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Bauru: Início da Construção da Praça Mestre Bimba

Prefeitura iniciaram nesta semana, os trabalhos de construção da Praça Mestre Bimba, no Jardim Contorno.

A equipe da Divisão de Construção da Secretaria de Obras iniciou o estaqueamento da calçada para posterior concretagem. A praça tem uma área total de 4.970m² sendo 2.207m² de jardim e 1.134m² de calçada. 
A praça também contará com playground, área para capoeira, bancos, bebedouros, pista de solo cimento para caminhada dentro da praça e pista de bicicross.     O projeto foi elaborado coletivamene pela comunidade do Jardim Contorno,que inclui os condomínios Vila Verde, Vila Grená, Jardim dos Duques, Camálias, Flamboyants, Reserdás e Raio de Sol, em uma área da cidade muito verticalizada.

Quem foi Mestre Bimba

A Capoeira recebeu recentemente o status de “patrimônio cultural de natureza imaterial”, em face de sua força cultural.

Esta força cultural esta diretamente relacionada aos aspectos técnicos próprios da manifestação, bem como aos aspectos simbólicos que a sua pratica ao mesmo tempo representa e testemunha: os ideais dos quilombos e de Zumbi.

Varias manifestações culturais de origem afrodescendente se perderam pelo caminho da historia. A Capoeira também poderia haver-se perdido, dada a descomunal força das proibições e repressões.

Contudo, nos anos de 1930, Manoel dos Reis Machado (1900-1974), conhecido nas voltas do mundo da capoeira como MESTRE BIMBA, ao criar e sistematizar uma metodologia de ensino; como excepcional tocador de berimbau que era criar toques específicos para cada tipo de jogo; inovar nos rituais próprios da roda, mantendo a tradição; e especialmente oportunizou o aprendizado e pratica a homens, meninos e mulheres, das diferentes origens étnicas e sociais, com o seu Centro de Cultura Física e Luta

Regional Baiana, conquistando assim a descriminalização da pratica do Jogo da Capoeira através da sua obra “A Capoeira Regional”.

Hoje a Capoeira deu, literalmente, a volta ao mundo, sendo praticada em mais de 160 países dos 5 continentes, sendo a maior embaixatriz do Brasil no exterior, e o maior veiculo de difusão da língua portuguesa no mundo.

Assim sendo, devemos essa herança cultural que tanto nos identifica como brasileiros a Manoel dos Reis Machado, o MESTRE BIMBA, o criador da Capoeira Regional, ao lado do Mestre Pastinha, o patrono da Capoeira Angola.

Biblioteca Alceu Amoroso Lima & O Autor na Praça: Centenário de nascimento de Maria Bonita.

Biblioteca Alceu Amoroso Lima & O Autor na Praça celebram o Dia Internacional de Lutas das Mulheres e o centenário de nascimento de Maria Bonita.

Maria Gomes de Oliveira nasceu no dia 8 de março de 1911 na Fazenda Malhada da Caiçara, na divisa dos municípios de Glória e Jeremoabo, na Bahia, recentemente a casa onde nasceu foi restaurada, pertence ao município de Paulo Afonso e recebe visitas de pessoas interessadas na história do Cangaço. Em 1929, aos 18 anos conheceu Lampião que visitava a Fazenda de seu pai, em 1930 ela é a primeira mulher a entrar no cangaço acompanhando o grupo de Lampião, tempos depois passa a ser conhecida popularmente como Maria Bonita. Para celebrar o centenário de seu nascimento e o Dia Internacional da Mulher, vamos realizar várias atividades no auditório da Biblioteca. Mais informações abaixo.

PROGRAMAÇÃO

19h00 – Exibição de vídeos documentários sobre as Mulheres e suas lutas

20h00 – Leitura dramática de um texto sobre Maria Bonita pela atriz Soraya Aguillera.

20h10 – Bate papo sobre Maria Bonita e o Dia Internacional da Mulher com Nalu Faria, psicóloga, integrante da SOF – Sempreviva Organização Feminista e membro da Coordenação nacional da Marcha Mundial das Mulheres no Brasil e Antonio Amaury Correa de Araújo, pesquisador sobre Lampião e o cangaço, com 14 livros publicados sobre o assunto em 62 anos de pesquisa.

21h10 – Leitura de texto sobre Dia Internacional de Lutas das Mulheres

21h20 – Apresentações musicais com a Priscila Amorim acompanhada de violão e percusssão, com performances de dança por Fabíola Camargo e Ricardo Silva.

Durante o evento haverá exposição de livros sobre o tema, mostra de telas da artista plástica Leila Monsegur e do cartunista Junior Lopes e o artista plástico Jorge dos Anjos produzirá um quadro com o tema Maria Bonita e Dia Internacional da Mulher.

Serviço:

Dia Internacional de Luta das Mulheres e Centenário de nascimento de Maria Bonita

Dia 11 de março de 2011, segunda-feira, a partir das 19h.

Biblioteca Pública Alceu Amoroso Lima

Av. Henrique Schaumann, 777 – Pinheiros – São Paulo (SP) – Tel. 3082 5023 / 3063 3064

Produção: O Autor na Praça, SOF e o poeta Ricardo Carneiro e Silva.

Assessoria de Imprensa: Edson Lima – 9586 5577 – [email protected].

Apoio: Biblioteca Alceu Amoroso Lima / Secretaria Municipal de Cultura / Prefeitura do Município de São Paulo / SOF – Sempreviva Organização Feminista / AEUSP – Associação dos Educadores da USP / ARTVER.

 

A artista plástica Leila Monsegur participa do evento com apresentação de uma tela sobre Maria Bonita e no dia seguinte (12/03) abre sua exposição “Feminino, força da natureza”, com Pinturas e desenhos, onde o feminino é tanto imagem simbólica quanto força expressiva, força criativa e movimento, partindo das múltiplas facetas que encobrem/descobrem os arquétipos. Na abertura da exposição será realizado o encontro de leitura “Eléia leu”, sobre textos das escritoras Hilda Hilst, Pagu, Simone de Beauvoir e Clarice Lispector. De 12 março a 08 de abril – BP Alceu Amoroso Lima – 2ª a 6ª feira – das 8h às 17h / Sábados – das 9h às 16h. Saiba mais:http://www.leilamonsegur.wordpress.com

 

Dia Internacional de Luta das Mulheres também será celebrado com ato no dia 12 no centro de São Paulo – Em luta por autonomia e igualdade, contra o machismo e o capitalismo, milhares de feministas sairão às ruas de São Paulo mais uma vez para celebrar o Dia Internacional de Luta das Mulheres. Como este ano a data oficial caiu em pleno carnaval, o ato foi transferido para o dia 12 de março. A concentração terá início às 9h30 no Centro Informação Mulher, na Praça Roosevelt (R.Consolação, 605). De lá, as mulheres caminharão pelo centro da cidade, encerrando o ato na Praça da Sé. No próprio dia 8 de março, o bloco “Adeus, Amélia!” levará a mensagem das feministas à população paulista. A concentração terá início às 14h, no final do elevado Presidente Artur da Costa e Silva, o Minhocão (próximo à Avenida Francisco Matarazzo). Informações para a imprensa: Comissão de Comunicação do 8 de Março
Bia Barbosa (8151-0046); Camila Furchi (76655537 e 38193876) e Luka Franca (8752-2369) Saiba mais: www.sof.org.br.

 

Sobre Maria Bonita – Nasceu no dia 8 de março de 1911, no sítio Malhada da Caiçara, propriedade de seu pai, na divisa dos municípios Glória e Jeremoabo na Bahia, recentemente a casa onde nasceu foi restaurada, situa-se no município de Paulo Afonso e recebe visitas de pessoas interessadas na história do Cangaço. Depois de um casamento frustrado, Em 1929, aos 18 anos conheceu Lampião que visitava a Fazenda de seu pai, em 1930 ela deixa a casa de seus pais e se torna a primeira mulher a entrar para o cangaço acompanhando o grupo de Lampião, tempos depois passa a ser conhecida popularmente como Maria Bonita. Com Lampião, Maria Bonita teve uma filha de nome Expedita Ferreira Nunes e os gêmeos Arlindo e Ananias Gomes de Oliveira, assim como nasceram mais dois filhos, sendo natimortos. Morreu em 28 de julho de 1938, quando foi degolada ainda viva pela polícia armada oficial (conhecida como “volante”), assim como Lampião e outros nove cangaceiros no que ficou conhecido como “Massacre de Angico”.

 

Sobre Nalu Faria – É psicóloga, com especialização em Psicodrama Pedagógico (Getep) e em Psicologia Institucional (Sedes Sapienties). Atua na SOF desde 1986, onde desenvolve atividades de assessoria e formação feminista com grupos de mulheres, ONGs e gestores públicos. Coordenou várias publicações da SOF, como o boletim Mulher e Saúde (1993 a 2002), a Coleção Cadernos Sempreviva (dez livros desde 1997) e o boletim Folha Feminista (desde 1999). Com Sonia Alvarez e Miriam Nobre, organizou o dossiê “Feminismos no Fórum Social Mundial” para a Revista Estudos Feministas, publicada em 2003. É autora de vários artigos sobre o movimento de mulheres, entre eles “O feminismo latino-americano e caribenho: perspectivas diante do neoliberalismo”. Foi integrante do Conselho Diretor da Fundação Perseu Abramo de 1996 a 2004. É integrante da coordenação nacional da Marcha Mundial das Mulheres (MMM).

 

Sobre Antonio Amaury Correa de Araujo – Grande pesuisador sobre a história de Lampião e o Cangaço, já entrevistou em torno de 40 ex-cangaceiros, membros das forças policiais, pessoas da sociedade da época e familiares remanescentes sendo que a maioria dos depoimentos foram gravados que resultou em mais de 250 horas de registros. Teve como hóspedes em sua casacangaceiro, pelos mais diversos motivos: além da colaboração com depoimentos alguns aproveitaram a hospitalidade do mestre para tratamento de saúde, entre eles Dadá, mulher de Corisco, Zé Sereno, Balão, Criança Marinheiro, Dona Sila. Também esteve em sua casa por 23 dias o irmão de Lampião João Ferreira, que não entrou para o Cangaço. É bom destacar sua amizade com Maria Ferreira, Dona Mocinha, irmão de Lampião, que em 2010 completou 100 anos. Amaury é consultado, com freqüência por jornalistas, cineastas, professores universitários, alunos e estudiosos do cangaço do Brasil e outros países de uma forma geral. Na sua incansável busca de informações sobre o assunto, realizou mais de 7.000 entrevistas, por mais de 60 anos. É consultor sobre o assunto para várias Universidades do Brasil e do exterior. Em 1969, foi roteirista do grande clássico do cinema brasileiro “Corisco, o diabo loiro” em co-autoria com o diretor do filme Carlos Coimbra. Nos anos 70, tornou-se conhecido em todo o Brasil ao participar do “Programa 8 ou 800”, da TV Globo, respondendo sobre o assunto. Foi consultor e colaborou com a primeira edição do programa Globo Repórter em 1975, que tinha como tema o último dia da Vida de Lampião. Tem vários livros publicados, entre eles: “Lampião: Segredos e Confidências do Tempo do Cangaço”“Assim Morreu Lampião”;“Lampião: As Mulheres e o Cangaço”“Gente de Lampião: Dadá e Corisco”“Gente de Lampião: Sila e Zé Sereno”“De Virgolino a Lampião”“O Espinho do Quipá”; “De Virgolino a Lampião – 2ª edição” (estes três últimos em co-autoria com Vera Ferreira, neta de Lampião); “Lampião e Maria Fumaça”; “Lampião e as Cabeças Cortadas”, (ambos em co-autoria com Luiz Ruben F. de A. Bonfim, de Paulo Afonso – BA); “A Medicina e o Cangaço” (co-autoria com Leandro Cardoso Fernandes, de Teresina – PI); e o mais recente “Lampião – Herói ou bandido”, em co-autoria com Carlos Elydio Corrêa de Araújo. Amaury é sócio-fundador da União Nacional de Estudos Históricos e Sociais – UNEHS. Antonio Amaury em agosto estará participando em agosto do 2º Semninário do Cariri Cangaço em Joazeiro do Norte, Crato, Barbalha, Missão Velha e Aurora, no estado do Ceará. Veja entrevista e comentários: http://lampiaoaceso.blogspot.com/2009/10/o-mestre-antonio-amaury.html.

 

Sobre Priscila Amorim – Apaixonada por música, especialmente pela música brasileira, no ano de 2002, decide buscar seu espaço e mostrar a singularidade da sua voz nos bares e espaços culturais de São Paulo. Através de amigos e fãs conhece o Clube Etílico Musical, espaço famoso por divulgar a mpb, onde absorve e intensifica sua afinidade com o samba e outros ritmos brasileiros. Filha de músico, autodidata por necessidade e natureza, sem receio de dividir seu dom, participou de shows memoráveis com personalidades do meio musical como Paulo Muniz, Carmem Queiroz, Oswaldinho da Cuíca, Alessandro Penezzi entre outros. Com muito entusiasmo e simpatia, fazendo da sua profissão o seu lazer, atualmente apresenta-se na noite paulistana cantando samba-raiz e mpb onde já recebeu para maravilhosas canjas a cantora Teresa Cristina, Adriana Moreira e também Teresa Gama do Clube do Balanço, abrindo também o show de Monarco da Portela, pelo Circiuto Original. Eventualmente participa de projetos paralelos para a prefeitura de São Paulo no Centro Cultural Vergueiro e para a prefeitura de Santana de Parnaíba em inesquecíveis shows dominicais. Gravou em 2006 uma faixa do show “Recado de Lá” produzido e arranjado por Oswaldinho do Acordeon. Em 2007 no seu próprio show “Cada lugar na sua coisa” convida o público a uma viagem pela música na sua essência, onde cada ritmo é explorado e expressado sem misturas, com arranjos bem elaborados mostrando toda sensibilidade e versatilidade da sua alma e de sua voz. Em 2009, fez uma temporada de shows no Bar Brahma e participou do carnaval paulista, compondo o coro, cantando samba enredo da escola Pérola Negra no Anhembi e em projetos “ Quartas Musicais” no Boteco Seu Zé, onde se apresenta semanalmente, cantando ao lado de Aloísio Machado, D Ivone Lara e Tia Surica. Agora, trabalha para gravar composições inéditas, interpretando composições de Fábio Henrique, Kiko Dinuci, Wesley Noog e também algumas releituras de D. Ivone Lara, Paulinho da Viola, Roque Ferreira, Ney Lopes e claro fazer muitas pessoas sambarem, até, quem bom sujeito não é.

 

Sobre Soraya Aguillera – Atriz formada no Teatro Escola Macunaíma em 1986, completa este ano 25 anos de carreira. Atuou em mais de 30 espetáculos,  alguns trabalhos premiados e de grande sucesso, como  A Vida na Praça Roosevelt de Dea Loher, A Mancha Roxa de Plínio Marcos, O Pranto de Maria Parda de Gil Vicente ou  Um lugar que Nunca Tive de João Fábio Cabral, entre tantos. Como atriz, conquistou elogios da crítica teatral em todos espetáculos que atuou. É também, Assessora de Imprensa e Arte Educadora em teatro.

 

Sobre Fabíola Camargo – Atualmente integra a Cia Corpos Nômades como bailarina. Participou do Grupo Minik Mondó da Coreógrafa Maria Mommenson em 2009. Foi Professora de Dança no Projeto Vocacional da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo no ano de 2009. Estuda Ciências Políticas na Escola de Sociologia e Política.

 

Sobre Ricardo Carneiro e Silva – É poeta e dançarino. Nasceu na cidade de São Paulo em 1979, ano do Carneiro no horóscopo chinês, na Vila Joaniza (Zona Sul). De família nordestina (Rio Grande do Norte e Bahia) e árvore genealógica dos Carneiros da Silva (avós maternos), Ricardo Aparecido Silva trabalhou em Cartório de 1996 à 2001, em 1999 conheceu a Soma – Uma Terapia Anarquista; onde o tesão de fazer poesia desabrochou, o tesão de jogar capoeira nasceu e a possibilidade de dançar plantou. Aclarou-se a intuição, o cartório para a minha vida seria uma contramão. Então a capoeira de angola passou  integrar o seu  viver de forma completa no Grupo de Capoeira Angola Omoayê até o fim de 2006. Trabalhou e ainda é um colaborador do projeto O Autor na Praça, onde organizou intervenções poéticas e urbanas, produziu e agitou no espaço Plínio Marcos. Hoje integra a Cia Corpos Nômades como dançarino e assistente de produção.

 

Sobre a SOF – Sempreviva Organização Feminista – É uma organização não-governamental, fundada em 1963 com atuação nacional. Contribui para consolidar um movimento feminista forjado nas lutas populares, que atua na conjuntura, gerando e alimentando alternativas à ordem neoliberal. A SOF realiza atividades de formação, de construção do conhecimento, de fortalecimento de articulações, além de publicações. Apóia e assessora organizações de mulheres, movimentos sociais, ONGs e órgãos de governo. E também faz parte do movimento de mulheres, no Brasil, e da REMTE (Rede Latino-americana Mulheres Transformando a Economia) e da Marcha Mundial das Mulheres, no âmbito internacional. Saiba mais: www.sof.org.br.

 

Sobre o livro “As origens e a comemoração do Dia Internacional das Mulheres”. – Para marcar este um século de organização e mobilização das mulheres, a SOF juntamente com a editora Expressão Popular publicam o livro “As origens e a comemoração do Dia Internacional das Mulheres”, de Ana Isabel Álvarez González, traduzido do espanhol. Sinopse do livro: Diversas são as histórias que tentam contar a origem do Dia Internacional das Mulheres, comemorado no dia 8 de março ao redor do mundo. Conhecer as motivações e desvendar os mitos e os fatos que deram origem ao 8 de março é o que nos traz o livro de Ana Isabel Álvarez González, agora traduzido para o português. A pesquisa realizada pela autora vai a fundo conhecer a história do movimento de mulheres socialistas do final do século 19 e início do século 20. Revela embates e contradições dentro do movimento socialista quanto ao reconhecimento da importância da igualdade entre os sexos e da libertação das mulheres. A luta das mulheres reivindicava o direito ao voto, ao reconhecimento como portadoras de bens e direitos, o acesso ao trabalho e ao espaço público. Ao se completar um século desde que as mulheres socialistas reunidas em Copenhague aprovaram a proposta do Dia Internacional das Mulheres, a recuperação do significado dessa data é uma contribuição importante para a reflexão sobre os desafios, as formas de organização e as reivindicações que mobilizam a luta das mulheres ainda hoje. A autora relata também os acontecimentos do trágico e marcante incêndio em uma fábrica nos Estados Unidos, onde mais de cem operárias foram mortas. Tal evento foi de suma importância para o desenvolvimento do movimento operário estadunidense, no entanto, a autora desconstrói o mito que o vincula à criação do Dia Internacional das Mulheres. O livro “As origens e a Comemoração do Dia Internacional das Mulheres” será lançado dia 13 de Março em Várzea Paulista (Av. Projetada ao lado do Espaço Cidadania e da Prefeitura) durante a 3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres.

As origens e a comemoração do Dia Internacional das Mulheres.

De Ana Isabel Álvarez González.

Editora Expressão Popular – SOF – Sempreviva Organização Feminista, 2010. 208p., R$ 15,00

Saiba mais sobre o Dia Internacional das Mulheres: http://www.sof.org.br/publica/Dia_Internacional_da_Mulher-SOF-Em_busca_da_memoria_perdida-ATUALIZACAO2010.pdf

Cubatão: Projeto Ágora – Arte na Praça

Dezenas de pessoas participaram do Projeto na praça Princesa Isabel neste sábado (22/1)

Muita gente aproveitou o sábado de calor (22/1) sentado na praça e escutando boa música, lendo poemas em um varal de poesia e até acompanhando apresentações de hip hop ou capoeira Tudo isso, em plena praça Princesa Isabel, no centro de Cubatão. É o Projeto Ágora – Arte na Praça, que reuniu poetas, músicos, dançarinos, contadores de histórias, artistas plásticos, em uma miscelânea cultural pra lá de proveitosa. “Adorei a ideia, está aprovadíssima”, disse a aposentada Ivanir Carlos de Souza.

A programação teve início ainda no fim da manhã, com performances musicais em piano, violão e voz e até banda completa. Cantores e instrumentistas como Baeta, Dan Lisboa, Jackson e Pajé levaram muita Música Popular Brasileira ao público. O coreto da praça serviu de palco e inspiração para esses artistas. A Afrobanda também se apresentou com seus ritmos e swing inconfundíveis, fazendo muita gente dançar.

A Cia Pedro Paulo Academia de Hip Hop arrancou aplausos com as performances de hip hop e break. Dançando sobre um pequeno tapete de espuma, os jovens improvisavam passos, onde pareciam desafiar a gravidade, demonstrando bastante técnica e bom condicionamento físico. A Capoeira também foi representada através do Grupo Meninos Guerreiros, formado por pessoas de várias idades.

Além das apresentações no coreto, foram montadas pelo menos seis tendas, espalhadas pela praça. Em cada uma delas era oferecida uma atividade diferente. Havia espaço para a criançada ler histórias em quadrinhos, pintar e fazer bonecos de massinha. A Oficina de Origami – dobradura japonesa feita em papel, ministrada pela Tia Nalva Leal, ficou lotada de meninos e meninas que ao fim da atividade, saíram felizes da vida, com seus passarinhos confeccionados com papel.

Em outro espaço, os visitantes podiam ter seu rosto desenhado através da sensibilidade do artista plástico Coitim. Algumas tendas abrigaram lindas peças elaboradas com a fibra de bananeira, como os trabalhos do pessoal da Cooperativa “Mãos de Fibra”. Para as artesãs, o Projeto Ágora é uma ótima oportunidade de divulgarem seu ofício e comercializarem os produtos, que incluem bolsas, descansos e arranjos de mesa, objetos de decoração, porta-guardanapos e colares.

O artista plástico Giovane Nazareth também participou expondo as esculturas que faz, onde utiliza metal e refugo de peças de motocicleta. São peças bastante criativas. Um pedaço de corrente, aço e poucos parafusos se transformam em um abajur ou, quem sabe, um pássaro. “A praça ficou bastante movimentada o dia inteiro. É muito importante pra gente ter esse retorno da população”, afirmou o artista plástico.

Os escritores da Sociedade Amigos da Biblioteca, a SAB, emprestaram seu talento, montando um varal de poesias e declamando poemas durante toda a tarde. Dessa maneira, muita gente soube que em Cubatão há pessoas que gostam de escrever. O ator Tótila realizou performances como palhaço, para alegria da criançada.

De acordo com Welington Borges, secretário de Cultura, o objetivo é que Projeto Ágora percorra diferentes praças, em vários bairros da cidade, oferecendo um sábado de lazer e Cultura para adultos e crianças, valorizando os artistas cubatenses. O lançamento foi um sucesso, reafirmando o nome que recebeu – Ágora – inspirado na palavra grega de mesma grafia, que quer dizer: espaço em que povo se reúne para dialogar e trocar ideias.

 

Texto e fotos: Morgana Monteiro

Link para fotos:

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Aconteceu: Projeto Cultura e Comunidade reuniu quase 2 mil pessoas em Nilópolis

No último domingo (25), a Prefeitura Municipal de Nilópolis, através da Secretaria Municipal de Cultura deu início ao projeto “Cultura & Comunidade” em evento que reuniu artistas locais de vários setores da cultura como dança, teatro, música, capoeira e exposição de fotos da cidade, do início a meados do século passado.

O evento, realizado na Praça Manoel Gonçalves dos Santos, no bairro Paiol, estava programado para as 16h. Porém, a partir das 11h já havia moradores no local observando a exposição. Segundo o secretário de Cultura, Augusto Vargas, cerca de duas mil pessoas marcaram presença no evento.

Após a passagem de som das bandas, foi dado o início para as apresentações. O grupo de capoeira Fundação, liderada pelo Mestre Serpente foi o primeiro a se apresentar, seguido pela professora de dança Valéria Brito e seus alunos. Na seqüência, a peça “O Casal”, dirigida pelo professor de teatro Luiz Valentim, o grupo musical Viola de Cocho, seguido pela apresentação teatral “Doce Ilusão”, o grupo de reggae Raízes que Tocam; após a cantora Ana Paula, em seguida, o grupo de rock Mimesis e, encerrando a bateria de atrações, o grupo de forró Nó Cego.

“Os moradores sentiram-se prestigiados pela escolha do bairro para a abertura do Cultura & Comunidade e mostraram satisfação com o evento como um todo”, declarou Augusto Vargas, aproveitando para anunciar que a próxima edição será realizada no Bairro Cabral no próximo dia 08/08 na Praça do CEM.

 

Site da Baixada – http://noticias.sitedabaixada.com.br

Capoeira e Arte

A capoeira como expressão da cultura afro-brasileira é considerada por muitos também como arte. Uma manifestação que reúne tantos elementos estéticos como a música, as artes do corpo (dança, expressão corporal, acrobacia, etc…), a teatralidade, o artesanato, a pantomima entre outros, sem dúvida nenhuma reúne características suficientes para ser considerada uma atividade artística.

Como não reconhecer um verdadeiro artista, naquele capoeira que toca um berimbau com requinte e talento; naquele que canta com extrema afinação, expressando profundo sentimento através da voz; naquele que constrói os próprios instrumentos baseados nos conhecimentos passados de geração em geração; naquele capoeira que faz do seu corpo uma obra de arte e se transforma num virtuoso dançarino ao movimentar-se; ou ainda naquele que dramatiza com perfeição durante um jogo, cenas quase teatrais, que arrancam gargalhadas e aplausos da platéia ?

A arte busca, entre outras coisas, alcançar o belo, o deleite, o prazer, a reflexão, a sensualidade, a emoção, e encontra na capoeira uma interessante forma de expressão, que se baseia nos conhecimentos ancestrais e na tradição, construindo todo um universo de sentidos e significados que acabam, em última instância, atingindo muitos dos objetivos que uma atividade artística procura, seja para os capoeiristas que a praticam, seja para o público que a assiste.

Além disso, a capoeira é também retratada como tema de várias atividades artísticas. Na pintura, as obras de Carybé são a sua maior expressão, na fotografia, não há quem não admire o belo trabalho de Pierre Verger e na literatura, as obras de Jorge Amado descrevem com precisão cenas e personagens da capoeiragem de outrora. Mas também a capoeira é tema de uma grande quantidade de espetáculos de dança já há várias décadas. Tantas e tantas músicas do nosso cancioneiro popular falam da capoeira, e outras tantas peças de teatro, em muitas ocasiões já retrataram a capoeira direta ou indiretamente.

Porém de todas as artes, o cinema tem sido o que mais tem dado espaço para a capoeira. Temos uma grande quantidade de filmes que marcaram época e que retratam essa manifestação, seja como tema central ou como pano de fundo. Desde os clássicos “Veja o Brasil” (1948) de Alceu Maynard; “Vadiação” (1954) de Alexandre Robatto, “O Pagador de Promessas” (1962) de Anselmo Duarte, “Barravento” (1963) de Glauber Rocha, “Dança de Guerra” (1968) de Jair Moura, e “Jubiabá” (1984) de Nelson Pereira dos Santos, até os mais recentes “Pastinha, uma vida pela capoeira” (1998) de Toninho Muricy, “O Velho Capoeirista” (1999) de Pedro Abib, “A Capoeiragem na Bahia” (2001) de José Umberto; “Mandinga em Manhattan” (2004) de Lázaro Farias, “Leopoldina, a fina flor da malandragem” (2006) de Rose La Creta; “Mestre Bimba: a capoeira iluminada” (2007) de Luis Fernando Goulart; “Memórias do Recôncavo: Besouro e outros capoeiras” (2008) de Pedro Abib e “Besouro: da capoeira nasce um herói” (2009) de João Daniel Tikhomiroff, só para citar alguns, pois atualmente, uma quantidade muito grande de documentários sobre capoeira têm sido produzidos. Até produções internacionais tem retratado a capoeira, como no caso dos filme norte-americanos “Besouro Preto” (2001), um documentário de Salim Hollins ou “Esporte Sangrento” (1993) de Sheldon Letich, se bem que esse último traz uma visão um tanto deturpada da nossa arte, como é de costume dos filmes comerciais feitos nos Estados Unidos, ao retratarem realidades que não fazem parte de sua cultura.

Por todas essas razões, sem nenhum receio, todo capoeirista pode se considerar também, um artista !!!


Pedro Abib (Pedrão de João Pequeno) é professor da Universidade Federal da Bahia, músico e capoeirista, formado pelo mestre João Pequeno de Pastinha. Publicou os livros “Capoeira Angola, Cultura Popular e o Jogo dos Saberes na Roda”(2005) e “Mestres e Capoeiras Famosos da Bahia”(2009). Realizou os documentários “O Velho Capoeirista” (1999) e “Memórias do Recôncavo: Besouro e outros Capoeiras” (2008).

 

Texto Recomendado:

O pulador de facas da Praça Dante

A Ginga e a sabedoria do Capoeira: Antônio  Martins  usa de toda a sua mandinga e carisma para sobreviver…de praça  em praça  e utilizando os recursos adquiridos na escola da vida e na capoeiragem o baiano  é mais um “Brasileiro” lutador e criativo!!!

Luciano Milani

Palmares recupera símbolo da religiosidade africana e reinagura Praça dos Orixás

Fundação investe R$ 550 mil na recuperação das peças e atenta para a responsabilidade da manutenção do patrimônio público

A Fundação Cultural Palmares, vinculada ao Ministério da Cultura, investiu R$ 730 mil reais na recuperação das estatuas dos Orixás do escultor baiano Tatti Moreno e no evento de reinauguração da Praça dos Orixás, em Brasília. O presidente da Fundação, Zulu Araújo, representará o Ministro da Cultura, Juca Ferreira, no evento que começa a partir das 18h no dia 31 de dezembro. Antes da abertura religiosa com o cortejo a Yemanjá, terá apresentação dos grupos Filhos de Gandhy e Banda Ase Dudu.

As estátuas são réplicas das esculturas instaladas no Dique do Tororó, em Salvador, e foram decapitadas e queimadas em forte indicio de intolerância religiosa. A depredação começou ainda em 2005, mas em 2007, 12 das 16 estátuas foram destruídas.

“É um momento histórico para os adeptos das religiões de matriz áfrica, para os negros, para a Palmares, para o Ministério da Cultura e mais, é um momento histórico para o exercício da cidadania e da democracia em nosso País”, afirma Zulu Araújo.

Para Zulu a restauração das estatuas e a reinaguração da praça representa uma resposta ao ato de vandalismo de quem deveria manter a paz, a harmonia e o respeito ao próximo. “É uma clara manifestação de segmentos religiosos neopentecostais. “O direito ao culto religioso é uma garantia da Constituição Federal e destruir símbolos das religiões africanas não é um desrespeito apenas a fé das pessoas, mas sim a nossa Constituição”.

O processo demorou quase dois anos, explica Zulu. “Foi uma grande batalha a disponibilização de recursos para cumprir nosso papel de enfrentar a intolerância religiosa. Conseguimos o dinheiro, recuperamos os símbolos e agora é preciso que o Governo do Distrito Federal (GDF) cumpra também o seu papel, que é defender o patrimônio público e punir os atos de vandalismo como eles devem ser punidos. Queremos o mesmo tratamento que é dado aos outros espaços públicos, como a Igrejinha da asa Sul, por exemplo, quando ela pegou fogo o GDF deu um jeito de garantir sua recuperação e a praça dos Orixás deve ter o mesmo tratamento e ser qualificado urbanisticamente, com segurança, iluminação, limpeza”.

Além de Zulu Araújo, estarão presentes da solenidade de reinaugaração da Praça dos Orixás, o Ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vannchi e os presidente da FBEUC, mãe Marinalva, do Ilê Asé Ode, pai Ribamar e da Sociedade Religiosa Ilê Oxum Opó Afonjá Oni Xangô, pai Raimundo.

Local:

Ponte Costa e Silva (Prainha)

Programação:

18h – Solenidade de reinauguração da Praça

19h – Apresentação dos Filhos de Gandhy

20h – Apresentação cultural da Banda Ase Dudu

21h – Abertura religiosa – cortejo a Yemanjá

Valores:

Recuperação das peças – R$ 550 mil

Reinauguração da Praça dos Orixás – R$ 180 mil

Assessoria de Comunicação
Fundação Cultural Palmares
Ministério da Cultura
(61) 3424 0166 / 0162
(61) 9773 6006
www.palmares.gov.br

Tatuí terá “Semana da Consciência Negra”

A cidade de Tatuí terá uma semana de atividades em comemoração a Consciência Negra, entre os dias 15 e 22 de novembro, com dança, música e exposição, organizadas pela Secretaria Municipal de Cultura, Turismo, Esporte, Lazer e Juventude e pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento de Participação da Comunidade Negra de Tatuí.
A abertura da programação será no dia 15 de novembro, com a “Missa Afro”, às 19 horas, na Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição, com a participação do Grupo de Consciência Negra de Boituva. Já às 20h30, do mesmo dia, um encontro de confraternização terá o “Grupo de Dança Raízes”, coordenado por Micheli Rolim, no Centro Cultural, na Praça Martinho Guedes, 12. Todos os eventos terão entrada gratuita.
No dia 17 de novembro, a semana segue com “Festival de Capoeira”, com o “Grupo de Capoeira Regional de Tietê, coordenado pelo Mestre Jones, às 20 horas, na Praça da Matriz. Entre as atrações haverá maculelê, samba de roda, luta com facão, acrobacias e percussão.
O “Coro de Mulheres Negras de Sorocaba” será apresenta no Centro Cultural, na Praça Martinho Guedes, 12, a partir das 20 horas, no dia 18 de novembro. Já no dia 19 de novembro, a partir das 19 horas, o Centro Cultural recebe um leque de atrações com a exposição “Consciência Negra”, de Carmelina Monteiro, Carlota Franco, Mesquita e APAE. Haverá ainda performance do “Grupo de Dança Raízes” e da “Banda Ternura Senna Tatuí”.
No dia 20 de novembro, às 19 horas, acontece um bate papo no Café Cultural (Praça Martinho Guedes, 12), com o tema “O Negro e o Mercado de Trabalho”. O debate será coordenado pela mestra em Ciências Sociais pela PUC-SP, Francisca Silva. Haverá também participação do “Grupo de Dança Raízes”.
O Projeto “Música na Praça” terá uma edição especial no dia 21 de novembro, a partir das 11 horas, na Praça da Matriz, com a “Big Band Jovem do Conservatório de Tatuí” e o “Grupo de Dança Raízes”.
O encerramento será no dia 22 de novembro, no Centro Cultural, às 10 horas, com o “Grupo de Capoeira Mundo Inteiro” que fará um encontro de capoeiristas e troca de cordão dos alunos.
Fonte: http://itu.com.br

VIII Encontro de Capoeira Angola– Roda da Paz 2009

A Associação de Capoeira Angola Mucumbo –A.C.A.M – convida a todos para o 8º Encontro de Capoeira Angola– Roda da Paz 2009.

A Roda da Paz é um evento organizado pelo Mestre Virgílio de Ilhéus e que já virou tradição como forma maior de expressão da capoeira angola na cidade de Ilhéus.

Este ano durante os dias 05 e 06/12/2009 o evento contará com oficinas de capoeira angola com os Mestres: Jogo de Dentro (Grupo Semente do Jogo de Angola – BA), Plínio (Angoleiro Sim Sinhô – SP) e Bel ( Malungo Centro de Capoeira Angola – BA), e rodas abertas na praça  de Olivença e na praça da Catedral de Ilhéus.

Para o Mestre Virgílio, a Roda da Paz é um símbolo de união, reflexão e agradecimento: “Será um grande momento de confraternização para a capoeira angola de Ilhéus.”

PROGRAMAÇÃO: (ATENÇÃO VAGAS LIMITADAS!!)

Sábado 05/12:
08:00 as 10:00h –  Inscrições e credenciamento
10:00 as 12:00h – Oficina de Movimentos
12:00 as 15:00h – Intervalo
15:00 as 17:00h– Oficina de Movimentos
19:00 – Roda na Praça de Olivença

Domingo 06/12:
10:00 as 12:00 – Oficina de Movimentos
19:00 – Roda da Paz 2009 – Praça da Catedral

Valores:
Uma Oficina = R$20,00
Duas Oficinas = R$30,00
Três Oficinas = R$45,00 + Camisa do Evento

Para mais informações e inscrições:

www.mucumbo.blogspot.com

[email protected]

3° Encontro de Capoeira do Recôncavo

O 3° Encontro de Capoeira do Recôncavo homenageia Mestre Felipe de Santo Amaro da Purificação, importante mestre da velha guarda, artesão e cantador da capoeira.

Esta é uma proposta itinerante que busca revelar e valorizar o movimento existente entre a capoeira urbana e a rural do Recôncavo Baiano.
O evento acontecerá em Salvador, Santo Amaro e Santiago do Iguape, pequena vila de pescadores e agricultores quilombolas, entre os dias 27 e 29 de novembro 2009.

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO :

1º Dia – 27/11 – SALVADOR

10:00 – Abertura e recepção das crianças capoeiristas alunos de Mestre Ivan (ACANA)
vindas de Santo Amaro, na Faculdade de Educação/UFBA
10:30 – Exibição e bate papo sobre o DVD “A CAPOEIRA DE UM MESTRE E O
SEU BANDO ANUNCIADOR” na Sala de Cinema da UFBA/Faced.
14:00 – Oficina de Percussão com Mestre Lua / Praça do Pelourinho
16:00 – Atividade lúdica para as crianças (pintura da faixa em homenagem a Mestre Felipe);
18:00 – Desfile do BANDO ANUNCIADOR
com o grupo de crianças capoeiristas de Santo Amaro;
20:00 – Roda de Capoeira no Terreiro de Jesus;
22:00 – Confraternização com mesa de frutas após a Roda.

2º Dia – 28/11 – SANTO AMARO

8:00 – Saída para Santo Amaro;
11:00 – Chegada na Praça da Matriz com Roda de boas vindas;
14:30 – Oficinas de Capoeira Angola com Mestre Ivan e
Maculelê com Prof. Erisivaldo no Barracão de Mestre Ivan;
16:00 – Lanche e atividade lúdica para crianças (brincadeira de ciranda, cantigas e pintura);
17:00 – Bate papo no Barracão, com Mestre Felipe e velhos mestres
de capoeira do Recôncavo – Roda
20:30 – Mostra Cine Cult Pop Afro-Brasileiro:
“Tributo a Mestre Bigodinho” e “Umbigada” (Praça da Matriz)

3º Dia – 29/11 – SANTIAGO DO IGUAPE

9:00 – Café coletivo na Casa do Samba
9:40 – Saída para Santiago do Iguape;
10:30 – Chegada + Roda de capoeira e confraternização
com velhos mestres da comunidade;
13:00 – Almoço em Santiago do Iguape
14:00 – Oficina de Berimbau e Cantigas com Mestre Felipe
16:00 – Retorno para Santo Amaro;
17:00 – Roda de encerramento na Casa do Samba
18:30 – Retorno para Salvador.
VALOR DA INSCRIÇÃO R$ 130.00
incluindo alimentação, transporte, hospedagem , oficinas e camisa.

Postado por LUA RASTA