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Aconteceu: “Festival Internacional Palmas para Capoeira”

De 29 de junho a 01 de julho, aconteceu o “Festival Internacional Palmas para Capoeira”, edição 2012, em Palmas capital do Tocantins, evento este promovido pelo grupo Terreiro Capoeira, pioneiro no estado do Tocantins, no qual vem realizando eventos desde 1990.

O “Festival Internacional Palmas para Capoeira” busca promover a formação de educadores de capoeira convivendo sob a condução de mestres especialistas no processo de tradição da capoeira, visando o crescimento e a difusão da cultura popular brasileira em seus desdobramentos sócio-educativo, artístico e cultural. Estima-se a participação de 800 pessoas entre capoeiristas (tocantinenses e de outras U.F. e países), empresariado, representantes do poder público e sociedade em geral.

Serão realizadas oficinas, palestras, papoeira e também uma atividade em especial, fixando uma parceria com a Universidade da Maturidade – UMA/UFT, a programação trará a realização de vivência da Capoterapia com os alunos da referida instituição, proporcionando uma experiência de uma nova proposta de estilo de vida, através de uma vertente exclusiva para a prática de pessoas que se encontram na “melhor idade” impulsionada pelos fundamentos basilares da Capoeira.

Cartilha do Itamaraty alerta para tráfico de jogadores, modelos e até capoeiristas

Com base em relatos de consulados desde 2010 foram constatados casos de exploração também de modelos, músicos, dançarinos, cozinheiros e professores de capoeira

São Paulo – O governo federal, em ação da rede consular desenvolvida desde 2010, identificou uma vertente do crime de tráfico de pessoas, mais comumente conhecido pelo abuso sexual: a exploração do trabalho, fora do Brasil.

Foram relatados casos de jogadores de futebol, modelos, músicos, dançarinos, churrasqueiros, cozinheiros de restaurantes étnicos e professores de capoeira com agentes e empresários que os colocam em situação de irregularidade migratória, exploração, abusos, maus-tratos, acomodação precária e retenção de passaportes e pagamentos. Na maioria, brasileiros jovens, sem experiência profissional e de residência no exterior. A partir dessa constatação surgiu a proposta da cartilha “Orientações para o trabalho no exterior – modelos, jogadores de futebol e outros profissionais brasileiros”, que será lançada amanhã (29), no Palácio do Itamaraty, em Brasília. O documento foi elaborado pelas áreas consular e cultural do Itamaraty e tem parceria da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e da Ford Models. A proposta é fornecer informações e alertas sobre os riscos da irregularidade migratória. Em São Paulo, o lançamento será na SP Fashion Week, entre 11 e 16 de junho.

Armênia, China, Cingapura, Coreia do Sul, Filipinas, Grécia, Índia, Indonésia, irã, Malásia, Tailândia e Turquia são os países de onde vem a maioria dos relatos. Para jogadores de futebol, os convites para atuar no exterior costumam ser irresistíveis, mas o sucesso não chega para todos. Segundo Luiza Lopes da Silva, diretora do Departamento Consular e de Brasileiros no Exterior, da Divisão de Assistência Consular do Itamaraty, muitas vezes os garotos são levados a começar a trabalhar sem visto e com base em contratos injustos.

Para esses, a cartilha traz esclarecimentos e recomendações sobre transferência internacional, transferência sem contrato, viagem para testes, contratos, custeio de passagens, visto de trabalho e de negócios, clubes e agentes, retenção de passaportes, choque cultural, entidades locais de assistência e regulação, precauções antes de viajar e ao chegar ao exterior.

“Os meninos-alvo dos agentes mal intencionados são os mais jovens, que demonstram ter futuro. Eles se iludem com as promessas e acabam enfrentando enormes dificuldades, especialmente porque não dominam o idioma local nem o inglês e têm dificuldade de pedir ajuda. Aí ficam na mãos desses agentes, que extorquem, cobram dívidas, às vezes dão alojamentos que viram uma espécie de confinamento”, relata Luiza. Ela afirma que eles não ficam muito tempo nessa situação, mas que a experiência é traumática para a vida e não ajuda em nada a carreira.

A diretora se diz orgulhosa dessa iniciativa porque as informações foram chegando aos poucos e ao se materializarem na cartilha foi possível verificar que era a preocupação de muita gente, só ainda não havia sido verbalizada. Sobre as modelos, Luiza ressalta que elas não vão para passarelas, não vão fazer fotos de revistas nem terão a vida glamourosa com que sonham. “Elas são direcionadas para atividades paralelas, como vendas on line, catálogos para vendas. Muitas acham que estão sofrendo, mas que valerá a pena, mas são anos perdidos, é um atraso, um beco sem saída”, garante.

Segundo Luiza, o papel do governo é ajudar a conscientizar para que essas pessoas controlem a impetuosidade. “Otimismo é bom, mas não muito”, diz. Exemplo disso foi o que ocorreu com três garotas que viajaram para a Índia alimentando o sonho de ser modelos. Na semana passada, o juiz federal João Batista Gonçalves, da 6ª Vara Civil de São Paulo, deferiu pedido de liminar da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, do Ministério Público Federal, que em ação civil pública relatou que as agências de modelos Dom Agency Models, de Passos (MG), e Raquel Management, de São José do Rio Preto (SP), enviaram as garotas para o exterior, uma delas menor de idade, com contratos de trabalho que não foram cumpridos. As agências estão impedidas de enviar modelos para o exterior por decisão do juiz federal. As duas agências são acusadas de tráfico internacional de pessoas.

Segundo informação da cartilha, o exercício da profissão sem contrato registrado e sem visto de trabalho é comumente associado a regime de servidão por dívidas. “Os salários, normalmente estipulados por sessão de trabalho, passam a ser quase totalmente retidos pelo empregador, a título de reembolso da passagem áerea e de pagamento do alojamento, sendo-lhes entregues diárias irrisórias, por vezes insuficientes até mesmo para alimentação.”

Os casos entre churrasqueiros, cozinheiros, dançarinos, músicos e professores de capoeira têm uma configuração comum que também as qualifica como tráfico – mas poucos admitem a condição de vítimas desse tipo de crime. “O normal é: ‘fui enganado, peguei um agente de má-fé, prometeram uma coisa e fizeram outra'”, relata Luiza. Mas ela garante: “É tráfico sim, embora não tenha cara. Para nós não interessa se a pessoa se vê como vítima, o que importa é que está se formando uma rede para levar as pessoas para exploração”.

O documento destaca que naturalmente há casos de sucesso, como cozinheiros que acabaram abrindo o próprio negócio. “Para cada caso de sucesso, contudo, muitos outros são de dificuldade, privações e abusos.”

 

Fonte: http://www.redebrasilatual.com.br

Projeto de capoeira em Buriti do Tocantins vem fazendo a diferença entre a juventude local.

O berimbau toca. Os capoeiristas se reúnem em círculo ao seu redor. Após ser entoada uma ladainha, que pode ser uma exaltação à valentia do capoeira, um pedido de proteção ou um canto de lamento de um escravo com saudade de casa, dois adversários, ou “camarás”, como se diz na linguagem da luta, começam uma disputa de movimentos quase que coreografados. Um jogo de perguntas e respostas, de ataque e defesa, de ritmo e som.

Isso é a capoeira.

A teoria de que a capoeira foi desenvolvida por escravos há mais de 200 anos nas senzalas brasileiras é ainda a mais aceita por historiadores e estudiosos em geral. Estima-se que seja praticada por mais de 5 milhões de pessoas em todo o mundo. Graças à figura de Manoel dos Reis Machado, o mestre Bimba e Vicente Ferreira Pastinha, o mestre Pastinha, essa arte marcial que é um misto de dança e luta se difundiu pelo mundo, levando o legado brasileiro a países como Israel, Estados Unidos, França, Austrália e até China.

Na cidade de Buriti do Tocantins existe o projeto Educamará, que difunde a capoeirae a sua filosofia de vida. Liderado pelo professor Marcos Vinicius da Cruz Andrade, professorda rede estadual de ensino, o projeto, que é voluntario, atende a alunos da Escola VicenteCarlos de Sousa e também da comunidade em geral.

Atualmente com cerca de 20 alunos, são realizadas aulas três vezes por semana, onde os alunos aprendem os fundamentos dacapoeira, a tocar os instrumentos, cantar músicas e o principal: aprendem a conviver bemcom as outras pessoas. “Pratico capoeira desde os 12 anos e foi uma coisa que sempre gosteide fazer”, diz o professor Marcos. “Quando vim pra cá em 2008, vi muitos jovens ociosos edesestimulados na escola.

Achei que a capoeira poderia ensiná-los algo, como me ensinou”, completou.

Além dos treinos, os alunos assistem a palestras, filmes e documentários e quandopossível, realizam apresentações em Buriti e outras cidades.

Mesmo com todas as dificuldades, o projeto vem gerando bons frutos. Um dos pontos fortes é a diminuição da reprovação e evasão escolar. “Os alunos que participam das aulas de capoeira têm se mostrado mais participativos e vem apresentando melhora no desempenho escolar.” O professor acredita no potencial da capoeira como agente transformador social. “Seria interessante ampliar as ações do projeto, para atender mais crianças e adolescentes da cidade. Afinal, a capoeira é para todos, pois promove disciplina, saúde e inclusão social.” (Marcos Vinicius da Cruz Andrade)

 

Márcia Moura prestigia graduação de capoeira em Três Lagoas

A prefeita Márcia Moura (PMDB) participou na noite deste sábado (17) da graduação de diversas crianças, jovens e adultos que fazem parte da escola de capoeira “Filhos da Coral”. A iniciativa é de André Luiz Feitosa dos Santos, conhecido como: professor Mangueira.

Há cerca de 10 anos, André tinha o sonho de desenvolver uma atividade que englobasse crianças e jovens. Seu objetivo era tira-los das ruas e dos riscos aos quais estão expostos diariamente. “Este projeto nasceu da minha preocupação com o futuro das crianças. Quero levar conhecimento, que vai desde os cuidados com higiene até a orientação sobre uma conduta correta diante da sociedade”, comenta.

As aulas capoeira estão presente nos bairros Paranapungá, Vila Verde, São João e São Carlos, e atende 180 pessoas, com idade a partir dos 4 anos. Igor Henrique da Silva, de 19 anos afirma gostar de participar do grupo de capoeira. “Estando aqui, evito estar nas ruas. Este é um importante aprendizado para a minha vida”, complementa.

Matheus Alexandre dos Santos Dias, de 11 anos, diz que aproveita os ensinamentos passados. “O professor nos fala que não devemos ficar andando pelas ruas. Quando saio da capoeira vou direto para casa”, enfatiza.

O projeto não tem custa mensal para os alunos, e a iniciativa conta com o apoio de patrocínios. “O único gasto que se tem é anual para realizar este evento em que o graduando recebe sua corda, camiseta, certificado e o jantar para duas pessoas, no valor de R$ 50”.

Durante o discurso Márcia Moura comentou sobre como ações deste tipo colaboram no cotidiano de uma cidade como Três Lagoas. “Projetos como este valorizam a sociedade, afinal ajuda a forma cidadãos. Costumo dizer que tudo é importante, mas a auto-estima também é fator necessário e isso só se consegue com cidadania e todos estes conhecimentos que são passados por meio da capoeira. Sociedade e Poder Público têm o dever de trabalharem juntos para a melhora na qualidade de vida das pessoas”, diz.

 

PROGRAMAÇÃO

 

A cerimônia contou com apresentações de danças africanas, jogo de capoeira, exposição de objetos usados na época da escravidão e a graduação de alunos e professores. Dentro da hierarquia os alunos puderam ser graduados com cordões: verde, amarelo, azul, preto, vermelho, vermelho e preto – para instrutor, e preto e branco para professor.

 

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

 

PREFEITURA DE TRÊS LAGOAS/MS

Capoterapia: “a ginga dos mais vividos” oferece 2.000 vagas gratuitas para o DF e entorno

Programa da Capoterapia: “a ginga dos mais vividos” oferece 2.000 vagas gratuitas para o DF e entorno

Há 14 anos, o capoeirista brasiliense Mestre Gilvan constatou que havia escassez de políticas públicas e de atividades específicas para a terceira idade. Nascia no Distrito Federal a capoterapia – capoeira adaptada para a terceira idade – como modalidade lúdica, capaz de atrair pessoas e tirá-las do sedentarismo. “O trabalho com a capoterapia, iniciado por mestre Gilvan em nossa unidade de saúde, aliado a outras atividades que oferecemos, como o tai chi chuan, a dança, as sessões de alongamento e a ‘terapia do abraço’ têm atraído muitos idosos para atividades que são fundamentais para o seu bem-estar físico e psíquico”, explica o coordenador de terapias corporais do Centro de Saúde 7 de Ceilândia, DF, Dr. Geovane Gomes da Silva.

Uma das diferenças da capoeira tradicional para esse novo método está no ritmo e na intensidade. Assim como na capoeira, na capoterapia há a ginga, movimento tradicional da capoeira, e os alunos têm pequenas noções da esquiva, que é o ato de se desviar de um golpe. Mas, evidentemente não há saltos, nem golpes mais contundentes, que possam expor os idosos a acidentes e lesões.

A capoterapia pode ser praticada, inclusive, por cegos, pessoas com déficit mental ou com seqüela motora (cadeirantes). Apenas pessoas com doença cardíaca grave devem evitar, pois nestes casos qualquer esforço físico mais intenso é uma ameaça a sua saúde. Como a maioria dos grupos de capoeira funciona em centros de saúde, os próprios médicos alertam os pacientes sobre a viabilidade ou não de fazer a capoterapia. E, o que é mais importante, na capoterapia há o respeito ao ritmo de cada um e ninguém é obrigado a praticar.  Somente o lhe dá vontade e prazer.

Nas dependências do campus da. Universidade Católica de Brasília em Taguatinga (DF), a prática da capoterapia tem um aliado fervoroso, um defensor entusiasta. É o professor Ronaldo Rodrigues da Silva. Doutor em Educação, ele integra o corpo docente do curso de Graduação em  Educação Física e de Pós-Graduação Lato- Sensu em Educação Física Escolar Ronaldo coordena o LAPEDEF – Laboratório de Práticas Pedagógicas do Curso de Educação. Nessa entrevista, ele fala das iniciativas de sua instituição de ensino no âmbito dos programas de atendimento ao idoso e fala sobre os resultados práticos da capoterapia.

Como o senhor avalia o programa de capoterapia desenvolvido na Católica?

De excelência, pois é reconhecida no Brasil nos programas de extensão em todas as

Universidades do País. Por isso, é uma, atividade com alto nível de procura pela clientela da terceira idade

Quais são os benefícios que a capoterapia tem trazido para o bem estar físico e mental dos idosos atendidos na Católica.

Afetividade pela união dos participantes em grupos e melhorias das qualidades físicas e. mentais. O aspecto social é um ponto forte nesse processo, o prazer, a satisfação e a alegria de poder ocupar seu devido espaço na Física sociedade.

 

As vantagens para o público da terceira idade são inúmeras. Quanto aos benefícios físicos, diminui a dependência química de remédios para hipertensão, diabetes, colesterol. Provoca, ainda, a recuperação do vigor, amplia a força muscular, ocasiona a amplitude dos membros inferiores e superiores, tonicidade muscular. Entre os benefícios sociais da capoterapia estão a integração grupal e a ampliação do círculo de amizades. A “ginga dos mais vividos”, como é chamada a terapia, também é um auxiliar importante no combate à depressão e à solidão, despertando nos praticantes a recuperação da autoestima e do prazer de viver.

Na prática, as aulas de capoterapia se iniciam com uma sessão de aquecimento e alongamento, para preparar a musculatura. Em seguida, vêm as cantigas de roda, quando o grupo canta clássicos da música infantil, como “ciranda ciradinha” e da música popular, como “acorda Maria bonita, levanta vem fazer o café”. As atividades reproduzem rotinas domésticas, como lavar, passar ferro, estender a roupa no varal.

O ideal é que a capoterapia seja praticada de duas a três vezes por semana. Como a Associação Brasileira de Capoterapia ainda não dispõe de multiplicadores em número suficiente para atender a demanda, a entidade está oferecendo cursos de capacitação para formar novos agentes do programa. Além disso, os idosos são estimulados a praticar em casa, sozinhos, os exercícios para os quais são orientados nas vivências de capoterapia.

Dentro da capoterapia, ainda são realizadas algumas terapias como a “Campanha do Abraço”, onde se busca resgatar o senso de cordialidade e a descontração, estimulando as pessoas a trocarem o “calor humano”, em gestos afetivos, como instrumento de valorização do outro. Durante a “Terapia do abraço” ocorre a campanha “Você já abraçou seu filho, hoje?”

Maiores informações 061 34752511 ou 99622511 mestre Gilvan www.capoterapia.com.br

 

 

2ª feira às 08:00h – Centro de Saúde n.º 05 Ceilândia 
2ª feira às 09:00h – SESC de Ceilândia

3ª feira às 07:30h – Centro de Saúde n.º 12 QNQ Debora

3ª feira às 07:30h – Centro de Saúde n.º 07 QNO Mestre Barto
3ª e 5ª feira às 08:00h – Sede da Associação de Capoeira Ladainha 
3ª feira às 08:00h – Associação dos Idosos de Taguatinga / Paradão
4ª feira às 08:00h – Centro de Saúde n.º 02 Praça do Bicalho 
5ª feira às 09:00h – Associação dos Idosos de Taguatinga / Paradão ME
5ª feira às 15:00h – Centro de Convivência da Terceira Idade do Cruzeiro Mestre Aranha
5ª feira às 07:30h – Centro de Saúde 613 sul Mestre Risomar 61 8203-3047 
6ª feira às 08:00h – Praça da Capoterapia – Av. Hélio Prates IL
6ª feira às 09:00h – Universidade Católica de Brasília / Bloco G UnATI

2ª a 6ª feira 16 ás 18 h Centro olímpica parque vaquejada Ceilândia Prof Wilian

3ª e 5ª feira 08 ás 09 h Centro olímpica parque vaquejada Ceilândia Prof Wilian

4ª e 6ª feira 08 ás 11 h Centro olímpica parque vaquejada Ceilândia Prof Wilian
6ª feira às 15:00h – Salão da Igreja São João Bosco – N. Bandeirantes 
6ª feira às 18:00h – Taguaparque Pistão Norte (Administração)

Em breve no Parque da cidade
para sugestão Email: capoterapiabrasil@gmail.com
061 3475-2511 9962-2511 Mestre Gilvan

Intercâmbio de capoeira em Criciúma

O Projeto Berizabu, difusor da capoeira, reúne todos os núcleos neste sábado, às 9h30min, para um intercâmbio no centro comunitário do Bairro Tereza Cristina, em Criciúma. A atividade incluirá aulões e rodas de capoeira com o mestre Falcão, de Goiânia, e os contramestres Fabinho e Chiquinho, de Florianópolis.

O grupo faz esse evento com o intuito de divulgar ainda mais a modalidade e o convite está aberto a todo o público interessado. De acordo com o facilitador e professor de capoeira da Casa da Família (Cras) do Bairro Santa Luzia, Lucas Barbosa, o Berizabu possui ramificações espalhadas pelo Brasil e até outros países. “Nosso objetivo também é que as pessoas conheçam a nossa linhagem de capoeira, além de fortalecer o vínculo dos próprios alunos da cidade nessa integração”, diz.

 

Fonte: http://www.atribunanet.com

Associação Pestalozzi & “Ginga Terapia”

Ginga Terapia é um evento promovido pela Associação Pestalozzi de Maceió em parceria com o Grupo Muzenza e tem o objetivo a inclusão de pessoas com deficiência e idosos em atividades culturais e esportivas, alem de dar visibilidade a capoeira como instrumento de inclusão social desde 2004.

Esse ano o encontro será organizado por mim Monitor Bujão e pelo meu irmão Monitor Daniel que foi contratado esse ano para trabalhar a capoeira com os jovens e adultos com deficiência intelectual e múltiplas da Pestalozzi.

O Ginga Terapia será dividido em cinco etapas com públicos detentos:

Oficinas praticas de manutenção de instrumentos musicais de capoeira e capoeira adaptada para pessoas com deficiência.
publico: professores de capoeira, educação física e Pessoas interessadas;

Roda de Capoeira na praça do centenário.
Público: todos os participantes do evento;

Seminário ” Incluir, Integrar e oportunizar”.
Público: profissionais da educação e saúde;

Festival infantil de capoeira.
Público: Crianças com e sem deficiências que praticam capoeira;

Batizado e Troca de cordas.
Público: Alunos do Projeto Ginga Terapia.

O projeto Ginga Terapia atende 330 crianças, jovens e adultos em duas unidades escolares e mais de 150 idosos em cinco unidades de saúde da Associação Pestalozzi de Maceió.

 

25 E 26 DE NOVEMBRO DE 2011

 

A Associação Pestalozzi de Maceió tem a honra de convidar Vossa Senhoria para participar do 8º Ginga Terapia: Encontro Nacional de Capoeira Inclusiva, que se realizará no período de 25 a 26 de Novembro.

O evento tem como tema principal “Incluir, Integrar e Oportunizar – As Contribuições da Capoeira na Educação Inclusiva”.

 

 

PROGRAMAÇÃO:

Sexta-feira – 25/11/2011

Abertura do Evento

Curso: “Construção e Manutenção de instrumento de Capoeira”

Mestre Ron – Santos – São Paulo

 

Curso: “Capoeira Inclusiva”

Mestre Beija-Flor – Aracaju – Sergipe

Local: Centro Inclusivo Genilda Porto

Horário: 13:00 às 16:00h

 

Roda de Divulgação

Local: Praça do Centenário – Farol

Horário: 16:00 às 17:00h

 

Seminário Nacional de Capoeira Inclusiva

 

Palestra: “Adaptações para a inclusão escolar”

Prof. Silvana Paula M. de Alcântara Lima – Psicóloga FEJAL/CESMC

 

Palestra: “Capoeira Inclusiva”

Mestre Heraldo Gabriel (Beija-Flor) – Aracaju – Sergipe

 

Palestra: “Capoeira na Terceira Idade – Promovendo a Saúde e a Inclusão Social”

Prof. Antônio Sérgio de Araújo Mendonça (Bujão) – Pestalozzi de Maceió

Local: Centro Inclusivo Genilda Porto

Horário: 19:00 às 21:00h

 

Sábado – 26/11/2011

Festival Infantil de Capoeira

Local: Centro Inclusivo Genilda Porto

Horário: 08:00 às 12:00h

Batizado e Troca de Cordas

Local: Centro Inclusivo Genilda Porto

Horário: 14:00 às 17:00h

 

 

LOCAL: Associação Pestalozzi de maceió –

Centro Inclusivo Genilda Porto,

Av. Santa Rita de Cássia Nº 140,

em frente a Igreja de Santa Rita,

Farol – Maceió – Alagoas.

 

INFORMAÇÕES: (82)8831-5750 (SERGIO) (82)8824-1035 (DANIEL)

gingaterapia@hotmail.com

http://gingaterapia.blogspot.com

Ivinhema realiza XVII Encontro de Capoeira

Prefeito Renato Câmara destaca projeto social que atende gratuitamente 450 alunos (entre crianças e idosos) no Município

Muito gingado embalado pelo som de berimbau marcou o XVII Encontro de Capoeira em Ivinhema. O evento foi realizado na semana passada pela Prefeitura de Ivinhema, através da SASTH – Secretaria de Assistência Social, Trabalho e Habitação e do Trabalho em parceria com o grupo Memória e o Instituto Nova Geração. A apresentação reuniu vários mestres desse esporte dos estados do Paraná, São Paulo e de outras cidades do Mato Grosso do Sul.

A evolução dessa arte veio com a implantação da capoeira nos projetos municipais, inclusive com idosos. Este é um esporte que aumenta a cada dia na cidade e este crescimento acontece graças ao apoio da prefeitura de Ivinhema.

O projeto de capoeira está inserido nas ações da Secretaria de Assistência Social, do Cras e Projovem, onde atende mais de 450 alunos, incluindo o distrito de Amandina. “Os trabalhos aqui em nossa cidade têm sido muito intensivos. Em nossa administração temos atuado no sentido de fazer parcerias e incentivar cada vez mais ações sadias como esta”, disse o prefeito Renato Câmara.

Para o coordenador municipal de Proteção Social Especial, Sebastião Messias de Souza, incluir os idosos e jovens em ações como esta é fundamental. “Em Ivinhema há uma grande procura por essa prática esportiva, inclusive por parte das pessoas que frequentam a melhor idade e eles têm demonstrado muito interesse. Tanto que fazem aulas uma vez na semana de capoeira adaptada”, falou Messias.

Da mesma forma pensa o mestre de capoeira Noir Aranha, conhecido como ‘Mestre Aranha’. “Esse é o 17º encontro que participamos em Ivinhema e cada vez nos surpreende ainda mais. A prática da capoeira desenvolve habilidades. Os exercícios dessas atividades têm ajudado na recuperação de massa muscular que uma pessoa a partir de certa idade começa a perder. Com a capoeira ajuda muito neste aspecto e até a melhorar a qualidade de vida dessas pessoas”. 

Capoterapia – É uma terapia utilizando elementos da capoeira adaptada para pessoas da terceira idade, respeitando a condição física, as potencialidades, os limites e as características psicológicas individuais da clientela. Doenças como a arteriosclerose e a artrite, entre outras, podem ser evitadas, ou mesmo tratadas, a partir da prática orientada de exercícios físicos.

Capoterapia

É uma terapia utilizando elementos da capoeira adaptada para pessoas da terceira idade, respeitando a condição física, as potencialidades, os limites e as características psicológicas individuais da clientela. Doenças como a arteriosclerose e a artrite, entre outras, podem ser evitadas, ou mesmo tratadas, a partir da prática orientada de exercícios físicos.

Fonte: http://www.ivinhemaonline.com.br

22 de agosto: Dia do Folclore

Veja o rico floclore do Brasil, região por região

Em 22 de agosto, o Brasil comemora o Dia do Folclore. A data foi criada em 1965 através de um decreto federal. No Estado de São Paulo, um decreto estadual instituiu agosto como o mês do folclore.

Folclore é o conjunto de todas as tradições, lendas e crenças de um país. O folclore pode ser percebido na alimentação, linguagem, artesanato, religiosidade e vestimentas de uma nação. Segundo a Carta do Folclore Brasileiro, aprovada pelo I Congresso Brasileiro de Folclore em 1951, “constituem fato folclórico as maneiras de pensar, sentir e agir de um povo, preservadas pela tradição popular, ou pela imitação”.

Para que serve?

O folclore é o modo que um povo tem para compreender o mundo em que vive. Conhecendo o folclore de um país, podemos compreender o seu povo. E assim conhecemos, ao mesmo tempo, parte de sua História. Mas para que um certo costume seja realmente considerado folclore, dizem os estudiosos que é preciso que este seja praticado por um grande número de pessoas e que também tenha origem anônima.

Qual a origem da palavra “folclore”?

A palavra surgiu a partir de dois vocábulos saxônicos antigos. “Folk”, em inglês, significa “povo”. E “lore”, conhecimento. Assim, folk + lore (folklore) quer dizer ”conhecimento popular”. O termo foi criado por William John Thoms (1803-1885), um pesquisador da cultura européia que, em 22 de agosto de 1846, publicou um artigo intitulado “Folk-lore”. No Brasil, após a reforma ortográfica de 1934, que eliminou a letra k, a palavra perdeu também o hífen e tornou-se “folclore”.

Qual a origem do folclore brasileiro?

O folclore brasileiro, um dos mais ricos do mundo, formou-se ao longo dos anos principalmente por índios, brancos e negros.

Região Sul

Danças: congada, cateretê, baião, chula, chimarrita, jardineira, marujada.
Festas tradicionais: Nossa Senhora dos Navegadores, em Porto Alegre; da Uva, em Caxias do Sul; da Cerveja, em Blumenau; festas juninas; rodeios.
Lendas: Negrinho do Pastoreio, do Sapé, Tiaracaju do Boitatá, do Boiguaçú, do Curupira, do Saci-Pererê.
Pratos: Baba-de-moça, churrasco, arroz-de-carreteiro, feijoada, fervido.
Bebidas: chimarrão, feito com erva-mate, tomado em cuia e bomba apropriada.

Região Sudeste

Danças: fandango, folia de reis, catira e batuque.
Lendas: Lobisomem, Mula-sem-cabeça, Iara, Lagoa Santa.
Pratos: tutu de feijão, feijoada, lingüiça, carne de porco.
Artesanato: trabalhos em pedra-sabão, colchas, bordados, e trabalhos em cerâmica.

Região Centro-Oeste

Danças: tapiocas, congada, reisado, folia de reis, cururu e tambor.
Festas tradicionais: carvalhada, tourada, festas juninas.
Lendas: pé-de-garrafa, Lobisomem, Saci-Pererê, Ramãozinho.
Pratos: arroz de carreteiro, mandioca, peixes.

Região Nordeste

Danças: frevo, bumba-meu-boi, maracatu, baião, capoeira, caboclinhos, bambolê, congada, carvalhada e cirandas.
Festas: Senhor do Bonfim, Nossa Senhora da Conceição, Iemanjá, na Bahia; Missa do Vaqueiro, Paixão de Cristo, em Pernambuco; romarias – destaca-se a de Juazeiro do Norte, no Ceará.
Pratos – Arroz de Hauçá, Baba-de Moça, Frigideira de camarão, Bolo-de-Milho e outros.

Região Norte

Danças: marujada, carimbó, boi-bumbá, ciranda.
Festas: Círio de Nazaré (Belém), indígenas.
Artesanato: cerâmica marajoara, máscaras indígenas, artigos feitos em palha.
Lenda: Sumaré, Iara, Curupira, da Vitória-régia, Mandioca, Uirapuru.
Pratos: caldeirada de tucunaré, tacacá, tapioca, prato no tucupi .

Principais manifestações folclóricas:

BUMBA-MEU-BOI – Auto ou drama pastoril que por tradição é representado durante o período natalino, como sobrevivência das festividades cristãs medievais, em que o culto do boi se fazia em homenagem ao nascimento de Cristo. De tradição luso-ibérica do século XVI, nasceu dos escravos e pessoas agregadas aos engenhos e fazendas.

PASTORIL – Festa de origem portuguesa, onde “pastoras” vestidas de azul e encarnado, se apresentam diante do presépio em atitude de louvor ao Menino Jesus. Representado durante o Natal.

REISADO – De origem ibérica, é caracterizada por um grupo de pessoas que se reúne para cantar e louvar o nascimento de Cristo. Os praticantes personificam a história dos gladiadores romanos, dos três reis magos e a perseguição aos cristãos. A época principal de exibição são as festividades natalinas, sobretudo no período dos Santos Reis, e o local é de preferência diante de uma lapinha ou presépio. O enredo mais autêntico é registrado em Juazeiro do Norte.

CANINHA VERDE – Dança-cordão de origem portuguesa, introduzida no Brasil durante o ciclo da cana-de-açúcar. Apresenta também elementos de outros folguedos, tais como: casamento matuto (quadrilha junina), mestres e a formação de cordões (pastoril).

DANÇA DO COCO – Surgiu nos engenhos de açúcar, entre os negros existentes no Ceará. Nasceu da cantiga de trabalho, ritmada pela batida das pedras quebrando os frutos, transformando-se, posteriormente, em dança, surgindo uma variedade de temas e formas de coco (coco de praia, do qual participa apenas o elemento masculino, e o coco do sertão, dançando aos pares, homens e mulheres). Dançado em roda, numa forma rítmica altamente contagiante e sensual.

MANEIRO PAU – Surgiu na região do Cariri na época do cangaço. Caracteriza-se por uma dança cujo entrechoque dos cacetes e o coro dos dançarinos produzem a musicalidade e a percussão necessárias. No Crato, o grupo de Maneiro Pau associado à Banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto realiza a dança com características dramáticas. É representado nos sítios, subúrbios e pés-de-serra do Crato e cidades vizinhas por ocasião de comemorações diversas.

FOLIA DE REIS – Originalmente, festa popular dedicada aos Três Reis Magos em sua visita ao Deus Menino. É caracterizada por um grupo de pessoas que visitam amigos ou conhecidos, a partir do dia 2 de janeiro ou nas vésperas dos Reis (5/1). Nas visitas eles cantam e dançam versos alusivos à data, ao som de instrumentos e solicitam alimentos e dinheiro. É tradicional utilizar a arrecadação para a ceia no dia de Nossa Senhora das Candeias (2 de fevereiro). A visita noturna tem mais graça quando se torna uma surpresa.

TORÉM – Dança indígena originária dos descendentes dos índios Tremembé, nativos do povoado de Almofala, no distrito de Itarema, o Torém surgiu por volta do século XVIII no Ceará. É simples e imitativa da fauna local, tendo como ponto alto o momento em que é servido o “mocororó”, uma bebida fermentada do caju, bastante forte. O espetáculo é de grande plasticidade.

DANÇA DE SÃO GONÇALO – Como parte integrante da bagagem cultural do colonizador lusitano, a dança que integrava o culto a São Gonçalo do Amarante, bastante popular em Portugal, foi introduzida no Brasil, sendo, talvez, um dos ritmos mais difundidos do catolicismo rural brasileiro. No município de São Gonçalo do Amarante a dança é realizada durante a festa do santo padroeiro e apresentada em nove jornadas, num ambiente de muita fé e animação. São Gonçalo é o protetor dos violeiros e das donzelas casamenteiras.

MARACATU – De origem africana, consiste num desfile de reis. Apresenta-se em forma de cortejo carnavalesco que baila ao som de instrumentos de percussão, acompanhando uma mulher que na extremidade de um bastão conduz uma bonequinha ricamente enfeitada – a calunga. A dança se dá em passos lentos e cadenciados.

Parabés a todos os folcloristas e mantenedores das tradições

Fonte: André Cristiano Siewert
Gerente de Eventos Culturais
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Fone: (47) 3387 7224
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“A cultura não deve sofrer nenhuma coerção por parte do poder,
político ou econômico, mas ser ajudada por um e por outro em todas 
as formas de iniciativa pública e privada conforme o verdadeiro humanismo, 
a tradição e o espírito autêntico de cada povo.”
( Papa João Paulo II )

Semana da Educação Especial é comemorada por técnicos da Semed

Técnicos que integram a Coordenadoria de Educação Especial da Secretaria Municipal da Educação (Semed) celebram nesta terça-feira, 9, o início da ‘Semana da Educação Especial´, que vai até a próxima sexta-feira, 12. Eles estão participando do VI Encontro de Educação Inclusiva ‘Incluir Pode e Deve Ser Real´, que acontece no Centro Recreativo Gonçalo Prado, no município de Estância. O evento integra o programa nacional de educação inclusiva e terá como público alvo profissionais da educação especial. Na ocasião será proferida palestra pelo especialista em gestão de pessoas, Erik Penna, e ofertado diversos minicursos, entre eles sobre softwares educacionais para a prática do ensino inclusivo.

De acordo com Jailma Rezende, que integra a Coordenadoria de Educação Especial da Semed, este encontro será uma boa oportunidade para ampliar o conhecimento na área da educação inclusiva. As atividades do evento servirão de base para futuras capacitações promovidas pelos profissionais da educação especial. Além da oportunidade de participar de cursos voltados especialmente para nossa área, iremos discutir temas sobre orientação para profissionais especializados, informou.

A rede municipal de ensino de Aracaju está cada vez mais atenta às questões que envolvem a educação especial e, por isso, vem capacitando seus profissionais ao promover cursos e acompanhar o dia a dia dos alunos em sala de aula. O secretário municipal da Educação, Antônio Bittencourt Júnior, tem nos dado total apoio com suas visitas às escolas, observações dos espaços e obtenção de recursos, fortalecendo cada vez mais as ações de nossa coordenadoria, justifica a técnica Jailma Rezende.

Capoeira inclusiva

Alunos com deficiência atendidos no Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento a Pessoas com Deficiência Visual (CAP), da Prefeitura de Aracaju, foram estimulados a aderir a capoeira na prática educativa e puderam aprender os primeiros passos do esporte deixando de lado suas limitações físicas. Na aula experimental realizada na última quinta-feira, 4, a interação entre os alunos e o interesse dos mesmos poderão ser fatores indispensáveis para o desenvolvimento de um projeto de educação inclusiva pioneiro em Sergipe.

De acordo com professor especialista em capoeira inclusiva, Eraldo Gabriel, mais conhecido por Beija-flor, a capoeira trabalha dentro das possibilidades de cada um, equilibra as tensões musculares crônicas bastantes comuns em pessoas com deficiência e ajuda a ter consciência corporal ao desenvolver noções de locomoção, lateralidade e força. A capoeira vai somar, dando mais equilíbrio, trabalhando elevação da autoestima, noção de espaço e tempo, sociabilidade e questões psicomotoras, explicou. Ainda segundo o professor, 17% da população brasileira apresenta algum tipo de deficiência. São quase 30 milhões de pessoas no país. Não podemos fechar os olhos para essa realidade.

Infraestrutura

De acordo com a Lei de Acessibilidade e com a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva do Ministério da Educação (MEC), é necessário garantir o acesso tanto para pessoas com deficiências permanentes, quanto com deficiências provisórias. As salas de recursos multifuncionais disponibilizadas em unidades de ensino da rede municipal são importantes itens no processo de cumprimento da Lei e foram criadas para dar condições ao aluno com deficiência de se preparar e frequentar a sala de aula junto com os outros alunos.

As condições de infraestrutura das escolas também devem estar relacionadas à perspectiva inclusiva. Aproximadamente, R$1,2 milhão foram investidos na obra de construção da Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Drº Fernando Guedes, localizada no bairro América. A unidade, que tem capacidade para atender 110 crianças com idade entre 0 e 3 anos, funciona das 6 às 18 horas, e tem três entradas que contam com rampas para cadeirantes. Além disso, a escola foi equipada com piso tátil, barras, portas maiores que as tradicionais e banheiros adaptados.

Acessibilidade

As obras de reforma e ampliação da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Tenisson Ribeiro, orçadas no valor de R$ 916.019,75, também evidenciam o interesse da Prefeitura de Aracaju em promover a acessibilidade. Com esse recurso, foi instalado um elevador para pessoas com necessidades especiais e construídas 10 salas de aula, todas com mais de 50 m². A escola ganhou também laboratório de informática, biblioteca, sala de recursos, áreas para recreio coberta e descoberta, refeitório, cozinha, dispensa, depósito e um amplo setor administrativo.

Com obra orçada em R$ 2,2 milhões, a Emef José Antônio da Costa Melo e a Emei Profª Neuzice Barreto, localizadas no bairro Getúlio Vargas, passaram por diversas transformações.  Das novas portas e maçanetas colocadas à troca do piso e manutenção da parte hidráulica e elétrica, os alunos com deficiência física também passaram a contar com uma quadra poliesportiva coberta reformada, com a recuperação e ampliação de banheiros e com a instalação de dois elevadores no prédio para facilitar sua locomoção.

Unidades

Outras unidades de ensino da rede municipal serão entregues às comunidades em plenas condições de atendimento aos alunos com deficiência. Entre elas estão as Emeis Dom Avelar Brandão Vilela, no bairro Olaria; Drº José Augusto Arantes Savazine, no Japãozinho; as Emefs Alencar Cardoso, no José Conrado de Araújo e Elias Montalvão, no Mosqueiro. A perspectiva da Prefeitura de Aracaju é de investir também nas obras de construção de novas unidades de ensino nos bairros Coqueiral e 17 de Março, também com a intenção de oferecer o melhor atendimento aos alunos com deficiência.