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Boa Nova – Bahia: Prefeitura proíbe rodas de capoeira em espaços públicos

A Prefeitura da cidade de Boa Nova-BA voltou ao tempo, mais precisamente na década de 20 quando os capoeiristas eram proibidos de praticarem sua arte por que a capoeira era considerada crime, quem a praticava era só os negros. Um ofício da Prefeitura de Boa Nova, datado de 6 de maio de 2013, “está proibindo o uso de espaços públicos (praça, ruas, avenidas, clubes, quadra poliesportiva e ECT), só será permitido mediante a autorização do Poder Executivo.” Esse ofício foi assinado pelo Secretário de Administração, Rubens Souza Andrade, encaminhado para o Mestre de Capoeira Amado de França.

A Associação de Capoeira Netos do Mestre Canjiquinha, sob a coordenação do Mestre Amado, atualmente no município de Boa Nova, há 16 anos vem desenvolvendo um trabalho social sério que através do esporte tem mudado para melhor a vida de crianças, adolescentes e jovens. A Constituição Federal diz que todos temos “o direito a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”. A Prefeitura não informou os motivos da proibição. Esse crme já foi denunciado no Conselheiro Nacional de Cultura, Ministério da Cultura e ao CNPC (Conselho Nacional de Política Cultural) e IPHAN (Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural).

 

Fonte: http://giroemipiau.com.br

Semana da Educação Especial é comemorada por técnicos da Semed

Técnicos que integram a Coordenadoria de Educação Especial da Secretaria Municipal da Educação (Semed) celebram nesta terça-feira, 9, o início da ‘Semana da Educação Especial´, que vai até a próxima sexta-feira, 12. Eles estão participando do VI Encontro de Educação Inclusiva ‘Incluir Pode e Deve Ser Real´, que acontece no Centro Recreativo Gonçalo Prado, no município de Estância. O evento integra o programa nacional de educação inclusiva e terá como público alvo profissionais da educação especial. Na ocasião será proferida palestra pelo especialista em gestão de pessoas, Erik Penna, e ofertado diversos minicursos, entre eles sobre softwares educacionais para a prática do ensino inclusivo.

De acordo com Jailma Rezende, que integra a Coordenadoria de Educação Especial da Semed, este encontro será uma boa oportunidade para ampliar o conhecimento na área da educação inclusiva. As atividades do evento servirão de base para futuras capacitações promovidas pelos profissionais da educação especial. Além da oportunidade de participar de cursos voltados especialmente para nossa área, iremos discutir temas sobre orientação para profissionais especializados, informou.

A rede municipal de ensino de Aracaju está cada vez mais atenta às questões que envolvem a educação especial e, por isso, vem capacitando seus profissionais ao promover cursos e acompanhar o dia a dia dos alunos em sala de aula. O secretário municipal da Educação, Antônio Bittencourt Júnior, tem nos dado total apoio com suas visitas às escolas, observações dos espaços e obtenção de recursos, fortalecendo cada vez mais as ações de nossa coordenadoria, justifica a técnica Jailma Rezende.

Capoeira inclusiva

Alunos com deficiência atendidos no Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento a Pessoas com Deficiência Visual (CAP), da Prefeitura de Aracaju, foram estimulados a aderir a capoeira na prática educativa e puderam aprender os primeiros passos do esporte deixando de lado suas limitações físicas. Na aula experimental realizada na última quinta-feira, 4, a interação entre os alunos e o interesse dos mesmos poderão ser fatores indispensáveis para o desenvolvimento de um projeto de educação inclusiva pioneiro em Sergipe.

De acordo com professor especialista em capoeira inclusiva, Eraldo Gabriel, mais conhecido por Beija-flor, a capoeira trabalha dentro das possibilidades de cada um, equilibra as tensões musculares crônicas bastantes comuns em pessoas com deficiência e ajuda a ter consciência corporal ao desenvolver noções de locomoção, lateralidade e força. A capoeira vai somar, dando mais equilíbrio, trabalhando elevação da autoestima, noção de espaço e tempo, sociabilidade e questões psicomotoras, explicou. Ainda segundo o professor, 17% da população brasileira apresenta algum tipo de deficiência. São quase 30 milhões de pessoas no país. Não podemos fechar os olhos para essa realidade.

Infraestrutura

De acordo com a Lei de Acessibilidade e com a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva do Ministério da Educação (MEC), é necessário garantir o acesso tanto para pessoas com deficiências permanentes, quanto com deficiências provisórias. As salas de recursos multifuncionais disponibilizadas em unidades de ensino da rede municipal são importantes itens no processo de cumprimento da Lei e foram criadas para dar condições ao aluno com deficiência de se preparar e frequentar a sala de aula junto com os outros alunos.

As condições de infraestrutura das escolas também devem estar relacionadas à perspectiva inclusiva. Aproximadamente, R$1,2 milhão foram investidos na obra de construção da Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Drº Fernando Guedes, localizada no bairro América. A unidade, que tem capacidade para atender 110 crianças com idade entre 0 e 3 anos, funciona das 6 às 18 horas, e tem três entradas que contam com rampas para cadeirantes. Além disso, a escola foi equipada com piso tátil, barras, portas maiores que as tradicionais e banheiros adaptados.

Acessibilidade

As obras de reforma e ampliação da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Tenisson Ribeiro, orçadas no valor de R$ 916.019,75, também evidenciam o interesse da Prefeitura de Aracaju em promover a acessibilidade. Com esse recurso, foi instalado um elevador para pessoas com necessidades especiais e construídas 10 salas de aula, todas com mais de 50 m². A escola ganhou também laboratório de informática, biblioteca, sala de recursos, áreas para recreio coberta e descoberta, refeitório, cozinha, dispensa, depósito e um amplo setor administrativo.

Com obra orçada em R$ 2,2 milhões, a Emef José Antônio da Costa Melo e a Emei Profª Neuzice Barreto, localizadas no bairro Getúlio Vargas, passaram por diversas transformações.  Das novas portas e maçanetas colocadas à troca do piso e manutenção da parte hidráulica e elétrica, os alunos com deficiência física também passaram a contar com uma quadra poliesportiva coberta reformada, com a recuperação e ampliação de banheiros e com a instalação de dois elevadores no prédio para facilitar sua locomoção.

Unidades

Outras unidades de ensino da rede municipal serão entregues às comunidades em plenas condições de atendimento aos alunos com deficiência. Entre elas estão as Emeis Dom Avelar Brandão Vilela, no bairro Olaria; Drº José Augusto Arantes Savazine, no Japãozinho; as Emefs Alencar Cardoso, no José Conrado de Araújo e Elias Montalvão, no Mosqueiro. A perspectiva da Prefeitura de Aracaju é de investir também nas obras de construção de novas unidades de ensino nos bairros Coqueiral e 17 de Março, também com a intenção de oferecer o melhor atendimento aos alunos com deficiência.

Casa de Ferreiro Espeto de Pau!

O ditado popular título desse artigo, sem dúvida, sintetiza o que sucessivamente vem ocorrendo com os baluartes da nossa arte-luta brasileira, aqui em Camaçari. Infelizmente, em nossa “casa”, mais vale o que vem de fora, mais apreciado é o que passa por aqui sem deixar nem mesmo a poeira de sua alpercata. Valoriza-se mais, muito mais, o forasteiro do que o ferreiro que dia a dia, dentro de seu terreiro, molda a ferro e fogo a identidade de um povo. Quem leu o meu último artigo, sabe do que estou falando…

Em Camaçari, não temos números precisos, mas estimativas apontam que a população de capoeiristas gira em torno de cinco mil pessoas, organizados em mais de vinte grupos e associações dentro da Sede e nos distritos. Esta população é muitas vezes maior que qualquer outro esporte ádvena.

Em novembro do ano passado, com muito sacrifício e peleja, conseguimos dar uma nova possibilidade de vida a um aluno, o Camisa 7, do Projeto Social Crianças Cabeludas, aqui de Camaçari, que está na Europa (para ser justo, vale citar e mais uma vez agradecer o apoio recebido do secretário Vital Vasconcelos, da SECULT). Desde então, o garoto, hoje com 18 anos, vem “explodindo” nas rodas espanholas sendo aplaudido em várias cidades, como Marbella, Cádiz, Sevilla, Granada, Málaga e Córdoba (esta última, cidade onde atualmente reside e trabalha com Capoeira e cultura brasileira). A Capoeira por lá é um dos esportes mais requisitados. Estes dias recebi uma ligação dele, totalmente atônito pelo que acabara de saber. Lá, em Córdoba, na Espanha, cidade sem tradição em Capoeira, o nosso Grupo havia marcado uma audiência com o prefeito local, com uma pauta de reivindicação na mão, sendo a principal delas, a necessidade de disponibilização de um local próprio para a prática da nossa cultura brasileira. Meu aluno, tomado de espanto me disse: “professor, o prefeito doou um galpão para o Grupo treinar, sem mais demora. Já fomos conhecer o local e estamos reformando o espaço. É inacreditável!”

Creio que vocês não tenham a dimensão do que isso representa. É a nossa arte-luta Capoeira sendo extremamente valorizada lá fora, mas que aqui dentro, em sua pátria, sobrevive apenas com as migalhas que caem dos palcos dos grandes festivais midiáticos, patrocinados com o meu e o seu dinheiro.

Todos que conhecem a luta dessa molecada, lá no Parque das Mangabas, talvez tenham entendido o espanto de Camisa 7, pois durante seis anos, esse jovem treinou sob as mais duras intempéries, em plena via pública, lutando contra todo tipo de dificuldades; construindo, com seu próprio sangue, o caminho que o fez voar mais alto. E ai, eu me questiono: como ensinar que aqui é a terra do dendê, da Capoeira Regional do Mestre Bimba, da Angola de Mestre Pastinha? Como informar que aqui, em nossa Bahia, tivemos o lendário Besouro Mangangá, o malevolente Vermelho 27, Canjiquinha, Di Mola, e tantos outros baluartes da capoeiragem? Como explicar às crianças do Palheiro, em Monte Gordo ou de Machadinho, que em Camaçari, terra rica, cheia de Pólos e empresas, com seus quase R$ 100 milhões de receita/mês, vemos Mestres como Geni Capoeira (uma lenda viva da Capoeira mundial), Petróleo, Oliveira, Saci, Neguinho, Maré, Vando, Ismael, Paulinho, Zeca, Bobô, Grandão não terem seus trabalhos totalmente (é totalmente mesmo, 365 dias do ano, e não apenas nas esmolas ofertadas para a realização de eventos esporádicos) apoiados por quem tem a obrigação legal e moral de fazê-lo? Eu, com meus 33 anos de idade, sinceramente não entendo, senhores. Como, então, explicar isso para crianças que do “lucro” do Pólo só lhe é oferecida a poluição de suas ricas chaminés?

Arrepio-me em saber que no mês de setembro tenho que fazer novamente o “batizado e troca de graduações” das crianças das Mangabas, do Palheiro e de Machadinho. Mais uma vez terei que bater na porta de muita gente, e sei que boa parte dessas portas se fechará, inclusive por que escrevo linhas de protestos como estas, que nada mais pede do que nos devolvam em ações práticas e efetivas, o que eles colocam em seus cofres por conta da nossa Capoeira. Ou capoeirista não paga imposto? Não divulga (e vende) a imagem do estado em todo o mundo? Ou não somos patrimônio imaterial da cultura brasileira?

Enquanto nos acusam de “desorganizados” (argumento semelhante ao utilizado pelos republicanos para lançarem a Capoeira no código penal brasileiro de 1890) e sobre esse pretexto nos relegam à margem das políticas públicas para o desenvolvimento de ações afro-brasileiras no município (sim! Já existe legislação específica que estabelece o ensino da cultura afro-brasileira, entre elas a Capoeira, em toda rede de educação pública e privada, fundamental e médio – vide Lei 10.639/2003), ficamos à mercê da boa, ou melhor, má vontade de uns senhores engravatados que se acham entendedores do assunto. Já fiz o teste! Em agosto de 2010 apresentamos um projeto para o batizado do “Crianças Cabeludas” (só lembrando, este trabalho é desenvolvido há seis anos e é estritamente social, sem qualquer fim lucrativo), com um custo total de R$ 3.500,00 e conseguimos da prefeitura de Camaçari um apoio – pasmem! – de cerca de R$ 50,00, além da cessão do espaço para a realização do evento – que é público, diga-se de passagem! No mesmo mês, houve uma etapa do campeonato de longboard (de onde é mesmo esse esporte?), que teve o apoio, desta mesma prefeitura, muito maior que o solicitado pela “turma da vadiagem”. Fui lá questionar qual teria sido o critério adotado e me responderam simplesmente que: “surf dá mais visibilidade à prefeitura e o evento era internacional”. Em minha opinião isto representa, tão somente, novas desculpas para as velhas políticas de discriminação da Capoeira.

Se não bastasse isso, vale salientar que futebol, judô, vôlei, jiu-jitsu, boxe, surf, natação, karatê, basquete… Todos! Completamente todos os demais esportes são modalidades estrangeiras. Não que não devam ter apoio, claro que devem! Esporte, seja ele qual for, exerce um papel fundamental na formação da criança e do adolescente e na propagação de bons hábitos de saúde, dentre outros fatores socialmente positivos. Mas, cá pra nós, o poder público deveria ter maior zelo com nossa própria cultura, com o nosso único esporte genuinamente brasileiro. A Capoeira, senhores, deveria ser tratada com muito mais cuidado, respeito, honestidade e apoio. Estamos cansados de ouvir promessas e factóides, de ver leis que não saem do papel. Enquanto travamos discussões infindáveis, em fóruns que só servem para promoção política de alguns, lamentavelmente vemos, por exemplo, um mestre com mais 40 anos de história, como o Mestre Oliveira, do Grupo de Capoeira Estrela do Céu, no bairro Nova Vitória, educar e formar crianças e jovens em uma academia cujo teto nem mesmo existe e sem qualquer contribuição dos órgãos governamentais. É realmente um desrespeito não apenas ao ser humano, mas ao esporte, a cultura e ao patrimônio imaterial brasileiro.

Enquanto aqui, os nossos mestres antigos e também novos vivem das sobras – quando sobra! –, acabo de receber um convite da Fundação Casa da Capoeira de Bauru para participar da inauguração da Praça Mestre Bimba, no município de Bauru, São Paulo. Ou seja, na Bahia, a casa do Bimba, temos apenas uma rua e um monumento mal cuidados em homenagem àquele que foi um dos personagens decisivos para que a Capoeira saísse de “debaixo do pé do boi”. Mesmo antes de confirmar a minha presença (e consequentemente a do município de Camaçari), o desânimo já me abate, pois sei das absurdas dificuldades de se conseguir uma mísera passagem, através dos órgãos da prefeitura.

Concordo que a Capoeira é livre e que ela é luta de resistência, mas desafino quando tentam utilizá-la como massa de manobra (tal qual ocorria nos séculos XIX e XX). Fica evidente o que lamentavelmente pensam os nossos governantes sobre a Capoeira, pois, para eles, a “brincadeira de negros” só serve para ser apresentada aos turistas e chefes de estado como algo folclórico, bem como, em espetáculos em seus picadeiros políticos. Recentemente o Governador Jaques Wagner recebeu o título de cidadão baiano na Assembléia Legislativa da Bahia – ALB. E quem fez a recepção? Claro, os capoeiristas! Afinal de contas, são em momentos iguais a estes que a Capoeira representa a mais genuína imagem da Bahia – bem sarcástico mesmo! Todavia, são estes mesmos capoeiras que estão lutando, nesta mesma ALB, para que a profissão e, consequentemente, aposentadoria dos mestres seja legalmente reconhecida. Que incoerência!

Em Camaçari é igualzinho… É só chegar uma comitiva estrangeira, ou até mesmo brasileira, que logo é chamado o “povo da malandragem”, sempre posicionados nas portas da Cidade do Saber, para fazer o showzinho. Às vezes é pago um cachê miserável, é fornecido um lanchinho meia boca e, por fim, os colocam num ônibus para retornarem para os seus guetos, a fim de limparem a área.

Sou um bebê nisso de jogar os pés pro ar, tenho apenas 12 anos de roda. A estrada é muito longa até me tornar Mestre, mas sei que a minha voz, desde já, não poderá calar-se diante de tamanho desdém do poder público, em relação ao nosso tesouro. E não vou me calar, mesmo que isso me custe um apoio aqui, uma passagem acolá… Eu quero ver a minha Capoeira forte, pois “maior é Deus, pequeno sou eu!”.

 

Yê! Volta no mundo, camará!

 

Caio Marcel (admcaio@gmail.com) é administrador de empresas e formado em capoeira regional, pelo Grupo de Capoeira Regional Porto da Barra. Também é responsável e mantenedor do Projeto Social Crianças Cabeludas, nos bairros do Parque das Mangabas, Machadinho e Palheiro, em Camaçari/BA.

Registro sedia o 1º Jogos de Verão de Capoeira

A tarde do último sábado foi marcada pela edição dos Jogos de Verão de Capoeira. Mais de 100 crianças, entre elas muitas meninas,participaram do evento voltado para a capoeira de Angola e que contou com a presença de Dierrin e a esposa Cláudia Hengler, considerados mestres da capoeira de Angola.

A prefeita Sandra Kennedy foi prestigiar o evento e destacou a importância da Inclusão social pelo esporte, principalmente com a Integração das equipes de Esporte, Assistência Social e Cultura da Prefeitura de Registro que deram todo o apoio ao evento.

Organizado pelo professor de capoeira do CRAS do Bloco B, Ednei da Silva Cruz, o Pezão, a atividade contou também com a presença de voluntários, colaboradores e com o Projeto Segundo Tempo. Na oportunidade, outros professores de capoeira também da região ressaltaram a importância do esporte e contaram um pouco da história da capoeira como as diferenças entre a capoeira de angola e a regional. Estiveram presentes os professores Judiação, da Vila Nova, Rogério, Roni e Robinho.

A Prefeitura também disponibiliza aulas de capoeira no CRAS da Vila Nova, do Jardim Paulistano, Arapongal com professores capacitados. Os interessados em participar podem entrar em contato no CRAS que atende a região da comunidade onde moram.

 

Fonte: http://diariodeiguape.com

Sebastianense conquista primeiro lugar em Campeonato Mundial de Capoeira

No início deste mês, a sebastianense Yasmim Rocha conquistou o primeiro lugar no Campeonato Mundial de Capoeira realizado em Londrina, no Paraná, que registrou a participação de mais de 200 capoeiristas.

A competição contou com nove atletas do Grupo Mandinga, desenvolvido em Maresias, na Costa Sul de São Sebastião, pelo professor Gustavo Simba. Os alunos tiveram o apoio da Prefeitura por meio das Secretarias de Esportes (Seesp) e de Cultura e Turismo (Sectur).

Para Yasmim, o torneio foi uma grande oportunidade. “Achei o máximo, pois pude competir e conhecer pessoas de outros países”, conta ela, ao participar pela primeira vez de uma disputa internacional. A capoeirista venceu na categoria iniciante, também com a sebastianense Amanda Cristina Figueiredo em terceiro lugar.

Uma semana antes do mundial, a vencedora ganhou o melhor solo no Campeonato Mandinga, realizado em Maresias. Yasmim também já conseguiu o segundo lugar no evento Ginga Criança, realizado em São Paulo.

Outro destaque da competição em Londrina foi a performance do atleta Cleber Almeida. Após competir com 20 capoeiristas na categoria graduado, o atleta ficou com a terceira posição. “A experiência que adquirimos com pessoas de várias partes do mundo é muito importante para melhorar o desempenho”, analisa Almeida, que pretende participar do próximo evento internacional a ser realizado em Orlando (EUA), em 2011.

O professor Gustavo Simba agradece o apoio da Prefeitura em conceder o transporte dos capoeiristas até Londrina, além de ajudar no trabalho do Projeto Mandinga em Maresias. Em outubro, um grupo de alunos participará do Ginga Criança, competição a ser realizada em Guarulhos (SP).

(RS/CF)

Fonte: Depto de Comunicação – http://www.saosebastiao.sp.gov.br

Fortaleza: Prefeitura apoia Festival de Capoeira e Tradições Afro

Cerca de três mil pessoas devem participar do evento

A Prefeitura de Fortaleza, através da Secretaria de Esporte e Lazer (Secel) e Secretaria de Direitos Humanos (SDH), apoia, desta segunda, 12, até o próximo domingo, 18 de julho, a realização do III Festival Internacional Capoeira e Tradições Afrodescendentes no Centro Cultural Água de Beber, no Centro.

O festival tem o objetivo de difundir e ampliar as capacidades de compreensão e profissionalização das práticas da arte da capoeira e demais manifestações socioculturais baseadas nas tradições afrodescendentes.

As atividades envolverão alunos, professores, mestres de capoeira, brincantes de folguedos, artistas, educadores, pesquisadores da cultura popular, militantes do movimento negro, além de alunos e professores da rede pública de ensino. A estimativa é de que cerca de três mil pessoas participem do evento, ao longo de sete dias.

Serviço

III Festival Internacional Capoeira e Tradições Afrodescendentes

Período: Desta segunda, 12, até domingo, 18 de julho
Local: Avenida Pessoa Anta, 218, ao lado do Centro Cultural Dragão do Mar – Centro
Horário: As atividades serão realizadas no horário de 8h às 22h.
Contato para a imprensa: Mestre Ratto (85) 8866.5835 – Coordenador do Festival

Fonte: Assessoria de imprensa da Secel

http://www.vermelho.org.br/

Poços de Caldas: Alunos do projeto PAI vão à Bahia

Sete alunos do Programa de Ações Integradas (PAI), acompanhados do contra-mestre Airton Domingues (Sabiá) e da instrutora Jaqueline Silva Bastos irão a Salvador numa missão cultural e esportiva.

Eles foram vencedores do torneio interno, promovido no Sesi de Poços de Caldas. Como presente e também com o objetivo de aperfeiçoar a arte da capoeira, os alunos viajam no próximo dia 16 e ficam em Salvador até dia 18. Lá, serão recebidos pelo técnico Evandro Amorim, da unidade Sesi de Itapagibe, numa demonstração de integração nacional entre as unidades.

Na tarde da última sexta-feira (9), o prefeito Paulo César Silva e a secretária de Educação, Maria Helena Braga, acompanhados pelo diretor do Sistema Fiemg, Ary Novaes, foram conhecer o grupo de alunos, na sede do Sesi. Os alunos são originários de diversas regiões de Poços e participam dos Projetos PAI, Segundo Tempo e Atleta do Futuro, todos desenvolvidos pela Prefeitura em parceria com o Sesi. “Esta parceria tem nos dado muitos frutos e o benefício maior, com certeza, é para estas crianças e jovens, que irão conhecer uma cultura diferente e trarão, na bagagem, uma nova visão para suas vidas e um novo incentivo para a prática da capoeira”, disse o prefeito Paulo César Silva.

Os alunos que irão a Salvador são Loriene Lima Roberto, Mariane Helena Anacleto, Luiz Eduardo Xavier da Silva, Igor Cristiano Reis, Johnny Marçal Pereira, Lucas Vinicius de Souza e Mario Roberto Guedes Filho.

Fonte: Prefeitura de Poços de Caldas – http://www.pocosdecaldas.mg.gov.br

São Paulo: Evento promove Festival de Capoeira

SÃO PAULO – O Clube Escola Ibirapuera, na capital paulista, vai receber no domingo a terceira edição do Festival de Capoeira dos Jogos da Cidade. O evento reunirá 22 subprefeituras, com 20 participantes cada uma, de acordo com informações do site da Prefeitura de São Paulo. Os jogos de capoeira terão duração de 15 minutos e, nessa edição, vão ser aceitos participantes menores de 16 anos, já que a modalidade é bastante difundida entre crianças e adolescentes e não é considerada de risco.

Haverá avaliação de árbitros da Federação Paulista de Capoeira e premiação, no fim do dia, para os três primeiros colocados.

Mais informações sobre os horários de participação de cada equipe podem ser obtidas no site.

 

Jogos da Cidade de São Paulo

A maior competição esportiva amadora do país e uma das maiores do mundo. As 31 subprefeituras de São Paulo mantêm-se unidas e empenhadas durante o ano todo na disputa de várias modalidades esportivas e também de festivais, sempre em busca da posição de campeã municipal, um título que, na realidade, representa muito mais do que a soberania esportiva: demonstra a capacidade de trabalho em equipe, o espírito de união por um ideal e a determinação das comunidades locais em busca da vitória, fatores indispensáveis, especialmente na prática esportiva.

Visite: http://www.jogosdacidade.prefeitura.sp.gov.br/

 

Capoeira de Saia 2009

2ª REUNIAO DE LIDERANÇAS FEMININAS da capoeira da Bahia, dia 28/03, sabado, as 14h, na academia do M. Nenel (FUMEB, Pelourinho, em frente a ABCA e abaixo do Filhos de Gandhy).

Não percam! Estamos edificando a segunda ediçao do maior evento feminino de capacitação que a terrinha já viu, e o melhor? JUNTAS!

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A primeira edição já foi realizada no dia 17/05/2008, na Fortaleza de Santo Antônio Além do Carmo _ Forte da Capoeira, das 08 as 20 h,
reuniu 300 praticantes e inumeros convidados (Mestre Joao Pequeno de Pastinha aos 90 anos de idades foi um deles, alem de tantos outros).

Como parceiros teremos a prefeitura de Salvador, o Governo da Bahia e a iniciativa privada !!!

“Levanta a saia, la vem a maré”.
 
Um grande axé,
No aguardo,
Comissao Organizadora

Carolina Magalhães
Contramestre Brisa
brisacapoeira@msn.com
71.87935400