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Nota de Falecimento: Mestre Nacional

A capoeiragem carioca perde mais um grande mestre de renome… Mestre Nacional, um ícone da Capoeira, irá deixar saudades, muitas marcas e exemplos para que possamos seguir… Fica aqui nossa singela homenagem asssim como nossos votos de profundo pesar a toda família Alvarenga, amigos e camaradas do nosso querido Mestre Nacioanal.

Luciano Milani – Portal Capoeira

 

Adalberto de Souza Alvarenga, internacionalmente conhecido como Mestre Nacional, começou a capoeira em 1966 aos 17 anos de idade, no Vila Futebol Clube, na rua Ururaí, com Mestre Vandique e na quadra de escola de samba Vila Santa Tereza e em 1968 foi servir ao Exército Brasileiro, compondo assim, a brigada paraquedista.

Após retorno de mestre Vandique a bahia, mestre Nacional passa a treinar na residência de mestre Julio Cesar figueró, na rua Picuí, n 373, em bento ribeiro, com os treinos constantes no Imperial Atlético Clube, na estrada da Portela em Madureira, hoje galeria apolo 1, passa a dilvulgar a sua capoeira por todo Rio de Janeiro e outros estados fazendo participação em varias novelas da Rede Globo, tais como: Cabana do Pai Thomaz, Escrava Isaura, Pulo do Gato, dentre muitas outras.

Ficou conhecido como mestre Nacional em virtude de percorrer as rodas com a camisa do Banco Nacional, local onde trabalhou na area de segurança, com transporte de valores, por muitos anos e na roda da Central do Brasil os alunos do mestre Dentinho do grupo de Capoeira Auê assim o chamavam.

Ganhou seu título de mestre na década de setenta na comunidade Jorge Turco, após uma roda de capoeira na praça de Coelho Neto, foi convidado por Antonio Candeia Filho, o conhecido mestre Candeia, em 1975 a ministrar aulas de capoeira no Esporte Clube Veja na rua Curipé, n 65, em Coelho Neto sede provisória do Granes Quilombo, onde residia atualmente na rua ouseleik, n 810 fazenda botafogo e por onde passaram varios alunos.

Mestre de renome, teve grandes composições que estão no cd “Momentos de Mestre Nacional”, amigo inseparavel de mestre Medeiros, juntos fundaram a Associação Cultural de Capoeira Quilombo Nagô que mantem viva suas tradições na quadra do Grêmio Recreativo de Arte Negra Quilombo, local da roda mensal, sempre no último domingo de cada mês, das 10:00hs as 13:00hs.

Grande poeta da capoeira sabia como ensinar, “cada roda é uma aula e a história continua ” , exemplo de perseverança, na roda da vida nunca deu seu golpe em vão…

Mestre Nacional RJ – 26 / 04 / 1949 a 23 / 06 / 2011

 

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“O RIO DE JANEIRO CHORA..E A TRISTEZA E GERAL
SE FOI E DEIXOU SAUDADES NOSSO MESTRE NACIONAL.”

QUE DEUS O TENHA EM GLORIAS!!!
QUE OS BERIMBAUS TOQUEM NO PARAISO.

…subiu mais um grande guerreiro..
na terra por todos querido!

 

Fontes: R@da Virtual – http://www.cppa.com.br/

A espinha dorsal do samba

A quadra da Estácio de Sá está vestida de chita, tema do enredo deste ano. O look florido e colorido casa muito bem com o clima do evento daquela tarde: o Encontro de Galerias da Associação de Velhas Guardas de Escolas de Samba do Rio de Janeiro. São 13h e a área ainda está vazia. Os anfitriões, membros da velha guarda da Estácio, já estão por ali, devidamente uniformizados – as mulheres de vestido vermelho e chapéu branco, os homens de camisa social vermelha e calça branca. Movimento intenso só na cozinha, onde, desde o dia anterior, o almoço para cerca de 800 pessoas é preparado: arroz de carreteiro, farofa e ovo cozido, mais romeu e julieta de sobremesa.

Poucas horas depois, o espaço está totalmente tomado de personagens de cabelos brancos. Praticamente todo domingo esse ritual se repete em alguma quadra de escola de samba do estado. A exceção desta terça-feira se dá por conta do feriado de São Sebastião, padroeiro da cidade e da Estácio de Sá. A comida é por conta da casa, mas os convidados também trazem salgadinhos de reforço em tupperwares para o longo dia que vai se seguir. A venda de bebidas também fica a cargo da escola anfitriã, mas a organização da festa em si é feita em todos os detalhes pelos coordenadores da associação. Não é trabalho simples: são 72 grupos participantes, dentre escolas de todas as “divisões”, blocos tradicionais e grupos carnavalescos.

Na associação, que completou 25 anos em 2008, não existe divisão por nota, tradição ou gênero musical. Os associados são a parcela das comunidades que tem mais experiência de vida. Não à toa, as atividades vão além do binômio samba & carnaval. Há palestras sobre doenças geriátricas, bingo, obras… a programação é intensa.

Ali, classificar a turma como da “melhor idade” não é só apelar para o linguajar politicamente correto de hoje. A julgar pela disposição dos senhores e senhoras que começam a chegar para o encontro de galerias elegantérrimos dentro de seus uniformes, se aquela não é a fase mais animada de suas vidas, provavelmente não deixa a dever aos tempos de mocidade. As mesas enormes reservadas a cada agremiação vão sendo ocupadas e o povo trata de comer e beber antes de a cerimônia começar.

E, claro, de se cumprimentar – todos se conhecem, se festejam, independente da escola que defendam.

Não sou a única “forasteira” por ali. A festa é aberta, mas reservada. É gratuita e sem controle na porta, mas é nítido que todos sabem quem é quem. Estou acompanhada de um grupo que se autointitula Guardiões da Memória e é composto por alunos e professores do Colégio Estadual Professor Sousa de Silveira, em Quintino, e do Programa de Reflexões e Debates para a Consciência Negra. Há anos eles frequentam a festa para registrá-la em um documentário. As dificuldades para o filme sair não são poucas, mas ele está ficando pronto e deve ser lançado no dia 17 de fevereiro, às vésperas do carnaval, no Sesc-Madureira. Independente disso, vê-se de cara que todos estão ali por prazer, totalmente integrados à festa e a seus personagens.

Enquanto os grupos vão chegando, com algum atraso por conta da procissão de São Sebastião que se espalha pelas ruas próximas, George, Renata, Albérico e Daiana, da equipe do filme, se organizam para registrar o que falta e me ajudar a produzir imagens para este texto. Em busca de entrevistas junto com Cristiane e Rosana, da equipe de pesquisa, ouço de um senhor da Velha Guarda da Estácio: “Aqui tem hierarquia, é um sistema presidencialista! Podemos falar, mas é sempre bom ouvir o presidente antes”. Se referia ao presidente da associação, que ainda não tinha chegado. Fomos então entrevistar a integrante mais velha do grupo da escola, Waldice Rodrigues de Souza. Ela foi a primeira a falar de algo que se tornaria recorrente nas entrevistas seguintes: a longa história dentro da escola. No caso, dos 72 anos daquela senhora, já eram 61 de Estácio de Sá. “Tinha 11 anos quando saí de baiana pela primeira vez. Naquele tempo diziam que só criança batizada podia sair. Aí minha avó resolveu a questão: me batizou no sábado de carnaval e eu desfilei no domingo”. E ainda dizem que carnaval é uma festa profana…

Tentando descrever a cerimônia indescritível

No carnaval das velhas guardas, a fé tem lugar de destaque. A cerimônia começa com os anfitriões de mãos dadas rezando Ave Maria. Muitas vezes, acaba com a mesma oração, entoada pela quadra inteira (não cheguei a ver isso, mas a equipe do filme falou que é de arrepiar). A reverência e o respeito seguem dando o tom. Muitos senhores e senhoras usam faixas douradas cruzadas no peito, como as de campeões do futebol, com alguma homenagem: Musa 2008, Mãe do ano, Avô do ano… O presidente da velha guarda anfitriã – no caso da Estácio, uma senhora – se posiciona na frente do palco e vai recebendo as galerias, formadas pelos componentes de cada grupo. Eles desfilam da entrada da quadra até o outro extremo. Na dianteira, a porta-bandeira “sênior” da escola. O desfile pode ser com o samba-enredo deste carnaval, o hino ou alguma canção marcante da escola.

Ao fim do percurso, a porta-bandeira cumprimenta o anfitrião e entrega a bandeira para ele colocar num porta-estandarte. É uma bela demonstração simbólica do espírito de união do grupo. Tudo é acompanhado de perto por Jorge Ferreira, coordenador de eventos da associação, que cruza a quadra trocentas vezes, dá o ritmo dos desfiles e não se furta a dar broncas aos berros quando necessário. Sem ele, dá a impressão que a coisa não funcionaria tão bem. Enquanto um grupo tem seus 20 segundos de glória, as outras galerias esperam pacientemente – àquela altura, com guarda-chuvas abertos para se protegerem do aguaceiro – na parte externa da quadra.

Há momentos emocionantes. Membros de determinadas escolas entram em silêncio, apenas andando, com o chapéu à altura do peito: sinal de que algum de seus integrantes morreu há pouco tempo. Com ou sem música, todos os participantes param no circuito para cumprimentar a alto clero da Associação, que se senta bem ao meio do caminho.

Antes de chegar ao “trono” para ser reverenciado, o presidente da Associação, Ed Miranda Rosa, de 92 anos, faz algo que há tempos não se via, por conta da idade: desfila junto com os outros membros da Mangueira. Numa elegância de dar gosto.


“Se a gente fica em casa o reumatismo ataca”

Esta frase divertida, dita às gargalhadas por Manoel Bustilho, 74 anos, resume em tom de galhofa a motivação dos senhores e senhoras presentes. Como a senhora da Estácio, ele começou na sua Vila Isabel ainda na infância e já desempenhou diversos papéis por lá. Como vários outros, veio a mim já com a apresentação completa na ponta de língua: “Tenho 74 anos, fui presidente da velha guarda da Vila por dez anos e sou diretor de patrimônio da associação. Hoje tenho um dever: ir em todas as festas”. Taí um homem que cumpre sua missão à risca.

Enquanto ele fala, várias galerias passam e têm tratamento igual, de escolas consagradas até os Filhos de Gandhi, passando por convidados especiais: os Baluartes do Estado de São Paulo. Depois da última, todas as bandeiras estão juntas na frente do palco. É a hora de as portas-bandeiras entrarem em ação novamente, pegando seus respectivos mantos e se reunindo mais uma vez no outro extremo da quadra, desta vez para entrar junto com todas as outras, como numa ala. À frente, a porta-bandeira da associação rodopia sendo cortejada por um mestre-sala que logo reconheço: é Manoel Bustilho, dando um show na pista. A trilha sonora é o hino de todas as velhas guardas, composto por Dicró:

“Sou velha guarda,
provei ao mundo inteiro que sou bamba
sou velha guarda, a espinha dorsal do samba
(…)
a velha guarda é o samba em pessoa
até minha casa já serviu de barracão
e essa juventude que começa a desfilar
será a velha guarda de amanhã”

A esta altura, a equipe do filme canta e dança tão empolgada quanto os mais velhos. A “juventude que começa a desfilar” também marca presença no programa-família – muitos filhos e netos, crianças sobretudo, sambam sem parar. Como seus avós no passado, eles já fazem parte da estrutura das escolas. Alguns vestem uniformes mirins.

Tão impressionante quanto a festa em si é o fato de que ela acontece todo domingo. Não seria nada demais, se no sábado à noite não houvesse o tradicional samba na sede da associação, na Piedade. É lá que os senhores mostram suas composições inéditas e cantam aquelas que vivem só em suas memórias. Membro da equipe do filme, Tiago de Aragão, que mora no Rio há cerca de um ano (e não é meu parente), diz: “Fui a muita roda de samba aqui no Rio, mas a da associação foi de longe a melhor”.

Quem sou eu para duvidar… Já exausta diante de tanta animação, vou concluindo que disposição não tem nada a ver com idade… Carla Lopes, coordenadora do projeto Guardiões da Memória, olha para mim solidária e diz: “É assim mesmo, em geral a gente vai embora e eles continuam nos bares em volta da quadra”. Não deu outra. Quando saí, mesmo na chuva, avistei uma turma animada, ninguém com menos de 60 anos, tomando cerveja num boteco com mesas na calçada e cantando na maior alegria.

Com aquela cena final na cabeça – que para mim ficou marcada como um dos retratos mais simples de fecilidade – parti refletindo sobre a complexidade do carnaval carioca. Sem alarde nem holofotes, aqueles senhores reforçam a cada semana o melhor espírito carnavalesco. Enquanto para muita gente as escolas de samba se resumem hoje a ostentação, contravenção e disputas milionárias, aquela festa, apenas uma das que acontecem ao longo do ano, comprova que há muita coisa bonita e genuína por trás da tradição que se mantém.

Fonte: http://www.overmundo.com.br/overblog/a-espinha-dorsal-do-samba

ES: CAPOEIRA NO INTERIOR

Os Projetos “Brother’s Day” de Streetball e “Ginga Brasil” de capoeira movimentaram toda a manhã e início da tarde de sábado no município de Jerônimo Monteiro, no sul do Espírito Santo. Duas turmas de esportistas da ‘Capital Secreta’, capitaneados pelo juiz da Vara dos Feitos da Fazenda de Cachoeiro de Itapemirim, Robson Louzada, que há alguns anos abraçou a causa e anda divulgando as modalidades em todo sul do estado do ES foram até o município.

A Praça da Bíblia, mais conhecida como Praça do Banestes foi o palco para os atletas. Para o “Basquete de Rua” (definição em português para o Streetball) foi montada uma quadra móvel medindo 12 por 24 metros com dois tablados onde as feras do esporte realizaram enterradas e passes radicais, sempre com o objetivo principal de encestar mais bolas e assim vencer o jogo.

O evento foi promovido pela Prefeitura de Jerônimo Monteiro, através da Secretaria de Educação, Esporte e Lazer. De acordo com o Prefeito Francisco Rosseto, a intenção é promover cada dia mais lazer para a população jeromense. “Queremos envolver os jovens nas competições esportivas e incentivá-los a praticar esportes, assim teremos cidadãos mais saudáveis e quem sabe até em pouco tempo estaremos descobrindo talentos, esportistas em nosso município que podem despontar no cenário nacional”, finalizou Francisco.

Estiveram na quadra quatro equipes com quatro jogadores cada, disputando os troféus, sendo que duas equipes foram de Cachoeiro e as outras duas da cidade de Jerônimo Monteiro mesmo. As disputas foram entre duas categorias: adolescentes, com jogadores de até 17 anos e adultos, com idades acima dos 18 anos. Como em toda partida de Streetball, o evento foi animado pelo som do hip hop.

Paralelamente ao basquete, outra turma fez apresentações de capoeira, que é uma expressão cultural afro-brasileira que mistura luta, dança e cultura popular. Um tipo de arte marcial desenvolvida no Brasil por escravos africanos e seus descendentes, caracterizada por golpes e movimentos ágeis e complexos, utilizando os pés, as mãos, a cabeça, os joelhos, cotovelos, elementos ginástico-acrobáticos, sempre acompanhada de música.

As crianças que passaram por lá participaram de oficinas ministradas pelos voluntários dos dois projetos. Uma forma de incentivar o esporte, principalmente nestas duas modalidades, pelo interior do estado, de maneira descontraída.
 
Fonte: http://www.folhaes.com.br/

Raízes do Brasil promove Semana Cultural Brasil/Venezuela

O grupo de capoeira Raízes do Brasil deu início neste domingo, 24, a Semana Cultural Brasil/Venezuela. A solenidade de abertura ocorreu no Espaço Multicultural do SESC, Centro.

Durante toda semana cerca de 100 integrantes do grupo e mais 25 capoeiristas da Venezuela, vão participar de diversas atividades envolvendo a cultura afro-brasileira.
A solenidade de abertura, realizada ontem, contou com a presença do coral do SESC e a da cantora Kárissi Blós, que cantou o Hino Nacional.

O organizador do evento, Dagoberto Luis, o Caimbé, informou que durante toda semana os capoeiristas vão participar de oficinas e aulas de capoeira. As oficinas acontecerão a partir das 16 horas no Espaço Multiuso do SESC. Já as aulas de capoeira ocorrerão das 19 às 21 horas na quadra de esportes da escola Monteiro Lobato.

No último dia do evento, 29 de agosto, os organizadores do evento estão programando um grande festival de capoeira aberto ao público, na quadra da escola Monteiro Lobato. Caimbé explicou que neste festival serão feitas apresentações de músicas, rodas de capoeira e apresentação da dança do fogo.

Para realizar o evento, os capoeiristas contam com o apoio do Governo do Estado, Setrabes, SESC, Adivir, Porto Tur, Rede Tropical, Dry Car e Jacaré Auto Peças.

Parnaíba: Participação de capoeirista renomados no Festival Arte Brasil

A Fundação Arte Brasil Capoeira iniciou nesta quinta-feira, 05, o I Festival de Capoeira Arte Brasil, segundo o coordenador do grupo em Parnaíba, Nataniel Ribeiro Santos (Contra-Mestre Montanha), o evento está sendo um sucesso tanto de público quanto pela presença dos mestres convidados e capoeirista de vários estados do norte e nordeste do país.

O criador da capoterapia, Mestre Gilvan, ministrou aulões de capoterapia para a terceira idade durante todo o dia, o presidente da Fundação Arte Brasil, Mestre Pedro, deve chegar à Parnaíba no sábado para particpar do evento de encerramento do festival, já o angoleiro do estado da Bahia, Mestre Jogo de Dentro, iniciou na noite desta quinta-feira o curso de capoeira angola.

O I Festival de Capoeira Arte Brasil encerrará no sábado, 07, com batizado e a troca de cordas na quadra do Sesc Beira-Rio. Na ocasião será lançada, também, a campanha: Capoeira que Tem Sangue na Veia. O festival de capoeira está sendo transmitido em tempo real pela internet, através do endereço – http://www.artebrasilcapoeira.net/

Fonte: http://www.tvcanal13.com.br

Francisco Brandão E-mail: rastajunior@hotmail.com

São Paulo: VIRADA CULTURAL e 24 Horas de Capoeira

VIRADA CULTURAL

26 e 27 DE ABRIL/2008

Senhores Organizadores:

A Virada Cultural acontecerá no Largo do Paissandu (em frente à Igreja Nossa Senhora do Rosário) nos dias 26 e 27 de abril, com início ás 18horas do sábado.

Ficou determinado que todos os organizadores participarão das 24 horas de capoeira em tempo integral. A Chegada ao Camisa será ás 11hs do sábado. Algumas funções já estão previamente definidas e outras serão passadas na quadra do Camisa.

Os Mestres serão recepcionados ás 12h do sábado na quadra da Escola Camisa Verde e Branco, na Rua Jamis Holland, nº.633. (ao lado do supermercado Wall Mart). Será servido almoço para os Mestres Homenageados e para a organização da Virada Cultural. Para os demais será cobrado convite de R$10,00.

Os mestres serão recepcionados e conduzidos na quadra do Camisa pelos Mestres: Adelmo, Nei e Luana.

Os mestres: Aberre, Paulo e Padinha deverão estar no largo do Paissandu para averiguar as instalações, (palco, som, cadeiras, etc.) e orientar os seguranças para evitar o assédio aos Mestres em sua chegada.

Teremos dois oradores para apresentar os Mestres na Camisa Verde e Branco e no largo do Paissandu: Mestre Mane e Nei.

Mestra Mara e Profa.Renata ficarão responsáveis para orientar os grupos no local.

Na rodas abertas todos os organizadores devem estar obrigatoriamente presentes.

Após o almoço, pontualmente ás 17h, um ônibus conduzirá os Mestres para o Largo Paissandu e aguardará até o final da roda de abertura dos Mestres, para aqueles que quiserem retornar a quadra da escola. Lembrando que no domingo, os Mestres deverão comparecer para o fechamento da Virada Cultural ás 15h30, no mesmo local.

O valor do transporte ainda está sendo definido, mas ficou decidido na última reunião que os organizadores se responsabilizariam pelo valor do custo do ônibus.

Para os grupos que irão se apresentar, deverão entrar em contato o mais rápido possível com o Mestre Baiano e passar o número de pessoas do grupo, a placa e o tipo de carro que irá conduzir o grupo ao centro da cidade. O mesmo deverá deixar o grupo, sair do local e retornar no final da apresentação para pegá-los. (Segue abaixo o horário das apresentações).

A Galeria Olido disponibilizara salas para troca de roupas, etc.

Todos os grupos que irão se apresentar deveram levar seus instrumentos (exceto atabaque, que estará disponível no local) e devem estar no local no máximo 15 minutos antes dos seus respectivos horários e com seus instrumentos afinados.

O acesso ao centro da cidade será restrito e as ruas estarão interditadas, mas o metrô funcionará 24hs.

Aguardamos a todos, para uma bonita festa e qualquer dúvida entrar em contato através de e-mail.

Segue abaixo o horário das apresentações dos grupos:

Horários:

ü 18h – Roda de Abertura “Velha Guarda da Capoeira”

ü 20h – Adelmo

ü 21h – Jibóia

ü 22h – Nanico

ü 23h – Cavaco

ü 24h – Roda Aberta – Organizadores

ü 1h – Mané

ü 2h – Magrão

ü 3h – Zambi

ü 4h – Gugu

ü 5h – Paulão

ü 6h – Pingüim

ü 7h – Baiano

ü 8h – Biné

ü 9h – Maurão

ü 10h – Organizadores

ü 11h – Catitú

ü 12h – Dinho Nascimento

ü 13h – Roda aberta Feminina

ü 14h – Ney

ü 15h – Roda Aberta – Organizadores

ü 16h – Roda de fechamento “Velha Guarda da Capoeira”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Centro Ideário promove “Roda das Rosas”

 

No dia 15 de março o Centro Ideário de Capoeira presta uma homenagem especial às capoeiristas. Realizado pelo Centro Ideário de Capoeira, sob a coordenação de Mestre Zulu, o evento “A Roda das Rosas” é uma atividade educativa, cultural e esportiva de valorização da Mulher.

Antes da Roda Aberta e das Roda das Rosas haverá um debate sobre o papel da mulher e apresentações artísticas. Confira a programação

Roda das Rosas

09:30h às 10:45h – Debate

 

Olhares sobre a mulher

“A mulher sob a perspectiva da Bíblia” – Pastor Cícero Fernandes Muniz

“A mulher sob a perspectiva de uma mulher” – Professora Elenice Dias de Sousa

“A mulher sob a perspectiva da cidadania” – Dr. Luiz Renato Vieira, sociólogo e mestre do grupo Beribazu

“A mulher sob a perspectiva da Biologia” – Fisioterapeuta Kelly Monteiro de Araújo

Número Musical com Rebeca Lemos Rosa Pinto

10:45h às 12:00 h – Roda Aberta de Capoeira e Roda das Rosas

Serviço: O evento será na quadra coberta da Igreja Cristã Evangélica, na Quadra 10 Área Especial 1, Sobradinho, Distrito Federal. Informações com Mestre Zulu, no e-mail zuluideario@brturbo.com.br.

 

Mano Lima – Redação Portal Capoeira

Natal: SME realiza Festival de Capoeira

Prefeitura de Natal
Secretaria Municipal de Educação (SME) inicia no próximo sábado (27), com a realização de um Festival de Capoeira, os preparativos para os Jogos Escolares Municipais (JEM’s) 2006, previstos para o mês de setembro.
 
De acordo com o diretor do Setor de Cultura e Desporto, José Maxwell, as escolas têm até quinta-feira, 25, para confirmar a sua participação inscrevendo os atletas que deverão participar da referida competição.
 
O Festival de Capoeira, que envolve alunos do 1º e 2º ciclos e da 5ª a 9ª série do ensino fundamental, será realizado a partir das 8h, na quadra da Escola Municipal Professor Zuza, a rua Miguel Castro, s/n, bairro de Nazaré.
 
Outros festivais, como, por exemplo, de dança, xadrez e futsal, estão previstos para serem realizados pela SME como forma de preparar os atletas para os JEM’s. As novas datas deverão ser divulgadas nos próximos dias pelo Setor de Cultura e Desporto.

I CAPOEIRAGEM – Mestre Tamanduá

Data: 28, 29, 30 de novembro e 01, 02, 03 e 04 de dezembro.
 
Local: Recreio Shopping e Vargem Grande (RJ).
 
Objetivo: Disseminar a arte e a cultura da capoeira, através de atividades lúdicas e técnicas aplicadas.
 
Publico Alvo: Capoeiristas, alunos, atletas, familiares e pessoas interessadas em conhecer a arte, a cultura e a musicalidade da capoeira.
 
Valor da Inscrição: Pacote de 07 dias (5 dias da semana + sábado e domingo) – R$ 85,00 (por pessoa)
Pacote de 04 dias (2 dias da semana + sábado e domingo) – R$ 50,00 (por pessoa)
Obs: Contra-mestre terá desconto de 50% na sua inscrição.
 
*Inscrições Limitadas


Programa
 
DIA 28/11 (segunda-feira)
18:30 Credenciamento e abertura do evento. (auditório)
19:00 Bate papo com Luiz Fernando Goulart, Diretor do filme “Mestre Bimba – A Capoeira Iluminada” e Daniel Nobre, edição e montagem do filme (auditório).
20:00 Roda Inaugural (Terraço)
 
DIA 29/11 (terça-feira)
18:30 Palestra: “Falando de capoeira”. Mestre Pintor/BH (auditório)
20:00 Roda de Capoeira (Terraço)
 
DIA 30/11 (quarta-feira)
18:30 Palestra: “Características da Capoeira Regional e da Capoeira de Angola”. Mestre Pintor/BH, Mestre Jaime de Mar Grande/BA (auditório)
20:00 Roda de Capoeira (Terraço)
 
Dia 01/12 (quinta-feira)
18:30 Palestras: “Musicalidade e Expressão Corporal – ritmo e movimentos do corpo comandados pela música e pelo canto”. Mestre Tamanduá / RJ (auditório)
19:30 “Oficina de Berimbau”. Mestre Paraná/RJ (auditório)
20:30 Roda de Capoeira (Terraço)
 
DIA 02/12 (sexta-feira)
19:30 Dança Afro – Aulão com Carlos Afro / BH (Frei Gaspar)
20:30 Roda de Capoeira (Frei Gaspar)
DIA 03/12 (sábado)
10:00 Visita à Casa do Pontal – Museu de Arte Popular Brasileira
14:00 Show de Maculelê com os alunos Graduados da A.C.D. Tamanduá Capoeira. (Quadra de Vargem Grande)
14:30 Show de Dança com Carlos Afro /BH. (Quadra de Vargem Grande)
15:00 VII Batizado dos alunos da A.C.D. Tamanduá Capoeira. (Quadra de Vargem Grande)
17:00 Cerimônia de Encerramento e Entrega dos certificados. (Quadra de Vargem Grande)
 
Dia 04/12 (Domingo) Vargem Grande
12:00 Tradicional Churrasco para todos os participantes do evento.
 Programação sujeita a alteração.


Comissão organizadora:
Mestre Tamanduá
Simone Humel
Contra Mestre Coxão
Prof. Bata
Prof. Durinho
Prof. Guiné
Prof. Negão
Prof. Onça Branca
Prof. Raiz
Prof. Reco
Prof. Sinistro
Prof. Taba
Camila
 
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