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I Mostra Nacional de Produção Científica em Lutas

1.ª Mostra Nacional de Produção Científica em Lutas é a novidade mais aguardada da 4ª Convenção Internacional de Artes Marciais (2013).

Sucesso de público e crítica por 3 anos consecutivos, a 4ª Convenção Internacional de Artes Marciais e Modalidades Esportivas de Combate será agraciada por uma novidade imperdível: A 1ª Mostra Nacional de Produção Científica em Lutas.

Os organizadores esperam com isso, não só constituir novo espaço físico e virtual de divulgação sobre os avanços na Ciência das Artes Marciais, como disponibilizar aos participantes da Convenção, atualização in loco, com os mais recentes trabalhos publicados.

Além disso, segundo Leandro Paiva, coordenador geral da convenção, existem três vantagens adicionais em participar da Mostra: a primeira é a seriedade e competência com que será conduzida, pois o coordenador técnico, Fabrício Boscolo Del Vecchio, além de faixa preta, é considerado o maior pesquisador brasileiro sobre o tema, com participação em mostras científicas no exterior, mais de 50 artigos publicados em periódicos nacionais e internacionais, além de livros e capítulos de livros.

A segunda vantagem é que os trabalhos serão organizados, registrados em cartório e publicados em PDF como “Anais da 1ª Mostra Nacional de Produção Científica em Lutas”, com a possibilidade de alocar em futuro próximo os resumos e artigos completos na plataforma Scielo ou em Revista Online especialmente desenvolvida para isso.

Por fim, quem se inscrever na Mostra Científica automaticamente poderá participar neste dia da Convenção, gratuitamente, de todos os cursos com certificado.

 

Para saber mais e se inscrever, direto pelo site oficial: http://eventos.tatame.com/

Animações de Capoeira

Animação refere-se ao processo segundo o qual cada fotograma de um filme é produzido individualmente, podendo ser gerado quer por computação gráfica quer fotografando uma imagem desenhada quer repetidamente fazendo-se pequenas mudanças a um modelo (ver claymation e stop motion), fotografando o resultado. Quando os fotogramas são ligados entre si e o filme resultante é visto a uma velocidade de 16 ou mais imagens por segundo, há uma ilusão de movimento contínuo (por causa da persistência de visão).

A construção de um filme torna-se assim um trabalho muito intensivo e por vezes entediante. O desenvolvimento da animação digital aumentou muito a velocidade do processo, eliminando tarefas mecânicas e repetitivas. A produção da animação consome muito tempo e é quase sempre muito complexa. Animação limitada é uma forma de aumentar a produção e geração. Esse método foi usado de forma pioneira pela UPA e popularizada.

Já existem diversos videos de animação espalhados pela internet, alguns bastante criativos tendo a nossa capoeira como pano de fundo… fiz uma pequena seleção para apreciação dos nossos visitantes:

 

Animações da Capoeira

 

{youtube}YtQhyWL0SVI{/youtube}

 

{youtube}UwTISdvSXYI{/youtube}

 

 

{youtube}QpRrg2wHrIs{/youtube}

 

{youtube}QJAxHDVy3gg{/youtube}

 

{youtube}BZ3kdf2ryOs{/youtube}

 

 

{youtube}QAh_aBW2zoo{/youtube}

 

{youtube}R-a1VpcYMTg{/youtube}

 

 

{youtube}VU5A-NYrz9k{/youtube}

 

{youtube}WYgB3nqjBak{/youtube}

 

 

Fontes dos Videos: Youtube

 

 

TV Portal Capoeira: o novo canal da capoeira

Você faz o evento, no Brasil ou no exterior, e a gente vai lá registrar. Esse é o novo serviço que o Portal Capoeira oferece aos grupos, entidades e federações de capoeira. A partir de agora, você pauta o seu evento com pelo menos 30 dias de antecedência, para pautas no Brasil, e com 60 dias de antecedência, para pautas no exterior. E o Portal Capoeira desloca a sua reportagem da cidade de Brasília para qualquer parte do mundo para acompanhar ao vivo o seu Batismo, Troca de Cordas, Encontro ou Festival.

Essa é uma grande novidade em termos de cobertura jornalística, um serviço de reportagem especializado em capoeira. A TV Portal Capoeira já realizou coberturas experimentais nos festivais dos grupos Ibeca (Holanda e Alemanha), Alto Astral Capoeira (Portugal) e Aluá (Espanha). Veja como exemplo a reportagem sobre o grupo Aluá Capoeira no youtube (TVMano Lima).

A reportagem vai entrevistar o público, os promotores e os mestres e demais convidados de cada evento. Em seguida, as imagens são editadas e a matéria vai pro ar na página do Portal Capoeira e no youtube. A reportagem será supervisionada pelo jornalista Mano Lima, repórter de TV, colunista do Portal Capoeira, editor da revista Capoeira em Evidência e autor dos livros “Dicionário de Capoeira”, “Eu, você e a capoeira” e “A ginga dos mais vividos” e por Luciano Milani, editor do Portal Capoeira, professor e pesquisador.

Nessa parceria, o Portal oferece o serviço jornalístico gratuitamente. E o grupo que sugeriu a pauta arca com o transporte e estadia (alimentação e hospedagem) do repórter e, conforme a disponibilidade, do cinegrafista. A produção, será assinada pelo Portal Capoeira e editada em Português. Caso o grupo deseje e forneça um tradutor, será incluída uma legenda no idioma que o grupo indicar.

O vídeo editado poderá ser reproduzida e distribuído livremente, comercialmente ou não, pelo grupo. Com isso, os capoeiristas têm acesso a uma nova e eficiente mídia pra divulgar seus projetos e ações, com um investimento financeiro reduzidíssimo, uma vez que os custos de produção de vídeo são muitos altos, o que inviabiliza que os grupos menores tenham o seu próprio portfólio audiovisual.

 

Serviço:

Para agendar o seu evento e solicitar a presença da nossa reportagem, entre em contato com o jornalista Mano Lima, no email mano.lima@yahoo.com.br, ou nos telefones (61) 9190 4256 e 8101 0915 (Brasil), ou com Luciano Milani, editor do Portal Capoeira, no email mail@portalcapoeira.com, ou nos telefones + 351 938 304 080 e + 351 279 343 053 (Portugal)

Indignação e Desrespeito: A Pirataria na Capoeira

A pirataria de CD´s e DVD´s tem sido discutida há muito tempo e é um grande desafio para a nossa comunidade visto que diversos profissionais da Capoeira produzem trabalhos (Gravações de CD´s e DVD´s de forma independente) que as vezes levam anos a ficarem concluídos e disponíveis no mercado. Estes profissionais investem suas economias e sonhos neste processo que na maioria das vezes já nasce prejudicado devido ao desrespeito e falta de ética de alguns capoeiristas.

Não é de hoje, que infelizmente, nós capoeiristas estamos nos afundando em uma névoa de falta de ética e caráter… Vale salientar que a “clonagem” e a distribuição de cópias ilegais de material direcionado a capoeiragem não é de forma alguma um “pecado” apenas dos capoeiristas mais também da Industria da Pirataria, que vê na Capoeira um NICHO de Mercado. É certo que esta máfia entende que a cultura e a arte da capoeira valem o investimento…

O Brasil está entre os dez países com maior incidência de pirataria musical, segundo relatório deste ano da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês).

Segundo entendem os especialistas, o simples ato de emprestar um CD ou DVd a um amigo não se enquadra como crime. Porém, o que seu amigo irá fazer com o disco pode ou não ser enquadrado como infração. Mas não há unamidade mesmo entre os advogados e juízes, pois o Direito não é algo objetivo e sua interpretação pode variar de acordo com os tribunais em que for analisado cada caso, daí haver tantas dúvidas recorrentes em decisões relativamente similares da Justiça brasileira.

A lei de 1998 não classifica como infração a “cópia de obra intelectual ou fonograma, em um só exemplar, para uso privado do copista, sem intuito de lucro direto ou indireto”. Quer dizer: pela lei, o CD que você comprou pode ser copiado uma única vez para uso pessoal, “sem fins lucrativos”. E aí está o problema: a definição de “fins lucrativos” é extensa uma novela jurídica… A unica arma que podemos nos valer é a sensibilização e o respeito pelo trabalho arduo de nossos Mestres, respeitar o sonho e a luta destes guerreiros que as vezes investem tudo na produção deste material. É preciso dar um basta e trabalharmos juntos para diminuir e porque não acabar com a Pirataria dentro da Capoeira.

Existem sites especializados em CAPO-PIRATARIA, onde é possível encontrar uma vasta coleção de CD´s, DVD´s e Livros de Capoeira, um verdadeiro desrespeito a ética, a moral e a cidadania.

Uma poderosa arma contra esta prática é a imaginação e a inovação, é assim  que um dos grandes cantadores da capoeira pretrende driblar a “pirataria”, Mestre Alexandre Batata, está com tudo preparado para a gravação de seu novo CD. A novidade neste projeto é forma inteligente e interativa que o capoeirista concebeu para viabilizar a produção e a gravação ao vivo de seu CD que será realizado em Matosinhos, Portugal com participação efetiva da plateia. Cada espectador irá pagar 10,00€ para assistir e participar da gravação e terá direito a uma cópia do CD que será enviada diretamente para a sua residência ou retirada em pontos a serem definidos pela organização. Vale a pena conferir e até investir nesta ótima idéia!!!

Cabe a nós, profissionais e formadores de opinião, levantar esta bandeira e dar o exemplo… Já palestrei diversas vezes sobre este tema o qual defendo de forma emocionada e até com certa paixão o “Não a Pirataria” e uso o Portal Capoeira como exemplo de postura e respeito ao trabalho da comunidade capoeirística.

Fica a reflexão para que cada um de nós, capoeirista ou não contribua para minimizar e sensibilizar que nesta “Jogo, nesta Roda” quem perde sempre somos nós.

 

Carta Protesto/Denuncia escrita pelo Mestre Toni Vargas:

Rio de Janeiro, 12 de abril de 2010.

Queridos Amigos,

Venho aqui registrar a minha indignação pelo desrespeito e falta de sensibilidade das pessoas que insistem em piratear produtos de capoeiras tais como CD, DVD, etc….

É preciso que todos nós tenhamos consciência que ao reproduzir, vender ou adquirir um produto pirateado não estamos apenas prejudicando o autor ou produtor mas também incentivando uma prática que vem prejudicando a própria capoeira. Em geral quando um capoeirista se dispões a produzir um material sério e oferecê-lo ao publico não está só agindo como um comerciante são pessoas que vivem de capoeira e que percebem a sua responsabilidade com a nossa arte, por isso realizam seus projetos com muito sacrifício. Ao contrário muitas das pessoas que pirateiam e comercializam um produto não são verdadeiros capoeiristas, não passam de aproveitadores que visam o lucro rápido e não se importam com a qualidade ou a importância da obra para o universo da capoeira. Creio que a única forma de inibirmos esse tipo de coisa é nos unirmos em uma grande campanha pela ética, do contrário os capoeiristas de verdade acabarão por se verem impossibilitados de continuar produzindo.

Capa Pirata: Desrespeito e DesconhecimentoVejam esse exemplo , meu CD mais novo “Quadras & Corridos” é resultado de 5 anos de trabalho e foi feito de forma independente. De repente recebo pela internet essa “perola” (imagem em anexo). Essa cópia tão mal feita só mostra o completo desconhecimento de quem fez, certamente uma pessoa oportunista que não conhece a capoeira e, portanto não pode respeitá-la. Cabe ressaltar que quando uma coisa como essa é reproduzida e comprada não sou só eu o prejudicado, a nossa arte está sendo violentada e sucateada.

Atenciosamente,

Mestre Toni Vargas

O projeto Quadras e Corridos tem como objetivo fundamental homenagear o grande MESTRE BIMBAA CAPOEIRA REGIONAL. A partir da produção de um CD, da organização de um work shop  pretendemos mostrar aos jovens capoeiristas de forma sensível e bem fundamentada um pouco da “energia” de Seu Bimba – O GIGANTE NEGRO DA CAPOEIRA REGIONAL e sua criação e enorme contribuição para a história da Capoeira

 

Mais Informações:

Mestre Toni Vargas: http://www.mestretonivargas.com

Mestre Alexandre Batata: 916828588 – mestrebatata@gmail.com

Gravação ao vivo do CD

No Centro de treinamento da Capoeirarte, disco Mantra em Matosinhos Sábado, 24 de Abril 2010 – Início 22hs

Documentário de Carem Abreu: PAZ NO MUNDO CAMARÁ: a Capoeira Angola e a volta que o mundo dá MG

Ola amigos e colegas, com muita satisfação informamos que nosso curta documentario “PAZ NO MUNDO CAMARÁ: a Capoeira Angola e a volta que o mundo dá- Minas Gerais” iniciou sua “volta ao mundo” no circuito de mostras e festivais do Brasil.

Ele está sendo exibido hoje, quarta, dia 07/04, durante a programação da 1ª Mostra SESC de Cinema e Video Brasiliense.

Quem estiver em Brasilia poderá conferir o documentario às:

19h – Teatro Newton Rosi- SESC Ceilândia
20h – Teatro Silvio Babato- SESC Setor Comercial Sul
(Programação 1ª Mostra SESC de Cinema e Vídeo Brasiliense)

“PAZ NO MUNDO CAMARÁ: a Capoeira Angola e a volta que o mundo dá- MG” 15′, documentário, Minas Gerais

SINOPSE: A Capoeira Angola é mais do que uma série de movimentos, do que uma luta corporal. A luta da capoeira é mais social, mais histórica, mais cultural. Nesse curta metragem vários mestres angoleiros de Belo Horizonte (MG) resgatam a recente história da capoeiragem da cidade E mais: nos convidam para uma visita as danças afro e contemprânea, ao samba, ao congado, ao camdomblê e ao teatro. O que essas expressões culturais têm haver com Capoeira Angola? Veja nesse documentário que é muito mais do que uma forte vontade de valorizar toda a africanidade incrustada no jeito brasileiro de ser.

DIRETORA:CAREM ABREU
PRODUTOR:JOÃO VALADARES e JOSIANE BRAGA
PRODUTORA EXECUTIVA:CAREM ABREU

O documentario foi produzido pelos alunos capoeiristas da Oficina de Produção Audiovisual “Documentos de Si”.

“OFICINA DE PRODUÇÃO AUDIOVISUAL: DOCUMENTOS DE SI”: foram capacitados 15 angoleiros , de 14 a 35 anos, de diversas frentes de trabalho da ACESA em funções audiovisiais como roteiristas, produtores, assistente de direção, fotógrafos de cena (Still), cinegrafistas e editores. Como prática de estudo eles produziram o curta “PAZ NO MUNDO CAMARÁ: a Capoeira Angola e a volta que o mundo dá – Minas Gerais”, que compõe o documentário de 55 minutos acima mencionado. A Oficina de Produção Audiovisual “Documentos de Si” aconteceu na ATOS Central de Imagens e potencializou as atividades culturais e a utilização dos equipamentos audiovisuais do recém-inaugurado Ponto de Cultura Flor do Cascalho (Morro das Pedras), da ACESA. De setembro de 2008 a abril de 2009 eles tiveram aulas e realizaram seu primeiro curta sob o olhar de quem vivencia e pratica o tema abordado: a Capoeira Angola. Neste documentário locais como a Comunidade da Pedreira Prado Lopes, Alto Vera Cruz, Saudade, Morro da Cascalho, Bairro Nacional foram abordados sob a perspectiva cultural e social, ao contrário do viés denotativo da violência e do tráfico de drogas.

CORPO DOCENTE:
Narrativas Documentais –  ATHAIDES  BRAGA
Projeto DVD Paz: importância da pesquisa histórica na construção de um documentário – CAROLINE CÉSARI
Pesquisa histórica- DIMAS DE SOUZA
Roteiro documental-  CAREM ABREU
Direção de Produção-  MARY RODRIGUES
Fotografia e Prática Still – LUIZA VIANNA
TOM AMÂNCIO – Cinegrafista (handcam Sony)
Cinegrafista (camera HVX200- profissional) – LUCAS EMOREIRA
Edição –  CELSO LEMBI e LOURENÇO VELOSO

PROFISSIONAIS
Coordenador Técnico / Mestre de Capoeira – MESTRE JOÃO ANGOLEIRO
Produtora Executiva/Roteirista / Diretora – CAREM ABREU
Direção de Fotografia/ Cinegrafistas – LUCAS EMOREIRA e  DIOGO RAMOS
Produtor Belo Horizonte –  PEDRO VALADARES
Tecnica de Som – MILAGROS VAZQUEZ
Assistente de Coordenação / Assistente de Produção – MARILENE SANTOS

ALUNOS
Assistente de Direção –  FLAVIA SOARES
Coordenação de Produção –  JOSIANE BRAGA
Assistentes de Produção – SERGIO PEREIRA DE OLIVEIRA/ DAVIDSON FELIPE DOS SANTOS RIBEIRO
Roteiristas – CLEVES HENRIQUE DE ABREU SILVA / OTAVIO AUGUSTO CHAVES
Cinegrafistas – ANGELO AUGUSTO DE OLIVEIRA SANTOS/ CLAUDINEI SILVA SANTOS
Editores –  CARLOS RENATO /JOÃO ALVARO MORAES DE MELO
Still – JOSIANE BRAGA / JACK LUCAS MACHADO DINIZ / WARLEN MOTA  –

ENTREVISTADOS: 1-Mestre Rogério- Associação Cultural Angola Dobrada – ACAD – Santa Tereza; 2- Mestre Jurandir- Fundação Internacional de Capoeira Angola- FICA  – Bairro Bonfim; 3- Mestre Primo – Grupo Iúna  de Capoeira Angola – Bairro Saudade; 4- Mestre Leo – Grupo Meninos de Palmares  – Alto Vera Cruz; 5- Mestre Dunga – Grupo Senzala Eu Bahia – Praça Sete; 5-Mestre João –  Associação Cultural Eu Sou Angoleiro – Centro; 6- Treinél Ricardo Manaus – Flor Do Cascalho- Morro das Pedras; 7- Treinel Gino – Grupo ILÚ AIÊ – Bairro Nacional; 8- Contra Mestre Medonha  – Alto Vera Cruz; 9- Contra Mestre Renê – Grupo Camujerê – Parque Municipal; 10- Mestre Márcio Alexandre ( Dança Afro ) – Parque Municipal; 11- Junia Bertolino (Dançarina Afro) – Parque Municipal; 12- Marilene (Dança Afro) Parque Municipal; 13- Flavia Soares(Dançarina Afro) Parque Municipal; 14- Negoativo – Capoeirista e músico(Berimbrow) – Bairro Maria Goreti; 15- Mauricio Tizumba, ator interpretou Besouro de Mangangá – Praça de Santa Tereza; 16- Rui Moreira (Cia de Dança Será que) – Teatro Alterosa ; 17- Alexandre Partideiro (fez samba de roda com a capoeira) – Pedreira Prado Lopes; 18- Dona Elisa (velha guarda do samba de BH) Pedreira Prado Lopes; 19- Mestre Conga (Velha guarda do samba de BH) Pedreira Prado Lopes; 20- Candomblé de dona Efigenia – Floresta; 21- Congado – Reinado de dona Isabel – Bairro Concórdia

AGUARDEM: em agosto ESTREIA “PAZ NO MUNDO CAMARÁ: a Capoeira Angola e a volta que o mundo dá- BRASIL”

“PAZ NO MUNDO” EM NÚMEROS
Entre janeiro e março de 2009 realizamos as gravações do documentário em cinco estados: Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Salvador e Santo Amaro da Purificação (BA), Recife e  Olinda (PE) e Quilombo dos Palmares (Serra da Barriga- AL). Ao todo entrevistamos 25 mestres de capoeira angola (os mais expressivos/ importantes de cada estado);  18 mestres da cultura popular e ou agentes culturais; gravamos em 65 locações (12 BA, 25 RJ, 15 MG; 1 AL; 12 PE); Nossa equipe técnica contou com 30 profissionais e instruimos 23 alunos em nossas oficinas.


CAPOEIRA PARA ALÉM DO BESOURO

Mais do que a valorização dos golpes, da ênfase à luta, enfocada no filme “Besouro” o documentário “PAZ NO MUNDO CAMARÁ” propõe uma reflexão da capoeira para além do movimento corporal. O movimento da capoeira angola é um movimento de revolução pessoal e social. É uma luta, mas pela valorização de nossa ancestralidade, de nossas raízes e pela liberdade, realizadas nos terreiros da cultura popular em todo o Brasil.


O QUE É “PAZ NO MUNDO CAMARÁ: a Capoeira Angola e a volta que o mundo dá”

Nosso projeto consiste principalmente na produção de um documentário televisivo de 55 minutos sobre os 400 anos da Capoeira Angola no Brasil. Através de uma ampla pesquisa realizada nos estados do Rio de Janeiro, Bahia (Salvador e Recôncavo Baiano), Pernambuco (Recife e Olinda), Alagoas (Parque Nacional Quilombo dos Palmares – Serra da Barriga) e Minas Gerais, buscamos compreender como a Capoeira Angola conseguiu em menos de um século, transformar- se de uma luta praticada pela “escória social”, o primeiro crime terror dos republicanos oitocentistas, em um “instrumento de inclusão social e paz no mundo” – palavras do Ministro da Cultura Gilberto Gil, proferidas em conferência na ONU/Genebra em 2004.

O documentário televisivo “PAZ NO MUNDO CAMARÁ: a Capoeira Angola e a volta que o mundo dá”, foi idealizado pela ATOS Central de Imagens, em 2005 e desde 2007 vem sendo realizado em parceira com a Associação Cultural Eu Sou Angoleiro. Ele ficará pronto em 2010 e será veiculado no Canal Brasil, na TV América Latina (TAL), além de TVs abertas e fechadas exibidoras desse gênero, e em mais de 60 festivais e mostras de cinema no Brasil e no mundo. Serão produzidas 200 cópias desse produto cultural que poderá ser utilizado como um novo material didático, criado para subsidiar a implantação da Lei nº 10.639/03 em escolas de Minas Gerais, e também distribuído para imprensa, formadores de opinião, embaixadas e patrocinadores.

TODOS OS PRODUTOS CULTURAIS do projeto PAZ NO MUNDO CAMARÁ: a Capoeira Angola e a volta que o mundo dá”:
1- Revista “Angoleiro É o que Eu Sou!” – Edição 3;
2- reformulação do site www.eusounagoleiro. org.br/portal200 9;
3- Oficinas de Produção Audiovisual “Documentos de Si” e de “Animação e Contação de Histórias”;
4- Exposição fotográfica;
5- curta metragem 15 min: “ PAZ NO MUNDO CAMARÁ: a Capoeira Angola e a Volta que  o mundo dá- MG”;
6- documentário televiso, 55 min, “PAZ NO MUNDO CAMARÁ: a Capoeira Angola e a Volta que  o mundo dá”.

MinC quer TVs como forma de distribuir produção regional

O Secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SID/MinC), Américo Córdula, manifesta desconforto com a concentração de controle midiático por poucos grupos. Segundo ele, a mídia no País está na mão de “cinco famílias” que não colaboram na divulgação da cultura local.

No 1° Encontro Internacional da Diversidade Cultural em Salvador, ele manifestou preocupação com a política de concessões das TVs, dizendo que é um “problema para o qual o governo ainda não encontrou caminhos”. Apesar de ser a favor das cotas de exibição de filmes nacionais, afirma que o Ministério da Cultura, quando tentou adotar políticas semelhantes, encontrou pelo caminho a força dos lobbys dos grupos midiáticos.

Confira a entrevista de Córdula ao Terra:

“A principal reivindicação dos movimentos pela diversidade cultural é uma ruptura com a ideia de mercantilização da cultura, inclusive com a defesa da exibição de produções nacionais com cotas de telas. Como o senhor vê isso?
A questão das cotas de tela é importante para regulação. Se deixamos em aberto, ninguém se preocupa em mostrar a nossa produção. A cota é uma forma de regulação, de mostrar nossa produção. Quando a França começou esta discussão nos anos 1970 era justamente para evitar o que existe hoje, 95% das salas de cinema exibem a indústria norte-americana.

Isso não segue a lógica de mercado, a procura do público não seria esta?
Se você não tiver espaço para exibir a cultura nacional você vai consumir o que as “majors” (grandes corporações) querem para o mundo. O desastre é que esta produção não traz apenas entretenimento, mas também a cultura, a roupa, o relógio, os bens de consumo, e você acaba perdendo a identidade local. O que nós temos que fazer é equilibrar isso, por isso as cotas. Elas passam a ser importantes porque o mercado não tem o menor interesse ou preocupação em veicular o conteúdo nacional. A grande discussão é esta, quando vamos regular o conteúdo, a regionalização da produção, a questão das rádios e TVs comunitárias, as concessões do uso da TV, que é outro problema que o governo federal ainda não conseguiu apontar caminhos.

Qual seriam estes caminhos, na sua opinião?
Não adianta fazer um esforço na produção da cultura se o principal meio de divulgação da cultura são os meios de comunicação. Temos que trabalhar junto, estamos trabalhando na proteção das diversidades culturais mas a gente não tem o canal de divulgação da cultura. Não se trata de reserva, mas de abrir espaços para poder distribuir nossos conteúdos.

As pessoas querem consumir mais cultura brasileira, querem ver filmes nacionais, por exemplo?
Querem consumir, claro. Se você der espaço e mostrar e formar, as pessoas vão. Mas se não tem possibilidade de acesso. Por exemplo, temos dentro do Minc uma política para games brasileiros, porque você vê hoje todo jovem com seu joguinho, mas não tem jogos nacionais, então estamos fomentando. Não tem a escala que deveria ter, mas a partir do momento em que trouxermos os temas da cultura brasileira para os games, como a capoeira, que são tão excitantes quanto os blockbusters dos jogos…

E agora uma grande produção nacional sobre capoeira.
Exato, estamos lançando o Besouro, com a mesma tecnologia de Matrix e quetais. Quer dizer, temos condição de fazer, não precisamos consumir só de fora. Estamos de igual para igual. Com a democratização dos recursos podemos produzir em qualquer lugar do mundo. A Índia está aí de prova. Por que eles podem ter uma Bollywood e nós não?

Não é uma contradição o Brasil estabelecer cotas para games e produções enquanto luta por abertura para vender os seus produtos em outros mercados?
Não propomos ainda cotas, não há nenhuma ação. Estamos discutindo a democratização de conteúdos. Tentamos fazer isso no começo da gestão do Gilberto Gil, mas as cinco famílias que controlam a mídia conseguiram derrubar isso com seus lobbys. Não existe nada relacionado a cotas ainda. Eu acho importante para regulação, mas não há ainda nenhuma política de cotas em relação ao audiovisual.

O senhor falou que as concessões precisam ser revistas, mas como?
Precisamos dos meios de comunicação para chegar ao público e chegar ao público. Seria importante ter uma política de estímulo à produção local. Se você mora no Rio ou em São Paulo não vê uma produção do Amapá, do Pará. A gente precisa, de fato, saber em que medida podemos explorar isso. A discussão é esta, de que TV queremos ver. Dar a oportunidade de ver que estamos fazendo bons produtos que podem ser assimilados. Precisamos criar repertório, acabamos vendo mais do mesmo. Temos que ter esta preocupação. Ter uma indústria de animação. Temos muito filmes sem salas para que eles passem. Temos que criar uma forma de nos livrar de uns poucos grupos que controlam a produção e distribuição de cultura.

Se for o governo controlando, tudo bem?
Não, acho que se você colocar a mídia na mão de cinco, tá errado também. Você deixa de fora uma produção enorme. Mas também não podemos ficar à mercê dos grupos porque isso não funciona. Você está colocando produtos que trazem sempre um retorno financeiro para estes grupos e deixa de fora conteúdos.

Como fica a lógica de mercado?
A diversidade hoje é a palavra de ordem do momento. O refrigerante mais vendido do mundo ganha milhões se vendendo como a bebida da diversidade cultural. Ele se apropria de um conceito. Não é isso, diversidade cultural é consumir suas bebidas locais.

(O repórter viajou a convite da produção do 1° Encontro Internacional da Diversidade Cultural).

 

Fonte: http://diversao.terra.com.br/

Besouro estréia nesta sexta-feira 30-10-09 nos cinemas

Protagonizado por um herói negro do século passado e ambientado no universo da capoeira e do candomblé, Besouro chega sexta-feira aos cinemas disposto a derrubar vários preconceitos do público brasileiro de uma vez só. Centrado na história de Besouro Mangangá, tido como o maior capoeirista que o Brasil já conheceu, o longa-metragem de estreia do publicitário carioca (radicado em São Paulo) João Daniel Tikhomiroff desembarca no circuito respaldado por uma inédita e bem-sucedida de campanha na internet, que atraiu milhares de pessoas para um blog e um link no YouTube, repleto de vídeos de bastidores e trailers da produção. Empurrão essencial para uma produção de R$ 10 milhões, em parte consumidos em efeitos especiais que lembram as coreografias de filmes como O tigre e o dragão (2000), e protagonizado por um elenco de desconhecidos do grande público.

– A internet alçou o voo de Besouro. Foi uma ferramenta importantíssima para nossa comunicação, que continuará mesmo depois da estreia do filme – avisa o diretor de 59 anos, em entrevista ao Jornal do Brasil.

Em que momento a ideia de uma campanha virtual para o filme tomou forma?

Um pouco antes do início das filmagens, no segundo semestre de 2008, traçamos o plano de comunicação e percebemos que, por se tratar de uma produção repleta de peculiaridades, deveria ser compartilhada de alguma forma com o público. Foi então que nasceu a ideia de fazer um blog do filme, com registro de todas as etapas do processo. O diferencial do blog se deu com o seu formato. O conteúdo não era feito pelo diretor e equipe, mas por um jornalista que acompanhou as oito semanas de filmagem. Com o lançamento do blog, começamos a sentir a expectativa do público e, por isso mesmo, exploramos as redes sociais ao máximo. Criamos uma verdadeira legião de seguidores de Besouro, de tribos diversas: de amantes da capoeira a estudantes de cinema. Em 10 dias no ar, o trailer quebrou recorde de acesso de filmes nacionais. Sem contar as solicitações de estrangeiros perguntando sobre o seu lançamento no exterior. A internet alçou o voo de Besouro. Foi uma ferramenta importantíssima, que continuará mesmo depois da estreia do filme.

Não teme que a curiosidade gerada pela internet não se esgote nela mesma?

De forma alguma. Na semana passada tivemos um bom exemplo nesse sentido. Um site especializado em cinema promoveu uma pré-estreia do filme em São Paulo, seguida de debate. Segundo o diretor do site, foi a pré-estreia mais concorrida feita em cinco anos. E durante o debate, o próprio público fazia as perguntas. Várias pessoas chegavam ao microfone somente para fazer um agradecimento, queriam parabenizar a equipe por ter feito Besouro, um divisor de águas para o cinema. Esses agradecimentos eram emocionantes, houve gente que chorou. Outra pergunta recorrente tinha a ver com a continuação do filme. O que a internet fez com Besouro é algo que me impressiona. Fiquei emocionado.

‘Besouro’, que fala de um herói negro, tem no elenco atores desconhecidos do público. Isso pode ser um complicador, do ponto de vista mercadológico?

O filme pedia esses elementos. Trabalhar com não-atores foi uma opção, já que eu precisava no filme de capoeiristas de verdade. Seria infinitamente melhor encontrar professores de capoeira, como é o caso do protagonista, Ailton Carmo, e ensiná-lo a vivenciar o personagem do que trabalhar com um ator famoso e ensinar a esse profissional a arte da capoeira. Isso não daria a veracidade que gostaria de ver nas telas. Sobre a questão de a narrativa falar de um herói negro, do século passado, isso me encanta. O Brasil é um país plural em todos os sentidos, inclusive na raça. Por que não homenagear os negros, a capoeira no cinema? Explorei os negros de forma diferente, pelos aspectos da beleza nunca feito antes no cinema nacional.

‘Besouro’ tem capoeira jogada ao estilo da ação de ‘O tigre e o dragão’. As lutas foram coreografadas por um especialista estrangeiro. É uma forma de dar uma roupagem internacional a um filme brasileiro?

Como comentei antes, a capoeira seria o fio condutor da trama mas não o objeto principal dela. Precisava então que ela tivesse tanto elementos reais quanto toques de fantasia. Nada melhor do que trazer um especialista em cenas de ação para tornar possível esse desejo. Foi por isso que contatamos o chinês Huen Chiu Ku, o Dee Dee. Já havia visto algumas cenas de filmes sob o cuidado dele, como O tigre e o dragão, Kill Bill e O clã das adagas voadoras. Ele se incumbiu da missão de inserir cenas áreas ao universo da capoeira retratada em Besouro, o qual, segundo a lenda, é cercado de magia e misticismo. O resultado transmite realidade e emoção ao filme.

O filme mistura ação, romance e grandes doses de fantasia. Até que ponto ele é fiel ao livro que o originou?

O filme baseia-se em Feijoada no paraíso, do Marco Carvalho, mas não se prende a ele e nem aos personagens reais que fizeram parte da vida de Manoel Henrique Pereira, o Besouro. Trata-se de um filme sobre as lendas que cercam a época em que Besouro viveu, mas não é uma reconstituição histórica. É um filme de fantasia.

Muitos publicitários que fazem cinema trazem ‘vícios’ da publicidade. Isso é inevitável?

Diria que a publicidade me ajudou bastante na direção de Besouro. Justamente por ter passado 35 anos contando histórias em 30 segundos, aprendi o poder da síntese, tive oportunidade de experimentar recursos nos comerciais e trazê-los para o cinema. A publicidade me deu a maturidade para dirigir longas.

‘Besouro’ consumiu R$ 10 milhões e pelo menos uns quatro anos de sua vida. Pretende continuar fazendo filmes? Já tem algum novo projeto em vista?

Sim. Já tenho um próximo filme a caminho, estamos na fase de roteiro. O que posso adiantar é que não tem absolutamente nada a ver com Besouro. Será um romance satírico, contemporâneo, e que se passa no Sul do Brasil.

Pré-estréia de Besouro em São Paulo: Presença de Vários Mestres e personalidades da Capoeira

Pré-estréia de Besouro em São Paulo: Presença de Vários Mestres e personalidades da Capoeira

Fonte: http://jbonline.terra.com.br
Carlos Helí de Almeida, Jornal do Brasil – RJ

Pré-estréia de Besouro em São Paulo: Diretor e o atores na roda de capoeira

Pré-estréia de Besouro em São Paulo: Diretor e o atores na roda de capoeira

* Em breve matéria especial sobre a Pré-estréia do Filme em São Paulo, acompanhada por uma espetacular galeria de fotos!!!

Se quer ganhar ingressos para assistir ao Filme Besouro, visite o site de nosso Parceiro Oficial: RabodeArraia.Com

 

Fotos Roger Spock – www.rogerspock.com

Lançamento do Livro CAPOEIRA, IDENTIDADE E GÊNERO

Capoeira, identidade e gênero: ensaios sobre a história social da capoeira no Brasil trata do processo de (re)invenção e afirmação das identidades produzidas na dinâmica da cultura afro-brasileira, com especial atenção para a experiência histórica da capoeira e sua relação com diferentes contextos vivenciados na sociedade brasileira. O livro é composto por 9 ensaios, divididos em 3 partes temáticas distintas. Na primeira parte do livro, intitulada: Capoeira, história e identidade, a capoeira é situada na produção da historiografia brasileira, nos manuais didáticos de história, assim como no debate político-ideológico que definia a sua participação, como prática simbólica afro-brasileira, no “projeto” de formação da identidade nacional. Na segunda parte, Personagens da capoeira na literatura brasileira, narrativas literárias são analisadas como registros das diferentes experiências sócio-culturais dos capoeiras tanto na Bahia quanto no Pará, através da produção romanesca da literatura brasileira. A terceira e última parte do livro – Gênero, cultura e capoeiragem – trata da experiência de mulheres no universo da capoeiragem, problematizando as possibilidades de pesquisas mais aprofundadas sobre este tema que tem custado tão caro à historiografia da capoeira no Brasil. Nesta parte do livro, é também apresentada para o leitor uma outra possibilidade de leitura da capoeira, a partir do discurso imagético de Gabriel Ferreira, artista plástico baiano que tem se destacado pela mágica de seus pincéis, ao dar movimento ao jogo da capoeira sobre as telas de madeira e algodão.

A reunião destes ensaios, visa demonstrar a importância da história da capoeira para a compreensão da história do Brasil. Além disso, permite uma reflexão acerca dos procedimentos metodológicos, domínios temáticos e crítica à documentação que devem estar voltados para qualquer pesquisa que venha a ser feita sobre a capoeira. Politicamente, os recortes em torno da identidade nacional, educação, historiografia, literatura, gênero e arte visam permitir ao leitor, de qualquer nível de formação e interesse, compreender o alcance da prática da capoeira na sociedade brasileira.


Retirar a capoeira de certo nicho, reduto marcado pelo exotismo, pela “folclorização” (com todo respeito pelos trabalhos de folclore) e de um campo mitológico empolgante, mas igualmente isolado e estigmatizado, para incorporá-la às questões maiores da formação da nacionalidade, da educação, da construção da identidade nacional. Assim, (…) a capoeira finalmente se torna parte integrante da história do país, da sua face, da sua gênese, faceta antes percebida, mas nunca explicitada.

Do prefácio de Carlos Eugênio Líbano Soares – Universidade Federal da Bahia

 

Lançamento!

Augusto Leal /Josivaldo Oliveira
ISBN 978-85-232-0585-0
Editora EDUFBA – 2009
200 p. Com ilustrações

 

O quê: Lançamento do livro Capoeira, identidade e gênero: ensaios sobre a história social da capoeira no Brasil, escrito por Luiz Augusto Pinheiro Leal e Josivaldo Pires de Oliveira.
Quando: 23 de outubro, sexta-feira.
Onde: Auditório da Casa da Linguagem – Avenida Nazaré, próximo à Praça da República.
Horário: 18:30 horas
Mais: Exclusivamente neste dia o livro terá o preço promocional de R$ 25,00.

Editais do MinC: Seleções Públicas

Seleções Públicas
Confira os Editais do MinC que encerram os prazos para inscrições neste mês de agosto

 

O Ministério da Cultura e suas instituições vinculadas apoiam, por meio de editais de seleção pública, projetos e iniciativas culturais. Até o final deste mês de agosto estão abertas as inscrições para diversos processos seletivos. Confira os concursos e premiações, conforme o segmento cultural:

Diversidade Cultural

  • Prêmio Cultural Loucos pela Diversidade – Edição Austregésilo Carrano – Voltado para destacar iniciativas que relacionam Cultura à Saúde Mental. Inscrições prorrogadas até 27 de agosto. Saiba mais.
  • Prêmio Culturas Populares 2009 – Mestra Dona Izabel – Premia a atuação exemplar de mestres e de grupos/comunidades praticantes de expressões da cultura popular brasileira em duas categorias: Mestres e Mestras dos Saberes e Fazeres; e Grupos e Comunidades Tradicionais. Inscrições até 28 de agosto. Saiba mais.

Artes Integradas

  • Microprojetos Mais Cultura Minas Gerais – Tem como finalidade fomentar e incentivar artistas, grupos artísticos independentes e pequenos produtores culturais por meio de financiamento não reembolsável de microprojetos culturais na região do semiárido brasileiro. Inscrições até o dia 7. Saiba mais.
  • Prêmio Funarte Artes Cênicas na Rua 2009 – A Funarte, em parceria com o Instituto Cultural Sérgio Magnani, viabiliza projetos de grupos, companhias, trupes e artistas independentes que busquem, em apresentações de rua, um novo significado para o espaço público.  Inscrições até 7 de agosto. Saiba mais.
  • Bolsa Funarte de Produção Crítica sobre Conteúdos Artísticos em Mídias Digitais /Internet – Cria condições materiais para que pesquisadores, teóricos, artistas e estudantes possam se dedicar à produção de conhecimento crítico sobre a atual arte brasileira e sua relação com as tecnologias digitais. Inscrições até 13 de agosto. Saiba mais.
  • Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural – Apoio financeiro para custeio de transporte para viagens em novembro. Inscrições até o dia 31. Saiba mais.

Audiovisual

  • DOCTV América Latina – Visa estimular e fortalecer o intercâmbio cultural e econômico entre os povos latino-americanos, implantar políticas públicas integradas de fomento à produção e teledifusão de documentários nos países da região e difundir a produção cultural desses países no mercado mundial. Inscrições até 7 de agosto. Saiba mais.
  • 2º Edital de Co-produção Brasil-Galícia – ANCINE – Concede apoio financeiro a um projeto de produção de obra cinematográfica independente de longa-metragem, no gênero ficção e/ou animação, cujas filmagens não tenham sido iniciadas. O projeto deve ser realizado conjuntamente por empresa produtora brasileira e empresa produtora galega, sendo possível a participação de um coprodutor de um terceiro país que não o Brasil ou a Espanha. Inscrições até 17 de agosto. Saiba mais.

Educação e Cidadania

  • Prêmio Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura 2009 – Oferece a artistas de diversos segmentos a possibilidade de desenvolver projetos integrados a ações de Pontos de Cultura de todo o país. Inscrições até o dia 13. Saiba mais.
  • Edital de Seleção para Pontos de Cultura do Estado de São Paulo – Concessão de apoio na forma de prêmio, por meio de repasse de recursos financeiros do Programa Mais Cultura – Pontos de Cultura, para projetos culturais que desenvolvam ações continuadas em pelo menos uma das áreas de Culturas Populares, Grupos Étnico-Culturais, Patrimônio Material, Audiovisual e Radiodifusão, Culturas Digitais, Gestão e Formação Cultural, Pensamento e Memória, Expressões Artísticas, e/ou Ações Transversais. Inscrição até 24 de agosto. Saiba mais.
  • Edital de Seleção para Pontos de Cultura de Curitiba – Apoio projetos de instituições da sociedade civil sem fins lucrativos, de caráter cultural ou com histórico de atividades culturais, cujo trabalho contribua para a inclusão social e a construção da cidadania. Inscrições até o dia 28. Saiba mais.
  • Bolsa Agente Escola Viva 2009 – Iniciativa para apoiar projetos pedagógicos que integrem Cultura e Educação e visem contribuir para um sistema de ensino com melhor qualidade. Inscrições até 28 de agosto. Saiba mais.

Literatura

  • Bolsa Funarte de Criação Literária – Objetiva fomentar a produção de textos literários inéditos nos gêneros lírico e narrativo. Serão contemplados 10 autores brasileiros, dois de cada região do país. Inscrições até 13 de agosto. Saiba mais.

(Comunicação Social/MinC)

Comunicação SID/MinC

Telefone: (61) 3316-2129

E-mail: identidadecultural@cultura.gov.br

Site: http://www.cultura.gov.br/site/categoria/politicas/identidade-e-diversidade/

Blog: http://blogs.cultura.gov.br/diversidade_cultural/

CINEMA COMO INSTRUMENTO DE INCLUSÃO SOCIAL

NESTA SEMANA CAPOEIRISTAS DE BH ESTÃO GRAVANDO DOCUMENTÁRIO SOBRE A HISTÓRIA DA CAPOEIRA ANGOLA EM MG

Até domingo, dia 01 de março, 14 jovens capoeiristas da Associação Cultural Eu Sou Angoleiro (Acesa – Mestre João), oriundos de diversas vilas, favelas de BH e região metropolitana, estarão vivenciando uma nova perspectiva de atuação e capacitação em suas vidas: o cotidiano dos SETs de gravação do mundo audiovisual. É a etapa de GRAVAÇÃO da Oficina de Produção Audiovisual “Documentos de Si”, integrante do projeto “PAZ NO MUNDO CAMARÁ: a Capoeira Angola e a volta que o mundo dá”, da ACESA.

Idealizada e realizada pela ATOS Central de Imagens, a Oficina “Documentos de Si”  tem como objetivo propiciar a participação dos alunos no processo de gravação de um curta-metragem de 15 minutos. O curta é integrante do documentário televisivo “PAZ NO MUNDO CAMARÁ: a Capoeira Angola e a volta que o mundo dá”. Este filme recebeu em 2008 o prêmio Capoeira Viva (do MINC, um dos 6 projetos de MG contemplados) e obteve financiamento do Fundo Estadual de Cultura de MG. O objetivo primordial do projeto é realizar uma pesquisa aprofundada na Bahia, Rio de Janeiro, Pernambuco e Minas Gerais, sobre a história da Capoeira Angola no Brasil e sua utilização como instrumento de inclusão social e paz no mundo. O resultado dessa pesquisa será um documentário de 55min, que já tem exibição garantida no Canal Brasil e na TV América Latina, a realização da Oficina “Documentos de Si”, uma edição da Revista “Angoleiro é o que eu Sou” e a formatação do site www.eusouangoleiro.org.br

 

em portal.  Outro objetivo do projeto é, através da Oficina, potencializar as atividades culturais e a utilização dos equipamentos audiovisuais do recém inaugurado Ponto de Cultura Flor do Cascalho (Morro das Pedras), da ACESA, através da capacitação dos angoleiros para o mundo audiovisual.

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Os alunos da Oficina de Produção Audiovisual possuem entre 14 a 30 anos e nunca tiveram experiências anteriores na área. Eles estão entrando no mundo do cinema para conhecer de perto a linguagem audiovisual e realizarem seu primeiro documentário. Por isso, desde outubro de 2008 estão aprendendo, com a orientação de profissionais que atuam no mercado audiovisual em BH, sobre roteiro, produção, direção, fotografia e tudo que é necessário teoricamente para se produzir um documentário. Nesta semana eles saíram da teoria e já colocaram as mãos na massa. Desde o último dia oito, os jovens estão gravando a etapa de MG do documentário global, sob o olhar de quem vivencia e pratica o tema abordado: a Capoeira Angola. As gravações já aconteceram em diversos pontos de Belo Horizonte, como a Comunidade da Pedreira Prado Lopes, na Sede do Grupo Meninos de Palmares, no Alto Vera Cruz e no Parque Municipal.

FINANCIAMENTO E PARCERIAS

FUNDO ESTATUAL DE CULTURA MG, BDMG, SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA, PRÊMIO CAPOEIRA VIVA 2008, FUNDAÇÃO GREGÓRIO DE MATOS, PETROBRÁS, CENTRO CULTURAL UFMG, CANAL BRASIL, TV AMÉRICA LATINA.

REALIZAÇÃO

ACESA- ASSOCIAÇÃO CULTURAL EU SOU ANGOLEIRO – Mestre João Angoleiro

ATOS Central de Imagens