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FCP promove a exposição “Arte e Cultura Africana”

Com abertura agendada para a próxima segunda-feira (27), às 17h30, a exposição Arte e Cultura Africana traz 130 peças, entre artefatos, quadros, móveis e esculturas do acervo de 19 embaixadas do Continente Africano no Brasil. A mostra, que também marca o 24º aniversário da FCP, é um dos eventos da instituição na preparação da Década dos Povos Afrodescendentes, que terá início em dezembro deste ano, conforme Resolução Organização das Nações Unidas (ONU). Até o dia 6 de setembro, as obras podem ser vistas no Salão Negro do Ministério da Justiça.

Para o presidente da Fundação Cultural Palmares, Eloi Ferreira de Araujo, a mostra consegue reunir o encanto e a criatividade da cultura africana. “A exposição fará com que a distância física imposta pelo Atlântico seja superada, aproximando assim as identidades que valorizam as culturas brasileira e africana”, afirma, “Com certeza, os visitantes vão ficar maravilhados”, garante.

O curador da exposição, Carlos Eduardo Trindade, explica que a exposição levará o público a um passeio panorâmico sobre as bases constitutivas da vida comunitária, do trabalho, do lazer, das relações familiares, da religiosidade e do cotidiano dos vários povos que formam a África. “A heterogeneidade das práticas culturais existentes em solo africano é marcante e, talvez, a principal contribuição ofertada pelos seus habitantes à humanidade”, conta.

A exposição Arte e Cultura Africana foi desenvolvida pelo Centro Nacional de Informação e Referência da Cultura Negra da Fundação Palmares e contará com peças que retratam a cultura de África do Sul, Angola, Argélia, Benin, Burkina Faso, Botsuana, Cabo Verde, Cameroun, Etiópia, Gana, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Mauritânia, Marrocos, Moçambique, Nigéria, Sudão, Zâmbia e Zimbábue.

Arte africana – A arte africana reproduz os usos e costumes dos povos africanos. Nas pinturas, como nas esculturas, a caracterização da figura humana mostra uma preocupação com os valores morais e religiosos. A escultura, forma de arte muito usada pelos artistas africanos, utiliza-se de ouro, bronze e marfim como matérias primas. As máscaras são as mais conhecidas da plástica africana e constituem uma síntese dos vários elementos simbólicos. São confeccionadas em barro, marfim, metais, mas o material mais utilizado é a madeira.

 

Serviço

Exposição Arte e Cultura Africana

Onde: Salão Negro do Ministério da Justiça – Esplanada dos Ministérios, Bloco T, Edifício Sede

Quando: De 27 de agosto a 6 de setembro de 2012

Visitação: Segunda à sexta-feira, das 9h às 18h – Entrada franca

 

Fonte: http://www.palmares.gov.br

Palmares promove exposição de arte africana

Em comemoração ao Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes, a Fundação Cultural Palmares promoverá, de 13 a 20 de outubro, a exposição Expressões Africanas, com o acervo de 15 embaixadas do Continente Africano. Serão expostas peças artesanais, artefatos, quadros, móveis e esculturas que retratam a cultura da África do Sul, Angola, Botsuana, Benin, Cabo Verde, Cameroun, Costa do Marfim, Egito, Gana, Guiné-Equatorial, Guiné-Bissau, Mauritânia, Moçambique, Namíbia e Quênia.

O curador é o professor do Instituto de Artes e Coordenador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da Universidade de Brasília, Nelson Inocencio. Segundo ele, as peças que compõem a exposição foram escolhidas de acordo com o que cada objeto representa para o seu país e o significado de cada uma. A intenção é explorar o sentido dos objetos para cada uma das sociedades representadas.

“Existe uma ideia de que a arte africana é uma arte primitiva. Nosso propósito é defender um outro olhar, proporcionar uma perspectiva didática e educativa com suas características e referências estéticas”, disse.

Além de celebrar o Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes, a exposição pretende mostrar que a África não é uma referência somente para os africanos. “Divulgar a África é promover a pluralidade, a diversidade e importância da Diáspora Africana, que tanto contribuiu para a formação da identidade de vários países”, explica Inocencio.

Para o presidente da Fundação Cultural Palmares, Eloi Araujo, a exposição se destaca por ser uma das principais ações da Palmares, dentro do Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes, e conta com a participação do Ministério da Cultura (MinC), da Câmara dos Deputados e das Embaixadas dos países africanos no Brasil. “ Esta mostra terá a riqueza, a beleza, a criatividade de artistas africanos, cuja criação encanta e sensibiliza povos de todos os matizes”, destaca.

A exposição Expressões Africanas foi desenvolvida pelo Centro Nacional de Informação e Referência da Cultura Negra da Fundação Cultural Palmares e será aberta no dia 13 de outubro, às 17 horas, no Salão Branco do Congresso Nacional, em Brasília.

Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes – Essa proposta está de acordo com o fato de que o ano de 2011 foi eleito pela Organização das Nações Unidas como o Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes, com o objetivo de erradicar a discriminação racial contra o africano e seus descendentes, que são os povos mais vitimados pelo racismo. Neste ano, ganham destaque as medidas relacionadas à maior participação do negro nas políticas públicas, bem como as ações que têm por objetivo fornecer uma maior informação cultural sobre os povos, as tradições e a diversidade cultural da África e seus descendentes.

Serviço

O quê: Exposição Expressões Africanas
Onde: Salão Branco do Congresso Nacional
Quando: de 13 a 20 de outubro
Visitação: A partir do dia 14/10 (Segunda à sexta-feira, das 9h às 19h / Sábados e domingos, das 9h30 às 17h30. Entrada Franca)
Mais informações: (61) 3424-0165/ 3424-0166

Mutirão de jovens quilombolas encerra primeiro ciclo de oficinas do Ponto de Cultura

No final de semana dos dias 5 e 6 de junho, crianças e adolescentes das comunidades quilombolas de Pedro Cubas e Pedro Cubas de Cima, no município de Eldorado, participaram de mutirão para pintar o salão comunitário. Depois assistiram ao filme Avatar e tiveram aula sobre instrumentos musicais utilizados na capoeira

Alunos do curso de capoeira dos quilombos de Pedro Cubas e Pedro Cubas de Cima se reuniram para pintar o salão comunitário de Pedro Cubas de Cima encerrando o primeiro ciclo de oficinas iniciadas em abril e maio sobre o Brasil Colônia, o trabalho escravo e o surgimento dos quilombos. Eles desenharam no piso do salão as marcações para a roda de capoeira. Mais de 30 pessoas, que participam do projeto ajudaram nas atividades.

No sábado, depois de um dia árduo de trabalho, mesclado com brincadeiras, cerca de 100 pessoas da comunidade se reuniram à noite para assistir ao filme Avatar, do diretor James Cameron, em sessão promovida pela equipe técnica do projeto do Ponto de Cultura.

No dia seguinte, o grupo de alunos assistiu a uma aula sobre instrumentos musicais relacionados com a capoeira tais como: berimbau, atabaque, caxixi, agogô, reco-reco e pandeiro. A atividade foi coordenada pelo instrutor Leleco, da Associação Desportiva e Cultural de Capoeira Nossa Senhora da Guia, de Eldorado/SP. Em seguida, foram agendadas as próximas oficinas com o grupo, que acontecerão em junho e julho.

A dinâmica das oficinas

Atividades lúdicas, recreativas e psicomotoras fazem parte da dinâmica das oficinas realizadas pelo projeto. Os grupos foram divididos por faixa etária e realizaram atividades para estabelecer o que é trabalhar em grupo, e promover a sociabilização entre eles. Por meio de recreação e vídeos eles ouviram um pouco sobre a história do Brasil Colônia, a chegada dos negros e o início da maltas – grupos de capoeiras do Rio de Janeiro que tiveram seu auge na segunda metade do século XIX, compostas principalmente por negros e mulatos , que aterrorizavam a sociedade carioca. Alguns brancos também, faziam parte das maltas.Os técnicos do projeto elaboraram também uma apostila com conteúdo histórico da capoeira e as músicas, mestres, movimentos e ritmos.

Ao final, os participantes fizeram um relato escrito sobre a visão que tinham de suas comunidades. O objetivo foi fortalecer a identidade quilombola por meio da compreensão de sua história e cultura.

Em um desses relatos, um menino de nove anos escreveu: “O Pedro Cubas tem mais de 350 anos e eu moro aqui mais de 9 anos e meio e nunca vi nenhuma criança manter a nossa cultura ou se interessar. Nós crianças não fazemos isto, mas o meu pai, por exemplo vai todo ano para São Paulo cantar e tocar …”

O projeto do Ponto de Cultura é apoiado pela Secretaria Estadual de Cultura de São Paulo e pretende contribuir para a consolidação de experiências e processos culturais, voltados à integração de jovens e adolescentes nas comunidades quilombolas do Vale do Ribeira. Faz parte da estratégia de trabalho adotada pelo ISA em conjunto com as comunidades, de identificação, promoção e valorização dos bens da cultura material e imaterial quilombola do Vale do Ribeira. Vem de encontro à demanda apontada por 14 comunidades quilombolas, do envolvimento dos jovens com a cultura, contida na Agenda socioambiental Quilombola em 2006/2008, elaborada pelas comunidades em conjunto com o ISA. A estratégia para atender a demanda é realizar o levantamento cultural e ao mesmo tempo promover ações práticas de uma manifestação cultural de interesse dos jovens, como é o caso da capoeira.

 

Fonte: http://www.socioambiental.org/

Senado comemora Dia Internacional da Síndrome de Down com exposições, capoeira e dança

Os senadores Eduardo Suplicy (PT-SP), Rosalba Ciarlini (DEM-RN) e Romeu Tuma (PTB-SP) participaram da solenidade em homenagem ao Dia Internacional da Síndrome de Down, no Salão Negro do Senado Federal. Cerca de 40 crianças e jovens atendidos pela Associação de Amigos dos Portadores de Deficiência do Distrito Federal – APAE-DF e pelo Instituto Meta Social estiveram no Salão Negro, para acompanhar a abertura da exposição de fotografias e artes plásticas, além de uma exibição de capoeira pelo Grupo Gingado e de dança pelo grupo EuDanço.

Suplicy, inclusive, chegou a participar da exibição de capoeira do Grupo Gingado. Ele também apresentou às crianças e adolescentes convidados, em discurso, seu projeto de lei que cria uma renda mínima para todos os brasileiros. A senadora Rosalba Ciarlini, presidente da Comissão de Assuntos Sociais (CAS), disse que é preciso integrar cada vez mais as pessoas que possuem algum tipo de deficiência, porque todos são igualmente importantes e úteis à sociedade.

O senador Romeu Tuma elogiou o esforço do Senado para oferecer condições de trabalho e de circulação para todos, por meio do Programa Senado Inclusivo, coordenado pela chefe do cerimonial da Presidência da Casa, Mônica Freitas, que organizou a solenidade no Salão Negro.Ficam em exibição até amanhã (26), às 18 horas, no Salão Negro, sete quadros a óleo de Melina Pedroso, que é portadora de down, e 12 fotos de Renata Podolski.O Dia Internacional da Síndrome de Down é celebrado em 21 de março, uma referência ao fato de pessoas com a síndrome possuírem, na sequência genética, três genes, em vez de dois, no par 21.

Fonte: http://www.senado.gov.br/

Centro de Cultura de Porto Seguro

Um avanço na democratização da arte é demostrada no município

2008 foi um ano especial para a Cultura do Município. O Centro de Cultura de Porto Seguro, sob a Coordenação Geral de Miriam Silva, procurou democratizar a utilização dos espaços e trouxe uma nova perspectiva a todos que atuam na área artística da região.

 

As atividades realizadas foram muitas. Na área teatral, além dos espetáculos Dois Perdidos Numa Noite Suja, com o global André Gonçalves, Intimidades Sem Censura com Renato Piaba, O Mágico de Oz e das apresentações de Adelaide Costa, aconteceram duas ótimas produções locais : Versos Íntimos, com a Companhia de Teatro Prosopopéia e A 7ª Abominação, com a Trup Brasil de Circo e Teatro. Cursos de maquiagem e figurinos foram oferecidos pela FUNCEB e um workshop gratuito sobre as linguagens do ator foi ministrado por André Gonçalves e Freddy Ribeiro. Na área de cultura popular merece destaque a comemoração do dia do Folclore; o apoio do espaço Cultural Macunaíma, o Cordão de Caboclo de Santa Cruz Cabrália , a Ciranda da Terceira Idade e as brincadeiras feitas pela Companhia de Teatro Prosopopéia deram um toque especial para o evento.

A Literatura esteve presente nas comemorações do Dia do Escritor. Um belíssimo sarau foi realizado no Salão de Espetáculos e homenagens a Machado de Assis foram prestadas na apresentação do monólogo “Dom Casmurro”, com atuação de Ed Aquino e direção de Carleone Filho.

A Capoeira foi outra atividade que recebeu um olhar diferenciado. O tombamento pelo IPHAN como Patrimônio Cultural Brasileiro foi ressaltado nas comemorações do Dia do Capoeirista e a sua implantação nas escolas surgiu como proposta no encontro “Capoeira em Debate” realizado no Salão de Espetáculos, durante a Semana da Consciência Negra.

A Semana da Consciência Negra foi marcada por diversos eventos. O Centro de Cultura,em parceria com o Instituto Sociocultural Brasil Chama África, apoiou atividades externas nas Escolas do Município, realizou uma Caminhada Cultural pelas principais ruas do centro da cidade e, no Salão de Espetáculos, em parcerias, apresentou conferências, debates, e o concurso de beleza para eleger as Chamas da África no Extremo Sul.

O Foyer foi outro espaço bem utilizado, recebeu a mostra fotográfica de Pierre Verger, fotos de Luiz Nascimento, pinturas de Benê Olivier, exposição de antiguidades e o Arraial Fotográfico. Vale ressaltar o trabalho desenvolvido pelas oficinas regulares. Capoeira, karatê, dança de salão, ballet, música e teatro foram diariamente oferecidos para a comunidade. A participação popular, devido ao profissionalismo dos professores e as ações de divulgação, cresceu substancialmente dinamizando as quatro salas do Centro.

Destaque também para toda a equipe do Centro Cultural. Carleone Filho,Patrícia Brito, Marilene, Nilton, Orley, Ozeni,Marcos, Márcio,Vivaldo, Zelito, Romilson, Fernando, Luiz Manoel,e Corte Silva. foram responsáveis pelo bom atendimento e pelo funcionamento eficaz da Instituição.

Em 2009 a FUNCEB enriquecerá a programação do Centro com o Salão Regional das Artes e o Circuito Popular de Cinema. Novas oficinas serão oferecidas. Pintura em tecido e em tela, arte em cerâmica, quadrinhos, tecelagem e criação poética farão parte do quadro das oficinas regulares. Em 2008 o Centro Cultural entrará em recesso no dia 23 de dezembro, reabrindo as portas à comunidade em janeiro de 2009. Miriam Silva deixa o convite à participação de todos os representantes das diversas áreas artísticas da região. Afinal o espaço é público e merece ser utilizado de maneira ativa e democrática.

Fonte: Centro de Cultura de Porto Seguro

Bahia: Outorga Título Doutor Honoris Causa – Mestre João Pequeno

Gostaria de comunicar a todos que ontem (23/04) ocorreu a solenidade de entrega do título de Doutor Honoris Causa ao Mestre João Pequeno de Pastinha, no salão nobre da Reitoria da UFBA, conforme amplamente anunciado.

Foi um momento histórico nessa universidade, que finalmente reconhece pública e oficialmente, os saberes de um homem não letrado, que nunca frequentou a escola e que mal sabe assinar seu nome, mas que tem uma contribuição imensa na preservação da cultura e tradição afro-brasileiras

O auditório estava cheio e pudemos reconhecer entre os participantes, muitos capoeiristas, mestres, contra-mestres, alunos e população em geral.

O estranho foi identificar apenas uma presença ínfima, de poquíssimos colegas professores desta universidade. Foi constragedor para todos perceberem a ausência dos doutores e mestres da UFBA, "legítimos" representantes do saber científico, que ao que parece, não deram tanta importância a esse momento ímpar em nossa universidade. Nem os próprios colegas da Faculdade de Educação, proponente do título, compareceram à solenidade, que além da nossa diretora Celi Taffarel, contou com a presença de somente mais três colegas.

Há algumas semanas atrás, pudemos presenciar no Teatro Castro Alves, a outorga do mesmo título ao nobre Abdias do Nascimento, pela UNEB, com a presença maciça do corpo docente daquela instituição, prestando a justa reverência a esse grande personagem de nossa história.

Será que nossos nobres colegas da UFBA ficaram constrangidos em dividir o "douto" do salão nobre da reitoria com um nonagenário capoeirista analfabeto ???

Parece que temos ainda um percurso muito longo a percorrer no sentido de superar o pensamento retrógrado e preconceituoso reinante na academia, que não reconhece o valor e a dignidade dos saberes populares frente aos saberes científicos, e não faz o mínimo esforço para prestigiar um momento tão importante para sociedade baiana, como foi a solenidade de ontem à noite.

Lamento muito !

Prof. Pedro Abib – FACED/UFBA

Portadores de síndrome de Down participam de grupo de capoeira

Em clima de festa popular em praça pública, cerca de 60 crianças, adolescentes e adultos com deficiência participaram, no Salão Negro do Congresso Nacional, de apresentação de capoeira com o grupo da Escola Especial 01, da Fundação Educacional do Distrito Federal, e com o grupo Raízes.
 
Esse trabalho do grupo de capoeira com alunos da escola especial existe desde 1996. Para incluir a capoeira como atividade curricular dos alunos, a escola teve que enviar um projeto para o MEC.
 
– O que anima essa meninada aí é a parte musical e a dança da capoeira – disse o capoeirista Fábio Ferreira dos Santos, professor formado em educação física que pertence ao quadro docente da Fundação Educacional do Distrito Federal.
 
Como parte do projeto, portadores de síndrome de Down não só jogam capoeira, como tocam tambores, atabaques, caxixi e até berimbau – instrumento mais difícil para eles, segundo Fábio, por exigir maior coordenação motora.
O show no Salão Negro faz parte da programação da Semana de Valorização da Pessoa com Deficiência. No mesmo local, a peça de teatro de mamulengo, O Casamento de Chiquinha, Filha do Coronel João Redondo, com Tião sem Sorte, apresentado pelo mestre Josias W. da Silva, também atraiu o público.
 
Depois do show, alunos de escolas públicas e privadas de Brasília formaram filas para experimentar o Túnel Sensorial – uma instalação que permite às pessoas que enxergam vivenciar a experiência do deficiente visual.