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Cojuv firma parceria com o movimento Capoeira de Quilombo

Parceria visa contribuir na realização da V Kizomba que será em dezembro

O coordenador da Juventude, Plínio Dumont, esteve reunido nessa quinta-feira (03/11), com os organizadores do movimento Capoeira de Quilombo. Na oportunidade, foi firmada uma parceria entre a Cojuv e o movimento, com o intuito de contribuir na realização da V Kizomba, que vai acontecer, de 23 a 25 de dezembro, no município de São João do Piauí.

O evento tem o objetivo de contribuir com o processo de formação política, integração cultural, mobilização para fortalecimento histórico da capoeira de quilombos, socialização e troca de experiências, através das atividades culturais desenvolvidas dentro da comunidade.

O Plínio Dumont sente-se motivado a investir em ações educativas de valorização da cultura negra. “Eventos como esse contribuem para o fortalecimento histórico do movimento, garantindo a promoção de atividades de matriz africana.”

O Projeto visa atender 400 jovens oriundos de comunidades quilombolas, oferecendo oficinas, palestras e atividade culturais, como capoeira de quilombo, maculelê, samba de cumbucu, pagode do mimbo, afoxé, puxada de rede e reisado.

 

http://180graus.com

O Autor na Praça comemora 12 anos

O Autor na Praça comemora 12 anos em Tarde poética com o “Sarau do Grupo Raizarte” e participações musicais

O Autor na Praça começou em maio de 1999, tendo como primeiro convidado o dramaturgo Plínio Marcos, motivo pelo qual a tenda na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto, onde acontece os eventos leva seu nome. Para celebrar os 12 anos do projeto vamos realizar uma tarde poética com a participação do “Sarau Grupo Raizarte”, formado pela poeta Tula Pilar e seus filhos, Amanda, Pedro e Dandara, Pilar é autora do livro “Palavras Inacademicas”. Além de leituras teremos participações dos músicos Bilo Mariano, Léo Dumont, Salatiel Silva e o poeta e brincante Paulo Netho, que juntos tem apresentado o espetáculo “Balaio de Dois” em vários espaços culturais (No próximo dia 2 de junho, o “Balaio de Dois” participa do programa Quintal da Cultura, TV Cultura de São Paulo, ao vivo no horário das 14h30 às 17h30).

Na mesma tarde haverá venda coletiva do novo número da Revista OCAS (Organização Civil de Ação Social), com a presença da Pilar, o Daniel, que é vendedor assíduo na praça e outros convidados. O cartunista Junior Lopes participa do evento realizando caricaturas do público.

 

Serviço:

O Autor na Praça comemora 12 anos em Tarde Poética com o Sarau do grupo Raizarte

Dia 28 de maio de 2011, sábado, a partir das 14h.

Espaço Plínio Marcos – Tenda na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto – Pinheiros.

Informações: Edson Lima – 9586 5577 – [email protected]

Realização: Edson Lima e AAPBC.

Apoio: Casa Puebla, AEUSP – Associação dos Educadores da USP, Artver, Max Design, Cantinho Português, TV da PRAÇA, Enlace-media.com e Restaurante Consulado Mineiro.

 

O grupo Raizarte surgiu com a proposta de Pilar e seus filhos há 11 anos para promover saraus, sua própria arte e agregar novas trocas de saberes e culturas. Dandara tem 5 anos, com sua meninice alegra à todos e cria felicidades sempre que está presente. Pedro Lucas, declama desde Castro Alves até os mais simples Rapers da periferia. Ele tem 15 anos, estuda e joga basquete, mas mesmo assim acha tempo de participar de todos os Saraus que realiza com sua família. Samantha, a mais velha, tem 23 anos, trabalha com arte em cabelos. Enfim, Pilar, a mãe de todos, produz, trabalha, cria, vende Revista OCAS, dança, fotografa e sempre agita Saraus em diversos pontos da cidade, entre eles, o Sarau do Binho, as segundas-feiras no Campo Limpo e na sede da Revista OCAS todas as segundas-feiras à tarde.

 

“A arte é uma magia, a gente aprende mas ninguém ensina” – Plínio Marcos, padrinho do projeto

São Paulo: Mestre Plinio & Centro de capoeira angola angoleiro Sim Sinhô

Em nome de Mestre Plínio e do Centro de Capoeira Angola Angoleiro Sim Sinhô, são paulo, sp, gostaria de convidar a todos os leitores e visitantes do Portal Capoeira para o evento que ocorrerá entre os dias 22 e 25 de maio de 2008 , no parque da agua branca, perdizes, sp, que contará com a presença de varios mestres angoleiros confirmados e com alguns que ainda estão confirmando.

O evento será um encontro de capoeira angola aberto aos capoeiristas em geral, praticamente um marco para a cidade de são paulo, pois será também o lançamento do CD do Centro de capoeira angola angoleiro Sim Sinhô, esperado e preparado há 15 anos, o centro de capoeira angola angoleiro sim sinhõ é o primeiro trabalho de capoeira angola estabelecido em são paulo desde 1993 que conta com uma roda semanal e ininterrupta desde a data da fundação do grupo.
 
Muito obrigado e contamos com a presença da portal capoeira no evento
 
Mazinho 
(aluno de mestre Plínio)

Angoleiro Paulista, Sim Sinhô!

No Início dos anos 90, no Estado de São Paulo, existiam apenas alguns raros grupos dedicados exclusivamente à Capoeira Angola. Nos dias de hoje, somando-se os grupos da Capital, do Interior e do Vale do Paraíba, e mais os do Litoral Norte, chegamos, aproximadamente, a uma dezena.
 
Alguns, com trabalhos consolidados e reconhecidos pela exigente comunidade angoleira dos demais estados, especialmente Bahia, Rio de Janeiro e, até mesmo, do próprio Estado de São Paulo. Alguns outros grupos, ainda em estágio embrionário, mas com bom potencial.
 
Os Mestres Pé-de-Chumbo, Jogo-de-Dentro e Zequinha fizeram parte dos pioneiros da fase Pós-GCAP-80 da Capoeira Angola em São Paulo.
 
O “Centro de Capoeira Angola – Angoleiro, Sim Sinhô” – CCAASS – fundado em 1993 (ou 1995) pelo CM Plínio, também faz parte dos pioneiros da Angola neste Estado. Grupo que tem como referência os Mestres Moa do Katendê e Jogo-de-Dentro. Mestre Moa, baiano, há bom tempo atua também como “conselheiro” do grupo. Moa tem pelo menos uma década de atividades em São Paulo, considerando-se o tempo que aqui viveu, desenvolvendo sempre trabalhos com música, arte, religião e, especialmente, Capoeira Angola. Hoje em dia, praticamente, vive na ponte-aérea Bahia-Sampa.
 
Mestre Moa, juntamente com o CM Plínio, está à frente do  Grupo Afoxé “Amigos de Katendê”. Aliás, está mais do que na hora de os capoeiras paulistas passarem a observar, com mais atenção, o que se “executa” em conjunto com a Capoeira em outros estados, passando então a estudar e preservar outras manifestações prima-irmãs da Capoeira. 
 
Plínio Angoleiro,  Sim Sinhô! – O dono da casa
 
Em 1999, quando comecei a trilhar os caminhos da Capoeira Angola, sempre orientado pelo saudoso Mestre Cosmo, tive a sorte de participar de um evento do Angoleiro Sombra. Isto aconteceu em Santa Rita do Sapucaí, Sul de Minas, de 22 a 24 de outubro. Na ocasião tive a oportunidade de fazer uma oficina de Capoeira Angola com o Mestre Jogo-de-Dentro. O Plínio, que acabara de receber, pelas mãos do próprio Jogo-de-Dentro, o título de Contramestre, também ministrou aulas naquela oficina. Na ocasião tive também o prazer de conhecer os Mestres Bigo (Francisco 45), Alemãozinho e Robinho Angoleiro. O Robinho é mestre do Grupo de Capoeira Angola Axé Brasil, e desenvolve os trabalhos na região de Santo Amaro de São Paulo. Aliás, em 1999, ele organizou uma série de excelentes reportagens em uma revista de circulação nacional, com mestres da região da Zona Sul onde tratou de, por exemplo, ressaltar a importância destes mestres nas décadas dos 70 e 80 na Capoeira daquela região. Mestres Bigo, Natanael, Limãozinho, Alemãozinho e muitos outros participaram daquelas reportagens. Aliás, a bem da verdade, o Robinho é um dos grandes incentivadores do resgate e preservação da memória do Mestre Angoleiro Paulo Limão.
 
Voltemos ao Contramestre Plínio!
 
Mais recentemente, em curso da USP “Capoeira na Academia” – promovido pela Doutora Letícia Vidor e grande elenco (Bia, Camila, Joao da Selva etc) – o CM Plínio contou parte de sua história. Ele conta que começou capoeira em 1979, com um discípulo dos Mestres Caiçara e Silvestre, chamado  Almir Vitório. Pouco depois conheceu Mestre Gato Preto, angoleiro da Bahia, com quem aprendeu capoeira de 1980 a 1983. Naquela época, em São Paulo, não existia muito essa diferença entre Angola e Regional, como se vê hoje. Capoeira Angola era só pra “abrir batizados”.
 
Quando Mestre Gato Preto volta para Santo Amaro da Purificação, Bahia, em 1984, Plínio participou então do Grupo Cordão de Ouro de Mestre Suassuna. Isto aconteceu até os anos de 90/91. Nesta época ele, CM Plinio, já havia passado dois anos em Salvador trabalhando, onde teve a oportunidade de treinar durante três meses com o Mestre João Grande no Teatro Miguel Santana.
 
 
De volta a São Paulo, em 1991, o CM Plínio iniciou um trabalho com o Mestre Moa do Katendê, quem primeiro lhe estendeu a mão para o desenvolvimento na Capoeira Angola. Em início de 1993, Plínio é a convidado coordenar um grupo só de Capoeira Angola para a Somaterapia de Roberto Freire. Após 1995, o Plínio se separa dos somaterapeutas, iniciando seu grupo. O núcleo Casa da Soma assumiu o nome de IÊ, a busca pela pedagogia libertária. O somaterapeuta (de SOMAIÊ) Rui Takeguma é remanescente do núcleo IÊ de Roberto Freire e atualmente coordena o IÊ de São Paulo, a União de Angoleiros Independentes – UAI em Belo Horizonte e participa da Federação Anarquista de Capoeira Angola (FACA), a qual ajudou a criar.
 
Antes de eu conhecer a Capoeira Angola de Plínio, eu já conhecia parte de seu trabalho, como, por exemplo, o CD organizado pelo Mestre Limãozinho (sobrinho do saudoso Mestre Angoleiro Paulo Limão), no qual Plínio teve participação.
 
O Terreiro do CM Plínio exala Axé e dendê. Pudera, pois ele tem na veia a questão da espiritualidade. Seu campo de mandinga é sempre bem freqüentado por entendidos no assunto Candomblé, como é o caso do próprio Mestre Ananias, que diz que Capoeira e Candomblé são como irmãos.
 
No curso da USP, Plínio fez os seguintes comentários: “Para se entender melhor a capoeira, até mesmo a partir da musicalidade, o candomblé é uma das formas mais eficientes… é beber da fonte… é você receber alimento de um mesmo lugar… muitos capoeiras antigos eram Ogãns e defendiam os Candomblés…”. Aliás, este assunto – Capoeira e religião afro-brasileira – é um bom mote!
Afinal, parafraseando o próprio Plínio, “São Paulo tem Angoleiro, Sim Sinhô!”.

Parte do texto: ANGOLEIRO PAULISTA,  SIM SINHÔ !
Aniversário do Contramestre Plínio
Fonte: Capoeira do Brasil
 

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I Seminário Nacional das Culturas Populares

Evento promovido pela "Secretaria da Identidade e Diversidade Cultural" e "Ministério da Cultura". A realização ficará por conta da "Fundação Cultural Palmares (MinC)" e "Instituto Brasileiro de Administração para o Desenvolvimento". Brasília, 23 à 26/fev/2005.
 
 A cultura popular é a expressão mais legítima e espontânea de um povo. Ao mesmo tempo em que carrega em si elementos fundadores de uma cultura, resulta de um constante processo de transformações, assimilações e misturas. Ao assumir e reconhecer sua fundamental importância para a construção de uma identidade nacional que compreenda toda a diversidade das manifestações culturais do Brasil, o Governo Federal dá um passo importante em direção ao fortalecimento de uma consciência cidadã no país.
É com esse espírito que a Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural, do Ministério da Cultura, por meio da Fundação Cultural Palmares e do Instituto Brasileiro de Administração para o Desenvolvimento (Ibrad), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, por meio do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, e a Secretaria de Políticas Culturais (MinC) , realizam o I Seminário Nacional das Culturas Populares, que acontecerá dos dias 23 a 26 de fevereiro, no Complexo Cultural Funarte em Brasília.
 
Essa iniciativa é fruto de um diálogo do Ministério da Cultura com segmentos da sociedade civil, constituídos pelo Fórum Permanente das Culturas Populares de São Paulo e o Fórum de Culturas Populares, Indígenas e Patrimônio Imaterial do Rio de Janeiro, que se quer ampliar por todo o território brasileiro, propiciando a discussão em busca de modos de atuação e políticas que fortaleçam a pluralidade brasileira.
 
O Seminário tem por finalidade contribuir para o processo de formulação de políticas públicas para as culturas populares envolvendo seus diferentes protagonistas e gestores, de forma a estimular um debate nacional mais amplo sobre a situação atual das ações destinadas ao reconhecimento e fomento das atividades artísticas e culturais compreendidas como Culturas Populares.
 
A programação do evento inclui palestras e oficinas, a exposição "Da cabaça, o Brasil: natureza, cultura, diversidade", além de espetáculos de música e dança com artistas de todo o Brasil.
 
Sua presença é fundamental para enriquecer a diversidade dos debates.
 
Envie suas sugestões, informações, notícias e artigos.
 

Horário

Evento

Local

23 de fevereiro

18:30h

Orquestra Nzinga de Berimbaus

Mesa de abertura

Sala Plínio Marcos

20:00h

Conferência Inaugural

Diversidade Cultural e Biodiversidade Ministra do Meio Ambiente
Exª Srª Marina Silva

Sala Plínio Marcos

21:00h

Noite das Violas

Viola Nordestina com Ivanildo Vila Nova e Oliveira de Panelas

Viola de Cocho com Daniel de Paula e Severino Dias de Mora

Viola Caipira com Badia Medeiros, Ivan Vilela e Roberto Correia

Sala Plínio Marcos

24 de fevereiro

9:00h

Painel 1: Cultura e a Invenção do Popular no Brasil

Sala Plínio Marcos

12:00h

Território livre

Sala Cássia Eller

14:00h

Painel 2: Formas de Preservação dos Saberes e Modos de Fazer: a voz das culturas populares

Sala Plínio Marcos

19:00h

Mesa: Culturas Populares e as novas gerações urbanas

Sala Plínio Marcos

22:00h

Show

Lançamento do 1º Cd. do Coral dos Guaranis

Manifesto 1° Passo

Sala Plínio Marcos

25 de fevereiro

9:00h

Painel 3: Culturas Populares, Circuitos de Difusão e Mercado

Sala Plínio Marcos

12:00h

Território livre

Sala Cássia Eller

Roda de Capoeira com o Grupo de Capoeira Nizinga

14:00h

Painel 4: Educação para Diversidade

Sala Plínio Marcos

19:00h

Mesa: Relatos de experiências internacionais

Sala Plínio Marcos

21:00h

Show
Carimbo Raízes da Terra
Grupo de Chula Os Gaúchos

Sala Plínio Marcos

26 de fevereiro

9:00h

Fala do Séc. Executivo do MinC Juca Ferreira

Sala Plínio Marcos

9:30h

Painel 5: O Estado e as Culturas Populares

Sala Plínio Marcos

14:00h

Painel 5: Continuação mais Plenária

Sala Plínio Marcos

19:00h

Show de encerramento
Nana Vasconcellos: O Bater do Coração 
Bumba Meu Boi Fé em Deus
Samba Chula Filho da Pitangueira

Sala Plínio Marcos

Mestre Ananias

Aos 80 anos, Mestre Ananias é a síntese da herança africana do povo brasileiro. Vive a Capoeira, o Samba e o Candomblé sem dissociá-los, esclarecendo no seu comportamento questões sobre a ancestralidade do nosso povo. Nascido no ano de 1924, em São Félix, região do Recôncavo Baiano cuja fertilidade cultural merece estudo aprofundado. Absorve o contexto no qual está imerso e na metade do século XX vem para São Paulo a convite de produtores do teatro paulistano. Trabalha com Plínio Marcos, Solano Trindade e outras personalidades, em todos os teatros da cidade. Em 1953, ano de sua chegada, Mestre Ananias funda a roda de capoeira mais tradicional de São Paulo, a Roda da Praça da República. Essa ganha força com a chegada de seus conterrâneos e nesse ínterim a capoeira exerce de fato um dos seus principais fundamentos, integrar à sociedade, classes desfavorecidas frente às imposições e preconceitos raciais e sociais.

CD’s – Lançamentos

Lançamentos:
Mestre Jogo de Dentro chega com seu 3º Cd, para os amantes da Capoeira. Sem duvida imperdivel
80 anos com MESTRE ANANIAS
Mestre Ananias é a síntese da herança africana do povo brasileiro. Vive a Capoeira, o Samba e o Candomblé sem dissociá-los, esclarecendo no seu comportamento questões sobre a ancestralidade do nosso povo. Nascido no ano de 1924, em São Félix, região do Recôncavo Baiano cuja fertilidade cultural merece estudo aprofundado. Absorve o contexto no qual está imerso e na metade do século XX vem para São Paulo a convite de produtores do teatro paulistano. Trabalha com Plínio Marcos, Solano Trindade e outras personalidades, em todos os teatros da cidade. Em 1953, ano de sua chegada, Mestre Ananias funda a roda de capoeira mais tradicional de São Paulo, a Roda da Praça da República. Essa ganha força com a chegada de seus conterrâneos e nesse ínterim a capoeira exerce de fato um dos seus principais fundamentos, integrar à sociedade, classes desfavorecidas frente às imposições e preconceitos raciais e sociais.