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Ciência, paternidade e ação social

Dono de um currículo impressionante, Sidarta Ribeiro, do Instituto de Neurociências, tem uma personalidade instigante, além de um telentoso neurocientista e pesquisador, Sidarta é também capoeirista*…

Sidarta Ribeiro é um pai coruja. Sim, Sidarta Ribeiro, o neurocientista com mestrado, doutorado e pós-doutorado, que tem experiência na área de neuroetologia, neurobiologia molecular e neurofisiologia de multieletrodos, adora cuidar do filho, dar banho, brincar, trocar fralda. Bem, trocar fralda não é a atividade preferida como pai, mas ele jura que faz com prazer. Ernesto tem sete meses e chegou para mudar a rotina do pai. “Antes, eu dormia às 5h da manhã, agora tem dias que eu acordo neste horário”, disse. A paternidade também trouxe mudanças na forma como esse cientista obstinado vê a vida.

“Com a paternidade, eu fiquei mais tranquilo e mais nervoso. Quando você não tem filhos, você calcula os riscos no limite, e quando você tem filhos, você pensa ‘eu não posso correr riscos'”. Com os olhos brilhando e um sorriso tímido no rosto, Sidarta diz que gostaria de passar mais tempo com o filho, mas a dura rotina de trabalho o impede. “Minha rotina é acordar cedo, ficarcom a família, e depois que meu filho vai para a creche eu vou ou para a UFRN ou para o Instituto de Neurociências. Trabalho o dia todo e, às vezes, à noite também. O bom de ser cientista é que não tem horário e o ruim é que não tem horário”, brinca.

Outra paixão do neurocientista é a capoeira. Ele conta que tentou fazer capoeira em Brasília, quando tinha 21 anos, mas achou que estava velho demais para isso. Em Nova York, ele se rendeu aos encantos do esporte e acabou se tornando instrutor. Quando chegou a Natal, começou a dar aulas para crianças carentes da favela Via Sul, localizada nas proximidades do instituto. “Quando eu cheguei aqui no instituto ainda não tinha equipamentos, eu fiquei mais de um ano sem equipamento, então o que eu mais fiz foi trabalhar com essas crianças, era uma miséria horrorosa, todo mundo doente, todo mundo se xingando, uma neurose, e eu comecei a me dedicar a isso”.

A iniciativa acabou se tornando um projeto de extensão da UFRN, o Projeto Semente, que hoje envolve capoeira, música, e alcança um número maior de crianças. “A gente chama de socialização científica, não é iniciação científica, não é que o menino vai trabalhar no laboratório, mas sim usar a ciência para querer se vestir melhor, se limpar, melhorar a auto-estima, começar a perceber que ele não precisa pedir esmola. Tem algumas crianças que estão com a gente há vários anos e as melhoras são impressionantes”, relata.

Sidarta conta que as crianças têm verdadeiro fascínio por ciência, computadores e música clássica. “São coisas muito distantes da realidade deles e por isso mesmo fascina. A capoeira é muito importante para aproximar essas crianças, porque tem símbolos bem populares, de fácil reconhecimento. Mas depois em geral eles preferem o violino ao berimbau, talvez porque o violino simboliza uma outra realidade. A gente investe muito na formação do senso crítico, a ciência ajuda muito, porque na ciência você não acredita em nada a não ser que você tenha uma demonstração, então a gente está treinando os alunos a terem esse senso crítico. Mais do que ter os fatos científicos na ponta da língua, mas saber como é que você chega ao fato, como é que que você testa um fato. Vai acreditar em alguma coisa por quê? Baseado em quê? A gente trabalha isso”.

 

Fonte: http://www.diariodenatal.com.br/

* Inserção: Luciano Milani

Salvador e Subúrbio Ferroviário aclamam o seu Campeão

O Subúrbio sempre evidenciou para o mundo seus aspectos históricos, culturais e ambientais como o Quilombo do Urubú, a Batalha de Pirajá, a passagem de Jorge Amado onde escreveu em Periperi seus famosos livros – “Velhos Marinheiros” e “Baía de Todos os Santos”, a descoberta do primeiro poço de petróleo do Brasil no Lobato que originou a Petrobrás.

Revelado no Subúrbio Ferroviário, no Rio Sena a 40 minutos do centro de Salvador, sem planejamento e com poucas oportunidades, Marcelo Ferreira conseguiu esquivar-se dos problemas lá existentes e se superou.

Desta vez, evidencia também o seu lado desportivo, como um dos maiores atletas de Capoeira e Boxe, aqui pouco divulgado na mídia, mas reconhecido pelos seus amigos e em suas modalidades.

Com uma vida difícil e com poucos recursos na família, como muitos, Marcelo Ferreira disse: “que nunca desistiria de seus sonhos”. Foi assim que começou a praticar a capoeira na Academia Topázio, do Mestre Dinho e em paralelo, o então garoto conhecido pelos amigos como Mestre Trovoada, enveredou pelo boxe, preparado pelo atual treinador e procurador Marcos Ninja, da Federação Baiana de Boxe e pela Academia União de Boxe. “Percebi que o garoto tinha futuro, que era dedicado. Só fiz ensiná-lo as técnicas. O cuidado com o preparo físico, além das conversas que tínhamos a respeito da vida. Hoje me orgulho pelos títulos que defende, e por ele me reconhecer e sempre voltar para estar com sua família e amigos”.

Marcelo Ferreira é o atual Campeão Baiano, Campeão Brasileiro e Campeão europeu de kick Boxer, ranqueado pelo Conselho Nacional e Federação Baiana de Boxe, categoria Meio Pesado – 79,379Kg \ 175Lbs. Basta entrar na internet e verificar seus títulos e lutas ganhas no Brasil e na Espanha, onde mora atualmente.

O Campeão com sete vitórias e um empate está em Salvador para realizar mais um luta importante para sua carreira, tendo como desafiante Luiz Santos, da Academia Coutinho uma das a mais antiga no subúrbio, desde 1970.

Essa luta acontecerá no Clube Recreativo de Periperi, no dia 1º de outubro de 2010, ás 18h. Vale á pena ir lá ver e encontrar outros campeões que também tiveram seus dias de glória, como Holifield, o “Pantera Negra”.

 

Por: Silvio Ribeiro – Coordenador do Projeto ACERVIVO- História, Cultura e Ambiente do Subúrbio Ferroviário de Salvador \ Diretor de Marketing e Comunicação da Federação Baiana de Boxe.

 

Contatos: 87437976 / 99496492 (Silvio Ribeiro) / 81860144 (Marcos)

 

Crédito de foto: Manoel Filho – 30146870

Pinda: Capoeira começa a conquistar alunos nas escolas da rede pública

Alunos da Escola Estadual Profª Dirce Aparecida P. Marcondes recebeu no dia 1º de junho uma demonstração de capoeira ministrada pelos mestres José Carlos de Souza, o Carlinhos ‘Indio’ , Sandro Ferreira, Fausto Ferreira, instrutor Juninho e aprendiz Maurício da Costa Ribeiro.

Segundo Sandro, está sendo implantado junto à Prefeitura, o projeto educacional Capoeirando na Escola, cujo objetivo é levar o esporte e a cultura às escolas da cidade.

A iniciativa deste evento partiu da Professora de Educação Física, Delma de Fátima Ribeiro, a partir de um projeto desenvolvido em sala com seus alunos, onde a Capoeira foi enfocada pela importância como modalidade esportiva e cultura.

A professora Delma teve em sua iniciativa a aprovação do Diretor Substituto da Escola Dirce, Prof. Carlos Alberto M. Fraga e da Vice-Diretora, Profª Gladys Maria de Paiva Rêgo, pois é uma forma de integrar os alunos ao esporte e à cultura.

“Os alunos gostaram bastante da atividade, envolvendo-se nas apresentações com os mestres Carlinhos e Sandro, pois alguns já conhecem e dominam a prática do esporte, o que motivou os colegas.”, conclui a professora Delma.

Trazida pelos negros para o Novo Mundo, a durante o período da escravidão, juntamente com as tradições e influências religiosas dos povos africanos, a capoeira é hoje Patrimônio Cultural e firma-se como arte marcial afro-brasileira que ganha notoriedade e adeptos em todo o mundo. “Podemos afirmar que atualmente, é bem brasileira, caracterizando-se por golpes e movimentos ágeis e complexos, utilizando mãos, pés, cabeça, pernas, cotovelos e o torso, enfim, elementos ginásticos acrobáticos.”, diz a professora Delma.

 

Fonte: http://www.agoravale.com.br

Qualidade de vida que vem pelos trilhos

O som do pandeiro e do berimbau e o bater de palmas sincronizado pode representar apenas uma animada reunião de roda de capoeira, mas para um grupo de 35 crianças de seis a 12 anos, que moram no Bairro Passagem, em Tubarão, significa o começo um futuro promissor e distante dos problemas sociais na comunidade.

No Projeto Tração, idealizado pela Ferrovia Tereza Cristina, as crianças recebem uma alternativa de lazer que agrega dança e cultura.

As propostas são oferecer o aprendizado de uma cultura interessante e deixar as crianças longe dos problemas. Escolhemos esse bairro porque os trilhos passam perto – explicou a técnica em gestão social da empresa Fernanda Ramos.

A aula inaugural de dança e capoeira reuniu, no centro social do bairro, as crianças, pais e professores. Como o projeto foi iniciado em outubro para os ensinamentos práticos, os pequenos estudantes deram uma boa demonstração de afinidade com a capoeira.

A gente tem que lutar e se esforçar, mas também respeitar as outras pessoas da roda – ensinou Sara Stefani, 10 anos.

De acordo com o professor Frank Ribeiro Medeiros, as aulas de capoeira serão úteis para a formação moral das crianças beneficiadas:

A capoeira transmite valores para a formação de uma pessoa de bem.

As 35 crianças beneficiadas estudam na Escola de Educação Básica Martinho Guizzo. Pelo menos 15 vagas estão abertas para estudantes do bairro. Além da capoeira e da dança, também são trabalhadas a destinação correta ou reciclagem do lixo e noções de segurança em torno da ferrovia.

Fonte: http://www.clicrbs.com.br/

A Mata Atlântica finalmente desvelada

O parceiro e grande amigo Miltinho Astronauta que além de grande capoeira e pai dedicado é um dos maiores estudiosos na área do meio ambiente, acaba de ter um trabalho publicado na conceituada revista BIOLOGICAL CONSERVATION em parceria com outros dois pesquisadores que tem como tema A Mata Atlântica Brasileira: Quanto sobrou e como está distribuída a floresta remanescente? Implicações para a conservação. Fica a dica de leitura oportuna… aprovetando o Dia da Terra que será comemorado na próxima quarta feira – 22/04.

Luciano Milani

Na última quarta-feira (9), uma edição especial da conceituada revista Biological Conservation foi publicada na Internet e provou que a união entre sociedade civil, governo e centros acadêmicos pode render bons frutos para a natureza. Tudo graças ao artigo científico A Mata Atlântica Brasileira: Quanto sobrou e como está distribuída a floresta remanescente? Implicações para a conservação, escrito por profissionais da Universidade de São Paulo em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e com a não-governamental SOS Mata Atlântica. Nele, os autores fazem um raio-x completo e inédito sobre todos os remanescentes de um dos biomas mais ameaçados do planeta.

A idéia de se estudar a divisão geográfica dos fragmentos florestais da Mata Atlântica e as possíveis estratégias para sua conservação surgiu há quase dois anos, durante uma reunião dos editores da revista, na Europa. Entre eles, estava Jean Paul Metzger, pesquisador do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP) e responsável pela sugestão. “Eu propus uma edição especial com doze textos sobre o ecossistema. Ficou super completo, pois juntamos as melhores cabeças para falar do atual estado de preservação e o que devemos fazer”, explica.

Ao voltar para o Brasil, Jean questionou Milton Cézar Ribeiro, seu aluno de doutorado em Ecologia de Paisagens, sobre o interesse em desenvolver um trabalho amplo acerca dos fragmentos da floresta mais desmatada no país. Resposta positiva, eles convidaram outros três pesquisadores para completarem a equipe e iniciaram as análises com base em dados já coletados pelo Inpe e SOS – os mesmos que serviram para a confecção do último Atlas de Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, elaborado em parceria pelas duas instituições.

De acordo com Flávio Ponzoni, pesquisador do Inpe e um dos autores do artigo, o atlas é apenas um diagnóstico do bioma como um todo. Muito diferente do que se vê na Biological Conservation. “Neste estudo o Milton foi bem além. Ele pegou os polígonos e fez uma abordagem mais ecológica disso. Viu os tamanhos, o efeito de borda e discutiu em quais sentidos os esforços para a conservação deveriam ser feitos”.

Surpresas e dificuldades

Os resultados de 18 meses de pesquisa são surpreendentes. “Até agora não existiam informações básicas atualizadas sobre o quanto, onde e como estavam distribuídos os remanescentes da floresta, o que dificulta o estabelecimento de políticas para cuidar das espécies”, disse a O Eco, do Canadá (onde faz parte da tese), Milton Ribeiro, autor principal do estudo. Segundo ele, trata-se da maior área já analisada com este nível de detalhamento em todo o mundo.

O trabalho seguiu padrões rígidos de qualidade. Além de incluir nas análises todos os fragmentos com menos de cem hectares (excluídos pela SOS no Atlas), os pesquisadores foram a campo verificar massas de vegetação teoricamente subestimadas pelo banco de dados disponível. O esforço teve recompensa: em vez de restar apenas 7% do ecossistema, como diz o senso comum, é possível que a Mata Atlântica cubra de 11,4 a 16% do seu território original.

“A notícia ruim é que há muitos fragmentos pequenos. Eles representam um terço da Mata Atlântica e eram excluídos de outros estudos. Achava-se que eles não tinham valor para a conservação, mas sabemos que não é bem essa a estratégia!”, diz Metzger, cuja opinião é compartilhada por Milton. Para o futuro doutor, os conjuntos de mata inferiores a cem hectares podem não ser suficientes para manter populações de animais e plantas estritamente florestais, mas são fundamentais para a dispersão de indivíduos, o fluxo gênico e a redução do isolamento entre frações maiores.

“Ao mesmo tempo, existem espécies que precisam de menos área disponível para sobreviver. Além disso, caso haja menos fragmentos, o sucesso no processo de dispersão diminui, o que pode reduzir a variabilidade genética em longo prazo e prejudicar a biodiversidade”, completa Ribeiro. Apesar da boa notícia em relação ao tamanho real da Mata Atlântica, uma informação tirou o sono dos autores do estudo: apenas 1% da floresta sobrevive em unidades de conservação, muito longe dos 10% recomendados internacionalmente.

Estratégias de conservação

Outras descobertas também apontam para um cenário difícil na proteção do bioma, rico em biodiversidade e em avanços de atividades insustentáveis. Quase a metade da vegetação em pé, por exemplo, sofre o “efeito de borda” por estar a menos de cem metros de ambientes alterados por ações humanas – sejam áreas agrícolas, urbanas ou pastagens. As conseqüências desta proximidade são perturbações como pragas, ventos mais intensos e série de outros problemas capazes de desestabilizar os ciclos naturais.

“Até podemos manter esta área produtiva, mas de outra forma. Algumas alternativas são agroflorestas, plantações de mudas exóticas, ou seja, algo que estimule sistemas que tenham misturas com componentes arbóreos. Basta tentar fazer com que o contraste seja menor”, avalia Metzger. Outro importante impasse é a distância média entre os derradeiros resquícios de árvores: quase um quilômetro e meio. A baixa conectividade, explica Ribeiro, pode causar extinções locais.  

O artigo científico, que também contou com a colaboração de Márcia Hirota (SOS Mata Atlântica) e Alexandre Camargo Martensen (USP), não faz apenas um diagnóstico, mas sugere caminhos para manter e restaurar o ecossistema. Um deles é criar unidades de conservação de proteção integral com os maiores fragmentos, como aqueles da Serra do Mar. No interior de estados como São Paulo, Minas gerais e Pernambuco, onde os resquícios são pequenos, é preciso interligar a mata com uma linha de mosaicos em parceria com propriedades privadas. Neste caso, as políticas públicas devem visar o suporte às reservas legais e a aquisição de novas Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs).

Para tanto, uma das prioridades é definir onde estão as matas originais e em estágios sucessivos de crescimento. De acordo com Metzger, a diferença entre elas e as secundárias é grande. Mas nada que tire a importância das últimas. “Temos uma comparação boa em São Paulo entre esses dois tipos de vegetação. Enquanto na primária vivem 160 espécies de aves, na replantada, que é contínua, existem apenas cem”. Independente do valor é sempre melhor que a floresta esteja de pé, e não deitada.

 

Em homenagem ao Dia da Terra e ao amigo Miltinho Astronauta.
 
Ola Mestres Amigos,
 
Tudo bem!
 
JC, Milani, Joel,
 
Saiu na Folha.
Sabe como eh, sou capoeira, mas também sou dedicado ao meio ambiente (entenda-se proteger a capoeira, noutro sentido… mas sem extremismos).
 
Ai hoje ta “ecoando” um trabalho que encabecei a publicação [[A Mata Atlântica Brasileira: Quanto sobrou e como está distribuída a floresta remanescente? Implicações para a conservação; revista BIOLOGICAL CONSERVATION]]… Passeiem pelas paginas, se for o caso.
 
 

O Dia da Terra foi criado em 1970, pelo Senador norte-americano Gaylord Nelson, que convocou o primeiro protesto nacional contra a poluição, protesto esse coordenado a nível nacional por Denis Hayes. Esse dia conduziu à criação da Agência de Protecção Ambiental dos Estados Unidos (EPA).

 

A partir de 1990, o dia 22 de Abril foi adoptado mundialmente como o Dia da Terra, dando um grande impulso aos esforços de reciclagem a nível mundial e ajudando a preparar o caminho para a Cimeira do Rio (1992). 

 

Actualmente, uma organização internacional, a  Rede Dia da Terra coordena eventos e actividades a nível mundial que celebram este dia.

 

 

Quem e quando inventou a Graduação?

Irapuru Iru Pereira, colunista do Jornal do Capoeira, lança um desafio interessante à nossa comunidade capoeirística: QUANDO PASSAMOS A USAR Corda, Cordel ou Cordão?
Nós sabemos que Mestre Bimba, em determinado momento, instituiu o uso de Lenços de Seda, com variadas cores em função "do grau" de cada aluno.
 
Mas a questão é: Quando passamos a usar as cordas e variantes como graduação?
Em que momento se deu esta "instituição"?
Isto teria acontecido ainda na Bahia, ou é resultado do Regulamento Nacional de Capoeira, organizado por Damianor Ribeiro de Mendonça, no Rio de Janeiro, em 1972, quando a capoeira estava sob a tutela da Confederação Brasileira de Pugilismo? Ou seria ainda que os capoeiras paulistas, inspirados por outras artes marciais – que adotavam faixas como graduação – acabaram "colocando na cintura" suas graduações de mestres?
 
 
A matéria do camarada Irapuru Iru, intitulada "Maranhão – E A CORDA, QUEM INVENTOU?" está disponível no www.capoeira.jex.com.br 
 
 
Vamos ver que "jogo dá" esta pesquisa!

DOWNLOADS

  • Envelhecimento e capoeira – Decanio Filho, A. A. (12/05/2003)
     
  • Evolução histórica da capoeira – Decanio Filho, A. A. (12/05/2003)
     
  • Falando de capoeira – Decanio Filho, A. A. (07/01/2003)
     
  • O Transe Capoeirano – Decanio Filho, A. A. (06/01/2003)
     
  • A Herança de Mestre Bimba – Decanio Filho, A. A.
     
  • A Herança de Mestre Pastinha – Decanio Filho, A. A.
     
  • Os Orixás – Ronilda Iakemi Ribeiro