (Lisboa)
  • Obtenção de verbas para manutenção das actividades empreendidas em Barra de Jangada – Pernambuco (Brasil)
  • Integrar jovens de diferentes classes sociais e de conhecimentos culturais diversos através das actividades do evento
  • Angariação de alimentos para reverter para o Banco Alimentar Contra a Fome
  • Adquirir parceiros sociais e ou empresas que possam apadrinhar nosso projecto, pontualmente ou por períodos mais alargados

Objectivo Cultural:

  • Palestras que possam abordar temas históricos ligados a Portugal, África e Brasil
  • Mostras de vídeos documentais
  • Apresentação de dança e teatro
  • Exposições Fotográficas

Objectivo Desportivo:

  • Estimular a prática desportiva através da capoeira, bem como dar a conhecer os benefícios do desporto através de uma exposição de painéis


Valores: Capoeiras de outros Grupos 50€ (Aulas + actividades)*

 35€ (1 x dia)

* Não Inclui Jantar do Sábado

Programa para Cartaz para público em GERAL:

Dia 28 de Novembro (sexta-feira) – Sede Alto Astral Ameixoeira.

RODA DE ABERTURA – Apenas para Inscritos e convidados.

Horário: 19:00hs

Transporte: Metro Ameixoeira / Carris 108 e 106 (C. Grande)

 

Dia 29 de Novembro (Sábado) – Estádio Universitário de Lisboa (PAV. 3)

Jantar Espectáculo Brasil*

Horário: 20:00hs

Transporte: Metro Cidade Universitária

Dia 30 de Novembro (Domingo) – Estádio Universitário de Lisboa (PAV. 3)

Batizado e entrega de graduações**

Horário: 17:00hs

Transporte: Metro Cidade Universitária

*10€

**2€
 

Organização: Estádio Universitário de Lisboa e Associação Alto Astral de Capoeira

Realização: Marco António e Alunos.

Apoio: Marsil, Portal Capoeira, Marriott, Prefeitura da Cidade do Recife

Mais Informações em: www.capoeiraaltoastral.com, www.portalcapoeira.com

CONTACTO: Email: marcoantoniocaa@hotmail.com Este endereço de email está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email , 962988467 C. Mestre Marco António.

 

Programa para folheto Para Capoeiristas e convidados:

 

Dia 28 de Novembro (sexta-feira) – Sede Alto Astral Ameixoeira.

RODA DE ABERTURA – Apenas para Inscritos e convidados.

Horário: 19:00hs

Transporte: Metro Ameixoeira / Carris 108 e 106 (C. Grande)

 

Dia 29 de Novembro (Sábado) – Estádio Universitário de Lisboa (PAV. 3)

Horário: 10:00hs as 13:00hs – Aulas de Capoeira/Danças e Percussão

13:00hs as 15:00hs – Intervalo

15:00hs as 17:00hs – Aulas de Capoeira/Danças e Percussão

20:00hs – Jantar Espectáculo Brasil

 

Dia 30 de Novembro (Domingo) – Estádio Universitário de Lisboa (PAV. 3)

 

11:00hs as 13:00hs – Aulas de Capoeira/Dança e Percussão

13:00hs as 14:00hs – Intervalo

14:00hs as 16:00hs – Aulas de Capoeira/Dança e Percussão

17:00hs – Batizado e entrega de graduações

20:00hs – Encerramento e agradecimentos

 

OBS. TRAZER SACO CAMA

Recife: Capoeira e percussão mudam a vida de alunos e professores de projeto social

O trabalho da Mangagá Canuiteiro não se resume à garagem no Conjunto Residencial Muribeca. Os artistas ensinam de graça capoeira e percussão para 30 crianças que participam do projeto Aria Social, que existe há quatro anos no bairro de Piedade.

Lá, os materiais produzidos em uma oficina servem como instrumento para outra segunda. “Usamos os instrumentos fabricados nas oficinas de ritmo, efeito, de percussão e também temos o coral social que é bastante eclético. A gente toca músicas populares, eruditas e clássicas”, conta o professor de percussão Charles Duquê.
A escolha pelo método tem uma explicação. “A arte e a música têm o poder de transformação, ela muda o comportamento, os pensamentos pra melhor, pra alto astral”, garante o músico.

A prova de tal mudança a equipe do Vida Real teve ainda dentro da oficina: o menino Matheus, de 8 anos, que é portador da síndrome de down. “Matheus, na realidade, é um dos nossos maiores exemplos. Quando ele chegou aqui, foi um desafio muito grande porque a gente não tinha experiência com crianças especiais. Hoje, ele já tá construindo instrumentos com a gente, ele joga capoeira, ele canta.”, conta o professor de capoeira Manoel da Silva Júnior.

O agradecimento do menino vem de forma espontânea. “Eu te amoooo”, declara ao professor, ao qual chama de tio e até mesmo de pai. É a recompensa do professor que acredita que o trabalho social é um propósito divino na vida dele. “Já passei por muita coisa na minha vida e quando eu tô com eles, eu vejo que tudo que eu passei valeu a pena e que Deus tem um propósito na minha vida”, afirma Manoel.

E aconselha outras pessoas a dar a sua contribuição. “Não é à toa que a gente criou essa marca pra esse nosso projeto que é Recicle sua alma e tudo que tiver ao seu redor”, completa.

Fonte: http://pe360graus.globo.com/

Ribeirão Preto – SP: Projeto Iê Ação Cultural

 

Projeto Iê Ação Cultural: Oficinas de Capoeira e Percussão

Oficina de Capoeira: 

 Todas segundas e quartas-feiras das 19:00 às 21:00 horas

Oficina de Percussão:

Todas segundas-feiras das 19:00 às 21:00 horas

 

Local:

Memorial da Classe Operária – UGT

Rua José Bonifácio, 59 – Centro (ao lado da loja SBS Motos)
Ribeirão Preto – SP

projetoieacaocultural@yahoo.com.br