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Longe do trabalho infantil, crianças se dedicam aos estudos e atividades lúdicas

Jogos, brincadeiras, capoeira, música, educação física e breaking. Essas são apenas algumas das atividades promovidas por meio do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), em Piraquara. No contraturno escolar, são atendidas cerca de 300 crianças e adolescentes, com idades entre 7 e 15 anos.

Além das atividades lúdicas e educativas, de acordo com a coordenadora do programa, Claudiane Ferrari, tanto as crianças quanto os pais são acompanhados por uma equipe multidisciplinar composta por assistente social, pedagogo e psicólogo. As reuniões familiares podem ser mensais, quinzenais ou semanais dependendo de cada situação.

“Em caso de denúncia em que as crianças trabalham nos finais de semanas, por exemplo, é chamada a atenção da família. Primeiro há uma reunião e no caso de reincidência o caso é encaminhado para a Vara da Família para que sejam tomadas as medidas necessárias. A família tem que assumir o papel na educação dos filhos”, explicou a coordenadora. Cada família recebe R$ 40 por criança participante do programa.

Ainda de acordo com Claudiane, o programa também possui outras exigências. Os pais têm que participar das reuniões e os alunos têm que frequentar a escola e o Peti. A tolerância é de apenas três faltas mensais, com justificativa. Caso a família não cumpra com as regras o benefício pode ser bloqueado e até cancelado. Além do acompanhamento também nas escolas, o programa incentiva o aluno na superação de dificuldades na aprendizagem.

 

Peti

O objetivo do programa desenvolvido pela prefeitura municipal é oferecer um espaço seguro e voltado para o desenvolvimento biológico, psicológico e social de crianças e adolescentes antes submetidos a situações de trabalho, exploração e mendicância.

Desde o início deste ano, o Peti está instalado em prédio próprio, que fica em anexo ao Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Piraquara Solidária, no Bairro São Cristóvão. O transporte para o deslocamento diário é proporcionado gratuitamente a todos os alunos. Além disso, o programa também oferece duas refeições (lanche e almoço).

A coordenadora pedagógica e os cinco instrutores são contratados a partir de um convênio firmado com a Adesobrás. Os demais funcionários pertencem ao quadro próprio (efetivo) da prefeitura municipal (coordenadora geral, professora, assistente social, técnico administrativo, motorista, dois estagiários, quatro auxiliares de serviços gerais e duas merendeiras).

Em tempo: O programa atende, exclusivamente, crianças e adolescentes (abaixo de 16 anos) em situação de trabalho infantil e risco social. Para participar é necessário procurar a sede do Peti, que fica na Rua Reinaldo Meira, n.º 978, no bairro São Cristóvão. Para fazer as inscrições basta apresentar RG e comprovante de residência. Mais informações: (41) 3653-7387.

 

Fonte: http://agoraparana.uol.com.br/

Portugal: Organização e União em busca de uma Identidade

Mestres, Contramestres, Professores e responsáveis de Grupos, Associações e escolas de capoeira de Portugal,

Segundo Lei que regulamenta a prática de atividades físicas em Portugal (onde se inclui a capoeira), Dec. Lei 272 de Outubro de 2009, lei esta que obriga todo profissional que queira dar aulas ter um curso superior em Educação Física ou um registro federativo em órgão competente e reconhecido pelo Estado Português sob pena de não pode exercer, profissionalmente, a atividade.

Em função dessa nova realidade surge a necessidade da existência de uma Federação de Capoeira em Portugal, legitimada pelos mestres, contramestres e professores que aqui residem e trabalham, independentemente do grupo, estilo, graduação e indumentária, afim de que possamos, em parceria e transparência, garantir, perante as leis de Portugal, o pleno exercício de uma atividade que transcende, a todos nós capoeiristas, as barreiras limitantes do simples desporto.

Com cariz de urgência foram realizadas anteriormente três reuniões com o intuito de debater a lei vigente e a possível criação de uma Federação de capoeira.

Nesta reuniões estiveram presentes:

  • Mestre Nininho – G. Agbara
  • Mestre Sargento – G.Muzenza
  • Mestre Tucas – GUC
  • Mestre Umoi – GUC
  • Contramestre Marco Antonio – A.Astral
  • Contramestre Nago – GUC
  • Contramestre Neguinho – G.Gingarte
  • Contramestre Nil – G.Muzenza
  • Contramestre E.T Arte Pura
  • Prof. Birita – G.G.Brasil
  • Prof. Papilon – GUC
  • Formado Carcará – E.B.
  • Formado Cogumelo – A.Astral
  • Instrutor Goiaba – G.C.Brasil

Foram, ainda, informados e são conhecedores da situação os seguintes responsáveis:

  • Mestre Alexandre Batata – G.G.Contemporânea
  • Mestre Barão – G.L.Saudade
  • Mestre Caramuru – G.P.Barra
  • Mestre Chapão – A.Capoeirarte
  • Instrutor Cangaceiro – G.G.Brasil
  • Prof. Luciano Milani – Capoeira Mogadouro

Está marcada uma próxima reunião para o dia 06 de dezembro às 15:00hs, na Escola Preparatória de Alfornelos para que possamos definir estratégia da criação e modelo de funcionamento dessa possível Federação de capoeira de Portugal com a seguinte ordem de trabalho:

a) Preenchimento de formulário para se dar inicio, formal, à criação da Federação;

b) Escolha do nome;

c) Elaboração do Estatuto (pedimos que quem tenha conhecimentos de causa, leve, se possível, algum modelo de estatuto para servir de base);

d) Possível escolha de um pequeno grupo de trabalho para elaboração, com data a ser marcada, de departamentos e modelos de funcionamento da Federação como por ex.: departamento desportivo, técnico, jurídico, patrimonial, de pesquisa, cultural, outros.

De acordo com três reuniões anteriores, que deram origem a essa próxima e mais importante, ficou-se, antecipadamente, definido que:

1. A Federação não será um órgão fiscalizador de grupos de capoeira em Portugal;

2. Não existirá ingerência nos grupos de capoeira, reservando aos seus representantes a definição e manutenção de seus uniformes, graduações e filosofia.

3. Cada grupo de capoeira facultará à direção da federação informações sobre o sistema de graduação, estatutos existentes (monitores, instr. Prof. Etc.), requisitos para obtenção de cada estatuto existente no grupo e também fará chegar à direção da federação o currículo de todo aluno que aspira a um registro técnico, expedido pela federação.


Com os melhores cumprimentos,

Grupo (provisório) de trabalho

Umoi Souza – coord.