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Competição: Rio-pedrense é vice-brasileiro de capoeira

Com capoeiristas de diversas regiões do país, competição foi de alto nível

O capoeirista Vanderlei de Souza França, conhecido como Jamaica, retornou da cidade de Jales (interior de São Paulo) com o troféu de vice-campeão brasileiro de capoeira, um feito e tanto para o atleta que começou a praticar o esporte com 17 anos. Jamaica disputou a competição em 9 e 10 de dezembro, na categoria Amadora. Enfrentando capoeiristas de diversas regiões do país, disse que a competição é de alto nível. “Enfrentei adversários do Ceará, Alagoas, Paraná. Empenhei-me ao máximo para trazer o ouro, porém, não foi dessa vez”, disse o jovem de 22 anos.

O professor de capoeira e mestre de Jamaica, Joaldo Gonçalves de Oliveira, acredita que o resultado foi bastante positivo e destacou as qualidades técnicas do aluno. “Durante a competição ele demonstrou um profundo conhecimento técnico e tático do jogo de capoeira. O bom desempenho dele se deve ao trabalho sério que desenvolvemos em nossas aulas, além da dedicação do Jamaica nos treinos”.

Dedicação essa que fez com que Jamaica de aluno se tornasse monitor do projeto “Joba Capoeira”, ministrando aulas de capoeira. “Comecei como aluno dentro do projeto e hoje com a orientação do mestre dou aulas”. E sobre a importância da capoeira na vida, o garoto conta que o esporte foi “divisor de águas”. “Antes eu era simplesmente um estudante, um trabalhador rural. Depois que tive contato com a capoeira, me tornei um bom marido, um cidadão, um ótimo funcionário”.

Desta forma, o projeto “Joba Capoeira” vai cumprindo o seu objetivo social. “A nossa meta é que o aluno aplique no dia a dia os conhecimentos adquiridos na capoeira. Autoconhecimento, respeito pelo próximo, solidariedade são esses os nossos valores”, comentou Joba.

 

Fonte: http://www.tribunatp.com.br

Iphan: Pró Capoeira Adiado para Novembro

O Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional na qualidade de instituição coordenadora do grupo de trabalho interinstitucional criado pelo Ministério da Cultura para promover a formulação e implantação do Programa Nacional de Salvaguarda e Incentivo à Capoeira – Pró-Capoeira, vem a público informar que por  problemas administrativos, logísticos e operacionais o Encontro Pró-Capoeira relativo às regiões Norte e Centro-Oeste será adiado para os dias 3,4 e 5 de novembro, em Brasília, em local a ser oportunamente divulgado.

Pedimos desculpas às pessoas mobilizadas para o evento e informamos que os convites enviados estão reiterados para a nova data, assim como as inscrições feitas permanecem válidas e serão consideradas no processo de seleção dos participantes e observadores deste encontro.
Informamos, por fim, que está mantida a data do Encontro Pró-Capoeira das regiões Sudeste e Sul, a ser realizado na cidade do Rio de Janeiro, nos dias 27, 28 e 29 de outubro de 2010.

Atenciosamente,

Marcia Sant’Anna
Diretora do Departamento do Patrimônio Imaterial do Iphan
Coordenadora Suplente do Grupo de Trabalho Pró-Capoeira – GTPC

Capoeira & propaganda de cigarros

Marca de cigarros lança campanha na Indonésia, onde a Capoeira aparece como propaganda.

Não é de hoje que a Capoeira têm sido convidada a participar de campanhas publicitárias, comerciais em televisão, revistas e jornais. Evitando fazer propaganda de ninguém, mas é comum nós vermos algumas “vinhetas” nos intervalos de alguns canais da TV Brasileira, onde a Capoeira aparece como um símbolo de Brasilidade.

Algumas delas criadas até por nosso saudoso REDI, do Rio de Janeiro. Uma rede de hipermercados têm também utilizado a Capoeira com uma boa conotação.

Mestre Jorge Draga, que desenvolve seu trabalho em Perth, Austrália, foi convidado para participar de um comercial de Cigarros na Indonésia. As vantagens seriam diversas, indo de hotel 5 estrelas, passagens aéreas e também um excelente cache! Ele não aceitou!

Mas como podemos ver na foto ao lado, outros se dispuseram a tal.

Junto com a ilustração segue o seguinte texto: Como pode um grupo de Capoeira se expor numa propaganda dessas. Isso mostra que nem todos os grupos de Capoeira tem a mesma essência, pois, enquanto alguns se dedicam a ensinar seus alunos a não fumarem etc, outros, como podem ver na foto, até comerciais de cigarro fazem.

Você deixaria teu filho nas mãos de um grupo desse?

Por isso quando procurar um grupo de Capoeira de verdade, pesquise seus princípios. Existem muitos por ai, e não generalize, pois existem capoeiristas de verdade.

Parabéns Mestre Jorge Draga!

PNAD – Tabagismo


Base: Ano de 2008

17,2% dos brasileiros fumam; 52,1% deles pensam em parar

Cerca de 24,6 milhões de brasileiros de 15 anos ou mais de idade fumavam derivados de tabaco em 2008, o que correspondia a 17,2% da população nessa faixa etária. Os percentuais de fumantes eram maiores entre os homens (21,6%), entre as pessoas de 45 a 64 anos de idade (22,7%), entre os moradores da região Sul do país (19,0%), os que viviam na área rural (20,4%), os menos escolarizados (25,0% entre os sem instrução ou com menos de um ano de estudo) e os de menor rendimento domiciliar per capita (19,9% entre os sem rendimento ou com menos de ¼ de salário mínimo). A maior parte deles começou a fumar com 17 a 19 anos de idade, e, dentre os que fumavam diariamente, o mais comum era consumir por dia de 15 a 24 cigarros, sendo o primeiro fumado entre 6 e 30 minutos após acordar. Um fator que impactava na idade de começar a fumar era a escolaridade.

Por outro lado, a quase totalidade dos fumantes (93,0%) afirmava saber que o cigarro pode causar doenças graves, e um pouco mais da metade deles (52,1%) disse que pensava ou planejava parar de fumar, sendo que 65,0% dos fumantes informaram que as advertências nos rótulos dos cigarros fizeram pensar em parar de fumar.

Esses são alguns destaques da Pesquisa Especial de Tabagismo (Petab), que traça um panorama inédito e detalhado do uso de produtos derivados de tabaco no Brasil, entre as pessoas de 15 anos ou mais de idade, com informações para o país, as grandes regiões e as unidades da federação. A Petab foi realizada pelo IBGE em parceria com o Ministério da Saúde, com a atuação técnica do Instituto Nacional de Câncer (Inca), e aplicada a uma subamostra (cerca de 51 mil domicílios) da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2008. A pesquisa seguiu o modelo da GATS (Global Adult Tobacco Survey), que está sendo realizada também em outros 13 países1, pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). O projeto internacional envolve também a Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health (EUA) e tem financiamento da Bloomberg Philantropies.

No Brasil, em 2008, 17,5% da população de 15 anos ou mais de idade eram usuários de produtos derivados de tabaco (fumado ou não)2, o que correspondia a 25 milhões de pessoas. Regionalmente, o maior percentual de usuários estava no Sul (19,0%) e os menores no Sudeste e Centro-Oeste (16,9% em cada um). Em todas as regiões, o percentual de homens usuários era maior que o de mulheres.

Os usuários de tabaco não fumado eram 0,4% dos brasileiros de 15 anos ou mais de idade, percentual maior entre os homens (0,6%) e na região Nordeste (0,9%).

Assim, 17,2% da população na faixa de idade investigada (24,6 milhões de pessoas) consumiam tabaco fumado, ou seja, eram fumantes de tabaco, sendo 14,8 milhões homens (21,6% do total de 15 anos ou mais de idade) e 9,8 milhões mulheres (13,1% do total nesse grupo etário).

Dos fumantes, apenas cerca de 3 milhões (equivalentes a 12,2% do contingente de fumantes e a 2,1% do total da população de 15 anos ou mais de idade) fumavam ocasionalmente.

Entre os não fumantes (118,4 milhões de pessoas ou 82,8% da população de 15 anos ou mais de idade), 78,1% (64,7% da população de 15 anos ou mais de idade, o equivalente a 92,5 milhões de pessoas) nunca haviam fumado, percentual que era maior entre as mulheres (71,7% do total das mulheres de 15 anos ou mais) do que entre os homens (57,0%).

Já os ex-fumantes (26 milhões de pessoas) eram 18,2% da população de 15 anos ou mais de idade e 22,0% dos não fumantes, em 2008.

Maiores percentuais de fumantes estão entre os homens, na região Sul, na área rural, entre os menos escolarizados e os de menor rendimento domiciliar per capita

A região Sul tinha, em 2008, o maior percentual de fumantes de tabaco (19,0%), sendo os menores percentuais verificados no Centro-Oeste (16,6%) e Sudeste (16,7%). Entre os homens, os maiores percentuais de fumantes estavam no Nordeste (22,9% ou 4,2 milhões de pessoas) e no Sul (22,5% ou 2,3 milhões); já entre as mulheres, eles foram verificados no Sul (15,9%) e Sudeste (13,3%).

Entre as unidades da federação (UF), os maiores percentuais de fumantes de tabaco na população de 15 anos ou mais estavam no Acre (22,1%), Rio Grande do Sul (20,7%) e Paraíba (20,2%), enquanto os menores estavam no Amazonas (13,9%), no Distrito Federal (13,4%) e em Sergipe (13,1%).

O percentual de fumantes de tabaco era maior na zona rural (20,4% ou 4,4 milhões de pessoas) que na urbana (16,6% ou 20,1 milhões de pessoas). O maior percentual de fumantes estava entre as pessoas sem instrução ou com menos de um ano de estudo (25,7% do total desse grupo). No outro extremo, das pessoas que tinham 11 anos ou mais de estudo, 11,9% fumavam – comportamento que se repetia em todas as regiões do país. O percentual de fumantes também era maior entre os que se declararam pretos ou pardos (19,0%) do que entre os brancos (15,3%), o que também se verificava regionalmente.

O grupo etário de 45 a 64 anos tinha a maior concentração de fumantes (22,7% das pessoas nessa faixa), fato que se verificava em todas as regiões do país.

Foi possível observar ainda, sobretudo nas regiões Sul e Nordeste, que, quanto maior o rendimento domiciliar per capita, menor a proporção de fumantes, conforme tabela a seguir.

Escolaridade é fator que impacta na idade de começar a fumar

Dos 24,6 milhões de fumantes de tabaco, 21,5 milhões (87,4%) fumavam todos os dias, o que correspondia a 15,1% das pessoas de 15 anos ou mais de idade. Entre os homens dessa faixa etária, 18,9% eram fumantes diários e 2,7% ocasionais, percentuais que eram de, respectivamente, 11,5% e 1,6% entre as mulheres. Mais uma vez, a região Sul apresentava os maiores percentuais de fumantes diários, tanto na população total (17,3%), quanto entre os homens (20,5%) e mulheres (14,3%).

A maior proporção de fumantes ou ex-fumantes diários com 20 a 34 anos de idade iniciou o hábito de fumar na faixa etária dos 17 a 19 anos (31,9%), situação que se verificava entre os homens (34,1%), mulheres (28,7%), na zona urbana (32,3%) e rural (29,8%) e em quase todas as regiões, exceto no Nordeste, onde a distribuição por faixa etária era mais homogênea: menos de 15 anos (23,7%); 15 e 16 anos (27,5%); 17 a 19 anos (27,3%); 20 anos e mais (21,5%).

A escolaridade é um fator que impacta na idade de começar a fumar: entre as pessoas sem instrução ou com menos de um ano de estudo, a proporção dos que começaram a fumar antes dos 15 anos de idade chega a 40,8%.

17,1% das pessoas de 15 anos ou mais de idade fumam cigarros; 85,4% delas diariamente

Os cigarros3 são o principal produto consumido pelos usuários de derivados do tabaco: os fumantes de cigarro somavam, em 2008, 24,4 milhões de pessoas, 99,5% do total de usuários de tabaco fumado. Os fumantes de cigarro representavam 17,1% dos brasileiros de 15 anos ou mais de idade, 21,5% dos homens e 13,0% das mulheres nessa faixa etária.

Dos 24,4 milhões de fumantes de cigarro, 85,6% (14,6% do total da população de 15 anos ou mais de idade, ou 20,9 milhões de pessoas) fumavam diariamente. Regionalmente, mais uma vez o destaque ficou com o Sul, onde 16,8% das pessoas de 15 anos ou mais de idade fumavam cigarro diariamente. Os menores percentuais ficaram nas regiões Norte (13,1%) e Nordeste (13,8%). Entre as unidades da federação, o Rio Grande do Sul (18,4%) apresentava a maior incidência de fumantes diários de cigarros, enquanto o Amapá (8,2%) tinha a menor percentagem.

Maior parcela dos fumantes diários consome entre 15 e 24 cigarros por dia

A maior parcela dos fumantes diários de cigarro (33,9%) fumava entre 15 e 24 cigarros por dia (35,6% entre os homens e 31,2% entre as mulheres). Na zona urbana, esse percentual chegou a 36,1%.

O percentual de fumantes que consumiam de 15 a 24 cigarros por dia era menor que a média nacional nas regiões Norte (26,5%) e Nordeste (24,6%), e maior no Centro-Oeste (34,3%), Sudeste (37,7%) e Sul (40,1%). Por outro lado, as regiões Norte (20,9%) e Nordeste (20,6%) ficavam acima da média nacional (16,3%) no que diz respeito ao fumo diário de menos de cinco cigarros, enquanto as regiões Sudeste (15,3%), Centro-Oeste (13,8%) e Sul (11,8%) estavam abaixo da média.

O mais comum era que os fumantes diários de cigarro levassem de 6 a 30 minutos após acordar para fumar o primeiro cigarro (39,3%). A proporção dos que fumavam em até cinco minutos após acordar era de 21,0%, enquanto, no outro extremo, 25,6% dos fumantes demoravam mais de 61 minutos para fumar depois que acordavam.

Os ex-fumantes diários de derivados de tabaco eram 14,1% da população de 15 anos ou mais de idade, em 2008, ou 20,1 milhões de pessoas (17,2% entre os homens e 11,2% entre as mulheres).

Entre os que pararam de fumar, predominam aqueles que deixaram o hábito há dez ou mais anos (57,3%) – situação que se verifica na divisão por sexo (60,1% dos homens e 53,3% das mulheres) e por situação de moradia rural (53,6%) e urbana (58,0%).

Dentre os que fumavam ou pararam de fumar nos últimos 12 meses (26,6 milhões de pessoas), 45,6% haviam tentado parar de fumar nesse mesmo período (43,0% entre os homens e 49,5% entre as mulheres). Nesse grupo dos que tentaram parar de fumar, 6,7% usaram medicamentos e 15,2% foram aconselhados por profissionais.

Mais da metade dos fumantes diz que planeja parar, mas só 7,3% no curto prazo

Dos fumantes de qualquer derivado de tabaco (24,6 milhões de pessoas), 52,1% afirmaram planejar ou pensar em parar de fumar (49,2% entre os homens e 57,1% entre as mulheres). Os percentuais de fumantes que pensavam em parar de fumar eram maiores no Distrito Federal (62,2%), Tocantins (61,3%) e na Bahia (61,1%) e menores no Amazonas (35,3%) e Rondônia (38,2%).

Pouco mais de um em cada três fumantes (33,5%) mencionou a intenção de parar algum dia, mas não nos 12 meses seguintes à entrevista; 11,4% disseram pensar em parar nos 12 meses seguintes; e apenas 7,3% manifestaram a intenção de parar de fumar no mês seguinte à pesquisa (set.08). Esse comportamento se verificava em todas as regiões.

Por outro lado, 57,1% dos fumantes brasileiros foram advertidos a parar de fumar (55,7% entre os homens e 58,5% entre as mulheres), sendo que as advertências foram mais frequentes no Sudeste (59,5%) e Sul (59,3%) e menos comuns na região Norte (49,9%).

Exposição à fumaça produzida por fumantes era mais comum em casa

O local mais apontado de exposição à fumaça produzida pelo consumo de tabaco por terceiros era a própria casa, por 27,9% do total de 15 anos ou mais de idade – percentual que chegava a 33,0% no Nordeste. A exposição no trabalho era relatada, em 2008, por 24,4% das pessoas de 15 anos ou mais de idade que trabalhavam fora (11,6 milhões em números absolutos) – chegando a 26,0% no Sudeste. Já em restaurantes, o percentual alcançou 9,9% – indo a 12,3% no Sudeste.

Fumantes da região Sul gastavam, em média, quase R$ 100 por mês com cigarros

Os bares, botequins e restaurantes eram os locais mais utilizados para compra de cigarros industrializados no Brasil, citados por 53,8% dos fumantes. Também foram citados com frequência os supermercados, mercadinhos e mercearias (21,7%) e as padarias e lanchonetes (14,8%).

Em média, os fumantes de cigarros industrializados gastavam R$ 78,43 por mês com cigarros. Os homens (R$ 89,27) gastavam mais que as mulheres (R$ 62,80). Regionalmente, os menores valores foram informados no Norte (R$ 59,97) e Nordeste (R$ 59,14), e o maior, no Sul (R$ 98,99). O Sudeste teve gasto médio de R$ 78,39 por mês, e o Centro-Oeste, de R$ 93,42.

As propagandas de cigarro em pontos de venda eram percebidas por 31,3% das pessoas de 15 anos ou mais de idade, sendo os percentuais de 38,2% entre os fumantes e 29,9% entre os não fumantes. Regionalmente, esse tipo de propaganda era menos percebido no Norte do país (por 18,0% das pessoas de 15 anos ou mais); enquanto no Sudeste ele atingia 35,2% e no Sul, 35,4%.

Propagandas em locais diferentes dos pontos de venda ou em eventos esportivos foram observadas por 21,3% das pessoas de 15 anos ou mais de idade, sendo os percentuais de 20,1% entre os fumantes e 21,5% entre os não fumantes.

Por outro lado, campanhas contra o fumo veiculadas em televisão ou rádio foram percebidas por 67,0% das pessoas de 15 anos ou mais de idade, proporção que foi de 67,7% entre os fumantes e de 66,9% entre os não fumantes.

65,0% pensaram em parar de fumar por causa das advertências nos maços de cigarro

Mais da metade dos fumantes (65,0%) disseram que pensaram em parar de fumar por causa dos rótulos de advertência nos maços de cigarro (63,5% entre os homens e 67,2% entre as mulheres). Os rótulos causaram menos impacto na região Norte (59,6% dos fumantes pensaram em parar) e mais impacto no Sudeste (66,7%) e Centro-Oeste (66,1%). O impacto dos rótulos foi maior em Roraima (91,7% pensaram em parar de fumar), Rondônia (75,0%) e Distrito Federal (74,7%) e menor no Amazonas (50,2%), em Alagoas (45,8%) e no Acre (45,2%).

93,0% dos fumantes sabem que cigarro pode causar doenças graves

Fumar causa sérias doenças. É o que afirmaram acreditar 96,1% dos brasileiros de 15 anos ou mais de idade, percentual que chega a 93,0% entre os fumantes e a 96,7% entre os não fumantes. A percepção apontada com mais frequência é a de que o tabaco causa câncer de pulmão (94,7% do total de pessoas investigadas, 90,6% dos fumantes e 95,6% dos não fumantes). Os riscos associados a derrames foram os menos citados (por 73,1% da população de 15 anos ou mais), chegando, ainda assim, a frequências de 70,1% entre os fumantes e 73,7% entre os não fumantes.

Notas:

1 Além do Brasil, Bangladesh, China, Filipinas, Índia, México, Egito, Polônia, Rússia, Tailândia, Turquia, Ucrânia, Uruguai e Vietnã. Os dados da Tailândia já foram divulgados e podem ser acessados no http://www.cdc.gov/tobacco/global/gats/countries/sear/fact_sheets/thailand/index.htm.

2 Produtos de tabaco fumado (que emitem fumaça): cigarro industrializado; cigarro de palha ou enrolado à mão; cigarro de Bali ou cravo; bidis/ indianos; charuto ou cigarrilha; cachimbo ou narguilé. Produtos de tabaco não fumado (que não emitem fumaça): rapé; fumo de mascar e snus ou snuffs.

3 Produto do tabaco enrolado e que emite fumaça. São considerados nessa categoria cigarro industrializado, cigarro de Bali/ cravo e cigarro de palha ou enrolado à mão.

Arquivos oficiais do governo estão disponíveis aos leitores.

Japão: Liga Japão de Capoeira

  • Informativo do Japão
     
    Foram Realizados as Primeiras Reuniões da Liga Japão de Capoeira 
Muito prazer meu nome e Renato Leão sou Prof. do Grupo Corrente Negra aqui no Japão e gostaria de informar no Brasil que ja tivemos duas reunioes estabelecidas uma no dia 02 /01/2006 na Região de Aichi Ken Nagoiya do qual foi estabelecida o Nascimento Da Liga Japão de Capoeira com Direcao de Paulo Rogerio Marques de Oliveira o Prof. Paulão do Grupo Mandinga e Vice Presidente o Prof. Renato Leão do Grupo Corrente Negra.
 
Estavam presentes na votacao os seguintes Dirigentes de Grupos : Mestre Vitor Do Grupo Wakonda, Contra Mestre Sílvio do Grupo Cais do Mar, Contra Mestre Moleza do Grupo Gaviões do Morro, Prof. Negao do Grupo Barauna, Prof. Alemao e Josef do Grupo Meninos da Bahia,rnProf. Eder e Felipe do Grupo Muzenza, Prof. Kenji do Grupo Garras de Ouro, Prof. Calunga do Grupo Guerreiros da Senzala, Prof. Trator do Grupo Marília Brasil,  Gilson, Panga entre outros presentes em seguida tivemos a segunda reunião que foi no dia 29 /01 /2006 na Região de Kansai e naquele presente momento foram discutidas pautas como:
 
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Capoeira em Portugal, uma pequena analise

Vamos trazer um assunto complexo, novamente ao foco deste site…  estou reeditando a matéria original escrita em agosto e maravilhosamente comentada e tratada pelo camarada Miltinho Astronauta (Jornal do Capoeira), justamente em um momento delicado que tenho recebido vários emails e contatos de pessoas que tencionam se “aventurar” …


Capoeira, Portugal & Economia
Luciano Milani, responsável pelo Grupo Capoeira Mogadouro, Portugal, faz uma análise da Capoeira naquela região comparando-a com outras regiões do Eixo Europeu.

Jornal do Capoeira – Edição 42: 8 à 14 de Agosto de 2005

        Apreciação do Editor

Milton Cezar Ribeiro

Piracicaba – SP – 10.Ago.2005

“Mettons le cap vers l”ouest pour accoster
d”abord au Portugal magnifique
où l”on peut maintenant assister
à quelque chose de fantastique
De la capoeira qui fusionne
savoir, théorie et pratique
dans les provinces et à Lisbonne
à Coimbra l”académique” 

L”ART DE LA CAPOEIRA À RIO DE JANEIRO, AU BRÉSIL ET DANS LE MONDE (André Lacé)

Existe, no Brasil, a falsa impressão de que a grande maioria dos mestres de capoeira vive exclusivamente de Capoeira. Nem o pequeno grupo de mestres realmente bem sucedidos apresenta um quadro desses, pois boa parte desses, paralelamente à capoeira, desenvolve alguma outra atividade profissional. Mal comparando, é um quadro que lembra, guardando as proporções, o quadro do futebol profissional.  Todo garoto ambiciona ser um dos grandes, com salários milionários, em euro ou em dólar,  esquecendo que a grande maioria dos que tentam um “lugar ao sol”, fica pelo meio do caminho, às vezes até passando dificuldade ao envelhecer.

        Outro dia,  prof. Leopoldo Vaz, de São Luis do Maranhão, publicou no Jornal do Capoeira (edição 40) nota sobre os estudos que ele e filha (Loreta Brito Vaz) estão fazendo a respeito da contribuição da Capoeira no PIB (produto interno bruto) maranhense. Aliás, o próprio Leopoldo comentou que a pesquisa vai além daquele Estado. Ou seja, a intenção é a de estimular um estudo mais amplo, que vise traçar um perfil da contribuição que a Capoeira dá à econômica de cada Estado.

        Em resposta ao gunga maranhense (gunga é instrumento comunicador, é um “jornalista” nato…), o Rio de Janeiro (Mestre André Lacé) fez mandingueira chamada no estilo Capoeira de Raiz. Pois não é de hoje que Lacé escreve  e palestra sobre este importante aspecto sócio-econômico da Capoeiragem de hoje em dia. Remarcando o que adiantamos acima, sempre perguntando “quantos mestres vivem, no Brasil, exclusivamente de Capoeira? De que sobrevivem estes mestres nas férias de julho e de janeiro-março? E na Europa e Estados Unidos, como esse mestre tem sobrevivido?”. 

Não é um assunto fácil, muito menos agradável, mas deve merecer a atenção de todos mestres, alunos e pesquisadores. Em suas andanças pelo mundo André Lacé tem encontrado uma grande variedade de profissões paralelas, algumas até,  extremamente curiosos:   “Mestre de capoeira e Músico”, “mestre de capoeira e enfeitador de defunto”, “mestre de capoeira e chofer de táxi”, “mestre de capoeira e artista ou técnico de teatro”, “mestre de capoeira e estudante universitário”.

Da maior importância e bem oportuno, portanto, é o artigo que ora sugerimos, do Professor Luciano Milani, que pode ser encontrado em seu site  www.lmilani.com , cuja navegação recomendamos a todos.

Nas entrelinhas do artigo de Milani vamos encontrar toda a saga enfrentada por quem saí de seu país. Mesmo no caso do brasileiro que vai para Portugal, país-irmão, país-avô, país-amigo, mas que, até mesmo pelo surgimento da Comunidade Européia, com toda razão, está preocupado com os fluxos migratórios.  A rigor, o que enfrenta Luciano em Portugal, enfrenta o médico brasileiro, o professor universitário brasileiro, enfim, todo emigrante.

Situação que não é diferente em outros países. Nossos mestres de capoeira no exterior, portanto, por definição, são heróicos embaixadores da cultura brasileira.

A todos eles, portanto, dedicamos o artigo de Milani.

                    Miltinho Astronauta


Falar de Capoeira fora do Brasil, é muito mais complicado do que pode parecer…

Existe muita “capoeira” em praticamente todos os cantos do mundo…

Um exemplo muito bom para caracterizar o que estou falando, foi um rápido bate papo com Mestre Bigodinho, que está na Turquia… e começa a desenvolver o seu trabalho naquelas bandas… sucesso camarada!

O mais importante é perceber que apesar de existir muita capoeira no exterior… ela esta praticamente centralizada nos principais eixos economicos, ou seja você encontra muita oferta, mais apenas nas grandes cidades… enquanto que fora destas zonas ela é apenas um raro fenomeno…

Estou dizendo isto por experiência própria… pois isto acontece comigo, em Portugal…

Diferente da Maioria dos professores ou mestres que hoje estão divulgando a nossa capoeira na Europa, eu e minha família não viemos para trabalhar exclusivamente com capoeira, mais sim em outra área do trabalho “formal”, aliás logo que cheguei… percebi e tive aquele frio na barriga pois pensei que nunca mais iria poder ensinar… devido a condições geográficas, preconceitos, e desinteresse cultural… encontrados na região onde vivo e em diversas outras regiões…
 
Mais qualquer pessoa com motivação, amor pela capoeira, paciência e humildade… não esquecendo do apoio familiar ou de amigos é capaz de desenvolver um trabalho fora deste eixo…
P
ois nestas regiões a perspectiva económica, e quantitativa não são das melhores…
posso seguramente afirmar que em níveis economicos as mensalidades chegam a ser até três vezes inferior as praticadas nos grandes centros…
Mais a possibilidade existe, basta querer… e estar disposto a iniciar um trabalho do zero…

Muita gente me escreve, querem saber como é a capoeira em Portugal… pretendendo informações e dicas…
É preciso esclarecer que mesmo Portugal sendo um País pequeno, mais ou menos o tamanho de SP e com uma população praticamente 4 vezes menor… é um País cheio de nuances… diferenças comportamentais… Fazendo uma analogia com o Brasil… é possível esboçar de uma maneira grotesca certas semelhanças…

Luciano MilaniAssim como no Brasil, temos o eixo Rio-São Paulo Portugal tem como eixo principal as cidades de Lisboa e Porto, onde sei que existe muita capoeiragem… inclusive conheço vários amigos que desenvolvem por lá o seu trabalho, com bons resultados… varias outras cidades que estão em regiões próximas a estas do EIXO, também vem se destacando na disseminação da nossa arte.

Outra regiãoque deve ser mencionada é a região do Algarve, litoral sul de Portugal, onde a capoeira é muito conhecida.

O resto do País, fica praticamente a borda desta situação… sendo raros os casos conhecidos de implementação de um trabalho nestas áreas…

Na Espanha a situação apresenta semelhanças com a situação de Portugal…
Este fenomeno pode ser também comparado com o êxodo Rural…

Resumindo a maior parte da capoeiragem no exterior esta localizado nos principais polos urbanos…
Enquanto que o interior, e as zonas mais distantes, estão a míngua

Axé!

Luciano Milani

Cronologia da Capoeira

Cronologia da Capoeira
No século XV – foram trazidos para o Brasil milhares de negros para o trabalho escravo.
No século XVII – chegada dos primeiros escravos africanos notadamente Grupo Bantu-Angolense.
Em 1624 – com a invasão dos holandeses no Nordeste Brasileiro, escravos fogem e fundaram quilombos, pela primeira vez ouve-se falar no termo "Capoeira".
1630 a 1694 – Epopéia de Palmares. Zumbi dentre todos era o mais forte, valente e ágil. O maior dos Quilombos. A capoeira se dissemina entre todos aqueles que resistem a escravidão.
1712 – O termo "Capoeira" é registrado pela primeira vez na língua portuguesa.
1835 – Capoeiristas participam ativamente da Revolta dos Malês em Salvador.
1850 – Surge no Rio de Janeiro "Os Maltas", grupos de capoeiristas que dominavam várias regiões da cidade.
1889 – Nasce Mestre Pastinha
1890 – A prática da Capoeira é proibida por Lei.
1899 – Nasce Mestre Bimba
1932 – Mestre Bimba funda a primeira Academia de Capoeira do mundo em recinto fechado.
1937 – Revogada a Lei que proibia a prática da Capoeira.
1941- Mestre Pastinha funda o Centro Esportivo de Capoeira Angola.
1972 – Resolução do Conselho Nacional do Desporto reconhece a Capoeira como esporte.
1980 – A Capoeira se dissemina por todas as regiões do país e do Mundo.
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